terça-feira, junho 19, 2018

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Fogo no Mar


JOÃO FALCATO
capa de Victor Palla

Coimbra, 1945
Coimbra Editora, Limitada
1.ª edição
19,3 cm x 13,7 cm
180 págs.
exemplar manuseado mas estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Os factos relatados no presente livro referem-se à trágica experiência do naufrágio do cargueiro Mello vivida pelo próprio autor. É o que pode classificar-se como um romance-reportagem, de um (neo-)realismo depurado.

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A Baleeira


JOÃO FALCATO
capa de Figueiredo Sobral

Lisboa, 1958
Publicações Europa-América
1.ª edição
16,1 cm x 11 cm
188 págs.
é o n.º 12 da colecção Os Livros das Três Abelhas
exemplar em bom estado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da contracapa original:
«No rasto da baleeira o mar é uma estrada vermelha de sangue. Ao longo de três longas noites e três longos dias as mãos em chaga do 3.º piloto estiveram ocupadas na tarefa macabra de deitar companheiros ao mar. Quando, horrorizado, desviava os olhos do espectáculo atroz dos tubarões rasgando as carnes do último cadáver lançado às águas, a sua atenção ia cair sobre os restos dos companheiros moribundos. Os que a sua coragem aniquilada não teve de deitar ao mar teve de os prender às tábuas da baleeira como animais enfurecidos. Estavam loucos. Três longos dias e três longas noites a lutarem com a morte, com o medo e com a loucura nas tábuas duma baleeira perdida na imensidade do mar, marcam para sempre quem os viveu.
João Falcato trouxe para as páginas deste livro a história trágica desses dias e dessas noites.»

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Angola do Meu Coração


JOÃO FALCATO

Lisboa, 1961
Editorial Notícias – Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
21,2 cm x 15,9 cm
258 págs.
exemplar em bom estado de conservação, miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Partindo de uma epígrafe de Adriano Moreira (de antes do branqueamento daquilo que Adriano Moreira representou para o antigo regime) – «Portugal não cabe em menos território do que aquele que é seu» –, Falcato começa por dedicar esta sua obra de crónicas de sociedade à «sementeira eterna de portuguesismo» dos colonos e termina, entre outros, com Marcello Caetano. A guerra colonial estava a começar nesse preciso ano, para acabar de vez com o idílico quadrinho aqui assinado pelo escritor; a geração seguinte iria conhecer Angola mais como terreiro de morte do que como terra de mulatas aluadas.

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Crónica dos Pobres Amantes


VASCO PRATOLINI
trad. e prefácio de José Blanc de Portugal

capa de A.[ntónio] Garcia

Lisboa, s. d. [1957]
Editora Ulisseia
[1.ª edição]
19 cm x 13,3 cm
420 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
inclui o elegante marcador de leitura editorial
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro mítico, proibido pela ditadura do Estado Novo [vd. Livros Proibidos no Estado Novo, Assembleia da República, Lisboa, 2005]. Do Prefácio do tradutor, o poeta José Blanc de Portugal:
«[...] A Crónica dos Pobres Amantes é das raras “sinfonias” em prosa em que se aproveita o folclore de uma cidade multissecular e da sua humanidade. O resto são processos e era possível reescrever a Crónica com os fascistas no papel dos bons e os “subversivos” a fazerem de tiranos. O fascismo teria ensinado a um Mário fascista o mesmo que o Partido ensinou ao Mário comunista: que era “preciso perseguir até ao fim a felicidade através dos erros e dos sofrimentos quando se tem a certeza de seguir pelo caminho que a ela conduz”. É o que aprendemos em todos os partidos e em todas as crenças religiosas ou políticas.»

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Um Rapaz de Florença


VASCO PRATOLINI
trad. António Ramos Rosa
capa de Figueiredo Sobral

Lisboa, 1957
Publicações Europa-América
1.ª edição
19,5 cm x 14,5 cm
416 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] Vasco Pratolini não intervém no romance. As suas opiniões não interferem na trama novelesca. Descreve os acontecimentos com precisão e autenticidade, põe os personagens a viver, a amar, a lutar, mas não os obriga a dissertações ideológicas, a divagações retóricas e ociosas. Não toma partido por umas figuras contra outras – como escritor. Cria seres humanos, não traça caricaturas. A vida viva, real, rumorejante, está presente e é ela que conduz a acção. [...]»

