quarta-feira, Outubro 01, 2014

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

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Diario de Noticias – Da Sua Fundação às Suas Bodas de Diamante


JOÃO PAULO FREIRE (MÁRIO), et alli
capa de Stuart

Lisboa, 1939
Diário de Notícias
1.ª edição
2 tomos enc. em 1 volume (completo)
29,5 cm x 22 cm
424 págs. + [492 págs. + 2 folhas em extra-texto]
profusamente ilustrado
encadernação “inteira” em pele gravada com relevo seco em ambas as pastas e na lombada, casas entre-nervuras decoradas por vinhetas ao gosto arte-nova, rótulo em pele gravado a ouro
não aparado, conserva a capa de brochura no primeiro tomo e a contracapa no segundo tomo
exemplar muito bem conservado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
345,00 eur (IVA e portes incluídos)

Celebrando os seus setenta e cinco anos de existência, o periódico Diário de Notícias, desde sempre uma referência – que foi fundado pelo jornalista Eduardo Coelho e pelo tipógrafo-proprietário Tomás Quintino Antunes –, incumbiu João Paulo Freire de dar corpo a múltiplos depoimentos, efeméride, registos de arquivo, imagens, e outras curiosidades. O resultado é um modelo de livro-memória, senão mesmo um quase diário de bordo desse serviço público, e dirigido ao público, que se designa hoje por comunicação social...

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O Diario de Noticias – A sua fundação e os seus fundadores



ALFREDO DA CUNHA
capa de Alberto Souza

Lisboa, 1914
Diario de Noticias
1.ª edição [única]
27,9 cm x 19,4 cm
XVI págs. + 294 págs. + 14 folhas em extra-texto + 4 desdobráveis em extra-texto (grande formato)
subtítulo: Alguns factos para a história do jornalismo português – Edição comemorativa do cincoentenário do Diario de Noticias
profusamente ilustrado
encadernação recente inteira em seda, com a capa de brochura espelhada
por aparar
exemplar estimado, folha de ante-rosto com restauros nas margens; miolo limpo, parcialmente por abrir
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

De extrema importância para o conhecimento do foi esse periódico de referência. O poeta e jornalista Alfredo da Cunha era, na altura, o director da publicação, sendo também genro do fundador do jornal, Eduardo Coelho. Thomaz Quintino Antunes será a segunda figura tutelar dessa aventura mediática, neste volume inventariada.

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terça-feira, Setembro 30, 2014

Na Senda do Milénio


NORMAN COHN
trad. Fernando Neves e António Vasconcelos

Lisboa, 1981
Editorial Presença, Lda.
1.ª edição
24 cm x 16,9 cm
336 págs. + 8 págs. em extra-texto
subtítulo: Milenaristas Revolucionários e Anarquistas Místicos da Idade Média
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Talvez a parte mais importante do minucioso estudo do historiador britânico Norman Cohn (1915-2007) seja a que cobre a actividade subversiva da heresia medieval conhecida por Irmandade do Livre-Espírito, no sentido em que, tendo sido esta obra inicialmente editada em 1957, veio influenciar os grupos ideológicos actuantes que tiveram mais significativa expressão revolucionária durante a Primavera de 1968.

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O Mitraísmo


ALMEIDA PAIVA
pref. Teófilo Braga

Lisboa / Porto, 1916
José dos Santos / Tip. da Empresa Literaria e Tipografica
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
XVI págs. + 176 págs.
subtítulo: Notas historicas e criticas sobre o Cristo persa e o Cristo judeu
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
carimbo e pequeno rótulo de posse no frontispício
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio de Teófilo Braga:
«[...] O Mithraismo surgiu seculos antes do Christianismo, desenvolvendo-se em seitas philosophicas e associações asceticas, e popularisou-se no Occidente degenerando do seu espirito para o sentido physico dos symbolos, das imagens, das cerimonias impostas pela exterioridade cultual. [...]
Os Padres da Egreja, não podendo occultar as semelhanças entre o Mithraismo e o Christianismo e apagando a successão historica, proclamavam como um embuste do Diabo essas semelhanças ou contrafacções do Christianismo [...].
Este erro propositado tornou-se o criterio theologico, que abstrae do meio social e das condições historicas ou synchronismos de datas. Assim o problema christologico para os theologos entrou na esphera dos Milagres de um magismo contemporaneo, um phenomeno assombroso sem antecedentes evolutivos, com origens de lendas, desconhecidas da edade critica e historica em que se colloca o seu apparecimento. [...]»

