segunda-feira, agosto 21, 2017

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* em cumprimento da Lei n.º 144/2015, de 8 de Setembro – Resolução Alternativa de Litígios de consumo (RAL), artigo 18.º, cabe-nos informar que a lista de Centros de Arbitragem poderá ser consultada em www.consumidor.pt/


História do Teatro Português


LUIZ FRANCISCO REBELLO

s.l., 1967
Publicações Europa-América
1.ª edição
18 cm x 11,4 cm
148 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado em separado
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR JOSÉ DE MATOS SEQUEIRA
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de Maria Constança e José de Matos Sequeira
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota do autor na contracapa:
«[...] o público não é uma entidade abstracta: é, pelo contrário, uma entidade històricamente determinada, a que as estruturas económicas e sociais de cada época conferem uma imagem distinta e definida. E através dessas imagens sucessivas, que umas às outras se vão substituindo ao ritmo das transformações daquelas estruturas, é-nos dado surpreender o rosto mutável do teatro – reflexo da vida que na vida afinal se reflecte. [...]»

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A Religião do Teatro



EDUARDO SCARLATTI

Lisboa, 1945
Editorial Ática
2.ª edição
24,8 cm x 18,8 cm
2 págs. + 236 págs. + 14 folhas em extra-texto, nove das quais com as respectivas nove cortinas em cristal com as legendas impressas
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado, a negro e a cor
impresso sobre papel superior
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Scarlatti foi cronista teatral e, como pode verificar-se pela vertente obra, ensaísta versado nas «leis estéticas do teatro novo». Mas também foi tradutor de gabarito; Prometeu Agrilhoado, atribuído a Ésquilo, embora vertido do francês, merece atenção... e respeito.

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Teatro de Outros Tempos


GUSTAVO DE MATOS SEQUEIRA
capa e desenhos de Alberto Souza
retrato do Autor por Eduardo Malta
plantas desenhadas por Augusto Vieira da Silva

Lisboa, 1933
Livraria Coelho (depósito)
1.ª edição
23,8 cm x 17 cm
448 págs. + 8 folhas em extra-texto
subtítulo: Elementos para a História do Teatro Português
ilustrado
exemplar estimado, lombada com reaturo; miolo limpo
dedicatória de posse no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Olisipógrafo de saber inexcedível, Matos Sequeira, neste livro que «não é para eruditos» mas para «o grande público», tece um historial da arte dramática portuguesa desde primórdios anteriores a Gil Vicente, nisto seguindo atenta investigação do etnólogo José Leite de Vasconcelos. O limite da sua narrativa fica-se pelo meio do século XIX, altura em que seria edificado o Teatro Nacional Almeida Garrett, ou de D. Maria II.

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Notas para um prefácio (a haver) com pedido de posfácio


VITOR SILVA TAVARES

Lisboa, 2017
ed. viúva frenesi
1.ª edição [única]
19 cm x 13 cm
28 págs.
ilustrado
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplar novo
tiragem de apenas 150 exemplares
9,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um texto de Vitor Silva Tavares, que se encontrava inédito, e cuja importância literária é indesmentível. A propósito de redigir um prefácio para o livro Relógio de Cuco, de Virgílio Martinho, o primeiro editor dessa narrativa, originalmente saída em folhetim no & etc... do Jornal do Fundão, vai juntando notas avulsas ao correr do tempo, em que, melhor que qualquer exegeta profissional, mete na ordem algum surrealismo tresmalhado, enquanto chama os bois do neo-realismo pelos nomes que lhes são adequados. Acaba por ser uma peça teórica de acintosa violência verbal, insuportável sem dúvida para os mansos ouvidos de quem acabou a levar por diante essa edição... omissa do “prefácio”.

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Sião Doc. Interno


PAULO DA COSTA DOMINGOS
ÓSCAR FARIA
MANUEL DE FREITAS
et alli

Lisboa, 2017
ed. viúva frenesi
1.ª edição [única]
19 cm x 13 cm
56 págs.
ilustrado
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplar novo
tiragem de 150 exemplares
7,00 eur (IVA e portes incluídos)

Brochura coligindo documentos internos da editora frenesi relativos à incidência cultural da antologia poética Sião (ed. 1987) ao longo dos decorridos trinta anos desde o seu aparecimento nos escaparates. Brochura publicada como texto de apoio à exposição comemorativa desses trinta anos, ocorrida recentemente no Sismógrafo (Porto, Abril-Maio, 2017).

