quarta-feira, novembro 30, 2016

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


A Rua do Oiro



ALFREDO MESQUITA
capa de José Leite

Lisboa, 1905
Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
18,7 cm x 12,2 cm
304 págs.
subtítulo: Romance Lisboeta
encadernação antiga em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado
conserva a capa anterior de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 5
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jornalista açoriano, os ideais da República e o seu amigo João Chagas levaram Alfredo Mesquita (1871-1931) à carreira diplomática. Como escritor, o seu estilo fluente de crónica de costumes deve muito, menos a Ramalho Ortigão – mais a Júlio César Machado.

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Os Balões e as Viagens Aereas


FULGENCIO MATION
trad. Alexandre da Conceição

Porto, s.d.
Magalhães & Moniz – Editores
1.ª edição
18,3 cm x 12,3 cm
352 págs. + VIII págs.
ilustrado
encadernação editorial (Companhia Portugueza Editora) em tela com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar envelhecido mas aceitável, capa manchada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bela do Senhor


ALBERT COHEN
trad. António Pescada

Lisboa, 1994
Contexto, Editora, Lda.
1.ª edição
21,3 cm x 14,9 cm
900 págs.
encadernação editorial inteira em tela gravada a negro na lombada, sobrecapa polícroma
exemplar como novo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] Bela do Senhor, a obra-prima de Cohen, o mais acabado, o mais denso, o mais louco dos seus livros, é o campo de batalha, sem saída, onde os Judeus – povo da antinatura – defrontam os Gentios, criaturas da Natureza, adeptos da beleza e das misérias da sedução. Embora só aflorado de quando em quando no entrecho (nas referências à ascensão hitleriana, à cave de Berlim...), o judaísmo encontra-se, de facto, no centro da problemática amorosa deste grande romance. E caracteriza-se por uma condenação categórica do sexo. [...]»

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terça-feira, novembro 29, 2016

Comemoração do 25.º Aniversário da Morte de Fernando Pessoa


Lisboa, Dezembro de 1960
S. N. I. – Palácio Foz
1.ª edição [única]
23,5 cm x 16,7 cm
4 págs. + 2 folhas (encartes)
impresso sobre papel superior avergoado creme
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do programa da referida comemoração, constituída por exposição alusiva à vida e à obra do poeta, assim como duas conferências, a representação dramática de poemas do mesmo e leitura avulsa de versos acompanhados à guitarra.

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Poemas Ineditos


FERNANDO PESSOA
org., trad., pref. e notas de Teódulo López Meléndez
capa e grafismo de Toña Vegas

Caracas (Venezuela), 1986
Fundarte – Fundación para la Cultura y las Artes del Distrito Federal
1.ª edição
bilingue português – castelhano
21 cm x 11,7 cm
144 págs.
capa em cartolina sem impressão revestida por sobrecapa bicromática
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Poemas


FERNANDO PESSOA
sel., trad. e pref. Rodolfo Alonso

Buenos Aires, 1961
Compañia General Fabril Editora
1.ª edição
texto em castelhano
18,8 cm x 10,9 cm
216 págs. + 1 folha em extra-texto
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse do crítico literário José Palla e Carmo
30,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Reunião de um conjunto significativo de poemas cobrindo o leque poético nuclear da obra pseudónima e ortónima.

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Algumas Notas Biográficas Sôbre Fernando Pessoa


LUIZ PEDRO MOITINHO DE ALMEIDA

Setúbal, 1954
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
21,7 cm x 16,3 cm
20 págs.
subtítulo: Palestra proferida em Setúbal em 3 de Abril de 1954, seguida duma carta inédita do poeta, e dum poema que também se presume inédito
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do advogado maçon autor do livro Acrónios, no escritório de cujo pai trabalhou Fernando Pessoa.

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Alma Errante



ELIEZER KAMENEZKY
prefácio de Fernando Pessoa

Lisboa, 1932
[s.i.] [ed. do Autor ?]
1.ª edição [única]
19,9 cm x 13,4 cm
114 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Poemas
o extra-texto reproduz a preto e branco o retrato do autor pintado por Malhoa
exemplar estimado, capa empoeirada e com restauro na lombada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
peça de colecção
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Judeu russo; do autor, que veio viver para Lisboa aos 45 anos após correr mundo, conservamos a imagem que António Lopes Ribeiro registou em três filmes (Revolução de Maio, O Pai Tirano e Aldeia da Roupa Branca). O presente livro, não sendo esteticamente do agrado do prefaciador, Fernando Pessoa, dá-lhe o ensejo de um longo e importante texto acerca do povo judeu e das origens da maçonaria.