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Camafeus Romanos


EUGENIO DE CASTRO

Lisboa-Porto-Coimbra, 1921
«Lumen» – Empreza Internacional Editora
1.ª edição
18 cm x 12,2 cm
96 págs.
elegantemente impresso sobre papel de linho não aparado
exemplar estimado, capa com resíduos de antiga cola; miolo limpo, fortemente impregnado de transpiração ácida de um outro papel que terá permanecido intercalado nas págs. 48-49
carimbos de entrada na biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa no frontispício
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor a Agostinho de Campos
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eugénio de Castro e Almeida (1869-1944) «[...], incapaz de uma inovação radical na poesia e mesmo de criar símbolos com uma ressonância poética que transcenda o maravilhoso sumptuário, contribuiu, todavia, para a reabilitação da intencionalidade artística, contra o preceito romântico da improvisação inspirada, que os parnasianos não tinham entre nós vencido; contribuiu deste modo para um orgulhoso culto da “arte pela arte” ou “esteticismo” [...]» (António José Saraiva / Óscar Lopes, História da Literatura Portuguesa, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989)

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O Filho Prodigo



EUGENIO DE CASTRO

Porto, 1910
Magalhães & Moniz, L.da – Editores
1.ª edição
17,5 cm x 12 cm
40 págs.
subtítulo: Poema Biblico
elegantemente impresso sobre papel de linho não aparado
exemplar estimado, capa com resíduos de antiga cola; miolo limpo, duas gralhas tipográficas corrigidas à mão pelo Autor
carimbos de entrada na biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa no frontispício
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor a Agostinho de Campos
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Fonte do Satyro


EUGENIO DE CASTRO

Coimbra, 1908
F. França Amado, Editor
1.ª edição
17,8 cm x 12 cm
112 págs.
subtítulo: E Outros Poemas
elegantemente impresso sobre papel de linho não aparado
exemplar estimado, capa com resíduos de antiga cola; miolo limpo
carimbos de entrada na biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa no frontispício
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor a Agostinho de Campos
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Depois da Ceifa


EUGENIO DE CASTRO

Lisboa, 1901
Parceria Antonio Maria Pereira
1.ª edição
23,4 cm x 16,2 cm
2 págs. + 112 págs.
subtítulo: Folhas Soltas – Figurinhas de Tanagra – Odes a Horacio
exemplar manuseado, capa muito oxidada e com restauro tosco na lombada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor inescapável nos estudos acerca do simbolismo português, de que Castro terá sido o seu expoente afrancesado. O vertente livro já se enquadra mais propriamente num período criativo arreigado no saudosismo passadista que caracterizou, por exemplo, o grupo de A Águia.

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Constança



EUGENIO DE CASTRO

Coimbra, 1900
Livraria França Amado
1.ª edição
17,5 cm x 12,8 cm
16 págs. + 84 págs.
impresso sobre papel de linho
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

É a D. Constança Manuel, filha de D. Juan Manuel de Castela, que se refere o longo poema histórico, e que casou com o infante D. Pedro futuro rei de Portugal. Todavia, é de uma das açafatas de Constança, a galega Inês de Castro, que D. Pedro terá quatro bastardos, contra apenas três legítimos da rainha. Eugénio de Castro trata este momento, que ficou conhecido por lenda de Pedro e Inês, do ponto de vista da rejeitada, retratando-a como esposa tolerante, não ofendida (apesar dos «açoites de ciume»)... o que pode liricamente resultar, mas, para a História, é basto duvidoso. Leia-se um passo:
«[...] E Constança fingia ignorar tudo!
Quasi feliz se os via venturosos,
E triste se os achava entristecidos,
Tão cega se mostrava, com tal arte
Inventava pretextos p’ra sumir-se,
Para os deixar a sós, que se não fôra
O pallido frescor de mocidade,
Que em seu pallido rosto transluzia
Sob um véo de suavissima tristeza,
Ninguem deixára de a tomar p’la doce
Benigna mãe d’aquelles namorados... [...]»

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Aventura – Revista bimestral de cultura



Lisboa, Maio de 1942 a Setembro de 1944
dir. e ed. Ruy Cinatti
5 números (completo)
25,4 cm x 18 cm
260 págs. (numeração contínua) + 6 folhas em extra-texto
inclui as cintas promocionais dos n.os 3 e 5
brochuras acondicionadas em estojo artístico próprio de fabrico recente forrado a tela com um padrão floral inspirado em William Morris
exemplares estimados; miolo limpo
o n.º 2 ostenta emendas inéditas manuscritas do punho do colaborador João de Castro Osório
PEÇA DE COLECÇÃO
270,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nesta revista de ascendente católico (que é um autêntico laboratório de ensaio para o que virá a ser a revista O Tempo e o Modo e o programa editorial da Livraria Moraes) colaboraram, entre outros, Sophia de Mello Breyner Andresen, Adolfo Casais Monteiro, Jorge de Sena, Carlos Queiroz, Tomás Kim, Vitorino Nemésio, Cecília Meyrelles, Alberto de Serpa, José Blanc de Portugal, João de Freitas Branco, Álvaro Lins, Álvaro Ribeiro, Merícia de Lemos, Orlando Ribeiro, Franz-Paul Langhans, Fernando Amado, etc. Foram ilustradores Almada, António Dacosta, António Pedro, Santa Rita Pintor, Amadeu de Sousa Cardoso e Cícero Dias. O destaque cultural vai para as magníficas traduções de Hölderlin levadas a cabo por Paulo Quintela.

