domingo, fevereiro 17, 2019

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


«as mais belas poesias da língua portuguesa» [colecção]






escolhidas por JOSÉ RÉGIO:
1. CAMÕES, os mais belos sonetos
2. BOCAGE, os mais belos sonetos
3. CRISFAL, a mais bela écloga portuguesa
4. RODRIGUES LOBO, as mais belas poesias
5. TROVADORESCAS, as mais belas poesias
6. TOMÁS ANTÓNIO GONZAGA, as mais belas poesias
7. SÁ DE MIRANDA, as mais belas poesias
8. ANTÓNIO FERREIRA, as mais belas poesias
9. CANCIONEIRO GERAL DE GARCIA DE RESENDE, as mais belas poesias
10. DIOGO BERNARDES, as mais belas poesias
11. CAMÕES, as mais belas redondilhas
12. FREI AGOSTINHO DA CRUZ, as mais belas poesias
13. CAMÕES, as mais belas canções e odes
14. GONÇALVES DIAS, os mais belos cantos
15. GONGÓRICAS, as mais belas poesias
16. CASTRO ALVES, as mais belas poesias
17. OLAVO BILAC, as mais belas poesias
18. ANTERO, os mais belos sonetos
19. BERNARDIM RIBEIRO, as mais belas poesias

Lisboa, 1958 a 1967
Realizações Artis
1.ª edição
24,6 cm x 21,4 cm
[40 págs. + 40 págs. + 64 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 52 págs. + 68 págs. + 52 págs. + 56 págs. + 48 págs. + 52 págs. + 52 págs. + 56 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 52 págs. + 56 págs.] + 4 extra-textos em cada volume
19 volumes (completo)
ilustrações em heliogravura de João Abel Manta, Júlio Pomar, Lima de Freitas, Manuel Lapa, Rogério Ribeiro, Alice Jorge, Maria Keil e Sá Nogueira
capas impressas a duas cores e relevo seco
miolo impresso a preto e laranja sobre papel superior (semi-cartolina)
compostos manualmente
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
os volumes 2 e 16 são da tiragem especial numerada e assinada por José Régio, respectivamente n.º 71 e n.º 82
PEÇA DE COLECÇÃO
300,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Pequena História da Moderna Poesia Portuguesa


JOSÉ RÉGIO

Lisboa, 1941
Editorial «Inquérito», Ld.ª
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
96 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do romantismo garrettiano ao modernismo de Mário de Sá-Carneiro e de Pessoa, este fundador da revista presença mostra um breve, mas notável, esforço de encontrar nexos e linhas de continuidade na produção poética de uma época de viragem cultural em toda a Europa.

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As Farças...



M.[ANUEL DE] ORTIGÃO BURNAY

Lisboa, Julho de 1928 a Janeiro de 1929
Tip. da Emp. do Anuário Comercial [ed. Autor]
1.ª edição (os fasc. 1 e 8)
2.ª edição (os fasc. 2 a 6-7 e suplemento ao n.º 5)
8 números + 1 suplemento em 8 fascículos (completo)
21 cm x 14 cm
180 págs. (numeração consecutiva)
título integral: «As Farças... os equivocos e as fôrças ocultas são os maiores fautores da desunião nacional
compostos manualmente
acabamento com um ponto em arame
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

No seguimento da publicação de uma outra obra do autor – Aspectos... da Crise Portuguesa –, de advertência político-económica aos responsáveis pela ditadura militar nascente, Ortigão-Burnay lança este periódico de cariz mais «humorístico-filosófico». Aqui se põem a ridículo os principais tópicos da governação republicana que acabava de cair derrotada, do mesmo modo que, monarquicamente, surgem cuidadosos sinais de aprovação da política personalista de Salazar.

