quarta-feira, Julho 23, 2014

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

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A Ilha do Principe



JUVENAL MARINHO PAIVA DE CARVALHO

Porto, 1928
Imprensa Moderna, Limitada
1.ª edição
17,4 cm x 11 cm
88 págs.
subtítulo: Descritivo histórico – 500 quadras alexandrinas em verso rima
ilustrado
exemplar frágil, mas aceitável; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor à biblioteca da Curadoria dos Serviçais em Benguela
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-se o desconhecido autor «com o curso prático equatorial da cultura do cacau, (chocolate), tirado em 1905 na Ilha do Principe, na ROÇA ESPERANÇA e próprio local das plantações». No mais, sabe-se que era irmão de um curador do Príncipe.

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Acção d’Investigação de Paternidade Ilegitima e de Petição de Herança


[ANTONIO GOMES DA SILVA SANCHES (Dr.), advogado, na qualidade de legitimo cessionario e de procurador in rem propriam de Julião Antonio d’Oliveira, filho natural de Josè Antonio d’Oliveira]

[Santo António do Príncipe], 1884
Typ do Jornal de S. Thomé e Principe
1.ª edição
20 cm x 12,7 cm
60 págs.
folheto com encapamento simples recente, composto manualmente
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas e carimbo de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do processo de uma contenda entre herdeiros, que, para além do duvidoso interesse jurídico que possa ainda ter hoje, interessa-nos sobretudo como raro documento tipográfico ultramarino, que é.

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Colóquio Sobre a Influência do Ultramar na Arte


aa.vv.

Lisboa, 1965
Junta de Investigações do Ultramar
1.ª edição
25,4 cm x 19,3 cm
172 págs. + 6 págs. em extra-texto
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colige intervenções temáticas de Luís Reis Santos (belas-artes), João de Freitas Branco (música), Mário de Oliveira (arquitectura), Luís Forjaz Trigueiros (literatura de ficção), José Blanc Portugal (dança) e Natércia Freire (poesia).

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terça-feira, Julho 22, 2014

Relação da Primeira Viagem do Ministro do Ultramar às Províncias do Oriente no Ano de MCMLII


[BARRADAS DE OLIVEIRA (coord.)]
capa de Bernardo Marques

Lisboa, 1953-1954
Agência Geral do Ultramar
1.ª edição [única]
2 volumes (completo)
25 cm x 18 cm
[480 págs. + 56 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto] + [504 págs. + 154 págs. em extra-texto]
ilustrados em separado
impressos sobre papel superior avergoado
exemplares muito estimados; miolo limpo, ténue acidez ocasional
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

O ministro referido era, na altura, o comandante Manuel Maria Sarmento Rodrigues.

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Tratado dos Descobrimentos


ANTÓNIO GALVÃO
pref. visconde de Lagoa

Porto, 1944
Livraria Civilização Editora
3.ª edição
22,5 cm x 15 cm
512 págs.
subtítulo: Minuciosamente anotad[o] e comentad[o] pelo visconde de Lagoa, com a colaboração de Elaine Sanceau
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da transcrição diplomática anotada da edição princeps (1731), actualizada por César Pegado.

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Discurso Sobre o Projecto das Concessões de Terrenos no Ultramar


TELLES DE VASCONCELLOS

Lisboa, 1901
Imprensa Nacional
1.ª edição
23 cm x 14,2 cm
24 págs.
subtítulo: Proferido na sessão de 2 de Abril de 1901
exemplar envelhecido, restauro tosco na capa; miolo limpo, apontamento de posse e marca-do-dia dos correios de Penamacor na capa
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Questões Economicas, Financeiras, Sociaes e Coloniaes



CONSTANCIO ROQUE DA COSTA

Paris-Lisboa / Rio de Janeiro, 1916
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Francisco Alves
1.ª edição
22,8 cm x 16,2 cm
528 págs.
encadernação editorial em tela encerada, gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar estimado, tela da capa com desgaste no canto superior direito; miolo limpo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

O indiano (de Margão) Constâncio Roque da Costa, «deputado da nação, vogal do Conselho Colonial e funccionario d’Estado» como cônsul e ministro plenipotenciário de Portugal na Argentina, cujos serviços são reconhecidos em documentos oficiais, tanto monárquicos como republicanos, foi, apesar disso, exonerado e preso sem culpa formada, por se haver recusado a assinar a declaração de fidelidade à República. Da sua experiência e conhecimento, surge aqui este extenso libelo contra a política então vigente.