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Canções


SÉRGIO GODINHO
pref. e notas de Arnaldo Saraiva

Lisboa, 1977
Assírio e Alvim
1.ª edição
20,2 cm x 12,2 cm
192 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

É um dos três grandes compositores e intérpretes do nosso cancioneiro “de protesto” (os outros dois são Zeca Afonso e José Mário Branco), aqui compilado na sua escrita. O mesmo é dizer que, na ausência da sua voz, muito fica por entender, já que essa acrescenta sempre algo aos versos. No essencial, para além de um significativo conjunto de textos dispersos, aqui se percorrem as seguintes obras discográficas: Os Sobreviventes, Pré-histórias, À Queima-roupa e o profético De Pequenino Se Torce o Destino.

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domingo, junho 17, 2018

Manual de Dança e do Cotillon


[ANÓNIMO]

Lisboa, 1916
Editor Arnaldo Bordalo | Livraria Bordalo
9.ª edição («correcta e extraordinariamente aumentada»)
18,6 cm x 12,1 cm
152 págs.
subtítulo: Cotillon com e sem acessorios
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, junho 15, 2018

Comunidade [junto com] 2 Textos à Pressão [junto com cartaz]





LUIZ PACHECO
VITOR SILVA TAVARES
CARLOS FERREIRO

Lisboa, 1970
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição
2 brochuras e 1 cartaz (completo)
[21,8 cm x 16,4 cm] + [25 cm x 17,6 cm] + [36,8 cm x 25,2 cm]
28 págs. + 12 págs. + 1 folha
ilustrados
textos impressos a violeta
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, as costas do cartaz apresentam à cabeça sinais de arrancamento sem prejuízo da peça
são o n.º III da tiragem especial de apenas 300 exemplares assinados pelos escritores
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o texto de apresentação, de Vitor Silva Tavares:
«Comunidade é uma obra-prima.
Nada arrisco em afirmá-lo, só risco havendo perante uma Literatura (caixa alta, reverência) feudo de literatos, de escritores com banca e atestado (e pópó e coroa de louros), dos eruditos seus críticos e demais panegiristas profissionais das Letras, de toda essa inteligentzia que embalada não sei por que espírito de missão (ai Portugal, tão à mercê de tais heróis!) se furta ao bisturi do conhecimento próprio (incapacidade, medo, conveniências...) e julga poder reflectir os outros, ser a voz autorizada (por quem?, porquê?) de um povo e da sua marcha. [...]»
No segundo texto, «à pressão», é o ilustrador e pintor Carlos Ferreiro tratado como príncipe da imagem gráfica, que sempre foi – não por acaso, veio ele a ser autor das melhores capas da futura editora & etc:
«[...] simples vinheta ou ilustração de texto – mas sem obediência, sem premeditação, sem flor de estilo. Um sonho a explodir em negro tipográfico, a cidade tal qual é por sobre e sob a aparência que o olho fotográfico regista, enganando-se.
A moda passa de lado, como no autocarro da Charneca. A crueldade exposta não é para digerir pelos bestuntos elegantes, é fruto de uma digestão dolorosa, digestão de pavores vividos e de pavores latentes, digestão lenta, obscura, direi misteriosa, porém determinada.
Os bonecos de Ferreiro devolvem à cidade o seu rosto verdadeiro.»

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Literatura Comestível


LUIZ PACHECO
fotografia de Armando Vidal

Lisboa, 1972
Editorial Estampa, Lda.
1.ª edição
18,5 cm x 13,6 cm
168 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne alguns dos textos de crítica croniqueira mais virulentos, exercitando um estilo que, aqui, o Autor derrama por cima de valores culturais como sejam Figueiredo Sobral, João Gaspar Simões, Fernando Namora ou Mário Braga. Na época em que o livro veio a lume, muitos finórios da escrita que por cá andavam iam logo a correr à primeira livraria que se lhes deparava comprar o voluminho, aflitos, não fosse o nomes deles ter sido alvo da “pachecal” verrina. Bons tempos!