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Recordações de Paris e Londres


JULIO CESAR MACHADO

Lisboa, 1863
Editor – José Maria Correa Seabra
1.ª edição
18,1 cm x 12 cm
4 págs. + 236 págs.
exemplar estimado, restauros na lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Recordações de Paris e Londres




JULIO CESAR MACHADO

Lisboa, 1863
Editor – José Maria Correa Seabra
1.ª edição
18,4 cm x 12,2 cm
4 págs. + 236 págs.
luxuosa encadernação em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada, nervuras pontuadas a ouro
pouco aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Apontamentos de um Folhetinista


JULIO CESAR MACHADO

Porto, 1878
Typ. da Companhia Litteraria – Editora
1.ª edição
18,9 cm x 12,3 cm
320 págs.
exemplar estimado, restauros na lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da História da Literatura Portuguesa (António José Saraiva / Óscar Lopes, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989), a propósito de uma outra obra de Júlio César Machado:
«[...] Tiveram grande voga os Contos ao Luar, obra na verdade significativa por um requinte estético que só viria a ser ultrapassado com Eça de Queirós, por certos diálogos que eram os melhores da literatura portuguesa depois dos de Garrett, por personagens já perfeitamente desenhadas, por uma espécie de fluir musical que transporta não só a frase mas as personagens e as cenas (fazendo pensar na ópera, para a qual Júlio César Machado versejou), enfim por uma mistura de lugares-comuns ultra-românticos e de um humorismo que parece por vezes reduzi-los a nada. [...]»

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Historias de Gente Moça



JULIO CESAR MACHADO

Lisboa, 1863
José Maria Corrêa Seabra – Editor
1.ª edição
18,1 cm x 12 cm
6 págs. + II págs. + 234 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Conceituado Comerciante

OLAVO D’EÇA LEAL
capa e ilustrações de Paulo-Guilherme

Lisboa, 1958
Gomes & Rodrigues, Lda.
1.ª edição
21,5 cm x 15,3 cm
272 págs. + 3 folhas em extra-texto
ilustrado no texto com 6 desenhos a negro de página inteira e 3 a cor em extra-texto
exemplar muito bem conservado
autenticado por assinatura-carimbo do Autor
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pai e filho – Olavo e Paulo-Guilherme – envolvidos na mesma obra. E pode dizer-se que o extraordinário grafista soube traduzir em imagens plásticas todo o ambiente do romance urbano pequeno-burguês, típico de uma Europa em reconstrução no pós-guerra. Ambos artistas de expressão alargada, cultores quer da escrita, quer das artes visuais, quer do cinema, será pela voz radiofónica do pai, aos microfones da Emissora Nacional, que um género de folhetim dramático – natural antepassado das actuais telenovelas – se difundiu e fez dele o herói popular das donas-de-casa exemplares no Estado Novo. Com a vinda da televisão, também naturalmente o género e os seus promotores nunca caíram no esquecimento, antes pelo contrário: expandiram-se no imaginário pobre da nação. Em matéria de artes condicionantes, foi o pai assistente de realização cinematográfica, entre outras, nas filmagens de A Revolução de Maio de António Lopes Ribeiro, exemplo máximo de propaganda governamental; passos que o filho seguiu como efémero realizador, mas principalmente como publicitário.

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O Processo Arquivado



OLAVO D’EÇA LEAL
capa de Alberto Cardoso

Porto, 1948
Editorial Ibérica
1.ª edição
19,5 cm x 13 cm
276 págs.
exemplar estimado, vagos sinais de caruncho na contracapa e nas últimas páginas; miolo limpo, parcialmente por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nem Tudo Se Perde no Ar


OLAVO D’EÇA LEAL

Lisboa, 1945
Edições Universo, L.da
1.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
256 págs.
subtítulo: 3.ª Selecção de Diálogos Radiofónicos
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Amor, o Dinheiro e a Morte


OLAVO D’EÇA LEAL
capa de Paulo-Guilherme

Lisboa, 1960
ETA – Editorial Técnica e Artística S.A.R.L.
1.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
140 págs.
subtítulo: Tragi-farsa
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota editorial na contracapa:
«A peça odiada pela crítica!...»

