quinta-feira, Novembro 27, 2014

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Index Librorum Prohibitorum [...]



Roma, 1758
Ex Typographia Rev. Cameræ Apoftolicæ
s.i.
18,4 cm x 12 cm
12 págs. (não numeradas) + 1 folha (gravura) + XXXVI págs. + 304 págs.
subtítulo: [...] SSmi D. N. | Benedicti XIV. | Pontificis Maximi | Jussu | Recognitus, atque editus
encadernação coeva inteira em pele marmoreada com gravação de motivos florais e rótulo com o título a ouro no lombo, bordo das pastas igualmente gravado a ouro
pouco aparado, corte das folhas carminado
exemplar muito estimado, com falhas de pele na lombada e folhas-de-guarda com sinais de traça; miolo limpo, vagamente manchado nas primeiras e nas últimas folhas
ostenta na primeira folha-de-guarda discreto carimbo de entrada em biblioteca
peça de colecção
870,00 eur (IVA e portes incluídos)

Mandada imprimir pelo papa Benedito XIV, e organizada sob forma alfabética, para melhor consulta por parte de prelados e censores, trata-se de uma sistematização dos livros tidos por infames ou heréticos, que, segundo a Igreja, deveriam ser destruídos na fogueira.

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Fahrenheit 451


RAY BRADBURY
trad. Mário Henrique Leiria
capa de Lima de Freitas

Lisboa, s.d. [circa 1966]
Edição «Livros do Brasil»
2.ª edição
21 cm x 14,5 cm
200 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado
impresso sobre superior creme
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

451 graus Fahrenheit é a temperatura estimada a que o papel entra em combustão e arde. O cineasta François Truffaut teve o mérito de traduzir esta distopia literária num filme, transpondo para as salas de projecção o alarme que o visionário escritor de antecipação científica Ray Bradbury deixara no seu livro. Trata-se de um veemente alerta para a censura, para a perseguição do saber contido nos livros, para a condenação das ideias dissidentes à fogueira, para o interdito generalizado. Alerta para um mundo que tem vindo a substituir, intencionalmente, a leitura pela imbecilização das multidões através do acrítico condicionamento rádio-televisivo e do aprisionamento aos varais dos computadores; onde restarão, talvez, por fim, sociedades secretas de livre-pensamento com militantes que memorizam livros inteiros antes que a ordem natural do progresso os faça desaparecer.

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A Previsão do Tempo



JULIO ARTHUR LOPES CARDOSO

Lisboa, 1890
Companhia Nacional Editora, sucessora de David Corazzi e Justino Guedes
1.ª edição
16,7 cm x 11,1 cm
64 págs.
ilustrado
exemplar estimado, com discretos restauros na dobra; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Desde sempre o homem tentou compreender, por antecipação, o dia de amanhã. Depois de ter começado a aceitar as propriedades físicas e químicas da atmosfera, tendo para isso denegado intuições e preconceitos religiosos, e criado os instrumentos auxiliares de medida, melhor pôde compreender a inevitabilidade dinâmica do meio ambiente. Ou seja: Santa Bárbara substituída pelo termómetro, o barómetro, o higrómetro, etc. O vertente livrinho dá testemunho do ponto de um tal saber científico nos finais do século XIX.

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A Origem dos Ciclones


ANTONIO M. C. CARVALHO SERRA

s.l. [Setúbal ?], 1933
ed. Autor
[1.ª edição]
18,4 cm x 11,8 cm
72 págs.
subtítulo: Demonstração fisica experimental deste fenomeno e forma pratica de calcular as datas do seu inicio. Lei da periodicidade e experiencia comprovativa do movimento da Terra em volta do Sol
profusamente ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de teor científico com grande interesse meteorológico.

