domingo, Novembro 23, 2014

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40 Anos?




[CLÁUDIO TORRES (des.)
FLAUSINO TORRES (sel. texto)]

s.l., s.d. [Lisboa, 1966*]
Ediçôes “Liberdade” [FPLN (Frente Portuguesa de Libertação Nacional)*]
1.ª edição [circulação clandestina]
15,5 cm x 21,2 cm (oblongo) [estojo: 15,9 cm x 21,5 cm]
68 págs.
profusamente ilustrado
portefólio-cinta com 34 folhas soltas impressas retro (texto) e verso (desenho) acondicionado num estojo próprio de fabrico recente
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
135,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um documento de propaganda antigovernamental, editado sem indicação de autoria, sob a forma de citações de Salazar e respectiva caricatura desenhada no verso de cada uma, levada a cabo (*segundo a BNP) por uma organização da resistência política fundada por Humberto Delgado em Janeiro de 1965, e que foi a promotora do, igualmente clandestino, jornal Liberdade. São os Discursos de Salazar a fonte-base para esta peça de sátira, mas também, entre outras figuras do regime, aqui encontramos Franco Nogueira como altifalante de uma política fascista e colonial. Resta assinalar que a vertente publicação respondia directamente a cartazes da época, de propaganda oficial, entre os quais, por exemplo, 1926-1966, 40 Anos de Paz e Progresso: Unidos para Felicidade e Segurança de Todos os Portugueses, ou 1926-1966, 40 Anos de Paz e Progresso: Salazar Símbolo Máximo da Nacionalidade Portuguesa (BNP, CT. 4909 R. e CT. 4910 R.).

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sábado, Novembro 22, 2014

Inquérito Literário


BOAVIDA PORTUGAL

Lisboa, 1915
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira
1.ª edição
18,9 cm x 13,2 cm
356 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação de amador inteira em sintético com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Boavida-Portugal, também jornalista, ficou famoso com a publicação deste Inquérito Literário, que reuniu pareceres de, entre outros, Teixeira de Pascoais, Gomes Leal, João Grave, Carlos Malheiro Dias, etc., dando origem a uma violenta polémica entre Adolfo Coelho e Fernando Pessoa.

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Inquérito ao Livro em Portugal



IRENE LISBOA

Lisboa, 1944 e 1946
Seara Nova
1.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
19 cm x 12,6 cm
[8 págs. + 258 págs.] + [6 págs. + 200 págs.]
subtítulos: I – Editores e livreiros; II – A arte do livro
volumes dissemelhantes, um em brochura, o outro encadernado
encadernação de amador com lombada em pele e pastas em tela encerada, elegante gravação a ouro, muito pouco aparado, conserva a capa anterior da brochura
exemplares estimados, discretos restauros no brochado; miolo limpo, vol. I por abrir, papel evidenciando alguma acidez
assinatura de posse no vol. II
valorizados pela dedicatória manuscrita da Autora, no vol. I, a Diogo de Macedo, que nem se dignou abrir os cadernos da obra
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante registo de entrevistas a diversos responsáveis por editoras e tipografias, visando compreender o estado da indústria nacional do livro no imediato pós-guerra.

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Palito Métrico e Correlativa Macarrónea Latino-Portuguesa


[JOÃO DA SILVA REBELO
ANTONIO DUARTE FERRÃO
et alli]
pref. A. G. Da Rocha Madahil

Coimbra, 1942
Oficinas da Coimbra-Editora, L.da
nova edição («de harmonia com a quarta, de 1792»)
19,6 cm x 13,5 cm
LII págs. + 434 págs.
subtítulo: Apontoado de Versos Macarrónicos Latino-Portugueses, que alguns poetas de bom humor destilaram do alambique da cachimónia para destêrro da melancolia
capa impressa a uma cor com sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Quem sabe da cultura sabe que esta obra trata, pela primeira vez, daquilo que veio a designar-se por “praxes académicas”; mas aborda-o de um modo jocoso que em nada acentua a obediência humilhante a uma suposta ordem hierárquica ou veterânica, outrossim vê nessa recepção dos caloiros um intervalo de traquinice. Quem sabe da cultura sabe que esta obra não se intitula Palito Métrico, título de apenas um dos seus capítulos, que conta também com muitos outros, sendo seus autores também António Serrão de Castro, Paulo Moreno Toscano, António Rodrigues Flores, Domingos Gonçalves Perdigoto, Braz Dias Codea, António Castanha Neto Rua. Quem sabe da cultura sabe também que o autor verdadeiro da Macarrónea foi o padre João da Silva Rebelo (ver Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo IV, Imprensa Nacional, Lisboa, 1860):
«Presbytero secular, natural do logar do Sortão, concelho do Vimieiro, proximo á villa de Alcobaça. Cursava os estudos da Universidade de Coimbra pelos annos de 1746 [...], e consta que chegára a tomar os gráus; não se sabe porém se na faculdade de Theologia, ou na de Canones. [...] É tradição que [...] falecêra pelos de 1790, pouco mais ou menos, contando para mais de 80 de edade [...].
Foi este o celebrado auctor do Palito metrico, e de outras obras, que publicadas primeiro avulsamente, e quasi todas sob o pseudonymo de Antonio Duarte Ferrão, foram depois com mais algumas de diversos auctores colligidas no volume intitulado Macarronea Latino-portugueza [...].
A primeira edição do Palito metrico foi feita pelo P. João da Silva no anno de 1746, quando frequentava ainda os estudos na Universidade. [...]»
Inocêncio considera, precisamente, a quarta impressão como «preferivel em todo o sentido ás anteriores».

