domingo, fevereiro 14, 2016

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Na Pista do Marfim e da Morte


FERREIRA DA COSTA
capa e ilust. Manuel Roiz Ribeiro [Manuel Ribeiro de Pavia]

Porto,1944
Editôra Educação Nacional, L.da
1.ª edição
19,1 cm x 13,2 cm
488 págs.
subtítulo: Reportagens Africanas Vividas e Escritas
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
é o n.º 24 da tiragem especial de 100 exemplares numerados e assinados pelo Autor
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Da Vida e da Morte dos Bichos


HENRIQUE GALVÃO
TEODÓSIO CABRAL
ABEL PRATAS
capas de Moura

Lisboa, s.d. [circa 1945]
Livraria Popular de Francisco Franco
6.ª edição (I vol.), 3.ª edição (II vol.), 5.ª edição (III vol.), 4.ª edição (IV e V vols.)
5 volumes (completo)
24,2 cm x 17,5 cm
[248 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (mapa a cor)] + 220 págs. + 240 págs. + 236 págs. + 256 págs.
subtítulos gerais: Subsídio para o estudo da fauna de Angola e notas de caça [I, II, III e IV]; Narrativas da caça grossa em África [V*]
subtítulos por volume: [I] Elefantes e rinocerontes; [II] O hipopótamo – A girafa – O Crocodilo – Os Javalis; [III] O leão; [IV] Búfalos, gorila, leopardos, antílopes, etc.
profusamente ilustrados
exemplares estimados; miolo limpo
240,00 eur (IVA e portes incluídos)

É preciso sublinhar que o vertente “estudo” teve por fonte de “informação” animais mortos em safaris levados a cabo por colonizadores africanistas: os supracitados autores da obra. A profusão e a diversidade das espécies “estudadas” dá-nos uma pálida ideia, não da fauna que existia então em África, mas sim daquilo que caminhava a passos largos para a irremediável extinção. Por muito menos, ainda recentemente se viu o rei de Espanha obrigado a retirar-se para os bastidores.

* Este volume «extra-série» já só indica como “estudioso” o «antigo governador da Huíla», Henrique Galvão.

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sexta-feira, fevereiro 12, 2016

Modernos Poetas Cabo-verdianos


JAIME DE FIGUEIREDO, org. antol.

Praia (Cabo Verde), 1961
Edições Henriquinas – Achamento de Cabo Verde
1.ª edição [única]
23,4 cm x 16,4 cm
XLII págs. + 200 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
carimbo e assinatura de posse no verso da cortina do texto de abertura
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

São antologiados e sucintamente biografados os poetas ilhéus Jorge Barbosa, Manuel Lopes, Osvaldo Alcantara, Pedro Corsino Azevedo, António Nunes, Aguinaldo Fonseca, Guilherme Rocheteau, Nuno Miranda, Arnaldo França, Tomaz Martins, Yolanda Morazzo, Ovídio Martins, Virgínio Nobre de Melo, Gabriel Mariano, Terêncio Anahory, Corsino Fortes, Jorge Pedro Barbosa, Onésimo Silveira, João Vário e António Mendes Cardozo.

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Antologia da Ficção Cabo-Verdiana Contemporânea


BALTASAR LOPES, org.
pref. Manuel Ferreira e António Aurélio Gonçalves

Praia (Cabo Verde), 1960
Edições Henriquinas – Achamento de Cabo Verde
1.ª edição
23,8 cm x 16,2 cm
XXXII págs. + 432 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

São antologiados textos dos escritores António Aurélio Gonçalves, Baltasar Lopes, Francisco Lopes, Gabriel Mariano, Henrique Teixeira de Sousa, Jorge Barbosa, Manuel Lopes, Pedro Duarte e Virgílio Pires. Houve o cuidado, para cada autor, de elaborar pequenas notas biobibliográficas, que melhor nos ajudam a contextualizar um imaginário regional particularmente rico.

