sexta-feira, julho 22, 2016

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

mais de 2.600 obras disponíveis nesta montra
é só ir clicando ao fundo da página
em Mensagens antigas


contacto:
telemóvel: 919 746 089


* todas as obras fotografadas correspondem aos exemplares que se encontram à venda
* livros usados
* todas as encomendas são enviadas em correio registado
* international shipping rates
* pagamentos por PayPal, transferência bancária ou contra-
-reembolso

Sol Nascente – Quinzenário de ciência, arte e crítica



Porto, 30 de Janeiro de 1937 a 15 de Abril de 1940
dir. Carlos F. Barroso
ed. e proprietário Dilermando Marinho
43 números*
34 cm x 25,5 cm (estojo)
[41 x 16 págs.] + 24 págs. (n.º duplo 43-44)
exemplares muito estimados; miolo limpo
fascículos acondicionados num moderno estojo próprio em tela preta com o título impresso na tampa
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
800,00 eur (IVA e portes incluídos)

Periódico de oposição ao Estado Novo, vastamente colaborado, entre muitos outros, por escritores e artistas plásticos como Abel Salazar, Castelo Branco Chaves, Agostinho da Silva, Dórdio Gomes, Dominguez Alvarez, Afonso Ribeiro, Adolfo Casais Monteiro, Alberto de Serpa, Vicente Campinas, Mário Dionísio, João Pedro de Andrade, João Falco (Irene Lisboa), José Régio, Jorge Barradas, João José Cochofel, Fernando Namora, Mário Sacramento, Alves Redol, Dias Lourenço, Ruy Luís Gomes, Fernando Piteira Santos, Álvaro Cunhal, Manuel da Fonseca, etc. Tendo começado com alguns intelectuais ligados aos ideários republicano e presencista, acaba por, num violento confronto verbal entre as partes em disputa, deixar emergir um tom de combate revolucionário afecto ao neo-realismo e ao Partido Comunista, que, dentro do possível cavalgando a triagem da censura oficial, se estenderá até ao fecho da publicação.

* Com falta dos números 3 e 38.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Diccionario Teto – Português


RAPHAEL DAS DORES
pref. A. R. Gonçalves Viana

Lisboa, 1907
Imprensa Nacional
1.ª edição
23,4 cm x 14,8 cm
XII págs. + 248 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
115,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Portugal | Timor



Porto, s.d. [circa 1930]
s.i. (Lito. Nacional)
[1.ª edição]
texto em francês
22 cm x 11,1 cm
8 págs.
ilustrado
impresso a sanguínea e policromia
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Folheto de teor histórico e geo-humano destinado a dar a conhecer entre estrangeiros a colónia de Timor. Inclui o respectivo mapa e reportagem fotográfica significativa.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Província de Timor


MINISTÉRIO DAS COLÓNIAS
pref. José Emílio de Sant’Ana da Cunha Castel Branco

Lisboa, 1915
Sociedade de Geografia de Lisboa
1.ª edição
24,1 cm x 16,5 cm
216 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (mapa)
subtítulo: Informações relativas aos jazigos de petróleo e à agricultura
exemplar estimado, capa com restauros marginais e na lombada; miolo limpo, parcialmente por abrir
carimbos do Ministério das Colónias e do Centro Colonial de Lisboa no frontispício
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Gramática Umbundu


JOSÉ FRANCISCO VALENTE, padre

[Porto (local de impressão)], 1964
Instituto de Investigação Científica de Angola
1.ª edição
22,2 cm x 14,4 cm
432 págs.
subtítulo: A Língua do Centro de Angola
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
135,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Dicionário Complementar Português – Kimbundu – Kikongo


ANTÓNIO DA SILVA MAIA, padre

Cucujães, 1994
Cooperação Portuguesa
2.ª edição
20,9 cm x 15 cm
XIV págs. + 658 págs.
subtítulo: Linguas Nativas do Centro e Norte de Angola
cartonagem editorial, folhas-de-guarda impressas
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Província de Angola – Mapa Rodoviário


Luanda, 1960
Direcção dos Serviços de Obras Públicas e Transportes
[1.ª edição]
27,5 cm x 16,4 cm (fechado) [109,8 cm x 96,4 cm (aberto)]
desdobrável polícromo
exemplar muito estimado; papel limpo
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Mapa (escala 1:1.500.000) dos itinerários principais, das estradas de 1.ª, 2.ª e 3.ª classe, e estradas não classificadas.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Negros



CARLOS ESTERMANN, padre
ELMANO DA CUNHA E COSTA
pref. Ramada Curto
capa de Júlio de Sousa

