domingo, junho 24, 2018

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Portugal – Breviário da Pátria para os Portugueses Ausentes



ANTÓNIO FERRO (pref.)
ORLANDO RIBEIRO
LUIS CHAVES
JOÃO AMEAL
DAMIÃO PERES
AMADEU CUNHA
MARCELLO CAETANO
LUIS SILVEIRA
DELFIM SANTOS
LUIS DE PINA
JOSÉ OSÓRIO DE OLIVEIRA
REINALDO DOS SANTOS
AARÃO DE LACERDA
DIOGO DE MACEDO
FRANCISCO FERNANDES LOPES
LUIS TEIXEIRA
capa de Manuel Lapa
ilust. e mapas de Frederico George, Magalhães Filho, Manuel Lapa e Roberto de Araújo
fotografias de Alvão, Benoliel, Horácio Novais, Nunes Claro, Orlando Ribeiro, Tomás de Melo (Tom), et alli

Lisboa, 1946
Edições SNI [Secretariado Nacional de Informação]
1.ª edição
23,7 cm x 16,3 cm
18 págs. (não numeradas) + 460 págs. + 124 págs. em extra-texto + 8 desdobráveis
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
impresso sobre papel de gramagem superior, sendo os extra-textos em rotogravura
encadernação editorial em tela encerada castanha e gravada a branco em ambas as pastas e na lombada, sobrecapa impressa a cinco cores directas
exemplar estimado, sobrecapa com discretos restauros; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Obra, embora dirigida, no dizer de António Ferro, «[...] a todos os portugueses [...,] destina-se especialmente àquêles que vivem fora do nosso país, aos que procuram, tantas vezes, reconstituir, através da sua saüdade, que não chega para tudo, a imagem da Pátria distante. [...] Mas também será útil aos portugueses do Império, aos nossos irmãos de Angola, de Moçambique, da Guiné, de Cabo Verde, de S. Tomé e Príncipe, da Índia, de Timor e de Macau que, na sua labuta exaustiva, no poema quotidiano, heróico da colonização nem sempre têm oportunidade, tempo, até meios materiais de se entregar à leitura de obras longas, difíceis e custosas, que poderão talvez substituir pelo retrato ou miniatura da Pátria que, neste volume, lhes oferecemos... [...]
O processo adoptado para a realização desta obra foi o das grandes linhas, o da síntese das específicas realidades da Nação. [...]»

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Bairro Alto


AVELINO DE SOUSA
capa e vinheta na contracapa de Moura

Lisboa, 1944
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,1 cm x 12,5 cm
296 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Romance de costumes populares
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Avelino de Sousa (1880-1946), tendo sido empregado de uma livraria, depois tipógrafo e mais tarde bibliotecário na Torre do Tombo, notabilizou-se como dramaturgo, compositor e intérprete de fados. No vertente livro, dá corpo de romance a uma sua bem sucedida peça antes levada à cena, e musicada pelos maestros Venceslau Pinto, Alves Coelho e Raul Portela.

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Mar Rubro


DIAS DE MELO

Lisboa, 1958
Orion – distribuidora
1.ª edição
19,1 cm x 12,8 cm
264 págs.
subtítulo: Baleeiros dos Açores
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Dias de Melo (1925-2008), natural dos Açores, contribuiu para as letras nacionais com poesia, narrativa e jornalismo. Mar Rubro é o seu primeiro livro de prosa.
«Os seus temas centrais são o mar, a epopeia dos baleeiros e o quotidiano do povo. A sua obra constitui válido levantamento etnográfico sobre o arquipélago dos Açores.» (vd. Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. V, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2000)

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quarta-feira, junho 20, 2018

Sal Azar? | Sol! Az!! Ar!!!



P. [PAULO D’] CANTOS

s.l., s.d. [circa 1961]
Edição do Autor
1.ª edição [única]
17,2 cm x 12,4 cm
2 x [VIII págs. + 64 págs.]
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado, a dupla-capa apresenta sinais de traça num dos lados; miolo irrepreensível
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Paulo José de Cantos (1892-1979)* foi autor de considerável obra “literária” escrita num género classificável entre o charadístico de almanaque, os jogos pedagógicos e as generalidades da sabedoria popular. É, porém, a sua concepção gráfica única – de uma modernidade entre o surrealismo e a Bauhaus – que torna inesquecíveis todo e cada qual dos seus livrinhos, de reduzidas tiragens, exemplos de uma Arte Negra hoje entregue às mãos de dactilógrafas analfabetas e de fotocopiadoras muito-muito digitais.
O vertente livro toma Salazar como alvo... e que, obviamente, impediu a sua circulação.