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Contemporanea 7 [junto com] «A Scena do Odio»




[JOSÉ D’ALMADA-NEGREIROS
FERNANDO PESSOA
et alli]


Lisboa, [primeiros meses de] 1923
dir. José Pacheco
apenas o fascículo n.º 7, que inclui a separata com o poema de Almada
29,5 cm x 21,8 cm
48 págs. + 1 folha-índice + 6 folhas em extra-texto (sendo quatro delas cartolina com cromo colado) + 6 págs. (publicidade, impressas a sépia) + 8 págs. (separata)
profusamente ilustrado
impressão a duas cores directas
apresenta-se em cadernos soltos envoltos por cobertura de papel-manteigueiro com dobras de reforço à cabeça e ao pé e uma aba na contracapa
exemplar estimado, com pequenos restauros na dobra da cobertura; miolo limpo parcialmente por abrir
260,00 eur (IVA e portes incluídos)

Logo à partida, o responsável pela publicação, que bem sabia de que estofo eram feitos os consumidores portugueses de cultura, comentou em entrevista ao Diário de Lisboa (15 de Junho, 1922): «Eu não tenho grande confiança nem consideração pelo público de arte português. Além disso cá não está criado público de revistas, a não ser das outras que metem pernas. Um insucesso, artisticamente, não me feria nada.»
Bem se recordava José Pacheco como Lisboa-Portugal tinha sido hostil ao aparecimento de uma outra revista de vanguarda muito similar, a Orpheu! Acompanhando o curso de fechamento do país às alegrias trazidas pela República e a abertura ao autoritarismo totalitário, «A Contemporânea insinuou-se no espaço cultural português no início de Maio de 1915, com um número espécimen que se caracterizava pelo seu ecletismo: a arte, a literatura, o teatro, o desporto, a moda e a sociedade preenchiam as suas páginas. Valorizava, muito ao gosto da época, a imagem, entre reportagens fotográficas de sabor fim de século e algum grafismo “moderno” em que se ensaiavam Almada, Barradas, Eduardo Viana, Carlos Franco e José Pacheco. Acenava à ditadura de Pimenta de Castro com uma mão, com a outra saudava a Igreja, que passava por dificuldades várias, fragilizada pelas incursões jacobinas.
A Contemporânea propunha-se ser um lugar de agitação e de convergência de todos os que se interessavam pela arte em Portugal e que não dispunham de uma tribuna onde pudessem aferir opiniões, apresentar sugestões, trilhar novas sendas. Tinha os olhos postos nos movimentos vanguardistas da Europa, recusando dialecticamente a claustrofobia e a anemia que secularmente nos tolhiam. Preconizava no seu programa que os seus colaboradores seriam “as figuras mais brilhantes e variadamente individuais das nossas modernas correntes artísticas, desde as mais simples às mais complexas – todos quantos, desde o verso até à linha, sabem servir as curiosidades cultas e os interesses aristocratizados”. Pretendia ser uma “revista para gente civilizada, uma revista expressamente para civilizar gente”, terminologia e programa que, na opinião circunstanciada de António Braz de Oliveira, poderá ter muito bem a dedada eterna e “excessivamente lúcida” de Fernando Pessoa, nas margens de Orpheu.
Por razões políticas – o consulado de Pimenta de Castro foi derrubado poucos dias depois do aparecimento da Contemporânea – ou por motivos menos “públicos”, o projecto teve, então, uma falsa partida e só foi retomado sete anos mais tarde. Com efeito, em 1921, os jovens que tiveram o privilégio de viver na cidade de Paris – laboratório onde fertilizavam as experiências mais ousadas no domínio das letras e das artes – insurgiram-se contra a apatia e a inércia que eram lugar comum na Sociedade Nacional de Belas-Artes, cuja actividade estava circunscrita à organização de uma exposição anual. [...]» (Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1900-1940), vol. I, Grifo, Lisboa, 1996)
O vertente fascículo, para além do notável poema de Almada-Negreiros, e da inclusão dos inéditos de Fernando Pessoa, apresenta colaborações, entre outros, de Julião Quintinha, Bernardo Marques, António Arroio, Afonso Lopes Vieira, Augusto Santa-Rita, André Brun, Eduardo Viana, etc.