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sexta-feira, Novembro 21, 2014

O Trajo Popular em Portugal nos Seculos XVIII e XIX [junto com] O Trajo Popular em Portugal nos Seculos XVI e XVII




ALBERTO SOUZA

Lisboa, 1924 e 1925
Edição do Autor
Livraria Portugália (depositário)
1.ª edição
2 volumes (completo)
32 cm x 24,5 cm (in 4.º)
[254 págs. + 8 estampas em extra-texto (tricromias)] + [XVI págs. + 80 págs. + 3 estampas em extra-texto (tricromias)]
subtítulos:
I parte – 400 Gravuras Reproduzidas Directamente pela Fotografia, Segundo os Documentos da Época
II parte – 200 Gravuras Reproduzidas Directamente pela Fotografia, Segundo os Documentos da Época
profusamente ilustrada
impressão sobre papel superior, tricromias impressas sobre cartolina couché, capas de brochura com estampas coladas
encadernações dissemelhantes (editorial, a do vol. I; o vol. II nunca chegou a ter capas do editor), lombadas e cantos em pele com gravação a ouro
aparados e carminados somente à cabeça
conservam todas as capas de brochura, foram utilizadas algumas das capilhas de protecção dos fascículos para folhas-de-guarda
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
220,00 eur (IVA e portes incluídos)

Alberto Sousa, pintor discípulo do aguarelista Nicola Bigaglia e do desenhador Manuel de Macedo, legou à história literária nacional obra gráfica de ilustrador ainda hoje reconhecida. Como estudioso interessado pela arqueologia, é de lembrar a sua co-responsabilidade editorial, juntamente com Sebastião Pessanha e Virgílio Correia, na revista etnográfica Terra Lusa.
Da publicidade aquando do lançamento da vertente obra:
«Esta obra onde se vai compendiar a História do Trajo Popular no nosso país, representando um valioso cometimento, destina-se a difundir, pelo pitoresco, do vestuário do povo, o conhecimento do caracter português nas suas exteriorizações sumptuárias. Nada existindo sôbre tal matéria, ela, por isso, representa um alto serviço prestado reunindo elementos dispersos de informação e formando um vasto núcleo de consulta para os artistas, literatos e comediógrafos que procuram, na idea de revigorar a tradição, a sentimentalidade e as usanças nacionais, bases firmes para erguer a sua obra artística e literária, aproveitando todo o pitoresco da comédia popular, manifestado com ingénua exuberância, na forma de trajar. Dada a novidade e o interêsse dêste trabalho, é de crer que ao autor-editor não faltarão razões para supor o bom acolhimento que lhe será dispensado.»

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Terra Lusa – Revista de Arqueologia Artistica e Etnografia




Lisboa, Outubro de 1951, Julho de 1952 e s.d.
Livraria Ferin
dir. Sebastião Pessanha e Alberto Sousa
colecção completa (3 números)
30 cm x 22,8 cm
96 págs. (numeração contínua [3 x 32 págs.]) + 3 folhas em extra-texto, duas das quais têm 1 cromo colado + 2 cromos (ex-libris) colados na pág. 96
profusamente ilustrados
exemplares manuseados mas aceitáveis; miolo limpo
acondicionados em elegante estojo próprio de recente manufactura
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, de Rocha Madahil, Augusto e Fernando Pires de Lima, Jorge Dias, Luís Chaves, Cardoso Marta, Ary dos Santos (pai), Azinhal Abelho, Ernesto de Oliveira, Pedro Batalha Reis, etc.
Da proposta inicial, assinada por D. Sebastião Pessanha:
«[...] Terra Lusa será principalmente mais um repositório de materiais adrede reunidos para um melhor conhecimento de Portugal e do seu povo – e neste desejo se alarga, quanto possível, o âmbito da sua actividade –, ao mesmo tempo que procurará defender, por todas as formas, o que resta do património material e espiritual que herdamos das passadas gerações, que o mesmo é que defender a própria nacionalidade. [...]»

