quinta-feira, abril 13, 2017

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

3.000 obras disponíveis nesta montra
é só ir clicando ao fundo da página
em Mensagens antigas


contacto:
telemóvel: 919 746 089


todas as obras fotografadas correspondem aos exemplares que se encontram à venda
livros usados
todas as encomendas são enviadas em correio registado
international shipping rates
* e-business professional
pagamentos por PayPal, transferência bancária ou contra-reembolso

* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


quarta-feira, abril 12, 2017

A Ilha de Próspero


RUI KNOPFLI
pref. Alexandre Lobato
capa (posterização) de Carlos Leitão

Lourenço Marques, 1972
Edição Minerva Central
1.ª edição
31,6 cm x 24,6 cm (álbum)
140 págs.
subtítulo: Roteiro Privado da Ilha de Moçambique
profusamente ilustrado com fotografias de Rui Knopfli
encadernação editorial impressa a dourado na lombada, com sobrecapa
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Mangas Verdes com Sal


RUI KNOPFLI
pref. Eugénio Lisboa
capa de António Quadros

s.l. [Moçambique], 1969
Tipografia Globo, Lda. / Colecção N’Goma [ed. Autor]
1.ª edição
22,2 cm x 16,3 cm
160 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz o poeta Sebastião Alba na sua nota à segunda edição:
«Li Mangas Verdes à noite, e apeteceu-me acordar os amigos: – Vejam, as esquinas sempre duras dos seus versos dobram um alto espaço poético. [...] Dizem-me que é difícil conviver consigo. Como não manter-se em guarda um guardador de mitos seus, que tombarão, se esboroarão, com ele, sob o vento branco das estrelas? [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Escriba Acocorado


RUI KNOPFLI
posfácio do poeta Eugénio Lisboa


Lisboa, 1978
Moraes Editores
1.ª edição
19,9 cm x 15,7 cm
72 págs.
[capa de José Escada (cromo colado sobre a cartolina tipo kraft)]
colecção Círculo de Poesia
exemplar novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta, jornalista e diplomata de origem moçambicana, ex-colónia ultramarina de onde partiu, em 1975, para Londres, indo exercer funções de conselheiro de imprensa na Embaixada de Portugal. Juntamente com o poeta João Pedro Grabato Dias, terão sido os simpáticos cadernos periódicos Caliban o cerne irradiante da sua aventura poética africana.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

terça-feira, abril 11, 2017

Edificações


JOÃO EMILIO DOS SANTOS SEGURADO, eng.

Paris – Lisboa / Rio de Janeiro – S. Paulo – Belo Horizonte, s.d.
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Francisco Alves
4.ª edição
18,3 cm x 12 cm
VIII págs. + 256 págs. + 2 desdobráveis (grande formato) em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação editorial em tela gravada a negro em ambas as pastas e na lombada
exemplar estimado, contracapa um pouco manchada; miolo limpo
discreta assinatura de posse na margem superior do frontispício
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim abre o respectivo Prefácio:
«O presente volume constitui, por assim dizer, a introdução geral ao estudo das Construções Civis, tratando por uma forma que nos esforçámos por ser clara, dos principios de arquitectura indispensáveis a todos os construtores civis, bem como as regras a seguir para a confecção de um projecto de edifício. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Cimento Armado


JOÃO EMILIO DOS SANTOS SEGURADO, eng. industrial

Paris – Lisboa / Rio de Janeiro – S. Paulo – Belo Horizonte, s.d.
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Francisco Alves
1.ª edição
18,4 cm x 12,2 cm
VIII págs. + 596 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação editorial em tela gravada a negro em ambas as pastas e na lombada
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na margem superior do ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


domingo, abril 02, 2017

Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa




MARIA ALBERTA MENÉRES
E. M. DE MELO E CASTRO

[capa de Escada]


Lisboa, 1971
Livraria Moraes Editora
3.ª edição (revista, actualizada e com uma nova Introdução)
20 cm x 15,5 cm
LXXX págs. + 820 págs. + 44 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

É ainda hoje a única antologia poética panorâmica de referência para o que em língua portuguesa se escreveu após a Segunda Guerra Mundial. Dizem-nos os compiladores: «[...] 1945 não marca em Portugal nenhuma revolução ou movimento estético especial. Marca antes, o começo de uma nova tomada de consciência do modo de estar no mundo, que a pouco e pouco foi chegando até nós, alterando decisivamente o mundo em que desde então se vive. [...]»
As suas «três edições [aliás, quatro] podem ser até consideradas como três fases de uma só Antologia, revelando no seu conjunto um trabalho em processo, de um constante empenhamento e risco vivenciais» (palavras das Notas Iniciais).
Para além da rectidão na escolha de autores representados e de poemas, e da importância dos verbetes biobibliográficos individuais, há a sublinhar o precioso trabalho dos índices cronológico-descritivos com a proveniência dessas escolhas. Ainda hoje, exceptuando duas antologias dos anos 80 do século XX (uma pessoal, outra uma antologia-manifesto), nada de melhor ou sequer semelhante se fez pela Poesia portuguesa.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa