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Serviços Provinciais de Educação


[MINISTÉRIO DO ULTRAMAR]

Lisboa, 1970
Agência-Geral do Ultramar
[1.ª edição]
20,7 cm x 14,8 cm
64 págs.
subtítulo: Decreto-Lei n.º 46.447, de 20 de Julho de 1965 – Decreto-Lei n.º 49.367, de 8 de Novembro de 1969 – Decreto-Lei n.º 346/70, de 23 de Julho de 1970
exemplar muito estimado; miolo no geral limpo, apresentando descuidado risco a tinta na pág. 38
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Referem-se os ditos decretos-leis para as províncias ultramarinas, respectivamente, à orgânica dos serviços de inspecção das actividades de natureza cultural e pedagógica, ao regulamento do desempenho das funções de direcção dessas actividades e, por último, ao aumento de vagas no quadro comum dos serviços educativos.

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domingo, Julho 20, 2014

Núa


JUDITH TEIXEIRA
desenho de Guilherme Filipe

Lisboa, 1926
J. Rodrigues & C.ª
1.ª edição
29,3 cm x 20,3 cm
116 págs. + 1 folha em extra-texto (com vegetal de protecção da gravura)
subtítulo: Poemas de Bysancio escritos que foram por [...]
composto manualmente
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado, discretos restauros na lombada; miolo irrepreensível, por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
375,00 eur (IVA e portes incluídos)

Depois de uma interessante estreia na revista Contemporânea (n.º 2, Junho de 1922; e n.º 6, Dezembro de 1922), «Nos idos de Março de 1923 o Governador Civil de Lisboa, providencialmente sobressaltado pela alta brida de uns quantos Estudantes Católicos sedentos de mão pesada contra a Literatura Dissolvente que inundava escaparates e assim corroía os Santíssimos Costumes da Pátria Lusitana (ao tempo Republicana e Laica e Democrática), açula a polícia e faz apreender, para depois cremar, exemplares das Canções, de António Botto, de Sodoma Divinizada, de Raúl Leal, e de Decadência, duma tal Judith Teixeira – esta com direito a adjectivo personalizado: “desavergonhada”. [...]» (Assim abre o editor Vitor Silva Tavares o seu prólogo à reedição & etc, em 1996, da obra integral de Judith Teixeira.
E prossegue, passim.) «[...] A dita cuja, não obstante o escarcéu e em rescaldo de incêndio, talvez para despistar dá à estampa um nem por isso inócuo novo livro de poemas – Castelo de Sombras – e, em Dezembro do mesmíssimo ano – ah! leoa! –, reedita o famigerado.
Sublinha, pois, o desplante.
Aguarde-se 1926 e teremos nas livrarias NVA, Poemas de Bizâncio: ela a dar-lhe. [...]
Dá que pensar.
Porque a Kultura de Bombeiros & Clérigos – selectiva como convém neste País de milionários que é também o mais pobre e analfabeto da Europa – regista a polémica da “Literatura de Sodoma”, Botto, Leal, Pessoa, e omite, discrimina, branqueia, aquela que viu igualmente um livro seu em labareda e foi afinal a mais perseguida e enxovalhada de quantos. [...]
[...] Nem rasto de memória de uma mulher que em 1925 funda, dirige e edita uma revista – Europa – de alto gabarito cosmopolita e eclético “modernismo”. Vilipendiada pela moral vigente (que não era só, não senhor, a dos jovens prosélitos do fascismo lusitano; afinava pelo mesmo diapasão uma Lisboa de chapéu-de-côco republicano, possidónia e reaccionária no ideário pequeno-burguês como nos hábitos e costumes sexuais), viu-se, em 1927, sentenciada de morte artística pelo grão-sacerdote José Régio. Assim: “Todos os livros de Judith Teixeira não valem uma canção escolhida de António Botto”.
À sanha dos moralistas seguiu-se a dos vigilantes do Gosto. Tumba com ela, que estava mal enterrada. [...]»
Mas a verdade não é que «[...] se pode detectar uma tão veemente afirmação do primado dos sentidos, uma tal exegese da sensualidade, uma tal carnalidade já fonte de prazeres espirituais os mais ilícitos, que isso sim lhe confere força e autenticidade únicas na literatura que então se escrevia e que por isso mesmo veio a provocar a denúncia, a repulsa, a ferocidade persecutória dos cães-de-fila do mais rançoso conservadorismo? [...]»
Núa surgira em 1926, no decurso do golpe militar ditatorial do 28 de Maio, e serviu aos fascistas como bombo de festa no patriótico Revolução Nacional, periódico que será coadjuvado na alarvidade tanto por Amarelhe n’O Sempre Fixe como por Marcello Caetano na Ordem Nova, definindo-o este último – obviamente com a sabedoria inquisitorial dos traumas higienistas da “vontade de poder” – como «papelada imunda, que empestava a cidade».