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quinta-feira, Novembro 20, 2014

Cartas Familiares



D. FRANCISCO MANOEL [DE MELO]

Lisboa, 1752
Na Offic. dos Herd. de Antonio Pedrozo Galram
2.ª edição
20 cm x 14,8 cm
22 págs. (não numeradas); 560 págs.
subtítulo: Escritas a varias pessoas | fobre affumptos diverfos; | Recolhidas, e publicadas em cinco Centurias | Por Antonio Luiz | de Azevedo, | Profeβor de Humanidades; | offerecidas | ao Illust. e Rev. Senhor | Joaõ de Mello | Pereira de Sampayo, [...]
encadernação da época inteira em pele com rótulo e entre-nervuras impressos a ouro
aparado
exemplar estimado, pequenos restauros na lombada; miolo limpo, por vezes com o papel bastante acidulado, aparentemente reconstituído pelo cruzamento com outro exemplar
peça de colecção
400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inocêncio Francisco da Silva, no seu Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo II, n.º 1270, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859), referindo-se à edição original das Cartas Familiares, impressa em Roma no ano de 1664, diz-nos que «[...] de ordinario falta a ultima carta da centuria 5.ª, por ter sido arrancada por ordem do sancto Officio de todos os que então deram entrada no reino. Alguns rarissimos exemplares tenho visto, nos quaes apparece incorporada no fim a dita carta manuscripta, e outros, mais raros ainda, em que ella apparece impressa; mas facilmente se conhece pelas differenças do papel e typo, que foi estampada em Lisboa, e introduzida depois no volume respectivo. – O preço dos exemplares mutilados tem sido em tempos recentes de 960 a 1:600 réis; os que trazem a carta final impressa valem necessariamente mais.
Ha segunda edição das Cartas, feita em Lisboa 1752, 4.º – N’ella se fez substituir a carta ultima por outra mui curta, e destituida de todo interesse, com a qual se completou a centuria 5.ª. Esta edição é feita em mau papel, e inferior em tudo á de Roma. Todavia, no mercado corre quasi pelos mesmos preços, e eu paguei ha annos por um exemplar 1:200 réis.»

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Apologos Dialogaes


D. FRANCISCO MANOEL DE MELLO

Lisboa Occidental, 1721
Na Officina de Mathias Pereyra da Sylva; & Joam Antunes Pedrozo
1.ª edição
20,1 cm x 15,9 cm
20 págs. + 464 págs.
subtítulo: Obra posthuma, & a mais Politica, Civil & Gallante, que fez feu Author. Offerecida ao preclarissimo Senhor D. Antonio Estevam da Costa, Armador mór de S. Mageftade, &c.
encadernação recente, inteira em pele marmoreada com gravação de cariz romântico a ouro na lombada
muito pouco aparado
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta três gerações de ex-libris: JDP [?], no frontispício; Joaquim Pessoa, numa das folhas-de-guarda; e D. Diogo de Bragança, VIII marquês de Marialva, no verso da pasta anterior
PEÇA DE COLECÇÃO
970,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Nascido em Lisboa no mesmo ano que António Vieira, D. Francisco Manuel de Melo (1608-1666) é em Portugal a personificação mais acabada da cultura aristocrática peninsular na época da Restauração. [...]
[...] o seu legado literário permite classificá-lo como um dos polígrafos peninsulares que mais variadas facetas apresentam a exame. Aliás, pelo bilinguismo como pela sua biografia, D. Francisco pertence a ambos os principais patrimónios da Península.
[...] Em português redigiu os Apólogos Dialogais, que, entre três textos de crítica de costumes (Relógios Falantes, Escritório Avarento, Visita das Fontes), contém o Hospital das Letras, a primeira revisão crítica geral de autores literários antigos e modernos que se conhece na nossa língua. [...]
[...] Os apólogos supõem uma enorme reserva estilística de analogias metafóricas em torno de relógios, moedas e fontes. E assim, por exemplo, na Visita das Fontes veste de alegoria barroca o velho diálogo de Luciano de Samósata, para visar sobretudon a engrenagem administrativa e judicial do tempo. [...]
Quanto aos dois restantes apólogos (Escritório Avarento e Relógios Falantes), trata-se de uma evolução da novela picaresca segundo o modelo a que também pertence o Coloquio de los Perros de Cervantes: os relógios ou as moedas contam as suas acidentadas autobiografias, de dono em dono, através das mais diversas classes sociais e ocupações humanas, dando-nos uma vivissecção da sociedade contemporânea. São duas obras-primas da observação avulsa de costumes. [...]» (Fonte: António José Saraiva / Óscar Lopes, História da Literatura Portuguesa, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989)

