sexta-feira, agosto 26, 2016

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


Estado da Medicina em 1858



MARECHAL DUQUE DE SALDANHA

Lisboa, 1858
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,2 cm x 14,7 cm
2 págs. + 160 págs.
subtítulo: Opusculo Dividido em Cinco Partes dedicado a Sua Magestade El-Rei o Senhor Dom Pedro Quinto e offerecido aos homens de consciencia e superiores que entre nós ensinam ou praticam a nobre e liberal profissão da medicina
sóbria encadernação em meia-inglesa com cantos em pele, armoreado a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conservas as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, papel sonante
volume pessoal do marechal Saldanha
PEÇA DE COLECÇÃO
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portruguez, tomo III, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«João Carlos de Saldanha de Oliveira e Daun, 1.º Duque, 1.º Marquez e 1.º Conde de Saldanha, Mordomo-mór de Sua Magestade, Par do Reino, Conselheiro d’Estado, Ministro d’Estado honorario, Marechal do Exercito, e ex-Commandante em Chefe, Vogal do Supremo Conselho de Justiça militar, Ministro Plenipotenciario honorario; Grão-Cruz das Ordens militares da Torre e Espada, Christo, Conceição e S. João de Jerusalem em Portugal; das de S. Fernando, Carlos III e Isabel a Catholica de Hespanha; da de S. Gregorio de Roma; da Legião de Honra de França, condecorado com a Ordem do Tosão de Ouro, e com varias outras distincções e medalhas de honra nacionaes e estrangeiras; Socio emerito, e ex-Vice-presidente da Academia Real das Sciencias de Lisboa, Membro da Sociedade Geologica de França, da Academia das Sciencias e Bellas-letras de Anvers, da Sociedade Statistica de França, e de muitas outras Associações scientificas e litterarias da Europa, etc. etc. – N. em Lisboa a 17 de Novembro de 1790 [m. 1876], e foi o nono filho do 1.º conde de Rio-maior João de Saldanha Oliveira e Sousa, e de sua mulher a condessa D. Maria Amalia de Carvalho e Daun, terceira filha do 1.º Marquez de Pombal. […]
S. ex.ª querendo disseminar tanto quanto fosse possivel ás idéas e principios conteudos n’esta sua obra, dictada pelo desejo de ser util aos seus compatriotas, distribuiu franca e profusamente a primeira edição que d’ella mandou fazer; como porém esta não fosse sufficiente para saciar a justa curiosidade do publico, teve logar em breve tempo a segunda, que egualmente foi distribuida [...].»

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A Febre Amarella Importada pela Barca Imogene em 1879 [junto com] O Supposto Caso de Febre Amarella da Rua Vinte e Quatro de Julho



J. [JOSÉ] T. [TOMÁS] DE SOUSA MARTINS [a]
JOÃO FERRAZ DE MACEDO [b]

Lisboa, 1880 e 1883
Typographia Portugueza /Imprensa Nacional
1.ª edição (ambos)
[24,5 cm x 16,4 cm] + [23,1 cm x 14,9 cm]
[2 págs. + 262 págs. + 1 desdobrável em extra-texto] + [4 págs. + VI págs. + 176 págs.]
subtítulo [b]: Duas Palavras sobre a Opinião do Professor José Thomás de Sousa Martins
exemplares estimados, ocasionais restauros nas capas; miolo limpo
cartão-legenda e pequeno rótulo colados na capa do primeiro espécimen [a] indicando tratar-se de um volume que terá sido exposto em 1943, por ocasião do 1.º Centenário do Nascimento do médico Sousa Martins
LOTE VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR [b] AO VISCONDE DE CORUCHE [CAETANO DA SILVA LUZ, 1.º VISCONDE DE CORUCHE]
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante relatório médico de Sousa Martins (1843-1897), contestado mais tarde por um outro clínico, João Ferraz de Macedo (1838-1907).

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O Homem – Representação Graphica da Sua Estructura em Cinco Chromos Sobrepostos com Texto Explicativo



ARDISSON FERREIRA, trad.

Paris – Lisboa / Rio de Janeiro – São Paulo – Belo Horizonte, s.d. [circa 1930]
Livrarias Aillaud e Bertrand – Aillaud, Alves & C.ª / Livraria Francisco Alves
s.i.
43,3 cm x 19 cm
16 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (5 figuras polícromas)
ilustrado a negro no corpo do texto e a cor em separado
texto a duas colunas
boa encadernação recente em papel com lombada em tela, capas de brochura restauradas e espelhadas
não aparado
exemplar estimado; miolo limpo, com restauros de estabilização periféricos, cromos em bom estado
peça de colecção
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ardisson Ferreira (1873-1932), sendo médico e cirurgião, também se dedicou à escrita, nomeadamente como divulgador da cultura física, e neste particular foi o tradutor das obras de Johannes Peter Müller.