* Todas as informações icono-bio-bibliográficas hoje disponíveis acerca do Autor (e são, finalmente, muitas!) devem-se ao paciente trabalho de investigação levado a cabo por uma equipa encabeçada por António Silveira Gomes, que nos legou a importante obra O Livr-o-mem – Paulo d’ Cantos n’ Palma d’ Mão (aa.vv., Edição Barbara Says..., Lisboa, 2013).

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Castelões


P. [PAULO D’] CANTOS

Vila do Conde, 1958
Edição do Autor
1.ª edição [única]
17,3 cm x 11,1 cm
40 págs. + 8 págs. em extra-texto (côr)
profusamente ilustrado
impresso sobre papel de gramagem superior
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Aventura Surrealista


ADELAIDE GINGA TCHEN

Lisboa, 2001
Edições Colibri
1.ª edição
23 cm x 16 cm
2 págs. + 292 págs. + LXII págs. em extra-texto dividido por dois núcleos
subtítulo: O Movimento em Portugal – Do Casulo à Transfiguração
capa de Ricardo Moita sobre ilustração de Alexandre O’Neill
tiragem declarada de 1.000 exemplares
exemplar em bom estado de conservação sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

É uma obra de referência seminal para a compreensão do surrealismo português, onde a Autora, por ter investigado um aspecto até então deixado de fora das análises e das sínteses – o legado das perseguições policiais a poetas, a pintores, etc., nos arquivos deixados por essas mesmas polícias –, faz justiça a um modo de vida cultural que também teve o seu martírio e os seus presos antifascistas... para não destoar dos tempos. A meia centena de páginas finais do livro fornecem ao estudioso uma Cronologia exaustiva de eventos históricos, de edições, etc., pondo sempre em paralelo as referências nacionais com as internacionais.

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Três Poetas do Surrealismo – António Maria Lisboa / Pedro Oom / Mário Henrique Leiria [catálogo]




MÁRIO CESARINY, org.
contracapa de João Rodrigues

Lisboa, 1981
Biblioteca Nacional
1.ª edição [única]
24 cm x 17,2 cm
212 págs. + [2 págs. + 16 págs. (extra-textos)]
subtítulo: Exposição Ícono-bibliográfica
exemplar estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Profusamente ilustrado nos extra-textos e no corpo do texto. Além da descrição e fixação de cotas bibliográficas para um espólio surrealista invulgar, de tão riquíssimo, contém sessenta páginas de documentos de intervenção, quer plásticos quer literários, muitos dos quais inéditos.
OBRA DE CONSULTA INCONTORNÁVEL PARA O ESTUDO DA HISTÓRIA DO SURREALISMO.

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O Portugal Jesuita



M. BORGES GRAINHA

Lisboa, 1893
Typographia e Stereotypia Moderna
1.ª edição
20 cm x 13,3 cm
514 págs.
encadernação modesta de amador em tela e papel de fantasia com rótulo gravado a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, papel no geral acidulado
ostenta no ante-rosto o ex-libris de José Coelho
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos o professor republicano Manuel Borges Grainha no Plano da Obra com que abre o volume:
«Publiquei ha mezes um livro intitulado Os Jesuitas e as Congregações Religiosas em Portugal nos ultimos trinta annos, o qual teve echo no paiz, principalmente nos centros jesuiticos. [...]
Do campo catholico-jesuita (pois ha tambem o catholico não jesuita) sairam immediatamente tres livros contra o meu. N’elles notei que, deixando de parte as outras Congregações, pretenderam defender quasi exclusivamente os jesuitas; e que, não percebendo a força da minha prova testemunhal, julgaram que não poderia adduzir em favor das minhas affirmações documentos e citações auctorisadas.
Visto isso, vou fazer n’este livro um estudo mais particular e detalhado dos jesuitas e dos seus defensores, que constituem o que podemos chamar o Portugal Jesuita. [...]»

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História do Colégio de Campolide da Companhia de Jesus


[M. BORGES GRAÍNHA, prof. (trad. e prefácio)]

Coimbra, 1913
Imprensa da Universidade
1.ª edição
23,2 cm x 14,8 cm
LXXVI págs. + 148 págs. + 20 extra-textos + 11 desdobráveis
subtítulo: Escrita em Latim pelos Padres do Mesmo Colégio Onde Foi Encontrado o Manuscrito
exemplar estimado, capa de brochura com falhas de papel; miolo irrepreensível, por abrir
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

De altíssima importância histórica. Permite-nos, por exemplo, perceber por que expulsou o marquês de Pombal os jesuítas, ou por que os perseguiu a República.
Avulso, apenas dois títulos de capítulo esclarecedores: «Colégios para pobres transformados em Colégios para ricos e relutância dos jesuítas em gastar dinheiro com o ensino de crianças pobres», é o IV capítulo; outro, o V: «Antipatriotismo dos jesuítas portugueses. Algumas das suas casas colocadas sob nomes de estranjeiros e resultados pitorescos e aflitivos dessa manigância»; etc.