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D. Teodósio II, Duque de Bragança


FRANCISCO MANUEL DE MELO
trad. e pref. Augusto Casimiro

Porto, 1944
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
22,7 cm x 15 cm
264 págs. + 1 folha em extra-texto
título e subtítulo originais: Teodósio II, Príncipe e 7.º Duque de Bragança, por direito de sangue, Senhor dos Portugueses – História própria e universal do Reino de Portugal e suas conquistas na Europa, África, Ásia e América, com notícia bastante dos acontecimentos mundiais em vida dêste Príncipe escrita por ordem do muito Alto e Poderoso Rei Nosso Senhor D. João IV, seu filho e pai da Pátria
exemplar estimado; miolo limpo
rubricas de posse nas págs. 1 e 3
35,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Fixação impressa de um documento do qual, à data, se conheciam apenas três cópias manuscritas em castelhano (Biblioteca de Évora, Biblioteca da Ajuda e Biblioteca da Academia de Ciências). Trata-se da muito incompleta biografia do pai do rei D. João IV, que, apesar de poder ter sido candidato ao trono de Portugal, viveu durante e apoiou a dominação filipina.

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Systema Legal de Medidas


JOAQUIM JOSE DA GRAÇA

Lisboa, 1864
Typographia Universal
1.ª edição
22,4 cm x 15,3 cm
VIII págs. + 200 págs.
subtítulo: Approvado Pelo Conselho Geral d’Instrucção Publica
modesta encadernação da época com lombada em pele e pastas em papel marmoreado, sóbria gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

A publicação desta obra enquadra-se na vontade de fixar normas de metrologia que estivessem em conformidade com as práticas de outros países, vontade que ficou expressa, no reinado de D. Maria II, por decreto de 22 de Dezembro de 1852. Foram muitas as obras então publicadas com o fim de divulgar o sistema métrico decimal de Moreau de Jonnés, por cá adoptado, e ao qual tudo deve a vertente obra.

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Tabellas Comparativas de Todas as Antigas Medidas Usadas no Districto de Coimbra com as do Systema Metrico



JOSÉ FERREIRA DA MATTA E SILVA

Coimbra, 1859
Imprensa da Universisdade
1.ª edição
20,6 cm x 13,9 cm
2 págs. + 216 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (grande formato) + 2 págs.
subtítulo: Precedidas de Breves Noções Sobre o Mesmo Systema e seguidas d’um Mappa de Todas as Antigas Medidas de Lisboa, que são as mesmas do Imperio do Brasil, comparadas tambem com as do novo systema
exemplar estimado, alguma sujidade e restauros na capa; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

A nota de abertura do autor é suficientemente clara acerca do que vai tratar em detalhe no seu livro:
«No fim do seculo desoito o governo da França, vendo os graves inconvenientes e grandes transtornos, que ao commercio causava a infinita variedade, que havia nos pesos e medidas em uso, entendeu dever reformar tão importante ramo de serviço público, e começou a planear a tal respeito uma completa reforma.
A Assemblêa Constituinte encarregou a Academia das Sciencias de Pariz de determinar a unidade dos pesos e medidas, e esta tomou para base do novo systema o quarto do meridiano terrestre comprehendido entre o Equador e o Polo do norte.
Os celebres geometras Delambre e Mechain foram encarregados de fazer a medição. Escolheu-se o arco do meridiano comprehendido entre Dunkerque e Barcellona, e decidiu-se, que a decima millionesima parte da distancia medida se chamasse metro, e fosse a base de todo o systema de pesos e medidas.
Para facilidade dos calculos no novo systema, adoptou-se o numero 10 como unico divisor, e porisso todos se fazem com a exacta applicação das regras das operações decimaes; a respeito das quaes vamos fallar.»

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quarta-feira, Novembro 19, 2014

Cantares do Povo


PEDRO FERNANDES THOMÁS
pref. Antonio Arroyo

Coimbra, 1919
F. França Amado, Editor
1.ª edição
19 cm x 12,7 cm
XVI págs. + 124 págs.
encadernação da época em meia-francesa com lombada e cantos em tela encerada elegantemente gravada a ouro
aparado e carminado à cabeça
mantém a capa anterior da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita de António Arroio
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Versos de cariz popular ilustrados com a respectiva notação musical, coligidos pelo musicólogo e livre-pensador Fernandes Tomás (1853-1927).

