quarta-feira, Agosto 27, 2014

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Da Guerra


CARL VON CLAUSEWITZ
pref. Anatole Rapoport
trad. Teresa Barros Pinto Barroso e Maria Teresa Ramos (pref.)
capa Alda Rosa e José Brandão

Lisboa, 1976
p&r – Perspectivas & Realidades
1.ª edição
23,4 cm x 15,8 cm
792 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
115,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de referência mundial nos meios militares stricto sensu e entre os amadores de estratégia em geral, mas também entre os altos apreciadores do raciocínio filosófico “hegeliano”. O nome de Carl von Clausewitz (1780-1831), general prussiano, é indissociável do seu principal inimigo: Napoleão I.

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Cantares



EZRA POUND
trad. Augusto de Campos, Décio Pignatari e Haroldo de Campos
pref. e notas Haroldo de Campos
capa de Décio Pignatari

s.l. [Rio de Janeiro (Brasil)], 1960
Ministério da Educação e Cultura – Serviço de Documentação
[1.ª edição]
23,6 cm x 16,1 cm
2 págs. + 154 págs. + 2 folhas em extra-texto
ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo, com sinais de acidez nas duplas págs. 54-55, 72-73 e 146-147
valorizado pela marca de posse do poeta José Blanc de Portugal
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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The Cantos



EZRA POUND

Londres, 1954
Faber & Faber Limited
impresso por Sir Isaac Pitman and Sons Limited
1.ª edição
20,9 cm x 15 cm
576 págs.
encadernação editorial em tela com gravação a ouro na lombada e sobrecapa impressa a duas cores sobre papel amarelo de fabrico
exemplar estimado, sobrecapa com falhas e restauro; miolo limpo
valorizado pela assinatura de posse do escritor E. M. Melo e Castro
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Melo e Castro terá sido, em Portugal, o grande impulsionador da divulgação do poeta fascista Ezra Pound, através de cuidadas traduções assinadas pelos poetas experimentalistas brasileiros Augusto de Campos, Décio Pignatari, Haroldo de Campos e Lino Grunewald. Não cabe aqui expor a importância revolucionária da complexidade da composição poética com que Pound nos obriga a tê-lo em consideração, sem referir a sua retrógada ideologia totalitária, o seu ódio à democracia. Apesar disso.

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Do Caos à Ordem


EZRA POUND
trad. e pref. Daniel Pearlman e Luísa Campos
capa de Manuel Rosa

Lisboa, 1983
Assírio e Alvim – Cooperativa Editora e Livreira, CRL
1.ª edição
18,6 cm x 11,4 cm
56 págs.
subtítulo: Visões de Sociedade dos Cantares de Ezra Pound
composição linotipada
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
peça de colecção
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

A tradução desta escolha improvisada nos Cantos de Pound constituiu, nas tolas noites dos anos 80 alfacinhas, motivo de risota e de trocadilhos, um dos quais – sublinhando a alarvidade do termo «almorróidas» – engraçadíssimo: que se tratava do hemorroidal da alma...! Coisas que só acontecem nas casas editoras audaciosas...

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domingo, Agosto 24, 2014

Os Maias



EÇA DE QUEIROZ

Porto, 1888
Livraria Internacional de Ernesto Chardron / Casa Editora Lugan & Genelioux, Sucessores
1.ª edição
2 vols. (completo)
18,8 cm x 12,8 cm
[2 págs. + 460 págs.] + [4 págs. + 532 págs.]
subtítulo: Episodios da Vida Romantica
encadernações homogéneas antigas em pele e papel de fantasia, com elegante gravação a ouro e relevo seco nas lombadas
aparados, com boas margens, sem capas de brochura
exemplares muito estimados; miolo limpo
peça de colecção
850,00 eur

Obra-prima da literatura ocidental. A insatisfação intelectual de Eça, apesar da sua estimável superioridade criativa relativamente a todos os seus contemporâneos, levou-o a queixar-se, ainda com Os Maias em progresso, numa carta de 3 de Junho de 1882 dirigida a Ramalho Ortigão:
«[...] Eu não estou contente com o romance: é vago, difuso, fora dos gonzos da realidade, seco, e estando para a bela obra de arte, como o gesso está para o mármore. [...]»

