terça-feira, outubro 23, 2018

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

quase 3.800 obras disponíveis nesta montra
é só ir clicando ao fundo da página
em
Mensagens antigas

contacto:
telemóvel: 919 746 089


todas as obras fotografadas correspondem aos exemplares que se encontram à venda
livros usados
todas as encomendas são enviadas em correio registado
international shipping rates
* e-business professional
pagamentos por PayPal, transferência bancária ou contra-reembolso

* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Xavier de Paiva


RAUL ESTEVES DOS SANTOS

Lisboa, 1949
Edição da Associação dos Antigos Alunos de A Voz do Operário
1.ª edição
21,3 cm x 15,7 cm
52 págs.
subtítulo: O primeiro grande poeta vindo das classes proletárias
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
rara publicação «fora do mercado»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência – seguida de breve antologia de poemas do algarvio Xavier de Paiva (1848-1882) – realizada no Museu Pedagógico, Bibliográfico e Artístico João de Deus por altura do centenário do nascimento do poeta-operário republicano.
Encontra-se referido no Catálogo I do Arquivo Histórico-Social, org. João Freire e Maria Alexandre Lousada (Centro de Estudos Libertários, Lisboa, 1984).

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Figuras Gradas de A Voz do Operário


RAUL ESTEVES DOS SANTOS

Lisboa, 1936
Edição da Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário
1.ª edição [única]
fora do mercado
21,6 cm x 13,7 cm
68 págs.
subtítulo: Palavras pronunciadas no Salão de Festas de «A Voz do Operário», no dia 19 de Abril de 1936, na solene inauguração de duas lápidas evocativas das individualidades que á Sociedade e ao jornal prestaram assinalados serviços
exemplar estimado; miolo limpo, esparsos sinais de foxing na capa e nas primeiras e últimas páginas
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A BOURBON E MENEZES
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alocução pública em que o ensaísta tece breves apontamentos panegíricos, entre outros, de Oliveira Martins, Augusto Fuschini, Dantas Baracho, João Franco, F. J. Ferreira do Amaral, João de Freitas Branco, Sidónio Pais, António Granjo, Costa Godolfim, Adolfo Coelho, Sebastião Magalhães Lima, Angelina Vidal, Fernão Boto Machado, etc.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Assim Cantava um Cidadão do Mundo



ROBERTO DAS NEVES
ilust. Arcindo Madeira, Fernando Dias da Silva, Joaquim Mendes, et alli

Rio de Janeiro, 1952
Editora Germinal
1.ª edição
18,8 cm x 14,4 cm
160 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Poemas que levaram o autor treze vezes aos cárceres do santo ofício de Salazar
ilustrado
encadernação em meia-inglesa com cantos em pele, elegante gravação a ouro na lombada
aparado e carminado à cabeça
conserva a capa anterior de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no topo do ante-rosto
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Roberto Barreto Pedroso Neves (1907-1981), formado em filosofia e pedagogia, foi jornalista e professor em Portugal, Espanha e Brasil, e um dos grandes impulsionadores da difusão do esperanto. Tendo sido uma das primeiras vítimas da polícia do Estado Novo, desde que foi preso no 1 de Fevereiro de 1927 nunca mais deixou de sofrer com as perseguições que lhe foram movidas. Terão sido as suas muitas sátiras político-sociais o grande motivo de alarme por parte do poder... que assim se mostrava vulnerável à verdade anarquista e anticlerical. Acabando por se exilar no Brasil, Roberto das Neves fundou a Editora Germinal, que deu voz a escritores como Tomás da Fonseca, Edgar Rodrigues, Fernando Queiroga, etc.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Terra Sigillata


MÁRIO CLÁUDIO
capa e ilust. Carlos Ferreiro

Lisboa, 1982
& etc – Publicações Culturais Engrenagem, Lda.
1.ª edição
17,5 cm x 15,3 cm
44 págs.
capa impressa a negro no verso de cartolina duplex, sobrecapa a três cores directas sobre papel tipo kraft
miolo impresso a sépia sobre semi-cartolina amarelo mostarda
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nuno Júdice, Fernando Pinto do Amaral e Pedro Mexia acabaram de atribuir ao seu amigo Rui Manuel Pinto Barbot Costa (nasc. 1941), dito Mário Cláudio, o literário Prémio D. Dinis com dinheiro da Fundação da Casa de Mateus... O habitual.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Damascena