Lisboa, s.d. [circa 1941]
Livraria Bertrand
1.ª edição
19,6 cm x 13 cm
XVI págs. + 208 págs. + 10 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado em separado
ilustrações impressas em rotogravura
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante documento etnográfico e fotográfico recolhido em Angola.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Uma Aventura em Lisboa


AUGUSTO DA COSTA
capa de Raul

Lisboa, 1944
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
168 págs.
subtítulo: Romance Frívolo
exemplar estimado, restauro discreto na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Miquelina, Rapariga Moderna


AUGUSTO DA COSTA
capa de Maria Manuela

Lisboa, 1942
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,1 cm x 12,2 cm
236 págs.
exemplar estimado, discreto restauro na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto da Costa (1899-1954), escritor ao serviço do Estado Novo, também tentado pelo romance, vem aqui dar voz a uma nação de costas voltadas para todo e qualquer sinal cosmopolita que pudesse tirá-la do nabal, mediante a historieta moralista de uma improvável Miquelina dos anos 40, modelo de frivolidade, «produto standardizado [...] de uma sociedade futilizada», «rapariga fútil, fabricada em série, como boneca americana».

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Senhora Menina


AUGUSTO DA COSTA

Lisboa, 1952
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
19 cm x 12 cm
32 págs. + 386 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor a Luís Quartin Graça
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do segundo romance do ciclo iniciado com Aldeia Rica, agora com Augusto da Costa a desenhar-nos uma figura romanesca cujo «drama espelha fielmente o destino trágico da sociedade em que vive» e «é o reflexo da corrupção que vai minando a sociedade portuguesa, no intervalo que separa as invasões francesas da instauração do sistema liberal».

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Aldeia Rica


AUGUSTO DA COSTA
capa de Maria Vasconcellos

Lisboa, 1948
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
19,1 cm x 12,8 cm
32 págs. + 372 págs.
exemplar estimado, capa com restauros; miolo limpo, parcialmente por abrir
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto da Costa (1899-1954) foi «Jornalista, romancista e zeloso propagandista do sistema corporativo, cuja legislação compilou em diversas colectâneas. Dirigiu em 1918 A Monarquia, órgão do Integralismo Lusitano. [...] Colaborador do Diário da Manhã, dos jornais afectos à situação, da revista Ocidente [...], e também do suplemento literário do Diário de Lisboa dos anos 30. Foi amigo de Fernando Pessoa, que lhe deu colaboração para o volume, que organizou e seleccionou, Portugal, Vasto Império, 1934.» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994)
O vertente romance constitui uma interessante crónica da decadência de uma localidade nas imediações de Azeitão.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, julho 21, 2016

Estudos Etnográficos – Aveiro



D. [DOMINGOS] JOSÉ DE CASTRO, coord.
capas, desenhos e fotografias do mesmo

Lisboa, 1943-1945
Instituto para a Alta Cultura – Centro de Estudos de Arte e Museologia
1.ª edição [única]
6 tomos em 7 volumes (completo)
35,3 cm x 26,6 cm [36,5 cm x 27,2 cm (estojo)]
366 págs. (numeração contínua) + 58 folhas em extra-texto (estampas*) + 3 encartes
subtítulos: I – Moliceiros; II – Pescadores; III – Lavradores; IV – Marnotos e Embarcações Fluviais; V primeira parte – Indústrias Populares; V segunda parte – Feiras e Mercados; VI – Culto Religioso: Usos e Costumes
luxuosa e profusamente ilustrados a negro e a cor
impressos sobre papel superior creme
cadernos encasados sem costura nem agrafo, conservam todas as sobrecapas
acondicionados num magnífico estojo em tela
exemplares muito estimados; miolo limpo, parcialmente por abrir
no último tomo ocasionais carimbos do Institut für Romanische Philologie – Würzburg Universitat
500,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] os Estudos Etnográficos de Domingos José de Castro [...] constituem uma atenta e credível descrição etnográfica do universo lagunar, nas suas múltiplas actividades económicas, desde a recolha da vegetação aquática à pesca fluvial e marítima, passando pela agricultura e indústrias artesanais. As descrições são minuciosas, apoiadas em dados quantitativos e valores monetários, e não na habitual citação acrítica de fontes bibliográficas. Em todos os sectores económico-culturais, o discurso do autor é factual, estruturado com clareza – apesar de alguns momentos de preciosismo retórico, essencial à época – e baseado em evidente experiência de terreno, acompanhado de numerosas ilustrações, fotografias, esquemas, plantas e mapas. Cada secção inclui um ensaio de contextualização das diversas actividades (“Vida e Costumes”), com descrição dos trajes, habitações, tradições, crenças, vocabulário e práticas quotidianas dos grupos em estudo (moliceiros, trabalhadores da indústria do sal, pescadores e lavradores), analisados enquanto colectivo sujeito a vivências predeterminadas, sob a habitual perspectiva generalizadora e paternalista, com raízes no conceito recorrente de “povo”.
Os Estudos Etnográficos permanecem, ainda hoje, como uma das mais actuais fontes para o estudo da cultura portuguesa de cariz popular [...]. O rigor descritivo patente nas páginas dedicadas aos painéis e legendas dos moliceiros é complementado pela atenção prestada à indústria dos barqueiros (onde se incluem tanto construtores como pintores), com suas práticas, moldes e utensílios, que José de Castro fotografa, desenha e esquematiza. [...]» (Clara Sarmento, «A Construção do Texto Etnográfico: Fontes Documentais Sobre a Cultura Portuguesa», Revista Territórios e Fronteiras, v. 1 n.º 2, Julho /Dezembro de 2008)