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Núa



JUDITH TEIXEIRA
desenho de Guilherme Filipe

Lisboa, 1926
J. Rodrigues & C.ª
3.ª edição
26,2 cm x 19,7 cm
116 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Poemas de Bysancio escritos que foram por [...]
composto manualmente
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar como novo e por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
245,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Castelo de Sombras



JUDITH TEIXEIRA

Lisboa, 1923
Imp. Libanio da Silva [ed. Autora]
1.ª edição
27,8 cm x 20 cm
68 págs.
composto manualmente em Bodoni
exemplar manuseado mas aceitável, com restauros visíveis na lombada; miolo limpo
assinatura de posse de António Horta e Costa
PEÇA DE COLECÇÃO
220,00 eur (IVA e portes incluídos)

De nome por extenso Judith dos Ramos Teixeira, tanto a sua apologia da homossexualidade como a da morfina obscureceram, aos olhos de contemporâneos e futuros leitores e “exegetas”, a doce natureza dos seus versos, ou, como diz o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994): «[...] Os seus trabalhos literários surgem imbuídos de um dramatismo aliado a um frenesim pagão, numa escrita simultaneamente amorosa, sensual, narcisista e decadente, embora pouco cuidado ao nível formal. No conjunto da sua obra subjaz uma personalidade poética original, que a leva a ser considerada a nossa única poetisa “modernista”.»

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Mediterrâneo


GUSTAVO DE MATOS SEQUEIRA
ilustrações de Estrela Faria

Lisboa, 1934
Sociedade Nacional de Tipografia
1.ª edição
18,8 cm x 12,4 cm
2 págs. + 180 págs.
subtítulo: Crónicas de Viajem
composto manualmente
ilustrado no corpo do texto
encadernação modesta de amador em tela e papel de fantasia
por aparar, sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de observações durante uma viagem pelo Mediterrêneo, o conhecido olisipógrafo anota a dado passo:
«[...] Em Itália mesmo quem o não é, tem de sê-lo forçosamente... até sem dar por isso. Numa fase excitante de confiança em si mesma, abrazada numa fé vivíssima, embora doentia e acusando uma anormalidade de psicologia étnica, sobrepujando toda a lógica e todo o raciocínio, a nação embriaga-se com o Falerno nacionalista que, perturbando-lhe o cérebro, lhe dá soberbas inacreditáveis. Todo o país, vive numa sobreexcitação extranha, sacrificando, voluntária ou involuntáriamente, os individualismos, os critérios pessoais, o pessoalismo de cada espírito, para que um só indivíduo a possa agitar, manter e entusiasmar, arrastando tudo atraz de si numa febre cega e iluminada. Em qualquer parte da Itália que se esteja, cidade ou aldeia, orla do litoral ou campo interior, continente ou ilha, metrópole ou colónia, essa fé efervescente logo se denuncia. Muros, casas, tapumes, paredes, consciências, todo o espaço livre e consentidor, físico ou moral, exibe uma efígie e um nome, uma fisionomia ou uma legenda, um aplauso ou uma exortação.
Os cartazes, os placards, os afiches, são uma inundação tumultuosa, permanente, aflitiva. Chegamos a ter receio de levantar o guardanapo do prato, ou de abrir a portinha mais recôndita e mais discreta. [...]
Camada a camada, o povo vai-se integrando cada vez mais na idéa e no plano. Aos que cresceram no desabrochar do sonho, seguem-se os que nasceram já dentro dêle. E os pequeninos italianos educando-se a cantar um hino, movendo-se a toques de corneta, militarizados, uniformizados, como os vi em Trieste, formam batalhões que, por muita deserção que haja, se não perderão todos para o acrescentar do fermento nacionalista.
O orgulho fascista não tem limites. [...]»