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Novos Contos Macondes



MANUEL VIEGAS GUERREIRO, recolha, introd. e coment.

Lisboa, 1974
Junta de Investigações Científicas do Ultramar
1.ª edição
24,3 cm x 18,2 cm
72 págs. + 2 extra-textos com retratos a preto e branco de dois narradores orais
exemplar estimado, com ligeira mancha de antiga humidade nos extra-textos
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de grande sabedoria, reunindo o melhor da tradição oral moçambicana autóctone. Diz-nos na Introdução o autor:
«[...] Apesar do grande entusiasmo com que no fim do século XIX e primeira metade do seguinte os folcloristas europeus se entregaram ao trabalho de recolha e estudo da literatura oral, não se pode dizer que esta tenha servido, convenientemente, a Etnografia e a Etnologia. A profunda análise a que sujeitaram a matéria literária respeitava mais à forma e a problemas de origem e classificação do que ao valor cultural do seu conteúdo. E no mesmo plano se situaram os colectores de folclore de populações iletradas. Nas monografias etnográficas exibem-se os textos como um capítulo de conjunto, mas não saem deles factos que enriqueçam outros domínios ou sirvam adequadamente a síntese. E as generalizações etnológicas do mesmo modo se têm, em regra, afastado dessa fonte de esclarecimento.
Foi, em parte, com a intenção de mostrar que isto é verdade que escrevi os comentários deste livrinho. Neles se há-de ver como, apenas em 14 narrativas, avoluma tão larga messe de informações. [...]» E segue Viegas Guerreiro o seu reparo à importância dos elementos geográficos, de estrutura familiar, dos usos e costumes, das técnicas alimentares, dos cultos, etc., que aí, na leitura atenta e comparativa, se podem colher.
Há que acrescentar que o autor colaborou com Jorge Dias na obra Os Macondes de Moçambique, de que o presente livro constitui um suplemento.

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Contos Populares Portugueses


M. VIEGAS GUERREIRO, org. e pref.

Lisboa, 1955
Fundação Nacional Para a Alegria no Trabalho
1.ª edição
19,2 cm x 12,6 cm
2 págs. + 408 págs.
exemplar estimado, sinais de foxing na contracapa; miolo irrepreensível, por abrir
pequeno rótulo com número de ordem colado no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, agosto 17, 2017

As Obras Completas de Sally Mara


RAYMOND QUENEAU
trad. Luiza Neto Jorge
capa de Alfredo Martins

Lisboa, s.d.
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
18,5 cm x 13,2 cm
364 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ligado fugazmente ao movimento surrealista francês, Raymond Queneau (1903-1976) notabilizar-se-á mais pelo seu cínico humor do que pelas aventuras aleatórias da escrita automática. Sally Mara, diz-nos o texto promocional na badana, «[...] uma rapariga de linguagem estranha, com efeitos subtis e pensamentos quase escabrosos, que se descobre e descobre o mundo através de uma pessoal experiência. Nas três partes do livro, Queneau diverte-se a imaginar (e a pôr em prática) as várias funções da vida de uma adolescente irlandesa, que não conhece o valor e sentido das palavras, que no dia-a-dia da sua “descoberta” vai encontrando a imagem do mundo, dos homens, dos objectos, etc. [...]»

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Pierrot Meu Amigo


RAYMOND QUENEAU
trad. Manuel Pedro
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1961
Editorial Minerva
1.ª edição
18,8 cm x 13,1 cm
232 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] A passagem de Queneau pelos grupos surrealistas – passagem aliás anterior ao início da sua carreira de romancista – deixou profundas marcas na sua personalidade literária, e o insólito das situações e de certas personagens centrais dão ao romance uma aura de irrealismo, muito mais aparente do que verdadeiro, é certo, mas de qualquer forma perfeitamente inconfundível.
Raymond Queneau é, acima de tudo, um poeta. E os seus romances – muito especialmente este Pierrot Meu Amigo e essa obra extraordinária que é Zazie dans le Metro – são livros eminentemente poéticos, no sentido em que esta expressão possa com maior propriedade ser aplicada a uma obra em prosa. [...]»

