quinta-feira, julho 20, 2017

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Alfacinhas


ALFREDO DE MESQUITA
capa de A. Quaresma

Lisboa, 1910
Parceria Antonio Maria Pereira – Livraria Editora
1.ª edição
20 cm x 13 cm
208 págs.
capa impressa retro e verso
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Rua do Oiro



ALFREDO MESQUITA
capa de José Leite

Lisboa, 1905
Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
18,7 cm x 12,2 cm
304 págs.
subtítulo: Romance Lisboeta
encadernação antiga em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado
conserva a capa anterior de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 5
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jornalista açoriano, os ideais da República e o seu amigo João Chagas levaram Alfredo Mesquita (1871-1931) à carreira diplomática. Como escritor, o seu estilo fluente de crónica de costumes deve muito, menos a Ramalho Ortigão – mais a Júlio César Machado.

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Terras de Hespanha


ALFREDO MESQUITA

Lisboa, 1898
Livraria de Antonio Maria Pereira
1.ª edição
19,3 cm x 12,9 cm
8 págs. + 224 págs.
encadernação editorial em tela com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jornalista açoreano, Alfredo Mesquita (1871-1931), também autor de Memórias de um Fura-Vidas, foi «[...] secretário da Liga Naval e, mais tarde, da Biblioteca da Marinha. Foi também secretário da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras de Lisboa e nesta qualidade participou em vários congressos da imprensa no estrangeiro. Após a implantação da República, e por influência de João Chagas, de quem foi amigo, Alfredo Mesquita entrou na carreira diplomática, exercendo funções consulares em Orense, Istambul e Roma de 1911 a 1919 e de secretário da Legação Portuguesa em Paris de 1919 a 1922, deixando-se ficar, depois, naquela cidade até ao fim dos seus dias.
[...] A crónica jornalística, em que se estreou ainda adolescente [...] era o campo literário que melhor quadrava ao seu génio e à sua expressão fluente e ágil e em que logo alcançou notoriedade, tornando-se, no seu género, um dos mais brilhantes jornalistas do fim do século XIX – começos do século XX. [...]»

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As Muralhas da Ribeira de Lisboa


AUGUSTO VIEIRA DA SILVA

Lisboa, 1900
Typographia do Commercio
1.ª edição
25 cm x 16,5 cm
304 págs. + 2 desdobráveis em extra-texto
ilustrado no corpo do texto em separado
encadernação em meia-inglesa, elegante gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado, restauros na capa anterior da brochura e nos desdobráveis; miolo limpo
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris do médico Gilberto Monteiro e as suas iniciais gravadas na lombada
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Dispersos



AUGUSTO VIEIRA DA SILVA

Lisboa, 1954, 1960 e 1982
Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição (vols. I e II), 2.ª edição (vol. III)
3 volumes (completo)
21,8 cm x 16 cm
[464 págs. + 44 págs. em extra-texto + 9 desdobráveis em extra-texto] + [408 págs. + II págs. em extra-texto + 14 folhas em extra-texto + 4 desdobráveis em extra-texto] + [392 págs. + 21 folhas em extra-texto + 3 desdobráveis em extra-texto]
ilustrados no corpo do texto e em separado
exemplares estimados; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto do vol. I
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto Vieira da Silva (1869-1951), engenheiro e olisipógrafo, a ele – do muito que Lisboa dele mereceu – deve-se-lhe a proposta de numeração das ruas. Orlando Ribeiro, ao caracterizar o seu trabalho confere-lhe o mérito de, sendo Vieira da Silva seguidor de Júlio de Castilho, ter ido mais longe, nomeadamente no tratamento científico das informações colhidas no terreno.