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Fernando Pessoa – Uma Fotobiografia



MARIA JOSÉ DE LANCASTRE
grafismo de Ta Bonjo Antukkj e Armando Alves

Lisboa, 1981
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
Centro de Estudos Pessoanos
1.ª edição
28,2 cm x 19,2 cm
VIII págs. + 328 págs.
profusamente ilustrado
brochura com capa e sobrecapa impressas
exemplar em muito bom estado de conservação, sem qualquer quebra na lombada; miolo irrepreensível
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trabalho de referência, ilucidativo de um percurso de vida, de um percurso de criação literária, das fontes de informação, etc., daquele que foi o mentor poético do século XX.

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Fernando Pessoa, o Cadáver Adiado Que Procria


[ANÓNIMO*]

Lisboa, 30 de Novembro, 1982
Edições Antígona
1.ª edição [única]
20,9 cm x 15 cm
4 págs.
folha volante
exemplar estimado, apresenta um vinco ao meio devido talvez ao seu envio dentro de sobrescrito; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assinalando à sua maneira a data da morte do poeta, vem aqui a editora iconoclasta Antígona chamar a atenção para a vertente reaccionária de Pessoa, por exemplo, nos seus textos À Memória do Presidente-Rei Sidónio Pais, ou O Interregno – Defesa e Justificação da Ditadura Militar em Portugal. Deste último transcreve mesmo uma passagem vomitiva: «Os governantes naturalmente indicados para um Estado de Transição são, pois, aqueles cuja função social seja particularmente a manutenção da ordem. Se uma nação fosse uma aldeia, bastaria a polícia; como é uma nação, tem que ser a Força Armada inteira.» E assim é que, nessa data à beira da campa, ousa a Antígona, no seu breve manifesto, «[...] com a biqueira da bota, empurrá-lo mais fundo na cova que o envolve. A História [...] agradecerá uma tal acção profiláctica. [...]»
É de acrescentar que a expressão «cadáver adiado que procria» não é original, colhe o exemplo, a acutilância e o verbo do movimento surrealista.

* Texto muito provavelmente redigido pelo jornalista Torcato Sepúlveda, então um dos mentores do espírito das Edições Antígona.

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À Memória do Presidente-Rei Sidónio Paes



FERNANDO PESSOA e outros letrados

Porto, s. d. [1959]
Petrus [Pedro Veiga]
[3.ª edição (1.ª edição nesta editora)]
23,8 cm x 17,9 cm
20 págs.
edição assinada pelo editor e numerada de 500 exemplares, sendo este o n.º 249
impressão sobre papel superior, ornado com capitulares e elegantes vinhetas
para além do longo poema de Pessoa, reúne colaboração de Fernando Garcia e Petrus
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Muitos intelectuais que durante anos, dada a aversão recíproca entre Salazar e Fernando Pessoa, quiseram fazer passar o poeta por progressista, terão neste simples poema (originalmente publicado no periódico Acção, n.º 4, a 27 de Fevereiro, 1920) a prova do contrário. Isto apesar de Fernando Garcia nos dizer que Sidónio revolucionário nasceu e «revolucionario ideologista e fundamentalmente jacobino, embora de um jacobinismo equestre, morreu». Não fazemos ideia do que seja um «jacobinismo equestre», mas aqui fica registado...

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Grandeza da Farmácia


J. ALVES DA SILVA
pref. Américo Pires de Lima

Porto, 1940 («ano dos centenários de Portugal»)
s.i. [Tip. Sequeira, Limitada]
1.ª edição
20,7 cm x 14,8 cm
488 págs. + 9 folhas em extra-texto
subtítulo: A Obra Científica e Social dos Farmacêuticos Através dos Tempos – Farmacêuticos Célebres
ilustrado
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um dicionário de farmacêuticos. Devemos lembrar que nem sempre esta profissão se cingiu à mera comercialização de especialidades criadas em laboratórios com interesses económicos transnacionais. Épocas houve em que o farmacêutico reunia o saber suficiente, não só para manipular ingredientes terapêuticos, mas sobretudo para proceder ao despiste rápido ou à medicação de maleitas mais óbvias. Neste último aspecto, o farmacêutico foi por vezes, em tempos idos, o único apoio junto de populações distanciadas dos grandes centros urbanos. Hoje é, sobretudo, um mero retalhista ou, na melhor das hipóteses, um gestor de produtos.

