sexta-feira, setembro 23, 2016

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


A Grande Travessia Africana de Capelo e Ivens


RAFAEL ÁVILA DE AZEVEDO
ilust. Neves e Sousa

Lisboa, 1946
Livraria Sá da Costa, Editora
1.ª edição
19,2 cm x 12,7 cm
XVI págs. + 214 págs. + 1 desdobrável (grande formato) em extra-texto
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Curiosa obra de vulgarização da aventura de Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens, exploradores africanos que melhor contaram, em obra literária própria, a crónica das suas viagens.

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Os Povos do Império Português


J. A. PIRES DE LIMA

Porto, 1938
Livraria Civilização
1.ª edição
19,7 cm x 13,1 cm
208 págs.
subtítulo: Estudos Antropológicos
exemplar estimado, pequenas falhas de papel e sujidade na lombada; miolo limpo, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um estudo da morfologia dos crânios humanos de diversas proveniências do império colonial português, levado a cabo pelo então director do Instituto de Anatomia da Faculdade de Medicina do Porto, Joaquim Alberto Pires de Lima (1877-1959).

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Navegação de Paz e de Glória



DUTRA FARIA
pref. do cardeal patriarca de Lisboa, Dom Manuel II

Lisboa, 1945
Agência Geral das Colónias
1.ª edição
22,7 cm x 16,2 cm
8 págs. + 168 págs. + 4 folhas em extra-texto
ilustrado em separado
impresso sobre papel avergoado, gravuras sobre couché
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Relato da viagem que, na altura, fez o cardeal patriarca de Lisboa às colónias portuguesas.

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segunda-feira, setembro 19, 2016

Nova Largada


AUGUSTO CASIMIRO
capa de Tagarro

Lisboa,1929
Tip. da «Seara Nova» [edição do Autor]
1.ª edição
19,2 cm x 13,1 cm
240 págs.
subtítulo: Romance de África
exemplar estimado, pequeno risco na capa; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto Casimiro (1889-1967), amigo próximo de Raul Brandão e familiar de Jaime Cortesão, chegou a ser director da revista Seara Nova (1961 a 1967). Todavia, a sua perspectiva, neste romance, insere-se naquilo que, ao contrário da literatura africana de expressão portuguesa, Manuel Ferreira identifica como: «a literatura colonial, define-se essencialmente pelo facto de o centro do universo narrativo ou poético se vincular ao homem europeu e não ao homem africano. No contexto da literatura colonial, por décadas exaltada, o homem negro aparece como que por acidente, por vezes visto paternalisticamente e, quando tal acontece, é já um avanço, porque a norma é a sua animalização ou coisificação. O branco é elevado à categoria de herói mítico, o desbravador das terras inóspitas, o portador de uma cultura superior. [...]: “Fiel aos nossos deveres de dominador, grata ao nosso orgulho, útil às populações”, escrevia um homem anti-fascista, Augusto Casimiro (Nova largada, 1929). Predominavam, então, as ideias da inferioridade do homem negro [...]» (Fonte: Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, vol. 1, Instituto de Cultura Portuguesa, Lisboa, 1977)

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Portugal Crioulo


AUGUSTO CASIMIRO

Lisboa, 1940
Edições Cosmos
1.ª edição
19,5 cm x 12,3 cm
2 págs. + 282 págs. + 12 págs. em extra-texto
ilustrado em separado
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante monografia acerca dos usos e costumes de Cabo Verde.

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domingo, setembro 18, 2016

Servidões


HERBERTO HELDER
capa de Ilda David’

Lisboa, 2013
Assírio & Alvim
1.ª edição
20,6 cm x 14,7 cm
128 págs.
cartonagem editorial
exemplar como novo
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

«disseram: mande um poema para a revista onde colaboram todos
e eu respondi: mando se não colaborar ninguém, porque
nada se reparte: ou se devora tudo
ou não se toca em nada,
morre-se mil vezes de uma só morte ou
uma só vez das mortes todas juntas:
só colaboro na minha morte:
e eles entenderam tudo, e pensaram: que este não colabore nunca,
que o demónio o leve, e foram-se,
e eu fiquei contente de nada e de ninguém,
e vim logo escrever este, o mais curto possível, e depressa, e
vazio poema de sentido e de endereço e
de razão deveras,
só porque sim, isto é: só porque não agora»

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A Faca Não Corta o Fogo


HERBERTO HELDER
capa da pintora Ilda David’

Lisboa, 2008
Assírio & Alvim
1.ª edição
21,2 cm x 15 cm
208 págs.
subtítulo: Súmula & Inédita
cartonagem editorial
exemplar como novo
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Prosseguindo a revisão da sua obra para o século XXI, o poeta republica a sua anterior síntese fina da obra completa, mas acrescida de importantes inéditos.