* Com falta de três estampas.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089



O Grito da Selva...


NORBERTO GONZAGA
capa de Roberto Nobre

Lisboa, 1943
Edições Universo
1.ª edição
19,5 cm x 12,4 cm
312 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Norberto Gonzaga (1898-?), tendo nascido em Lisboa, foi jornalista em Angola – Nova Lisboa, onde exerceu o cargo de chefe-de-redacção do periódico A Voz do Planalto. A sua participação na resistência anticolonial levá-lo-á ao exílio no Congo belga.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, julho 20, 2016

Caça em Moçambique



[ANÓNIMO]

s.l. [Lourenço Marques], 1952
s.i. [Litografia Nacional, Porto]
1.ª edição
24 cm x 16,8 cm
72 pág. + 4 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: África Oriental Portuguesa
profusamente ilustrado a preto e a cor
exemplar estimado, discreto restauro na lombada; miolo limpo
peça de colecção
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da portada:
«Monografia apresentada pela Comissão de Caça de Moçambique por ocasião do IV Congresso de Turismo Africano realizado em Lourenço Marques em Setembro de 1952.»
Deve acrescentar-se que se trata de um impressionante documento comprovativo do crime ecológico devido à ligeireza como os países coloniais, sob o regime do lucro cego, trataram sempre a fauna, a flora e os autóctones dos lugares da terra por onde passaram. A saber: exaurir o planeta de todos os seus recursos naturais, tratar os habitantes como criadagem, objecto do prazer do homem branco ou escravos de trabalho.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Itinerario de uma Viagem á Caça dos Elephantes



DIOCLECIANO FERNANDES DAS NEVES
pref. Bulhão Pato

Lisboa, 1878
Typographia Universal de Thomaz Quintino Antunes, Impressor da Casa Real
1.ª edição
19,1 cm x 13 cm
4 págs. + 288 págs.
encadernação modesta em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas de posse na primeira folha-de-guarda e no frontispício
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Descrição de uma campanha de caça levada a cabo em Moçambique. Nascido na Figueira da Foz em 1829, Diocleciano das Neves foi por algum tempo director da Alfândega em Lourenço Marques. E neste lugar africano, como tantas outras figuras coloniais, forjou a oportunidade de explorar os autóctones do sertão, como predador dos elefantes, dedicando-se ao comércio do marfim. Em África acabará por falecer em 1883.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


15 Anos de Obras Públicas, 1932-1947




MARQUES DA COSTA (dir. gráfica, vol. I)
MANUEL LAPA (capa e desenhos, vol. I)
LUÍS TEIXEIRA (texto e compilação, vol. II)
LUÍS REIS SANTOS (dir. gráfica, vol. II)