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A Botica do Azevedo (1775-1948)


MANUEL EMYGDIO DA SILVA
capa de Raul Lino
desenhos de Júlio Neuparth

Lisboa, s.d. [1948 ?]
Sociedade Industrial Farmacêutica
1.ª edição
24,8 cm x 19 cm
136 págs. + 6 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
exemplar estimado, contracapa empoeirada; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

História das farmácias do Rossio e de São Roque, e da Sociedade Industrial Farmacêutica. É também, e principalmente, a crónica dos lugares que ocupavam na cidade de Lisboa e das várias épocas passadas. Basta referir que o Rossio foi sempre um ponto de encontro de conspiradores e revolucionários, aqui referidos, para se ter uma ideia da importância do vertente livro. Por seu turno, farmácias, barbeiros e carvoarias sempre fizeram parte da mais antiga tradição de convívio social.

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O Amôr das Hespanholas na Historia Portuguesa


AYRES DE SÁ, 1873-1951

Lisboa, 1921 [aliás, 1920]
Livraria Ferin, Editora – Torres & C.ta
1.ª edição
18 cm x 13,3 cm
288 págs.
exemplar estimado, capa suja e com pequena falha no canto inferior esquerdo da contracapa; miolo limpo
assinatura de posse no canto inferior direito do frontispício
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Não trata aqui o autor das espanholas tão cruelmente caricaturadas no filme O Leão da Estrela de Artur Duarte... Aqui, são menos ordinárias, e deixaram fina marca na história de Portugal.
Ao que dá título à brochura seguem-se-lhe quatro outros breves, mas interessantes, ensaios históricos: «Uma tarde na côrte de el-rei D. Pedro II», «Toiradas antigas» (referindo-se a uma célebre tourada que houve no dia 8 de Julho de 1738), «Emparedamento no Paço Real de Mafra» (na época do marquês de Pombal) e «Alvores da invasão francesa (1798)».

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Meio Século a Ver Touros


ROGERIO PÉREZ – «EL TERRIBLE PÉREZ»

Lisboa, 1945
Editora Marítimo-Colonial, Limitada
1.ª edição
19,4 cm x 12,7 cm
168 págs. + 10 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo, por abrir
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Ao Estribo


PEPE LUIZ

Lisboa, 1946
Livraria Popular de Francisco Franco
2.ª edição
19,3 cm x 12,3 cm
304 págs. + 64 págs. em extra-texto
subtítulo: Impressões Tauromáquicas
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu verdadeiro nome José Luís Ribeiro (1890-1962), reúne no vertente livro valiosas apreciações para a história do toureio a cavalo.

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Poesias Patrioticas e Outras Ineditas


A. [ALBINO] A. [ANTÓNIO] D’ANDRADE E ALMEIDA
pref. Thomaz Ribeiro

Lisboa, 1899
Typographia Mattos Moreira & Pinheiro
1.ª edição
21 cm x 13,3 cm
272 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Albino António de Andrade e Almeida foi «[...] segundo oficial do antigo Ministério das Obras Públicas e por muitos anos secretário da patriótica Comissão Primeiro de Dezembro de 1640, onde prestou bons serviços com dedicação e desinterêsse. Fundou uma folha para defender os interêsses dessa comissão e da pátria, e publicou um livro de versos com introdução do ilustre poeta Tomás Ribeiro, de quem fôra intimo. Alêm disso colaborou em prosa e em verso em diferentes periódicos literários e políticos.
Era casado com uma filha dilecta da poetisa D. Antónia Gertrudes Pusich.» (Fonte: Inocêncio Francisco da Silva / Brito Aranha, Dicionário Bibliográfico Português, tomo XXII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1923)

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domingo, novembro 27, 2016

Narrativas do Tempo Primitivo


H. G. WELLS
trad. Henrique Marques Junior
capa de José Leite

Lisboa, 1902
Livraria Central de Gomes de Carvalho, Editor
1.ª edição
19,1 cm x 12,2 cm
104 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO EDITOR GOMES DE CARVALHO
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da primeira obra de H. G. Wells (1866-1946) vertida para português, segundo informação do próprio editor na sua dedicatória.