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quinta-feira, fevereiro 11, 2016

Provas da Fundição de Typos da Imprensa Nacional






Lisboa, 1888
Imprensa Nacional
2.ª edição [aumentada]
30 cm x 23,3 cm
158 folhas impressas retro [7 folhas não num. (abertura e cortinas) + 147 folhas + 4 folhas A (67-A, 75-A, 92-A e 106-A)]
impresso sobre papel superior creme
encadernação editorial em pano gravado a ouro e negro nas pastas e na lombada
exemplar muito estimado, capa manchada com a gravação frágil; miolo muito limpo
peça de colecção
480,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um incontornável documento de arqueologia industrial portuguesa, de par com a sua importância vital para história da tipografia strictu sensu.

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Documentos para a Historia da Typographia Portugueza nos Seculos XVI e XVII



[VENÂNCIO DESLANDES]

Lisboa, 1881-1882
Imprensa Nacional
1.ª edição
2 partes enc. em 1 volume (completo)
24,2 cm x 18 cm
[8 págs. (não num.) + 96 págs. + 6 folhas em extra-texto] + [8 págs. (não num.) + 168 págs. + 1 folha em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto]
impresso sobre papel de linho
encadernação luxuosa em meia-francesa com cantos em pele gravada a ouro nas pastas e na lombada
não aparado
conserva todas as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
410,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da autoria da vertente obra dá notícia Brito Aranha (Inocêncio Francisco da Silva / Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo XIX, Imprensa Nacional, Lisboa, 1908):
«Venancio Augusto Deslandes, natural de Lisboa, nasceu em 22 de dezembro 1829. Bacharel formado em philosophia e medicina pela Universidade de Coimbra. [...] [foi] medico do hospital de S. José e depois nomeado director de enfermaria, indo desempenhar estas funcções por algum tempo na enfermaria do hospital Estephania. Desde 1878 é administrador geral da Imprensa Nacional de Lisboa, tendo saido por vezes para o estrangeiro em commissões de estudo para desenvolvimento e progresso dos trabalhos do importante estabelecimento confiado á sua superior gerencia. [...]
O conselheiro Venancio Deslandes pertence, em linha recta, aos antigos e afamados impressores Deslandes, que teem o seu nome lisonjeiramente ligado á historia da imprensa em Portugal desde o seculo XVII, como se vê das provas mandadas imprimir pelo seu quarto neto, sob o titulo Documentos para a historia da typographia portugueza nos seculos XVI e XVII, de que possuo dois interessantissimos fasciculos saidos nitidamente, em papel de linho, dos prelos da Imprensa nacional em 1881 e 1882. Foram dados á luz sem o nome do conselheiro Deslandes. [...]»

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A Arte Negra


RAÚL ESTEVES DOS SANTOS

Lisboa, 1941
Editorial Império, Limitada
1.ª edição
25,7 cm x 19,8 cm
220 págs. + 56 págs. em extra-texto
subtítulo: Dos primitivos processos da escrita à invenção da tipografia
profusamente ilustrado em separado
exemplar novo, por abrir
n.º 420 de uma tiragem declarada de 1.000 exemplares assinados pelo Autor
120,00 eur (IVA e portes já incluídos)

História de referência para os estudos da escrita, do aparecimento da impressão mecânica e dos seus suportes materiais.

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Normalização dos Papéis



Lisboa, 1960
Imprensa Nacional de Lisboa
1.ª edição
20,9 cm x 14,7 cm
20 págs. + 2 folhas desdobráveis de grande formato em extra-texto
subtítulo: Divulgação dos formatos normalizados
impresso sobre papel avergoado
exemplar bem conservado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do conjunto de normas de corte industrial, que o governo fez entrar em vigor a 1 de Janeiro de 1961, visando a economia de meios, a saber:
«[...] A normalização tem por fim simplificar, ordenar e economizar tanto no que diz respeito às operações do fabrico como à transformação e ao consumo.
Da normalização dos formatos de papéis resulta:
Redução ao mínimo dos desperdícios (aparas);
Embaratecimento do produto devido ao reduzido número de formatos, o que permite o fabrico de grandes quantidades do mesmo papel com um menor número de paragens de máquina;
Menor número de séries de formatos em stock, o que facilita os armazenistas, as tipografias e o próprio consumidor;
Redução do número de tipos de classificadores, de armários, gavetas, capas, etc., o que representa grande economia de espaço e maior comodidade;
Simplificação do empacotamento e seu transporte. [...]»