MÁRIO CLÁUDIO
capa de Lovato Guerrino

Lisboa, 1983
Contexto, Editora, Lda.
1.ª edição
21,1 cm x 15 cm
100 págs.
exemplar em bom estado de conservação, sem qualquer quebra na lombada, ligeira mancha na capa; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da História da Literatura Portuguesa (António José Saraiva / Óscar Lopes, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989):
«[...] A poética de uma intertextualidade pós-modernamente bem à vista procede em Mário Cláudio ([pseud. de] Rui Manuel Barbot Costa, n. 1941) de um modo menos meditativo e bem mais directamente sobre as analogias de um imaginário que associa uma infância ou adolescência claramente rural ou (provincianamente) citadina portuguesa com um vasto leque de leituras (literárias e outras), viagens, evocações plásticas ou rítmicas, em textos que são, por isso, de composição poética mesmo quando não versificadas [...].»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Amadeo


MÁRIO CLÁUDIO
capa de Armando Alves
sobrecapa do gabinete editorial da I.N.–C.M.

Lisboa, 1985
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
2.ª edição
24 cm x 15,1 cm
128 págs. + 8 págs. (preto e branco) em extra-texto + 12 págs. (cor) em extra-texto
ilustrado em separado
capa impressa a duas cores directas, sobrecapa polícroma
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Monografia acerca do pintor Amadeo Sousa Cardoso.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Livro de Paciências


CARLOS BENTO DA MAIA

Lisboa, s.d.
Livraria Editora Guimarães & C.ª
5.ª edição
17,6 cm x 13 cm
116 págs.
exemplar estimado, com pequeno restauro no canto superior esquerdo da contracapa; miolo limpo, parcialmente por abrir
22,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Carlos Bento da Maia, largamente conhecido pelo seu Tratado Completo de Cozinha e de Copa, mas também pelo Tratado de Risco e Corte de Roupa, reúne aqui as muitas modalidades de entreter solitários com um baralho de cartas.
«[...] Sucede que muitas pessoas não podem ocupar-se sempre de trabalhos de maior aplicação, para não fatigarem os olhos e, por isso, têm de substituir a leitura por outro entretenimento menos fatigante. É nestas circunstâncias que têm cabimento as paciências.
Quem não conhece êste meio de distracção, não compreende que alguém possa ocupar-se com interêsse, duma simples arrumação de cartas sem vantagem alguma de natureza material, mas os que começam a ocupar-se dêle, se são inteligentes, encontram muitas vezes resultados satisfatórios dum bom golpe de vista, que os tira duma situação difícil e que, naturalmente, lhes satisfaz o espírito. [...]» (do Prefácio)

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Livro de Paciencias


CARLOS BENTO DA MAIA

Lisboa, 1919
Guimarães & C.ª – Editores
2.ª edição
23,2 cm x 14,7 cm
92 págs. + 4 págs. (anúncios)
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, outubro 22, 2018

Arte de Cosinha



JOÃO DA MATTA
pref. Alberto Pimentel

Lisboa, 1888
[ed. Autor]
3.ª edição («accrescentada com mais 100 pratos variados»)
19,5 cm x 13,3 cm
402 págs. + XIV págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Contem: dois pratos dedicados ás Familias Real Portugueza e Imperial Brazileira – 10 jantares completos de primeira ordem – muitas receitas de cosinha ao alcance de todos – uma variada secção de doces, massas, molhos, caldos e compotas – maneira de pôr a meza e de a servir, etc.
encadernação modesta inteira em sintético com gravação a ouro na pasta e na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, restauros nas folhas do Índice
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um clássico do género, até por ser o primeiro livro redigido a pensar nos profissionais da restauração, além ser a primeira vez, na edição original de 1875, que aparece a receita dos célebres pastéis de bacalhau tal como a conhecemos hoje. João da Mata, filho de cozinheiro, virá a ser um cozinheiro de referência nos finais do século XIX e proprietário, primeiro do Grande Hotel da Mata e, depois, do Hotel Avenida.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Bases para Orçamentos



DAVID XAVIER COHEN

Lisboa, 1913
J. Rodrigues & C.ª – Editores | Livraria Nacional e Estrangeira
3.ª edição («correcta e muito aumentada»)
19,5 cm x 13,1 cm
692 págs. + XXXVI págs. em extra-texto, capa e folhas-de-guarda incluídas (anunciantes)
encadernação editorial inteira em tela gravada a negro e vermelho nas pastas e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
pertenceu à «Fábrica Vulcano Lisboa Carlos Alves & Cia. Suc.», como pode ler-se no carimbo nos cortes superior e frontal das folhas
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Horta