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Meanwhile



H. G. WELLS

Londres, 1927
Ernest Benn Limited
1.ª edição
texto em inglês
19 cm x 13,1 cm
288 págs.
subtítulo: The Picture of a Lady
encadernação editorial inteira em tela gravada a ouro na lombada
sem sobrecapa [?]
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sob a Cinza do Tédio


FIDELINO DE FIGUEIREDO

Coimbra, 1944
Editorial Nobel
4.ª edição
19,6 cm x 13,2 cm
240 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Romance de uma consciência
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

O vertente volume inclui ainda a reedição dos livros autónomos Revoada Romântica e Uma Viagem à Fobolândia.

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Portugal nas Guerras Europêas


FIDELINO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1914
Livraria Classica Editora de A. M. Teixeira
1.ª edição
21,9 cm x 14,9 cm
90 págs.
subtítulo: Subsidios para a comprehensão dum problema de politica contemporanea
encadernação modesta de amador em tela de fantasia, sóbria gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
carimbo de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Fidelino passa em revista os motivos diplomáticos ou políticos da presença bélica de Portugal, após a Restauração, em conflitos alguns nem directamente relacionados com a integridade das fronteiras do nosso território. E conclui, num brilhante resumo das causas múltiplas na origem da Primeira Guerra Mundial, qual o papel que aí nos caberia, como país obrigado a tomar posição aliada de potências empenhadas em conter a arrogância imperial germânica.

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O Medo da História


FIDELINO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1957
Guimarães Editores
1.ª edição
19,5 cm x 12,5 cm
216 págs.
exemplar estimado, acentuado foxing na capa; miolo limpo
VALORIZADO PELA TOCANTE DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR ASSIS ESPERANÇA
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Um Coleccionador de Angústias



FIDELINO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1953
Guimarães & C.ª Editores
2.ª edição
19,1 cm x 12,5 cm
328 págs.
capa impressa a três cores e relevo seco
exemplar estimado, com antigas manchas de humidade na capa e nas primeira e última folhas; miolo limpo, por abrir
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor ao escritor humorista Armando Ferreira
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma espécie de autobiografia literária em que Fidelino de Figueiredo vai reflectindo, ao longo da sua cronologia pessoal, nos problemas sociais, culturais, filosóficos por que passou.

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Um Coleccionador de Angústias


FIDELINO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1962
Guimarães Editores
3.ª edição
19,1 cm x 12,2 cm
336 págs.
exemplar estimado, sinais de foxing na capa; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Homem Que Tinha a Chuva


ORLANDO DE ALBUQUERQUE

Lisboa, 1968
Agência-Geral do Ultramar
1.ª edição
23,1 cm x 16 cm
140 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
discreta rubrica de posse no canto inferior direito do frontispício
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Orlando de Albuquerque (1925-1997), médico, poeta, dramaturgo, ficcionista e ensaísta, embora nascido em Moçambique, virá a notabilizar-se num contexto angolano (Lobito), no círculo literário da poeta Alda Lara, sua esposa.

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Poemas


ALDA LARA
nota de Orlando de Albuquerque

Sá da Bandeira, 1967
Imbondeiro
2.ª edição
20,5 cm x 15 cm
200 págs.
subtítulo: Obra Completa de Alda Lara
exemplar muito manuseado mas aceitável, capa suja; miolo limpo
assinaturas de posse nalgumas páginas
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Médica angolana notável e poeta exímia, Alda Pires Barreto de Lara e Albuquerque (1930-1962) não chegou a viver para ver assim a sua poesia reunida, que Manuel Ferreira (ver Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, vol. 2, Instituto de Cultura Portuguesa, Lisboa, 1977) reconhece como poesia «[...] de motivação europeia, mas a da inserção angolana emerge de uma serena visão humanística.»

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No País dos Homens-Leões


ATTILIO GATTI
trad. António Costa e Almeida

Porto, 1941
Livraria Tavares Martins
2.ª edição
19,6 cm x 13,8 cm
328 págs. + 8 págs. em extra-texto
subtítulo: Nove Anos Entre os Zulus, Bantos, Pigmeus, etc.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Homens Brancos nos Trópicos


ERLING BACHE
tradução de António Brochado

Porto, 1944
Livraria Tavares Martins
[1.ª edição]
19,5 cm x 13,9 cm
272 págs. + 4 folhas em extra-texto
subtítulo: O Extremo-Oriente em Foco
colecção “Por Terras de Maravilha” dirigida por Campos Monteiro
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta na pág. 3 o carimbo «Homenagem da Casa Editora»
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lê-se como um livro de aventuras esta crónica de viagem pelo Bali, Bangkok, Cantão, Manila, Bombaim, Calcutá, Xangai, Hong-Kong, etc. Redigido antes da II Guerra Mundial por um jornalista, que é dinamarquês, e que uma ausência de quinze anos por essas terras distantes lhe deu a visão do que aí vinha.