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Figuras, Figurantes e Figurões


LUIZ PACHECO
org. e pref. João Pedro George
grafismo de Vasco Rosa sobre ilust. André Carrilho

Lisboa, 2004
O Independente
1.ª edição
22,2 cm x 15,8 cm
208 págs.
encadernação editorial em tela impressa com sobrecapa idêntica
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota justificativa de João Pedro George, jornalista e biógrafo de Luiz Pacheco:
«[...] O grosso das crónicas deste livro, nunca antes reunidas, provêm da revista angolana Notícia (em 1965-71), de Manoel Vinhas [...], e do jornal Diário Económico (em 1995-96) [...]. A estes textos, ordenados por afinidade temática, juntei seis, entretanto incluídos em livro, por três razões: uns, porque clarificam particularmente bem o tipo de crítica que defendeu e praticou; outros, porque dão sequência a textos desta antologia; outros ainda – como as primeiríssimas referências críticas a O Que Diz Molero, de Dinis Machado, e a Levantado do Chão, de José Saramago, reunidas em Textos de Guerrilha –, porque nos recordam o seu instinto para descobrir talentos literários, como aliás fizera antes, nos anos 1950, com Herberto Helder ou Natália Correia na Contraponto. Finalmente, incluí um texto cómico, hilariante mesmo, sobre Virgílio Ferreira. [...]»

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A Morte do Alfarrabista



MICHAEL INNES
trad. Carlos Gomes da Costa
capa de Edmundo Muge

Lisboa, 1963
Editorial Minerva (de Manuel Rodrigues)
1.ª edição
16,2 cm x 10,7 cm
208 págs.
corte carminado
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

John Innes Mackintosh Stewart, nascido em Edimburgo, criou o conhecido inspector Appleby que, no vertente inquérito, para além dos habituais misteriosos crimes a resolver, têm estes a particularidade de sucederem num meio em que as falsificações de pinturas e manuscritos os entrelaçam.

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Au Pays des Antiquaires



ANDRÉ MAILFERT

Paris, 1968
Flammarion, Éditeur
s.i. [1.ª edição: 1929]
texto em francês
20,9 cm x 15 cm
190 págs. + 20 págs. em extra-texto
subtítulo: Confidences d’un “maquilleur” professionel
encadernação editorial em tela impressa na pasta anterior e na lombada
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aproveitando-se da douta ignorância e da credulidade de coleccionadores e curadores de museus, o industrial-antiquário André Mailfert (1884-1943) espalhou por toda a França falsas peças de estilo, de tal modo notáveis no ofício, que passaram por ser oriundas de uma tal Escola de La Loire, na linha estética de um artista-marceneiro do século XVIII – Jean-François Hardy –, personagem completamente inventado. Mas Mailfert não guardou para si o segredo do ludíbrio, como comprova este seu livro de memórias, correctamente redigido e eivado de fino humor.
Um excerto:
«[...] Le fonds bourgeois qui domine en France, l’amour de la propriété, le sentiment de l’ordre, l’esprit du classement et tout ce qui, en un mot, a forgé dans notre race l’apothéose de ce fonctionnarisme qui la tue, ont, fort heureusement, par contre, développé chez le Français l’esprit de la conservation et celui, plus prudhommesque, de la collection. [...]
Le goût de la collection des meubles et bibelots anciens vint compléter celui des tableaux – celui-là a existé de tous temps – et c’est alors que, la marchandise se faisant rare, il vint à l’idée de certains antiquaires de compléter, par des reconstitutions, ce qui manquait en authentique.
On fit de timides transformations, puis, des meubles entiers!
[...] Mais il est peut-être plus amusant pour vous, lecteur, de jeter un coup d’œil indiscret sur la technique de cette curieuse et si moderne fabrication “d’ancien”, de soulever le voile qui masque certaines “trop belles” opérations, réussies par les praticiens notoires du truquage, que de chercher à démêler les raisons psychologiques qui ont conduit une bonne partie de l’élite de nos intelectuels à vider ses goussets dans l’escarcelle béante d’avides antiquaires... [...]»