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O Processo dos Távoras – A Expulsão dos Jesuítas


CONSELHO DE MINISTROS DO GOVERNO DE D. JOSÉ I
coord. Manuel João Gomes, comentários de Amadeu Lopes Sabino, Fernando Luso Soares, João Duarte da Cruz, Ana Martins e António Barros Lima

Lisboa, 1974
Edições Afrodite de Fernando Ribeiro de Mello
1.ª edição
18,5 cm x 13,5 cm
16 págs. + 496 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio de Manuel João Gomes:
«[...] O processo chamado dos Távoras, a execução dos ditos Távoras e de vários outros nobres, a execução do Padre jesuíta Gabriel Malagrida e a expulsão do país de todos os Jesuítas são outros tantos factos que marcam violentamente em Portugal o fim do chamado, em toda a Europa, Ancien Régime.
Com esses factos nasce definitivamente em Portugal a certeza de uma “nova política”: um pré-capitalismo em que o poder económico (e portanto os outros) passa para a mão dos burgueses; os nobres passam a ser um ornamento da nação, os padres deixam de ser os senhores que eram da cultura, tornando-se servidores da cultura burguesa.
Na leitura dos textos deste processo há-de primariamente descobrir-se quanto os papéis se invertem e quanto as personagens se vão transformando noutras: os juízes e executores passam a ser réus e executados... [...]»

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O Último Regimento da Inquisição Portuguesa



RAÚL RÊGO [introdução e actualização]

Lisboa, 1971
Edições Excelsior
[1.ª edição (do texto actualizado)]
19,8 cm x 14,6 cm
238 págs.
exemplar em bom estado de conservação
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota introdutória de Raúl Rêgo:
«[...] este código inquisitorial que, em muito breve, completará dois séculos. Não chegou a vigorar cinquenta anos. Ideias mais largas e generosas vindas dessa Europa em ebulição lavaram entretanto os ares da nossa terra, não sem dificuldades, emperramentos e sangue. É que o reaccionário português, falho de altura mental e de generosidade, intolerante até a medula, conhece apenas um meio de apostolado: o cacete. E é absolutamente incapaz de admitir que outros pensem de forma diferente da sua. É-lhe intolerável a ideia do progresso e nada é bom se não vier dos pais e avós. Ideias só as expressas na cartilha e quanto mais arrevezada for a ortografia melhor.
O Santo Ofício seria abolido pelas Constituintes liberais, já depois de soldados franceses terem talado o país e de a família real ter fugido para o Brasil. A própria Inquisição fora saqueada e o Inquisidor-geral desterrado para Bayonne. Mas depois da abolição quanta trabalheira ainda para convencer as gentes que a liberdade de ideias, de expressão, de culto, a tolerância, são virtudes essenciais a uma sociedade culta, bem organizada e progressiva! [...]»

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O Processo de Damião de Goes na Inquisição


RAUL RÊGO, org., pref. e notas

Lisboa, s.d. [1971]
Edições Excelsior
1.ª edição
19,8 cm x 14,7 cm
244 págs. + 16 págs. em extra-texto
exemplar estimado, verso da capa manchado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do prefácio:
«[...] tanto o denunciante como o fundador da Companhia de Jesus tinham sido seus companheiros e a ambos recebera em sua casa de Pádua! Com efeito, a primeira denúncia contra ele apresentada é a do Padre Simão Rodrigues, em 5 de Setembro de 1545, em Évora. Dois dias depois, o mesmo jesuíta lá volta a transpor as portas da Inquisição para melhor especificar, mais pormenorizar, o que dissera. Ruminara, bem ruminado, tudo e não desejava que a rede deixasse malha larga por onde se lhe pudesse escapar o rival.
De inveja se tratava. O denunciante Mestre Simão era movido pelo despeito, como dirá mais tarde, muitos anos volvidos, o próprio Damião de Goes ao reconhecer o seu inimigo, sem lho nomearem. [...]»

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Descrição da Cidade de Lisboa


DAMIÃO DE GÓIS
trad. Raul Machado
pref. Paulo da Costa Domingos

Lisboa, 2009
frenesi
5.ª edição
19 cm x 13,3 cm
68 págs.
exemplar novo
13,00 eur (IVA e portes incluídos)

É uma cidade que há muito desapareceu, a descrita pelo humanista. Com o que resta dela vão desaparecendo hoje os seus melhores habitantes...