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O Meu Systema


J. [JOHANNES] P. [PETER] MÜLLER
[trad. Ardisson Ferreira]

Lisboa, s.d.
Livraria Bertrand
[1.ª edição ?]
23,3 cm x 15,5 cm
128 págs.
subtítulo: A saude a troco d’um quarto de hora d’exercicio por dia
ilustrado a negro no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do manual de referência para ginastas.

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A Vida ao Ar Livre


J. [JOHANNES] P. [PETER] MÜLLER
trad. Ardisson Ferreira

Paris-Lisboa / Porto / Rio de Janeiro, 1911
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Chardron / Livraria Francisco Alves
1.ª edição
18,8 cm x 12,2 cm
172 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio do tradutor:
«[...] A Vida ao Ar Livre, complemento de O Meu Sistema, contém a apologia dos agentes vitaes que a natureza nos offerece a todo o momento, e bastos e racionaes conselhos ácerca da higiene e dos desportos, conselhos que o auctor apresenta despretenciosamente e em linguagem clara e sobremaneira attrahente.»

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A Vida ao Ar Livre


J. [JOHANNES] P. [PETER] MÜLLER
trad. Ardisson Ferreira

Paris – Lisboa / Porto / Rio de Janeiro, s.d.
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Chardron / Livraria Francisco Alves
s.i.
18 cm x 12 cm
172 págs.
ilustrado no corpo do texto
encadernação editorial em tela encerada com gravação a negro e branco nas pastas e na lombada
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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«Depoimento» ou Libelo – Reflexões Sobre o Livro de Memórias de Marcelo Caetano


RAUL RÊGO

Lisboa, 1975
Editorial República
1.ª edição
18,5 cm x 12,6 cm
136 págs.
exemplar estimado, lombada e contracapa oxidadas pela contínua exposição à luz; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA DO AUTOR AO ESCRITOR DAVID MOURÃO-FERREIRA
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do excelente conjunto de artigos coligidos de e por Raul Rêgo:
«[...] Poucos homens terão tido na História de Portugal oportunidade igual à de Marcelo Caetano, de fazer a verdadeira união nacional, dentro de um pluralismo são. [...] Basta ver como foi recebido o seu apelo à concórdia de todos os portugueses e as esperanças que suscitou num povo martirizado por guerras e divisões, os oposicionistas pondo de lado 42 anos de ostracismo e vendo no homem chamado ao governo não o principal doutrinador e um dos grandes executores do regime que os segregara, mas o dirigente que fazia apelo à cooperação em momento particularmente grave da vida da nação. Mas, usando nova linguagem, Marcelo não mudou de processos [...]. Jogou simplesmente na continuidade de um regime cujas estruturas não correspondiam a nenhuma das necessidades vitais do povo português. À palavra pátria seguia-se por vezes a sentença de morte cívica para muitos dos mais patriotas e em lugar da concórdia entre as ideias de uns e de outros se exigia a submissão pura e simples ao ideário dos quarenta anos de totalitarismo. Era a continuidade. [...]»

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Depoimento [junto com] As Mentiras de Marcello Caetano



MARCELLO CAETANO [a]
ANTONIO CRUZ (coronel) e VITORIANO ROSA [b]

Rio de Janeiro – São Paulo, 1975 [a]
Lisboa – Porto – Coimbra – Luanda – Lourenço Marques, 1974 [b]
Distribuidora Record [a]
Agência Portuguesa de Revistas [b]
2.ª edição [a]
1.ª edição [b]
[21 cm x 14 cm] + [21,3 cm x 14,9 cm]
250 págs. + 192 págs.
subtítulo do segundo item: Resposta a um falso “Depoimento”
segundo item profusamente ilustrado no corpo do texto com fotografias de época e facsímiles de documentação confidencial do Estado Novo
exemplares muito estimados; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de abertura assinada por Vitoriano Rosa:
«[...] Não se pretende com este livro estabelecer uma polémica, que nada mais redundaria do que “gastar cera com tão ruim defunto”. O que se nos afigura realmente importante é dar ao conhecimento público as provas documentais das mentiras de Marcelo Caetano e mostrar o verdadeiro rosto do Salazar cinicamente sorridente que durante seis longos anos de repressão e de terror enganou o povo português e, gozando agora dos rendimentos e das boas vontades dos amigos, pretende ainda lançar a confusão e preparar o terreno para um regresso à Pinochet. [...]»