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sábado, fevereiro 16, 2019

Discours de la Servitude Volontaire


ESTIENNE DE LA BOËTIE
pref. Edmond Gilliard
posf. André Desponds

Porrentruy (Suíça), 1943
Éditeurs des Portes de France
s.i. (1.ª edição «le jour de la Décollation de saint Jean-Baptiste de l’an de guerre mil neuf cent quarante-trois»)
texto em francês
18,6 cm x 12,8 cm
96 págs.
composto manualmente em elzevir e impresso a duas cores directas sobre velino
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
é o n.º 700 de uma tiragem numerada de apenas 1.000 exemplares
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O legado de La Boétie (1530-1563) centra-se na denúncia radical do absolutismo e da tirania, inspirando todos os promotores da desobediência civil e da resistência não-violenta.

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La Liberté


BAKOUNINE
pref. e notas de François Munoz

Paris, 1965
Jean-Jacques Pauvert éditeur
1.ª edição
texto em francês
18 cm x 9 cm
336 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
carimbos de posse em ambos os lados da folha de frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

O anti-autoritário russo Mikhail Bakunine, que viveu entre 1814 e 1876, é, acima de tudo, conhecido pelo papel que desempenhou no seio da Associação Internacional dos Trabalhadores (dita I Internacional). Sobretudo, é muito citada, quer por marxistas quer por anarquistas, a sua ruptura ideológica com Karl Marx, culminando na cisão da Internacional em duas tendências. Deve-se isso ao facto de o mundo das lutas operárias, de então para cá, nunca mais ter deixado de carburar a dois tempos, cabendo o tempo morto dos adiamentos reformistas aos partidários de Marx…

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L’Entr’aide


PIERRE KROPOTKINE
trad. L. Bréal

Paris, 1910
Librairie Hachette et C.ie
3.ª edição
texto em francês
19,5 cm x 13 cm
2 págs. + XVIII págs. + 396 págs.
subtítulo: Un facteur de l’évolution
encadernação modesta de amador inteira em tela encerada, muito discreta gravação a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, vagamente acidulado
assinaturas de posse no ante-rosto e no frontispício
carimbo de «Oscar Soares – Bahia-Brazil» no frontispício e nas págs. VII, 1, 51, 101, 151, 201, 251, 301, 351 e 385
esporádicos sublinhados nas págs. 5-6, 19, 60, 61-62, 81, 125, 126 e 246-247
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do estudo das formas que a entreajuda adquire, conforme se concretiza no mundo animal ou ao longo da História da humanidade até aos nossos (finais do século XIX) dias. Pyotr Alexeyevich Kropotkin (1842-1921), geólogo e filósofo, destacou-se como um dos mais profundos activistas e teorizador do anarquismo internacional.

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Á Gente Nova


PEDRO KROPOTKINE
trad. Affonso Lopes-Vieira

Lisboa, 1904
Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
32 págs.
capa impressa retro e verso
exemplar com acentuada acidez mas aceitável; miolo limpo, papel frágil
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Em Volta duma Vida



PEDRO KROPOTKINE
trad. Emilio Costa
pref. Jorge Brandés
capa de Astrigildo Chaves

Lisboa, 1907
Typographia do Commercio
1.ª edição
20 cm x 14,3 cm
510 págs.
subtítulo: Memorias
modesta encadernação antiga de amador em meia-inglesa gravada a ouro e relevo seco na lombada
pouco aparado, boas margens
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
discretos carimbos de posse nas folhas-de-guarda
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, fevereiro 15, 2019

O Problema Agricola (I)


BAZILIO TELLES

Porto, 1899
Livraria Chardron
1.ª edição
18,9 cm x 12,4 cm
260 págs. + XXII págs. + VI págs.
subtítulo: Credito e Imposto
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Estudos Historicos e Economicos (II)



BAZILIO TELLES

Porto, 1901
Livraria Chardron
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
352 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
carimbo do revendedor Livraria Pedro Dias – Lagos no frontispício
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Introdução ao Problema do Trabalho Nacional (III)



BAZILIO TELLES

Porto, 1902
Livraria Chardron
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
232 págs. + VIII págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta na capa uma rubrica de posse e no frontispício carimbo de entrada em biblioteca particular
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Carestia da Vida nos Campos (IV)


BAZILIO TELLES

Porto, 1904 [aliás, 1903]
Livraria Chardron de Lello & Irmão, Editores
1.ª edição
18,8 cm x 12,2 cm
428 págs.
subtítulo: Cartas a um lavrador
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Construído sob a forma simples de cartas ao povo, explicando conceitos correntes, o seu autor, apesar de republicano ministeriável, fez-se nomeadamente notar, em 1911, pela sua polémica proposta da reposição da pena de morte.