MARIA ALBERTA MENÉRES
E. M. DE MELO E CASTRO
[capa de Escada]

Lisboa, 1959
Livraria Morais Editora
1.ª edição
20,1 cm x 16 cm
XXVIII págs. + 378 págs. + 1 folha em extra-texto + 6 desdobráveis em extra-texto
encadernação meia-francesa em pele com cantos também em pele, gravada a ouro na lombada
pouco aparado e carminado à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Edoi Lelia Doura – antologia das vozes comunicantes da poesia moderna portuguesa



HERBERTO HELDER, org.
capa de Manuel Rosa

Lisboa, 1985
Assírio e Alvim – Cooperativa Editora e Livreira, CRL (dir. Hermínio Monteiro)
1.ª edição [única]
26,9 cm x 17,1 cm
316 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
175,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ajustando um modelo antológico, ou organizativo, que no magazine Nova havia ficado em esboço – até pela contingência de tratar-se de uma publicação periódica datada, e não uma antologia pessoal –, o poeta Herberto Helder dá a conhecer, finalmente, aquilo que na cultura portuguesa do século XX constitui o filão do verdadeiro ouro poético. E justifica: «[...] Todo o livro vai sendo o seu prefácio, e o posfácio, a inacessível e prontamente acessível evidência. E assim quero eu pôr em escrito rápido que ele, livro, com as suas vozes comunicantes, incita quem puder a poder encontrar a razão das razões, pessoal, pessoais, e o fundamento agora inabalável de uma figura da realidade que, apenas manifesta, se torna encontrada como única. O que se faz segundo as posses dos encontros. Neste sistema de vozes não deixa a natureza que entrem outros veios: é uma clepsidra para ajuste de certas horas, porventura nocturnas, marcando a dominação e os passos de um sol negro magnificante. Fique indiscutível que é uma antologia de teor e amor, unívoca na multiplicidade vocal, e ferozmente parcialíssima. Quando os lemos lado a lado, a todos estes poetas e poemas, sabemos estarem eles entregues ao serviço de uma inspiração comum, a uma comum arte do fogo e da noite, ao mesmo patrocínio constelar. [...]»
Daqui não podemos deixar de inferir que, por exemplo, ao acaso, é inviável juntar uma Chiote, um Pires Aurélio ou um Miranda Rocha a par com contemporâneos, deles, como António José Forte, Manuel de Castro, Ernesto Sampaio, Luiza Neto Jorge ou António Gancho. E se fizermos, no vertente florilégio, o caminho ao contrário na cronologia, ainda encontraremos valores poéticos de maior peso: António Maria Lisboa, Mário Cesariny, Natália Correia, Carlos de Oliveira, Vitorino Nemésio, Edmundo de Bettencourt, Almada Negreiros, Mário de Sá-Carneiro, Fernando Pessoa, Teixeira de Pascoaes, Ângelo de Lima, Camilo Pessanha e Gomes Leal. Será justo e correcto acrescentar a este «veio» intemporal o nome do próprio Herberto Helder.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

A Pegada do Yeti


MARIA ALBERTA MENÉRES
[capa de Escada]

Lisboa, 1962
Livraria Morais Editora
1.ª edição
19,9 cm x 15,5 cm
48 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do livro de poemas mais importante da autora, de seu nome completo Maria Alberta Rovisco Garcia Menéres de Melo e Castro, que foi co-autora (com E.M. de Melo e Castro) das quatro sucessivas edições da antologia Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


39 Tisanas



ANA HATHERLY
grafismo de Armando Moreira (Marco)

Porto, 1969
Colecção Gémeos [ed. Autora ?]
1.ª edição
19,2 cm x 16,9 cm
92 págs. (não numeradas)
encadernação recente em tela com gravação a prata na pasta anterior
sem capa de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Ana Hatherly, em nota na contracapa da edição brochada, tratar-se este seu livro «[...] uma consequência da pesquisa das estruturas da narrativa que realizo há alguns anos. A minha pesquisa das estruturas da narrativa é um dos aspectos da minha pesquisa da realidade. Através das estruturas da narrativa investigo a estrutura da linguagem e as suas correspondentes estruturas lógica e psicológica. [...]» Um exemplo, à sorte, o texto 5, colhido no corpo do livro: «Estava eu sentada a bordar o meu petit-point quando de repente o vento me fechou a janela com estrépito. Ergui a cabeça. Do outro lado da rua vi um pássaro poisado numa árvore.» Realmente é preciso ser-se estruturalista para conseguir redigir tal... e considerá-lo criativo, e publicável!