JOAQUIM CASIMIRO BARBOSA

Porto, s.d.
Livraria Chardron de Lélo & Irmão – Editores
3.ª edição
22 cm x 15,9 cm
X págs. + 410 págs.
subtítulo: Tratado das hortaliças e outras plantas hortenses – Sua descrição, multiplicação e cultura
profusamente ilustrado no corpo do texto
cartonagem editorial em tela encerada com gravação a negro e vermelho nas pastas e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Como Deve Cultivar as Suas Plantas


JOAQUIM MOREIRA DA SILVA
pref. Américo Pires de Lima

Porto, 1955
Edição de Alf.º Moreira da Silva & Filhos, L.da
1.ª edição
23,3 cm x 16,2 cm
88 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


domingo, outubro 21, 2018

A Inglaterra de Hoje


[J. P.] OLIVEIRA MARTINS

Lisboa, 1893
Livraria de Antonio Maria Pereira – Editor
1.ª edição
20,2 cm x 13 cm
X págs. + 2 págs. (cortina) + 260 págs.
subtítulo: Cartas de um viajante
encadernação editorial em tela encerada com gravação a ouro e negro nas pastas e na lombada, selo do encadernador «Bouret, Relieur – S.uc A. David» colado no verso da pasta anterior
exemplar muito estimado; miolo limpo
selo branco com a marca heráldica da casa de Alvellos na primeira folha-de-guarda, no ante-rosto e no rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Politica e Economia Nacional


[J. P.] OLIVEIRA MARTINS

Porto, 1885
Magalhães & Moniz, Editores
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
XXXII págs. + 280 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável, restauros na lombada; miolo no geral limpo, sinais de foxing na capa e nas primeira e última folhas, parcialmente por abrir
carimbo de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Sociologia de Oliveira Martins


RAÚL LEAL

Porto, 1945
Livraria Figueirinhas
1.ª edição
22,6 cm x 15,6 cm
288 págs.
exemplar em bom estado de conservação, apenas com algumas manchas de ferrugem quer na capa, quer na contracapa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio:
«[...] Oliveira Martins assentou praça na falange dos construtores do mundo – dêsses construtores dum mundo melhor – e ocupa nêle lugar marcante.
A personalidade de Oliveira Martins deve ser classificada, não na galeria dos “super-homens” de Nietzsche, mas na dos “construtores do mundo” de Stefan Zweig. Oliveira Martins é, na verdade, um construtor: construiu-se a si próprio e desejou edificar um mundo melhor, pelo menos um Portugal maior, mais belo e mais feliz.
Se, por agora, insistimos sôbre a sua obra é para melhor compreender o obreiro. [...]»
Quanto a (este) Raúl Leal, não se trata do Henoch. «Note-se, desde já, que dois autores portugueses assinavam as suas obras com o nome Raul Leal» – alerta-nos Aníbal Fernandes na reedição de Sodoma Divinizada (Hiena Editora, Lisboa, 1989) –. «Além [do] colaborador de Orpheu, [...] o outro [...] é nortenho e doutorado em Economia pela Universidade de Paris.»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Oliveira Martins e Eça de Queiroz



JOSÉ OSORIO DE OLIVEIRA
carta posf. Severo Portela

Lisboa, 1923
Edições Lusitania
2.ª edição
20,3 cm x 14,3 cm
84 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo, parcialmente por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Filho da escritora Ana de Castro Osório, irmão mais novo de João de Castro Osório, foi reconhecido o seu labor na divulgação da literatura oriunda das colónias, com especial relevo a de Cabo Verde. Na nota editorial a esta segunda edição reconhece-se com muito acerto a sua procura no mercado: «[...] O publico que lê Oliveira Martins e Eça de Queiroz por si só garante a venda de qualquer livro que sôbre êles se escreva, independentemente do seu valor. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Obras Espirituaes