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Contemporanea 4 [inclui «Mar Portuguez»]




[FERNANDO PESSOA
JOSÉ D’ALMADA-NEGREIROS
AUGUSTO DE SANTA-RITA
et alli]

Lisboa, Outubro de 1922
dir. José Pacheco
apenas o fascículo n.º 4
29,8 cm x 21,5 cm
4 págs. (portada geral do vol. II [n.os 4, 5 e 6]) + 36 págs. + 3 folhas em extra-texto + 8 págs. (publicidade e comunicados da redacção) + 8 págs. (separata de Augusto de Santa-Rita impressa a sanguínea) + 4 págs. (Contemporanea Jornal 1922 – Ano 1.º - vol. 2.º)
profusamente ilustrado
impressão a duas cores directas
apresenta-se em cadernos soltos envoltos por cobertura de papel-kraft com dobras de reforço à cabeça e ao pé e uma aba na contracapa
exemplar estimado, cobertura algo oxidada e com restauros nas dobras; miolo limpo, por abrir
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

O vertente fascículo, para além da inclusão de «Mar Portguez», importante inédito de Fernando Pessoa, e do notável cartaz publicitário desenhado por Almada-Negreiros, apresenta colaborações, entre outros, de Martinho Nobre de Mello, Mily Possoz, Diogo de Macedo, etc., assim como os «Excerptos do Poema Lyrico Etherea em 1 prologo 3 actos e 9 quadros para quando houver Opera Portuguêsa» de Augusto de Santa-Rita.

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Exposição Portuguesa em Sevilha







aa.vv.

Lisboa e Macau, 1929
Imprensa Nacional de Lisboa / Comissão Executiva da Participação de Macau na Exposição Portuguesa em Sevilha (Tipografia Mercantil de N. T. Fernandes & Filhos – Macau)
1.ª edição (todos)
35 + 1 brochuras (completo) + 4 brochuras + 1 folha-volante
2 x [26,4 cm x 18,5 cm (estojos)] + [20,5 cm x 14,5 cm] + [22,2 cm x 16,5 cm] + [24,8 cm x 18,5 cm] + [25 cm x 17,5 cm] + [25,8 cm x 17,6 cm]
64 págs. + 46 págs. + 54 págs. + 36 págs. + 64 págs. + 42 págs. + 36 págs. + 96 págs. + 60 págs. + 42 págs. + 70 págs. + 8 págs. + 32 págs. + 68 págs. + 46 págs. + 38 págs. + 36 págs. + 44 págs. + 50 págs. + 44 págs. + 80 págs. + 28 págs. + 56 págs. + 60 págs. + 52 págs. + [38 págs. + 1 folha em extra-texto] + 26 págs. + 34 págs. + 42 págs. + 24 págs. + 54 págs. + 34 págs. + 38 págs. + 34 págs. + 26 págs. + 28 págs. + [48 págs + 44 págs. em extra-texto] + 20 págs. + 16 págs. (acabamento com laçada) + 1 folha + [104 págs. + 1 desdobrável em extra-texto + 1 encarte (erratas) + 26 folhas em apêndice (gráficos e estatísticas)]
autores e títulos incluídos:
1 – F. M. da Costa Lobo, A Acção Marítima dos Portugueses; 2 – António Ferreira de Serpa, Açôres e Madeira; 3 – Joaquim Rasteiro, A Agricultura; 4 – Manuel Ribeiro, O Alentejo; 5 – Mário Lyster Franco, O Algarve; 6 – Reynaldo dos Santos, A Arquitectura em Portugal; 7 – António Baião, O Arquivo Nacional da Tôrre do Tombo; 8 – Silva Telles, Aspectos Geográficos e Climáticos; 9 – Pedro José da Cunha, A Astronomia, a Náutica e as Sciências Afins; 10 – Luís Chaves, A Beira; 11 – Pedro José da Cunha, Bosquejo Histórico das Matemáticas em Portugal; 11-A – Pedro José da Cunha, Nota ao Bosquejo Histórico das Matemáticas em Portugal [1930]; 12 – Américo Pires de Lima, A Botânica e a Zoologia; 13 – Raúl Lino, A Casa Portuguesa; 14 – Ernesto de Vasconcellos, As Colónias; 15 – Moses Bensabat Amzalak, O Comércio Exterior; 16 – José Fernando de Sousa, Comunicações; 17 – Campos Monteiro, Entre-Douro-e-Minho; 18 – João Barreira, A Escultura; 19 – Vieira Guimarães, A Estremadura; 20 – J. V. Paula Nogueira, Gados; 21 – A. A. Mendes Correia, Geologia e Antropologia em Portugal; 22 – Silva Carvalho, História da Medicina Portuguesa; 23 – João Perpétuo da Cruz, A Indústria; 24 – Matos Sequeira, Lisboa; 25 – José Maria Rodrigues, Os Lusíadas; 26 – Luís de Freitas Branco, A Música em Portugal; 27 – Henrique Lopes de Mendonça, Navegações dos Portugueses; 28 – João Couto, Ourivesaria Portuguesa; 29 – Vicente Almeida d’Eça, A Pesca; 30 – Francisco Ramos Coelho, Portos Marítimos e Navegação Exterior; 31 – José Pereira Salgado, A Química e a Física em Portugal; 32 – M. Alves da Cunha, A Sua Acção Missionária; 33 – António Pereira Forjaz, As Suas Nascentes de Água Mineral; 34 – António Mendes de Almeida, A Sua Riqueza Silvícola; 35 – Francisco Manuel Alves, Trás-os-Montes
extra-colecção:
[a] Portugal em Sevilha – Catálogo da Exposição Cultural da Época dos Descobrimentos; [b] Agostinho de Campos, Camoens, España y Suramérica; [c] 2 Concertos Sinfonicos pela Orquestra Portuguesa sob a direcção do maestro Pedro de Freitas Branco [...]; [d] Exposiçâo de Sevilha – “Semana Portugueza” – Concerto de Musica de Camara (programa); [e] aa.vv., Monografias, Artigos, Mapas a Gráficos Estatisticos coligidos para a Representação da Colonia de Macau
ilustrados
trinta e seis brochuras acondicionadas em dois estojos próprios de fabrico recente em linho com estampagem da insígnia a tinta de óleo, as outras quatro e a folha-volante em separado
exemplares no geral estimados, com alguns pequenos defeitos ou sujidades negligenciáveis; miolo limpo, a maioria por abrir
ocasionais carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa nos 2 e 26; breve apontamento a tinta à margem no 11
PEÇA DE COLECÇÃO COM O RARO VOLUME IMPRESSO EM MACAU
450,00 eur (IVA e portes incluídos)