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Política Ultramarina


ADRIANO MOREIRA

Lisboa, 1961
Junta de Investigações do Ultramar
4.ª edição
25,6 cm x 19,6 cm
360 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem profética no Prefácio a esta reunião das lições do professor aos alunos do curso de Altos Estudos Ultramarinos proferidas, durante o ano lectivo de 1955-1956, no Instituto Superior de Estudos Ultrmarinos:
«[...] De todos os problemas suscitados no decurso do ano lectivo a que estas lições respeitam, recomendaria, como ponto muito principal, o estudo das conexões entre o mundo árabe, ou, mais genèricamente, o mundo muçulmano, e a Europa e a Ásia, porque aqui se encontra, ao que supomos, o imponderável de que dependerá a formação da Euráfrica ou da Eurásia.
Não há dúvida de que esta espécie de continente intermédio tende para a formação de uma unidade, podendo indicar-se por exemplo, como documento expressivo, a Carta Nacional, que os grupos políticos da Síria elaboraram no ano corrente, “recusando-se a reconhecer a conquista da Palestina, recusando a paz com Israel, estreitando o bloco contra este, opondo-se aos seus projectos e opondo-se a toda e qualquer política que a eles conduza [...]
[...] seria oportuno e sábio que potências ligadas ao mundo árabe, praticantes da regra da fraternidade das raças, europeias pela sua origem, universalistas pela sua acção, tomassem a iniciativa e a responsabilidade de assegurar a realização da política de igualdade e solidariedade, que não pode nem deve ser ignorada, retardada ou combatida.
É apenas de esperar e desejar que as restantes potências não ponham velhos preconceitos, ou um desejo de imediato acesso a monopólio dos mercados, acima do dever que têm de apoiar e auxiliar essa política.
Pensamos, para tal fim, nos povos peninsulares, e cremos que seria oportuno meditar que o Mediterrâneo é um mar monoteísta, ao redor do qual católicos, ortodoxos, judeus e maometanos têm de existir. [...]»
Adriano Moreira iria ser nomeado Ministro do Ultramar, cargo que exerceu entre 1961 e 1963, sob a insígnia salazarista «Para Angola rapidamente e em força!».

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O Problema do Mediterrâneo



JORGE ALARCÃO

Lisboa, 1943
Edições Cosmos
1.ª edição
18,8 cm x 12,7 cm
304 págs.
ilustrado
cartonagem editorial com folhas-de-guarda impressas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio do próprio autor:
«[...] Passamos neste pequeno livro e num rápido relance alguns dos factos que mais vincaram a evolução da civilização ocidental. [...]
Por um determinismo geográfico, a que procurámos tirar todo o fatalismo, esta evolução pode ser vista porém, através de um grande mar interior – o Mediterrâneo. [...]
Caminhando a civilização ocidental para a sua universalidade, naturalmente o complexo – o Mediterrâneo – perderia a pouco e pouco aquela sua característica histórica de isolado, onde poderíamos encontrar reünidos todos os complexos factores que determinaram a evolução do Ocidente. [...]»

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Mediterrâneo – Ambiente e Tradição



ORLANDO RIBEIRO
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1968
Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição
19,1 cm x 13 cm
276 págs. + XX folhas em extra-texto
ilustrado
encadernação editorial em tela com sobrecapa impressa
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escreve Suzanne Daveau (Centro de Estudos Geográficos de Lisboa) no sítio electrónico dedicado a Orlando Ribeiro:
«[...] São talvez as viagens, e os trabalhos delas resultantes, o melhor testemunho da sua actividade como geógrafo. Mas são também elas, por excelência, os elos que nos revelam as suas preocupações sociais com os territórios e povos estudados, e nos transportam à sua sensibilidade como fotógrafo, ao “fundo mágico da sua personalidade”, à qualidade literária da sua prosa. Viajante incansável, sobretudo em Portugal e Espanha na década de 40, e pelo Mundo fora entre 1950-1965, com destaque para o ultramar português, Orlando Ribeiro oferece-nos leituras de muitos lugares do Mundo em que a observação científica não se desliga da natureza como um todo, dos costumes, da arte e, sobretudo, do elemento humano.
Cidadão interveniente e profícuo prosador sobre muitos outros temas como a ciência, o ensino e a universidade, as reformas educativas ou os problemas coloniais, Orlando Ribeiro usou sempre de uma frontalidade que, se não diminuía o respeito científico que lhe era reconhecido, também nunca facilitou as suas relações com os órgãos de decisão, desde o Estado Novo ao período pós 25 de Abril. Por muito tempo teve, como resposta às suas opiniões, um invariável silêncio. Contrastando com o precoce reconhecimento a nível internacional, a difusão da sua obra e as honras oficiais, no seu próprio país, surgiram muito tardiamente. [...]»

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quinta-feira, Julho 17, 2014

7 de Abril, Dia da Mulher Moçambicana


aa.vv.

[Maputo], 1975
Imprensa Nacional de Moçambique
1.ª edição
20,8 cm x 14,6 cm
52 págs.
ilustrado no corpo do texto
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Folheto da responsabilidade da Organização da Mulher Moçambicana (FRELIMO); para além de extensa intervenção anónima, reúne ainda colaborações de Samora Moisés Machel, Josina Machel, Sérgio Vieira e Jorge Rebelo.