ANTONIO DAS CHAGAS

Lisboa Occidental, 1735
Na Officina de Antonio Pedrozo Galram [«A’ cufta de Miguel de Almeida e Vafconcellos Mercador de Livros»]
[5.ª edição ?]
20,9 cm x 16,8 cm
2 págs. (frontispício) + 14 págs. (dedicatória, prológo, licença e índices) + 504 págs. + 2 págs. (não num.)
subtítulo: [...] Do espiritual, e veneravel Padre Frey | Antonio das Chagas, | Primeyro Miffionario Apoftolico Francifcano ne- | ste Reyno de Portugal, Fundador do Semina- | rio de Varatojo. | Primeira, e segunda parte | Dedicadas pelo mefmo Author a | Christo | Crucificado.
encadernação coeva inteira em pergaminho mole com o título manuscrito na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, papel sonante
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de Augusto Guimarães Amora
PEÇA DE COLECÇÃO
190,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição, a vertente, desconhecida de Inocêncio Francisco da Silva, que refere apenas a edição original de 1684, uma de 1701 e uma em 1762. O antiquário-livreiro Richard C. Ramer refere a existência de duas outras: 1685 e 1728.
Do Diccionario Bibliographico Portuguez (tomos I, Imprensa Nacional, Lisboa, 1858):
«Fr. Antonio das Chagas (2.º), chamado no seculo Antonio da Fonseca Soares, seguiu primeiramente a vida militar, chegando ao posto de Capitão. Depois renunciando o mundo e suas pompas, professou a regra de S. Francisco no convento d’Evora, a 19 de Maio de 1663 quando contava quasi 32 annos de edade. Foi Missionario Apostolico, e instituidor do seminario do Varatojo no convento que ahi fundara elrei D. Affonso V, e de que elle e seus companheiros tomaram posse a 6 de Maio de 1680. – N. na villa da Vidigueira, no Alemtejo, a 25 de Junho de 1631, e depois de regeitar a mitra de Lamego que lhe fora offerecida, morreu com fama de grande sanctidade no referido seminario do Varatojo a 20 de Outubro de 1682, com pouco mais de 51 annos. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


sexta-feira, outubro 19, 2018

O Processo dos Távoras – A Expulsão dos Jesuítas


CONSELHO DE MINISTROS DO GOVERNO DE D. JOSÉ I
coord. Manuel João Gomes, comentários de Amadeu Lopes Sabino, Fernando Luso Soares, João Duarte da Cruz, Ana Martins e António Barros Lima

Lisboa, 1974
Edições Afrodite de Fernando Ribeiro de Mello
1.ª edição
18,5 cm x 13,5 cm
16 págs. + 496 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio de Manuel João Gomes:
«[...] O processo chamado dos Távoras, a execução dos ditos Távoras e de vários outros nobres, a execução do Padre jesuíta Gabriel Malagrida e a expulsão do país de todos os Jesuítas são outros tantos factos que marcam violentamente em Portugal o fim do chamado, em toda a Europa, Ancien Régime.
Com esses factos nasce definitivamente em Portugal a certeza de uma “nova política”: um pré-capitalismo em que o poder económico (e portanto os outros) passa para a mão dos burgueses; os nobres passam a ser um ornamento da nação, os padres deixam de ser os senhores que eram da cultura, tornando-se servidores da cultura burguesa.
Na leitura dos textos deste processo há-de primariamente descobrir-se quanto os papéis se invertem e quanto as personagens se vão transformando noutras: os juízes e executores passam a ser réus e executados... [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Relato do Peregrino


INACIO DE LOYOLA
pref. padre Jerónimo Nadal e padre Luís Gonçalves da Câmara
trad. Maria da Graça Morais Sarmento
capa de Henrique Ruivo

Lisboa, 1976
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
21 cm x 12,8 cm
92 págs.
exemplar muito estimado, sem qualquer quebra na lombada; miolo irrepreensível
conserva a cinta promocional de origem
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Portugal Jesuita



M. BORGES GRAINHA

Lisboa, 1893
Typographia e Stereotypia Moderna
1.ª edição
20 cm x 13,3 cm
514 págs.
encadernação modesta de amador em tela e papel de fantasia com rótulo gravado a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, papel no geral acidulado
ostenta no ante-rosto o ex-libris de José Coelho
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos o professor republicano Manuel Borges Grainha no Plano da Obra com que abre o volume:
«Publiquei ha mezes um livro intitulado Os Jesuitas e as Congregações Religiosas em Portugal nos ultimos trinta annos, o qual teve echo no paiz, principalmente nos centros jesuiticos. [...]
Do campo catholico-jesuita (pois ha tambem o catholico não jesuita) sairam immediatamente tres livros contra o meu. N’elles notei que, deixando de parte as outras Congregações, pretenderam defender quasi exclusivamente os jesuitas; e que, não percebendo a força da minha prova testemunhal, julgaram que não poderia adduzir em favor das minhas affirmações documentos e citações auctorisadas.
Visto isso, vou fazer n’este livro um estudo mais particular e detalhado dos jesuitas e dos seus defensores, que constituem o que podemos chamar o Portugal Jesuita. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