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A Questão Religiosa (V)



BAZILIO TELLES

Porto, 1913
Livraria Moreira – Editores
1.ª edição
19,8 cm x 13,2 cm
88 págs.
exemplar com a capa muito oxidada, com falhas de papel restauradas em tosco; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Em suma, aqui se trata do mais radical posicionamento da República perante o culto católico, que Basílio Teles resume numa proposta de «bazes geraes em que o entendimento recíproco é acceitavel, e não seria talvez difficil d’ultimar rapidamente»:
«[...] Ficam supprimidas, nos orçamentos do Estado e dos corpos administrativos, quaesquer despezas para cultos; [...]
Fica supprimido o ensino religioso nas escolas officiaes, o da história das religiões exceptuado. [...]
Deixam de ser reconhecidas pelo Estado quaesquer prestações, incluindo as consuetudinárias, dos parochianos, aos seus párochos como subvenção cultual, ou cultual e pessoal ao mesmo tempo. [...]
Serão revertidos para o Estado e corporações administrativas, cabendo ao ministério da Justiça o seu arrolamento e avaliação, todos os bens immobiliários e mobiliários até aqui affectos ou destinados ao culto público da religião cathólica, á sustentação, residência, instrucção e recreio dos seus ministros, alumnos ecclesiásticos e demais pessoal da Egreja, desde que se prove não pertencerem a particulares ou a corporações com individualidade jurídica. [...]
Serão equiparados, para effeitos tributários, os bens ou valores affectos ao culto cathólico [...].»
Etc., etc.

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quarta-feira, fevereiro 13, 2019

Brasilia Brasiliæ cor



aa.vv.
pref. Fanor Cumplido Junior
grafismo de Manuel Motta Cardoso

Lisboa, s.d. [circa 1960]
Escritório de Propaganda e Expansão Comercial do Brasil em Lisboa
1.ª edição
21,5 cm x 17 cm
80 págs. + 48 págs. em extra-texto + 3 desdobráveis em extra-texto + 1 cromo colado em página adequada
profusamente ilustrado a preto e a cor no corpo do texto e em separado
exemplar estimado, falhas e restauros na sobrecapa de polyester; miolo limpo
carimbo de posse da biblioteca da Escola Comercial Patrício Prazeres no ante-rosto
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Entre as colaborações, no geral anónimas, encontram-se nomes como os de Oscar Niemyer e Osvaldo Orico.

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Alguns Rudimentos de Urbanização



J. J. M. NOGUEIRA SOARES

Porto, 1945
Edições Marânus
1.ª edição
21,2 cm x 15,5 cm
214 págs. + 6 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
ilustrado
corte das folhas serrilhado
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Com o propósito de tornar mais conhecidos alguns conceitos gerais de urbanização […]», assim abre o autor o seu livro.

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ANTONIO NOBRE
desenhos de Eduardo Moura e Julio Ramos
retrato do Autor «d’après Thomaz Costa»

Paris – Lisboa / Rio de Janeiro – São Paulo – Belo Horizonte, 1913
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Francisco Alves
3.ª edição
20 cm x 11 cm (esguio)
176 págs.
profusamente ilustrado a cores
encadernação antiga meia-francesa em pele e papel de fantasia com ferros a ouro na lombada, nervuras pespontadas, cantos em pele
muito pouco aparado, sem as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição graficamente muito elegante, é a verdadeira 3.ª edição, que serviu à Renascença Portuguesa, no mesmo ano, de modelo para uma pseudo-terceira de circulação nortenha.
Trata-se do poeta que melhor soube trazer para dentro da retórica dos versos, já depurado, o romantismo narrativo das Viagens na Minha Terra de Garrett:
«[...] E o carro ia aos solavancos.
Os passageiros, todos brancos,
Ressonavam nos seus gabões:
E eu ia álerta, olhando a estrada,
Que em certo sitio, na Trovoada,
Costumavam sair ladrões.