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A Tipografia Portuguesa no Século XVI


ALBINO FORJAZ DE SAMPAIO

Lisboa, 1932
Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
trilingue (português / francês / inglês)
15,5 cm x 11,6 cm
LII págs. + 48 págs.
profusamente ilustrado
gravuras impressas sobre papel superior, algumas a duas cores
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve voluminho para difundir a história da nobre arte da imprimissão. O seu autor, poeta e ensaísta, que foi também director da antiga Biblioteca Nacional, legou-nos múltiplas e importantes obras deste teor, tais como a Colecção Patrícia ou a História da Literatura Portuguesa Ilustrada (extensa esta última, revelando um Autor de notável profundidade erudita).

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Pequena História da Imprensa Portuguesa


ROCHA MARTINS

Lisboa, 1941
Editorial «Inquérito», Ld.ª
1.ª edição
18,8 cm x 12,3 cm
120 págs.
exemplar estimado; miolo por abrir
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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Manual del Operador Fotograbador


L. VILLEMAIRE
trad. J. M. Llovet
pref. Charles Féry
apêndice de Juan Oller Xaus

Barcelona, 1946
José Montesó – Editor
2.ª edição
texto em castelhano
22,3 cm x 15,8 cm
280 págs.
subtítulo: Ampliada con un Apéndice sobre impresión de fotograbados en minerva, máquina plana y rotativa, fotolito offset, huecograbado y fototipia
profusamente ilustrado
encadernação editorial em tela gravada a negro na pasta anterior e na lombada, com sobrecapa polícroma
exemplar estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, fevereiro 07, 2016

Historia do Toureio em Portugal


ANTONIO RODOVALHO DURO (ZÉ JALECO)
capa de Moraes

Lisboa, 1907
Antiga Casa Bertrand – Livraria Editora [José Bastos & C.ª]
1.ª edição
19,1 cm x 12,6 cm
304 págs.
ilustrado
exemplar estimado, discretos restauros na lombada; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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ABC da Tauromaquia




EL TERRIBLE PÉREZ
pref. António Cañero
capa de Vicente Bertrand
ilust. Delfim Maya, Duarte de Almeida, Martinez de Léon, Martin Maqueda, Ricardo Marin, Ruano Llopis, Stuart, Saraiva e A. M. Santos

Lisboa, 1944
Edições Vic
1.ª edição
19,2 cm x 12,6 cm
2 págs. + 120 págs. + 2 págs. + XVI págs. + 2 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
aparado, conserva a capa anterior de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, capa da brochura com restauros
juntou-se ao lote uma fotografia do toureiro Manuel Laureano Rodríguez Sánchez (1917-1947), mais conhecido por Manolete
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além de tudo quanto diz respeito à arte de lidar touros, é de chamar a atenção para o importante capítulo «Ferros de ganadarias portuguesa».

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Los Toros


[ANÓNIMO]
ilust. Saavedra

Madrid, s.d. [circa 1945]
Iselan
s.i.
trilingue castelhano / francês / inglês
21,6 cm x 13,4 cm
20 págs.
ilustrado
impresso a duas cores directas
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Brochura de divulgação da arte tauromáquica, nos aspectos imediatos com que se defronta o espectador das arenas para assistir a um espectáculo que (para além da selvajaria com que trata os animais) ostenta regras e sinais de perícia melhor apreciáveis quando esse espectador está iniciado no que deve aplaudir com olés! e chapéus pelo ar. Neste sentido, é mestre celebrado, com retrato logo na primeira página, o andaluz Manolete.