Embora estudados com brevidade, por reconhecidos mestres nas respectivas matérias, trata-se de um notável conjunto de assuntos nacionais que ajudavam a definir as terras, as gentes, a sua história e as suas obras, oferecendo aos visitantes do certame sevilhano um apelativo retrato do nosso país.

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segunda-feira, Setembro 29, 2014

Mundo Português





aa.vv.
pref. Eduardo Brasão
discursos de Duarte Pacheco e Augusto de Castro
mapa de Fred Kradolfer
grafismo de Manuel Lapa
[texto de Gustavo Matos Sequeira, fotografias de Amadeu Ferrari,  A. Santos d’Almeida Jr., Carvalho Rodrigues, Fernando Vicente, Horácio Novais, João Martins e Mário Novais *]

Lisboa, s.d. [1956]
Edições S.N.I.
1.ª edição
37 cm x 29 cm (álbum)
236 págs. (não numeradas, algumas com 23 policromias coladas) + 1 vegetal impresso em extra-texto + 3 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Imagens de uma Exposição Histórica
profusamente ilustrado a negro e a cor
impresso sobre papel superior encorpado
encadernação editorial em imitação de pergaminho gravado a ouro na pasta anterior, com sobrecapa impressa a cor
exemplar em bom estado de conservação, sobrecapa com pequenas esfoladelas restauradas (protegida com polyester não ácido); miolo impecável
PEÇA DE COLECÇÃO
650,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do mítico álbum fotográfico documentando o que foi a Exposição do Mundo Português em 1940 e a sua orgia de propaganda nacionalista. Livro publicado volvidos dezasseis anos após o evento – durante a exposição 30 Anos de Cultura Portuguesa –, destinava-se, tal como diz a sua epígrafe, «Aos filhos dos que viram [...] para que também a vejam». Embora hoje possamos aferi-lo a uma outra luz, sob um juízo destemido, como, por exemplo, o da professora Margarida Acciaiuoli no seu minucioso estudo Exposições do Estado Novo 1934-1940 (Livros Horizonte, Lisboa, 1998):
«[...] Se o pavilhão de Portugal na Exposição Internacional de Paris (1937) traduziu um assentimento quase acrítico dos termos em que o regime estipulara a colaboração artística, a exposição do “Mundo Português” irá ratificar a não inocência dessa formulação, penalizando os artistas pela sua acomodação e afogando os arquitectos em referências históricas ou responsabilidades oficiosas que abafariam grande parte do fulgor que, no princípio da década de 30, parecia prometer uma importante viragem. [...]»
Acciaiuoli referirá ainda a importância da recepção do evento na ficção humorística, o modelo jocoso da palavra clandestina passada de orelha a orelha debaixo dos basbaques patrióticos, e da qual alguns romances de Armando Ferreira patenteiam o género.

* Fonte: António Sena, História da Imagem Fotográfica em Portugal – 1839-1997, Porto Editora, Porto, 1998.

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A Barata, Loira


ARMANDO FERREIRA
capa de F. [Francisco] Valença

Lisboa, 1940
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição (1.º milhar)
19,1 cm x 13,2 cm
232 págs.
subtítulo: Quadradinhos caricaturais da vida lisboeta, aí por alturas do 2.º quartel do século XX, ligados por um fio de romance sentimental
exemplar estimado, contracapa suja; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Armando Ferreira (1893-1968), romancista de costumes. Será um modo eufemístico para classificar um escritor de sátira social que roça por vezes a pura risota. São verdadeiros quadros caricaturais da vida lisboeta, ligados por um fio de ficção sentimental e distribuídos avulso: sociedade burguesa, sociedade chic e sociedade popular. No vertente livro, escrito logo em 1940, é de sublinhar uma hilariante visita à Exposição do Mundo Português.