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Tratado da Majestade, Grandeza e Abastança da Cidade de Lisboa, na 2.ª Metade do Seculo XVI


JOÃO BRANDÃO (DE BUARCOS)
org. Anselmo Braamcamp Freire
pref. e notas de J. J. Gomes de Brito

Lisboa, 1923
Livraria Ferin, Editora
1.ª edição
29,5 cm x 21,3 cm
XVI págs. + 280 págs.
subtítulo: Estatistica de Lisboa de 1552
impresso sobre papel superior de linho
exemplar em bom estado de conservação, discreto restauro na lombada; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim termina Gomes de Brito a sua Advertência Prévia:
«[...] Em uma palavra, João Brandão, com o seu prurido de cronista da sua Lisboa bem amada, inverteu ou não o significado dos factos que regista, classificando-os justamente ao inverso do que lhe cumpria?
Para nós, não há duas opiniões. Onde neste livro se lê “Majestade”, deveria antes lêr-se “Miseria”, onde se lê “Grandeza”, deveria lêr-se “Mesquinhez”; onde, finalmente, se lê “Abastança”, deveria lêr-se “Pobreza”.
O livro porêm, aí fica, e o leitor poderá fazer o seu juizo e apreciar quanto trabalho êle custaria ao seu autor, e quantas dificuldades foi necessário vencer para o comentar e esclarecer.»

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Fundaçaõ, | Antiguidades, e Grandezas | da mui Insigne Cidade | de Lisboa, | e seus Varoens Illustres | em Santidade, Armas, e Letras



LUIZ MARINHO DE AZEVEDO

Lisboa, 1753 (ambas as partes)
Na Officina de Manoel Soares (I. parte) / Na Officina de Domingos Rodrigues (II. parte)
[2.ª edição]
21 cm x 15,7 cm
2 partes [livros I e II + III e IV] enc. em 1 volume (completo)
I parte: para além da folha de ante-rosto, encasada mas não pertencente aos cadernos do miolo, tem 30 págs. (não numeradas: rosto, dedicatória, prólogo, catálogo dos autores e licenças) + 170 págs. (livro primeiro) + 118 págs. (livro II) + 2 págs. (advertência); II parte: 2 págs. (rosto) + 266 págs. (livros III e IV)
subtítulo: Catalogo | de feus Prelados, e mais coufas Ecclefiafticas, e Politicas até | o anno de 1147, em que foi ganhada aos Mouros por El-Rey | D. Affonfo Henriques. [...] Offerecida | á Fedelissima, e Augustissima | Magestade Del-Rey | D. Joseph I. | Nosso Senhor | por feu minimo vaffallo | Manoel Antonio | Monteiro de Campos [...]
encadernação antiga inteira em pele mosqueada com gravação a ouro na lombada, vinhetas de florália acentuando as nervuras
pouco aparado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, leve acidez do papel
ostenta na folha de ante-rosto uma assinatura de posse coeva, «He de Jeronymo Bernd.º Osorio de Castro   custou 500 reis em 24 de Junho de 1754»
carimbos da Quinta das Lágrimas de M. Osório no frontispício da I. parte e à margem da pág. 17 da mesma
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo XVI [Brito Aranha], Imprensa Nacional, Lisboa, 1893):
«Parece que [Luiz] Marinho [de Azevedo] foi um dos redactores das primeiras gazetas publicadas em 1640, segundo uma nota manuscripta que se lia em um numero da Gazeta de 1641 existente na bibliotheca municipal do Porto. [...]
Acerca da obra [...] Primeira parte da fundação, antiguidades e grandezas da mui insigne cidade de Lisboa, etc., é necessario advertir o seguinte:
Ha d’esta obra duas edições totalmente diversas, ambas com a indicação de impressas em 1753, em 4.º.
Uma d’ellas não tem nome do impressor, e indica simplesmente no rosto: “A custa de Luiz de Moraes, mercador de livros á praça da Palha. Lisboa, 1753”. Com dedicatoria assignada por Luiz de Moraes a el-rei D. José I.
A outra tem no frontispicio: “Offerecida á fidelissima e augusta magestade de el-rei D. José I por Manuel Antonio Monteiro de Campos, e á sua custa impresso”. A primeira parte, ou tomo, é impressa em Lisboa na officina de Manuel Soares, 1753; e a segunda parte impressa tambem em Lisboa por Domingos Rodrigues, 1753.
Note-se que a dedicatoria a el-rei, assignada por Manuel Antonio Monteiro de Campos é sem a menor alteração a mesma que na outra edição se lê com a assignatura de Luiz de Moraes.
Note-se igualmente que as licenças para a impressão da publicada por Monteiro de Campos tem as datas de maio e junho de 1753; e as da que publicou Moraes são datadas de setembro do mesmo anno. E todavia é esta ultima que se declara [erradamente] no frontispicio: “Segunda edição correcta e emendada. A outra não tem declaração alguma, parecendo aliás que saíu primeiro. [...]
Innocencio possuia um exemplar da edição de Monteiro de Campos.
O conselheiro Figanière e Teixeira de Vasconcellos possuiam exemplares da de Moraes.
Foi este ultimo escriptor e illustre jornalista, um dos primeiros bibliophilos em notar as differenças das duas edições. [...]»
No plano cultural e científico, trata-se de uma rara descrição da história de Lisboa, com especial relevo para os estudos epigráficos, por ser testemunho de factos e fontes que o terramoto de 1755 veio destruir ou soterrar.