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Terras de Hespanha


ALFREDO MESQUITA

Lisboa, 1898
Livraria de Antonio Maria Pereira
1.ª edição
19,3 cm x 12,9 cm
8 págs. + 224 págs.
encadernação editorial em tela com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jornalista açoreano, Alfredo Mesquita (1871-1931), também autor de Memórias de um Fura-Vidas, foi «[...] secretário da Liga Naval e, mais tarde, da Biblioteca da Marinha. Foi também secretário da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras de Lisboa e nesta qualidade participou em vários congressos da imprensa no estrangeiro. Após a implantação da República, e por influência de João Chagas, de quem foi amigo, Alfredo Mesquita entrou na carreira diplomática, exercendo funções consulares em Orense, Istambul e Roma de 1911 a 1919 e de secretário da Legação Portuguesa em Paris de 1919 a 1922, deixando-se ficar, depois, naquela cidade até ao fim dos seus dias.
[...] A crónica jornalística, em que se estreou ainda adolescente [...] era o campo literário que melhor quadrava ao seu génio e à sua expressão fluente e ágil e em que logo alcançou notoriedade, tornando-se, no seu género, um dos mais brilhantes jornalistas do fim do século XIX – começos do século XX. [...]»

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Barcelona


CAMILO JOSE CELA
ilust. Federico Lloveras

Barcelona, 1975
Editorial Noguer, S.A.
2.ª edição
texto em castelhano
24,5 cm x 17 cm
88 págs.
subtítulo: Calidoscopio callejero, marítimo y campestre de C. J. C. para el reino y ultramar, II
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel de gramagem superior
encadernação editorial com gravação a ouro na lombada e sobrecapa polícroma
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Descrição “romântica” e intelectual de uma Barcelona que naquela época franquista (1970), na área urbana, já começava a ficar escondida por baixo do que nos anos 80 veio a designar-se por movida, e que mais não passou do que o triunfo passageiro da boémia nocturna, com as classes média e alta, subitamente instigadas pelos bancos ao esbanjamento no consumo fútil, a conviver alegremente com os estratos sociais mais baixos, o lumpen inclusive, e a servir-se destes também no ócio. É óbvio que o académico José Cela, por estranheza e distância, a isto nunca poderia referir-se. Será o cineasta Pedro Almodovar quem, à sua maneira espalhafatosa, sarcástica e sensual, irá registar o melhor retrato de uma Espanha pós-franquista, cujas cidades mais populosas, Madrid e Barcelona, desde sempre cosmopolitas, se despiam à luz crua de holofotes e néon. O livro de José Cela é, por isso, um bom roteiro daquilo que foi lançado no esquecimento, uma visão culta dos lugares, antes de ali se instalarem, com armas e bagagens, os protagonistas das alamedas da toxicodependência, da prostituição e da falta de senso comum.

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quinta-feira, fevereiro 04, 2016

The Tourist in Spain and Morocco [fore-edge painting]





THOMAS ROSCOE
ilust. David Roberts

Londres / Paris, 1838
Robert Jennings and Co. / Fisher, Fils, et Cie
1.ª edição
texto em inglês
20,2 cm x 13,2 cm
2 págs. + XII págs. + 294 págs. + 21 folhas em extra-texto
ilustrado
encadernação editorial inteira em pele gravada a seco nas pastas e a ouro na lombada
corte das folhas dourado protegendo duas elegantes pinturas à mão (fore-edge paintings) visíveis apenas com o volume aberto e o miolo posicionado em bisel
exemplar estimado, lombada um pouco gasta; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
INVULGAR PEÇA DE COLECÇÃO*
1.000,00 eur (IVA e portes incluídos)

Thomas Roscoe (1791-1871), escritor inglês, foi poeta e prolífico repórter de viagens.

* Se as fore-edge paintings são por si raras peças gráficas, redobradamente o são como no vertente caso, em que foram desenhados dois motivos distintos no mesmo corte frontal das folhas.

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Tractatus Contra Madianitas et Ismaelitas


JUAN DE TORQUEMADA
pref. e notas de Nicolas Lopez Martinez e de Vicente Proaño Gil

Burgos, 1957
Publicaciones del Seminario Metropolitano de Burgos
s.i.
texto em castelhano
24,3 cm x 17,5 cm
152 págs.
subtítulo: Defensa de los Judios Conversos
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Opúsculo escrito pelo cardeal Torquemada (1388-1468) a propósito da revolta popular de Toledo em 1449, «[...] a raíz de la cual se discuten algunos de los más importantes derechos sociales de los conversos del judaísmo [...]». Não sendo o único texto versando então tal matéria, é seguramente – segundo os compiladores – o mais importante, dada a cultura e o estatuto do seu autor.