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Eça de Queiroz – O Homem e o Artista


JOÃO GASPAR SIMÕES

Lisboa / Rio de Janeiro, 1945
Dois Mundos Editora Lda. (Livros do Brasil, Lda. / Livros de Portugal, Lda.)
1.ª edição
24,2 cm x 16,8 cm
672 págs. + 16 folhas em extra-texto
exemplar manuseado, mas em bom estado; miolo limpo com rasto de xilófago sem afectar o texto, parcialmente por abrir
assinatura de posse na folha de ante-rosto
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ensaio crítico-literário ainda hoje de referência para os estudiosos, somente superado pelas obras do espanhol Ernesto Guerra da Cal.

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Severa (Maria Severa Onofriana), 1820-1846



JÚLIO DE SOUSA E COSTA

Lisboa, s.d. [1936]
Livraria Bertrand
1.ª edição
19,2 cm x 12,3 cm
208 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Apontamentos e notícias para a sua história noso-psicológica – Casos interessantes em que intervieram personagens de destaque – A vida na Mouraria – A boémia doirada – O retrato da Severa – Doença e morte – A vala comum...
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Contemporânea de Camilo, a prostituta e cantadeira de fado fez, ao que se conta, as delícias “intelectuais” (e boçais) principalmente dos que não sabiam ler. Deixou tal e tanta memória, que até o sr. Júlio Dantas a pôs em literatura para a burguesia da época. Como todos os ícones populares, ninguém saberá muito bem como foi a sua vida, mas deixou atrás de si rumores que têm dado para muita teoria e crónica.

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A Sevéra




JULIO DANTAS
ilust. Alonso

Lisboa, 1901
Empreza Editora – Francisco Pastor
1.ª edição
25,9 cm x 18,8 cm
2 págs. + 402 págs. + 1 folha em extra-texto
encadernação modesta de amador com lombada em pele gravada a ouro
muito pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, sinais de lepisma no rodapé das últimas folhas
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição original do romance que Dantas, no mesmo ano, acabou por resumir numa peça teatral de sucesso. Aqui ilustrado, a despropósito, com cercaduras ao gosto “arte nova” em todas as páginas e ocasionais desenhos do caricaturista Alonso.

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A Vida da Severa


JOSÉ ALVES (SEVLA)

Lisboa, s.d.
Livraria Barateira
s.i.
19,5 cm x 13,5 cm
32 págs.
subtítulo: Esboço sobre a vida da grande e sentimental fadista
ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar manuseado mas aceitável, ocasionais restauros na capa e nas três primeiras folhas; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto em que refere a vida trágica da cantadeira:
«[...] O ferrête da desgraça arrastou-a ao bordel aonde se apaixonou por um fidalgo de nomeada, a sua dôr afagava-a ela quando dedilhava a sua inseparavel companheira: A Guitarra!
Foi rameira! Leiloou o seu contornado corpo dentro d’um pernicioso antro, mas só o seu corpo, porque a alma, essa entregou-a ela a Vimioso, o seu querido, o seu amado!
Não foi a sua esbelta e estonteante beleza que fez incutir no coração do fidalgo o amôr desinteressado, não; foi a suavidade da sua voz cristalina. [...]»