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L’Arrache-Cœur [junto com] Chansons Possibles, ou Impossibles


BORIS VIAN
pref. R.[Raymond] Queneau

Paris, 1971 e 1968
Jean-Jacques Pauvert éditeur
Philips
livro: 38.º milhar [neste editor, a edição original é de 1953 nas Éditions Pro Francia-Vrille]
disco: prensagem original
[21 cm x 13,4 cm] + [31,4 cm x 31,4 cm]
228 págs. + 1 disco LP estereofónico (vinil)
exemplar do livro bem conservado, miolo limpo; disco como novo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Vian, engenheiro, músico de jazz, tradutor, boémio crítico do existencialismo sartreano, como escritor será um sucesso de vendas livreiras póstumo, apesar de ter até aberto as hostilidades sob o heterónimo Vernon Sullivan com um livro logo apreendido e interditado em tribunal por “ultraje aos bons costumes”. Via-se ele, a si mesmo, como alguém nascido «[...] à porta de uma maternidade fechada por uma greve com ocupação. Grávida das obras de Paul Claudel (desde aí é que o não gramo), a minha mãe já ia no 13.º mês e não podia esperar mais pela Concordata. [...] Em força e juízo cresci, mas sempre feio apesar de enfeitado com um sistema piloso descontínuo embora muito farto. No que respeita à cara, era igual à da Vitória de Samotrácia. De repente, porém, a minha fisionomia transformou-se e comecei a parecer-me com o Boris Vian. Daí o meu nome.» (Fonte: Aníbal Fernandes, «A Espuma de Bison Ravi: Uma Cronologia», in As Formigas, Assírio e Alvim, Lisboa, 1984)
Para não variar, ao vertente romance ninguém prestou qualquer atenção até o editor Pauvert, em 1962, o haver restituído a uma geração de leitores predispostos a transformar o seu autor em objecto de culto. E é neste contexto que também as empresas discográficas se dão conta do irónico filão musical contido em canções como «La Java des Bombes Atomiques», «Fais-Moi Mal Johnny», «Le Déserteur» ou «Complainte du Progrès», algumas delas vocalizadas pelo próprio Vian.

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A Evolução do Jornalismo na Índia Portuguesa


ANTÓNIO MARIA DA CUNHA

Nova Goa, 1923
Imprensa Nacional
1.ª edição
28,3 cm x 20,9 cm
4 págs. + 96 págs. + 7 folhas em extra-texto
subtítulo: Memória escrita a convite do Govêrno Geral da Índia Portuguesa
ilustrado
exemplar estimado, restauros na capa e na lombada; miolo limpo, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR ALBERTO XAVIER
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Imprensa Periódica Portuguesa no Extremo-Oriente


MANUEL TEIXEIRA, padre

Macau, 1965
Notícias de Macau
1.ª edição
18,7 cm x 13,3 cm
2 págs. + IV págs. + 334 págs. + 10 folhas em extra-texto
subtítulo: I Parte – O Jornalismo em Macau; II Parte – O Jornalismo Português no Extremo-Oriente
ilustrado
é o n.º XXII da Colecção Notícias de Macau
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

A segunda parte deste livro reúne informação acerca da presença jornalística portuguesa em Hong-Kong, Cantão, Xangai, Singapura, Malaca, Japão, Timor e Hawai.

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Relação da Grande Monarquia da China



ÁLVARO SEMEDO, padre
trad. Luís G. Gomes

Macau, 1956
Notícias de Macau
1.ª edição
2 volumes (completo)
18,6 cm x 13,4 cm
408 págs. + [196 págs. + VIII págs.]
trata-se dos n.os XV e XVI da Colecção Notícias de Macau
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
peça de colecção
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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ARMANDO MARTINS JANEIRO

Tóquio, 1954
Livraria Maruzen
1.ª edição
bilingue português – japonês
22,6 cm x 16,4 cm
2 págs. + 58 págs. (português) + 8 págs. (com 4 cromos polícromos colados) + 28 págs. (japonês)
impresso sobre papel de arroz
acabamento com laçada de fio
exemplar em bom estado de conservação, pequena falha de papel na contracapa; miolo irrepreensível
é o n.º 196 de uma tiragem de apenas 250 exemplares
acondicionado num elegante estojo de fabrico recente
PEÇA DE COLECÇÃO
500,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Poesia 61