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Memoria sobre Chafarizes, Bicas, Fontes, e Poços Públicos de Lisboa, Belem, e Muitos Logares do Termo


JOSÉ SERGIO VELLOSO D’ANDRADE

Lisboa, 1851
Na Imprensa Silviana
1.ª edição
24 cm x 16,7 cm
8 págs. + 398 págs. + 5 desdobráveis (4 dos quais em extra-texto)
modesta encadernação antiga em tela e papel de fantasia com rótulos na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
peça de colecção
230,00 eur (IVA e portes incluídos)

«José Sergio Velloso de Andrade, Official arquivista da Camara Municipal de Lisboa, e hoje Administrador das obras das Aguas-livres, nomeado em 27 de Outubro de 1851. – N. em 1783, ao que pude colligir [...]
Esta Memoria, fruto de louvaveis e curiosas investigações, e abundante de noticias historicas e archeologicas, foi mandada imprimir á custa e por deliberação da Camara, sendo os exemplares entregues ao auctor, para d’elles dispor como lhe aprouvesse.
Segundo o que ouvi a pessoa conspicua e bem informada, o auctor aproveitou-se para ella em grande parte de subsidios que deixára preparados e dispostos o anterior archivista da Camara Joaquim Antonio Lucio dos Sanctos, que tivera primeiro o pensamento de colligir taes especies; e foi ainda coadjuvado pelo seu collega, empregado no archivo, Francisco Xavier da Rosa.» (Fonte: Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo V, Imprensa Nacional, 1860)

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Lisboa Antiga


JULIO DE CASTILHO

Lisboa, 1902 a 1904
Antiga Casa Bertrand – José Bastos
2.ª edição («Consideravelmente accrescentada»)
5 volumes (completo)
20 cm x 13 cm
[480 págs. + 4 folhas em extra-texto + 7 desdobráveis em extra-texto] + [408 págs. + 8 folhas em extra-texto] + [436 págs. + 19 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto] + [330 págs. + 7 folhas em extra-texto + 6 desdobráveis em extra-texto] + [448 págs. + 7 folhas em extra-texto]
ilustrados no corpo do texto e em separado
exemplares muito estimados; miolo limpo
assinaturas de posse nos ante-rostos
260,00 eur (IVA e portes incluídos)

Os vertentes cinco volumes são a ampliação do primeiro volume da edição primitiva, datada de 1879, cingindo-se, então como agora, no objecto em estudo, ao Bairro Alto.

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Origens do Bairro-Alto de Lisboa


MARIO SAA

Lisboa, 1929
Edição da Solução Editora
1.ª edição
26,3 cm x 18,3 cm
16 págs.
subtítulo: Verdadeira Noticia
exemplar bem conservado; miolo limpo, por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Continua a ser ainda hoje o mais importante estudo acerca do referido bairro (que comemora este ano os seus cinco séculos de existência), onde se lê a dado passo: «[...] O 15 de Dezembro de 1513 é a data da fundação do Bairro-Alto por corresponder á data da escritura tabelónica que iria desde logo iniciar aforamentos para construções de casas.
O nome que se lhe deu de inicio foi Vila Nova d’Andrade [...]».
E tudo quanto Saa afirma encontra-se documentado e de disponível consulta na Biblioteca da Academia das Ciências, como o próprio investigador indica em nota de contracapa. Isto numa época de rochas martins que historiavam à matroca, o mais das vezes publicitando juízos do preconceito corrente, mas sem o mínimo fundamento positivo.