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Pessimismo Nacional


MANUEL LARANJEIRA

Lisboa, s.d. [1955]
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição (em livro)
20,4 cm x 14,7 cm
48 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado; miolo limpo
carimbos de posse no ante-rosto e na última página
é o n.º 12 de uma tiragem de apenas 300 exemplares (por assinar)
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] Incapaz de receber e transmitir ideias e sentimentos, o cérebro da grande massa da sociedade portuguesa, em virtude daquele impiedoso princípio lamarkeano que condena à morte o órgão que não trabalha, definha-se, atrofia-se, lenhifica-se, e a alma portuguesa estagna na tranquilidade morta das águas paludosas. Acrescente-se a esta lenta agonia do espírito nacional a influência corruptora e secular da educação jesuítica, sinistra e deprimente, e a única coisa que espanta verdadeiramente é a pasmosa resistência deste desgraçado povo, que tudo tem sofrido e que ainda não sucumbiu totalmente ao peso do seu mau destino. [...]»

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Discurso de António Champalimaud em reunião de trabalho do Banco Pinto & Sotto Mayor


ANTÓNIO CHAMPALIMAUD

Lisboa, 1978
Banco Pinto & Souto Mayor
1.ª edição
20,8 cm x 14,9 cm
16 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

A lição que deve tirar-se desta breve intervenção do banqueiro Champalimaud na reunião trimestral da direcção do referido banco constitui menos a expressão de um visionário do que o alerta frio e acutilante para aquilo com que a banca em geral veio, posteriormente, fazer escola. Quem hoje vê o estado selvagem a que chegou a finança, à escala planetária, certamente encontrará ressonâncias assustadoras nas palavras a seguir transcritas:
«[...] Dentro do estatuto legal que nos rege, de banco comercial, seria puro jogo de azar recolher depósitos sob a sua égide e lançá-los por forma generalizada no mercado do financiamento que está protegido por outro estatuto que é aquele que rege os bancos de investimento, até aqui monopólio do Estado.
Proceder por forma diferente conduziria necessariamente a praticar lances de fortuna. Ora, recordo, meus senhores, que um banco não é um casino.»

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Para Onde Nos Leva a Política Económica do Governo?


[NORTON DE MATOS]
Serviços Centrais da Candidatura do General

Lisboa, 1949
Serviços Centrais da Candidatura do Sr. General Norton de Matos
1.ª edição
19,3 cm x 12,8 cm
120 págs.
subtítulo: Razões económicas de uma crítica
exemplar como novo, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Os princípios em que se fundamenta a política económica do Governo são os mesmos que caracterizaram a política económica de Guerra do corporativismo – defesa dos interesses privilegiados dos altos monopólios capitalistas e ataque ao bem estar do povo trabalhador e da classe média. [...]» Assim abre o vertente texto, num ataque fundamentado ao fascismo de Salazar.

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A Divida Portugueza


M.[IGUEL] E.[DUARDO] LOBO DE BULHÕES

Lisboa, 1867
Typographia Portugueza
1.ª edição
22,9 cm x 15 cm
112 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lobo de Bulhões (1830-1894), que foi membro da Academia das Ciências de Lisboa e sócio-fundador da Sociedade de Geografia, na qualidade profissional de chefe da contabilidade do Ministério dos Negócios da Marinha deixou-nos esta importante resenha acerca do estado das finanças públicas nacionais, problema cuja origem ele atribui a uma época anterior à sua: «Em Portugal a divida fundada, na accepção genuina da expressão, teve principio no fim do seculo passado. [...]» Isto dito para serenar os ânimos dos credores, porque «[...] Vogaram no estrangeiro idéias falsas a respeito do nosso estado financeiro [...]», acredita ele na suficiência da exposição que aqui faz, no vertente opúsculo, para «[...] [responder] logicamente ás accusações infundadas que affectavam o credito de Portugal. [...]»

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O Ditador das Finanças



LEOPOLDO NUNES
pref. Armindo Monteiro

Lisboa, 1930
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
18,6 cm x 12,3 cm
232 págs.
encadernação modesta de amador em tela encerada e sóbria gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do elogio do governo no domínio das finanças, e portanto da política de intoxicação totalitária dos direitos e liberdades dos cidadãos.