CASIMIRO DE BRITO
FIAMA HASSE PAIS BRANDÃO
GASTÃO CRUZ
LUIZA NETO JORGE
MARIA TERESA HORTA
capa de Manuel Baptista

Faro, 1961
ed. autores
1.ª edição
5 fascículos (completo)
21,3 cm x 14 cm
24 págs. + 16 págs. + 16 págs. + 16 págs. + 24 págs.
títulos individuais: [1] Canto Adolescente; [2] Morfismos; [3] A Morte Percutiva; [4] Quarta Dimensão; [5] Tatuagem
cada fascículo tem acabamento com dois pontos em arame
protegidos por uma capilha
acondicionados num luxuoso estojo de fabrico recente
exemplares como novos, discreto restauro nos topos da capilha; miolo irrepreensível
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
420,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da obra emblemática – ou conjunto de obras – que esteve na origem de um movimento literário que, para a História da Literatura, ficou conhecido pelo título genérico. O propósito programático era limpar o discurso poético da narratividade que fazia escola entre os melhores escritores do colectivo presença, como Nemésio, Sena ou Régio, e mesmo fora da presença, autores como Cesariny, Herberto Helder ou Ruy Belo. Propósito não alcançado: os minimalismos estruturalistas, as escritas abstractizantes, os crochés linguísticos dessa época acabaram por soçobrar à urgência de comunicação proporcionada pela viragem sócio-política do 25 de Abril. Não por acaso, tanto Fiama Hasse Pais Brandão como Luiza Neto Jorge, muito antes de serem surpreendidas pelos factos históricos reflectidos na vida quotidiana, já vinham fazendo boa carreira onde a linguagem não constituía um mero instrumento de aeróbica gramatical.

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Poesia 70 – 71


EGITO GONÇALVES, org.
MANUEL ALBERTO VALENTE, org.
FIAMA HASSE PAIS BRANDÃO, org.
aa.vv.
capa e grafismo de Armando Alves
ilust. Ângelo

Porto, 1971 e 1972
Editorial Inova Limitada
1.ª edição
2 volumes (completo)
19,5 cm x 14 cm
248 págs. + 256 págs.
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alguns autores coligidos foram, à época, uma revelação entre alguns outros basto conhecidos. É assim que deve ser feita uma antologia: transportar o vinho novo dentro de selhas velhas. Alguns exemplos: Fallorca ao lado de José Gomes Ferreira, ou Eduardo Guerra Carneiro ao lado de Saramago, ou Nuno Guimarães ao lado de Cesariny, ou José Agostinho Baptista ao lado de Couto Viana; ou mesmo Idalécio Cação de par com João Miguel Fernandes Jorge, ou Licastro na companhia de Herberto Helder, de Jorge de Sena, de Régio, de Sophia, de Maria Teresa Horta (que vai muito bem com Torquato da Luz e Fernando Grade), etc., etc., etc.

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Circulação


JOÃO RUI DE SOUSA
[capa de Escada]

Lisboa, 1960
Livraria Moraes Editora
1.ª edição
20 cm x 15,3 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos a História da Literatura Portuguesa (António José Saraiva / Óscar Lopes, 15.ª ed., Porto Editora, 1989):
«João Rui de Sousa (n. 1928), através de alguma excessiva facilidade de ritmo e imagem, apreende todavia certas coisas exactas como as muitas mortes antecipadas na simples e vulgar incoincidência de eu a mim.» (??!!!...)

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terça-feira, agosto 15, 2017

Cemitério Marinho



PAUL VALÉRY
trad. Edmundo Vasconcelos
«ensaio de interpretação» de Rudolf Palgen
ilust. Mira Schendel

São Paulo (Brasil), s.d. [1981]
Círculo do Livro S.A. | Massao Ohno-Roswitha Kempf – Editores
1.ª edição
30,5 cm x 19,4 cm
152 págs. [9 extra-textos a cor colados]
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
tiragem «fora de Comércio» de apenas 1.000 exemplares
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO TRADUTOR AO ESCRITOR ALMERINDO LESSA
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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[Colecção] & etc – Contramargem




aa.vv.