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Damião de Goes – Os Caminhos de um Humanista


LUÍS FILIPE BARRETO

Lisboa, 2002
CTT Correios de Portugal
1.ª edição
24,6 cm x 24,6 cm
144 págs.
design gráfico de Eduardo Aires
autor do selo da emissão filatélica: Luiz Duran
inclui o marcador de leitura
cartonagem editorial, com folhas de guarda; impresso em papel superior
álbum profusamente ilustrado, a cor
edição numerada, n.º 5.871
exemplar novo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

A propósito dos 500 anos do nascimento de Góis se fez esta biografia do pensador, que no convívio com Erasmo de Roterdão colheu os ódios do Santo Ofício peninsular. Diz já no século XX a nota introdutória a uma das reedições da Descrição da Cidade de Lisboa (frenesi, Lisboa, 2000): «[...] Nós estamos em crer que todo esse sofisma organizado visou somente apropriarem-se-lhe dos bens, costume económico que, acrescido ao dízimo e às esmolas, fez o património da Igreja. [...]»

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terça-feira, junho 19, 2018

Fogo no Mar


JOÃO FALCATO
capa de Victor Palla

Coimbra, 1945
Coimbra Editora, Limitada
1.ª edição
19,3 cm x 13,7 cm
180 págs.
exemplar manuseado mas estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Os factos relatados no presente livro referem-se à trágica experiência do naufrágio do cargueiro Mello vivida pelo próprio autor. É o que pode classificar-se como um romance-reportagem, de um (neo-)realismo depurado.

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A Baleeira


JOÃO FALCATO
capa de Figueiredo Sobral

Lisboa, 1958
Publicações Europa-América
1.ª edição
16,1 cm x 11 cm
188 págs.
é o n.º 12 da colecção Os Livros das Três Abelhas
exemplar em bom estado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da contracapa original:
«No rasto da baleeira o mar é uma estrada vermelha de sangue. Ao longo de três longas noites e três longos dias as mãos em chaga do 3.º piloto estiveram ocupadas na tarefa macabra de deitar companheiros ao mar. Quando, horrorizado, desviava os olhos do espectáculo atroz dos tubarões rasgando as carnes do último cadáver lançado às águas, a sua atenção ia cair sobre os restos dos companheiros moribundos. Os que a sua coragem aniquilada não teve de deitar ao mar teve de os prender às tábuas da baleeira como animais enfurecidos. Estavam loucos. Três longos dias e três longas noites a lutarem com a morte, com o medo e com a loucura nas tábuas duma baleeira perdida na imensidade do mar, marcam para sempre quem os viveu.
João Falcato trouxe para as páginas deste livro a história trágica desses dias e dessas noites.»

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Angola do Meu Coração


JOÃO FALCATO

Lisboa, 1961
Editorial Notícias – Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
21,2 cm x 15,9 cm
258 págs.
exemplar em bom estado de conservação, miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Partindo de uma epígrafe de Adriano Moreira (de antes do branqueamento daquilo que Adriano Moreira representou para o antigo regime) – «Portugal não cabe em menos território do que aquele que é seu» –, Falcato começa por dedicar esta sua obra de crónicas de sociedade à «sementeira eterna de portuguesismo» dos colonos e termina, entre outros, com Marcello Caetano. A guerra colonial estava a começar nesse preciso ano, para acabar de vez com o idílico quadrinho aqui assinado pelo escritor; a geração seguinte iria conhecer Angola mais como terreiro de morte do que como terra de mulatas aluadas.

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Crónica dos Pobres Amantes


VASCO PRATOLINI
trad. e prefácio de José Blanc de Portugal

capa de A.[ntónio] Garcia

Lisboa, s. d. [1957]
Editora Ulisseia
[1.ª edição]
19 cm x 13,3 cm
420 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
inclui o elegante marcador de leitura editorial
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro mítico, proibido pela ditadura do Estado Novo [vd. Livros Proibidos no Estado Novo, Assembleia da República, Lisboa, 2005]. Do Prefácio do tradutor, o poeta José Blanc de Portugal:
«[...] A Crónica dos Pobres Amantes é das raras “sinfonias” em prosa em que se aproveita o folclore de uma cidade multissecular e da sua humanidade. O resto são processos e era possível reescrever a Crónica com os fascistas no papel dos bons e os “subversivos” a fazerem de tiranos. O fascismo teria ensinado a um Mário fascista o mesmo que o Partido ensinou ao Mário comunista: que era “preciso perseguir até ao fim a felicidade através dos erros e dos sofrimentos quando se tem a certeza de seguir pelo caminho que a ela conduz”. É o que aprendemos em todos os partidos e em todas as crenças religiosas ou políticas.»