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A Reorganização Financeira


[OLIVEIRA SALAZAR]

Coimbra, 1930
Coimbra Editora, Ld.ª
1.ª edição
23,5 cm x 15,9 cm
XII págs. + 560 págs.
subtítulo: Dois Anos no Ministério das Finanças, 1928-1930
sóbria encadernação recente em carneira e papel de fantasia, com gravação a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura, que se encontram perifericamente marcadas por sinais de lepisma
exemplar estimado; miolo limpo
145,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um dos mais raros livros deixados por Salazar, em início de carreira.

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Fundamento e Garantia do Ressurgir Português


[OLIVEIRA SALAZAR]

[Lisboa], 1958
Ministério das Finanças
1.ª edição
25 cm x 18,2 cm
16 págs.
capa impressa a duas cores e relevo seco, miolo impresso sobre papel superior
acabamento do caderno com um ponto em arame, com laçada em passamanes à capa
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo com ténue sombra ácida no verso da capa e na primeira página
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Apesar do interesse residual do texto dos dois discursos ora reproduzidos, um de 1928 e outro de 1940, respectivamente à entrada e à partida de Salazar do Ministério das Finanças, trata-se de um brilhante trabalho tipográfico levado a cabo pela firma Neogravura, casa que averbou na sua história industrial algumas das mais perfeitas edições livreiras em rotogravura.

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Finanças de Ontem e de Hoje pelo Doutor [...]


AGUEDO DE OLIVEIRA, sub-secretário de Estado das Finanças

Lisboa, 1934
Edições SPN
[1.ª edição]
19,4 cm x 15,1 cm
32 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

A filosofia expendida neste folheto estriba-se, logo à partida, na seguinte afirmação:
«[...] O dinheiro foi e será o nervo da guerra e o músculo da paz; tudo quanto se diga ou escreva a êste propósito está dito e redito, escrito e reproduzido. [...]
Não estranhem pois que, tendo a Nação um estatuto que corporiza o sentido jurídico do Portugal renovado e progressivo, se possa escrever sobre finanças, parecendo fácil encontrar, à primeira vista, um nexo de intimidade, uma profunda relação de dependência entre o acidente político e o incidente financeiro; entre esta manifestação da vontade nacional, as contas, os meios e o crédito do país; entre a superstrutura constitucional e o esqueleto da economia do Estado, – entre a Constituïção de 1933 e as finanças. [...]»

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sábado, Agosto 23, 2014

Educação Intellectual, Moral e Physica



HERBERT SPENCER
trad. Emygdio d’Oliveira
pref. Ricardo d’Almeida Jorge

Porto, 1884
Livraria Moderna de Alcino Aranha & C.ª – editores
1.ª edição
21,4 cm x 14,3 cm
2 págs. + XVI págs. + 304 págs.
encadernação antiga em meia-inglesa com lombada em pele gravada a ouro
pouco aparado
sem capas de brochura
exemplar estimado, os cantos exteriores das pastas apresentam quebras; miolo limpo, muito acidulado na primeira e na última páginas
assinatura de posse no ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio do conhecido clínico Ricardo Jorge:
«[...] A “Educação” é um dos mais bellos livros de combate e propaganda, e foi um dos primeiros a assignalar-se em a nova catechese pedagogica. Oxalá que a sua leitura se diffunda por todos os stratos sociaes, e se derramem as suas doutrinas saluberrimas que bem comprehendidas e executadas seriam a melhor cura do definhamento intellectual e até moral e physico da sociedade portugueza.»