Lisboa, 1948-1949
Comissão Executiva da Exposição de Obras Públicas
1.ª edição
2 volumes (completo)
32,6 cm x 26 cm (formato de álbum)
[188 págs. (180 págs.*) + 138 págs. (extra-textos com fotografias a preto e branco) + 3 folhas (extra-textos com desenhos de página inteira impressos a cor)] + [328 págs. + 64 págs. (extra-textos com fotografias a preto e branco)]
* em nota de rodapé na pág. 184 deste vol. I o editor assinala um erro de numeração entre as págs. 88 e 97
subtítulos: I vol. – Livro de Ouro; II vol. – Exposição e Congressos de Engenharia e de Arquitectura
impressão sobre papel superior avergoado executada por Imprensa Nacional de Lisboa, Litografia de Portugal e Neogravura (vol. I); Oficinas Gráficas de Ramos, Afonso & Moita, Bertrand (Irmãos) e Neogravura (vol. II); acabamentos de Paulino Ferreira e de Frederico d’Almeida, respectivamente
cartonagem editorial
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acervo detalhado das obras públicas do regime ditatorial, numa época particularmente marcada por dois engenheiros e, também, ministros de Estado fora de série: Duarte Pacheco e Frederico Ulrich. Colaboram na feitura dos volumes, entre outros, Cottinelli Telmo, Diogo de Macedo, Eduardo Arantes e Oliveira, Bissaia Barreto, Augusto de Castro, Jorge Segurado, Fernando Pamplona, etc.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Turismo, Fonte de Riqueza e de Poesia


ANTÓNIO FERRO

Lisboa, 1949
Edições SNI [Secretariado Nacional de Informação, sucessor do SPN (Secretariado da Propaganda Nacional)]
1.ª edição
18,4 cm x 12,6 cm
122 págs. + 9 folhas em extra-texto
colecção Política do Espírito
capa a duas cores directas e relevo seco
impresso sobre papel avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] Quem desejar [...] valorizar o problema [do turismo], tem de libertar, antes de mais nada, a palavra turismo da sua falsa indumentária de ociosidade e luxo, convencendo os incrédulos, os cépticos, das suas vantagens, talvez escondidas mas sólidas e profundas.
[...] O turismo constitui, em primeiro lugar, uma indústria importante, que não pode deixar de ser nacional pois é função das condições naturais do país em que se desenvolve. [...]
O nacionalismo essencial, inevitável, dessa indústria, justifica, só por si, o seu excepcional interesse. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Organização do Turismo em Portugal [junto com] Excursões [junto com] A Função do Intérprete como Complemento da Propaganda Nacional de Turismo




CARLOS MANITTO TORRES
SOCIEDADE EXCURSÕES, COMERCIO L.DA, WAGONS-LIT/COOK, SAFARI L.DA E AUTO-CARS BUISSON
COMISSÃO ORGANIZADORA DO SINDICATO NACIONAL DOS GUIAS, INTÉRPRETES E GUIAS-INTÉRPRETES DE PORTUGAL

Lisboa, 1936
I Congresso Nacional de Turismo
1.ª edição (todos)
[23,4 cm x 16,3 cm] + [24,1 cm x 16,5 cm] + [24 cm x 16,5 cm]
64 págs. + 8 págs. + 8 págs.
exemplares muito estimados; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


terça-feira, julho 19, 2016

Memórias d’um Caçador


JOSÉ ALEXANDRE EUGÉNIO
capa de C. Marques

Beja, 1941
Minerva Comercial de Carlos Marques & C.ª L.ª [ed. Autor]
1.ª edição
18,9 cm x 12,4 cm
4 págs. + 164 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Regime Jurídico da Caça


JOSÉ ALFREDO SOARES MANSO-PRETO

s.l. [Lisboa], 1966
Boletim do Ministério da Justiça (separata)
[1.ª edição]
23,4 cm x 17,9 cm
240 págs.
subtítulo: Parecer da Câmara Corporativa n.º 4/IX – Projecto de Proposta de Lei n.º 2/IX e Projecto de Lei n.º 2/IX
exemplar como novo
juntou-se cartão de visita manuscrito pelo Autor
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Soares Manso-Preto (1924-1993), jurista e parlamentar do regime, na altura a exercer as funções de Procurador Geral da República – tendo chegado a ser já nos anos noventa Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, cessando funções por morte –, foi autor de múltiplos pareceres legislativos, entre os quais sublinhe-se, durante a “primavera” marcelista, as suas Anotações à Lei da Imprensa, em 1972.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Ao Estribo


PEPE LUIZ

Lisboa, 1946
Livraria Popular de Francisco Franco
2.ª edição
19,3 cm x 12,3 cm
304 págs. + 64 págs. em extra-texto
subtítulo: Impressões Tauromáquicas
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu verdadeiro nome José Luís Ribeiro (1890-1962), reúne no vertente livro valiosas apreciações para a história do toureio a cavalo.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Eu, os Politicos e a Nação