História do Colégio de Campolide da Companhia de Jesus


[M. BORGES GRAÍNHA, prof. (trad. e prefácio)]

Coimbra, 1913
Imprensa da Universidade
1.ª edição
23,2 cm x 14,8 cm
LXXVI págs. + 148 págs. + 20 extra-textos + 11 desdobráveis
subtítulo: Escrita em Latim pelos Padres do Mesmo Colégio Onde Foi Encontrado o Manuscrito
exemplar estimado, capa de brochura com falhas de papel; miolo irrepreensível, por abrir
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

De altíssima importância histórica. Permite-nos, por exemplo, perceber por que expulsou o marquês de Pombal os jesuítas, ou por que os perseguiu a República.
Avulso, apenas dois títulos de capítulo esclarecedores: «Colégios para pobres transformados em Colégios para ricos e relutância dos jesuítas em gastar dinheiro com o ensino de crianças pobres», é o IV capítulo; outro, o V: «Antipatriotismo dos jesuítas portugueses. Algumas das suas casas colocadas sob nomes de estranjeiros e resultados pitorescos e aflitivos dessa manigância»; etc.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

quinta-feira, outubro 18, 2018

O Rei do Barué Manuel António de Sousa


RODRIGUES MATIAS
capa e ilust. Júlio Gil

Lisboa,
Editorial Logos, L.da
1.ª edição
25,5 cm x 19 cm
56 págs.
profusamente ilustrado
texto impresso a duas colunas
exemplar estimado, discreto restauro na capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da série Grandes Aventuras Portuguesas, «publicação recomendada pelo S. N. I. e pela M. P.». No tempo dos Descobrimentos tiveram os portugueses, no reino do Barué, a feitoria de Sena, que foi base de abastecimento para a grande feitoria de Tete (Moçambique). São os conflitos criados pela presença portuguesa o que aqui é convertido em idílica aventura literária, para educação da juventude sob o regime do Estado Novo. O contexto é o da vida do negociante de marfim Manuel António de Sousa (1835-1892), que veio a ser peça fundamental na preparação das campanhas de pacificação dos negros levadas a cabo, entre 1891 e 1902, por João de Azevedo Coutinho.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Nas Costas d’Africa


PAES MAMEDE, coronel

Lisboa, 1930
Tip. da Cooperativa Militar
1.ª edição
19,3 cm x 12,5 cm
320 págs.
subtítulo: Episodios e Narrativas
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Memórias de um militar durante a sua comissão em Moçambique entre 1908 e 1910. Jorge Paes de Oliveira Mamede, coronel de Infantaria, participou na Primeira Guerra Mundial, integrado no Corpo Expedicionário Português, experiência que documentou em livro. Em 1921 assumiu o cargo de Governador Civil de Leiria.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Mensagem – Boletim da Casa dos Estudantes do Império


[MANUEL FERREIRA, org.
et alli]
pref. Orlanda Amarílis e Pires Laranjeira
capa de Judite Cília