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O Culto da Incompetência


ÉMILE FAGUET
trad. Agostinho Fortes

Paris – Lisboa, 1919
Livrarias Aillaud e Bertrand
3.ª edição
18,8 cm x 12,2 cm
4 págs. + 180 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Auguste Émile Faguet (1847-1916), um conservador, jornalista e panfletário, faz aqui uma crítica radical dos avatares dos partidos sob o regime democrático:
«[...] Tem-se notado, por entre risos, porque o caso é cómico como tôdas as cousas trágicas que se encarem com boa disposição de espírito, que é raríssimo que uma pasta [ministerial] seja conferida ao homem que seja competente para bem a dirigir. Em regra, como se sabe, a pasta da instrução pública é dada a um advogado, a do comércio a um literato, a da guerra a um médico, a da marinha a um jornalista [...].
A extravagante distribuição das pastas ministeriais, na razão inversa da competência dos indivíduos a quem são confiadas, parece, à primeira vista, um brinquedo, uma simples graça espiritual e delicada da deusa Incompetência. Não há dúvida que tem um pouco disso, mas outras razões há ainda. As pastas, em regra, são assim distribuídas, porque quem organiza o ministério procura dar uma porção do poder a cada um dos grupos da maioria em que pretende apoiar-se. Como cada um dêstes grupos não possui um especialista que possa dispensar para determinada pasta, o político organizador do ministério não pode preocupar-se com especialidades e vai distribuindo as pastas atendendo às conveniências políticas e não às profissionais. O resultado é que [...] a única pasta distribuída um pouco racionalmente é aquela que o presidente do conselho reserva para a sua pessoa, se bem que, muitas vezes, para evitar impertinências de qualquer político de pêso, o presidente se veja forçado a cedê-la a um outro que nada perceba do assunto. [...]»

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sábado, novembro 26, 2016

Guevara – Antologia


ERNESTO «CHE» GUEVARA
org., trad. e pref. Adriano de Carvalho e João Bernardo

s.l. [Porto], 1967
Novo Rumo
1.ª edição
20,9 cm x 13,5 cm
136 págs. + 8 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE ADRIANO DE CARVALHO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de importantes escritos do Comandante, reunidos no imediato após o seu assassinato na Bolívia, em Outubro de 1967, a que os antologiadores juntaram na contracapa um poema, em sua homenagem, de Nicolás Guillén.
Acerca do jornalista Adriano de Carvalho (1937-2000), escreveu o poeta Carlos Loures (Estrolábio, pág. electrónica, 10 de Julho, 2010): «[...] Quando a maioria dos jornalistas se exprime num português que deve mais às telenovelas do que à leitura de clássicos, o Adriano merecia e deveria ter ocupado um lugar entre os melhores da sua profissão. [...]» Deve assinalar-se ainda a constante coragem política de Adriano de Carvalho, quer antes quer depois do dia 25 Abril, o que fez dele um dos “populares” promotores do assalto à PIDE e ali mesmo alvejado, a poucas horas da capitulação do quartel da Rua António Maria Cardoso.
João Bernardo (nasc. 1946) é hoje um conceituado pensador nos meios do comunismo radical. Fundador do jornal Combate, é com o livro Para uma Teoria do Modo de Produção Comunista que se torna uma referência teórica para o comunismo conselhista português contemporâneo. No conjunto, toda a sua obra de reflexão insere-se na crítica ao processo de transnacionalização do capital e aos gestores desse capital, entendidos como classe.

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As Cartas de Prisão de George Jackson


SOLEDAD BROTHER [GEORGE JACKSON]
pref. Jean Genet
trad. Maria do Carmo Pizarro

Lisboa, 1972
Editora Arcádia, S.A.R.L.
1.ª edição
20,8 cm x 14,2 cm
384 págs.
capa impressa frente e verso
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

George Jackson foi um dos três Soledad Brothers (junto com John Cluchette e Fleeta Drumgo), companheiros negros na cadeia californiana de Soledad, todos simpatizantes da causa do partido Black Panther. Sendo presos de delito comum, a sua importância política salta para ribalta, no início de 1970, com o assassinato de um guarda prisional e a sua consequente acusação de homicídio em primeiro grau. Todavia, figuras públicas brancas como Marlon Brando, Noam Chomsky, Lawrence Ferlinghetti, Allen Ginsberg, Pete Seeger, e a negra Angela Davis, então dirigente do Partido Comunista norte-americano, entre muitas outras personalidades, darão o rosto pela sua defesa. Em vão, visto que Jackson acabará por ser abatido dentro da prisão, em Agosto de 1971, durante a tentativa de fuga de algumas dezenas de prisioneiros.