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Memoria sobre as Fortificações de Lisboa


SÁ DA BANDEIRA, marquês e general

Lisboa, 1866
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,6 cm x 14,7 cm
10 págs. + 116 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo (1795-1876), «[...] Visconde e primeiro Barão de Sá da Bandeira, Par do Reino, Moço Fidalgo da Casa Real por alvará de 21 de Agosto de 1823; Commendador da Ordem da Torre e Espada, condecorado com a Cruz de quatro campanhas da guerra peninsular, Grão‑Cruz das Ordens de Isabel a Catholica de Hespanha, de Leopoldo da Belgica, e do Salvador da Grecia, Grande Official da Legião de Honra de França: Ministro d’Estado Honorario, e actualmente [1858] dos Negocios da Marinha e Ultramar; Marechal de Campo; Director da Eschola do Exercito; e Presidente do Conselho Ultramarino, Socio da Acad. R. das Sc. [Academia Real das Ciências] de Lisboa etc. [...]
Foi posteriormente agraciado com o titulo de Marquez de Sá da Bandeira. É Conselheiro d’Estado effectivo, primeiro Ajudante de campo d’ElRei, e General de divisão promovido ainda com a denominação de Tenente‑general em 21 de Septembro de 1857. Além das condecorações honorificas já mencionadas, tem as Gran‑cruzes da Ordem de Francisco José de Austria, S. Gregorio Magno de Roma, da Rosa do Brasil, e de S. Mauricio e S. Lazaro da Italia; e a medalha n.º 9 das Campanhas da Liberdade. [...]
Neste livro, que contém mais do que o titulo inculca, acham‑se entre outras especies historicas e relativas ao assumpto, umas Observações sobre o estado do exercito portuguez, e vicissitudes por que tem passado desde 1807 [...].» (Fonte: Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomos I e VIII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1858 e 1867)

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A Rua das Canastras


LUIZ PASTOR DE MACEDO

Lisboa, 1939
s.i. [ed. Autor ?]
1.ª edição
21,5 cm x 14,4 cm
104 págs.
subtítulo: Subsídios para a história das serventias públicas da freguesia da Sé de Lisboa
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Lisboa e os Seus Cronistas


LUIZ TEIXEIRA

Lisboa, 1943
Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
66 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da palestra proferida por Luís Teixeira no acto de entrega de um prémio literário ao escritor Luís Pastor de Macedo, é de crucial importância a longa resenha bibliográfica de «Algumas obras dos cronistas, dos estudiosos e dos poetas de Lisboa», que completa a vertente brochura, e cujas espécies nos são apresentadas distribuindo-se pelos séculos, com início no século XII.

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Reportagem


LUIZ TEIXEIRA
capa de Fred Kradolfer
ilust. Stuart Carvalhais e do autor

Lisboa, 1932
Edições Paulo Guedes
2.ª edição
18 cm x 13,5 cm
168 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Textos de viagem por Lisboa, Madeira e Açores, em que Luís Teixeira (1904-1978), biógrafo oficial de Salazar e colaborador de António Ferro no Secretariado da Propaganda Nacional, mostra a sua argúcia no género jornalístico.

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Crónica dos Tempos Idos


LUIZ TEIXEIRA

Lisboa, 1954
Câmara Municipal das Caldas da Rainha (patroc.)
1.ª edição
18,8 cm x 13 cm
40 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve memória cultural da Caldas da Rainha, sob a forma de conferência proferida pelo autor no Rotary Clube da localidade.