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Marcello Caetano – Confidências do Exílio


JOAQUIM VERÍSSIMO SERRÃO

Lisboa / São Paulo, 1985
Editorial Verbo
1.ª edição
21 cm x 15 cm
408 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO CÓNEGO ISAÍAS DA ROSA PEREIRA
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma década volvida sobre a queda do regime fascista, e ainda Veríssimo Serrão procurava algum resquício de legitimidade histórica para a pouca vergonha que haviam sido os 48 anos de totalitarismo militar, religioso e civil, perseguição política, miséria do povo, incultura generalizada e, por fim, guerra colonial...

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Conversas Com Marcello Caetano

 

ANTÓNIO ALÇADA BAPTISTA

Lisboa, Outubro de 1973
Moraes Editores
1.ª edição
20 cm x 13,9 cm
276 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Este livro, engendrado já no declínio, senão no estertor, do regime fascista, assume o estilo de um ex-aluno «respeitador» e «admirado» em amena troca de impressões gerais com o seu antigo professor. Mas tais generalidades passam um pouco ao largo da governação de um país a ferro e fogo policial, que é o que acontece quando o poder sente o chão a fugir-lhe de debaixo dos pés. Pode dizer-se que, apesar da dissimulada ambição, Alçada Baptista – que fôra, dez anos antes, o fundador da revista O Tempo e o Modo – nunca possuiu o fulgor atrevido de um António Ferro em diálogo com Salazar, que é o que acontece quando os consensos de uma época empurram a passos desordenados para o fim.
A título de exemplo, uma passagem:
«[...] Sinto que, para Marcello Caetano, a política é muito mais uma “arte” do que uma “ciência”: uma estratégia de conter o real que resulta das concretas motivações dos homens num determinado tempo da história, no pressuposto inabalável de que eles, neste domínio, quase nunca se movem segundo as “rectas intenções”. Daí que, desgraçadamente, o fenómeno político reflicta, afinal, o denominador comum da nossa humana banalidade. Donde, a consequência duma dualidade inevitável: de um lado, um universo pessoal povoado de valores tradicionais que se reflectem num comportamento pessoal à base das “antigas virtudes”: trabalho, exigência interior, vida espiritual, honestidade pessoal, austeridade; do outro, um universo social cujas virtudes são as “virtudes” da guerra, perante um inimigo que, no seu entender, está disposto a tudo, e a quem não podemos oferecer a vantagem dos nossos princípios pessoais. E que seriam esses prin­cípios, de que o homem completamente se desinteressou, que, a serem colectivamente vividos, poderiam modificar um dia as regras dum jogo que, ainda no seu entender, os outros quiseram assim. [...]» – Alçada Baptista, há que sublinhá-lo, está a referir-se ao segundo Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa, organização para-militar émula da “juventude hitleriana”...

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quinta-feira, agosto 25, 2016

As Artes ao Serviço da Nação


[C. (CÉSAR) H. (HENRIQUE) MOREIRA BAPTISTA, pref.]

Belém (Lisboa), 1966
Museu de Arte Popular
[1.ª edição]
15,6 cm x 17 cm (oblongo)
60 págs. + 36 págs. em extra-texto
subtítulo: 40.º Aniversário da Revolução Nacional
profusamente ilustrado
exemplar como novo
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Afirmava César Moreira Baptista, na qualidade de Secretário Nacional da Informação, «[...] a certeza de que os nossos Artistas, pela imaginação, poder inventivo e técnica, são também nova face de um Portugal inteiramente renovado [...]», dando assim a impressão de um país domesticado, não só por via do analfabetismo activo, mas acima de tudo pela branda cumplicidade dos que sabiam ler e escrever. Na roda-viva dos intelectuais ao serviço do regime fascista vamos encontrar, na vertente fonte primária, nomes que, mais tarde, tentaram, democraticamente, imiscuir-se entre o povo-que-lavas-no-rio: Jorge Vieira, José Rodrigues (escultores), José Segurado, Conceição e Silva, Sena da Silva (arquitectos), Alice Jorge, António Charrua, António Dacosta, Artur Bual, Cândido Costa Pinto, João Abel Manta, João Hogan, Júlio Pomar, Júlio Resende, Paulo Guilherme, Rogério Ribeiro, Vespeira (pintores), e muitos outros.

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O Candidato Nacional Almirante Américo Thomaz


[ANÓNIMO]

s.l., s.d. [Lisboa, 1958]
UN [União Nacional]
s.i.
22,4 cm x 17,2 cm
16 págs.
ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), candidato à presidência do Estado Novo escolhido pelo partido único para suceder a Francisco Craveiro Lopes, ascendia assim de presidente do Clube de Futebol Os Belenenses e de Ministro da Marinha ao estatuto decorativo de “figura número um da nação”. Nunca mandou nada, nem teve vontade própria, nunca contrariou quem o pôs no cargo. A vertente brochura de propaganda tem o mérito de nos revelar uma extensa lista de nomes dos apoiantes da sua candidatura, e aí, por exemplo, para além dos reaccionários do costume, encontramos nomes como os da actriz Amélia Rey Colaço, do jornalista Pedro Correia Marques, do arquitecto Paulino Montez, da professora e ensaísta Maria de Lurdes Belchior, dos escultores António Duarte e Leopoldo de Almeida, dos escritores Caeiro da Matta e Júlio Dantas, etc.