Lisboa, 1979 a 1984
& etc
1.ª edição (todos)
20 brochuras (completo)
20,6 cm x 16,7 cm
16 págs. + 20 págs. + 24 págs. + 20 págs. + 24 págs. + 16 págs. + 32 págs. + 16 págs. + 24 págs. + 28 págs. + 36 págs. + 20 págs. + 32 págs. + 28 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 40 págs. + 28 págs. + 28 págs.
ilustrados
autores e títulos:
1 – CAMILLO CASTELLO BRANCO, Maria! não me mates, que sou tua mãe!
2 – GUERRA JUNQUEIRO, A Torre de Babel ou A Porra do Soriano seguida de As Musas
3 – CHARLES FOURIER, Quadro Analítico da Corneação
4 – BLAISE CENDRARS, O Fim do Mundo Filmado pelo Anjo N. S.
5 – HOMEM-PESSOA, O Bispo de Beja (retirado do mercado pela Polícia Judiciária)
6 – JONATHAN SWIFT, Proposta Modesta para Evitar Que os Filhos dos Pobres da Irlanda Sejam um Fardo para os Seus Pais, ou País, Tornando-se Úteis à Comunidade
7 – PIERRE LOUŸS, Manual de Civilidade para Meninas Destinado às Escolas
8 – JOÃO DE DEUS, Criptinas
9 – HENRY MILLER, Ler na Retrete
10 – RICHARD CONNELL, Zaroff – O Jogo Mais Perigoso
11 – FIALHO D’ALMEIDA, Fialho Negro
12 – QUEVEDO, Graças e Desgraças do Olho do Cu
13 – CAMÕES DO ROSSIO, Martinhada
14 – SINÉSIO DE CIRENE, Elogio da Calvície
15 – GREGÓRIO DE MATOS, «Boca do Inferno»
16 – CONDE DE LA TROMPETTE, A Arte de Peidar
17 – PAUL VERLAINE, Hombres
18 – PADRE CAMÕES, Testamento de D. Burro, Pai dos Asnos
19 – LUCIANO DE SAMÓSATA, Os Amores
20 – ANTÓNIO LOBO DE CARVALHO, Se a Lira Pulsas e o Pandeiro Tocas...
impressos sobre papel dito manteigueiro, compostos manualmente em elzevir até ao n.º 10 sendo os restantes em linotype
encadernação inteira em linho cru com gravação a vermelho na pasta anterior e na lombada
ligeiramente aparados, conservam todas as capas
exemplar como novo
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
700,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colecção concebida, traduzida e ilustrada por Aníbal Fernandes, que contou com a colaboração pontual de Manuel João Gomes (n.º 14) e de Luiza Neto Jorge (n.º 17). Pode dizer-se deste conjunto de títulos escolhidos que se trata de um exemplo de cobiça editorial, que veio a dar fruto nalguns catálogos de editores culturalmente menos afortunados. Pequenas pérolas, como sejam os textos de Camilo, Swift, Pierre Louÿs, Quevedo ou Verlaine, acabaram depois por vir a ser objecto de edições oportunistas.

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Coisas


aa.vv.

Lisboa, Fevereiro-Março de 1974
& etc – Publicações Culturais Engrenagem, Lda.
1.ª edição [única]
17,5 cm x 15,3 cm
176 págs.
ilustrado
capa impressa a uma cor sobre o lado rude de cartolina duplex, sobrecapa a duas cores sobre o lado mate de papel kraft
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro editado pela casa & etc, até aí unicamente responsável por publicação periódica homónima. Dado o carácter globalmente agreste, linguagem a condizer, desenhos não menos acutilantes, e porque traz data de impressão anterior ao 25 de Abril que correu com a polícia política e a censura, foi obra que ainda se viu sujeita às técnicas de venda de mão em mão e por baixo dos balcões. Reúne intervenções escritas e ilustrações de Adelino Tavares da Silva / [Carlos] Ferreiro, António [Tavares] Manaças / Eurico [Gonçalves], Baptista-Bastos / Lud, Carlos Porto / Figueiredo Sobral, José Martins / João Rodrigues, Nelson de Matos / Ana Machado, Paulo da Costa Domingos / Gonçalo [Duarte], Pedro Oom / Lud, Virgílio Martinho / [Maria] Aurélia, Vitor Silva Tavares / Aldina [Costa].