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C’Est Arrivé en Plein Paris



YVONNE [ANNE-MARIE] DE BREMOND D’ARS
capa de [Tsuguharu] Foujita

Paris, 1957
Henri Lefebvre, éditeur d’art
[2.ª edição]
18,9 cm x 14,1 cm
240 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Passionnante Aventure d’Antiquaire
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita da Autora ao conde de Paço d'Arcos (Anrique Paço d'Arcos, nome literário de Henrique Belford Corrêa da Silva)
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do segundo tomo, de um núcleo de dezanove obras, de Le Journal d’une Antiquaire, da reconhecida antiquária parisiense especialista em mobiliário do século XVIII. O vertente livro de memórias relata os meandros e alguns episódios curiosos de uma vida profissional, que teve como palco de referência a sua loja no Faubourg Saint-Honoré. Yvonne, nascida em Nantes, era filha do conde Anatole Anne-Marie Alon Josais Hélie de Bremond d’Ars.

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quinta-feira, maio 17, 2018

Jocasta


PAULO DA COSTA DOMINGOS
capa sobre fotografia de Rui Baião

Lisboa, 2018
ed. viúva frenesi
1.ª edição
19 cm x 13 cm
16 págs.
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplar novo
tiragem de apenas 150 exemplares
9,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do mais recente livro de versos do autor, que lhes acrescentou uma Nota Marginal:
«Alguns viram em Antígona a rebelde exemplar, que, ao opor-se à lei do tio, o expõe e à tirania do seu poder. É mentira. Trata-se de uma daquelas avaliações precipitadas, parcas de informação e discernimento, não raro germinadas nas mentes marxistas pós-leninismo. André Bonnard, o principal causador disso, foi ele mesmo um obediente propagandista de Estaline, admirando-lhe a sociedade ferreamente hierarquizada, totalitária, edificada em cima do cadáver dos sovietes.
Jocasta – mãe de uma Antígona filha do incesto – foi a autêntica figura subversora de uma ordem, não meramente no que é político, mas invertida, rasgada pelo ataque radical à estrutura da família enquanto átomo do corpo social. Jocasta, a inconveniente segundo os padrões morais vigentes nas sociedades ditas civilizadas, acabará morrendo, também, de certo modo emparedada, como a filha, sem fuga possível, enforcando-se. Dizem uns que sob o peso da culpa, dizem outros que por morte inglória de seus dois filhos.
Semelhantemente à Jocasta grega, até na desordem disseminada por amor a um jovem poeta, a Jocasta portuguesa morre solitária, num campo onde grassa o suicídio barbitúrico, o cancro, a corrupção e o alcoolismo da sua prole. Solitária e destroçada pelo veneno continuamente inalado das drogas que toda a vida facultou aos doentes e aos doridos.»

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Barbearia Tiqqun [junto com] Romance Ardente [junto com] Sumo de Limão




RUI BAIÃO
MANUEL FERNANDO GONÇALVES
PAULO DA COSTA DOMINGOS

Lisboa, 2017
ed. viúva frenesi
1.ª edição [única, todos]
19 cm x 13 cm
36 págs. + 56 págs. + 36 págs.
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplares novos
tiragem de apenas 150 exemplares cada
9,00 eur (cada, IVA e portes incluídos)
20,00 eur (lote dos 3, IVA e portes incluídos)

3 livros de versos, 3 autores com nome firmado, 1 manifesto literário.

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Hot e Etc.