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Mensagem de Ano Novo do Chefe do Estado


[AMÉRICO TOMÁS, almirante]

Lisboa, Janeiro de 1974
Secretaria de Estado da Informação e Turismo
[edição única]
25 cm x 18,3 cm
sem numeração [34 págs.] + 1 cartão de visita
inclui fotografia do autor (durante o discurso) em extra-texto
junto com o cartão de visita do contra-almirante Henrique dos Santos Tenreiro, ao que julgamos para personalizar a oferta do fascículo a um destinatário (não identificado)
exemplar como novo
peça de colecção, com interesse para a história do fim da ditadura do Estado Novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se efectivamente do último discurso que Portugal foi obrigado a ouvir da lavra do almirante; o Dia da Libertação veio quase logo a seguir, desmentindo as expectativas de um género de governo com quase meio século. E pela mão daqueles que não haviam chegado ao 10 de Junho na qualidade de mortos gloriosos.
Algumas palavras do discurso:
«[...] finalmente, de acordo com o procedimento seguido em todos os anos dos meus mandatos, procedi às sessões solenes inaugurais dos novos anos lectivos realizadas em todos os estabelecimentos militares de ensino. Destacadamente me refiro à cerimónia militar que se realizou no Terreiro do Paço, no dia 10 de Junho. Mais uma vez essa patriótica cerimónia decorreu com o brilho que lhe é peculiar, nela tendo sido condecorados os bravos combatentes que mais se distinguiram na defesa das terras portuguesas de Angola, de Moçambique e da Guiné. E, além das distinções concedidas, evocaram-se, saudosamente, comovidamente e com toda a gratidão, aqueles que nessa defesa perderam a vida. E, como tem sucedido nos anos anteriores, cerimónias semelhantes se realizaram noutras cidades da Metrópole e no Ultramar e em todas elas o fulgor das cerimónias foi idêntico. [...]»

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quarta-feira, agosto 24, 2016

Entrevistas, 1960-1966 [junto com] Discursos (Antologia – Textos políticos)



OLIVEIRA SALAZAR

Coimbra, 1967 / Lisboa, s.d. [circa 1970]
Coimbra Editora, Limitada / EN – Emissora Nacional
livro: 1.ª edição
disco: prensagem original
[19,6 cm x 14,1 cm] + [31,4 cm x 31,4 cm]
[4 págs. + 244 págs.] + 1 long play (vinil)
exemplares estimados, capa do disco com discreto restauro; miolo irrepreensível (livro), prensagem límpida (disco)
juntou-se cartão pessoal de Clemente Rogeiro, então Presidente da Direcção da Emissora Nacional de Radiodifusão
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lote constituído pelo raro volume antológico de entrevistas concedidas por Salazar, em diversas circunstâncias da sua governação, e por um disco que reúne importantes discursos do mesmo, proferidos aos microfones da Emissora Nacional entre 1941 e 1963, a propósito dos seguintes temas: O meu depoimento (Janeiro de 1949); Os princípios e a obra da Revolução no momento interno e no momento internacional (Abril de 1943); Defesa económica – Defesa moral – Defesa política (Junho de 1942); Todos não somos de mais (Abril de 1941); Breves considerações sobre a política interna e internacional a propósito da inauguração do Estádio de Braga (Maio de 1950); Na reeleição do Chefe do Estado (Fevereiro de 1942); Apontamento sobre a situação internacional (Maio de 1956); O caso de Goa (Novembro de 1954); Política Ultramarina (Agosto de 1963); e Temos também o dever de ser orgulhosos dos vivos (Agosto de 1963).
Salazar, à semelhança de Hitler, bem sabia como a rádio, e mais tarde também a televisão, numa lenga-lenga encantatória, projectavam as suas ordens e ameaças sobre toda a população do país: «Se não falha este pequeno aparelho que parece estremecer às menores vibrações da minha voz, eu estarei falando neste momento à maior assembleia que em Portugal alguma vez se congregou a escutar a palavra de alguém.»

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Intimidades de Salazar


ASSIS GONÇALVES

Lisboa, 1972
Livraria Bertrand, S.A.R.L. (distribuição)
2.ª edição revista e aumentada
18,5 cm x 12,6 cm
236 págs + 1 folha em extra-texto
subtítulo: O Homem e a Sua Época (Memórias do seu Secretário nos primeiros sete e difíceis anos da sua Vida Pública)
capa impressa frente e verso
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo, sinais de foxing na última folha
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Secretário de Oliveira Salazar, e seu informador no seio do exército durante os tempos confusos da consolidação da ditadura implantada a 28 de Maio de 1926, Assis Gonçalves (1889-?) regista neste seu livro episódios, alguns até então menos claros, da primeira época áurea do fascismo português.