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L’Espagne



DORÉ OGRIZEK
Suzanne Chantal
et alli
pref. Joseph Peyré
ilust. Beuville, A. Brenet, Paulo Ferreira, Lorenzo Goñi, Jacques Liozu, Pierre Noël, Marianne Peretti e R. de Villepreux

Paris, 1951 [aliás, 1952]
Éditions Odé
1.ª edição
texto em francês
17,3 cm x 12,5 cm
416 págs.
profusamente ilustrado a cor
encadernação editorial com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
folhas-de-guarda impressas em policromia
com falta da sobrecapa
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Espaço Prometido




JOSÉ BLANC DE PORTUGAL
capa de Escada

Lisboa, 1960
Livraria Morais Editora
1.ª edição
20 cm x 15,4 cm
112 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
os três primeiros poemas têm inscritos a lápis alguns sinais de pausa para declamação, ostentando o cabeçalho do segundo poema breve notação musical, provavelmente uma tentativa de musicá-lo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta, ensaísta, crítico musical e subdirector-geral dos serviços de meteorologia, de Blanc de Portugal (1914-2001) diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998):
«[...] Autor de um discurso denso, irónico, difícil, frequentemente inovador num quadro de referências pós-presencistas, capaz do humor como da angústia (nenhum dos registos excluindo o outro), uma escrita como a sua, discreta e hierática, tende a “apagar-se” face aos circuitos mais obviamente promocionados. [...]»

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Noite Rebelde


JOSÉ FERREIRA MONTE
capa de Fernando Namora

Coimbra, 1940
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
19,4 cm x 13 cm
48 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA ENIGMÁTICA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR DATADA DE 1951: «APONHO AQUI A MINHA ASSINATURA SEM UM LEVE VISLUMBRE DE SAUDADE!»*
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro de José Ferreira Monte (1922-1985), que fez parte do primitivo grupo de Coimbra dos neo-realistas. Amigo próximo do compositor Fernando Lopes Graça, para quem escreveu versos destinados a serem musicados, foi na resvista Vértice que prestou relevantes serviços à cultura nacional de resistência.

* Exemplar que pertenceu a Laureano de Barros, tendo sido entregue ao mercado livreiro em Janeiro de 2010, no Porto, num leilão público a cargo da Livraria Manuel Ferreira (cat. ref. n.º 3.609).

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Costa de Moçambique – Guia de Navegação


LEOTTE DO REGO

Lisboa, 1904
Imprensa Nacional
1.ª edição
24,7 cm x 16,4 cm
2 págs. + XXXVIII págs. + 600 págs. + 1 folha em extra-texto
encadernação sóbria em tela encerada com rótulo gravado a ouro na lombada e marca do distribuidor (Livraria Ferin) ao baixo
sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
peça de colecção
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jaime Daniel Leotte do Rego (1867-1923) foi militar e oficial da Marinha, tendo atingido o posto de contra-almirante. Destacou-se nas colónias, em especial em Moçambique, onde realizou estudos geográficos, entre os quais a verificação da navegabilidade do rio Zambeze e o registo metódico das ocorrências relevantes para a navegação ao longo de toda a costa moçambicana, cuja qualidade podemos confirmar na vertente obra. Por altura da implantação da República era ele governador de São Tomé, mas veio a aderir ao novo regime, que lhe confirmou a continuidade no cargo. Foi activo opositor à ditadura de Pimenta de Castro. Durante a I Guerra Mundial, no comando da divisão naval que defendia a costa portuguesa, assumiu, a 23 de Fevereiro de 1916, a apreensão de cerca de setenta barcos alemães que se encontravam então nos portos portugueses, acto que conduziu à declaração de guerra a Portugal e à nossa entrada efectiva no conflito bélico.