VITOR SILVA TAVARES
capa de Fernando Marques


Sá da Bandeira (Angola), 1964
Publicações Imbondeiro
1.ª edição [única]
17 cm x 12,1 cm
42 págs.
acabamento com dois pontos em arame
é o n.º 60 da preciosa Colecção Imbondeiro, fundada e dirigida pelos escritores Leonel Cosme e Garibaldino de Andrade
exemplar muito estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

VST, que fez temporada em Angola – diz-se que com especial relevo cineclubista destabilizador – até a polícia política apertar o cerco, já no Continente, indocumentado e “vadio”, vê-se na contingência de pôr em letra impressa este breve mostruário das suas primeiras potencialidades narrativas, a fim de, junto das entidades oficiais, fazer prova de ter um “modo de vida”: escritor!
É ele o mesmo VST mentor e editor de várias gerações de novos poetas, quer mediante a sua direcção literária na Editora Ulisseia dos anos 65 a 67 do século XX, quer como coordenador de suplementos literários no Diário de Lisboa e no Jornal do Fundão, quer como ariete da aventura da editora & etc, nome este que, desde sempre, serviu para marcar a sua presença no tempo, no lugar e no modo.

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Arar


VITOR SILVA TAVARES
Manuel João Vieira, ilust.
Nunes da Rocha, ilust.
grafismo de Ana Biscaia

Lisboa, 2017
Edição Postas de Pescada
1.ª edição [ilustrada]
22,5 cm x 15 cm
16 págs. + 4 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a cor
impressão em serigrafia
exemplar novo
tiragem declarada de apenas 170 exemplares
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto originalmente publicado no volume colectivo ARA, incluindo também textos de Rui Baião e de Paulo da Costa Domingos. Assinalava-se, então, o ano de 1984, em que, sendo já bem visível como o Mundo é governado por animais ao serviço do Grande Irmão, o editor da frenesi teve a obra produzida pela cadela Guanita Calafate. Com o manuscrito, agora em fac-símile, e esta reedição do texto então publicado assinala-se, por seu turno, os 80 anos decorridos desde 17-7-1937, data em que faria anos o malogrado Vitor Silva Tavares. As divergências ocasionais entre a versão manuscrita e a que ficou em letra de imprensa são, naturalmente, fruto da intervenção do autor, na altura, à boca da máquina de imprimir.
Manuel João Vieira e Nunes da Rocha enriquecem a vertente reedição com as suas ilustrações.

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Ara


RUI BAIÃO
VITOR SILVA TAVARES
PAULO DA COSTA DOMINGOS

Lisboa, 1984
frenesi
1.ª edição
19 cm x 13 cm
28 págs.
acabamento com dois pontos em arame
corte carminado
exemplar novo
PEÇA DE COLECÇÃO
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de três intervenções literárias que pretendiam assinalar a entrada no ano do big brother, a saber, respectivamente para cada autor: Teatro An-atómico; Arar; e Desertos.

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segunda-feira, maio 14, 2018

Portugal, a Book of Folk-Ways



RODNEY GALLOP
ilust. Rodney Gallop (fotografias) e Marjorie Gallop (desenhos)

Cambridge, 1961
At The University Press
2.ª edição
22,2 cm x 14,6 cm
XVIII págs. + 292 págs. + XVI págs. em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação editorial em tela gravada a ouro na lombada, sobrecapa impressa a duas cores directas
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta na primeira folha-de-guarda carimbo de oferta do Instituto de Cultura Portuguesa
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estudo mais detalhado do que a versão traduzida para português e editada pelo Instituto de Alta Cultura. Aqui, o autor estende a sua reflexão pelos domínios etnográficos, religiosos, geográficos e musicológicos, dando mostras de um trabalho de campo invulgar, que documenta com fotografias por si colhidas um pouco por todo o país. A tónica é a do registo de usos e costumes na vida agrária em vias de perder-se sob o impacte da modernidade tecno-industrial.