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Dossier FRELIMO 2 – Obras de [...]


SAMORA M. [MOISÉS] MACHEL

s.l. [Moçambique], Outubro de 1971 / Novembro de 1973 / Dezembro de 1973
AAM sipe
s.i. [1.ª edição]
21,2 cm x 15,2 cm
3 x 16 págs.
títulos autónomos:
1 – Produzir é aprender. Aprender para produzir e lutar melhor
2 – Educar o homem para vencer a guerra, criar uma sociedade nova e desenvolver a pátria
3 – No trabalho sanitário materializemos o principio de que a revolução liberta o povo
impressão a mimeógrafo, ilustrados, três cadernos, cada qual tem acabamento com um ponto em arame e encontram-se encartados numa folha de protecção
exemplares estimados, defeitos e restauro na dobra da folha exterior; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Raro conjunto de cadernos de divulgação pedagógica, impressos na clandestinidade da luta pela independência.

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A Ilha de Moçambique (Monografia)



ALEXANDRE LOBATO
pref. António Rosa Cabral

Lourenço Marques, 1945
Imprensa Nacional de Moçambique / Colónia de Moçambique – Repartição Técnica de Estatística
1.ª edição
28,5 cm x 23,2 cm
X págs. + 158 págs. + 2 folhas em extra-texto (Afonso de Dornelas)
profusamente ilustrado
encadernação antiga em meia-francesa com cantos em pele, sóbria gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta no frontispício o selo branco da Câmara Municipal do Concelho de Moçambique a autenticar a dedicatória manuscrita do seu então (1952) presidente, ao «Comandante Henrique Tenreiro, ilustre Vogal da Comissão Executiva da União Nacional»
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da mais notável monografia histórica da Ilha de Moçambique.

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Ilha de Moçambique – Panorama Estético


ALEXANDRE LOBATO
ilust. Mário de Oliveira
fotografias de Carlos Alberto e João Marques Caetano
grafismo de Seabra Leiria

Lisboa, 1966
Agência-Geral do Ultramar
1.ª edição
23,8 cm x 20,3 cm
132 págs. + 16 folhas em estra-texto + 1 vegetal desdobrável (grande formato)
profusamente ilustrado
impressão em rotogravura e cromotipia
encadernação editorial em tela encerada impressa a prata nas pastas e na lombada, com sobrecapa
exemplar estimado; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Estimulante guia turístico – mas sobretudo histórico – para o visitante da Ilha de Moçambique nesses anos 60.

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O Berro



Lisboa, 9 de Fevereiro a 27 de Junho de 1896
[dir.] Celso Hermínio [e João Chagas]
18 números + 1 suplemento (completo)
30,4 cm x 23 cm
18 x 8 págs.
profusamente ilustrado
encadernação de amador em tela encerada e sintético, discreta gravação a ouro na lombada
por aparar
exemplares muito estimados, com pontuais restauros; miolo limpo, com a acidez natural devida ao tempo
foi encartado um exemplar do n.º 9 em complemento daquele que está encadernado com defeitos
pertenceu a D. Diogo de Bragança, VIII marquês de Marialva, cujo ex-libris se encontra colado no verso da pasta anterior
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
850,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jornal de caricaturas satíricas de grande violência política, suspenso pela polícia, ou como diz a folha final, depois da apreensão do n.º 18: «[...] Por ordem superior, este semanario não se publica, emquanto permanecer em Lisboa a esquadra ingleza.»
Celso Hermínio de Freitas Carneiro (1871-1904) exibe neste seu jornal o desbragado «[...] ataque às instituïções, aos seus mais altos representantes, aos homens que as servem.
Com o artista vem colaborar João Chagas [1863-1925], o panfletário, que seguia a sua marcha, da campanha do ultimatum para as Cartas Politicas, a obra que lhe havia de merecer a admiração de correligionários e de inimigos politicos. Mais velho apenas uns oito anos do que Celso Herminio e com êle perfeitamente irmanado nas mesmas ideias, formam do jornal um baluarte bem apercebido para a luta. [...]» (Fonte: Alberto Meira, Celso Hermínio: Apontamentos para o perfil do artista, Maranus, Porto, 1929)

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A Lanterna Mágica por Gil Vaz






Lisboa, 1875 (Junho e Julho)
dir. Raphael Bordalo Pinheiro
31 números de 33 (com falta do n.º 23 e do n.º 33)
36,7 cm x 26,7 cm
160 págs. (numeração contínua) [aliás, 152 págs.]
elegante encadernação recente com lombada em pele gravada a ouro, pastas em papel de fantasia marmoreado
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo e fresco
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.400,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Revista illustrada dos acontecimentos da semana por Gil Vaz», assim se promovia, à época, esta publicação periódica dirigida por Rafael Bordalo Pinheiro. «Desenhos e caricaturas de Arthur Loureiro, Bordalo Pinheiro, Emílio Pimentel e Manuel de Macedo.» Tendo começado por um formato modesto (30 cm x 21 cm), semanal, acabou expandindo-se para o formato de jornal diário, e embora tenha durado apenas dois fulgurantes meses de bordoada radical nos governantes da nação, é aí que surge pela vez primeira o tosco desenho da figura simbólica do Zé Povinho.