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Memorias | dos Annos de 1775. A 1780. | Para servirem de historia | á | analysi, e virtudes | das | Agoas Thermaes | da | Villa das Caldas da Rainha




JOAQUIM IGNACIO DE SEIXAS BRANDÃO
carta-pref. Manoel de Moraes Soares

Lisboa, 1781
Na Regia Officina Typografica
1.ª edição
21,5 cm x 14,8 cm
2 págs. + XXXII págs. + XIV págs. + 282 págs.
encadernação da época inteira em pele com elegante gravação a ouro na lombada entre nervuras e na espessura das pastas, esquadria a relevo seco em ambas as pastas
folhas-de-guarda originais marmoreadas e corte das folhas marmoreado a condizer
exemplar em bom estado de conservação, pele da encadernação ocasionalmente esfolada; miolo pouco aparado, muito limpo, papel sonante
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
600,00 eur (IVA e portes incluídos)

Joaquim Inácio de Seixas Brandão foi, segundo Inocêncio Francisco da Silva, «Doutor em Medicina pela Faculdade de Montpellier, Medico do Hospital R. da villa das Caldas da Rainha etc. – N. na provincia de Minas-geraes, no Brasil, e a julgarmos pelo seu appellido, seria talvez parente proximo de D. Maria Joaquina Dorothea de Seixas Brandão, que foi immortalisada pelo celebre e infeliz Gonzaga nas suas lyras sob o nome de Marilia de Dirceu. [...]» (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo IV, Imprensa Nacional, Lisboa, 1860)

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Le Portugal Hydromineral



LUIZ DE MENEZES CORREIA ACCIAIUOLI

Lisboa, 1952-1953
Direction Generale des Mines et des Services Geologiques
1.ª edição
2 volumes (completo)
texto em francês
23,3 cm x 16,6 cm
[16 págs. + 288 págs. + 9 folhas desdobráveis] + [576 págs. + 4 folhas desdobráveis]
ilustrados
exemplares estimados, capas empoeiradas; miolo limpo
valorizados pela dedicatória manuscrita do Autor ao conde de Arrochella [José Martinho de Arrochela Pinto de Lancastre Ferrão, 3.º conde de Arrochela]
57,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante estudo acerca da geologia do território nacional (continente e ilhas) e relatório científico e enquadramento logístico das instalações termais. É de notar que o primeiro volume quase apenas se cinge à história da utilização das águas na crenoterapia.

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Thermas de Caldellas (1901-1902)


JOÃO NOVAES

Caldelas, 1903
Emprezarios – Coelho & C.ª
1.ª edição
20,1 cm x 11,3 cm
100 págs. + 1 folha desdobrável em extra-texto (mapa da região)
subtítulo: Therapeutica Hydro-Mineral
capa impressa sobre cartolina de fantasia imitação de pele de réptil
acabamento com cantos arredondados
exemplar com muito restauro nas capa, contracapa e lombada; miolo limpo mas homogeneamente oxidado
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livrinho destinado «[...] a duas ordens de leitores – medicos e aquistas – tem, para ser util a ambos de elucidar os primeiros sobre a indicação thermal de Caldellas, e ensinar os ultimos tanto quanto possivel, na pratica do tratamento hydrologico. [...]»

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Banhos de Caldas e Aguas Mineraes



RAMALHO ORTIGÃO
pref. Julio Cesar Machado
ilust. Emílio Pimentel

Porto, 1875
Livraria Universal de Magalhães & Moniz – Editores
1.ª edição
24,4 cm x 16,9 cm
142 págs. + 12 folhas em extra-texto (gravuras)
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
acondicionado num estojo de confecção manual recente forrado a tela crua, com um cromo colado na tampa
PEÇA DE COLECÇÃO
210,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Hygiene, e Medicina Popular


GUILHERME CENTAZZI

Lisboa, 1844
Typ. de Antonio José da Rocha
2.ª edição
20,9 cm x 13,6 cm
320 págs.
encadernação de amador, cantos em pele, gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
210,00 eur (IVA e portes incluídos)

Guilherme Centazzi (1808-1875) foi médico, músico, escritor e jornalista. Homem de ideias liberais, pioneiro na aplicação da ginástica à medicina, com obras várias publicadas de teor científico, pode atribuir-se-lhe ainda – antecipando-se a Herculano e Garrett – a introdução do romantismo no romance nacional, em 1840, por via do seu magnífico livro O Estudante de Coimbra.

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A Vida ao Ar Livre


J. [JOHANNES] P. [PETER] MÜLLER
trad. Ardisson Ferreira

Paris-Lisboa / Porto / Rio de Janeiro, 1911
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Chardron / Livraria Francisco Alves
1.ª edição
18,8 cm x 12,2 cm
172 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio do tradutor:
«[...] A Vida ao Ar Livre, complemento de O Meu Sistema, contém a apologia dos agentes vitaes que a natureza nos offerece a todo o momento, e bastos e racionaes conselhos ácerca da higiene e dos desportos, conselhos que o auctor apresenta despretenciosamente e em linguagem clara e sobremaneira attrahente.»