CUNHA LEAL

Lisboa, s.d. [1926]
Portugal-Brasil, Sociedade Editora Arthur Brandão & C.ª
1.ª edição
19,2 cm x 12,2 cm
XLIV págs. + 340 págs.
exemplar estimado, com discreto restauro na lombada; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Memórias. A longa marcha, que vai da trágica entrada de Portugal na Guerra de 1914-1918 até ao momento que o Exército mais abertamente se mete na política a 28 de Maio de 1926, passando pelos grandes acontecimentos da época, como os assassinatos de 19 de Outubro de 1921, ou o caso do Banco Angola e Metrópole, são aqui contextualizados por um seu actor de proscénio.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Caligula em Angola


CUNHA LEAL
capa de Almada [Negreiros]

Lisboa, 1924
s.i. [ed. Autor]
3.º milhar
22,2 cm x 14,4 cm
XX págs. + 208 págs. + 1 folha em extra-texto [inserta entre as págs. 202-203]
composto manualmente
exemplar manuseado mas aceitável, restauro tosco na lombada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] O Snr. Norton de Matos não conhece meios termos no exercicio das suas violencias. A imprensa incomoda-o? Extingue-a por processos de fôrça ou de coacção. Os indigenas reclamam contra extorsões imorais, praticadas pelas autoridades ou pelos particulares afectos ao Snr. Norton de Matos? Manda, como fez em Catéte, razziar a região dos protestantes, e prende e deporta, a seguir, os nativos de maior inteligencia, ou mais influentes. Nem as proprias bestas escapam á sua furia de tirano. Porque, um dia, um cavalo teve, no Lubango, a audacia sacrilega de deitá-lo abaixo, o Snr. Norton de Matos, em vez de dizer, filosoficamente, como o personagem de Gil Vicente: “Antes quero burro que me leve do que cavalo que me derrube” – manda abater a tiro a pobre alimária, para exemplo dos outros irracionais.
No Snr. Norton de Matos, não ha sequer as generosidades que, ás vezes, existiam até num Caligula, homem que sempre respeitou o seu cavalo Incitatus. [...]
No Snr. Norton de Matos, o reverso da violencia consiste na extrema generosidade e complacencia para com a sua feliz clientela. [...]» –
Assim trata Cunha Leal aquele que era, na altura, Alto Comissário na referida colónia.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

O Emprestimo Externo


CUNHA LEAL

Lisboa, 1927
«Edição de um grupo de amigos e admiradores do ilustre homem publico sr. Cunha Leal» / Tipografia Formosa
1.ª edição
18,9 cm x 12,9 cm
88 págs. + 1 folha em extra-texto (retrato do Autor)
subtítulo: Alguns Documentos
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na qualidade de dirigente da União Liberal Republicana, mas começando já a demarcar-se do apoio que dera ao golpe de Estado que derrubara a República a 28 de Maio de 1926, Cunha Leal, também então governador do Banco de Angola, põe aqui em causa a política de recurso a um auxílio financeiro externo, levada a cabo pelo ministro das Finanças, Sinel de Cordes. O vertente volume reúne toda a documentação relativa ao referido episódio, cuja controvérsia se estendeu à imprensa periódica da época.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


As Minhas Memórias – Coisas de Tempos Idos



CUNHA LEAL

Lisboa, 1966, 1967 e 1968
Edição do autor
Livraria Petrony [depositário]
1.ª edição
3 volumes (completo)
vol. I – Romance duma época, duma família e duma vida de 1888 a 1917
vol. II – Na periferia do tufão. De 1 de Janeiro de 1917 a 28 de Maio de 1926
vol. III – Arrastado pela fúria do tufão. De 28 de Maio de 1926 a 4 de Dezembro de 1930
21,8 cm x 15,8 cm
372 págs. + 480 págs. + 432 págs.
exemplares muito estimados; miolo limpo, vols. 1 e 3 por abrir
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