s.l. [Linda-a-Velha], 1996
ALAC (África, Literatura, Arte e Cultura)
1.ª edição (reunida em livro)
2 volumes (completo)
22,5 cm x 15,6 cm
[XXXII págs. + 2 págs. (não num.) + 30 págs. + 2 págs. (não num.) + 8 págs. + 2 págs. (não num.) + 92 págs. + 2 págs. (não num.) + 22 págs. + 2 págs. (não num.) + 20 págs. + 2 págs. (não num.) + 14 págs. + 2 págs. (não num.) + 30 págs. + 2 págs. (não num.) + 16 págs. + 2 págs. (não num.) + 46 págs. + 2 págs. (não num.) + 38 págs. + 2 págs. (não num.) + 34 págs. + 2 págs. (não num.) + 26 págs. + 2 págs. (não num.) + 30 págs. + 2 págs. (não num.) + 32 págs. + 2 págs. (não num.) + 32 págs. + 2 págs. (não num.) + 38 págs. + 2 págs. (não num.) + 20 págs. + 2 págs. (não num.) + 32 págs. + 2 págs. (não num.) + 36 págs. + 2 págs. (não num.) + 52 págs.] + [IV págs. + 2 págs. (não num.) + 32 págs. + 2 págs. (não num.) + 42 págs. + 2 págs. (não num.) + 56 págs. + 2 págs. (não num.) + 56 págs. + 2 págs. (não num.) + 60 págs. + 2 págs. (não num.) + 78 págs. + 2 págs. (não num.) + 64 págs. + 2 págs. (não num.) + 74 págs. + 2 págs. (não num.) + 74 págs. + 2 págs. (não num.) + 56 págs. + 2 págs. (não num.) + 108 págs. + 2 págs. (não num.) + 20 págs.]
ilustrados
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
145,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de todos os boletins Mensagem, publicados entre 1948 e 1964, testemunho da expressão literária e artística anti-imperial de uma vasta comunidade de estudantes dos países africanos ligados entre si pela língua do colonizador. Boletim cuja publicação foi suspensa, e a Casa dos Estudantes do Império encerrada, no negro ano de 1965.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Leonor Teles


ANTERO DE FIGUEIREDO

Paris-Lisboa | Porto | Rio de Janeiro, 1921
Livrarias Aillaud e Bertrand | Livraria Chardron | Livraria Francisco Alves
4.ª edição
17,8 cm x 12,1 cm
XXXVIII págs. + 398 págs.
subtítulo: “Flor de Altura”
encadernação editorial em tela encerada, gravação polícroma em ambas as pastas e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


D. Sebastião


ANTERO DE FIGUEIREDO

Paris-Lisboa, 1924
Livrarias Aillaud e Bertrand
2.ª edição
18,8 cm x 12,4 cm
XXVIII págs. + 464 págs.
subtítulo: Rei de Portugal (1554-1578)
encadernação editorial em tela com cromo colado na pasta anterior, gravação e ouro e relevo seco em ambas as pastas e na lombada
conserva a capa anterior de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tal como Antero de Figueiredo (1866-1953) diz no seu prefácio, trata-se de «um trecho de história pôsto em arte».

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Toledo


ANTERO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1932
Livraria Bertrand
1.ª edição
18,1 cm x 12 cm
8 págs. + 228 págs.
subtítulo: Impressões e Evocações
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a ouro nas pasta anterior e lombada, gravação a seco na pasta posterior com a marca do encadernador Paulino Ferreira
conserva a capa anterior da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
autenticado pelo carimbo do autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma admirável passagem do texto:
«[...] Moralmente, o meu previsto Toledo era um heterogénio amontoado de povos – celtiberos, romanos, godos, árabes; de raças, sôbre raças, de instituïções vivas erguidas sôbre instituïções mortas, no embate violento de credos religiosos e de sociedades civis antagónicas. Na sobreposição, digamos, nas profanações e secularizações diversas (mesquitas que passaram a catedrais, sinagogas a capelas) as arquitecturas acomodaram-se, apropriaram-se, sem escrúpulo e sem cerimónia: as que serviram o Islam passaram a servir o Cristianismo; nos harens instalaram-se conventos; nos alcáçares, paços imperiais e escolas militares.
Enfim, uma cidade-cemitério onde há o pó dos fanáticos do Corão e o pó dos obcecados do Evangelho; pó, caído e morto, que, em certas noites de ardentia, se ergue e revive, espectralmente, em rondas macabras, no baile opala e verde dos fogos-fátuos. Então, árias dansam com semitas, cristãos com sultanas, alcaides com freiras! [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Erotismo