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Tôjos e Rosmaninhos





ALFREDO KEIL
texto, composição musical e pinturas
pref. João da Câmara


Lisboa, 1907
«A Editora»
1.ª edição
35,7 cm x 26,5 cm (álbum)
156 págs. + 19 extra-textos
subtítulo: Contos da Serra
encadernação editorial
impressão sobre papel couché, sendo os extra-textos sobre semi-cartolina e protegidos por vegetal
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da beleza poética geral desta recolha da tradição popular da zona do Zêzere, que Keil – autor da música do Hino Nacional – testemunhou e traduziu em livro, há ainda a importância acrescida para o nosso património etnográfico. Por outro lado, Keil soube também traduzi-lo mediante a sua paleta de pintor naturalista.

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A Portugueza [partitura para canto e piano]



H. [HENRIQUE] LOPES DE MENDONÇA, versos
A. [ALFREDO] KEIL, música

s.l., s.d. [Lisboa, circa 1891, seg. BNP]
s.e.
s.i. [«edição-gratis»]
32,1 cm x 22,7 cm
4 págs.
subtítulo: Marcha
exemplar envelhecido mas aceitável, restauros na dobra; miolo limpo
discreta assinatura de posse
folha volante acondicionada numa pasta de cartolina de fabrico recente
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Portugueza e a Marselheza


[HENRIQUE LOPES DE MENDONÇA
ROUGET DE L’ISLE]

Lisboa, 1905
Typographia Cesar
1.ª edição
21,7 cm x 15,1 cm (pasta)
4 págs.
subtítulo: Homenagem a Emilio Loubet – Na sua visita a Lisboa
exemplar muito estimado; miolo limpo
folha volante acondicionada numa pasta de cartolina de fabrico recente
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assinalando a visita do Presidente francês a Portugal, esta é uma das várias folhas volantes postas a circular na altura, no vertente caso reunindo os versos de ambos os hinos das duas nações.

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A Marselhesa [partitura]



[ROUGET DE L’ISLE]

Lisboa, 1905
Lith. Matta & C.ª
1.ª edição
22,4 cm x 16,8 cm [23,3 cm x 17,5 cm (estojo)]
4 págs.
exemplar estimado, restauros na dobra; miolo limpo
folha volante acondicionada num elegante estojo de fabrico recente
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Carrilho Videira (A Marselheza – Historia, Canto e Musica, Nova Livraria Internacional, Lisboa, 1881):
«A Marselheza é hoje o hymno da liberdade. Desde que este canto deixou de ser nacional para se tornar cosmopolita, desde que elle significa a emancipação do ser humano, em pleno goso de todos os direitos naturaes, cumpre a todos os que advogam a completa confraternidade dos povos, a paz e progresso da humanidade, indagar a sua origem, estudar as suas causas.
Conforme os documentos mais authenticos, tem 89 annos. Foi escripto em Strasbourg, na noite de 24 de abril de 1792, sob a preoccupação promovida pela noticia da guerra declarada á Austria, que representava a Europa colligada contra a França republicana. O maire da famosa cidade havia convidado para um banquete, em sua casa, todos os officiaes dos corpos militares que chegavam de marcha para a campanha. Ao jantar, Dictrich, profundamente.preoccupado com os resultados da guerra, e impressionado pela discussão, dirigiu-se a um dos seus jovens commensaes: Vamos, Rouget de L’Isle, vós que sois poeta e musico, escrevei-nos alguma cousa que mereça contar-se!
Rouget de L’Isle, official de engenheria, retirou-se ao seu quarto sobreexcitado pelos acontecimentos, tomou a sua viola em que ensaiou em notas de musica os versos do famoso hymno, que ia compondo a par. [...]»
A vertente edição, assinalando a visita do Presidente francês Émile Loubet a Portugal, apresenta o seu retrato e o do monarca português, o rei D. Carlos.

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sexta-feira, maio 11, 2018

Musa Cerula


AUGUSTO GIL

Coimbra, 1894
Livraria Portugueza e Estrangeira do editor Manuel d’Almeida Cabral
1.ª edição
17,3 cm x 10,9 cm
104 págs.
encadernação inteira em tecido de fantasia com rótulos da pele gravados a ouro na pasta anterior e na lombada, autenticada pelo selo de Fausto Fernandes Encadernador
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Viriato Barbosa
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto César Ferreira Gil, o poeta do lirismo terno e brando apropriado para as selectas escolares de uma época de brandos costumes...