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Ou o Poema Contínuo


HERBERTO HELDER
capa sobre pintura de Goya

Lisboa, 2001
Assírio & Alvim
1.ª edição
21,1 cm x 15,1 cm
128 págs.
subtítulo: Súmula
cartonagem editorial
exemplar como novo, pequena esfoladela na capa
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

O poeta inicia o século XXI com uma síntese fina da sua obra completa, dando-no-la a ler de novo, agora no osso da sua longa arquitectura.

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sábado, setembro 17, 2016

Da Pintvra Antigva


FRANCISCO DE HOLLANDA
coment. Joaquim de Vasconcellos

Porto, 1930
«Renascença Portuguesa»
2.ª edição
18,6 cm x 12,2 cm
354 págs. + 17 folhas em extra-texto
subtítulos: Livro I – Parte Theorica | Livro II – Dialogos em Roma
ilustrado em separado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse do professor e ensaista Américo Cortez Pinto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Francisco de Holanda (1517-1585) terá sido o mais importante vulto português nas artes e no pensamento do Renascimento. O tratado Da Pintura Antiga dá, precisamente, a conhecer a obra de Miguel Ângelo e do movimento artístico em Roma na segunda metade do século XVI.

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Arte Poética


ANTÓNIO TELMO

Lisboa, 1963 [aliás, 1964]
Ed. Autor / Teoremas de Teatro
1.ª edição
19,2 cm x 14,1 cm
80 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da introdução do próprio António Telmo (1927-2010):
«[...] este livro não obedece ao esquema construtivo habitual, não caminha das teses para as provas pelos argumentos: – é um livro mal escrito. Cremos, porém, que esse será o destino de todos os escritos que vierem a ser elaborados sobre Bergson e que pretendam interrogar para além do que foi definido pelos intérpretes. Não procurámos integrar o pensamento de Bergson dentro da história da filosofia; fizemos sempre por ver esse pensamento à luz da actualidade [...].»

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Estética



HEGEL
trad. Orlando Vitorino [I a IV] e Álvaro Ribeiro [segs.]

Lisboa, 1952-1964
Guimarães & C.ª Editores
1.ª edição (todos)
7 volumes (completo)
19 cm x 12,5 cm
312 págs. + 272 págs. + 236 págs. + 340 págs. + 336 págs. + 304 págs. + 512 págs.
subtítulos: I – A Ideia e o Ideal; II – O Belo Artístico ou o Ideal; III – A Arte Simbólica; IV – A Arte Clássica e a Arte Romântica; V – Arquitectura e Escultura; VI – Pintura e Música; VII – Poesia
capas impressas a três cores directas e relevo seco
exemplares estimados, uma ou outra capa com ligeiros sinais de foxing; miolo limpo, quase todos por abrir
135,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Este Mundo e o Outro


SAMUEL MAIA

Lisboa, s.d. [circa 1937]
Livraria Bertrand
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
300 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«Este livro começa em 1906 no mundo desaparecido poucos anos depois.
Parecia ainda na força da vida, disposta a durar, a estrutura social e política construida no século XIX, com o material dos Direitos do Homem. Respeitada e considerada, tamanho era o seu prestígio que muito arriscaria o próprio, quem se lembrasse então de julgá-la efémera. Criam-na formada para muitos séculos, um princípio de era e não termo de ciclo breve como veio a ser.
[...] correram rios de sangue, e a humanidade sofreu a maior dôr de todos os tempos. Alterou-se a ordem do mundo, abateram-se divindades, perderam a validade espíritos que pareciam destinados á imortalidade. No fim da tormenta todos ficaram sem se conhecerem, tão diferentes se acharam no amavam e odiavam.
Em 1920 o mundo parecia ter vivido séculos, quando se comparava ao de 1910. Esses dez anos haviam alterado o lugar, e sentido de quanto existia para trás daquela data. [...]»