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Um Rapaz de Florença


VASCO PRATOLINI
trad. António Ramos Rosa
capa de Figueiredo Sobral

Lisboa, 1957
Publicações Europa-América
1.ª edição
19,5 cm x 14,5 cm
416 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] Vasco Pratolini não intervém no romance. As suas opiniões não interferem na trama novelesca. Descreve os acontecimentos com precisão e autenticidade, põe os personagens a viver, a amar, a lutar, mas não os obriga a dissertações ideológicas, a divagações retóricas e ociosas. Não toma partido por umas figuras contra outras – como escritor. Cria seres humanos, não traça caricaturas. A vida viva, real, rumorejante, está presente e é ela que conduz a acção. [...]»

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Canções


SÉRGIO GODINHO
pref. e notas de Arnaldo Saraiva

Lisboa, 1977
Assírio e Alvim
1.ª edição
20,2 cm x 12,2 cm
192 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

É um dos três grandes compositores e intérpretes do nosso cancioneiro “de protesto” (os outros dois são Zeca Afonso e José Mário Branco), aqui compilado na sua escrita. O mesmo é dizer que, na ausência da sua voz, muito fica por entender, já que essa acrescenta sempre algo aos versos. No essencial, para além de um significativo conjunto de textos dispersos, aqui se percorrem as seguintes obras discográficas: Os Sobreviventes, Pré-histórias, À Queima-roupa e o profético De Pequenino Se Torce o Destino.

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domingo, junho 17, 2018

Manual de Dança e do Cotillon


[ANÓNIMO]

Lisboa, 1916
Editor Arnaldo Bordalo | Livraria Bordalo
9.ª edição («correcta e extraordinariamente aumentada»)
18,6 cm x 12,1 cm
152 págs.
subtítulo: Cotillon com e sem acessorios
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, junho 16, 2018

A Russia dos Sovietes


J. [JOSÉ] CARLOS RATES

Lisboa, 1925
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19,2 cm x 12,6 cm
256 págs.
subtítulo: As teorias revolucionarias – Como se fez a Revolução – Os homens e os factos – A vida economica e social – Aspectos da Russia
composto manualmente
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota prévia do autor:
«Ao escrever A Russia dos Sovietes não tive nem poderia ter a pretensão de fazer uma obra literaria para a qual eu não tenho os merecimentos requeridos. Pretendi, aproveitando a minha viagem á Russia em 1924 e folheando uma vasta bibliografia, que se refere á Revolução russa, aos seus homens, ás suas teorias, aos factos, em suma, dar um quadro geral, sinthetico, do maior acontecimento social de todos os tempos e da obra já realisada pelos revolucionarios russos, em que o vulto de Lenine se destaca como um sol de primeira grandeza. [...]»

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sexta-feira, junho 15, 2018

Comunidade [junto com] 2 Textos à Pressão [junto com cartaz]





LUIZ PACHECO
VITOR SILVA TAVARES
CARLOS FERREIRO

Lisboa, 1970
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição
2 brochuras e 1 cartaz (completo)
[21,8 cm x 16,4 cm] + [25 cm x 17,6 cm] + [36,8 cm x 25,2 cm]
28 págs. + 12 págs. + 1 folha
ilustrados
textos impressos a violeta
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, as costas do cartaz apresentam à cabeça sinais de arrancamento sem prejuízo da peça
são o n.º III da tiragem especial de apenas 300 exemplares assinados pelos escritores
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o texto de apresentação, de Vitor Silva Tavares:
«Comunidade é uma obra-prima.
Nada arrisco em afirmá-lo, só risco havendo perante uma Literatura (caixa alta, reverência) feudo de literatos, de escritores com banca e atestado (e pópó e coroa de louros), dos eruditos seus críticos e demais panegiristas profissionais das Letras, de toda essa inteligentzia que embalada não sei por que espírito de missão (ai Portugal, tão à mercê de tais heróis!) se furta ao bisturi do conhecimento próprio (incapacidade, medo, conveniências...) e julga poder reflectir os outros, ser a voz autorizada (por quem?, porquê?) de um povo e da sua marcha. [...]»
No segundo texto, «à pressão», é o ilustrador e pintor Carlos Ferreiro tratado como príncipe da imagem gráfica, que sempre foi – não por acaso, veio ele a ser autor das melhores capas da futura editora & etc:
«[...] simples vinheta ou ilustração de texto – mas sem obediência, sem premeditação, sem flor de estilo. Um sonho a explodir em negro tipográfico, a cidade tal qual é por sobre e sob a aparência que o olho fotográfico regista, enganando-se.
A moda passa de lado, como no autocarro da Charneca. A crueldade exposta não é para digerir pelos bestuntos elegantes, é fruto de uma digestão dolorosa, digestão de pavores vividos e de pavores latentes, digestão lenta, obscura, direi misteriosa, porém determinada.
Os bonecos de Ferreiro devolvem à cidade o seu rosto verdadeiro.»