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

63 Tisanas (40-102)


ANA HATHERLY
[capa de Escada]

Lisboa, 1973
Moraes Editores
1.ª edição
20,2 cm x 15,5 cm
72 págs. [não num.]
exemplar como novo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da continuação do livro 39 Tisanas, de 1969.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Hora di Bai


MANUEL FERREIRA

Coimbra, 1962
ed. Autor (Atlântida / Vértice)
1.ª edição
18,3 cm x 11,7 cm
224 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Manuel Ferreira nasceu na Gândara dos Olivais – Leiria. Militar, prestou serviço durante seis anos em Cabo Verde, onde desperta a sua vocação literária. [...] Escritor sensível e humano, de raiz neo-realista, Manuel Ferreira tem-se dedicado sobretudo à ficção e ao estudo de assuntos ultramarinos. Da sua obra, destacamos os livros de contos “Morna” e “Morabesa”, cujos temas foram colhidos na realidade cabo-verdiana a que permanece estreitamente ligado.»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Aventura Crioula


MANUEL FERREIRA
pref. Baltasar Lopes
capa e graf. Espiga Pinto

Lisboa, 1967
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
18,1 cm x 10,1 cm
XXVI págs. + 278 págs.
subtítulo: Cabo Verde, uma síntese étnica e cultural
capa impressa a branco e negro directamente sobre a cartolina de suporte do miolo*
é o n.º 14 da Colecção Poesia e Ensaio criada e dirigida por Vitor Silva Tavares
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um dos mais interessantes e completos estudos, à data, acerca das gentes de Cabo Verde, seus costumes e sua expressão artística.

* Apenas 2 dos 22 títulos da colecção (o outro é Retrato em Movimento, de Herberto Helder) apresentam este acabamento, sem a sobrecapa de papel alcatroado.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Morabeza


MANUEL FERREIRA

Lisboa, 1958
Agência-Geral do Ultramar
1.ª edição
23,4 cm x 16,2 cm
112 págs.
subtítulo: Contos de Cabo Verde
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

O livro teve a distinção literária como Prémio Fernão Mendes Pinto em 1957, e apresenta-se aqui na sua forma original. Isoladamente, o conto que dá título ao conjunto veio a ser publicado em Angola na Colecção Imbondeiro, no ano de 1961.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Morabeza


MANUEL FERREIRA
capa de Fernando Marques

Sá da Bandeira (Angola), 1961
Colecção Imbondeiro (ed. Autor)
2.ª edição (1.ª edição em separado)
16,6 cm x 12,2 cm
32 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor nascido no continente, na zona de Leiria (1917-1992), tendo sido enviado em missão do exército para Cabo Verde, veio a ser um dos mais relevantes ficcionistas de feição cabo-verdeana, e ensaísta de referência na área das literaturas africanas de expressão portuguesa.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


sábado, abril 01, 2017

Junbai



TERESA MONTENEGRO
CARLOS DE MORAIS
[recolha, fixação, tradução e notas]
xilogravuras de Nelson Fernandes

Bolama, 1979
Imprensa Nacional / INACEP
1.ª edição
bilingue crioulo / português
24,2 cm x 17,6 cm
6 págs. + X págs. + 98 págs. + 4 folhas em extra-texto (xilogravuras)
subtítulo: Storias de Bolama e do Outro Mundo: Storias do que se passou na ilha de Bolama – e outros locais – com bichos, pecadores, matos, serpentes e viagens ao céu nos dias de 1979
ilustrado
impresso a sanguínea
capa em cartão com a primeira folha-de-guarda impressa (mapa da ilha de Bolama)
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
80,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Num contexto de fixação e divulgação da cultura popular oral da Guiné-Bissau – até porque o crioulo não tem uma escrita normalizada – reúne-se aqui um conjunto substancial do saber guineense que sobreviveu à permanência do colonizador.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Técnologia do Linho


MANUEL D’OLIVEIRA MATOS SEQUEIRA

Lisboa, 1945
Universidade Técnica de Lisboa – Instituto Superior de Agronomia
1.ª edição
27 cm x 21,5 cm
6 folhas + 99 folhas
subtítulo: Considerações sôbre a maceração – Relatório final do Curso de Engenheiro Agrónomo
impressão a mimeógrafo apenas numa face
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trabalho académico realizado num contexto em que o Ministério da Economia procurava reactivar a cultura e tratamento da fibra do linho, impedindo o seu declínio acentuado, devido aos deficientes métodos até então empregados na respectiva maceração.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Contos Sem Cotação


AUGUSTO CUNHA
capa de Stuart Carvalhais
ilust. Abel Manta, Bernardo Marques, Botelho, Eduardo Malta, Francisco Valença, Jorge Barradas, Lino António, Martins Barata, Sara Afonso, et alli

Lisboa, 1939
«Livraria Popular» Francisco Franco (deposit.)
1.ª edição
19,6 cm x 13 cm
188 págs. + 16 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Teatro de Outros Tempos


GUSTAVO DE MATOS SEQUEIRA
capa e desenhos de Alberto Souza
retrato do Autor por Eduardo Malta
plantas desenhadas por Augusto Vieira da Silva