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O Meu Systema


J. [JOHANNES] P. [PETER] MÜLLER

Lisboa, s.d.
Livraria Bertrand
[1.ª edição ?]
23,3 cm x 15,5 cm
128 págs.
subtítulo: A saude a troco d’um quarto de hora d’exercicio por dia
ilustrado a negro no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do manual de referência para ginastas.

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A Cultura Física Pela Respiração



[BERNARD] ARNULPHY

Lisboa, s.d.
Livraria Popular de Francisco Franco
7.ª edição
20 cm x 13,4 cm
144 págs.
profusamente ilustrado a negro no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, Novembro 25, 2014

Cancioneiro de Entre Douro e Mondego

ARLINDO DE SOUSA
capa de Couto Tavares

Lisboa, s.d. [circa 1944]
Livraria Bertrand
[1.ª edição]
16,2 cm x 9,7 cm
408 págs.
subtítulo: Douro Litoral e Beira Litoral
ante-rosto e rosto impressos a duas cores
exemplar manuseado mas muito aceitável, pequenos restauros nas dobras da lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessantíssimo trabalho etno-filológico de recolha dos cantares da tradição popular regional, que serviu ao compilador numa «Comunicação apresentada ao XVIII Congresso Luso-Espanhol para o Progresso das Ciências, realizado, em Córdova, em Outubro de 1944».

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O Nome Lisboa


ARLINDO DE SOUSA

Lisboa, 1948
Camara Municipal de Lisboa
1.ª edição
22,2 cm x 15,8 cm
4 págs. + 192 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Origem de Lisboa

ARLINDO DE SOUSA

Lisboa, 1948
Camara Municipal de Lisboa
1.ª edição
22,2 cm x 15,8 cm
4 págs. + 144 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Cruzada

JOSÉ AUGUSTO DE OLIVEIRA

Lisboa, 1949
Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição
22,2 cm x 16,1 cm
144 págs.
subtítulo: Subsídios para a História da Conquista de Lisboa
exemplar em bom estado de conservação
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Argumento Cinematográfico [junto com] As Máquinas e o Estudo [junto com] A Realização Cinematográfica



ERNESTO DE SOUSA
MANUEL RUAS
ADELINO CARDOSO
FONSECA E COSTA
et alli

Lisboa, s.d. [1956]
Sociedade de Artes Gráficas, Limitada
1.ª edição [única]
3 volumes (completo)
18,2 cm x 11 cm
[96 págs. + 4 págs. em extra-texto] + [92 págs. + 4 págs. em extra-texto] + [96 págs. + 1 desdobrável em extra-texto]
subtítulos: 1 – Como Se Escreve um Filme; 2 – Primeira Iniciação à Técnica Cinematográfica; 3 – Noções Sobre a Realização de um Filme
ilustrados
capas impressas no verso
exemplares estimados, lombada esfolada no vol. 2; miolo limpo
acondicionados em estojo artístico próprio de fabrico recente
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