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Cancioneiro Musical Portuguez




G. [GUSTAVO] R. [ROMANOFF] SALVINI
capa de Raphael Bordallo Pinheiro

Lisboa, 1884
David Corazzi – Editor (Empreza Horas Romanticas)
2.ª edição
27,8 cm x 21,2 cm
XVI págs. + 240 págs.
subtítulo: Quarenta melodias na lingua portugueza com acompanhamento de Piano [...] Letra dos principaes poetas portuguezes
encadernação editorial em tela gravada a negro e ouro
conserva a capa de brochura
exemplar manuseado mas muito aceitável; miolo limpo, com sinais de oxidação nas primeiras e últimas folhas
PEÇA DE COLECÇÃO
185,00 eur (IVA e portes incluídos)

Porque apenas esta edição tem capa desenhada por Bordalo Pinheiro, tornou-se peça de procura coleccionista. Mas a sua importância vai mais longe, procura impor a língua nacional no seio das artes musicais; palavras do autor:
«[...] Os dilletanti portuguezes gostam de cantar em italiano, do qual ás vezes não entendem palavra, e não só não tem remorsos d’abandonar a sua lingua ás cantigas do povo, mas não se aventurariam mesmo a cantar n’ella um romance nos nossos salões e concertos! [...]» E um tal provincianismo não encontra alibi num país com poetas (aqui representados) como Alexandre Braga, João de Deus, Gonçalves Crespo, Garrett, Guerra Junqueiro, João de Lemos, até o próprio Camilo...

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Raul Lino – Exposição Retrospectiva da Sua Obra [catálogo]


DIOGO LINO PIMENTEL
JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
MANUEL RIO-CARVALHO
PEDRO VIEIRA DE ALMEIDA

Lisboa, 1970
Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição
24 cm x 24,2 cm
4 págs. + 240 págs.
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior, texto a duas colunas
exemplar estimado, capa um pouco suja; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Refere Vieira de Almeida no seu pertinente texto:
«[...] Tinha Raul Lino 13-14 anos [nascido em 1879] quando iniciou os seus estudos de arquitectura em Honnover. [...] Na Alemanha além dos cursos que tinha de frequentar, Raul Lino trabalhou no atelier de Albrecht Haupt o que o viria a marcar profundamente não só pela formação clássica e historicista, mas até na ideia que teria do seu próprio país. Raul Lino aprende Portugal através do historiador alemão, e isso é importante na medida em que é nesse aprendizado que foram lançadas de facto as sementes que mais tarde, iriam definir a sua capacidade de entendimento e desentendimento, da época ou épocas em que viria a trabalhar. [...]»
Aos 17 anos apenas encontra-se de novo em Portugal, e, enquanto outros estariam por aquela idade a iniciar a sua formação, já Lino trabalha como projectista. Imbuído de noções muito precisas e arreigadas de equilíbrio formal e de espaço, fruto de uma época de transição arquitectónica e urbana, toda a sua vida artística surge aos nossos olhos como o terreno da conflitualidade entre esses seus valores e os imperativos, no imediato pós-Segunda Guerra Mundial, de amontoar pessoas em cidades, em casas-modelo exíguas, de desenho minimal, abstractas, “funcionais”.

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Casas Portuguesas


RAÚL LINO

Lisboa, 1943
Edição de Valentim de Carvalho
3.ª edição
22,5 cm x 16,7 cm
122 págs. + XXX estampas em extra-texto
subtítulo: Alguns Apontamentos Sobre o Arquitectar das Casas Simples
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior, oito das estampas são a cor (edição no todo com mais seis estampas do que a edição original)
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
110,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Trata-se da concepção habitacional salazarista, imortalizada num fado de Amália, que – é de sublinhar – também trabalhava para a empresa de Valentim de Carvalho. Embora a versão frugal da cantora se destinasse aos explorados (a célebre «alegria na pobreza» entre «quatro paredes caiadas»), o conceito aqui, apesar de rico, é o mesmo e idêntica é a finalidade integradora da população em geral.