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A Invasão dos Judeus


MARIO SAA

Lisboa, 1924 (aliás, 1925)
[ed. do Autor]
1.ª edição
25,7 cm x 19,2 cm
316 págs.
composto manualmente
ilustrado com 71 gravuras
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
250,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra explicitamente anti-semita. São três centenas de páginas de insultos soezes a antigos e modernos, mortos e vivos, entre os quais, denunciados pelo “crime” de “judaísmo”, destacamos ao acaso Guerra Junqueiro, Rafael Bordalo Pinheiro, Afonso Costa, França Borges, Cunha Leal, Bernardino Machado, José Falcão, Brito Camacho, José Relvas, Nogueira de Brito, Ricardo Jorge, Gustavo Matos Sequeira, Columbano, Jaime Cortezão, Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Bernardo Marques, António Ferro, etc., citando somente dentre os que tiveram direito a retrato...

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terça-feira, agosto 23, 2016

Raça e Nacionalidade


MENDES CORRÊA

Porto / Rio de Janeiro (Brasil), 1919
Renascença Portuguesa / Luso-Brasiliana
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
192 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de José Coelho
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] Uma desastrada confusão se estabeleceu entre Antroposociologia e pangermanismo, e dessa confusão provém em grande parte o desfavor com que até nos meios mais cultos déla se fala. Como todos os grandes impérios da história, o império alemão ha de desaparecer mais cedo ou mais tarde na voragem exterminadora das maiores ambições humanas [...], e a antroposociologia ficará de pé, porque como sciência biosociológica éla mesma proclama a evolução dos povos e a instabilidade das organisações sociaes, mesmo das mais fortes e menos sujeitas a influências dissolventes e abastardantes. [...]»
O antropólogo e médico Mendes Correia (1888-1960) opunha-se assim à corrente germanófila então dominante, num livro vindo a lume volvido um ano sobre o assassinato do seu mais claro representante: Sidónio Pais.

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Pão Nosso: Alegre Vinho: Azeite da Candeia


ANTONIO CORRÊA D’OLIVEIRA

Lisboa, 1920
Portugalia Editora
[1.ª edição]
20,5 cm x 13,2 cm
200 págs. (as primeira e última folhas servem de suporte para a capa)
profusamente ilustrado
impresso a duas cores sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na linha estética da poesia de Afonso Lopes Vieira, mas «mais acentuadamente nacionalista [e] conservadora» e eivada de «lirismo rural», deve colocar-se a obra de Correia de Oliveira ao lado da de Mário Beirão, também este um claro representante dos «tradicionalismos provincianos». (Fonte: António José Saraiva / Óscar Lopes, História da Literatura Portuguesa, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989)

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domingo, agosto 21, 2016

Os Vinculos em Portugal



D. ANTONIO DE ALMEIDA

Lisboa, 1852 a 1857
Imprensa Nacional
1.ª edição
4 folhetos (completo)
26 cm x 17,9 cm
24 págs. + 32 págs. + 44 págs. + 76 págs.
títulos:
primeiro folheto – Os Vinculos em Portugal
segundo folheto – Reflexões Sobre os Vinculos
terceiro folheto – Breves Considerações Sobre os Vinculos
quarto folheto – A Reforma dos Vinculos
acabamento em cadernos dobrados e cosidos à linha
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
encontram-se no estado em que circularam na época, agora acondicionados num elegante estojo de confecção manual recente
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

A estrutura da propriedade fundiária em morgados, ou património familiar inalienável e indivisível, é aqui discutida por uma “última vez” antes da sua “abolição” em 1863. Reconhecidamente incompatível com uma noção de propriedade mais fragmentada, que a burguesia ascendente do século XIX vinha impondo à nobreza em declínio, acabou este antigo instituto por ceder mais por via das dívidas da nobreza a essa burguesia capitalista do que por força da Lei.