A importância de Ernesto de Sousa – o animador da vertente colecção – para o meio artístico português nos anos 50-70 do século XX ultrapassa em muito a sua intervenção quer em revistas da especialidade, quer no fomento de cineclubes. Até Eduardo Prado Coelho lhe reconheceu o mérito (in Ernesto de Sousa – Itinerários [catálogo], Secretaria de Estado da Cultura, Lisboa, s.d. [1987]):
«[...] Ser-me-ia muito difícil, até por manifesta impreparação, falar da obra de Ernesto de Sousa (no cinema, na literatura, na crítica, nas artes plásticas), se não tivesse a profunda convicção de que essa obra apenas existe sob a forma daquilo a que alguns escritores de língua francesa poderão chamar o désœuvrement, isto é, uma arte de puxar fios, desfiar as linhas invisíveis, os travejamentos ocultos, as costuras secretas, de tudo o que por momentos se consolida como instituição social ou estética, e ser capaz de instituir clareiras, lugares de encontro, de cumplicidade, de reinvenção de formas de sociabilidade e conjura. Seria manifestamente pouco dizer que Ernesto de Sousa tem sido, acima de tudo, alguém que soube, melhor de que qualquer de nós, encenar, com a participação de nós todos, o espaço da arte contemporânea em que todos estamos envolvidos. Porque o valor do trabalho de Ernesto de Sousa é muito mais do que isso. É uma permanente lição de persistência e apagamento, de presença e clandestinidade, de opções radicais e fraterno entendimento dos laços da palavra, de inovação e escuta dos valores mais discretos da arte popular ou quotidiana, de frieza e paixão, de fanatismo e distracção, de força e fragilidade. Seria difícil encontrarmos neste exíguo espaço português alguém que tanto tenha contribuído para o alterar sem nunca ter enveredado por posturas de domínio, afirmação, ocupação ou poder. Seria difícil apontarmos alguém a quem devemos tanto tendo-o encontrado tão poucas vezes e de um modo tão oblíquo. Ernesto de Sousa é certamente o mais discreto, invisível, silencioso, clandestino e apaixonado mestre de múltiplas gerações. É essa a sua imensa obra: difusa, transparente, transversal, dispersa e fluída nesse jeito inconfundível de saber como nos atravessar.»

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A Evolução Estética do Cinema




ANTÓNIO DE MACEDO
vinhetas de João Abel Manta
colab. Vasco Granja, F. Marques Lopes, Manuel de Seabra e Raul de Carvalho

Lisboa, 1959-1960
Clube Bibliográfico Editex Lda. (ed. Autor)
1.ª edição
2 volumes (completo)
28,9 cm x 20,7 cm
744 págs. (numeração contínua): [XVI págs. + 336 págs. + 50 págs. em extra-texto (1 cromo colado numa delas) + 1 desdobrável em extra-texto] + [408 págs. + 58 págs.]
profusamente ilustrados no corpo do texto e em separado
linotipados e impressos sobre papel superior creme, extra-textos em rotogravura
encadernação de amador em tela encerada com gravação a ouro nas lombadas
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

É talvez o mais conciso instrumento de trabalho para estudantes candidatos a cineastas – ainda hoje, e apesar da maciça revolução tecnológica na indústria cinematográfica. Publicado num momento de explosão estética de uma nova geração que mostrava os primeiros conseguimentos de Fernando Lopes e Manuel de Oliveira. Seguir-se-lhe-á o muito que Ernesto de Sousa também ao cinema trará...
António de Macedo, arquitecto de profissão, que abandonou para se dedicar exclusivamente ao cinema, para além da realização (Domingo à Tarde, Nojo aos Cães, A Promessa, etc.) foi o principal fundador e animador da cooperativa Cinequanon, que, mesmo antes do 25 de Abril, se propunha produzir um tipo de filmes fora do proteccionismo material e ideológico do Estado fascista.

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As Horas de Maria


ANTÓNIO DE MACEDO
capa e grafismo de Carlos Alves

Lisboa, 1977
Cinequanon
1.ª edição
20,7 cm x 12,6 cm
116 págs. + 20 págs. em extra-texto
subtítulo: Guião do filme com o diálogo integral
exemplar como novo
junto com o bilhete de cinema referente a uma das sessões de projecção da película, que tivera estreia a 3 de Abril de 1979 no mesmo cinema Nimas, sob o ataque cerrado dos protestos e das rezas de manifestantes beatos a soldo da Igreja
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Previdência Social



[MÁRIO ROSEIRA
F. MOREIRA RIBEIRO]
capa e ilust. Marcelo de Morais

Lisboa, 1955
Campanha Nacional de Educação de Adultos
1.ª edição
16,5 cm x 11,2 cm
172 págs.
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado, lombada manchada e fortemente consumida pela luz; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estabelece-se no vertente livro, com alguma perversidade, apesar do intuito pedagógico, um paralelismo entre a ideia que o Estado Novo tinha de previdência social e alguns adágios populares, obviamente os de mais elevado teor moralista. O estilo escolhido pelos redactores foi o das letras gordas para analfabetos e o estilo é o paternalista e redutor utilizado na educação tradicional das crianças.