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Exposição do Mundo Português – Secção Colonial



HENRIQUE GALVÃO
et alli

Lisboa, 1940
[Neogravura, Limitada]
1.ª edição [única]
22,1 cm x 16,9 cm
12 págs. + 300 págs. + XCVI págs. (anunciantes) + 8 folhas em extra-texto + 1 encarte tipo postal + 1 marcador preso por passamanes
profusamente ilustrado a cor no corpo do texto e em separado
capa impressa retro e verso
exemplar estimado, com restauro de fita não ácida na lombada, são ainda visíveis resíduos de antiga fita-gomada; miolo limpo
assinatura de posse da época no canto superior esquerdo da pág. 5
PEÇA DE COLECÇÃO
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio de Henrique Galvão, director da Secção Colonial da exposição:
«[...] Foram três as ideias fundamentais que orientaram a concepção e realização desta obra, que as circunstâncias excepcionais em que estava envolvida exigiam não fôsse banal.
Somos a terceira potência colonial do mundo.
Completamos oito séculos de história.
A Secção Colonial fazia parte de um conjunto a que se chamava a Exposição do Mundo Português. [...]
[...] Uma vez que a escassez das verbas atribuídas à realização não nos permitiam tentar o grandioso e enfileirar na competição do “colossal” a que têm concorrido as últimas exposições internacionais – era necessário suprir pela originalidade da técnica e da apresentação, essa inferioridade material, afirmando de alguma forma uma superioridade de espírito. [...]
As exposições, mesmo as mais económicas, custam sempre muito dinheiro. Realizam-se com determinados objectivos polticos [sic] e morais – mas constituem, em geral, na ordem material, pêsos mortos, valores que não duram nem se reproduzem. De uma exposição que se encerra, colhidos os lucros espirituais e morais, fica um amontoado de lenha e de sucata. [...]»

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domingo, Setembro 28, 2014

A Ilha de Próspero – Roteiro Poético da Ilha de Moçambique


RUI KNOPFLI
texto o fotografias do mesmo
prefácio de Alexandre Lobato

Lisboa, 1989
[2.ª edição]
Edições 70
28,3 cm x 21,7 cm (álbum)
144 págs.
cartonagem editorial com sobrecapa e folhas-de-guarda impressas
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Difere substancialmente da edição original moçambicana, de 1972. A própria intenção poética primitiva sobrecarrega-se, entretanto, de intuitos turísticos, apesar de ser uma edição integrada no Programa Nacional de Edições Comemorativas dos Descobrimentos Portugueses.

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A Ilha de Moçambique (Monografia)



ALEXANDRE LOBATO
pref. António Rosa Cabral

Lourenço Marques, 1945
Imprensa Nacional de Moçambique / Colónia de Moçambique – Repartição Técnica de Estatística
1.ª edição
28,5 cm x 23,2 cm
X págs. + 158 págs. + 2 folhas em extra-texto (Afonso de Dornelas)
profusamente ilustrado
encadernação antiga em meia-francesa com cantos em pele, sóbria gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta no frontispício o selo branco da Câmara Municipal do Concelho de Moçambique a autenticar a dedicatória manuscrita do seu então (1952) presidente, ao «Comandante Henrique Tenreiro, ilustre Vogal da Comissão Executiva da União Nacional»
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da mais notável monografia histórica da Ilha de Moçambique.

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Ilha de Moçambique – Panorama Estético


ALEXANDRE LOBATO
ilust. Mário de Oliveira
fotografias de Carlos Alberto e João Marques Caetano
grafismo de Seabra Leiria

Lisboa, 1966
Agência-Geral do Ultramar
1.ª edição
23,8 cm x 20,3 cm
132 págs. + 16 folhas em estra-texto + 1 vegetal desdobrável (grande formato)
profusamente ilustrado
impressão em rotogravura e cromotipia
encadernação editorial em tela encerada impressa a prata nas pastas e na lombada, com sobrecapa
exemplar estimado; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estimulante guia turístico – mas sobretudo histórico – para o visitante da Ilha de Moçambique nesses anos 60.