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Relatorio Sobre o Cadastro


ANTONIO JOSÉ D’AVILLA

Lisboa, 1848
Na Imprensa Nacional
2.ª edição («correcta e augmentada»)
22,3 cm x 16 cm
118 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Numa altura em que gente tão obviamente inteligente e responsável pelos destinos da nação não se inibe de encher o recinto mediático com opiniões e palpites acerca daquilo que ignora (porque se não o ignorasse não teríamos chegado onde chegámos!), dá-se aqui uma achega bibliófila para o relaxado debate deste Verão. O tema – desviando as atenções dos responsáveis pelo desbaratar de recursos e meios ano após ano –, o tema agora é: o cadastro! Ora bem, por razões que se prendiam com o colapso das estruturas económicas e sociais do país durante as lutas liberais, e concomitante barafunda na verificação da propriedade privada do território, já o duque de Ávila (1807-1881) afirmava constituir o Cadastro a única base, sem a qual «[...] será absolutamente impossivel repartir com igualdade o imposto predial, [...] resolver o problema de fazer com que os povos paguem menos, e o Thesouro receba mais, [...] garantir a propriedade a seu legitimo possuidor, fazendo cessar, ou pelo menos diminuir consideravelmente o numero espantoso de questões, a que esta dá origem, acabar em fim o deficit e a agiotagem, e pôr os capitaes em liberdade, para procurarem emprego nas emprezas de interesse material, que em tão larga escala se offerecem no nosso Paiz, aonde tudo está por fazer, aonde só faltam a vontade do homem, e as instituições adquadas [...].»

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O Cadastro


TAVARES D’ANDRADE

Mafra, 1926
Tipografia Liberty
1.ª edição
16,6 cm x 11,5 cm
96 págs.
subtítulo: O cadastro rural – A carta agricola – O levantamento parcelar – O cadastro ciclografico – A fotogrametria aerea e o Bom-senso
cartonagem editorial com gravação a ouro na pasta anterior
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Historia da Luzitania e da Iberia [...]


JOÃO BONANÇA

Lisboa, 1891
Imprensa Nacional
Empresa da Historia da Luzitania e da Iberia
1.ª edição [única]
volume I [único publicado apesar de na contracapa ser anunciado o volume seguinte]
29 cm x 20 cm [in 4.º]
2 págs. + 900 págs. + 2 págs. + 5 folhas em extra-texto
subtítulo: [...] Desde os Tempos Primitivos ao Estabelecimento Definitivo do Dominio Romano. Parte fundada em documentos até ao presente indecifraveis
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor, que chegou a ser candidato republicano à presidência, começou por fazer-se notar enquanto redactor de artigos em prol da abolição da pena de morte, do casamento civil ou da liberdade de imprensa, causas que mereceram o apoio de Alexandre Herculano [fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990]. Na vertente obra, de crucial importância para a compreensão geológica, paleontológica e histórica da Península Ibérica, dá-se pela primeira vez conta de um olhar científico, e sem complexos, do homem moderno sobre aquilo que o rodeia. Faz parte do legado da burguesia do século XIX, enquanto classe empreendedora e, ainda, motor da História.
Sublinhe-se um detalhe inédito, ou pelo menos raro, de ordem tipográfica: a utilização da própria lombada do volume para anunciar as modalidades de comercialização do mesmo.

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terça-feira, julho 18, 2017

O Sol É Cego


CURZIO MALAPARTE
trad. e pref. Marques Gastão
capa e ilust. Lima de Freitas

Lisboa, 1972
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição]
21 cm x 14,3 cm
272 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação, contracapa suja; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Pele


CURZIO MALAPARTE
trad. Alexandre O’Neill

pref. Amândio César
capa de Infante do Carmo

Lisboa, s.d.
Edição «Livros do Brasil» Lisboa
[ed. não referida (edição original composta em linotype e impressa sobre papel creme)]
21,8 cm x 15,1 cm
336 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pseudónimo do italiano Kurt Eric Suckert, «[...] toda a sua obra – diz-nos o prefaciador – é um reflexo objectivo da sua vida, vivida perigosamente (como ensinava o decálogo fascista), mas contra o fascismo, sobretudo a partir do momento em que a Marcha sobre Roma se transformou numa marcha a caminho dos empregos rendosos que uma vitória política proporcionava aos jerarcas. [...]»
Sublinhamos aqui o trabalho de tradução do poeta Alexandre O’Neill.

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Contos



ANNE FRANK
trad. Margarida Losa
capa de Infante do Carmo
ilust. Miguel Flávio, et alli

Lisboa, s.d.
Livros do Brasil, Lda.
[1.ª edição]
21 cm x 14,5 cm
176 págs. + xx folhas em extra-texto
ilustrado em separado
exemplar muito estimado; miolo limpo, as primeiras e as últimas folhas dão sinais de foxing
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Volume ilustrado por jovens alunos dalgumas escolas e liceus do país.