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Literatura Comestível


LUIZ PACHECO
fotografia de Armando Vidal

Lisboa, 1972
Editorial Estampa, Lda.
1.ª edição
18,5 cm x 13,6 cm
168 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne alguns dos textos de crítica croniqueira mais virulentos, exercitando um estilo que, aqui, o Autor derrama por cima de valores culturais como sejam Figueiredo Sobral, João Gaspar Simões, Fernando Namora ou Mário Braga. Na época em que o livro veio a lume, muitos finórios da escrita que por cá andavam iam logo a correr à primeira livraria que se lhes deparava comprar o voluminho, aflitos, não fosse o nomes deles ter sido alvo da “pachecal” verrina. Bons tempos!

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Figuras, Figurantes e Figurões


LUIZ PACHECO
org. e pref. João Pedro George
grafismo de Vasco Rosa sobre ilust. André Carrilho

Lisboa, 2004
O Independente
1.ª edição
22,2 cm x 15,8 cm
208 págs.
encadernação editorial em tela impressa com sobrecapa idêntica
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota justificativa de João Pedro George, jornalista e biógrafo de Luiz Pacheco:
«[...] O grosso das crónicas deste livro, nunca antes reunidas, provêm da revista angolana Notícia (em 1965-71), de Manoel Vinhas [...], e do jornal Diário Económico (em 1995-96) [...]. A estes textos, ordenados por afinidade temática, juntei seis, entretanto incluídos em livro, por três razões: uns, porque clarificam particularmente bem o tipo de crítica que defendeu e praticou; outros, porque dão sequência a textos desta antologia; outros ainda – como as primeiríssimas referências críticas a O Que Diz Molero, de Dinis Machado, e a Levantado do Chão, de José Saramago, reunidas em Textos de Guerrilha –, porque nos recordam o seu instinto para descobrir talentos literários, como aliás fizera antes, nos anos 1950, com Herberto Helder ou Natália Correia na Contraponto. Finalmente, incluí um texto cómico, hilariante mesmo, sobre Virgílio Ferreira. [...]»

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A Arquitectura e a Vida


FRANCISCO KEIL DO AMARAL

Lisboa, 1942
Edições Cosmos
1.ª edição
19,4 cm x 13,5 cm
128 págs. + 8 págs. em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do texto de abertura:
«[...] As boas obras de Arquitectura representam, pois, a mais harmoniosa conjugação dos conhecimentos técnicos com o expoente de Arte atingido em determinado momento. Mas ainda não é tudo. Traduzem também os próprios ideais, a cultura e a maneira de viver dos povos.
Por isso, em todos os tempos, ficaram como índice atestador do grau de Civilização. [...]
A evolução da Arquitectura encontra-se, de-facto, tão intimamente ligada à evolução da Humanidade, que ela constitue o seu perfeito reflexo. Acompanha-a tão fielmente, traduz-lhe de tal modo as grandezas e misérias, que bem se pode considerar o conjunto dos edifícios construídos através dos tempos como a representação plástica da própria História Universal. [...]»

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A Morte do Alfarrabista



MICHAEL INNES
trad. Carlos Gomes da Costa
capa de Edmundo Muge

Lisboa, 1963
Editorial Minerva (de Manuel Rodrigues)
1.ª edição
16,2 cm x 10,7 cm
208 págs.
corte carminado
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

John Innes Mackintosh Stewart, nascido em Edimburgo, criou o conhecido inspector Appleby que, no vertente inquérito, para além dos habituais misteriosos crimes a resolver, têm estes a particularidade de sucederem num meio em que as falsificações de pinturas e manuscritos os entrelaçam.