GEORGES BATAILLE
trad. João Bénard da Costa
capa de Mendes de Oliveira

Lisboa, 1968
Moraes Editores
1.ª edição
22,6 cm x 15,9 cm
256 págs.
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Numa época – o século XXI, criaturas! – em que foi reaberta a caça à sexualidade e ao erotismo (ou aos “bruxos”, ou aos “feiticeiros”), usado este género de perseguição como meio para vencer adversários concorrentes no terreno do capitalismo, é chegado o momento de voltar a ler este ensaio antropológico de Georges Albert Maurice Victor Bataille (1897-1962). No fundo tenta-se hoje por todo o mundo dito civilizado, numa obscena e concertada manobra de diversão, com o espectáculo da “boa” moral conservadora, ocultar uma escravatura democrática, porque institucionalmente aceite: a escravatura do trabalho infra-remunerado, a escravatura da dívida permanente, a escravatura do cumprimento hierárquico de ordens, a escravatura da expulsão de infindas hordas de seres humanos da sua terra natal, ou pela fome, ou pela guerra, ou pelo envenenamento do meio-ambiente, quando não por todos juntos em simultâneo... Fingindo, os senhores do mundo, não tirarem prazer (sexual, erótico) desta outra escravatura, que é: os seus métodos de extorsão de riqueza e lucro. Está, pois, reaberta a caça, lugar ao negócio da advocacia!
Leia-se, entretanto, Bataille:
«[...] A actividade sexual da reprodução é comum aos animais sexuados e aos homens, mas, aparentemente, só os homens transformaram a actividade sexual em actividade erótica. Donde a diferença entre o erotismo e a mera actividade sexual, que torna aquele uma busca psicológica, independente do fim natural dado pela reprodução e pela preocupação de procriar. [...]
[...] É fácil compreender o que quer dizer erotismo dos corpos ou dos corações, mas a ideia de erotismo sagrado é menos familiar. A expressão é, aliás, ambígua, na medida em que todo o erotismo é sagrado, mas, se podemos falar de corpos e corações sem entrar no domínio do sagrado pròpriamente dito, a procura duma continuidade do ser prosseguida sistematicamente para lá do mundo imediato só pode ser designada por uma atitude essencialmente religiosa. [...]»
É de sublinhar, também, a coragem do católico progressista João Bénard da Costa ao aventurar-se numa tal tradução, numa época e num país politicamente retrógrado e intoxicado pela Igreja.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Éponine


GEORGES BATAILLE

Paris, 1949
Les Éditions de Minuit
1.ª edição
texto em francês
16,5 cm x 10,2 cm
48 págs.
impresso sobre papel de gramagem superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
é o n.º 583 de uma tiragem declarada de apenas 1.000 exempares
peça de colecção
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Novela eivada de um erotismo libertino, com a Segunda Guerra Mundial como pano de fundo.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Jogos e Canções Infantis


AUGUSTO C. PIRES DE LIMA
ilust. Armando Monteiro

Porto, 1918
Livraria Moderna
1.ª edição
24,4 cm x 19 cm
138 págs.
profusamente ilustrado
belíssima encadernação inteira em tela crua com os motivos da capa da brochura espelhados
não aparado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acervo muito completo de jogos, ladainhas e cançonetas infantis, desde a bilharda à macaca e ao pião, desde o jogo de o gato e o rato às canções de roda.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Romanceiro para o Povo e para as Escolas


AUGUSTO CÉSAR PIRES DE LIMA
ALEXANDRE LIMA CARNEIRO

Porto, s.d. [1949, seg. BNP]
Editorial Domingos Barreira
1.ª edição
24,3 cm x 19,2 cm
84 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Portugal (Livro de Leitura)


AUGUSTO C. PIRES DE LIMA
capa de António Lima

Porto, 1925
Edição do Autor
4.ª edição
18,5 cm x 13 cm
260 págs.
cartonagem editorial
primeira folha-de-guarda impressa
exemplar estimado; miolo limpo
autenticado pelo carimbo do autor
ostenta colado nas costas da pasta anterior o ex-libris de José Coelho
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Portugal (Livro de Leitura)


AUGUSTO C. PIRES DE LIMA
capa de António Lima

Porto, 1936
Edição do Autor
s.i.
20 cm x 13,2 cm
360 págs.
subtítulo: Classes I e II
cartonagem editorial
primeira folha-de-guarda impressa
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
autenticado pelo carimbo do autor
ostenta colado nas costas da pasta anterior o ex-libris de José Coelho
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Portugal (Livro de Leitura)


AUGUSTO C. PIRES DE LIMA
capa de António Lima

Porto, 1947
Marânus (Depositária: Porto Editora, L.da)
s.i.
19,7 cm x 13,8 cm
356 págs.
subtítulo: Primeiro Ciclo (Anos 1.º e 2.º)
cartonagem editorial
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
autenticado pelo carimbo do autor
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de José Coelho
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, outubro 17, 2018

O Teatrinho da Escola


REINALDO FERREIRA (NÉORX)