É toda a História nacional de uma época de grandes convulsões o que temos aqui patente, pela mão de um dos seus protagonistas. Há que sublinhar à cabeça a limpidez literária de exposição com que o Autor nos reporta o que, sendo ele governador do Banco de Angola, o tornou um dos mais notáveis e recalcitrantes opositores à ditadura salazarista. Obra de crucial importância para se perceber como essa oposição à política posta em marcha por Salazar / Quirino de Jesus teve raízes muito para além do conveniente “papão comunista”, e como os ajustes de contas eram distribuídos a torto e a direito por quem quer que, mesmo com razoabilidade, fizesse frente à “direcção única”. E foi nessa qualidade de governador que Cunha Leal, ao recomendar políticas económicas diversas – numa conferência pública proferida na Associação Comercial de Lisboa em 1930, expondo a degradante situação financeiro-produtiva de Angola – acabou por vir a conhecer, sob pretextos vários, «em fases sucessivas, o cárcere e a deportação, com o seu cortejo de violências».
Algumas passagens genéricas:
«[...] estamos sendo arrastados pelo ciclone que teve a longínqua origem em 28 de Maio de 1926. Na sua fase hodierna, os nossos Poderes Públicos já se não limitam a subordinar os graus de liberdade da pessoa humana e os seus correlativos movimentos físicos às determinações dum ditador que a si próprio e talvez – quem sabe? – com sinceridade se alcunhe de paternal, por isso que pretendem impor-nos obediência à fórmula tradicional do misticismo jesuítico – faz o que eu mande, pensa o que eu pense, quer o que eu queira. Irromper pela interioridade deste tufão a expressar desacordos e oposição venho-o fazendo ao longo de quarenta anos e ainda perduram no meu corpo e na minha alma as mataduras desse inconformismo. [...]
A minha presente tentativa explica-se, pura e simplesmente, pela ânsia de concorrer para a salvação duma nau preciosa prestes a naufragar, ou seja Portugal, já sem tripulação susceptível de grandes e oportunas reacções, num alheamento duma mística salutar.
Como é que se conseguiu efectivar esta descomunal constrição duma grei inteira, de modo a convertê-la em rebanho pávido, sorumbàticamente submisso, incapacitado, pelo menos na aparência, para os movimentos das gentes, que, em todas as emergências, sabem preservar a noção de dignidade? Em boa verdade, não havia, de início, um plano metódico de domesticação colectiva. Havia apenas – isso, sim – o firme intuito do reaccionarismo indígena de suscitar, com o apoio extorquido ao Exército por meios capciosos, um vendaval à custa de cuja força crescente se lhe tornasse possível varrer da superfície de Portugal os mais ligeiros resquícios de democracia, sempre com os olhos fitos, avidamente, na ressurreição, embora longínqua, da Monarquia de estirpe miguelista. [...]
Em que é que consistiu, por conseguinte, o mais valioso trunfo do seu sucesso? Em ter às suas omnipotentes ordens um Exército passivamente obediente para impor o seu receituário financeiro, acertado ou desacertado, sem prévia audiência do País e sem vislumbres de respeito pelos interesses colectivos, ainda quando absolutamente legítimos. A regra de conduta social passou a ser a seguinte: manda quem pode, obedece quem deve. [...]
Quem, neste ano já distante de 1967, meditar, porém, na tragédia angolana desencadeada em princípios de 1961, se for desprovido de cegueira partidarista, haverá de chegar, por certo, à conclusão de que a longínqua génesis desse fenómeno deva ser retrotraída aos erros iniciais de visão do Ditador português no tocante às directrizes da nossa política ultramarina, erros que, em 1930, me afoitei a obstaculizar, sem – ai de mim e ai do País! – ter força bastante para isso... [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Guerra e Paz


LEÃO TOLSTOÏ
trad. Garibaldi Falcão
pref. João Pedro de Andrade

Lisboa, s.d. [1943]
Editorial Minerva
1.ª edição (da vertente trad.)
21,5 cm x 14,3 cm
XXXII págs. + 722 págs. + 1 folha em extra-texto
texto a duas colunas
exemplar muito estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

O texto de João Pedro de Andrade, um estudo biográfico sobre o escritor russo, é particularmente importante.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Guerra e Paz



LEÃO TOLSTOI
trad. do filósofo José Marinho
ilust. [Fred] Kradolfer

Lisboa, 1942-1943
Editorial Inquérito Limitada
1.ª edição (da vertente trad.)
3 volumes (completo)
23,8 cm x 19,2 cm
[430 págs. + 2 folhas em extra-texto] + [2 x 416 págs.]
subtítulo: 1864-1869
encadernação de amador em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada
aparados e carminados à cabeça
sem capas de brochura
exemplares estimados; miolo limpo
assinatura de posse nos frontispícios
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Que é uma das obras-primas da literatura universal, ninguém porá em dúvida. Mas é-o porque a liberdade estilística de Tolstoi esteve sempre à cabeça das suas preocupações, ou, nas palavras dele, num texto que Marinho traduz aqui em Apêndice: «[...] Não é um romance, e ainda menos um poema, ou uma crónica histórica. “Guerra e Paz” é o que o autor quis e pôde exprimir na forma que lhe deu. Uma tal declaração de indiferença pelas formas convencionais da obra artística em prosa poderia parecer orgulho se não fôsse intencional e se não houvesse muitos exemplos disso. A história da literatura russa, desde Puskine, não só apresenta muitos casos de um tal afastamento das formas europeias, mas até nos fornece um único exemplo do contrário. Desde as “Almas Mortas” de Gogol, até à “Casa dos Mortos” de Dostoiewsky, no novo período da literatura russa não há uma única obra artística que se tenha ajustado inteiramente à forma do romance, do poema ou da novela. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