Ladrões! Ó sonho! Ó maravilha!
Fazer parte d’uma quadrilha,
Rondar, á Lua, entre pinhaes!
Ser Capitão! trazer pistolas,
Mas não roubando, – dando esmolas
Dependuradas dos punhaes... [...]»

É este escritor que um poeta nosso contemporâneo recente – João Miguel Fernandes Jorge – louvava no semanário Expresso (11 de Abril, 1987) nos seguintes termos: «[...] O é uma lição de portugalidade, aprendi nele Portugal e foi ele que me conduziu à monarquia, por exemplo [...]. Penso que toda a poesia arrasta consigo um sentido de mensagem, por isso o Nobre me seduziu. O Nobre é um dos mentores do Estado Novo. [...]»


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Despedidas, 1895-1899



ANTONIO NOBRE
pref. José Pereira Sampaio (Bruno)

Porto, 1902
ed. Augusto Nobre [irmão do Poeta]
1.ª edição
23 cm x 14,9 cm
10 págs. + 128 págs.
impresso em papel superior avergoado
luxuosa encadernação em meia-inglesa com cantos em pele e gravação a ouro na lombada
conserva as capas de brochura
aparado e carminado somente à cabeça
exemplar muito estimado; miolo limpo
inclui a fotografia do Autor em brometo de prata que aparece somente em alguns poucos exemplares
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Editado por altura do segundo aniversário da morte de Nobre, documenta aquilo que pode ter sido o embrião de um segundo livro de versos.

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Lisboa


ANTONIO NOBRE
nota introdutória de Henrique de Campos Ferreira Lima

Lisboa, 1914
[Typ. do Annuario Commercial]
2.ª edição [1.ª edição em separata]
23,7 cm x 16 cm
16 págs.
subtítulo: Publicada em homenagem á secção de Archeologia Lisbonense da «Associação dos Archeologos Portuguezes» pela sua brilhante iniciativa na orginasação da «Exposição Olissiponense»
impresso em papel superior avergoado
composto manualmente
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação autónoma de um poema que, apesar de vir inserido no volume póstumo Despedidas, aí sob título mais extenso, a Associação dos Arqueólogos Portugueses reclamava possuir o respectivo autógrafo.

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Primeiros Versos



ANTONIO NOBRE

Porto, 1921
Editado por Augusto Nobre
1.ª edição («edição posthuma»)
21,9 cm x 14,5 cm
4 págs. + 156 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: 1882-1889
ilustrado
impresso sobre papel superior Whatman
exemplar estimado, capa manchada, restauro na lombada; miolo limpo, indícios ocasionais de foxing
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Contrariamente ao que indica o catálogo Biblioteca do Dr. Laureano Barros (ref. 3952, Porto, 2010), elaborado pela Livraria Manuel Ferreira, os exemplares correctos da vertente obra incluem dois retratos de António Nobre.

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Cartas e Bilhetes-Postais a Justino de Montalvão




ANTÓNIO NOBRE
org., pref. e notas de Alberto de Serpa

Porto, 1956
Livraria Figueirinhas
1.ª edição
21,2 cm x 15,7 cm
200 págs. + 3 folhas em extra-texto
impresso a duas dores sobre papel superior
exemplar estimado, lombada amarelecida pela continuada presença da luz; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do escritor Alberto de Serpa
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata o volume da reunião de «[...] simples cartas de confidência a amigo distante, com os olhos só nas linhas e a alma apenas em desabafo, uns e uma sem atenção à posteridade. Mas porque o homem que as escreveu é António Nobre, pertencem ao mais alto da nossa História Literária. [...]» Assim justifica Serpa, no prefácio, a humilde edição.