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sexta-feira, Agosto 22, 2014

Manual de Ginástica Infantil



ALBERTO FELICIANO MARQUES PEREIRA, cap.
pref. Mário de Gusmão Madeira, governador civil de Lisboa
notas elogiosas de Sarmento Rodrigues (ministro do Ultramar), Luiz Pinto Coelho (comissário nacional da Mocidade Portuguesa) e Braga Paixão (director-geral do Ensino do Ultramar)
ilust. Álvaro Duarte e Eduardo Coelho

Lisboa, 1951
[ed. Autor]
1.ª edição
I parte*
24,1 cm x 19,1 cm
8 págs. + 352 págs.
subtítulo: Doutrina e didáctica
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior de fabrico na Companhia do Prado
exemplar estimado, capa um pouco suja; miolo limpo
carimbos do Lisboa Ginásio Clube na capa e no frontispício
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de grande utilidade, acima do fim a que se destinava, para a compreensão histórica e sociológica actual dos pressupostos de organização e disciplina colectiva no Estado Novo.

* A segunda e a terceira partes foram publicadas em múltiplos breves livros autónomos, sendo a segunda constituída por dez volumes e a terceira por seis volumes.

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Brinquedos Cantados Portugueses



ALBERTO FELICIANO MARQUES PEREIRA
NINA MARQUES PEREIRA AYRES, música
ilust. Álvaro Duarte de Almeida, Eduardo Coelho e José Rui

Lisboa, 1951
[ed. Autor]
1.ª edição
II parte do Manual de Ginástica Infantil – livro I*
23,9 cm x 19,3 cm
48 págs.
subtítulo: Ginástica Infantil
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior de fabrico na Companhia do Prado
exemplar muito estimado; miolo limpo
carimbos ocasionais do Centro de Estudos de Literatura Infantil da Sociedade de Língua Portuguesa
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de canções de roda destinadas a grupos infantis enquanto praticam ginástica.

* A segunda e a terceira partes do Manual de Ginástica Infantil foram publicadas em múltiplos breves livros autónomos, sendo a segunda constituída por dez volumes, de ques o vertente é o livro I, e a terceira por seis volumes.

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A Arte em Moçambique / Art in Mozambique





ALBERTO FELICIANO MARQUES PEREIRA

Lisboa, 1966
s.i. [sob o patrocínio do governador-geral da província, na pessoa do general José Augusto da Costa Almeida, e da Igreja católica, na pessoa do arcebispo de Lourenço Marques, Dom Custódio Alvim Pereira]
[1.ª edição (única)]
bilingue (português / inglês): versão inglesa de Joaquim da Silva Godinho
35 cm x 26 cm (álbum)
4 págs. + 2 págs. + 52 págs. + 568 págs.
profusamente ilustrado a preto e a cor
encadernação editorial em tela finamente gravada a ouro em ambas as pastas e na lombada
exemplar como novo; miolo limpo
ostenta o ex-libris de Luis de Castro Santos na primeira folha-de-guarda
220,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Trata-se de um historial da presença portuguesa naquelas paragens e, sobretudo e com especial evidência, do acervo da obra arquitectónica civil, militar e religiosa implantada pelo colonizador. Aquilo que o autor designa por «arte na sublimação das virtudes da raça [branca]» esmaga neste acervo, à sobreposse, as páginas dedicadas à «arte negra», «habitações nativas» e à dança e música locais.

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quinta-feira, Agosto 21, 2014

Lá Vamos! [dactiloescrito-maquette]





LOPO FREIRIA
RODRIGO DO VALE
[ilust. Carlos Carneiro]