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Peregrinação



FERNÃO MENDEZ PINTO

Lisboa, 1829
Na Typographia Rollandiana
«nova edição conforme á primeira de 1614» (6.ª edição)
4 volumes (completo)
15,2 cm x 11 cm
[8 págs. (não num.) + VIII págs. + 380 págs.] + [4 págs. (não num.) + 388 págs.] + [4 págs. (não num.) + 350 págs. + 4 págs. (não num.: «Livros Portuguezes que se vendem em Casa de Rolland [...]»)] + [4 págs. (não num.) + 156 págs.* + 196 págs.** + 72 págs.***]
títulos que constituem o tomo IV: * Itinerario de Antonio Tenrreyro cavaleyro da Ordem de Christo, em que se contem como da India veo por terra a estes reynos de Portugal; ** Tractado em que se contam muito por estenso as cousas da China, com suas particularidades, e assi do reyno de Dormuz composto por el R. padre Frey Gaspar da Cruz da Ordem de Sam Domingos. Dirigido ao muito poderoso rey Dom Sebastiam nosso Señor; *** Breve discurso, em que se conta a conquista do reyno de Pegú na India Oriental [...]
encadernações homogéneas da época em inteiras de pele marmoreada com gravação a ouro nas lombadas
pouco aparados
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
440,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do «Catalogo dos Autores e obras, que se lerão, e de que se tomárão as autoridades para a composição do Diccionario da Lingoa Portugueza» (tomo primeiro: A, Academia Real das Ciências, Lisboa, 1793) [ortog. actualizada]:
«[Fernão Mendes Pinto] nasceu em a vila de Montemor-o-Velho do bispado de Coimbra em 1509, e faleceu na vila de Almada pelos anos de 1580 ou 1581 com 72 de idade. [...]
O livro da sua Peregrinação por ele mesmo escrito, é realmente um dos óptimos, que temos na nossa língua, e pode ser que nas outras com dificuldade se aponte algum no mesmo género, que em interesse, descrição e elegância lhe ganhe preferência. O merecimento desta obra singular, cuja leitura se repete sempre com satisfação e novo prazer, não consiste só na exposição dos muitos e estranhos sucessos, que nela se encontram, nem na novidade dos usos, ritos e costumes de varias gentes desconhecidas, pois que isto lhe é comum com outros escritores: mas sim na beleza de seu estilo, e na bondade da expressão, sem as quais fica sendo inútil, quando se escreve, o bem discorrer. O Autor rápido e conciso em suas reflexões sabe com igual acerto e justiça apreciar as virtudes e os vícios, e fazendo tomar parte a seus leitores nos acontecimentos, que lhes representa com evidência e força, lhes concilia particularmente a confiança, e até mesmo a afeição, pela nobre singeleza, que se tem por inseparável da verdade, e como indício certo da boa fé. [...]»
Quanto à vertente edição, Inocêncio Francisco da Silva refere o seguinte no seu magno Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo II, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«[...] Ultimamente, o arcebispo de Lacedemonia D. Antonio José Ferreira de Sousa, zeloso e distincto philologo, [...] persuadiu ao livreiro‑editor Francisco Rolland a emprehender uma nova, e correctissima edição, feita escrupulosamente sobre o texto da primeira original, reservando a si elle arcebispo o cuidado da revisão das provas, e escrevendo o prologo que na mesma se lê. [...]
O tomo IV é todo preenchido com o Itinerario de Tenreiro, tambem restituido á sua pureza primitiva (para o que precedeu a conferencia dos exemplares da primeira e segunda edição do mesmo Itinerario, que existiam em Coimbra na livraria da Universidade, trabalho de que se encarreeou o sr. dr. Cicouro) – com a Conquista do Pegú, e com a reproducção feita pela primeira vez do rarissimo Tractado das cousas da China, escripto por Fr. Gaspar da Cruz, o qual serve em parte de illustração á narrativa de Fernão Mendes. [...]»

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Casos e Curiosidades


ELAINE SANCEAU

Porto, 1957
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
21,9 cm x 15 cm
272 págs. + 2 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Elaine Sanceau (1896-1978), escritora inglesa de origem francesa, fixou-se no Porto em 1930, tendo-se dedicado ao estudo da nossa História. Tem na vertente obra um belo conjunto de importantes achegas à divulgação da cultura portuguesa.