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Velhas Canções e Romances Populares Portuguêses


PEDRO FERNANDES THOMÁS
pref. Antonio Arroyo

Coimbra, 1913
F. França Amado, Editor
1.ª edição
24,2 cm x 15,7 cm
LII págs. + 192 págs.
encadernação da época em meia-francesa com lombada em pele elegantemente gravada a ouro
aparado e carminado somente à cabeça
mantém as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Volume ilustrado com a notação musical das canções coligidas.

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O Quarto Dia da Criação do Mundo


MIGUEL TORGA

Coimbra, Abril de 1939
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
23,1 cm x 15,7 cm
116 págs.
impresso sobre papel superior
encadernação inteira em pele com gravação a ouro nas pastas e na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas e a lombada da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
ostenta colado no verso da capa anterior o ex-libris de D. Diogo de Bragança, VIII marquês de Marialva
PEÇA DE COLECÇÃO
600,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Edição especialmente invulgar por ter sido, em parte, apreendida pela polícia política, então PVDE, por denúncia do irmão de Francisco Franco, Nicolás, então embaixador de Espanha em Lisboa. Este episódio, ocorrido em 30 de Novembro de 1939, sete meses depois do lançamento do livro, levaria Torga aos calabouços do Aljube, de onde só foi libertado a 2 de Fevereiro do ano seguinte. [...]» (Pedro de Azevedo, Biblioteca de D. Diogo de Bragança VIII Marquês de Marialva & outros livros importantes [catálogo], n.º 716, Lisboa, 2013)

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Traço de União



MIGUEL TORGA

Coimbra, 1955
[ed. Autor]
1.ª edição
20,2 cm x 14,6 cm
160 págs.
subtítulo: Temas Portugueses e Brasileiros
soberba encadernação de luxo em pele e papel de fantasia com cantos igualmente em pele, gravação a ouro e relevo seco nas pastas e na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas e a lombada de brochura, inclui a cinta promocional
exemplar em bom estado de conservação, capa e contracapa vagamente aciduladas; miolo limpo
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro que reflecte a permanência de Torga no Brasil entre os seus 13 e os 18 anos.

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Bichos


MIGUEL TORGA

Coimbra, 1940
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
19,1 cm x 13,2 cm
exemplar manuseado, mas aceitável, com a lombada oxidada pela luz; miolo limpo
discreta assinatura de posse no canto superior direito da pág. 3
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro que Torga publica após haver sido preso pela PIDE no ano anterior, devido às ideias professadas na sua obra em geral e, em particular, A Criação do MundoO Quarto Dia. Este espantoso Bichos – que será igualmente proibido – foi em grande parte escrito na cadeia do Aljube.

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Pátria


GUERRA JUNQUEIRO

Porto, 1925
Livraria Chardron / Lelo & Irmão, Limitada – Editores
«edição especial» [com base na 4.ª edição]
22,9 cm x 14,6 cm
176 págs.
encadernação da época com lombada e cantos em pele, elegantemente gravada a ouro
não aparado, sem capas de brochura
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
é o n.º 30 desta escassa tiragem especial, autenticado por carimbo dos editores
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Embora Junqueiro haja suprimido ao longo poema «[...] várias passagens, umas inúteis, outras injustas, outras de mau gosto [...]», a vertente edição, relativamente à original, beneficia ainda do importante texto ideológico «Balanço patriótico», que o poeta manteve, como prosa esclarecedora do amplo contexto da sua criação lírica:
«Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúsio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, bêsta de nora, agùentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias [...].
Uma grande parte da burguesia, cívica e políticamente corrupta até à medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavra, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados (?) na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo [...].
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; êste, criado de quarto do moderador; e êste, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do país [...].»

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Patria



GUERRA JUNQUEIRO

s.l., 1896
s.i. [também não indica tipografia] [ed. Autor ?]
1.ª edição
20,7 cm x 14,2 cm
188 págs. + XXVIII págs.
encadernação modesta de amador com elegantes vinhetas e lettering gravados a ouro na lombada
aparado e sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
discreta rubrica de posse no canto superior esquerdo da folha de ante-rosto
140,00 eur

António José Saraiva e Óscar Lopes, na sua História da Literatura Portuguesa (15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989), apontam esta fase poética de Junqueiro como o ponto charneira na abordagem do real:
«[...] A nebulosidade [da sua] ideologia anticlerical permitia que, entretanto, prosseguisse até à crise política de 1890 a sua carreira de deputado monárquico, gravitando na órbita de Oliveira Martins e na do grupo de literatos e aristocratas dos Vencidos da Vida.
Com o Ultimato assiste-se, porém, à sua rotura com Martins e à passagem para as fileiras republicanas. Datam de 91 Finis Patriæ e Canção do Ódio, violentas sátiras à dinastia brigantina e à Inglaterra, das quais ainda é sequência Pátria (1896), poema já, no entanto, repassado de um patriotismo elegíaco a condizer com as tendências saudosistas do tempo. [...]»