Lisboa, 1933
Livraria Coelho (depósito)
1.ª edição
23,8 cm x 17 cm
448 págs. + 8 folhas em extra-texto
subtítulo: Elementos para a História do Teatro Português
ilustrado
exemplar estimado, lombada com reaturo; miolo limpo
dedicatória de posse no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Olisipógrafo de saber inexcedível, Matos Sequeira, neste livro que «não é para eruditos» mas para «o grande público», tece um historial da arte dramática portuguesa desde primórdios anteriores a Gil Vicente, nisto seguindo atenta investigação do etnólogo José Leite de Vasconcelos. O limite da sua narrativa fica-se pelo meio do século XIX, altura em que seria edificado o Teatro Nacional Almeida Garrett, ou de D. Maria II.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

No Leilão Ameal



[GUSTAVO] MATOS SEQUEIRA
nota de abertura de Luís Derouet

desenhos de Alberto Sousa

Lisboa, 1924
Emprêsa Editora e de Publicidade A Peninsular Ld.ª
1.ª edição
20,7 cm x 15,2 cm
66 págs.
subtítulo: Crónica Amena de uma Livraria a Menos – 31 de Março a 16 de Abril de 1924
todas as páginas apresentam cercaduras decorativas, vinhetas ou caricaturas
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no rodapé do frontispício
tiragem declarada de 500 exemplares «destinados aos bibliófilos»
PEÇA DE COLECÇÃO

65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma das mais gostosas e cómicas descrições do que é um leilão, a sua assistência de ávidos licitantes, o esgrimir de ofertas, etc. Inicialmente publicado nas colunas do jornal O Mundo, esta sua forma em livro constitui peça para guardar e levar até ao futuro... que é aquilo que os coleccionadores mais conscientes afinal fazem ao pagar fortunas por raridades que, de outro modo, esfumar-se-iam na devoradora espiral do tempo. Para aqueles desconhecedores do meio e das manhas de uma sessão leiloeira, Matos Sequeira intercala nas suas crónicas jornalísticas versos que dão o tom e a nota:
«Com o “Esteves” prègando à mão direita,
e à mão esquerda o Pinheiro,
(apregoando os lotes o primeiro
e o segundo lançando-os em Receita),
muito bem pendurado num charuto,
nesta praça é quem faz de Inteligente,
e mete medo à gente
arregalando o seu olhinho arguto.
Êle e os livros tratam-se por tu
e, basta haver quem pague,
é capaz de vender, como um Barbou,
um livro de mortalhas Zig-Zag. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Mediterrâneo


GUSTAVO DE MATOS SEQUEIRA
ilustrações de Estrela Faria

Lisboa, 1934
Sociedade Nacional de Tipografia
1.ª edição
18,8 cm x 12,4 cm
2 págs. + 180 págs.
subtítulo: Crónicas de Viajem
composto manualmente
ilustrado no corpo do texto
encadernação modesta de amador em tela e papel de fantasia
por aparar, sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

1147 – 8.º Centenário da Tomada de Lisboa aos Mouros – 1947


GUSTAVO DE MATOS SEQUEIRA
URBANO RODRIGUES
CARLOS PEREIRA DA ROSA
ACÚRCIO PEREIRA
MARQUES DA COSTA
capa e ilust. Manuel Lapa
planta de Lisboa por José Espinho
desenhos do “Cortejo Histórico” por Eduardo Coelho [ETC]
fotografias por Horácio Novais
pref. Alvaro Salvação Barreto

Lisboa, 1947
[Câmara Municipal de Lisboa]
1.ª edição
24,1 cm x 17,4 cm
124 págs. (texto) + 6 folhas em extra-texto (reproduções fotográficas) + 1 desdobrável em extra-texto (mapa) + 194 págs. (anunciantes)
subtítulo: Programa oficial das comemorações do VIII Centenário da Tomada de Lisboa
profusamente ilustrado
impresso sobre papéis superiores
exemplar muito estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da literatura relativa ao facto histórico comemorado, há que sublinhar o incontornável e vastíssimo registo de firmas de comércio e indústria da época, patente nas páginas dedicadas aos anunciantes e patrocinadores. E também, documentam estas últimas, deve ter-se em atenção a sua importância para a história das artes gráficas nacionais.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


1147 – Reportagem Retrospectiva da Conquista de Lisboa


GUSTAVO DE MATOS SEQUEIRA
capa de Stuart [de Carvalhais]

Lisboa, 1947
Livraria Sá da Costa – Editora
1.ª edição (em livro)
19,1 cm x 12,5 cm
152 págs.
exemplar manuseado, mas aceitável; miolo limpo
autenticado com o carimbo do Autor
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aqui o desempenho honesto do historiador sobrepõe-se à estilística necessariamente ficcional para tratar de um tema fundador da nacionalidade, e por isso longínquo no tempo, tendo por alvo os leitores ligeiros de um periódico, o Diário Popular, que acolheu em primeira mão o texto de Matos Sequeira.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


sexta-feira, março 31, 2017

Alternativa Zero [catálogo]