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Relatorio Sobre o Cadastro


ANTONIO JOSÉ D’AVILLA

Lisboa, 1848
Na Imprensa Nacional
2.ª edição («correcta e augmentada»)
22,3 cm x 16 cm
118 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Numa altura em que gente tão obviamente inteligente e responsável pelos destinos da nação não se inibe de encher o recinto mediático com opiniões e palpites acerca daquilo que ignora (porque se não o ignorasse não teríamos chegado onde chegámos!), dá-se aqui uma achega bibliófila para o relaxado debate deste Verão. O tema – desviando as atenções dos responsáveis pelo desbaratar de recursos e meios ano após ano –, o tema agora é: o cadastro! Ora bem, por razões que se prendiam com o colapso das estruturas económicas e sociais do país durante as lutas liberais, e concomitante barafunda na verificação da propriedade privada do território, já o duque de Ávila (1807-1881) afirmava constituir o Cadastro a única base, sem a qual «[...] será absolutamente impossivel repartir com igualdade o imposto predial, [...] resolver o problema de fazer com que os povos paguem menos, e o Thesouro receba mais, [...] garantir a propriedade a seu legitimo possuidor, fazendo cessar, ou pelo menos diminuir consideravelmente o numero espantoso de questões, a que esta dá origem, acabar em fim o deficit e a agiotagem, e pôr os capitaes em liberdade, para procurarem emprego nas emprezas de interesse material, que em tão larga escala se offerecem no nosso Paiz, aonde tudo está por fazer, aonde só faltam a vontade do homem, e as instituições adquadas [...].»

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Instrucções pelas Quaes Se Devem Regular o Director e Officiaes Encarregados dos Trabalhos Geodesicos e Topographicos do Reino [seguido de] Descripção e Rectificações do Theodolito


[FILIPE FOLQUE]

Lisboa, 1850
Imprensa Nacional
1.ª edição
21,1 cm x 13,5 cm
44 págs. + 22 págs. (não num.) + 18 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, agosto 19, 2016

O Crime


GUERRA JUNQUEIRO

Porto – Braga, 1875
Livraria Internacional de Ernesto Chardron
1.ª edição
17,4 cm x 12,2 cm
32 págs.
subtítulo: A Propósito do Assassinato do Alferes Brito
exemplar estimado; miolo limpo
discretas rubricas de posse na capa e no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui-se este poema na discussão aberta em Portugal acerca da abolição da pena de morte para crimes cometidos em meio militar, neste caso quando um soldado de infantaria assassinou o alferes Palma e Brito em 1874.

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De la Peine de Mort



F. [FRANÇOIS] GUIZOT

Bruxelas, 1838
Société Belge de Librairie, etc. – Hauman et Compagnie
Imprimerie Judenne
«nouvelle édition» (2.ª edição)
16,8 cm x 11 cm
XVIII págs. + 158 págs. + 2 págs.
exemplar muito estimado, capa e contracapa espelhadas sobre gravura antiga; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

François Pierre Guillaume Guizot (1787-1874), historiador, liberal conservador partidário da ideia de uma monarquia constitucional, foi ministro da Educação, ministro dos Negócios Estrangeiros e mesmo Primeiro Ministro de Luís-Filipe I de França, tendo resignado à beira das barricadas parisienses de 1848, não sem dar ordens militares de neutralização dos revoltosos. Todavia, são produto da sua reflexão histórica conceitos produtivos como sociedade de massas, classes sociais, igualdade dos cidadãos, conceitos de que Marx e Engels se apropiarão levando-os a um outro nível de leitura da vida quotidiana.
A questão da pena de morte é, assim, tratada como vã pretensão dos governantes a dominarem os povos. No seu entendimento, desde que a acção dos indivíduos se tornara num comportamento massificado expresso em tumultos sociais colectivos (revoluções), deixara de resultar, como medida de aviso, o castigo individual. Bem pelo contrário, a guilhotina iria virar-se contra os seus promotores, ninguém mais estaria ao abrigo dos instrumentos de morte por si criados.

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Pena de Morte


EDUARDO DE NORONHA
ilust. Rocha Vieira

Lisboa, s.d.
Editorial O Seculo
[1.ª edição ?]
18,6 cm x 12,4 cm
180 págs.
ilustrado
modesta encadernação de amador em tela encerada com gravação a ouro na lombada
aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da explicação prévia do autor:
«Pretendi, ao escrever este livro, [...] evitar que para castigar crimes, se perpetuem outros iguais, se não maiores, com longa premeditação e alucinantes preparativos.»

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Da Pena de Morte


JOÃO DE LEBRE E LIMA
pref. J. Caeiro da Matta

Paris-Lisboa / Porto / Rio de Janeiro, 1920
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Chardron / Livraria Francisco Alves
1.ª edição
18,8 cm x 12,3 cm
XXXII págs. + 184 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
chancela (carimbo) do Autor na pág. XI
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tanto Lebre e Lima como Caeiro da Matta eram a favor da pena de morte...