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domingo, Novembro 16, 2014

[Biblia Sacra de Lião]





Lvgdvni, 1663
Ex Typographia Viduæ I.bi [Jacobi] Carteron
s.i.
17 cm x 11,8 cm
886 págs. + [49 págs. + 61 págs.]
encadernação antiga inteira em pele gravada a ouro em ambas as pastas, na espessura da dobra da pele e na lombada
muito aparado, corte dourado
exemplar muito estimado, restauros na lombada; miolo limpo, papel sonante
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.750,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo A Radical’s Books: the Library Catalogue of Samuel Jeake of Rye, 1623-90 (Michael Hunter, Giles Mandelbrote, Richard Ovenden e Nigel Smith, D. S. Brewer, Cambridge – Woodbridge, 1999):
«This edition of the Vulgate version of the Bible, Lyon 1663, is not recorded by Darlow & Moule; no copy has been located [...].» E perante o conhecimento da existência de uma edição de 1664, deduzem os autores que o antiquário e astrólogo Samuel Jeake (pai) haja tido «[...] an earlier issue of this edition, or perhaps a copy with a defective or missing title-page.»
O volume ora aqui apresentado é igualmente omisso em frontispício, abrindo com um cólofon em mandala seguido do «Præfatio ad lectorem», aparentemente sem falta de folhas, o que reforça a ideia de nunca ele ter sido impresso. Por seu turno, inclui, além de quatro ordens de índices, a Oratio Manassæ Regis Ivda, cvm captvs teneretvr in Babylone [Oração de Manassés, rei de Judá, quando em cativeiro na Babilónia].

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The Pentateuch and Haftorahs



[J. H. HERTZ, versão e comentários]

Londres, 5722-1962
Soncino Press
2.ª edição
bilingue hebreu / inglês
25,3 cm x 17,8 cm
X págs. + 2 págs. + 1.068 págs.
encadernação editorial em tela gravada a ouro e relevo seco na lombada
exemplar estimado, com algum desgaste nos vértices da encadernação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pentateuco, ou os cinco livros de Moisés – um código de leis civis e religiosas, mas também do ensinamento divino entre o povo de Israel.

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quinta-feira, Novembro 13, 2014

Missale Romanum [junto com] Missæ Propriæ Sanctorum Hispanorum [junto com] Missæ Festorum Ordinis Fratrum Minorum




Antuérpia, 1718, 1711 e 1703
Officina Plantiniana apud viduam Balthazaris Moreti
s.i.
3 obras encadernadas em 1 vol.
texto em latim
in 4.º de 38,2 cm x 25,5 cm
[a: 36 págs. + 656 págs. + CXVI págs. + 8 págs.] + [b: 2 págs. + 28 págs.] + [c: 32 págs. + 2 págs.]
subtítulos: a – [...] Ex Decreto Sacrosancti | Concilii Tridentini Restitutum, | Pii V. Pont. Max. Jussu Editum, | et | Clementis VIII. Primum, | Nunc Denuo Urbani Papæ Octavi [...]*; b – [...] Qui generaliter in Hifpania | celebrantur, | Ex Apoftolica conceffione, & auctoritate | Pii V. Gregorii XIII. Sixti V. | Clementis VIII. & Urbani VIII. | Summorum Pontificum; c – [...] Ad formam Missalis Romani, ex decreto Sacrofancti | Concilii Tridentini reftituti, & Clementis VIII. | auctoritate recogniti, redactæ, | Et noviffinè ex comiffione Urbani Papæ VIII. | exactiùs examinate
impressos a duas cores, profusamente ilustrados, sendo 22 gravuras de página inteira, capitulares desenhadas
soberba encadernação da época inteira em pele com gravação plena de ornamentos a ouro em ambas as pastas e na lombada (casas e nervuras), seixas e corte das folhas dourados, conserva as catorze pequenas borlas-marcadores de passamane
exemplar em muito bom estado de conservação, com sinais mínimos de coruncho; miolo limpo, papel sonante
PEÇA DE COLECÇÃO
850,00 eur (IVA e portes incluídos)

Admirável peça tipográfica, oriunda de uma oficina fundada pelo encadernador e impressor Cristóvão Plantin (circa 1520-1589) e continuada pelos seus herdeiros (a família Moretus). Baltasar [IV] Moretus (1679-1730), como continuador dessa dinastia profissional, e beneficiando do antigo privilégio concedido a Plantin, por Filipe II de Espanha, para imprimir em exclusivo todo o género de livros litúrgicos católicos, dá-nos aqui exemplo de mais uma obra elegantemente cunhada.