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Auriverde Jornada



RAUL LINO

Lisboa, 1937
Edição Valentim de Carvalho
1.ª edição
19,1 cm x 13,5 cm
276 págs. + 10 extra-textos
subtítulo: Recordações de uma Viagem ao Brasil
ilustrado no texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de grande interesse para a Arquitectura. O conhecido criador do conceito de “casa portuguesa” do Estado Novo reúne aqui, não só o seu Diário da Viagem, que é repositório de apreciações turísticas mas de alguém com o olhar educado pela Estética, como as suas três longas palestras locais, motivo da sua ida ao Brasil, a saber: «Primeiras Impressões – Comunicação Lida á Academia Nacional de Belas-Artes...», «Espírito na Arquitectura» e «Casas Portuguesas no Século XVIII». São estas duas últimas uma não negligenciável lição de Arquitectura e História da Arte.

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terça-feira, Julho 15, 2014

História das Marcas e Contrastes – Metais Nobres em Portugal 1401-2003


MARIA NOGUEIRA PINTO
pref. António Coelho Teixeira
grafismo de Ana Filipa Amaral Neto Tainha

Lisboa, 2003
Mediatexto – Medialivros SA
1.ª edição
26 cm x 15,1 cm
128 págs.
subtítulo: Homenagem aos 602 anos da marcação de peças de ourivesaria em Portugal
profusamente ilustrado a cor
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio:
«O presente livro visa apresentar, pela primeira vez, ao que julgamos, uma história coerente das marcas de garantia de qualidade dos artefactos e barras de metal precioso em Portugal, realçando não só a história das marcas de fabrico, como marcas de responsabilidade, mas, também, e particularmente, a das marcas de contraste como confirmação, por terceiros, do real valor dos toques das peças. Apresenta, também, uma história sucinta e simples dos testes que precederam as modernas análises químicas, mas que não perderam, no entanto, o seu valor na actualidade. [...]»

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Marcas de Contrastes e Ourives Portugueses


MANUEL GONÇALVES VIDAL
pref. Reinaldo dos Santos

Lisboa, 1958
Casa da Moeda
1.ª edição
27,4 cm x 19,2 cm
8 págs. + VIII págs. + 568 págs.
subtítulo: Desde o Século XV a  1950
profusamente ilustrado
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo irrepreensível
190,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manuel Gonçalves Vidal, que foi marcador do laboratório e contrastaria da Casa da Moeda, amplia largamente o até então único livro conhecido com a identificação e os desenhos das marcas nacionais, o de Laurindo Costa. A importância do vertente inventário, não só facilita aos profissionais a detecção de falsificações, como é incontornável para a história dessa arte.

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Marcas de Contrastes e Ourives Portugueses


MANUEL GONÇALVES VIDAL
FERNANDO MOITINHO DE ALMEIDA

Lisboa, Março-Abril de 1974
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
2.ª edição
2 volumes (completo)
28,1 cm x 20 cm
[XIV págs. + 356 págs.] + 428 págs.
subtítulos: vol. I – Século XV a 1887; vol. II – 1887 a 1950
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
285,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma importante ampliação da obra primitiva de Gonçalves Vidal, com novas marcas, identificadas pelo engenheiro Fernando Moitinho de Almeida.

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III Encontro Nacional de Ex-Libristas


Coimbra, 6 e 7 de Outubro de 1979
Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra
1.ª edição
21 cm x 15,2 cm
146 págs.
subtítulo: Guia das Exposições
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Exposição de Ex-líbris dos Séculos XVII, XVIII e XIX [catálogo]


[CARLOS LOBO DE OLIVEIRA (pref.)]

Lisboa, 1963
Academia Portuguesa de Ex Libris
1.ª edição
20,6 cm x 14,6 cm
68 págs. + ex-libris de João de Lemos Seixas Castelo Branco colado na portada
subtítulo: Colecção de João de Lemos Seixas Castelo Branco
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
é o n.º 84 de uma tiragem de apenas 200 exemplares
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Releva o prefaciador os dotes de inteligência e erudição do coleccionador João Maria de Jesus de Lemos Seixas Castelo Branco (1905-1983), em especial os conhecimentos que nos legou através dos seus verbetes para cada espécime exposto.