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Três Cartas Inéditas para José de Castro


ANTÓNIO NOBRE
pref. e notas de Manuel Mendes
ilust. Loys Delteil

s.l. [Lisboa], 1957
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,2 cm x 12,8 cm
36 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, folha de couché da gravura com sinais de antiga humidade
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, fevereiro 12, 2019

Crónica da Fundação do Mosteiro de Jesus, de Aveiro, e Memorial da Infanta Santa Joana filha del Rei Dom Afonso V



[ANTÓNIO GOMES DA ROCHA MADAHIL, leitura e prefácio]

Aveiro, 1939
Edição do Prof. Francisco Ferreira Neves
1.ª edição
24,7 cm x 17,3 cm
XL págs. + 304 págs. + 5 folhas em extra-texto (imagens)
subtítulo: Códice quinhentista
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
tiragem declarada de apenas 637 exemplares
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, fevereiro 09, 2019

Longe




[JOSÉ] GOMES FERREIRA
capa e ex-libris de Humberto Pelágio

Lisboa, 1921
Livrarias Aillaud e Bertrand
1.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
128 págs.
subtítulo: Sonetilhos
encadernação recente inteira em tela com rótulo de pele gravado a ouro e colado na pasta anterior
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo no geral limpo, sujidade nas págs. 30-31
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do segundo livro do conhecido poeta, obra por ele omitida da sua bibliografica.

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Lisboa na Moderna Pintura Portuguesa


JOSÉ GOMES FERREIRA

Lisboa, 1971
Realizações Artis
1.ª edição
24,8 cm x 21,9 cm
16 págs. + 84 págs. + VIII págs.
profusamente ilustrado em separado a negro e a cor
corpo do texto impresso a duas cores sobre papel superior creme
encadernação editorial em sintético gravado a prata e relevo seco nas pastas e na lombada, policromia colada na pasta anterior
folhas-de-guarda impressas, ilustrações protegidas por papel de cristal
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pequena história dos pintores do século XX que elegeram a capital para modelo das suas obras, escrita por um poeta conhecido exactamente, à semelhança de Cesário, pelo modo como incluiu Lisboa nos seus versos.

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Sentido e Forma da Poesia Neo-realista


EDUARDO LOURENÇO
grafismo do pintor Espiga Pinto

Lisboa, 1968
Editora Ulisseia
1.ª edição
18,2 cm x 10,2 cm
272 págs.
com sobrecapa em papel de alcatrão
é o n.º 20 da prestigiada Colecção Poesia e Ensaio
exemplar como novo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prólogo, para bom entendedor...:
«[...] Esta precedência histórica e ideal da teoria sobre a visão literária que ela determinou ou pareceu determinar num certo período do neo-realismo, teve as mais fundas consequências. Ela converteu a priori os seus servidores em guardiães ou apóstolos de uma ortodoxia literária, de um “dever-ser” cultural, sombra ou sósia do “dever-ser” ideológico. [...]»

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Tempo e Poesia



EDUARDO LOURENÇO

Porto, Dezembro de 1974
Editorial Inova
1.ª edição (em livro)
19,5 cm x 14 cm
312 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de importantes reflexões, que andavam dispersas por jornais e revistas, algumas estas de absoluta raridade como a Árvore ou a Tetracórnio, ou mesmo o jornal Europa, e cuja importância não deixa de ser admirável num filósofo não alinhado pelos cânones da época da sua formação intelectual, quando o ditado oficial português mais não produzia que superstições messiânicas e marianistas.

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Fernando Pessoa, Roi de Notre Bavière


EDUARDO LOURENÇO
trad. Annie de Faria

Paris, 1997
Editions Chandeigne – Librairie Portugaise
1.ª edição
texto em francês
20,4 cm x 13,8 cm
208 págs.
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Fernando Re della Nostra Baviera


EDUARDO LOURENÇO
trad. e pref. Daniela Stegagno
grafismo de Bruno Conte

Roma, 1997
Edizioni Empirìa
1.ª edição
texto em italiano
20,8 cm x 14,2 cm
184 págs.
subtítulo: Dieci Saggi su Fernando Pessoa
exemplar muito estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Fernando, Rei da Nossa Baviera, dá seguimento à renovada observação crítica do estudioso e pensador da cultura portuguesa, Eduardo Lourenço, que nunca deixou de regressar aos enigmas da vida e obra de Fernando Pessoa.

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