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Cartas aos Homens do Papa Celestino VI


GIOVANNI PAPINI
trad. Vincenzo Spinelli e A. Gonçalves Rodrigues

Lisboa, s.d. [1947, seg. BNP]
Edições Quadrante, L.da
1.ª edição
21,5 cm x 16 cm
308 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Anos da Guerra, 1961-1975




JOÃO DE MELO
[com o jornalista JOAQUIM VIEIRA]

capa e arranjo gráfico de José Teófilo Duarte

Lisboa, 1988
Círculo de Leitores
1.ª edição
2 vols. (completo)
28,7 cm x 21,9 cm (álbum)
224 págs. + 280 págs.
subtítulo: Os Portugueses em África – Crónica, Ficção e História
profusamente ilustrado
encadernação editorial com sobrecapas
exemplares como novos
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da mais correcta abordagem daquilo que teria que conduzir, inevitavelmente, à revolta militar em 25 de Abril de 1974: a guerra colonial. Impressionante conjunto de documentação fotográfica explicita aquilo que, por vezes, as palavras não conseguem exprimir: o horror. E qual será o cúmulo do horror?...: Os velhos obrigarem os novos ir morrer à guerra.

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História Breve da Vila de Olhão da Restauração


ANTERO NOBRE
capa de Hélder Azevedo

Olhão, 1984
Edição de «A Voz de Olhão» - Suplemento do jornal «O Sporting Olhanense»
1.ª edição
20,9 cm x 14,8 cm
212 págs. + 12 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Poetas e Prosadores


JÚLIO BRANDÃO

Braga – Porto, s.d. [1923, seg. BNP]
Livraria Cruz Editora
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
258 págs.
subtítulo: Á Margem dos Livros – 1.ª série*
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

* Único volume publicado.

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Figuras de Barro


JULIO BRANDÃO
capa e ilust. Alfredo Moraes

Porto, 1910
Magalhães & Moniz, Limitada – Editores
1.ª edição
18,9 cm x 12,2 cm
8 págs. + 208 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado, restos de rótulo de biblioteca na lombada; miolo limpo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Galeria das Sombras


JÚLIO BRANDÃO

Porto, s.d.
Livraria Civilização Editora
2.ª edição
19 cm x 12,1 cm
286 págs.
subtítulo: Memórias e outras páginas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, julho 17, 2017

Memorias Historico-Genealogicas dos Duques Portuguezes do Seculo XIX



JOÃO CARLOS FEO CARDOSO DE CASTELLO BRANCO E TORRES
VISCONDE DE SANCHES DE BAÊNA

Lisboa, 1883
Academia Real das Sciencias
1.ª edição
28 cm x 20,4 cm
10 págs. + 808 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
sólida encadernação em meia-inglesa com dois rótulos na lombada gravados a ouro
ligeiramente aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior direito do ante-rosto
ostenta colado no verso da capa da brochura o ex-libris de Manuel Metello
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra também conhecida pelo título Resenha das Casas Titulares de Portugal, e inclui informes relativos aos duques de Cadaval, de Lafões, de Victória, de Terceira, de Palmela, de Saldanha, de Loulé e de Ávila e Bolama.

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telemóvel: 919 746 089


D. Catarina de Bragança – Raínha de Inglaterra


VIRGÍNIA RAU

Coimbra, 1941
O Instituto (separata)
1.ª edição
26,6 cm x 20,2 cm
354 págs. + 11 folhas em extra-texto
ilustrado
impresso sobre papel superior, gravuras impressas sobre papel couché
encadernação de amador em meia-inglesa com rótulo gravado a ouro
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Casa dos Contos


VIRGÍNIA RAU

Coimbra, 1951
Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
Suplemento do tomo IV da Revista Portuguesa de História
1.ª edição
24,3 cm x 17,5 cm
2 págs. + X págs. + 530 págs. + 8 extra-textos
impressão sobre papel avergoado, as zinco-gravuras dos extra-textos estão impressas sobre couché
exemplar manuseado mas muito limpo no miolo, capa com discreto restauro
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da folha anexa ao ante-rosto:
«Esta obra comemora o I Centenário da Fundação do Tribunal de Contas, que passou em 10-XI-1949, sendo seu Presidente o Exmo. Senhor Doutor Artur Águedo de Oliveira, hoje Ministro das Finanças.»