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Os Ex-libris da Biblioteca de Marinha


ALFREDO MOTTA

Lisboa, 1933
Separata do Arquivo Nacional de Ex-libris
1.ª edição
23,8 cm x 17,7 cm
16 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior de linho
exemplar como novo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
é o n.º 85 de uma tiragem de apenas 124 exemplares «exclusivamente destinados a ofertas»
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessantíssimo artigo, em que Alfredo Mota conta a história da fundação da Biblioteca de Marinha, na Rua do Arsenal, desde a sua origem em 1835, assim como os trabalhos de organização e classificação dos volumes que lhe foram oferecidos. Como seria de esperar, usou a Biblioteca, ao longo dos anos, vários carimbos de posse, cujas reproduções e memória descritiva aqui se ensaia.

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Narrativas Navaes


JOÃO BRAZ D’OLIVEIRA, contra-almirante

Lisboa, s.d.
Portugal-Brasil, Sociedade Editora Arthur Brandão & C.ª
2.ª edição
23,2 cm x 15,5 cm
410 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, pequenos restauros na capa; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pai do major de idêntico nome, com extensa bibliografia naval, tanto no domínio da navegação como no da estratégia, apresenta-nos aqui interessantes relatos de bordo literariamente memorizados e destinando-se ao saber e proveito das «[...] guarnições dos navios de guerra portuguezes. Não é um livro destinado á escola primaria, mas sim para depois de saberem ler aproveitarem algum tempo de folga do serviço, em leitura, que se relacione com a sua profissão; que lhes fale da Historia da Marinha, e dos feitos dos Marinheiros [...]
Intimamente ligada com a Historia de Portugal está a Historia da sua Marinha. [...]» (Do Prólogo)

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Aparelho e Manobra dos Navios



JOÃO BRAZ DE OLIVEIRA, contra-almirante
pref. Henrique dos Santos Tenreiro

Lisboa, 1943
[ed. Autor]
2.ª edição
19,9 cm x 13,5 cm
16 págs. + 258 págs. + XIV págs. + 3 desdobráveis em extra-texto + 1 folha em extra-texto + 1 encarte nas págs. 54-55 (errata)
profusamente ilustrado
exemplar estimado, capa com defeitos e restauro; miolo limpo, exceptos breves sublinhados nos dois primeiros parágrafos do Prologo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Carpinteiros da Ribeira das Naus


A. SOUSA GOMES

Coimbra, 1931
Imprensa da Universidade
1.ª edição
22,8 cm x 16,6 cm
XX págs. + 144 págs. + 3 folhas em extra-texto
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

De grande interesse para o conhecimento dos artesãos empenhados na construção dos navios que possibilitaram a expansão comercial do país durante o período histórico designado por Descobertas ou Descobrimentos. Na sua génese esteve a Irmandade dos Carpinteiros Navais, cuja capela de S. Roque no Arsenal da Marinha em Lisboa, fôra mandada erigir pelo marquês de Pombal e, muito mais tarde, no ano de 1913, aparece transformada numa espécie de associação de socorros mútuos. O livro de Sousa Gomes dá notícia da documentação dessa Irmandade.

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Nos Domínios da Monção


ALAN VILLIERS
trad. e notas de António Álvaro Dória
capa de Vinício

Porto, 1957
Livraria Civilização – Editora
[1.ª edição]
21,8 cm x 15,2 cm
424 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, capa um pouco suja; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor prolífico, mais vulgarmente conhecido em Portugal pelo seu livro de viagem com a nossa frota bacalhoeira à Terra Nova, A Campanha do «Argus», o capitão-de-mar australiano Alan John Villiers (1903-1982) deixou o seu nome ligado quer às mais importantes travessias marítimas, quer ao cinema, ao serviço do qual comandou, por exemplo, os navios utilizados em Moby Dick (de John Huston) e Billy Budd (de Perter Ustinov).

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domingo, Julho 13, 2014

Guia Oficial – Exposição do Mundo Português





EDUARDO ANAHORY (grafismo)

Lisboa, 1940
[Lith. de Portugal]
1.ª edição
21,1 cm x 12,7 cm (fechado) [42 cm x 62 cm (aberto)]
desdobrável impresso a cor de ambos os lados
profusamente ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

É a mais interessante planta do local escolhido para encenar os quadros monumentais e históricos que compuseram a Exposição de 1940. Um texto pedagógico serve de roteiro ao visitante, do mesmo modo que lhe são dadas indicações úteis no que se refere aos transportes para aí aceder, restaurantes, horário, tarifas, serviços de telecomunicações, etc.

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Cortejo do Mundo Português – 30 de Junho de 1940



s.l. [Lisboa], 1940
s.i.
1.ª edição
19,9 cm x 15 cm
28 págs.
subtítulo: Roteiro
profusamente ilustrado
impresso a duas cores directas (rotogravura) sobre papel superior
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Caderninho ilustrado por Roberto Araújo (capa), Fortunato Anjos, José Leite, et alli.

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