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A Pena de Morte em Portugal


RICARDO FERNANDES

Lisboa, 1971
Ordem dos Advogados Portugueses
1.ª edição
22,6 cm x 16 cm
48 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, com restauro no canto superior direito da capa; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Muito breve história de um castigo público cuja natureza Ricardo Fernandes bem caracteriza: «A vingança privada, dos tempos primevos, foi substituída pela intervenção do Estado, actualmente o titular único do direito de punir [...]». Mas, sendo então, em 1971, outros os tempos e outro o requinte da selvajaria imperante, a morte física vai sendo posta de parte nalguns lugares do globo, porque, «Em suma, razões de ordem moral, sociológica, psicológica, psiquiátrica e de ciência criminológica [...] se contrapõem aos defensores da pena de morte.»

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Roteiro da Cidade do Porto




Porto, 1955
[Tipografia Progrédior]
«edição oficial»
16,5 cm x 12,2 cm
10 págs. + 92 págs. + 1 desdobrável (grande formato)
encadernação editorial inteira em tela com gravação a ouro na pasta anterior
exemplar muito estimado; miolo limpo, mapa como novo
assinatura de posse na primeira folha-de-guarda
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Roteiro Lírico do Porto


ANTÓNIO LOUSADA
ilust. Neves e Sousa

Porto, 1949
[ed. Autor]
1.ª edição
22 cm x 16,6 cm
52 págs.
ilustrado com três desenhos de página inteira
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pseudónimo de António Ramos Pinto Cálem (1913-1990), notável da cidade do Porto ligado à exportação de vinhos.

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O Espaço Urbano do Porto



J. M. PEREIRA DE OLIVEIRA

Coimbra, 1973
Instituto de Alta Cultura – Centro de Estudos Geográficos
1.ª edição
2 volumes (completo)
26 cm x 20 cm
[16 págs. + 472 págs. + 2 desdobráveis em extra-texto] + [VIII plantas temáticas desdobráveis em extra-texto + XIV plantas parciais desdobráveis em extra-texto]
subtítulo: Condições Naturais e Desenvolvimento
profusamente ilustrados a negro e a cor
encadernações modestas em sintético com gravação a ouro nas lombadas
conservam todas as capas de brochura
não aparados
exemplares estimados, alguma fragilidade e quebra nos festos; miolo limpo
LOTE VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de referência para o estudo da cidade do Porto.

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Daqui Houve Nome Portugal


EUGÉNIO DE ANDRADE, org. e pref.
et alli
ilust. Abel Salazar, António Cruz, Augusto Gomes, Dario Alves, Dordio Gomes, Eduardo Viana, Resende, Luis Demée, Pedro Rocha, Sousa Felgueiras, Ângelo de Sousa, Aurélia de Sousa, Dominguez Alvarez, Henrique Medina, Jaime Isidoro, Lima Carvalho, Martins da Costa, Sobral Centeno e Vieira da Silva
direcção gráfica de Armando Alves

Porto, 2000
Edições ASA, S.A. / BPI
[4.ª edição]
31,6 cm x 25,1 cm
496 págs.
subtítulo: Antologia de Verso e Prosa Sobre o Porto
encadernação editorial em linho gravado a cor na pasta anterior, com sobrecapa polícroma, folhas-de-guarda impressas
acondicionado em estojo editorial próprio
profusamente ilustrado
exemplar como novo
100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da versão destinada a ofertas do Banco Português de Investimento, por ocasião dos festejos do Porto – Capital Europeia da Cultura, em 2001. E não é a primeira vez que tal livro aparece escolhido para engrandecimento de fachada de instituições absolutamente alheias à sentida homenagem do poeta Eugénio de Andrade à cidade do Porto, que preciosamente escolheu, entre autores vivos e mortos, colaborações de escritores como, entre tantos outros, Agustina Bessa Luís, Ruben A., Sophia de Mello Breyner Andresen, Jorge de Sena, Vitorino Nemésio, Pedro Homem de Mello, Miguel Torga, José Régio, João de Araújo Correia, Aquilino Ribeiro, António Patrício, Teixeira de Pascoaes, Carlos Malheiro Dias, etc., etc., numa lista ascendente até ao abade de Jazente, a Faustino Xavier de Novais, o padre Agostinho Rebelo da Costa, Diogo Brandão, etc. Entre os autores acabados de chegar para esta edição, sublinhem-se José Saramago, António Manuel Couto Viana, Armando Silva Carvalho, Nuno Júdice e, não podia deixar de ser, também Fernando Pinto do Amaral.

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Daqui Houve Nome Portugal



EUGÉNIO DE ANDRADE, org. e pref.
et alli
ilust. António Cruz, Alvarez, Augusto Gomes, Eduardo Viana, António Costa, etc.
direcção gráfica de Armando Alves

Porto, 1983
Editorial O Oiro do Dia
3.ª edição («aumentada»)
22,5 cm x 14,2 cm
294 págs. + 9 folhas em extra-texto + 1 encarte promocional
subtítulo: Antologia de Verso e Prosa Sobre o Porto
profusamente ilustrado
capa impressa a cor, com sobrecapa polícroma, folhas-de-guarda impressas
exemplar estimado; miolo irrepreensível
inclui a cinta de oferta do Conselho Distrital do Porto da Ordem dos Advogados datada do «Dia Nacional do Advogado – 19 de Maio de 1994»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reedição a propósito do «[...] 15.º aniversário da fundação da Editorial Inova, de que a Editorial O Oiro do Dia é continuadora [...]» (vd. cólofon).