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Vinhos de Frutas, Cerveja, Agua-pé e Geropiga


EMMANUEL PUERTAS
trad. A. Severo

s.l. [Porto], s.d.
Editorial Crisos
s.i. [1.ª edição]
17,2 cm x 12,5 cm
32 págs.
subtítulo: Receitas para comércio e uso caseiro
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Manual do Distillador



[ANÓNIMO]

Lisboa, 1868
Livraria de J. J. Bordalo
4.ª edição
16,4 cm x 11,3 cm
288 págs. + 1 folha em extra-texto (gravura)
subtítulo: Ou Modo Facil para Preparar com toda a perfeição differentes vinhos preciosos e vinagres branco e tinto; toda a qualidade de licores finos e exquisitos; cervejas e genebra; aguas-ardentes, cidras e geropigas; gelados, sorvetes e varias conservas; fructos de calda e pastilhas superiores; todos os preparados para o toucador das damas taes como: agua de colonia franceza, agua de melissa e agua da rainha d’Hungria; leites e varias massas para o cabello; banhos para dissipar a caspa; pós para branquear os dentes, etc. etc.
encadernação da época inteira em pele com elegante gravação a ouro na lombada
pouco aparado
sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Trampolim


AFONSO RIBEIRO
capa de Vítor Pala

Porto, 1944
Editora – Livraria Progredior
1.ª edição
19,5 cm x 13,1 cm
312 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Caminho da Agonia



AFONSO RIBEIRO
capa e ilust. Rui Knopfli

s.l. [Lourenço Marques], 1959
Edição do Autor
1.ª edição
21 cm x 15 cm
440 págs.
subtítulo: Terceiro volume da trilogia Maria
ilustrado
luxuosa encadernação inteira em pele, com nervuras e gravação a ouro em ambas as pastas e na lombada
pouco aparado, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta o ex-libris de Rogélio Barros Durão no separador a seguir à primeira folha-de-guarda
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

É um dos vários livros que este escritor neo-realista viu proibidos pelo Estado Novo.

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Aldeia


AFONSO RIBEIRO
capa de António Sampaio

Porto, 1943
Editora Livraria Progredior
1.ª edição
20 cm x 13,2 cm
304 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


Plano Inclinado


AFONSO RIBEIRO

Porto, 1941
Livraria Progredior, deposit.
1.ª edição
20,1 cm x 13,7 cm
236 págs.
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Maria [trilogia]: Escada de Serviço [junto com] O Pão da Vida [junto com] O Caminho da Agonia





AFONSO RIBEIRO
capas e ilust. Júlio Pomar, António Bronze e Rui Knopfli

Porto, 1946; Lourenço Marques, 1956 e 1959
Editorial Ibérica; Edição do Autor
1.ª edição (todos)
3 volumes (completo)
[21 cm x 14,4 cm] + [21,3 cm x 14,8 cm] + [21 cm x 14,9 cm]
480 págs. + 480 págs. + 440 págs.
exemplares estimados; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
185,00 eur (IVA e portes incluídos)

Afonso Adelino R. de Ribeiro (nascido em Moimenta da Beira, 1911, falecido em Cascais, 1993), «professor primário em zonas da região do Norte, trouxe consigo, dentro da escola literária neo-realista, de que foi um dos precursores, a enorme vocação de dar nos seus romances, contos e novelas essa epopeia de sofrimentos e humilhações, injustiças e desigualdades das gentes nortenhas, pelo modo de saber dosear bem os modismos da fala mais popular e por desde sempre entender, como afirmou em diferentes entrevistas, que a literatura deveria “ser utilizada como instrumento de intervenção social”. [...] Viveu em Moçambique entre 1952 e 1975, deixou de publicar regularmente os seus romances, e esse demorado silêncio levou-o a afastar-se dos leitores, sendo agora mera referência pontual sempre que se fala na arrancada do movimento neo-realista em Portugal, embora fosse saudado com entusiasmo pelo crítico João Pedro de Andrade [...].» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998)

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