A Tortura da Carne


LEON TOLSTOI
trad. não indicado
capa de J. [Jurandir] U. [Ubirajara] Campos

Rio de Janeiro, 1933
Civilização Brasileira S. A. – Editora
s.i.
18,3 cm x 12,3 cm
160 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do conto O Diabo, texto renegado por Tolstoi (1828-1910), cuja publicação, apesar de escrito em 1889, será póstuma.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


domingo, julho 17, 2016

Uma Viagem ao Amazonas


D. [DAVID] C. [CORREIA] SANCHES DE FRIAS
capa de Raphael Bordallo Pinheiro
ilust. Manuel de Macedo, Enrique Casanova, et alli

Lisboa, 1883
Typographia de Mattos Moreira & Cardosos [capa impressa na Litografia Guedes]
1.ª edição
21,2 cm x 14,4 cm
288 págs. + 13 folhas em extra-texto
ilustrado em separado
exemplar estimado, discretos restauros na lombada, vinco transversal na capa; miolo limpo
peça de colecção
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sanches de Frias (1845-1922), tendo nascido em Arganil, radicou-se no Brasil como comerciante, mas, todavia, diz-nos Cândido de Figueiredo no seu Figuras Literárias, «[...] morrerá abraçado a Herculano e Castilho e nem a troco da mais fulgente glória perpetrará um galicismo [...]». O seu rigor idiomático, assim como a sua vasta cultura, apesar da distância, levaram-no a cultivar elegantemente géneros tão díspares como a biografia literária, o relato de viagens, versos, dramaturgia, crónica de costumes , etc.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Ciranda de Pedra


LÍGIA FAGUNDES TELES
sobrecapa de Edmundo Muge

Lisboa, 1956
Editorial Minerva
1.ª edição (em Portugal)
18,7 cm x 13 cm
248 págs.
capa impressa a duas cores e relevo seco sobre cartolina amarela, sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da notícia editorial na contracapa:
«Considero Ciranda de Pedra uma coisa muito séria que eleva a autora definitivamente ao primeiro team dos romancistas do Brasil.» (Erico Veríssimo)

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Poemas do Tempo Presente


DUARTE GALVÃO
capa da pintora Bertina Lopes

Lourenço Marques, 1960
[ed. Autor]
1.ª edição
19,8 cm x 14,2 cm
4 págs. + 98 págs.
exemplar estimado, contracapa ligeiramente esfolada; miolo limpo
peça de colecção
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Heterónimo literário do poeta e antropólogo moçambicano Virgílio Diogo de Lemos (1929-2013), que também assinou obras sob os nomes Bruno dos Reis ou Lee-Li Yang, este Duarte Galvão esteve na génese da folha de poesia anticolonial Msaho. O vertente livro de versos foi apreendido pela polícia política do Estado Novo. No ano seguinte, Virgílio de Lemos é preso juntamente com alguns nacionalistas, acusados de actividades subversivas, acabando libertos por insuficiência de provas. Será durante o seu posterior exílio parisiense que Virgílio de Lemos vai sobressair como jornalista de televisão e rádio. «Sendo um dos vanguardistas da lírica moçambicana», escreveu o poeta António Cabrita (in A Invenção das Ilhas, uma antologia de Virgílio de Lemos, EPM-CELP, Lisboa, 2009), «e defensor do conceito do “barroco-estético” para as literaturas de língua portuguesa, tem uma escrita poética fragmentária, sintética, eivada de imagens surrealistas, duma dimensão cósmica, perpassada pelo onirismo, as problemáticas existenciais e o erotismo [...].»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Madrugada do Fado


aa.vv.