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O Craveiro da Janela


AUGUSTO GIL

Paris – Lisboa – Porto – Rio de Janeiro, 1920
Livrarias Aillaud e Bertrand – Livraria Chardron – Livraria Francisco Alves
1.ª edição
13 cm x 10 cm
104 págs.
encadernação inteira em tecido de fantasia com rótulos da pele gravados a ouro na pasta anterior e na lombada, autenticada pelo selo de Fausto Fernandes Encadernador
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
ostenta colados no verso da pasta anterior e no verso da capa de brochura duas versões distintas do ex-libris de Viriato Barbosa
PEÇA DE COLECÇÃO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sombra de Fumo


AUGUSTO GIL

Coimbra, 1915
Moura Marques, Livreiro Editor
1.ª edição
21 cm x 16,1 cm
28 págs. + 116 págs.
encadernação luxuosa inteira em pele com gravação decorativa a ouro em ambas as pastas, utilizando um arranjo com vinhetas tipográficas, lombada com nervuras igualmente decorada, folhas de guarda em papel de fantasia e seixas gravadas a ouro
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação
aparado e brunido a ouro à cabeça
assinatura de posse na pág. 7 do primeiro caderno
PEÇA DE COLECÇÃO
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro conscientemente dedicado «Á memória piedosa e doce de João de Deus», no qual assume Augusto Gil essa influência poética. Eugénio de Castro e António Correia de Oliveira seriam poetas do mesmo modo citáveis numa leitura comparada.

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O Canto da Cigarra


AUGUSTO GIL
capa e ilust. Stuart Carvalhais

Lisboa, s.d. [circa 1956]
Portugália Editora
5.ª edição [1.ª edição ilust. Stuart]
19,6 cm x 13,1 cm
156 págs.
subtítulo: Sátiras às Mulheres
profusamente ilustrado
impresso a duas cores sobre papel superior
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Interessante “actualização” gráfica de um livro do início do século XX, «o melhor de Augusto Gil» (segundo a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira), e também das melhores intervenções do desenhador.

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quinta-feira, maio 10, 2018

Antologia da Moderna Poesia Portuguesa



A. C. L. [ANTÓNIO CARLOS LEÓNIDAS]

Coimbra, 1941
Tipografia da Atlântida
1.ª edição [única]
21,3 cm x 15,1 (brochura); 23,1 cm x 19,2 cm (estojo)
16 págs.
exemplar estimado mas frágil devido à exposição continuada à luz; miolo limpo
acondicionado em moderno estojo próprio de fabrico recente
ocasionais carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa
peça de colecção
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Pedro Veiga (Petrus, Os Modernitas Portugueses – Dos Surrealistas aos Abstractos, vol. 4.º, Porto, s.d.), «Este opúsculo publicado em papel de embrulho cinzento [...] é da autoria do então estudante António Carlos Leónidas.
É uma charge espirituosa à poesia de alguns vates das modernas escolas, cujo nome foi propositadamente alterado de modo a despertar a hilariedade. [...] A par de poetas mal definidos e de outros que se podem considerar malogrados, o pastiche envolvia na mesma paródia os presencistas e os seus adversários da contra-corrente neo-realista [...].»
Nesta perspectiva, são reconhecíveis os nomes dos seguintes escritores objecto da paródia: Joaquim Apaixonado (Joaquim Namorado), Saúl Noites (Saúl Dias), Virgílio Ferreiro (Vergílio Ferreira), Negrinho da Fonseca (Branquinho da Fonseca), Cauto José (Fausto José), Ramiro Caladão (Ramiro Valadão), Farto de Oliveira (Carlos de Oliveira), Fernando Zamora (Fernando Namora), Campinas de Figueiredo (Cândido de Figueiredo), António Vamos de Almeida (António Ramos de Almeida), Adolfo Canais Morteiro (Adolfo Casais Monteiro), João Pochofel (João José Cochofel), etc. Os poemas em si mesmos afinam por idêntico diapasão.