Porto, 1951
Livraria Figueirinhas
[1.ª edição]
[28 cm x 22,1 cm] + [27,6 cm x 21,5 cm]
[112 folhas dactilografadas retro, todas numeradas e autenticadas pelo editor no canto superior direito, quatro das quais desenhadas, uma destas colorida a têmpera] + [5 folhas dactilografadas retro, todas numeradas e autenticadas pelo editor no canto superior direito + 1 folha branca]
subtítulo: Leituras para a 4.ª classe do Ensino Primário
ilustrado
cartonagem de tipo editorial com lombada em tela e espelhados com desenho à pena colorido a têmpera
folhas-de-guarda em papel azul dactilografadas
as 6 folhas extra estão juntas por dois agrafos e incluem citações esparsas de autores de referência destinadas ao hipotético preenchimento de pés de página
exemplar em bom estado de conservação, com faltas da folha n.º 35 e de metade da folha n.º 92, correspondendo respectivamente aos textos «Necessidade duma profissão» e «O milagre de Ourique»
PEÇA DE COLECÇÃO
380,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da maquette do livro escolar Lá Vamos!, autorizada para publicação pela Direcção-Geral do Ensino Primário a 21 de Março de 1951.
Confrontada com o exemplar impresso (Tipografia Sequeira, Lda. – Rua José Falcão, 122, Porto – BNP S.C. 16.594 P) são de notar diferenças de pormenor devidas à arrumação gráfica, nomeadamente nos desenhos do pintor Carlos Carneiro (somente o da contracapa é igual), mas também, por exemplo, o texto de Alberto Pimentel (folha n.º 105) foi substituído por um outro do mesmo escritor. Entre a «Invocação» e a «Dedicatória», o livro impresso ostenta uma folha com os retratos de Craveiro Lopes, Oliveira Salazar, o ministro da tutela Fernando Pires de Lima e o seu subsecretário Henrique Veiga de Macedo. Ainda, nas folhas-de-guarda finais, além de trocada a ordem temática – a tradição antecede a família –, foi suprimido ao texto «A Família» todo o período: «Paralelamente, nenhuma família pode progredir quando os filhos estorvam a sua prosperidade com a preguiça e com a desobediência, uma e outra geradas na rebeldia perante as normas dadas pelos pais.»
A mais notória diferença da maquette para o livro editado salta à vista na omissão, certamente intencional, do texto da folha n.º 27, «Sou Português» de Henrique Galvão, figura grada do regime acabada de cair em desgraça, vindo a ser preso no Aljube em 1952.

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Manual de Instrução Cívica do Cidadão Português



[ANÓNIMO]
pref. Mário Braga

Lisboa, 1980
Terra Livre – Secretaria de Estado da Comunicação Social
1.ª edição
20,5 cm x 14,7 cm
164 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Seguindo uma linha de pensamento pedagógico que vinha do Manual Político de Trindade Coelho, entendeu o Estado português, no pós-25 de Abril, mandar proceder à elaboração de um tipo de livro de estudo há muito arredado das salas de aula. Norma republicana, esta, de substituir a cadeira de Religião e Moral pela sua versão laica.

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O Ensino Profissional


BERNARDINO MACHADO

Coimbra, 1899
Typographia França Amado
1.ª edição
19,2 cm x 13,1 cm
384 págs.
encadernação antiga de amador com gravação a ouro na pasta anterior
papel das folhas-de-guarda colorido com florália particularmente elegante
pouco aparado, carminado no corte das folhas
sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo irrepreensível
assinatura de posse no frontispício
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Palavras de grande acerto do autor, e pioneiras no alcance a médio e a longo, senão longuíssimo prazo:
«[...] O progresso vertiginoso das sciencias revolucionou as condições do trabalho, tanto no seu regimen technico, como no seu regimen social. [...] Ao mesmo tempo os processos technicos, na sua incessante perfectibilidade, dividem o trabalho, simplificam-no a tal ponto que reduzem a quasi nada o apprendizado de cada especialidade. Em resultado d’esta nova situação technica e social, o trabalhador, afastado do mestre e da arte, entregue quasi só a si e á sua especialidade, sem educação antes da officina, sem educação dentro d’ella, paga bem caro a rapidez com que se aprompta para o officio, porque vem a pagá-la com o atrophiamento das suas faculdades. [...]»
Resta-nos acrescentar aqui algo que, à época, ainda escapava a uma tal reflexão do republicano Bernardino Machado, e que veio provar-se ser a válvula reguladora das revoltas operárias dentro dos regimes mercantis e capitalistas: o trabalhador tem que ser mesmo mantido na ignorância do todo, cingir-se somente aos conhecimentos necessários ao lugar que ocupa na linha de produção, a fim de nunca pôr em causa a natureza e os fins a que se destina o seu trabalho. Em primeiro lugar, para lhe ficar vedada qualquer capacidade de apropriação técnica ou científica global daquilo que está a fabricar, e, acima de tudo, para ficar automaticamente ilibado de culpas pela sua cumplicidade na indústria de produtos o mais das vezes nocivos à humanidade – o armamento, por exemplo –, ou géneros que promovem a morte por formas mais subtis: as rações para o gado encharcadas em antibióticos, os estabilizadores e os conservantes introduzidos na nossa cadeia alimentar, por exemplo...
Os próprios graus de escolaridade mais não são hoje do que o filtro do sistema na escolha de a quem está permitido, ou não, aceder ao quê e a que nível no saber. Ou seja: quem é, ou não, da confiança do sistema para mantê-lo e perpetuá-lo, em todos os ramos de actividade.