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Aspectos de Moçambique no Antigo Regime Colonial


ALEXANDRE LOBATO

Lisboa, 1953
Livraria Portugal
1.ª edição
22,7 cm x 17,2 cm
58 págs.
exemplar novo; miolo por abrir
30,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Polémica de carácter histórico-ideológico que Marques Lobato sustentou contra o escritor e jornalista mação José Rodrigues Júnior, conhecido como “o patriarca das letras moçambicanas”, e que na altura ia já a caminho da sua completa rendição ao catolicismo e ao obscurantismo do Estado Novo. Lobato, esse, com razão de historiador ou sem ela, marca pontos:
«[...] Parece que Rodrigues Júnior está convencido de que os Portugueses entraram em Moçambique a tocar tambor pelo mato dentro com a mania da ocupação, da ordem e da lei. Nada disso. Os homens de armas, que eram vulgares civis assentados na matrícula para a defesa das fortalezas, ficaram em Sofala e em Moçambique, dentro dos muros. Os homens do sertão, os muitos portugueses que andavam pelo mato, transviados a mercadejar no Monomotapa, eram desertores, homens que fugiam das naus e das fortalezas e iam servir os régulos e governar a vida. [...]»

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História da Construção do Antigo Farol de «Cockburn»



JOSÉ MARIA DE VASCONCELLOS E SÁ
pref. Guilherme Ivens Ferraz, vice-almirante

Lisboa, 1951
[Tipografia da Liga dos Combatentes da Grande Guerra]
1.ª edição
24,8 cm x 18,7 cm
XXIV págs. + 228 págs. + 50 folhas em extra-texto + 2 desdobráveis em extra-texto
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Detalhada memória acerca da edificação do farol então denominado «de Cockburn», por deferência para com a cartografia inglesa, que veio, após sucessivos e trágicos desastres náuticos, facilitar a entrada na Baía de Lourenço Marques. Três goradas tentativas, levadas a cabo por firmas estrangeiras da especialidade, acabaram por dar a vez ao engenho nacional e ser posto de pé por Vasconcellos e Sá, coronel de engenharia, na altura director interino das obras do porto. Em apenas um ano, de cuja epopeia dá fé o vertente livro, surgirá no perigoso baixio a necessária lanterna construída para ficar. Somente em 1965 o furor dos ventos a derrubará.

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terça-feira, Setembro 23, 2014

Perfil Trasmontano de Trindade Coelho



JOÃO DE ARAÚJO CORREIA

Lisboa, 1961
Portugália Editora
1.ª edição
19,4 cm x 13 cm
36 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

A propósito do centenário do nascimento de Trindade Coelho, o médico escritor Araújo Correia – também homem do Norte – recorda do autor de In Illo Tempore as suas virtudes literárias, pedagógicas e políticas, numa interessante conferência pronunciada em Lisboa na Casa de Trás-os-Montes.

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Manual Politico do Cidadão Portuguez


TRINDADE COELHO
pref. Alberto d’Oliveira

Lisboa, 1906
Parceria A. M. Pereira - Livraria editora
1.ª edição
20,3 cm x 14 cm
XVI págs. + 680 págs.
encadernação recente em tela com a capa original espelhada
sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse do escritor e bibliotecário Domingos Lavadinho (1893-1953) na pág. V
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma das coisas que a Primeira República nos legou, no campo pedagógico, foi uma metódica e abrangente renovação – diga-se mesmo: implantação – do ensino popular, retirando à Igreja a primazia na escolha do futuro escol da nação. O livro de Trindade Coelho constituiu, nesse contexto, a pedra-de-toque para o desenvolvimento radical das mentalidades docentes e, concomitentemente, discentes.

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Revista da Federação Académica de Lisboa



Lisboa, Março e Abril de 1915
dir. Raul Navas
capa de Cristiano Cruz
2 números (completo)
[24,1 cm x 16,6 cm] + [24,8 cm x 16,5 cm]
16 págs. + 32 págs. (numeração contínua: 48 págs.)
números em brochura acondicionados num estojo próprio de fabrico recente
exemplares estimados, capas com restauros pontuais; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Revista estudantil federativa, mostra-nos um ambiente de troca cultural entre professores e alunos, sendo de sublinhar no primeiro número as presenças, pelo lado dos primeiros, de Anselmo Braancamp Freire, Belo Morais, Francisco da Veiga Beirão, Lino Netto, Cincinato da Costa e Joaquim Rasteiro; pelo lado dos alunos, surgem já futuros notáveis como Mosés Bensabat Amzalak. O segundo número conta com importantes artigos de nomes convidados como Afonso Lopes Vieira, Adolfo Coelho, Leite de Vasconcelos ou Oliveira Ramos.