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sábado, Novembro 22, 2014

Inquérito Literário


BOAVIDA PORTUGAL

Lisboa, 1915
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira
1.ª edição
18,9 cm x 13,2 cm
356 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação de amador inteira em sintético com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Boavida-Portugal, também jornalista, ficou famoso com a publicação deste Inquérito Literário, que reuniu pareceres de, entre outros, Teixeira de Pascoais, Gomes Leal, João Grave, Carlos Malheiro Dias, etc., dando origem a uma violenta polémica entre Adolfo Coelho e Fernando Pessoa.

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Inquérito ao Livro em Portugal



IRENE LISBOA

Lisboa, 1944 e 1946
Seara Nova
1.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
19 cm x 12,6 cm
[8 págs. + 258 págs.] + [6 págs. + 200 págs.]
subtítulos: I – Editores e livreiros; II – A arte do livro
volumes dissemelhantes, um em brochura, o outro encadernado
encadernação de amador com lombada em pele e pastas em tela encerada, elegante gravação a ouro, muito pouco aparado, conserva a capa anterior da brochura
exemplares estimados, discretos restauros no brochado; miolo limpo, vol. I por abrir, papel evidenciando alguma acidez
assinatura de posse no vol. II
valorizados pela dedicatória manuscrita da Autora, no vol. I, a Diogo de Macedo, que nem se dignou abrir os cadernos da obra
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante registo de entrevistas a diversos responsáveis por editoras e tipografias, visando compreender o estado da indústria nacional do livro no imediato pós-guerra.

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sexta-feira, Novembro 21, 2014

O Trajo Popular em Portugal nos Seculos XVIII e XIX [junto com] O Trajo Popular em Portugal nos Seculos XVI e XVII




ALBERTO SOUZA

Lisboa, 1924 e 1925
Edição do Autor
Livraria Portugália (depositário)
1.ª edição
2 volumes (completo)
32 cm x 24,5 cm (in 4.º)
[254 págs. + 8 estampas em extra-texto (tricromias)] + [XVI págs. + 80 págs. + 3 estampas em extra-texto (tricromias)]
subtítulos:
I parte – 400 Gravuras Reproduzidas Directamente pela Fotografia, Segundo os Documentos da Época
II parte – 200 Gravuras Reproduzidas Directamente pela Fotografia, Segundo os Documentos da Época
profusamente ilustrada
impressão sobre papel superior, tricromias impressas sobre cartolina couché, capas de brochura com estampas coladas
encadernações dissemelhantes (editorial, a do vol. I; o vol. II nunca chegou a ter capas do editor), lombadas e cantos em pele com gravação a ouro
aparados e carminados somente à cabeça
conservam todas as capas de brochura, foram utilizadas algumas das capilhas de protecção dos fascículos para folhas-de-guarda
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
220,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alberto Sousa, pintor discípulo do aguarelista Nicola Bigaglia e do desenhador Manuel de Macedo, legou à história literária nacional obra gráfica de ilustrador ainda hoje reconhecida. Como estudioso interessado pela arqueologia, é de lembrar a sua co-responsabilidade editorial, juntamente com Sebastião Pessanha e Virgílio Correia, na revista etnográfica Terra Lusa.
Da publicidade aquando do lançamento da vertente obra:
«Esta obra onde se vai compendiar a História do Trajo Popular no nosso país, representando um valioso cometimento, destina-se a difundir, pelo pitoresco, do vestuário do povo, o conhecimento do caracter português nas suas exteriorizações sumptuárias. Nada existindo sôbre tal matéria, ela, por isso, representa um alto serviço prestado reunindo elementos dispersos de informação e formando um vasto núcleo de consulta para os artistas, literatos e comediógrafos que procuram, na idea de revigorar a tradição, a sentimentalidade e as usanças nacionais, bases firmes para erguer a sua obra artística e literária, aproveitando todo o pitoresco da comédia popular, manifestado com ingénua exuberância, na forma de trajar. Dada a novidade e o interêsse dêste trabalho, é de crer que ao autor-editor não faltarão razões para supor o bom acolhimento que lhe será dispensado.»