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Au Pays des Antiquaires



ANDRÉ MAILFERT

Paris, 1968
Flammarion, Éditeur
s.i. [1.ª edição: 1929]
texto em francês
20,9 cm x 15 cm
190 págs. + 20 págs. em extra-texto
subtítulo: Confidences d’un “maquilleur” professionel
encadernação editorial em tela impressa na pasta anterior e na lombada
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aproveitando-se da douta ignorância e da credulidade de coleccionadores e curadores de museus, o industrial-antiquário André Mailfert (1884-1943) espalhou por toda a França falsas peças de estilo, de tal modo notáveis no ofício, que passaram por ser oriundas de uma tal Escola de La Loire, na linha estética de um artista-marceneiro do século XVIII – Jean-François Hardy –, personagem completamente inventado. Mas Mailfert não guardou para si o segredo do ludíbrio, como comprova este seu livro de memórias, correctamente redigido e eivado de fino humor.
Um excerto:
«[...] Le fonds bourgeois qui domine en France, l’amour de la propriété, le sentiment de l’ordre, l’esprit du classement et tout ce qui, en un mot, a forgé dans notre race l’apothéose de ce fonctionnarisme qui la tue, ont, fort heureusement, par contre, développé chez le Français l’esprit de la conservation et celui, plus prudhommesque, de la collection. [...]
Le goût de la collection des meubles et bibelots anciens vint compléter celui des tableaux – celui-là a existé de tous temps – et c’est alors que, la marchandise se faisant rare, il vint à l’idée de certains antiquaires de compléter, par des reconstitutions, ce qui manquait en authentique.
On fit de timides transformations, puis, des meubles entiers!
[...] Mais il est peut-être plus amusant pour vous, lecteur, de jeter un coup d’œil indiscret sur la technique de cette curieuse et si moderne fabrication “d’ancien”, de soulever le voile qui masque certaines “trop belles” opérations, réussies par les praticiens notoires du truquage, que de chercher à démêler les raisons psychologiques qui ont conduit une bonne partie de l’élite de nos intelectuels à vider ses goussets dans l’escarcelle béante d’avides antiquaires... [...]»

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C’Est Arrivé en Plein Paris



YVONNE [ANNE-MARIE] DE BREMOND D’ARS
capa de [Tsuguharu] Foujita

Paris, 1957
Henri Lefebvre, éditeur d’art
[2.ª edição]
18,9 cm x 14,1 cm
240 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Passionnante Aventure d’Antiquaire
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita da Autora ao conde de Paço d'Arcos (Anrique Paço d'Arcos, nome literário de Henrique Belford Corrêa da Silva)
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do segundo tomo, de um núcleo de dezanove obras, de Le Journal d’une Antiquaire, da reconhecida antiquária parisiense especialista em mobiliário do século XVIII. O vertente livro de memórias relata os meandros e alguns episódios curiosos de uma vida profissional, que teve como palco de referência a sua loja no Faubourg Saint-Honoré. Yvonne, nascida em Nantes, era filha do conde Anatole Anne-Marie Alon Josais Hélie de Bremond d’Ars.

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quinta-feira, maio 17, 2018

Jocasta


PAULO DA COSTA DOMINGOS
capa sobre fotografia de Rui Baião

Lisboa, 2018
ed. viúva frenesi
1.ª edição
19 cm x 13 cm
16 págs.
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplar novo
tiragem de apenas 150 exemplares
9,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do mais recente livro de versos do autor, que lhes acrescentou uma Nota Marginal:
«Alguns viram em Antígona a rebelde exemplar, que, ao opor-se à lei do tio, o expõe e à tirania do seu poder. É mentira. Trata-se de uma daquelas avaliações precipitadas, parcas de informação e discernimento, não raro germinadas nas mentes marxistas pós-leninismo. André Bonnard, o principal causador disso, foi ele mesmo um obediente propagandista de Estaline, admirando-lhe a sociedade ferreamente hierarquizada, totalitária, edificada em cima do cadáver dos sovietes.
Jocasta – mãe de uma Antígona filha do incesto – foi a autêntica figura subversora de uma ordem, não meramente no que é político, mas invertida, rasgada pelo ataque radical à estrutura da família enquanto átomo do corpo social. Jocasta, a inconveniente segundo os padrões morais vigentes nas sociedades ditas civilizadas, acabará morrendo, também, de certo modo emparedada, como a filha, sem fuga possível, enforcando-se. Dizem uns que sob o peso da culpa, dizem outros que por morte inglória de seus dois filhos.
Semelhantemente à Jocasta grega, até na desordem disseminada por amor a um jovem poeta, a Jocasta portuguesa morre solitária, num campo onde grassa o suicídio barbitúrico, o cancro, a corrupção e o alcoolismo da sua prole. Solitária e destroçada pelo veneno continuamente inalado das drogas que toda a vida facultou aos doentes e aos doridos.»

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Barbearia Tiqqun [junto com] Romance Ardente [junto com] Sumo de Limão




RUI BAIÃO
MANUEL FERNANDO GONÇALVES
PAULO DA COSTA DOMINGOS

Lisboa, 2017
ed. viúva frenesi
1.ª edição [única, todos]
19 cm x 13 cm
36 págs. + 56 págs. + 36 págs.
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplares novos
tiragem de apenas 150 exemplares cada
9,00 eur (cada, IVA e portes incluídos)
20,00 eur (lote dos 3, IVA e portes incluídos)

3 livros de versos, 3 autores com nome firmado, 1 manifesto literário.