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O Topónimo Porto


JOSÉ COELHO

Porto, 1962
Stvdivm Generale – Actas do I Colóquio Portuense de Arqueologia
1.ª edição
24,5 cm x 18,8 cm
20 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
é o n.º 284 de uma tiragem declarada de apenas 500 exemplares
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Chave dos Dicionários


ANTÓNIO PEIXOTO DO AMARAL

Porto, 1892
Livraria Portuense de Lopes & C.ª – Editores
[1.ª edição]
20,2 cm x 13,8 cm
4 págs. + IV págs. + 168 págs.
subtítulo: Por meio da qual se podem procurar tôdas as palavras nos Dicionários; e se obtem a ortografia dos vocábulos em tôdas as línguas. Segundo o plano de P. Boissière. Adaptada à índole e usos nacionais
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de José Coelho
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Dicionário de Rimas


VISCONDE DE CASTELÕES
pref. Francisco Torrinha

Porto, 1951
Editorial Domingos Barreira
1.ª edição
8 págs. + 716 págs.
encadernação editorial com gravação a ouro nas pastas e na lombada
corte das folhas carminado
exemplar muito estimado, lombada com manchas; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome Álvaro de Castro Araújo Cardoso Pereira Ferraz (1859-1953), 3.º visconde de Castelões por carta régia de 1905, filho de liberais, foi companheiro de Serpa Pinto em campanhas africanas, pelo que uma delas, sob o seu comando militar, esteve na origem dos protestos ingleses que culminaram no Ultimatum de 1890. Para além de ter-se ainda afirmado como uma sumidade na construção de caminhos-de-ferro, quer nas colónias quer no continente, as letras pátrias contaram com ele como poeta de época.

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O Púlpito e a Lavoura



TOMAZ DA FONSECA

s.l., 1947
Edição do Autor
1.ª edição
17,3 cm x 12 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA DO AUTOR AO POETA E ENSAÍSTA ADOLFO CASAIS MONTEIRO
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Apresenta-se aqui o escritor Tomás da Fonseca, modestamente, como um «pequeno agricultor de terras altas», numa palestra de cariz agrário por si proferida, «aos lavradores da sua aldeia, em Março de 1945, ao começar das sementeiras».

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Os Grandes Males – O Tabaco


THOMAZ DA FONSECA

Famalicão, 1903
Typographia Minerva
1.ª edição
18,9 cm x 12,1 cm
108 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ao que parece, para Tomás da Fonseca o tabaco, fonte de degradação e miséria sociais, emparceiraria mesmo com altos tóxicos como, por exemplo, o ópio. Num breve “estudo”, mais moralista do que científico, condena ele o seu consumo:
«[...] Um dos seus primeiros efeitos é a perda da memoria. Depois vem as vertigens, tremuras e diversas nevralgias.
Se se faz uso do cachimbo a boca inflama-se, os dentes tornam-se amarelos, sujos, cariados, e a faringe irrita-se passando á inflamação cronica.
E com o abuso, que principia logo que se fuma a serio e por paixão, estes males aumentam e o fumador vae sentindo cada vez mais o incommodo da vida, até que um dia se sente roubado no seu bom-senso ou morre sem aquela consolação de que nos fala Cicero, ao fechar o ultimo dia d’um mortal pela evocação d’uma bela vida.
O caso mais comum é o da loucura. Todos os alienistas afirmam que o maior contingente dos hospitaes é dado pelos fumadores. [...]»
Profere até, do sério das suas longas barbas, que «Os povos que mais fumam são tambem os povos que mais bebem» (?!).

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quinta-feira, agosto 18, 2016

Jardim Zoológico – Lisboa – Guia-Roteiro




Lisboa, s.d. [circa 1965]
Tipografia da Empresa Nacional de Publicidade (Secção Anuário Comercial de Portugal) [ed. Jardim Zoológico]
s.i.
24,8 cm x 18,6 cm
26 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado a negro no corpo do texto e a cor em separado
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Volume constituído pela memória descritiva, o mapa de implantação, algumas fotografias das espécies à data existentes, e cujo acervo pode ler-se na referida memória, e várias páginas dedicadas a anunciantes e patrocinadores, das quais se destaca um documento publicitário de antologia, que nos dá a ideia de uma companhia de aviação vocacionadíssima para o transporte de animais...

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