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Terra Lusa – Revista de Arqueologia Artistica e Etnografia




Lisboa, Outubro de 1951, Julho de 1952 e s.d.
Livraria Ferin
dir. Sebastião Pessanha e Alberto Sousa
colecção completa (3 números)
30 cm x 22,8 cm
96 págs. (numeração contínua [3 x 32 págs.]) + 3 folhas em extra-texto, duas das quais têm 1 cromo colado + 2 cromos (ex-libris) colados na pág. 96
profusamente ilustrados
exemplares manuseados mas aceitáveis; miolo limpo
acondicionados em elegante estojo próprio de recente manufactura
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, de Rocha Madahil, Augusto e Fernando Pires de Lima, Jorge Dias, Luís Chaves, Cardoso Marta, Ary dos Santos (pai), Azinhal Abelho, Ernesto de Oliveira, Pedro Batalha Reis, etc.
Da proposta inicial, assinada por D. Sebastião Pessanha:
«[...] Terra Lusa será principalmente mais um repositório de materiais adrede reunidos para um melhor conhecimento de Portugal e do seu povo – e neste desejo se alarga, quanto possível, o âmbito da sua actividade –, ao mesmo tempo que procurará defender, por todas as formas, o que resta do património material e espiritual que herdamos das passadas gerações, que o mesmo é que defender a própria nacionalidade. [...]»

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quinta-feira, Novembro 20, 2014

Cartas Familiares



D. FRANCISCO MANOEL [DE MELO]

Lisboa, 1752
Na Offic. dos Herd. de Antonio Pedrozo Galram
2.ª edição
20 cm x 14,8 cm
22 págs. (não numeradas); 560 págs.
subtítulo: Escritas a varias pessoas | fobre affumptos diverfos; | Recolhidas, e publicadas em cinco Centurias | Por Antonio Luiz | de Azevedo, | Profeβor de Humanidades; | offerecidas | ao Illust. e Rev. Senhor | Joaõ de Mello | Pereira de Sampayo, [...]
encadernação da época inteira em pele com rótulo e entre-nervuras impressos a ouro
aparado
exemplar estimado, pequenos restauros na lombada; miolo limpo, por vezes com o papel bastante acidulado, aparentemente reconstituído pelo cruzamento com outro exemplar
peça de colecção
400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inocêncio Francisco da Silva, no seu Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo II, n.º 1270, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859), referindo-se à edição original das Cartas Familiares, impressa em Roma no ano de 1664, diz-nos que «[...] de ordinario falta a ultima carta da centuria 5.ª, por ter sido arrancada por ordem do sancto Officio de todos os que então deram entrada no reino. Alguns rarissimos exemplares tenho visto, nos quaes apparece incorporada no fim a dita carta manuscripta, e outros, mais raros ainda, em que ella apparece impressa; mas facilmente se conhece pelas differenças do papel e typo, que foi estampada em Lisboa, e introduzida depois no volume respectivo. – O preço dos exemplares mutilados tem sido em tempos recentes de 960 a 1:600 réis; os que trazem a carta final impressa valem necessariamente mais.
Ha segunda edição das Cartas, feita em Lisboa 1752, 4.º – N’ella se fez substituir a carta ultima por outra mui curta, e destituida de todo interesse, com a qual se completou a centuria 5.ª. Esta edição é feita em mau papel, e inferior em tudo á de Roma. Todavia, no mercado corre quasi pelos mesmos preços, e eu paguei ha annos por um exemplar 1:200 réis.»