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Este Mundo e o Outro


SAMUEL MAIA

Lisboa, s.d. [circa 1937]
Livraria Bertrand
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
300 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
assinatura e carimbo de posse no ante-rosto e no verso do frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«Este livro começa em 1906 no mundo desaparecido poucos anos depois.
Parecia ainda na força da vida, disposta a durar, a estrutura social e política construida no século XIX, com o material dos Direitos do Homem. Respeitada e considerada, tamanho era o seu prestígio que muito arriscaria o próprio, quem se lembrasse então de julgá-la efémera. Criam-na formada para muitos séculos, um princípio de era e não termo de ciclo breve como veio a ser.
[...] correram rios de sangue, e a humanidade sofreu a maior dôr de todos os tempos. Alterou-se a ordem do mundo, abateram-se divindades, perderam a validade espíritos que pareciam destinados á imortalidade. No fim da tormenta todos ficaram sem se conhecerem, tão diferentes se acharam no amavam e odiavam.
Em 1920 o mundo parecia ter vivido séculos, quando se comparava ao de 1910. Esses dez anos haviam alterado o lugar, e sentido de quanto existia para trás daquela data. [...]»

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Manual de Medicina Doméstica


SAMUEL MAIA

Lisboa, s.d. [circa 1940]
Livraria Bertrand
4.ª edição
19,2 cm x 13,7 cm
956 págs.
subtítulo: Higiene, Dietética, Gimnástica, Enfermagem, Farmácia Caseira, Definição e Tratamento das Doenças, Socorros de Urgência
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação editorial em tela gravada a três cores
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nutrição, Dietas e Cura Natural


FRED VASQUES HOMEM, Dr.

Lisboa, 1961
Livraria Progresso Editora
1.ª edição
19,5 cm x 14,1 cm
2 págs. (errata) + 576 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Maratona das Novidades


CELESTINO GOMES

Coimbra, 1958
Atlântida
1.ª edição
21,2 cm x 15,3 cm
208 págs.
exemplar muito estimado, pequena falha de papel na contracapa; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de grande interesse para a vulgarização médica. João Carlos Celestino Gomes (1899-1960), pintor modernista e prosador, foi também médico preocupado com a divulgação dalguns conhecimentos científicos junto do público leigo, sendo que nos deixou não só inúmeros artigos na imprensa periódica, como chegou mesmo a ter um programa televisivo com o sugestivo nome Haja Saúde.

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Esta Vida São Dois Dias


CELESTINO GOMES

Lisboa, s.d. [1949]
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,5 cm x 13,3 cm
260 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de breves artigos de vulgarização médica.

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Medicina – Higiene – Beleza


CELESTINO GOMES

Lisboa, 1939
Editorial “O Século”
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
176 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Arte de Não Ser Doente


CELESTINO GOMES

Fundão, 1956
«Jornal do Fundão»
1.ª edição
18,4 cm x 12,2 cm
224 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo, parcialmente por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Poetas de Coimbra


CELESTINO GOMES  |  SILVINA, orgs.

Casa das Beiras, Lisboa, 1939
Edição da Comissão Organizadora do Salão dos Estudantes de Coimbra
1.ª edição
21,2 cm x 15,1 cm
72 págs.
subtítulo: Recolha de algumas poesias coimbrãs de meio século de vida académica [...]
encadernação artística inteira em tecido com rótulo colado na pasta anterior
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, ligeira mancha nos topos das duas últimas folhas
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

São antologiados, entre muitos outros, poemas de Eugénio de Castro, António Feijó, Manuel da Silva Gaio, António Nobre, Camilo Pessanha, Teixeira de Pascoais, Afonso Lopes Vieira, Carlos Amaro, António Sardinha, Alberto de Monsaraz, Afonso Duarte, Mário Saa, Edmundo de Bettencourt, António Pedro, Carminé Nobre, Fernando Namora, João José Cochofel, etc.