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Do It


JERRY RUBIN
pref. Eldridge Cleaver
[trad. anónima]
grafismo de Quentin Fiore

Paris, 1971
Éditions du Seuil
1.ª edição
texto em francês
20,6 cm x 14 cm
272 págs.
subtítulo: Scénarios de la Révolution
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no rodapé do frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota editorial na contracapa:
«Dans une vie antérieure, Jerry Rubin [1938-1994] était un jeune Américain sage aux cheveux courts. Il fit 20000 kilomètres pour rencontrer le Che à Cuba, qui lui dit quelle chance était la sienne de vivre et pouvoir se battre au cœur de “la Bête”: les U.S.A. A travers les luttes de ces dernières années, sur les campus, contre le Pentagone, à Chicago en 1968, Rubin est à l’origine de cette synthèse entre le courant hippie et le gauchisme des jeunes révolutionnaires blancs américains: le mouvement “yippie” dont ces pages sont à la fois le Manifeste, l’épopée, le manuel et la bande dessinée.
Préfacé par le leader des Panthéres noires Eldridge Cleaver [1935-1998], mis en page par Quentin Fiore (le “designer” de McLuhan) [...].»
É de assinalar que Rubin, após o apodrecimento da sua juventude, e como accionista numa conhecida marca de computadores, veio a tornar-se um modelo de virtude capitalista e homem de negócios multimilionário.

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Ubirajara


JOSÉ DE ALENCAR

Lisboa, s.d.
Empreza Literaria Universal
s.i.
19,4 cm x 13,3 cm
80 págs.
subtítulo: Lenda Tupy
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
carimbo de João Monteiro de Pina – Mercearia da Beira – Elvas no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o terceiro romance de José de Alencar (1829-1877) numa série indianista de nacionalismo romântico, a que se juntam O Guarani e Iracena. O índio que protagoniza esta história representa a base do povo brasileiro, cuja especificidade, por comparação com os europeus, Alencar desenha.

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Diva


JOSÉ DE ALENCAR
pref. Mário de Alencar

Rio de Janeiro – Porto, 1921
Livraria João do Rio / Annuario do Brasil (Almanak Laemmert) – Renascença Portuguesa
s.i. («Unica edição revista por Mario de Alencar»)
16,2 cm x 11,9 cm
148 págs.
subtítulo: Perfil de Mulher
capa impressa no verso da capa do tomo IX da Historia do Brazil de Rocha Pombo
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Martiniano de Alencar (1829-1877), um dos escritores marcantes no século XIX da cultura brasileira, é aqui dado a ler, por mão de seu filho, num romance de 1864, durante muito tempo publicado sem nome de autor, mas apenas as iniciais G. M.

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O Mar


JOÃO SARAIVA
capa de Manuel Gustavo Bordallo Pinheiro

Lisboa, 1889
Livraria A. Ferin
1.ª edição
25,5 cm x 17,4 cm
XVI págs.
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome completo João Baptista Pinto Saraiva (1886-1948), diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990), foi «Deputado, governador civil e poeta, dirigiu a revista País de Turismo, juntamente com António Carneiro. A sua poesia neo-romântica, onde se manifesta muito a influência de João de Deus, chegou a ser, no seu tempo, celebrada, sobretudo pelos seus aspectos lírico-satíricos. [...] segundo Júlio Dantas, “as musas do [restaurante] Tavares, a que presidia Rafael Bordalo, glorificaram-no.”»

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As Praias de Portugal


RAMALHO ORTIGÃO
ilust. Emilio Pimentel

Porto, 1876
Livraria Universal de Magalhães & Moniz – Editores
1.ª edição
23,1 cm x 15,5 cm
144 págs. + 16 págs. (não num.) + 12 folhas em extra-texto
subtítulo: Guia do Banhista e do Viajante
impresso sobre papel superior algodoado
exemplar estimado, restauro na capa e na lombada; miolo limpo, ocasional foxing
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

Motivo de elogio da vida ao ar livre, de algum modo inspirado em La Mer (livro quarto: «La Renaissancer par la Mer») do historiador Jules Michelet.