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Apologos Dialogaes


D. FRANCISCO MANOEL DE MELLO

Lisboa Occidental, 1721
Na Officina de Mathias Pereyra da Sylva; & Joam Antunes Pedrozo
1.ª edição
20,1 cm x 15,9 cm
20 págs. + 464 págs.
subtítulo: Obra posthuma, & a mais Politica, Civil & Gallante, que fez feu Author. Offerecida ao preclarissimo Senhor D. Antonio Estevam da Costa, Armador mór de S. Mageftade, &c.
encadernação recente, inteira em pele marmoreada com gravação de cariz romântico a ouro na lombada
muito pouco aparado
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta três gerações de ex-libris: JDP [?], no frontispício; Joaquim Pessoa, numa das folhas-de-guarda; e D. Diogo de Bragança, VIII marquês de Marialva, no verso da pasta anterior
PEÇA DE COLECÇÃO
970,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Nascido em Lisboa no mesmo ano que António Vieira, D. Francisco Manuel de Melo (1608-1666) é em Portugal a personificação mais acabada da cultura aristocrática peninsular na época da Restauração. [...]
[...] o seu legado literário permite classificá-lo como um dos polígrafos peninsulares que mais variadas facetas apresentam a exame. Aliás, pelo bilinguismo como pela sua biografia, D. Francisco pertence a ambos os principais patrimónios da Península.
[...] Em português redigiu os Apólogos Dialogais, que, entre três textos de crítica de costumes (Relógios Falantes, Escritório Avarento, Visita das Fontes), contém o Hospital das Letras, a primeira revisão crítica geral de autores literários antigos e modernos que se conhece na nossa língua. [...]
[...] Os apólogos supõem uma enorme reserva estilística de analogias metafóricas em torno de relógios, moedas e fontes. E assim, por exemplo, na Visita das Fontes veste de alegoria barroca o velho diálogo de Luciano de Samósata, para visar sobretudon a engrenagem administrativa e judicial do tempo. [...]
Quanto aos dois restantes apólogos (Escritório Avarento e Relógios Falantes), trata-se de uma evolução da novela picaresca segundo o modelo a que também pertence o Coloquio de los Perros de Cervantes: os relógios ou as moedas contam as suas acidentadas autobiografias, de dono em dono, através das mais diversas classes sociais e ocupações humanas, dando-nos uma vivissecção da sociedade contemporânea. São duas obras-primas da observação avulsa de costumes. [...]» (Fonte: António José Saraiva / Óscar Lopes, História da Literatura Portuguesa, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989)

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D. Teodósio II, Duque de Bragança


FRANCISCO MANUEL DE MELO
trad. e pref. Augusto Casimiro

Porto, 1944
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
22,7 cm x 15 cm
264 págs. + 1 folha em extra-texto
título e subtítulo originais: Teodósio II, Príncipe e 7.º Duque de Bragança, por direito de sangue, Senhor dos Portugueses – História própria e universal do Reino de Portugal e suas conquistas na Europa, África, Ásia e América, com notícia bastante dos acontecimentos mundiais em vida dêste Príncipe escrita por ordem do muito Alto e Poderoso Rei Nosso Senhor D. João IV, seu filho e pai da Pátria
exemplar estimado; miolo limpo
rubricas de posse nas págs. 1 e 3
35,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Fixação impressa de um documento do qual, à data, se conheciam apenas três cópias manuscritas em castelhano (Biblioteca de Évora, Biblioteca da Ajuda e Biblioteca da Academia de Ciências). Trata-se da muito incompleta biografia do pai do rei D. João IV, que, apesar de poder ter sido candidato ao trono de Portugal, viveu durante e apoiou a dominação filipina.

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Systema Legal de Medidas


JOAQUIM JOSE DA GRAÇA

Lisboa, 1864
Typographia Universal
1.ª edição
22,4 cm x 15,3 cm
VIII págs. + 200 págs.
subtítulo: Approvado Pelo Conselho Geral d’Instrucção Publica
modesta encadernação da época com lombada em pele e pastas em papel marmoreado, sóbria gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

A publicação desta obra enquadra-se na vontade de fixar normas de metrologia que estivessem em conformidade com as práticas de outros países, vontade que ficou expressa, no reinado de D. Maria II, por decreto de 22 de Dezembro de 1852. Foram muitas as obras então publicadas com o fim de divulgar o sistema métrico decimal de Moreau de Jonnés, por cá adoptado, e ao qual tudo deve a vertente obra.

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Tabellas Comparativas de Todas as Antigas Medidas Usadas no Districto de Coimbra com as do Systema Metrico



JOSÉ FERREIRA DA MATTA E SILVA

Coimbra, 1859
Imprensa da Universisdade
1.ª edição
20,6 cm x 13,9 cm
2 págs. + 216 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (grande formato) + 2 págs.
subtítulo: Precedidas de Breves Noções Sobre o Mesmo Systema e seguidas d’um Mappa de Todas as Antigas Medidas de Lisboa, que são as mesmas do Imperio do Brasil, comparadas tambem com as do novo systema
exemplar estimado, alguma sujidade e restauros na capa; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