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O Algarve na Obra de Teixeira-Gomes, com 40 desenhos em extratexto de Bernardo Marques




[MANUEL TEIXEIRA-GOMES]
pref. Urbano Tavares Rodrigues

Lisboa, 1962
Portugália Editora
1.ª edição
26,9 cm x 25,3 cm (álbum)
XII págs. + 80 págs. + 40 págs. em extra-texto + 1 folha destacável com desenhos impressos dos dois lados
impresso sobre papel superior azul-cinza
44 desenhos impressos em rotogravura, sendo um deles a cor
capa com o acetato de revestimento
exemplar como novo
é o n.º LXXIII de tiragem especial de 100 exemplares assinados pelo editor
PEÇA DE COLECÇÃO
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma rigorosa antologia de excertos retirados às obras do prosador, num luxuoso volume que celebra simultaneamente o centenário do seu nascimento e a sua visão literária do Algarve natal. «[...] A florida e passiva face interior, árabe, do Algarve policromo das amendoeiras nevadas» – chama-nos Urbano a atenção no Prefácio –, «dos pescadores berberes, em sua meiga ou exaltada faluquice, nas dramáticas silhuetas antigas de mulheres rebuçadas, escondidos corpos de ninfas ou de mártires, terra dos hialinos e secretos povoados, coroados de açoteias, seus ventres comezinhos plenos de um pitoresco amorável e irrisório, Algarve popular, real, da simplicidade eterna da dor [...].»

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Nos Mares do Norte


CARLOS RIBEIRO
pref. Henrique Tenreiro
selec. Silva Tavares
capa de Tomaz de Mello (Tom)

s.l. [Porto], 1947
Edições Astra
1.ª edição
19,3 cm x 12,9 cm
208 págs.
subtítulo: Crónicas de uma viagem de assistência á frota bacalhoeira portuguesa na campanha de 1945
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, setembro 16, 2016

A Obra Artística de El-Rei D. Carlos




MARIA DE LOURDES BARTHOLO
pref. João Couto
capa de João Paulo de Abreu e Lima
fotografias de Mário Novais e Artur Gomes da Cruz

Lisboa, 1963 [aliás, 1967 segundo o cólofon]
Fundação da Casa de Bragança
1.ª edição
33,1 cm x 24,3 cm (álbum)
294 págs. + 11 folhas em extra-texto, 2 das quais desdobráveis
profusamente ilustrado a negro e a cor
impresso em rotogravura sobre papel superior creme
capa impressa a dourado e relevo seco, sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita do presidente da Fundação da Casa de Bragança, António Luiz Gomes
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

João Couto, na qualidade de ex-conservador do Museu de Cascais, releva no seu prefácio a importância «[...] [d]esse Rei, que não pôde superar as circunstâncias de uma época infeliz, dedicou uma grande parte da sua vida aos estudos oceanográficos e factura de um escolhido número de obras de arte, entre as quais se destacam as paisagens alentejanas e a vida do mar. [...]»

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Rei D. Carlos – O Martyrisado


RAMALHO ORTIGÃO

Lisboa, 1908
Typographia «A Editora»
[2.ª edição]
25,5 cm x 18,8 cm
20 págs. + 1 folha em extra-texto (reproduz o retrato do rei; com vegetal de protecção)
capa impressa a uma cor (preto) e relevo seco sobre cartolina algodoada
exemplar estimado, com restauro no canto superior esquerdo da capa; miolo limpo, com o vegetal muito oxidado
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da advertência:
«Esta publicação foi mandada fazer, com permissão do auctor, a expensas de um grupo de portuguezes residentes no Rio de Janeiro, para ser distribuida gratuitamente nas suas terras.
O estudo do sr. Ramalho Ortigão, aqui transcripto, foi publicado na Gazeta de Noticias do Rio de Janeiro, a 11 de Março do corrente anno, em grande edição especial que se esgotou rapidamente. [...]»
Do profético pensamento político de Ortigão, a propósito daquele que, no exercício do governo «de um dos Estados mais pobres e mais humildes», acabou assassinado pelos seus súbditos:
«[...] Assim, por exemplo, o da Revolução Francesa, de que nitidamente se separou a parte declamativa, a parte lendaria e a parte philosophica.
A Revolução foi a ablação formidavel da gangrena que devorava o velho mundo; mas não passou de uma tentativa malograda como reconstituição social do mundo moderno.
A declaração dos direitos do homem, – uma utopia. A liberdade como alicerce fundamental de qualquer especie de governo, – um equivoco grosseiro e funesto. Só o principio da auctoridade technica, culta, esclarecida e honesta, prevalece e dirige. Os povos modernos não se governam por anachronicas constituições e por importunos codigos. Não se contentam com palavras. Governam-se por interesses. Integrar os interesses economicos com os interesses moraes e com os interesses estheticos, e pôr, quanto possivel, de accordo o interesse de cada um com o interesse de todos, eis a missão da politica. [...]»