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Banhos de Caldas e Aguas Mineraes



RAMALHO ORTIGÃO
pref. Julio Cesar Machado
ilust. Emílio Pimentel

Porto, 1875
Livraria Universal de Magalhães & Moniz – Editores
1.ª edição
24,4 cm x 16,9 cm
142 págs. + 12 folhas em extra-texto (gravuras)
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
acondicionado num estojo de confecção manual recente forrado a tela crua, com um cromo colado na tampa
PEÇA DE COLECÇÃO
210,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, novembro 24, 2016

Luuanda


JOSÉ LUANDINO VIEIRA
ilust. José Rodrigues
grafismo de Dorindo Carvalho

Lisboa, 1972
Edições 70
3.ª edição (tiragem especial)
24,2 cm x 16,6 cm
192 págs. + 3 folhas em extra-texto
ilustrado
impresso a duas cores sobre papel offset mate
capa a uma cor, sobrecapa a duas cores com janela aberta a cortante
exemplar como novo
é o n.º 260 de uma tiragem limitada a 500 exemplares numerados e assinados por Luandino Vieira e José Rodrigues
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da contracapa da tiragem normal:
«A publicação de Luuanda (1964 – em Luanda) foi condicionada pelo regulamento do Prémio Mota Veiga, ainda hoje o prémio de maior projecção literária de Angola. Uma edição impessoal a vários títulos: não pôde ser revista ou sequer orientada por Luandino Vieira. E foi nesse formato desejadamente humilde, – um livrinho de bolso com uma impressiva capa desenhada pelo autor –, que o Luuanda foi surpreendido, meses depois, com nova distinção: o Grande Prémio de Novelística da Sociedade Portuguesa de Escritores [o que motivou, levados a cabo pelo regime salazarista, o assalto e encerramento desta associação de classe].
Eram três estórias escolhidas entre uma dezena de trabalhos (inéditos), todos eles irmanados no estilo e sobretudo num fundo de humor e carinho, um sorriso permanente de bondade calma qualquer que fosse a intensidade lírica, dramática ou pitoresca dos temas tratados. Esta nova edição é assim, de algum modo, a primeira pela difusão que a outra não teve e por ter sido agora acompanhada e revista pelo autor – uma revisão essencialmente tipográfica, sem alterações de vulto no texto original.
Na mais debatida questão relativa a esta obra – o aproveitamento estilístico das potencialidades linguísticas locais – tem agora o leitor a possibilidade de ajuizar por si. A linguagem do autor, identificada com a dos seus personagens, é ou não um processo literário adequado e legítimo em relação à matéria tratada, à realidade da ficção? No Luuanda a linguagem é personagem: a forma é conteúdo, fusão dialéctica cravada na realidade. [...]»
Do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. VI, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2001):
«[...] Preso em 1961 por alegadas ligações ao MPLA, foi em 1963 desterrado para o Tarrafal, Cabo Verde, donde voltou a Lisboa apenas em 1972 para aqui viver em liberdade condicional e [com] residência fixa, regressando a Angola em 1975. [...]»
Referenciado igualmente em Livros Proibidos no Estado Novo (Assembleia da República, Lisboa, 2005) e em Livros Proibidos no Regime Fascista (Presidência do Conselho de Ministros – Comissão do Livro Negro Sobre o Regime Fascista, Lisboa, 1981).

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Luuanda


JOSÉ LUANDINO VIEIRA
capa de José Rodrigues
grafismo de Dorindo Carvalho

Lisboa, 1972
Edições 70
3.ª edição
18,2 cm x 12,6 cm
192 págs.
exemplar muito estimado, sem quaisquer sinais de quebra na lombada; miolo irrepreensível
conserva o encarte anunciando para breve a edição de uma tiragem especial da obra
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Mulher na Expansão Ultramarina Ibérica, 1415-1815