* Inclui colada na passagem das págs. 250-251 uma folha-volante [29 cm x 21 cm], Praefatio in festis S. Joseph, sponsi | B. Mariae Virginis [verso] e Praefatio in missis defunctorum [retro], impressa em Coimbra na Typ. França Amado em Novembro de 1919.

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Martyrologium Romanum


Antuérpia, 1771
Architypographia Plantiniana
s.i.
texto em latim
21,2 cm x 14,5 cm
28 págs. + 352 págs. + 58 págs. (index)
subtítulo: Gregorii XIII. | Urbani VIII. | et | Clementis X. | Auctoritate recognitum, | nec non | a Benedicto XIV. | Auctum, & caftigatum. | Acceffit huic editioni Eorum memoria, qui à Summis | Pontificibus, ufque ad SS. D. N. Clementem XIV. | Pont. Max. in Sanctorum numerum relati funt
impresso a duas cores
encadernação da época inteira em pele com gravação de motivos florais a ouro na lombada
corte carminado
exemplar estimado, pequenos defeitos nos topos da lombada e nos cantos, folhas-de-guarda recente imitação de antigo; miolo limpo, algo manuseado, restauro no frontispício, sinais de caruncho nas últimas páginas sem afectar o texto
145,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, Novembro 12, 2014

Pretidão de Amor



XAVIER DA CUNHA
[Luís de Camões]

Lisboa, 1893 e 1894
Imprensa Nacional
1.ª edição
29,5 cm x 22,2 cm
12 págs. + 860 págs. + [4 págs + 16 págs (trad. grega)]
subtítulo: Endechas de Camões a Barbara Escrava seguidas da respectiva traducção em varias linguas e antecedidas de um Preambulo
cartonagem editorial
não aparado
da tiragem especial de 300 exemplares fora do mercado é o n.º 82, em papel de linho azul, atribuído pelo Autor a Francisco de Salles Lencastre
inclui apensa a separata com a tradução para grego levada a cabo por Pedro Augusto de Mello de Carvalho Monteiro
exemplar muito estimado, pastas um pouco gastas, lombada e folhas-de-guarda restauradas; miolo limpo, parcialmente por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
470,00 eur (IVA e portes incluídos)

Xavier da Cunha «[...] nasceu em Evora aos 14 de fevereiro 1840, quando seu pae Estevam Xavier da Cunha, um dos nossos mais distinctos jornalistas, ali exercia o logar de secretario da administração geral do districto. Aos nove annos de edade veiu para Lisboa frequentar disciplinas de instrucção secundaria; e em 1865 terminou o curso da Escola medico-cirurgica, recebendo no “acto grande” a classificação de “approvado plenamente com louvor”. Em 1886 foi provido, precedendo concurso de provas publicas, no logar de segundo conservador da Bibliotheca nacional de Lisboa, e em 1902 houve por bem sua majestade a rainha regente nomea‑lo director da mesma bibliotheca. [...]»
«[...] a impressão d'este livro começou a 10 de junho de 1893, commemorando o 313.º anniversario do passamento de Luiz de Camões, e finalisou em 31 de dezembro de 1895, commemorando-se tambem por esta fórma a empreza do livreiro-editor Estevam Lopes em mandar imprimir no prelo de Manuel de Lyra, em 1595, pela primeira vez, as Rhytmas de Lvis de Camões. [...]»
(Fonte: Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomos XX e XVIII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1911 e 1906)

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Os Lusiadas




LUIZ DE CAMÕES
poemeto e posf. José da Silva Mendes-Leal
introd. e notas de José Gomes Monteiro

Porto, 1880
Emilio Biel [ed.]
Typographia Giesecke & Devrient (Leipzig) [impressor]
«edição critica-commemorativa do terceiro centenario da morte do grande poeta»
40 cm x 32,4 cm
10 págs. + LVI págs. + 376 págs. + XXXII págs. + XCII págs. + 31 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a negro e a cor, no corpo do texto e em separado
luxuosa encadernação editorial em tela encerada, com gravação polícroma em ambas as pastas e na lombada, in-folio
exemplar muito estimado; miolo limpo, ocasionais picos de acidez nos extra-textos e nas folhas contíguas
1.100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição coleccionável, como histórica peça de tipografia do século XIX.