ERNESTO DE SOUSA [org.]
et alli
prefácio de Eduardo Prado Coelho

Lisboa, 1977
Galeria Nacional de Arte Moderna – Belém
1.ª edição [única]
24 cm x 16,8 cm
32 págs. (não numeradas, caderno agrafado com a apresentação teórica) + 188 págs. (não numeradas, desdobráveis) + 1 cartão (convite para a conferência de António André Gomes)
subtítulo: Tendências Polémicas na Arte Portuguesa Contemporânea
coordenação gráfica de João Melo (catálogo)
cartão editorial com impressão em relevo seco
exemplar imperfeito, com falta do índice e do cromo réplica do cartaz; estojo de cartão amolgado, miolo irrepreensível
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui colaboração dos seguintes artistas: Helena Almeida, José Manuel Costa Alves, Alvess, Pedro Andrade, André [Gomes], Armando Azevedo, Vítor Belém, Júlio Bragança, João Brehm, Fernando Calhau, Constança Capdeville, Alberto Carneiro, Manuel Casimiro, [E. M. de] Melo e Castro, Noronha da Costa, Graça Pereira Coutinho, Da Rocha, Ernesto de Sousa, Lisa Chaves Ferreira, Robin Fior, Carlos Gentil-Homem, Ana Hatherly, [António] Lagarto, [Nigel] Coates, Álvaro Lapa, Clara Menères, Albuquerque Mendes, Leonel Moura, Jorge Peixinho, Jorge Pinheiro, Vítor Pomar, José Rodrigues, Joana Almeida Rosa, Túlia Saldanha, Julião Sarmento, António Sena, Sena da Silva, Ângelo de Sousa, Salette Tavares, Artur de Varela, Mário Varela, Ana Vieira, João Vieira e Pires Vieira.
Paralelamente a esta gigantesca intervenção, também o Living Theatre de Julian Beck marcou por cá a sua presença.
Do texto com que Ernesto de Sousa apresenta o projecto:
«O “salon”. A permanência de termos franceses denuncia bem a presença de um certo modo europeu nos arraiais da cultura portuguesa; as “vernissages” e outras manifestações afins tiveram fortuna diversa mas segura até hoje – talvez porque a sua cobertura pôde ser garantida por um número reduzido de pessoas, que constituíam precisamente o “milieu”: micro-classe social mais ou menos auto-suficiente, com suas reservas conservadoras, suas internas vanguardas. Em Portugal “somos trezentos a fingir de cultos”, dizia pitorescamente um escritor nos anos 40. Mas os “outros” não ficariam inteiramente de fora, na medida em que no “milieu” artístico alcançavam um conhecimento distanciado mas prestigioso, substituto quási das histórias áulicas, gozado com maior ou menor autenticidade. De facto, e àparte o persistente e ridículo francesismo português, este fenómeno não é apenas nacional, e podemos descrevê-lo como extensivo a uma evolução da sociedade moderna onde a cultura se desgarra dos grandes mitos moribundos e tenta a aventura de uma autonomia, dilacerada porque no limite, incompossível. [...] Digamos pois que esta hipostasia de que o “salon” é um símbolo (e o museu, em geral, outro) pode ser vivida pelo comum de muitas maneiras, que vão do orgulho proprietário – há disso em certas formas do esperpento espanhol; até à falsa ilusão da posse – modo kitsch que afecta sobretudo as classes médias.
Mas voltemos ao “salon”. Como continua a ser vivido em Portugal? Como noutros domínios, num pasmo de se querer competir com os organismos socio-culturais avançados (sem um mínimo conhecimento crítico), os países ricos e suas frágeis abundâncias; simultaneamente, não se querendo acertar pelas virtudes e pelas misérias materiais e “sprituais” próprias de um país ainda subdesenvolvido – nisto copiando porventura paralelas hesitações políticas, económicas, etc., de outras super-estruturas. O resultado é continuar a viver e imitar piamente o que noutros países ainda existe, é facto, aí também irremediavelmente condenado a bolorenta reserva conservadora: as bienais e o seu espírito “salonard”, os júris muito competentes, as críticas sentenciosas... O resultado é ainda uma ignorância arrogante dos avanços positivos e gigantescos desenvolvidos no domínio estético, nesses meios tecnologicamente avançados; e um atraso na teoria e na prática que se vai tornando catastrófico e sem remissão. [...]
Neste contexto, as poucas pessoas que neste país têm investigado melhor ou pior as novas linguagens, as tendências realmente modernas do nosso tempo fazem-no rigorosamente isoladas, quási nada conhecendo umas das outras; desligadas de qualquer necessidade local profunda, desligadas portanto de um mínimo sentido nacional ou regional. [...]
Alternativa Zero surge como resposta à necessidade profunda de acabar com aquele duplo isolamento, combatendo a fórmula “salon” (e as suas falsas aparências democráticas) por uma perspectiva crítica, e uma responsabilidade totalmente assumida. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

O Argumento Cinematográfico [junto com] As Máquinas e o Estudo [junto com] A Realização Cinematográfica