C. R. BOXER
trad. Saúl Barata
capa de Moura-George

Lisboa, 1977
Lisvros Horizonte, Lda.
1.ª edição
18 cm x 11,7 cm
168 págs.
subtítulo: Alguns factos, ideias e personalidades
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Os construtores dos impérios espanhol e português levaram consigo para além-mar a bagagem mental que haviam acumulado na Península; dessa bagagem fazia parte a opinião de que as mulheres são inferiores física, intelectual e espiritualmente – opinião que as mais altas instâncias, legais e religiosas, compartilhavam em absoluto.
O Professor Boxer, percorrendo quatro séculos em três continentes, África, América e Ásia, descobre que nem sempre as coisas se passaram desse modo. Os fermentos da colonização provocaram o aparecimento de numerosas mulheres enérgicas e de forte personalidade, que se distinguiram como esposas, filhas, amantes e, as mais das vezes, como viúvas e detentoras de propriedades: desde a Condessa de Assumar, que educa o seu filho como homem de armas (na ausência do pai), até à incrivelmente perversa e sádica chilena Dona Catalina de los Rios Lispuerger, que ao longo de 36 anos praticou impunemente as maiores enormidades.
O Professor Boxer também considera as atitudes dos colonizadores para com as mulheres indígenas, como empregadas domésticas ou como prostitutas. Reúne os seus temas num capítulo final, “O Culto de Maria e a Prática da Misoginia”, em que demonstra a ligação existente entre a exaltação da castidade feminina, o desprezo masculino pela mulher e a convicção de que para o homem “a simples fornicação não é pecado”. Nesta obra as tensões do colonialismo emergente são vistas por um ângulo diferente do habitual. [...]»

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Os Gatos


FIALHO DE ALMEIDA
selec. e pref. José Lins do Rego

Rio de Janeiro, 1942
Edições Livros de Portugal, Ltda.
1.ª edição brasileira
23 cm x 15 cm
336 págs.
encadernação modesta meia-francesa em sintético e papel de fantasia com gravação a ouro na lombada
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado; miolo limpo
assinatura de posse na folha de ante-rosto
é o exemplar n.º 845 de uma tiragem não declarada
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Fialho surgiu num contexto literário em que tudo parecia já haver acontecido, «[...] aperecia após a rajada de metralhadora que foram “As Farpas”, depois das sondagens profundas de Oliveira Martins, depois do romance de Eça de Queiroz, depois do grande Antero.
O homem de machado na mão chegara à floresta e encontrava a derrubada feita. Ele queria derrubar e tudo já tinha ido abaixo. [...]» (do notável prefácio de Lins do Rego). Esta contrariedade nunca o abandonou, obrigando-o a um exagero estilístico no retratar a sua época. (Lins do Rego, uma vez mais:) «[...] Havia uma sociedade impregnada de uma felicidade construída em falso. Era todo o fim do século XIX dormindo ao som das valsas de Viena, deleitando-se nos cancãs de Paris, vendo Santos Dumont alçar voos para o céu. Os germes das guerras infernais já germinavam dentro da terra; os homens tinham plantado as sementes diabólicas. Portugal tinha rei constitucional, ministros, pobres ministros. Os ingleses impunham-lhe regimes de restrições. Fialho de Almeida então propunha-se a dissecar este mundo português como se não fossem vícios do mundo inteiro os que andavam por sua casa. O rei D. Carlos seria uma de suas vítimas favoritas, a casa de Bragança, os ministros, os poetas, os artistas, tudo enfim teria que sofrer as suas arranhadas de gato. [...]
Procurando as suas melhores coisas no “Os Gatos” eu tomei o partido de apresentar um Fialho de Almeida que não fosse aquele das pequenas coisas, dos mexericos locais, das insignificâncias do tempo, um Fialho que discutia ministros e pretendia entender de política. Este está tão morto quanto os ministros que combateu.
O Fialho desses trechos do “Os Gatos” é o menos efémero dos Fialhos. É aquele que se debruçou sobre os grandes temas, sobre a vida e a morte. É o que vê o rei D. Luiz morto e o que vê Bordalo Pinheiro vivo.»

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Os Gatos – Publicação Mensal d’Inquerito á Vida Portugueza



FIALHO D’ALMEIDA

Lisboa, 1922-1924
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira & C.ª (Filhos)
5.ª edição
6 volumes (completo) enc. em 3
19,8 cm x 12,3 cm
256 págs. + 320 págs. + 288 págs. + 328 págs. + 300 págs. + 400 págs.
encadernações homogéneas em meia-inglesa elegantemente gravadas a ouro nas lombadas
aparados e carminados somente à cabeça, com capas de brochura
exemplares muito estimados, restauro nas lombadas; miolo limpo
assinaturas de posse e ex-libris de Francisco Gentil
85,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Auto da Vida e da Morte


ANTÓNIO ALEIXO
pref. Joaquim Magalhães

Faro, 1948
Tip. União
1.ª edição
18,9 cm x 12,6 cm
32 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Auto do Curandeiro


ANTÓNIO ALEIXO
pref. Fernando Laginha

Faro, 1950
Tip. de “O Algarve”
[1.ª edição]
21,3 cm x 14,4 cm
26 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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