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Resumo | das Regras Geraes | Mais Importantes, e Necessarias | para a Boa Intelligencia | do | Cantochaõ, | com huma Instrucc,am para os | Presbyteros, Diaconos, e Subdiaconos, Conforme | o Ufo Romano





LUIS DA MAIA CROESSE’R, padre

Coimbra, 1741
Na Officina de Antonio Simoens Ferreyra, Impressor da Univerfidade
«dado novamente ao prelo [...] com varios accrescentamentos, que vam notados com efte fignal*»
23,1 cm x 17 cm
[2 págs. (folha de rosto) + 94 págs.] + 10 págs. (notação musical manuscrita)
encadernação da época (restaurada) inteira em pele, gravação a seco na lombada, folhas-de-guarda recentes
corte carminado
exemplar estimado; miolo limpo, boas margens, papel sonante
no frontispício sujidade e assinaturas de posse de José Joaquim de Carvalho e Goes (que foi vigário-geral de Aveiro nos finais do século XIX)
PEÇA DE COLECÇÃO
700,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo II, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«D. Carlos de Jesus Maria, Conego regrante de S. Agostinho no mosteiro de Sancta Cruz de Coimbra, e depois no de S. Vicente de Fora de Lisboa, onde exerceu o officio de Cantor mór, e Vigario do Coro. – Foi natural de Lisboa, e m. a 11 de Agosto de 1747, quando contava apenas 34 annos d’edade.
[O] Resumo das regras mais importantes e necessarias para a boa intelligencia do Cantochão [...] [S]ahiu com o nome do P. Luis da Maia Croesser, que é como se vê o anagramma puro do seu proprio.
Esta edição, que aliás inculca ser segunda, [...] é a mesma que a Bibl. Lusitana e o pseudo Catalogo da Academia designam menos exactamente com o titulo simples de Arte do Cantochão.»

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Processionarium | Monasticvm | Juxta Consuetudinem | Monachorum Nigrorum Ordinis | S.P.N. Benedicti | Regnorum Portugaliæ





Conimbricæ, M.DCLXXXXI [Coimbra, 1691]
Apud Emmanuelem Rodericum de Almeyda [Na oficina de Emanuel Rodrigo de Almeida]
[2.ª edição ? (há notícia de uma edição de 1620)]
18,1 cm x 13,5 cm [17,6 cm x 12,5 cm (miolo)]
8 págs. (frontispício, licenças e índice) + 235 págs.
ricamente impresso a duas cores
encadernação antiga inteira em pele com gravação a ouro em ambas as pastas e na lombada
aparado, com boas margens
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel sonante, com restauro nas três primeiras folhas afectando o texto no verso do rosto
discreta inicial de posse no frontispício à esquerda alta
RARÍSSIMA PEÇA DE COLECÇÃO
1.200,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Livro de liturgia completa para procissões com a primitiva notação musical em neumas (dito canto gregoriano), que mandou «imprimir o P.[Padre] D.[Dom] Abbade Géral da Religião fagrada do grãde Patriarcha S. Bento, nefte Reyno de Portugal, com as mais ceremonias, & funçoens Regulares a elle adjuntas conforme ao ritu de tão antiga, & efclarecida familia. [...]» (segundo a licença do «qualificador» do Santo Ofício, frei Manuel de Santo Atanásio).

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Poly no Ribatejo


CÉCILE AUBRY
trad. Maria Amélia Bárcia
ilust. Christiane Dufour

Lisboa, 1975
Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
20 cm x 13,9 cm
216 págs. + 3 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a negro no corpo do texto e a cor em separado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Apesar da data de publicação, o cenário em que decorre a vertente aventura não é a Herdade da Torre Bela...

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Au Portugal avec Carlito


COLETTE NAST
fotog. E. C. van Houten

Paris, 1960
A. Hatier
1.ª edição
texto em francês
22,6 cm x 18,6 cm
32 págs.
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial com folhas-de-guarda impressas
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
peça de colecção
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, agosto 14, 2017

Circo


LEÃO PENEDO
capa de Rudy

Lisboa, 1945
Editorial «Gleba», L.da
1.ª edição
19,5 cm x 13,2 cm
472 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escritor neo-realista convencional, Leão Penedo (1916-1976) viu este seu livro passado ao cinema no, pouco ou nada feliz, filme Saltimbancos de Manuel Guimarães, em 1951, acerca do qual escreveu José Cardoso Pires:
«[...] Com vários defeitos – que vêm do argumento à realização – “Saltimbancos” fica na nossa história do cinema [...] como o primeiro filme inteiro, de intenção firmemente honesta e nada transigente com êxitos fáceis, que se produziu em Portugal. [...]» (in Manuel Costa e Silva, Do Animatógrafo Lusitano ao Cinema Português, Editorial Caminho, Lisboa, 1996)
Resta chamar a atenção para o facto de o livro haver saído na mesma editora que publicou, no mesmo ano de 1945, O Triunfo da Morte de Gabriele d’Annunzio, livro este inspirador do nazi-fascismo.