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D. Carlos o Desventuroso


JOAQUIM LEITÃO

Porto, 1908
Livraria Portuense de Lopes & C.ª – Sucessor
2.ª edição
19,6 cm x 12 cm
216 págs.
subtítulo: Notas Íntimas
exemplar estimado, falhas de papel na contracapa; miolo limpo
ostenta colado no verso do ante-rosto o ex-libris de António Sousa Falcão
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve biografia do rei e do seu reinado, que o académico Joaquim Leitão (1875-1956) começou a redigir «dois dias depois de D. Carlos ter morrido e [terminou] doze dias depois dos funeraes. [...] como um coração em lucto se não apercebe das lagrimas que chora.»

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O Infante D. Afonso de Bragança – O Popular “Arreda”


EMYGDIO GARCIA

Lisboa, 1939
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
25,5 cm x 19,5 cm
202 págs. + 22 págs. em extra-texto
ilustrado
encadernação editorial em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
conserva a capa de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem desta deliciosa monografia:
«[...] O caso passou-se assim: – Andava a passear numa pequena victoria, que a mãi, no intuito de o contentar, lhe mandara fazer propositadamente para ser atrelada a dois lindíssimos ponys. Estes, enraivecidos pelas contínuas chicotadas, que o moço príncipe não cessava de lhes aplicar, tomaram o freio nos dentes e precipitaram a victoria por uma ribanceira abaixo. O velho cocheiro Baptista, da Casa de Bragança, que o acompanhava e instruia, medindo o perigo, tomou o expediente de arremeçar o príncipe sôbre um relvado. Sua Alteza sòmente apanhou um grande susto – o seu primeiro susto desportivo – e o conseqüente boléu.
A referir êste incidente, um jornalista jacobino comentou-o nestes precisos termos: – “O Arreda principia a manifestar-se...” [...]»

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quinta-feira, setembro 15, 2016

Cancioneiro d’Elrei D. Diniz



D. DINIZ
pref. e notas de Caetano Lopes de Moura

Paris, 1847
Em Casa de J. P. Aillaud
1.ª edição
25,9 cm x 18 cm
XXXVI págs. + 196 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Pela primeira vez impresso sobre o manuscripto da Vaticana
encadernação coeva de amador
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado, encadernação gasta; miolo limpo, com alguma acidez
assinatura de posse no frontispício
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da História da Literatura Portuguesa de António José Saraiva / Óscar Lopes (15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989):
«[...] Conhecem-se três Cancioneiros ou colectâneas, aliás estreitamente aparentadas entre si, de poemas de autores diversos em língua galego-portuguesa. O mais antigo, o Cancioneiro da Ajuda, foi provavelmente compilado ou copiado na corte de Afonso X, o Sábio, em fins do século XIII. Os outros dois, o Cancioneiro da Biblioteca Nacional (antigo Colocci-Brancutti) e o Cancioneiro da Vaticana são apógrafos ou cópias, realizadas em Itália no século XVI sobre originais que datam provavelmente do século XIV. [...] É bem possível que estejamos em presença de sucessivas cópias de uma e a mesma colecção, que se iria talvez encorpando pouco a pouco [...].»
O nosso rei D. Dinis (1261-1325) figura aí com o maior acervo de criações poéticas, génio literário que terá herdado do seu avô, o referido Afonso X de Castela.
Caetano Lopes de Moura (1780-1860) era natural da Baía (Brasil) e veio a falecer em Paris, cidade onde se estabeleceu depois de servir no exército português como médico, durante a guerra peninsular. Importante é esta sua transcrição a partir do Cancioneiro da Vaticana.