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A Universidade de Coimbra



BERNARDINO MACHADO

Coimbra [aliás, Lisboa], 1908
Typographia França Amado [aliás, Editor-proprietario Bernardino Machado]
2.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
332 págs.
exemplar estimado, mas com agressivas falhas de papel na parte inferior da lombada; miolo limpo, parcialmente por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de reflexões acerca da Universidade e dos seus lentes (sendo Bernardino, também ele, lente), quer sob a forma de discursos, quer sob a forma de alocuções «à beira da sepultura» homenageando falecidos professores.

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Modernas Tendências da Educação



IRENE LISBOA
ilustrações de Ilda Moreira

Lisboa, 1942
Edições Cosmos
1.ª edição
18,9 cm x 13 cm
116 págs.
ilustrado no corpo do texto
composto manualmente em Elzevir
cartonagem editorial, com folhas-de-guarda impressas
exemplar estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Da Introdução da autora:
«[...] Os próprios jornais e as pessoas ilustradas apenas se preocupam com o analfabetismo, como se aí estivesse a mola de tôda a educação.
Não é, porém, de analfabetismo que aqui vamos tratar. A ler, tôda a escola hoje ensina, em mais ou menos tempo. Qualquer criança que cumpra o quatriénio das nossas escolas primárias fica apta a percorrer um jornal e a escrever uma carta. Não é, portanto, contra o analfabetismo que iremos travar peleja. Não é êsse o único benefício (o de o debelar) que os verdadeiros pedagogos atribuem à escola, ao seu espírito e à sua função. Consideram-na capaz de ajudar à educação integral da criança: de lhe fornecer meios de a desenvolver em todos os sentidos, mentalmente, física e moralmente.
O intuito dêste livrinho é, pois, o de apresentar uma porção de quadros de escolas em que as crianças são postas em condições de aprender muita coisa alegremente e com actividade. Descrever-se-á nêle a vida de algumas escolas novas, dando-se o relêvo preciso aos fins que elas teem em vista. [...]»

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O Problema Nacional Português Visto da Belgica, França e Suiça


JOÃO ANTÓNIO CORREIA DOS SANTOS, coronel

Lisboa, 1927
Tipografia da Escola Militar
1.ª edição
21,2 cm x 15,8 cm
148 págs.
subtítulo: A Educação pela Instrução
exemplar estimado, discreto restauro no pé da lombada; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

O coronel de infantaria Correia dos Santos (1874-1949), que foi docente no Colégio Militar e assistente na Faculdade de Ciências de Lisboa (área de Química), foi o fundador do Laboratório Farmacológico de Lisboa. Das «Conclusões acêrca do ensino e da educação» uma passagem:
«Quem observe com algum cuidado a vida das sociedades modernas nota á evidencia, que as questões de ensino se encontram misturadas com todos os problemas que se prendem com o desenvolvimento e a própria existencia das nações. Mas a virtude social do ensino reside menos nos programas e nos métodos do que na educação. O mestre tem de lutar em condições muito dificeis para conseguir desenvolver a par das dificuldades intelectuais, as qualidades morais, que estimulam a iniciativa individual, formam os espiritos justos e livres, as consciencias rectas e as vontades firmes.
É muito delicada e dificil a missão do educador, sobretudo numa sociedade corrupta e indisciplinada. [...]»