A nota de abertura do autor é suficientemente clara acerca do que vai tratar em detalhe no seu livro:
«No fim do seculo desoito o governo da França, vendo os graves inconvenientes e grandes transtornos, que ao commercio causava a infinita variedade, que havia nos pesos e medidas em uso, entendeu dever reformar tão importante ramo de serviço público, e começou a planear a tal respeito uma completa reforma.
A Assemblêa Constituinte encarregou a Academia das Sciencias de Pariz de determinar a unidade dos pesos e medidas, e esta tomou para base do novo systema o quarto do meridiano terrestre comprehendido entre o Equador e o Polo do norte.
Os celebres geometras Delambre e Mechain foram encarregados de fazer a medição. Escolheu-se o arco do meridiano comprehendido entre Dunkerque e Barcellona, e decidiu-se, que a decima millionesima parte da distancia medida se chamasse metro, e fosse a base de todo o systema de pesos e medidas.
Para facilidade dos calculos no novo systema, adoptou-se o numero 10 como unico divisor, e porisso todos se fazem com a exacta applicação das regras das operações decimaes; a respeito das quaes vamos fallar.»

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quarta-feira, Novembro 19, 2014

Cantares do Povo


PEDRO FERNANDES THOMÁS
pref. Antonio Arroyo

Coimbra, 1919
F. França Amado, Editor
1.ª edição
19 cm x 12,7 cm
XVI págs. + 124 págs.
encadernação da época em meia-francesa com lombada e cantos em tela encerada elegantemente gravada a ouro
aparado e carminado à cabeça
mantém a capa anterior da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita de António Arroio
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Versos de cariz popular ilustrados com a respectiva notação musical, coligidos pelo musicólogo e livre-pensador Fernandes Tomás (1853-1927).

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Velhas Canções e Romances Populares Portuguêses


PEDRO FERNANDES THOMÁS
pref. Antonio Arroyo

Coimbra, 1913
F. França Amado, Editor
1.ª edição
24,2 cm x 15,7 cm
LII págs. + 192 págs.
encadernação da época em meia-francesa com lombada em pele elegantemente gravada a ouro
aparado e carminado somente à cabeça
mantém as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Volume ilustrado com a notação musical das canções coligidas.

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O Quarto Dia da Criação do Mundo


MIGUEL TORGA

Coimbra, Abril de 1939
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
23,1 cm x 15,7 cm
116 págs.
impresso sobre papel superior
encadernação inteira em pele com gravação a ouro nas pastas e na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas e a lombada da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
ostenta colado no verso da capa anterior o ex-libris de D. Diogo de Bragança, VIII marquês de Marialva
PEÇA DE COLECÇÃO
600,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Edição especialmente invulgar por ter sido, em parte, apreendida pela polícia política, então PVDE, por denúncia do irmão de Francisco Franco, Nicolás, então embaixador de Espanha em Lisboa. Este episódio, ocorrido em 30 de Novembro de 1939, sete meses depois do lançamento do livro, levaria Torga aos calabouços do Aljube, de onde só foi libertado a 2 de Fevereiro do ano seguinte. [...]» (Pedro de Azevedo, Biblioteca de D. Diogo de Bragança VIII Marquês de Marialva & outros livros importantes [catálogo], n.º 716, Lisboa, 2013)

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Traço de União



MIGUEL TORGA

Coimbra, 1955
[ed. Autor]
1.ª edição
20,2 cm x 14,6 cm
160 págs.
subtítulo: Temas Portugueses e Brasileiros
soberba encadernação de luxo em pele e papel de fantasia com cantos igualmente em pele, gravação a ouro e relevo seco nas pastas e na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas e a lombada de brochura, inclui a cinta promocional
exemplar em bom estado de conservação, capa e contracapa vagamente aciduladas; miolo limpo
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro que reflecte a permanência de Torga no Brasil entre os seus 13 e os 18 anos.

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Bichos


MIGUEL TORGA

Coimbra, 1940
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
19,1 cm x 13,2 cm
exemplar manuseado, mas aceitável, com a lombada oxidada pela luz; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior direito da pág. 3
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro que Torga publica após haver sido preso pela PIDE no ano anterior, devido às ideias professadas na sua obra em geral e, em particular, A Criação do MundoO Quarto Dia. Este espantoso Bichos – que será igualmente proibido – foi em grande parte escrito na cadeia do Aljube.

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