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Cantares dos Trovadores Galego-Portugueses


NATÁLIA CORREIA, org., pref. e notas
capa e grafismo de Alda Rosa e Eduardo Dias

Lisboa, 1970
Editorial Estampa
1.ª edição
18 cm x 11 cm
300 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Esta breve colectânea reúne os primeiros e tímidos passos num trabalho de proporções mais ambiciosas que abrange outros poetas importantes ausentes destas páginas, restrição que nos foi imposta não só pela economia do presente volume como pela morosidade de uma tarefa que está longe de ter dado todos os seus frutos. Trata-se, portanto, de um excurso selectivo nos Cancioneiros, que de modo algum esgota as preciosidades aí reclusas.» (Natália Correia, na contracapa da 3.ª edição)

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Cantigas d’Amor dos Trovadores Galego-portugueses


aa.vv.
ed. crítica, pref., notas, variante e glossário de José Joaquim Nunes

Coimbra, 1932
Imprensa da Universidade
1.ª edição
17,5 cm x 12,5 cm
L págs. + 2 págs. + 564 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da Introdução do compilador:
«Cantigas ou cantares de amor era o nome que os poetas do século XIII davam às composições em verso, feitas em honra das mulheres a quem cortejavam, celebrando ora os seus merecimentos, ora patenteando-lhes a paixão que por elas diziam sentir, uma que outra vez também confidenciando com os amigos sôbre o mesmo tema. [...]»
O sacerdote, capelão militar e professor universitário algarvio José Joaquim Nunes (1859-1932) destacou-se pelos seus trabalhos de filologia e lexicografia dialectal e histórica. Tendo abandonado o sacerdócio em proveito do seu apoio aos ideais republicanos e laicos, veio a destacar-se ainda como secretário da comissão da reforma ortográfica de 1911. Leite de Vasconcelos, Carolina Michaelis, Adolfo Coelho e David Lopes figuram entre os investigadores seus colegas e amigos.

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Bairro Alto


AVELINO DE SOUSA
capa e vinheta na contracapa de Moura

Lisboa, 1944
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,1 cm x 12,3 cm
296 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Romance de costumes populares
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Avelino de Sousa (1880-1946), tendo sido empregado de uma livraria, depois tipógrafo e mais tarde bibliotecário na Torre do Tombo, notabilizou-se como dramaturgo, compositor e intérprete de fados. No vertente livro, dá corpo de romance a uma sua bem sucedida peça antes levada à cena, e musicada pelos maestros Venceslau Pinto, Alves Coelho e Raul Portela.

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Hot e Etc.



VITOR SILVA TAVARES
capa de Fernando Marques


Sá da Bandeira (Angola), 1964
Publicações Imbondeiro
1.ª edição [única]
16,8 cm x 12 cm
42 págs.
acabamento com dois pontos em arame
é o n.º 60 da preciosa Colecção Imbondeiro, fundada e dirigida pelos escritores Leonel Cosme e Garibaldino de Andrade
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

VST, que fez temporada em Angola – diz-se que com especial relevo cineclubista destabilizador – até a polícia política apertar o cerco, já no Continente, indocumentado e “vadio”, vê-se na contingência de pôr em letra impressa este breve mostruário das suas primeiras potencialidades narrativas, a fim de, junto das entidades oficiais, fazer prova de ter um “modo de vida”: escritor!
É ele o mesmo VST mentor e editor de várias gerações de novos poetas, quer mediante a sua direcção literária na Editora Ulisseia dos anos 65 a 67 do século XX, quer como coordenador de suplementos literários no Diário de Lisboa e no Jornal do Fundão, quer como ariete da aventura da editora & etc, nome este que, desde sempre, serviu para marcar a sua presença no tempo, no lugar e no modo.

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Esboço para um Retrato do Verdadeiro Libertino


ROGER VAILLAND
trad. e pref. Vitor Silva Tavares
capa de José Cândido

Lisboa, 1976
& etc – Publicações Culturais Engrenagem, Lda.
1.ª edição [única]
17,4 cm x 15 cm
56 págs. + 1 folha em extra-texto
impresso sobre papel superior
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
67,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota introdutória de Vitor Silva Tavares (1937-2015), simultaneamente tradutor e editor do vertente livro:
«[...] obra exemplarmente reveladora da exactidão mental e formal de um dos mais legítimos herdeiros dos grandes libertinos do séc. XVIII, tanto pela audaciosa “austeridade” das relações amorosas como pelo empenhamento político vincadamente progressista. [...]»