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Subsidios para a História Política e Militar da Revolução de 14 de Maio de 1915



JOÃO ANTONIO CORREIA DOS SANTOS

Lisboa, 1915
Tipografia da Cooperativa Militar
1.ª edição
22,8 cm x 15,6 cm
248 págs. + 3 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar manuseado mas aceitável, com discreto restauro na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Os acontecimentos que determinaram a expulsão do ditador Pimenta de Castro e como foi, então, consolidado o republicanismo, são aqui dissecados – o que desde logo confere a maior importância ao vertente documento. Sendo, por seu turno, da autoria de um militar encartado, fala-nos da insurreição desses dias sob um ponto de vista táctico, estratégico e logístico igualmente interessante para a sua compreensão.

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História da Pedagogia



aa.vv.

Porto, 1931 [capa de 1935]
Editora – Livraria Educação Nacional de António Figueirinhas
[1.ª edição]
19,2 cm x 12,3 cm
4 págs. + 336 págs.
exemplar estimado, com discretos restauros na lombada; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra redigida pelo colectivo da casa editora, em que as matérias expostas vão sendo regularmente intercaladas com questionários a propósito.

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segunda-feira, Agosto 18, 2014

Do Ensino da Filosofia nos Liceus



SANT’ANNA DIONISIO

Porto, s.d. [1930]
Edição da Renascença Portuguesa
1.ª edição
24,2 cm x 16,5 cm
24 págs.
exemplar estimado, capa envelhecida e suja; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Museu-Biblioteca de Vila Viçosa


SANT’ANNA DIONÍSIO
ilust. António-Lino

Lisboa, 1947
Fundação da Casa de Bragança [Editorial Ática]
1.ª edição
24 cm x 18,8 cm
208 págs. + 12 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a negro (zincogravuras) no corpo do texto
impresso sobre papel superior avergoado
estampas extra-texto impressas em rotogravura
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior esquerdo da última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Detalhada monografia da casa ducal e de toda a região envolvente e monumentos de Vila Viçosa, que o próprio autor considera «como uma espécie de post-scriptum do 2.º volume do Guia de Portugal», que Raul Proença havia dado à estampa em 1927 num notável plano de publicações da Biblioteca Nacional de Lisboa.

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domingo, Agosto 17, 2014

Cultura e Analfabetismo


ADOLPHO COELHO
pref. António Sérgio

Porto, 1916
Edição da «Renascença Portuguesa»
1.ª edição (na presente forma)
19 cm x 12,1 cm
112 págs.
exemplar muiot estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Adolfo Coelho (1847-1919), professor de Filologia Românica e de Filologia Portuguesa, mais conhecido pela polémica suscitada aquando da sua conferência no Casino Lisbonense em 1871, subordinada ao tema do Ensino, foi um dos muitos defensores da sua laicização. Neste importante livro – que reimprime parte da colaboração de Adolfo Coelho no Boletim da Assistência Nacional aos Tuberculosos em 1910 – é defendida a ideia de que a escrita e a leitura não estão necessariamente no cerne da formação cultural dos indivíduos. Diz-nos ele, a dado passo: «[...] A arte delicada e a nobre architectura de Mycenas, os cantos immortaes dos poetas homericos, o extenso comercio da idade do bronze pertenciam todos a gente que nunca leu nem escreveu. [...]»

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