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Canções de Entre Ceu e Terra





FRANCISCO BUGALHO
capa e ilust. Átila Mendly de Vétyemy

s.l., 1940
Edições “presença”
1.ª edição
19,1 cm x 13, cm
96 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação muito elegante e sólida em meia-inglesa com cantos em pele e gravação a ouro na lombada e nos remates da pele
ligeiramente aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
tiragem declarada de apenas 450 exemplares
pertenceu ao poeta Alberto de Serpa
VALORIZADO PELAS ANOTAÇÕES MANUSCRITAS DE ALBERTO DE SERPA DESTINADAS À REEDIÇÃO DA OBRA DE BUGALHO NA PORTUGÁLIA EM 1960
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Francisco Bugalho (1905-1949), poeta dividido entre o Porto e Castelo de Vide, apesar da desamibilidade para com ele por parte dalguns dos companheiros presencistas, lá empurrando o seu estilo um pouco queirosiano por entre Régios, Torgas e Nemésios, com grande apreço de João Gaspar Simões. Irão ser, precisamente, José Régio, Alberto de Serpa e Luís Moita os responsáveis pela organização, preparação de original e apresentação na primeira vez que se faz a reedição conjunta da obra de Francisco Bugalho, incluída na Colecção Poetas de Hoje da editora Portugália.

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Canções de Entre Ceu e Terra


FRANCISCO BUGALHO
capa e ilust. Átila Mendly de Vétyemy

s.l., 1940
Edições “presença”
1.ª edição
19 cm x 13 cm
96 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
tiragem declarada de apenas 450 exemplares
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Margens


FRANCISCO BUGALHO

Coimbra, 1931
edições presença
1.ª edição
19,7 cm x 17 cm
2 págs. + 82 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável, restauro na lombada; miolo limpo
é o n.º 189 da uma tiragem escassa de apenas 380 exemplares
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA (NÃO ASSINADA) DO AUTOR «À REDACÇÃO DA MAGASINE BERTRANDO» [SIC]
carimbo de oferta da Livraria Bertrand no ante-rosto
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, maio 09, 2018

Os Gatos – Publicação Mensal, d’Inquerito á Vida Portugueza


FIALHO D’ALMEIDA

Porto e Lisboa, Agosto de 1889 a Janeiro de 1894
Casa Editora Alcino Aranha & C.ª [n.os 1 a 41]
Livraria Editora de José Antonio Rodrigues [n.os 42 a 44]
Monteiro & C.ª – Editores [n.os 45 a 54]
Livraria Academica [2.ª série, n.os 1 a 3]
1.ª edição
57 fascículos enc. 5 volumes (completo)
[17 cm x 12 cm (vols. I a IV)] + [19,2 cm x 12,5 cm (vol. V)]
[114 págs. + 104 págs. + 110 págs. + 118 págs.] + [32 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 30 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 36 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 32 págs.] + [44 págs. + 38 págs. + 26 págs. + 34 págs. + 36 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 34 págs. + 38 págs. + 32 págs.] + [38 págs. + 34 págs. + (38 págs. + 2 págs.) + 36 págs. + 36 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 34 págs. + 32 págs. + (30 págs. + 2 págs.) + 34 págs. + 40 págs. + 32 págs. + (38 págs. + 2 págs.) + 32 págs. + 40 págs. + 36 págs.] + [40 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 36 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 34 págs. + 34 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 44 págs. + 34 págs.]
encadernações editoriais homogéneas nos quatro primeiros volumes inteiras em tela encerada com gravação a ouro e negro nas pastas e na lombada, mais um volume encadernado recentemente com inteira em tela gravada a ouro na lombada
último volume aparado e carminado somente à cabeça, conserva todas as capas de brochura
exemplares muito estimados; miolo limpo
LOTE VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO DR. SOUSA MARTINS NOS VOLS. 47, 49, 50, 51 E 53
750,00 eur (IVA e portes incluídos)


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