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Uma História da Fotografia


ANTÓNIO SENA
capa de Lígia Pinto
grafismo de Julieta Matos

Lisboa, 1991
Imprensa Nacional – Casa da Moeda | Europália 91
1.ª edição
20,8 cm x 14,7 cm
184 págs.
subtítulo: Portugal 1839 a 1991
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um primeiro ensaio – não propriamente uma síntese – do que virá a ser a obra-prima de António Sena: o seu gigantesco álbum História da Imagem Fotográfica em Portugal – 1839-1997 (Porto Editora, 1998).

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A Fotografia em 12 Lições


ARNALDO FONSECA

Lisboa, 1911
Armazens Grandella & C.ª – Editores
1.ª edição
17,7 cm x 11,7 cm
4 págs. + 172 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no ante-rosto
PEÇA DE COLECÇÃO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Guia do Photographo


ARNALDO FONSECA

Lisboa, s.d. [circa 1905]
Worm & Rosa
1.ª edição («Edição unica e definitiva»)
19 cm x 12,4 cm
6 págs. + 90 págs. + 4 págs. (anúncios)
composto manualmente e impresso nas oficinas do mestre-tipógrafo Libânio da Silva
exemplar envelhecido mas aceitável, capa manchada e gasta; miolo limpo
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um manual prático, cobrindo todas as vertentes dessa arte: óptica, mecânica e laboratorial. Arnaldo Fonseca notabilizou-se pelo impulso que deu em Portugal à introdução e vulgarização da arte fotográfica, tendo sido, em 1889, o fundador do Instituto Photographico de Lisboa, primeiro estabelecimento de ensino para amadores, e, em 1907, encontramo-lo ligado à criação da Sociedade Portuguesa de Photographia, juntamente com Arnaldo Bettencourt e Júlio Worm. Deve-se-lhe também a regular edição do Boletim Photographico, entre 1900 e 1906, e é neste contexto editorial que surge o vertente livro.

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Formulaire Photographique


LOUIS SASSI
trad. do italiano por Ernest Jacquez

Paris, 1900
Georges Carré et C. Naud, Éditeurs
[1.ª edição]
texto em francês
17,5 cm x 12 cm
4 págs. + 144 págs.
encadernação editorial inteira em tela encerada, gravação a negro na pasta anterior e na lombada
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Gravura Chimica Electrica e Photographica



ADALBERTO VEIGA

Lisboa, 1903
Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão
1.ª edição
19,9 cm x 13 cm
128 págs. + 3 folhas em extra-texto
encadernação recente inteira em seda com rótulo gravado a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Vida e Arte do Povo Português






FRANCISCO LAGE
LUÍS CHAVES
et alli
pref. António Ferro
desenhos de Paulo Ferreira
fotografias de Mário Novais

Lisboa, 1940
Secretariado da Propaganda Nacional – Secção de Propaganda e Recepção da Comissão Nacional dos Centenários
1.ª edição [única]
32,5 cm x 25,7 cm
6 págs. + 266 págs.
capa de brochura impressa a cinco cores directas e gravação a seco imitando o rendilhado de um napperon
impresso a cor sobre papel superior creme
soberba encadernação coeva em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada e nos remates da pele em ambas as pastas
não aparado, conserva as capas de brochura e a respectiva lombada
carminado à cabeça
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta colado no verso da primeira folha-de-guarda o ex-libris de Pinto Soares
PEÇA DE COLECÇÃO
395,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de culto, publicada no contexto da Exposição do Mundo Português, é um dos mais notáveis exemplos da exuberância das artes gráficas estatais nessa época. Entre outros, colaboram no volume Rocha Madahil, Luís de Pina, Vergílio Correia, Tude de Sousa, Cardoso Marta, o padre Moreira das Neves, etc.

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