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O Momento e a Legenda



EDMUNDO DE BETTENCOURT

Coimbra, 1930
Edições «presença»
1.ª edição
25,6 cm x 17 cm
86 págs.
composto manualmente e impresso sobre papel superior algodoado
encadernação em meia-francesa com cantos em pele, elegante gravação a ouro na lombada
aparado
conserva as capas de brochuras
exemplar muito estimado; miolo limpo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acerca da excelência do conjunto da obra poética Edmundo de Bettencourt (1889-1973) escreveu Herberto Helder, seu prefaciador (Poemas, Assírio & Alvim, Lisboa, 1999):
«[...] Sou pessimista desde o coração à cabeça. Não creio na ressurreição dos corpos e das almas. Nem creio sequer que as pessoas não-analfabetas saibam ler, e menos ainda creio que saibam ler poesia. E quando parecem saber, vai-se ver e é um equívoco. Lêem errado. Verifico mais do que suporto verificar que se pega em tudo pelos lados de fora, e se não vê aquilo que esperava ser pegado e visto pelos lados de dentro. Ora isto não põe muita fé nas transformações verdadeiras, e parece-me que Edmundo de Bettencourt escreveu os seus trinta poemas expoentes para aqueles tais que ficam em casa com a pouca poesia que se vai exorbitando. [...]»

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Poemas


EDMUNDO DE BETTENCOURT
pref. Herberto Helder
[capa de João da Câmara Leme]

Lisboa, 1963
Portugália Editora
1.ª edição
20,1 cm x 14,3 cm
XXXII págs. + 228 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Prefácio anti-estalinista, situando a criatividade de Bettencourt a milhas de qualquer espécie de ditado cultural. Na época em que foi publicado, acabou este livro por ser violentamente denegrido em público pelos neo-realistas, para gáudio do prefaciador, responsável pela sanha vociferante. Mais tarde, numa reedição deste livro, em 1999, lamenta-se Herberto Helder por, de algum modo, a sua provocação ao imperialismo vermelho, algo extemporânea naquele livro, haver remetido para segundo plano a atenção que os poemas de Bettencourt mereciam.

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Poesias (1945-1960)


CARLOS DE OLIVEIRA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1962
Portugália Editora
1.ª edição [única]
20,3 cm x 14 cm
180 págs.
composto manualmente e impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação, lombada oxidada pela contínua presença da luz; miolo irrepreensível
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reunião revista dos primeiros livros de versos do escritor, cobrindo um período de década e meia. Para além da invulgar excelência do trabalho o poeta – a quem se deve a mais radical revisão de um neo-realismo que, em português, foi sempre óbvio –, temos na vertente peça tipográfica o sóbrio e modelar exemplo de como deve ser paginado um livro de poemas. A Tipografia Ideal, sita à Calçada de São Francisco em Lisboa, teve no seu operário compositor tipográfico João Apolinário Ramos a mão-de-obra justa e perfeita para a sua realização.

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Entre Duas Memórias


CARLOS DE OLIVEIRA
capa de Fernando Felgueiras
grafismo de A. Cortês Pinto

Lisboa, 1971
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
18,2 cm x 11,1 cm
80 págs. + postal-encarte editorial
exemplar em muito bom estado de conservação, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo irrepreensível
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve obra-prima da poesia portuguesa. Neste livro, tal como no anterior (Micropaisagem), Carlos de Oliveira – autor ligado ao melhor do neo-realismo – elevava a sua poesia “de combate” («Não há machado que corte a raiz ao pensamento», etc.) a um nível tão duramente objectivo que não pactuava com a literatura salvífica para o povo. A via literária foi a da aproximação microscópica ao motivo, experiência que, após a poesia, com sucesso irá levar a cabo no seu último livro de prosa, Finisterra. Aliás, toda a sua obra, revista até à exaustão em sucessivas edições melhoradas, vinha caminhando para esta depuração. O neo-realismo, esse, teve que ir alhures à procura de novos “amanhãs cantantes”.

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