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Hot e Etc.


VITOR SILVA TAVARES
capa de Fernando Marques


Sá da Bandeira (Angola), 1964
Publicações Imbondeiro
1.ª edição [única]
17 cm x 12,1 cm
42 págs.
acabamento com dois pontos em arame
é o n.º 60 da preciosa Colecção Imbondeiro, fundada e dirigida pelos escritores Leonel Cosme e Garibaldino de Andrade
exemplar muito estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

VST, que fez temporada em Angola – diz-se que com especial relevo cineclubista destabilizador – até a polícia política apertar o cerco, já no Continente, indocumentado e “vadio”, vê-se na contingência de pôr em letra impressa este breve mostruário das suas primeiras potencialidades narrativas, a fim de, junto das entidades oficiais, fazer prova de ter um “modo de vida”: escritor!
É ele o mesmo VST mentor e editor de várias gerações de novos poetas, quer mediante a sua direcção literária na Editora Ulisseia dos anos 65 a 67 do século XX, quer como coordenador de suplementos literários no Diário de Lisboa e no Jornal do Fundão, quer como ariete da aventura da editora & etc, nome este que, desde sempre, serviu para marcar a sua presença no tempo, no lugar e no modo.

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Arar


VITOR SILVA TAVARES
Manuel João Vieira, ilust.
Nunes da Rocha, ilust.
grafismo de Ana Biscaia

Lisboa, 2017
Edição Postas de Pescada
1.ª edição [ilustrada]
22,5 cm x 15 cm
16 págs. + 4 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a cor
impressão em serigrafia
exemplar novo
tiragem declarada de apenas 170 exemplares
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto originalmente publicado no volume colectivo ARA, incluindo também textos de Rui Baião e de Paulo da Costa Domingos. Assinalava-se, então, o ano de 1984, em que, sendo já bem visível como o Mundo é governado por animais ao serviço do Grande Irmão, o editor da frenesi teve a obra produzida pela cadela Guanita Calafate. Com o manuscrito, agora em fac-símile, e esta reedição do texto então publicado assinala-se, por seu turno, os 80 anos decorridos desde 17-7-1937, data em que faria anos o malogrado Vitor Silva Tavares. As divergências ocasionais entre a versão manuscrita e a que ficou em letra de imprensa são, naturalmente, fruto da intervenção do autor, na altura, à boca da máquina de imprimir.
Manuel João Vieira e Nunes da Rocha enriquecem a vertente reedição com as suas ilustrações.

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Ara


RUI BAIÃO
VITOR SILVA TAVARES
PAULO DA COSTA DOMINGOS

Lisboa, 1984
frenesi
1.ª edição
19 cm x 13 cm
28 págs.
acabamento com dois pontos em arame
corte carminado
exemplar novo
PEÇA DE COLECÇÃO
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de três intervenções literárias que pretendiam assinalar a entrada no ano do big brother, a saber, respectivamente para cada autor: Teatro An-atómico; Arar; e Desertos.

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segunda-feira, maio 14, 2018

Portugal, a Book of Folk-Ways



RODNEY GALLOP
ilust. Rodney Gallop (fotografias) e Marjorie Gallop (desenhos)

Cambridge, 1961
At The University Press
2.ª edição
22,2 cm x 14,6 cm
XVIII págs. + 292 págs. + XVI págs. em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação editorial em tela gravada a ouro na lombada, sobrecapa impressa a duas cores directas
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta na primeira folha-de-guarda carimbo de oferta do Instituto de Cultura Portuguesa
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estudo mais detalhado do que a versão traduzida para português e editada pelo Instituto de Alta Cultura. Aqui, o autor estende a sua reflexão pelos domínios etnográficos, religiosos, geográficos e musicológicos, dando mostras de um trabalho de campo invulgar, que documenta com fotografias por si colhidas um pouco por todo o país. A tónica é a do registo de usos e costumes na vida agrária em vias de perder-se sob o impacte da modernidade tecno-industrial.

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Tôjos e Rosmaninhos





ALFREDO KEIL
texto, composição musical e pinturas
pref. João da Câmara


Lisboa, 1907
«A Editora»
1.ª edição
35,7 cm x 26,5 cm (álbum)
156 págs. + 19 extra-textos
subtítulo: Contos da Serra
encadernação editorial
impressão sobre papel couché, sendo os extra-textos sobre semi-cartolina e protegidos por vegetal
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da beleza poética geral desta recolha da tradição popular da zona do Zêzere, que Keil – autor da música do Hino Nacional – testemunhou e traduziu em livro, há ainda a importância acrescida para o nosso património etnográfico. Por outro lado, Keil soube também traduzi-lo mediante a sua paleta de pintor naturalista.

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