ERNESTO DE SOUSA
MANUEL RUAS
ADELINO CARDOSO
FONSECA E COSTA
et alli

Lisboa, s.d. [1956]
Sociedade de Artes Gráficas, Limitada
1.ª edição [única]
3 volumes (completo)
18,2 cm x 11 cm
[96 págs. + 4 págs. em extra-texto] + [92 págs. + 4 págs. em extra-texto] + [96 págs. + 1 desdobrável em extra-texto]
subtítulos: 1 – Como Se Escreve um Filme; 2 – Primeira Iniciação à Técnica Cinematográfica; 3 – Noções Sobre a Realização de um Filme
ilustrados
capas impressas no verso
exemplares estimados, lombada esfolada no vol. 2; miolo limpo
acondicionados em estojo artístico próprio de fabrico recente
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

A importância de Ernesto de Sousa – o animador da vertente colecção – para o meio artístico português nos anos 50-70 do século XX ultrapassa em muito a sua intervenção quer em revistas da especialidade, quer no fomento de cineclubes. Até Eduardo Prado Coelho lhe reconheceu o mérito (in Ernesto de Sousa – Itinerários [catálogo], Secretaria de Estado da Cultura, Lisboa, s.d. [1987]):
«[...] Ser-me-ia muito difícil, até por manifesta impreparação, falar da obra de Ernesto de Sousa (no cinema, na literatura, na crítica, nas artes plásticas), se não tivesse a profunda convicção de que essa obra apenas existe sob a forma daquilo a que alguns escritores de língua francesa poderão chamar o désœuvrement, isto é, uma arte de puxar fios, desfiar as linhas invisíveis, os travejamentos ocultos, as costuras secretas, de tudo o que por momentos se consolida como instituição social ou estética, e ser capaz de instituir clareiras, lugares de encontro, de cumplicidade, de reinvenção de formas de sociabilidade e conjura. Seria manifestamente pouco dizer que Ernesto de Sousa tem sido, acima de tudo, alguém que soube, melhor de que qualquer de nós, encenar, com a participação de nós todos, o espaço da arte contemporânea em que todos estamos envolvidos. Porque o valor do trabalho de Ernesto de Sousa é muito mais do que isso. É uma permanente lição de persistência e apagamento, de presença e clandestinidade, de opções radicais e fraterno entendimento dos laços da palavra, de inovação e escuta dos valores mais discretos da arte popular ou quotidiana, de frieza e paixão, de fanatismo e distracção, de força e fragilidade. Seria difícil encontrarmos neste exíguo espaço português alguém que tanto tenha contribuído para o alterar sem nunca ter enveredado por posturas de domínio, afirmação, ocupação ou poder. Seria difícil apontarmos alguém a quem devemos tanto tendo-o encontrado tão poucas vezes e de um modo tão oblíquo. Ernesto de Sousa é certamente o mais discreto, invisível, silencioso, clandestino e apaixonado mestre de múltiplas gerações. É essa a sua imensa obra: difusa, transparente, transversal, dispersa e fluída nesse jeito inconfundível de saber como nos atravessar.»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Fenda – Magazine Frenética


Coimbra, Primavera 1979
dir. Vasco Tavares dos Santos
1.ª edição
n.º 1
29,4 cm x 18 cm
92 págs. + 3 folhas em extra-texto (cada qual com 1 cromo colado) + 1 folha-encarte (errata)
ilustrada no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se apenas do número inaugural da revista que servia de apoio ao catálogo da editora homónima.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Subversão Internacional [n.º 5]


Chãs de Semide (Coimbra), Julho de 1979
dir. J. M. Carvalho Ferreira
29,8 cm x 21,2 cm
38 págs.
profusamente ilustrada
acabamento com 1 ponto em arame
verso da capa e contracapa impressos
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Revista de cariz revolucionário, afecta às ideias de Internacional Situacionista. Publicou, entre Fevereiro de 1977 e Dezembro de 1979, um total de seis números e um suplemento ao n.º 1, seguindo-se-lhe mais uma brochura extra, homónima, mas assinada apenas por três dos seus colaboradores – Jorge Valadas, Júlio Henriques e Sam Thirion –, onde expõem as razões críticas da dissolução do colectivo redactorial. O espírito desta publicação será mais tarde retomado, por mão de Júlio Henriques, quer no magazine Fenda quer na revista Pravda.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


terça-feira, março 28, 2017

Aventuras de Alice no País das Maravilhas


LEWIS CARROLL
trad. José Vaz Pereira e Manuel João Gomes
introd., notas e posf. Manuel João Gomes
ilust. John Tenniel
capa de Nuno Amorim
concepção e arranjo gráfico de Fernando Ribeiro de Mello, expandindo a ideia original de J. Marques de Abreu para a edição anterior

Lisboa, 1976
Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite
2.ª edição
14,6 cm x 21 cm (oblongo)
288 págs.
ilustrado
impresso sobre papéis polícromos de forma a satisfazer a representação de um arco-íris
exemplar estimado, capa suja e com ligeiro rasgão; miolo irrepreensível
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