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A Roda da Fortuna


ROGER VAILLAND
trad. Augusto Abelaira
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1961
Editora Ulisseia, Limitada
1.ª edição
18,9 cm x 12,5 cm
188 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicado em Portugal por altura da sua passagem ao cinema, no brilhante desempenho da actriz Simone Signoret, era este o segundo romance de Roger Vailland (1907-1965), desenvolvendo o tema do ciúme e da apropriação amorosa.

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Vestígios da Língua Arábica em Portugal


JOÃO DE SOUSA, frei
pref. A. Farinha de Carvalho
capa de Armando Alves

s.l. [Maia], 1981
Edição de A. Farinha de Carvalho [Gráfica Maiadouro]
1.ª edição fac-similada
21 cm x 14,4 cm
32 págs. + XX págs. + 160 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita de A. Farinha de Carvalho
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reedição do léxico etimológico «das palavras, e nomes portuguezes, que tem origem arabica, composto por ordem da Academia Real das Sciencias de Lisboa» publicado no ano de 1789, e cujo autor, frei João de Sousa (1734-1812) da Ordem Terceira de S. Francisco, tendo nascido em Damasco, foi na época eminente arabista ao serviço do Rei.

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Mar Me Quer


MIA COUTO
ilust. e grafismo de Luís Filipe Cunha

Lisboa, 1997
Expo’98
1.ª edição
14 cm x 10,5 cm
88 págs.
impresso a azul
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Maratona das Novidades


CELESTINO GOMES

Coimbra, 1958
Atlântida
1.ª edição
21,2 cm x 15,3 cm
208 págs.
exemplar muito estimado, pequena falha de papel na contracapa; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de grande interesse para a vulgarização médica. João Carlos Celestino Gomes (1899-1960), pintor modernista e prosador, foi também médico preocupado com a divulgação dalguns conhecimentos científicos junto do público leigo, sendo que nos deixou não só inúmeros artigos na imprensa periódica, como chegou mesmo a ter um programa televisivo com o sugestivo nome Haja Saúde.

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Esta Vida São Dois Dias


CELESTINO GOMES

Lisboa, s.d. [1949]
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,5 cm x 13,3 cm
260 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de breves artigos de vulgarização médica.

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Jornadas de Borda-de-Água


CELESTINO GOMES
capa de Figueiredo Sobral

Lisboa, s.d.
ENP – Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
18,4 cm x 12 cm
200 págs.
subtítulo: Parábolas – Homens – Terras
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Que mais pode um escritor cuidadoso das suas edições querer, senão encontrar alguém que, sobrevivendo-lhe, impeça a mão criminosa de herdeiros e editores-todo-o-terreno estragarem a sua obra?... No meio de vários temas aqui tratados por João Carlos Celestino Gomes (1899-1960), um deles sublinha em Afonso Lopes Vieira tanto a sua atenção ao acabamento dos livros que publicou, como a preocupação do poeta no respeitante ao que no futuro, na sua ausência por morte, viriam a fazer com eles:
«[...] “É perfeitamente natural que eu morra primeiro [dizia Lopes Vieira ao seu amigo Celestino], visto que sou o mais velho. Você fica com os meus livros: não os deixe desfear, se alguma vez tiverem novas edições”...
Do que com ele vira e aprendera, bem eu avaliava agora quanto valia aquela grã-cruz da Confiança com que assim acabava de condecorar-me. Só quem sabe os longos cuidados gráficos que lhe merecia a impressão dum livro ou dum simples folheto, seu ou de qualquer onde pusesse seu empenho, a distribuição das dimensões da mancha com o corpo dos tipos, o estudo da raiz, a discreta “naturalidade” das letras floridas dos itálicos das cabeças, nunca uma perto da outra, a certa proporção da medianiz e da margem, da cabeça e do pé da página – coisas que os próprios mestres tipógrafos vão, agora, desconhecendo – pode calcular a grandeza do encargo, depondo em mãos alheias (amigas embora, tão modestas!) aquilo que à sua rica sensibilidade de visual era tão caro! [...]»