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Diccionario Poetico, para Uso dos que Principião a Exercitar-se na Poesia Portugueza



CANDIDO LUSITANO

Lisboa, 1794
Na Of. de Simão Thaddeo Ferreira
2.ª edição
2 tomos encadernados em 1 volume (completo)
20,6 cm x 15 cm
[6 págs. + 16 págs. + 482 págs.] + [2 págs. + 252 págs. + 6 págs.]
subtítulo: Obra Igualmente Util ao Orador Principiante
encadernação da época inteira em pele com ferros a ouro e nervuras na lombada
apresenta pequenas esfoladelas na pele da pasta anterior
miolo muito bem conservado, fresco e limpo, boas margens pouco aparadas
tem colado no verso da pasta anterior etiqueta de posse de Maurício Pinto [ou Pinho ?]
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Francisco José Freire de seu verdadeiro nome, é figura central da Arcádia Lusitana, padre da Congregação de S. Filipe Néri, agiu sempre contra o Iluminismo.
Nota: O tomo II será provavelmente uma variante de impressão cujas últimas vinte e oito páginas apresentam erro de numeração à cabeça, conforme nos foi possível cotejar com um outro exemplar nosso conhecido.

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Noções Syntheticas de Poetica


JOSÉ GONÇALVES LAGE

Coimbra, 1880
Imprensa da Universidade
[1.ª edição]
18,5 cm x 12,9 cm
184 págs.
subtítulo: Coordenadas para Uso dos Seus Discipulos
encadernação modesta antiga meia-inglesa com ferros a ouro na lombada
sem capas de brochura
em bom estado de conservação, apenas alguns picos de humidade
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Foi pároco em Trás-os-Montes, a sua distinção como teólogo reflectiu-se sempre nas obras por si escritas, o que fez de, pelo menos, três delas compêndios aprovados pela Junta Consultiva de Instrução Pública. A vertente é uma dessas, sendo as outras uma gramática e um breviário de literatura clássica. (Fonte: Inocêncio Francisco da Silva / Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo XII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1884.)
Livro de estudo e curiosidade para os que se pretendem poetas.A segunda metade do volume dá-nos uma panorâmica de Exemplos de Composições Poéticas que cobre a história da poesia portuguesa de Camões a João de Deus.

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Tratado de Versificação Portugueza


ALFREDO PIMENTA

Lisboa, 1928
Livraria Universal de Armando J. Tavares
[1.ª edição]
19,1 cm x 12,4 cm
138 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acerca daquele que chegou a ser responsável pela Torre do Tombo, diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994):
«[...] Republicano durante a Monarquia e monárquico na República (fez profissão pública de adesão à Monarquia em 1915), porque a isso o impelia a influência comtiana, separou-se dos republicanos democratas, primeiro, e, em seguida, dos evolucionistas, para se aproximar dos monárquicos integralistas, dos quais se afastou por fidelidade ao princípio monárquico da obediência ao rei (D. Manuel II, na ocasião), a quem procurou converter à monarquia tradicional, demonstrando-lhe a legitimidade de se desligar do seu juramento à Carta Constitucional. Entusiasta apoiante de Oliveira Salazar, no qual encontrava as raízes do pensamento integralista da sociedade hierarquizada segundo o critério das competências, desligou-se dele face à sua não-resolução do problema do Regime. Anti-democrata convicto por temperamento e filosofia, tomou vigorosas posições a favor dos países do Eixo numa altura em que a opinião dominante lhes era contrária, antevendo com grande obstinação uma má sorte para a Europa e civilização cristã de um reforço do poder dos USA e da URSS [...]»

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O Vinho


SAMUEL MAIA

Lisboa, 1936
Imprensa Portugal-Brasil [ed. Autor ?]
2.ª edição
19,2 cm x 12,2 cm
200 págs.
subtítulo: Propriedades e aplicações – Resumo de comunicações e pareceres aprovados nos últimos congressos médicos
exemplar manuseado mas aceitável, capa gasta protegida por polyester; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Samuel Domingos Maia de Loureiro (1874-1951) foi médico, romancista, poeta e dramaturgo.

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Banhos de Sol


AMÍLCAR DE SOUSA
pref. Samuel Maia

Porto, 1937
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
18 cm x 12,2 cm
240 págs.
encadernação editorial em tela com gravação a ouro nas pasta anterior e lombada
exemplar bem conservado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante livro de divulgação das virtudes higiénicas do naturismo, mas também da boa saúde moral e do regresso do Homem à comunhão com a Natureza. A questão da hoje reconhecida perigosidade da exposição à luz solar ainda aqui não vem a talhe, era na época assunto ainda não estudado. Aliás, é precisamente a ideia rousseauniana do bom “selvagem” a interagir ao ar livre o que sobressai das reflexões deste autor, e não, de facto, qualquer exibicionismo decorativo por via do bronzeado.

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Guia do Vinicultor


ANTONIO XAVIER PEREIRA COUTINHO

Porto, 1889
Livraria Internacional de Ernesto Chardron, Casa Editora Lugan & Genelioux, Successores
1.ª edição
21,4 cm x 14,3 cm
310 págs.
ilustrado no corpo do texto
encadernação de amador restaurada, mantendo a antiga lombada com gravação a ouro
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse sobre o frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Engenheiro agrónomo de formação, os trabalhos científicos do Autor abarcaram áreas de conhecimento como a botânica e a taxinomia.

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