O pastor anglicano, professor de matemática e especialista em lógica Lewis Carroll (pseudónimo de Charles Lutwidge Dodgson, 1832-1898) tanto tem servido de pano de fundo aos grandes emplastros assexuados de Walt Disney como à verve absurda do surrealismo mais ortodoxo e ao espírito de subversão radical. É o próprio André Breton que o sublinha numa sua nota editorial na Antologia do Humor Negro (Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite, Lisboa, 1973): «[...] O que aí realmente conta é a resistência decidida que a criança oporá sempre àqueles que tendem a modelá-la, e depois a reduzi-la, limitando mais ou menos arbitràriamente o seu magnífico campo de experiência. Todos aqueles que conservam o sentido da revolta reconhecerão em Lewis Carroll o seu primeiro mestre da gazeta à escola.»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, março 27, 2017

Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica


NATÁLIA CORREIA, selecção, pref. e notas
ilust. do pintor Cruzeiro Seixas
badanas de Luiz Francisco Rebello e David Mourão-Ferreira

s.l., s.d. [Lisboa, 1965]
Afrodite (Fernando Ribeiro de Mello)
1.ª edição
19,2 cm x 12,6 cm
552 págs. + 6 folhas em extratexto
subtítulo: Dos Cancioneiros Medievais à Actualidade
impresso sobre papel superior
capa impressa a prateado e relevo seco sobre cartolina de fantasia a imitar de tela
exemplar n.º 422 da tiragem especial de 500 exemplares rubricados (carimbo) pela Autora
exemplar em bom estado de conservação, lombada ligeiramente queimada pela presença da luz; miolo irrepreensível, por abrir
peça de colecção
445,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro proibido durante o Estado Novo. Da imprensa da época (Diário de Lisboa, 8 de Janeiro, 1970):
«Julgamento de Escritores por Motivo da Publicação de um Livro Tido por Imoral – No banco dos réus estão, esta tarde, no Plenário Criminal da Boa Hora, os escritores e poetas Mário Cesariny de Vasconcelos, Luís Pacheco, José Carlos Ary dos Santos e Natália Correia e, ainda, o comerciante Fernando Ribeiro de Melo, o empregado de escritório Francisco Marques Esteves e o técnico têxtil Ernesto Geraldes de Melo e Castro, como presumíveis delinquentes no processo movido pelo Ministério Público, em consequência da publicação do livro “Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica”, a qual foi considerada “abuso de liberdade de Imprensa”.
Segundo a acusação, o livro [...] inclui algumas poesias que “ofendem o pudor geral, a decência e os bons costumes”.
Na tribuma do Ministério Público, toma lugar o dr. Costa Saraiva, ajudante do procurador da República; como patronos dos acusados, intervêm os drs. João da Palma Carlos, Luso Soares, José Vera Jardim, Francisco Vicente, Salgado Zenha e António de Sousa.»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica


NATÁLIA CORREIA, selecção, pref. e notas
ilust. Cruzeiro Seixas
badanas de Luiz Francisco Rebello e David Mourão-Ferreira

s.l., s.d. [Lisboa, 1965]
Edição de Fernando Ribeiro de Mello – Afrodite
1.ª edição
19,3 cm x 12,5 cm
552 págs. + 6 folhas em extra-texto
subtítulo: Dos Cancioneiros Medievais à Actualidade
ilustrado
capa impressa a cinza e relevo seco
exemplar muito estimado, lombada um pouco suja; miolo limpo
95,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, março 23, 2017

Discurso Pronunciado no Comicio Anti-Jesuitico Realisado no Theatro de Recreios


ALEXANDRE BRAGA
pref. Deolindo de Castro e de Sá d’Albergaria

Porto, 1885
Typographia Occidental
1.ª edição
19,6 cm x 13,6 cm
154 págs. + 1 folha em extra-texto
encadernação modesta de amador, gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, primeira e última folhas muito aciduladas
carimbos de posse no ante-rosto
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Goa e as Praças do Norte



RAQUEL SOEIRO DE BRITO
grafismo de Licínio de Melo

Lisboa, 1966
Junta de Investigações do Ultramar
1.ª edição
23 cm x 18 cm
200 págs. + 128 págs. em extra-texto (cor) + 2 folhas em extra-texto + 15 desdobráveis em extra-texto
profusamente ilustrado a preto e branco e a cor, no corpo do texto e em separado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
assinatura de posse no ante-rosto
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trabalho de campo realizado, entre 1955 e 1956, sob a direcção de Orlando Ribeiro, ao serviço da Missão de Geografia da Índia. É impressionantemente detalhado. A sua publicação, já depois da ocupação indiana do território, vinha justificar um domínio colonial político-administrativo que Portugal nunca deixou de reivindicar junto das Nações Unidas.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Memórias do Marquês de Fronteira e d’Alorna