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Jornadas de Borda-de-Água


CELESTINO GOMES
capa de Figueiredo Sobral

Lisboa, s.d.
ENP – Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
18,4 cm x 12,1 cm
200 págs.
subtítulo: Parábolas – Homens – Terras
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Fonte de Amores


CELESTINO GOMES
capa de Cândido Costa Pinto

Montijo, s.d. [1940]
Oficinas da «Gazeta do Sul»
1.ª edição
19,2 cm x 12,2 cm
120 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no ante-rosto
ostenta no ante-rosto o carimbo «Gazeta do Sul | Vultos Célebres | das letras portuguesas – Concurso do Natal de 1945»
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Como Naufragou o “Centauro” e outras aventuras


CELESTINO GOMES
capa de João [Carlos Celestino Gomes]

Lisboa, 1943
Edições Gama [com a recarga: Editorial Restauração S.A.R.L.]
3.ª edição
19,3 cm x 13,7 cm
176 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Modernos Artistas Portugueses – Carlos Aguiar


CELESTINO GOMES

s.l., 1939
Edições Momento
1.ª edição
21,3 cm x 16,6 cm
16 págs. (texto) + 16 págs. (imagens)
dois cadernos encasados sem costura
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Expressão Meta-Cromática na Pintura de Eduardo Malta


CELESTINO GOMES

Lisboa, 1937
Editorial “Inquérito”
1.ª edição
21,2 cm x 16,4 cm
60 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estiamdo, discreto restauro no bordo interior da capa; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 11
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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No Mundo dos Homens




EDUARDO MALTA

Lisboa, 1936
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19 cm x 13,7 cm
200 págs.
encadernação coeva inteira de pele elegantemente gravada a ouro nas pastas, na lombada e nas seixas, com o selo «Encadernação Palhares, L.da»
conserva as capas de brochura
aparado e dourado somente à cabeça
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA DO AUTOR AO ENTÃO MINISTRO DAS COLÓNIAS ARMINDO MONTEIRO
ostenta no verso da pasta anterior selo de entrada em biblioteca particular
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Aviso com que o pintor Eduardo Malta (1900-1967) antecede o seu romance:
«Nêste livro conta-se, combatendo-a, a má educação amorosa da mocidade masculina portuguesa. E assim, sendo um livro moral, tem algumas páginas impróprias para menores.»

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Malta Brava



ALEXANDRE CABRAL
ilust. Júlio Pomar

Lisboa, 1955
ed. Autor / Centro Bibliográfico – Distribuidores
1.ª edição
19,3 cm x 14 cm
200 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
é o n.º 2 da tiragem de «Amigo do Centro Bibliográfico»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alexandre Cabral, e por vezes Z. Larbak, foram pseudónimos de José dos Santos Cabral (1917-1996), que não apenas se destacou como camilianista, tendo sido também um nome tido em conta nos meios estéticos e políticos neo-realistas.

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A Fula


ALEXANDRE CABRAL

Sá da Bandeira (Angola), 1963
Publicações Imbondeiro
1.ª edição
16,5 cm x 12,3 cm
40 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial, acerca do autor:
Alexandre Cabral nasceu em Lisboa a 17 de Outubro de 1917 [m. 1996]. Percorreu numerosos países da Europa e na companhia do poeta Sidónio Muralha emigrou para o então Congo Belga, tendo permanecido em África cerca de três anos, tendo visitado várias regiões do Congo Belga, Congo Francês e Angola. Fez parte da Comissão Organizadora da Sociedade Portuguesa de Escritores, desempenhando o lugar de secretário na primeira direcção. [...]»

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Terra Quente


ALEXANDRE CABRAL
desenho de Manuel Ribeiro de Pavia

Lisboa, 1953
[ed. Autor]
1.ª edição
19,2 cm x 12,4 cm
144 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Produto de vivências africanas do autor, a vertente novela neo-realista merece atenção, se bem que Alexandre Cabral venha a colher atenções quase somente como sendo o mais rigoroso investigador da obra de Camilo Castelo Branco.

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Aqui É Portugal


AGUINALDO M. ANDRADE

Goa, 1961
Tip. D. Bosco [ed. Autor]
[1.ª edição]
19,6 cm x 13,9 cm
8 págs. + 216 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma justificação colonialista da presença de Portugal em territórios que iniciavam, na altura, as suas lutas independentistas:
«[...] A colonização constituiu, na verdade, um ramo da actividade que muito ilustrou a capacidade criadora dos povos que nos nossos tempos, ou melhor, desde os princípios da Idade Moderna a têm realizado.
Tomou grande vulto, mobilizou muitas forças, e do seu resultado dirá a História que foi um dos aspectos mais brilhantes da civilização europeia. [...]»

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