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Poesias Lyricas



LUIZ DE CAMÕES

Rio de Janeiro, 1880
L & Cia. [Lombaerts & Cia.]
1.ª edição
17,8 cm x 11 cm
4 págs. + 160 págs. + 4 págs.
subtítulo: Edição Brazileira Commemorativa do Terceiro Centenario
frontispício impresso a duas cores, núcleos temáticos encabeçados por vinhetas decorativas
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Rara publicação levada a cabo pela comissão brasileira que se encarregou das festas do tricentenário da morte do Poeta (ver Innocencio Francisco da Silva / Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo XIV, Imprensa Nacional, Lisboa, 1886).

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Os Lvsiadas


LVIS DE CAMÕES
pref. Hernâni Cidade

Lisboa, 1972
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,5 cm x 16,7 cm
10 págs. + XIV págs. + 1 folha (frontispício) + 1 folha impressa retro-verso + 186 folhas impressas retro-verso + 2 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da edição comemorativa do IV centenário da publicação de Os Lusíadas, constituída pelo fac-símile da edição original, complementado por um Prefácio de Hernâni Cidade, que faz o resumo das sucessivas principais edições da obra.

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Os Lusiadas


LUÍS DE CAMÕES
pref. Carolina Michaëlis de Vasconcellos

Lisboa, 1970
Imprensa Nacional de Lisboa
[reimpressão da dita “edição nacional” (de 1928), “por iniciativa de Afonso Lopes Vieira”, conforme a edição princeps de 1572, revista por José Maria Rodrigues]
16,4 cm x 12,8 cm
XL págs. + 376 págs. + CCXXVI págs. + 2 folhas em extra-texto, sendo dupla uma delas
impresso sobre papel avergoado
encadernação editorial em tela gravada a ouro, com guardas impressas
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Lusíadas



LUÍS DE CAMÕES
pref. Gustavo Barroso
ilust. Guilherme Camarinha

Porto, 1965
Livraria Tavares Martins
[1.ª edição ?]
15,3 cm x 10,7 cm
XXXVI págs. + 584 págs. + 10 folhas em extra-texto (policromias)
ilustrado
impresso sobre papel superior a duas cores
encadernação editorial em plástico gravado a ouro nas pastas e na lombada, folhas-de-guarda impressas
conserva as capas de brochura
capa anterior de brochura impressa a três cores e relevo seco
exemplar estimado; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Guilherme Camarinha (1912-1994) notabilizou-se, nas artes plásticas, como o grande impulsionador da tapeçaria decorativa, cujo fabrico realizou em articulação com a Manufactura de Tapeçarias de Portalegre. Os seus motivos extrapolam quase sempre dos mitos da História pátria, pelo que serviram maioritariamente encomendas oficiais para edifícios públicos, como sejam câmaras municipais, tribunais, embaixadas, universidades, etc. No domínio da ilustração para livro limita-se a repetir o mote dos seus cartões-esboços, a uma escala reduzida ao tamanho da página, com as habituais figuras de literatura juvenil – nos antípodas de, por exemplo, os painéis de Almada Negreiros.

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Aventuras do Trinca-Fortes


ADOLFO SIMÕES MÜLLER
capa e ilust. Júlio Resende

Porto, 1956
Livraria Tavares Martins
3.ª edição
16,6 cm x 12,5 cm
240 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Pequena História de Camões e do Seu Poema
ilustrado no corpo do texto (a negro) e em separado (a cor)
exemplar como novo; miolo por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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História Maravilhosa


THEREZA LEITÃO DE BARROS
ilust. Raquel Roque Gameiro Ottolini

Lisboa, 1931
ENP – Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
19,8 cm x 14,3 cm
168 págs.
subtítulo: Escrita à Margem de «Os Lusíadas» – Homenagem a Camões
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar manuseado mas aceitável, restauros ocasionais nas capa e contracapa e na lombada; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Louis de Camões



RAMALHO ORTIGÃO
trad. F. F. Steenackers

Lisboa, 1880
Mattos Moreira & Cie., Imprimeurs-Editeurs
1.ª edição
17,5 cm x 12,5 cm
152 págs.
subtítulo: La Renaissance et les Lusiades
impresso sobre papel superior
exemplar estimado, com falhas de papel na capa; miolo limpo, restauro nas págs. 89-90
50,00 eur (IVA e portes incluídos )

Do Diccionario Bibliographico Portuguez (Inocêncio Francisco da Silva / Brito Aranha, tomo XV, Imprensa Nacional, Lisboa, 1888):
«[...] Esta versão é a do prologo escripto pelo sr. Ramalho Ortigão para a edição especial dos Lusiadas feita em Lisboa por conta da directoria do gabinete portuguez de leitura, do Rio de Janeiro [...]. O traductor, sr. Steenackers, que fôra membro do parlamento francez e era homem de letras mui esclarecido, estava então em Lisboa. [...]»

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