JOSÉ TRAZIMUNDO MASCARENHAS BARRETO
org. Ernesto de Campos de Andrada

Lisboa, 1986
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
2.ª edição («reimpressão fac-similada»)
5 volumes (completo)
24 cm + 15 cm
[8 págs. + VIII págs. + 500 págs. + XXX folhas em extra-texto] + [4 págs. + VIII págs. + 402 págs. + XX folhas em extra-texto] + [4 págs. + VI págs. + 388 págs. + XX folhas em extra-texto] + [4 págs. + VIII págs. + 518 págs. + XXX folhas em extra-texto] + [6 págs. + VI págs. + 388 págs.]
subtítulo: Ditadas por êle próprio em 1861
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
140,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, março 22, 2017

Terras de Fôgo


JULIÃO QUINTINHA
capa e contracapa de Bernardo Marques

Lisboa, 1923
Edição do Autor (Livraria Depositaria Portugal-Brasil)
1.ª edição (1.º milhar)
19,7 cm x 13,4 cm
200 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
ostenta colado na pág. 8 o ex-libris de Rafael Maria Rudio
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Novela Africana


JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques
ilust. Vasco (Olmo)

Lisboa, 1933
Casa Editora Nunes de Carvalho
2.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
256 págs.
exemplar manuseado, com restauros toscos na lombada, mas aceitável; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Cavalgada do Sonho


JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques

Lisboa, 1924 [aliás, 1925]
Portugal-Brasil, Sociedade Editora – Arthur Brandão & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
244 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Figura de referência para a vila de Silves, onde nasceu e chegou a dirigir o concelho, tendo sido operário e, depois, alfaiate estabelecido, veio a destacar-se como jornalista e como tal fez carreira, na República e, sob apertada vigilância das polícias, na Ditadura. Como escritor de ficção, pode enquadrar-se no neo-realismo sui generis que teve Ferreira de Castro por modelo.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


terça-feira, março 21, 2017

O Sindicalismo em Portugal


M. [MANUEL] J. [JOAQUIM] DE SOUSA

Lisboa, 1931
Edição da Comissão Escola e Propaganda do Sindicato do Pessoal de Câmaras da Marinha Mercante Portuguesa (Publicações da A. I. T.)
1.ª edição
18,8 cm x 12,4 cm
256 págs.
subtítulo: Esbôço Histórico
encadernação modesta de amador em tela e papel de fantasia, gravação a ouro na lombada
muito pouco aparado, conserva a capa anterior de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manuel Joaquim de Sousa (1883-1944) foi um destacado militante anarco-sindicalista, tendo sido mesmo, em 1919, eleito secretário-geral da Confederação Geral do Trabalho (a verdadeira CGT). É de assinalar ainda a sua permanente colaboração jornalística no periódico revolucionário A Batalha, jornal de que chegou a ser director, e onde exprimiu a sua crítica progressista relativamente àquilo que veio a ser o Partido Comunista Português.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Syndicalismo e Gréve Geral


JOSÉ PRAT
ARISTIDES BRIAND
trad. Ribeiro de Carvalho e Fernão Botto Machado

Lisboa, s.d.
Livraria Internacional – Almeida, Carvalho & C.ª
1.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
152 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Socialismo e Anarquismo

 

A. [AUGUSTIN] HAMON
pref. Alfred Naquet
trad. Ribeiro de Carvalho

Lisboa, s.d.
Livraria Internacional – Almeida, Carvalho & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
168 págs.
exemplar estimado, falhas na lombada; miolo limpo, papel acidulado
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Anarchia


JOÃO GRAVE
«versão auctorisada, de Raul Pires e Aquilino Ribeiro»

Lisboa, 1907
Livraria Central de Gomes de Carvalho, Editor
1.ª edição [em português]
19,5 cm x 13,2 cm
388 págs.
subtítulo: Fim e Meios
encadernação modesta de amador em tela e papel de fantasia, gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 5
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


História Pátria – IV Classe


JOÃO GRAVE
CARDOSO JÚNIOR

Porto, 1930
Livraria Chardron, de Lelo & Irmão, Ld.ª, editores
s.i. [1.ª edição ?]
18,5 cm x 11,7 cm
172 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto a negro e a cor
encadernação editorial em tela encerada impressa a negro nas pastas e na lombada
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo, papel por vezes oxidado
valorizado pela extensa dedicatória dos editores ao então Director dos Serviços [Educativos ?] de Angola, Simeão Nunes Victória
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Restauração e a Aclamação de Dom João IV na Cidade dos Vice-Reis da Índia em 11 de Setembro


JOSÉ FREDERICO FERREIRA MARTINS

Lisboa, 1934
Edições da 1.ª Exposição Colonial Portuguesa
1.ª edição
22,5 cm x 15,9 cm
20 págs.
exemplar estimado, restauro na dobra; miolo limpo
assinatura de posse e carimbo da biblioteca da revista Brotéria no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência de exaltação histórica a propósito do tema em título.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089