Lisboa, 1971
Papelaria Fernandes, SARL
4.ª edição
19,7 cm x 13,1 cm
112 págs.
subtítulo: Peças e recitativos para todas as classes do ensino primário
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Recreio Teatral


REINALDO FERREIRA (NÉORX)

Lisboa, 1971
Papelaria Fernandes, SARL
1.ª edição
19,7 cm x 13,1 cm
112 págs.
subtítulo: Comédias para récitas escolares
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Bôa Sina


ALICE OGANDO

Lisboa, 1931
Livraria Popular de Francisco Franco*
1.ª edição
16,1 cm x 11,4 cm
16 págs.
capa impressa retro e verso
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Singela comédia destinada a encenadores de teatro infantil.

* Recarga, na capa, pela Livraria e Papelaria Portuguesa de Ferreira e Franco, L.da.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Ha-de Dizer Mamã


ALICE OGANDO

Porto, s.d. [circa, 1937]
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
19,3 cm x 13 cm
40 págs.
miolo impresso sobre papel superior algodoado
capa a duas cores sobre papel de fantasia canelado, tem colado um cromo a sépia
exemplar em bom estado de conservação; miolo no geral limpo, com ocasionais picos de oxidação devido à porosidade absorvente do papel
assinaturas de posse nas págs. 1 e 3
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve peça teatral representada no Porto, em Janeiro de 1937, no Teatro São João. Não passa de um monólogo caseiro, encenando os estéreis dramas sentimentais da vida doméstica de uma mãe burguesa.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Eu Sou um Homem Ilustre


ALICE OGANDO
capa de Júlio [de Sousa (1906-1966)]

Lisboa, 1942
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,6 cm
204 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, pequenas falhas de papel na lombada; miolo limpo, sinais de foxing nas primeiras e últimas folhas
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998):
«Mulher do contista e comediógrafo André Brun, Alice Ogando [1900-1981] foi actriz, tradutora e prolixa escritora dos mais diversos géneros literários. Utilizou, entre inúmeros pseudónimos, os de A. H. de Almeida, Marge Grey, Henry Marcel, Jane O’Brien, mas o que a tornaria mais famosa seria o de Mary Love, sob o qual publicou dezenas de romances e novelas “cor-de-rosa”, ao gosto do sentimentalismo popular da época. Foi ainda autora de textos radiofónicos no mesmo tom (Rádio Drama, na ex-Emissora Nacional) e dedicou-se também ao teatro declamado. [...] Traduziu obras de Stephan Zweig, entre outras. [...]» É de acrescentar que só talvez razões comerciais terão ditado o recurso à pseudonimia, pois a sua obra autógrafa não difere muito, estilisticamente, de tudo o mais que escreveu.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Prima Tança


ALICE OGANDO
capa de Julio [de Sousa (1906-1966)]

Porto, 1936
Livraria Civilização, Editora
1.ª edição
18,6 cm x 12 cm
capa impressa a uma cor sobre cartolina marfim, com sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Peça teatral escrita para a actriz Ilda Stichini, em que a própria Alice Ogando aparece consignada no elenco.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Dicionário de Segredos


JÚLIO EVANGELISTA
ilust. António Vaz Pereira

s.l. [Vila Nova de Famalicão], 1953
Colecção Búzio
1.ª edição
20,5 cm x 15,8 cm
56 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Foi braço direito de Marcello Caetano, o poeta, jornalista e homem político Júlio Evangelista (1927-2005) aparece ligado à geração que impulsionou a revista Távola Redonda, escritores como António Manuel Couto Viana, Luís de Macedo, ou David Mourão-Ferreira.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Dicionário Básico Japonês–Português


FUNDAÇÃO JAPÃO [aa.vv.]

São Paulo (Brasil), 1991
Massao Ohno Editor / Aliança Cultural Brasil-Japão
3.ª edição
bilingue
19 cm x 13,5 cm
XVI págs. + 960 págs.
cartonagem editorial, folhas-de-guarda impressas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Pequena História do Japão


J. [JOHN] INGRAM BRYAN
trad. Hugo Manuel
capa de Fred Kradolfer

Lisboa, 1942
Editorial “Inquérito”, Ld.ª
1.ª edição
18,8 cm x 12,3 cm
88 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Muito breve panorâmica histórica do Japão, desde os tempos remotos de 660 a.C. até 1928.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089