Lisboa, 1963
[Teatro] São Luiz
1.ª edição
24,3 cm x 16,5 cm
24 págs.
subtítulo: Consagração e Despedida do Grande Artista Alfredo Duarte Marceneiro
profusamente ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
[RESERVADO]

Programa do espectáculo de fado em honra do fadista lisboeta Alfredo Marceneiro (1888-1982), anunciando-se a sua retirada dos meios artísticos, o que, felizmente, assim não aconteceu. Reproduz este documento primário, para além do elenco e do alinhamento da sessão, de sucintos textos de biografia e elogio, também versos escritos para fados por ele imortalizados, e cuja autoria segue: Guilherme Pereira Rosa, Silva Tavares, João Linhares Barbosa, Carlos Conde, Henrique Rego e Augusto de Sousa.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Banzés, Banzas e Fadistas


AMÉRICO CORTÊS PINTO

Lisboa, 1970
Revista de Portugal (separata)
1.ª edição
25 cm x 18 cm
24 págs. [num. 253 a 276]
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve, mas excelente, estudo filológico centrado na origem geográfica, histórica e etimológica da palavra banzé (espécie de desordem ou arruaça), que muito deve aos ajuntamentos à roda dos fadistas com suas banzas (ou guitarras).

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Figuras Gradas do Movimento Social Português


ALEXANDRE VIEIRA
et alli

Lisboa, 1959
Edição do Autor
1.ª edição
22 cm x 15,8 cm
XVI págs. + 208 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Limita-se o autor a compilar importante informação de algum modo dispersa pela imprensa periódica, no sentido de conseguir um corpo histórico-biográfico coeso em torno dos mais destacados protagonistas do movimento operário. Diz-nos uma passagem do seu prefácio à obra:
«[...] Muitas, quase todas as pessoas que figuram nas biografias que constam do presente volume, foram consideradas, pelos que ocupavam posição de mando – sem excluir, é claro, os seus mandatários –, criaturas perigosas, e como tal tratadas. [...]»
Outras destas figuras não terão sequer sido controversas para o «mando», como Afonso Lopes Vieira, cuja biografia inclusa Alexandre Vieira, homem de nobre carácter, justifica exemplarmente assim:
«[...] Haverá, seguramente, quem estranhe que eu inclua neste volume a biografia do Dr. Afonso Lopes Vieira, biografia que publiquei em A Voz do Operário, pouco depois do falecimento do Poeta. E tal estranheza provirá da circunstância de se não ignorar que o extinto [se] formou em sector social diametralmente oposto ao do autor, isto é, no Integralismo.
Se isso é certo, houve, porém, na vida desse escritor atitudes em que demonstrou que era um carácter nobre, o que não me é indiferente, antes pelo contrário. Duas dessas atitudes manifestou-as em relação a adversários políticos: Raul Proença e a minha pessoa. Para com Proença, num momento em que este forte lutador era contumazmente perseguido, não se havendo arreceado de lhe dar abrigo na sua acolhedora casa; para comigo, quando, em pleno tribunal da Boa-Hora, declarou, com altivez, que se honrava de acamaradar com os tipógrafos que compunham os seus livros. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Para a História do Sindicalismo em Portugal


ALEXANDRE VIEIRA
capa de Acácio Santos

Lisboa, 1970
Seara Nova (Empresa de Publicidade Seara Nova, S.A.R.L.)
1.ª edição
22,1 cm x 14,4 cm
212 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio do autor:
«[...] ampliando [...] a narrativa que inserimos no Almanaque d’‘A Batalha’ para 1926 [...] é lançado o presente volume, que se ocupa especialmente duma época em que a organização operária – a princípio com hesitações próprias de agrupamentos que não estavam treinados nas pugnas com o patronato, mais tarde por virtude de lições práticas recebidas do exterior, sobretudo da França – procurou reforçar os quadros orgânicos que então possuía e adoptar novos métodos reivindicativos, de modo a habilitar-se a pelejar profìcuamente pela conquista duma melhor situação económica e social para o proletariado, que então tinha uma existência difícil, atormentada.
Não se trata duma obra doutrinária [...]. Trata-se quase exclusivamente do relato de acontecimentos que agitaram uma boa parte da sociedade portuguesa durante cerca de um quarto de século [...].»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Em Volta da Minha Profissão


ALEXANDRE VIEIRA

Lisboa, 1950
Edição do Autor
1.ª edição
22,6 cm x 17,1 cm
232 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Subsídios para a História do Movimento Operário no Portugal Continental
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante registo para a história do movimento operário português entre os anos de 1904 e finais dos anos 30, por um seu destacado dirigente. Alexandre Vieira (1880-1974), para além de operário tipográfico e de figura de proa no movimento revolucionário anarco-sindicalista que levou à implantação da República, foi o primeiro director do jornal A Batalha.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


No Domínio das Artes Gráficas


ALEXANDRE VIEIRA

Lisboa, 1967
Edição do Autor
1.ª edição (em livro)
22,1 cm x 16 cm
XIV págs. + 98 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089