sexta-feira, junho 24, 2016

OS NOSSOS PREÇOS JÁ INCLUEM =IVA= E DESPESAS DE =ENVIO= EM PORTUGAL

quase 2.600 obras disponíveis nesta montra
é só ir clicando ao fundo da página
em Mensagens antigas


contacto:
telemóvel: 919 746 089


* todas as obras fotografadas correspondem aos exemplares que se encontram à venda
* livros usados
* todas as encomendas são enviadas em correio registado
* international shipping rates
* pagamentos por PayPal, transferência bancária ou contra-
-reembolso

Literatura Comestível


LUIZ PACHECO
fotografia de Armando Vidal

Lisboa, 1972
Editorial Estampa, Lda.
1.ª edição
18,5 cm x 13,6 cm
168 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne alguns dos textos de crítica croniqueira mais virulentos, exercitando um estilo que, aqui, o Autor derrama por cima de valores culturais como sejam Figueiredo Sobral, João Gaspar Simões, Fernando Namora ou Mário Braga. Na época em que o livro veio a lume, muitos finórios da escrita que por cá andavam iam logo a correr à primeira livraria que se lhes deparava comprar o voluminho, aflitos, não fosse o nomes deles ter sido alvo da “pachecal” verrina. Bons tempos!

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

O Caso do Sonâmbulo Chupista

LUIZ PACHECO

Lisboa, 1980
Contraponto
1.ª edição [única]
29,8 cm x 21,2 cm
8 págs. [2 fólios encasados sem costura]
exemplar em bom estado de conservação, apenas com persistente vinco de dobragem
folheto sem distribuição comercial: «Distribuído mão-a-mão (forçosamente)», segundo o cólofon
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Rosto paginado ao estilo das publicações surrealistas A Antologia em 1958, com o seguinte dístico: «Vergílio Ferreira. Fernando Namora. Vergílio Namora. Fernando Ferreira. Aparição. Domingo à Tarde. Aparição à Tarde. Domingo de Aparição.»
Denuncia Luiz Pacheco um desenrascado plágio de Namora. Com introdução e conclusões condignas, situando os dois romances distintos de dois distintos autores na respectiva cronologia e nos interesses que terão movido Namora a passar a perna a Vergílio Ferreira.
«[...] Vergílio Ferreira publica em fins de 1959 o romance Aparição, concorre e obtém o Prémio Camilo Castelo Branco de 1960. Concorrente também, com a narrativa Cidade Solitária, Fernando Namora vê-se preterido, numa arreliadora posição de subalternia, relativamente ao seu companheiro de geração e amigo íntimo. É opinião unânime, sondagens insuspeitas, que Namora não é um ambicioso, um invejoso, mafioso, vaidoso; não é um perdigoto e velhaquete; não pequenote, não morenote, zote. Mas ele há coisas que doem. Deixam cicatrizes fundas. Além desse desaire, Namora tem um frio intenso desejo: ganhar o Prémio José Lins do Rego. Namora trabalha numa anedota, tão pateta e lacrimejante como o famigerado Love Story, de Erich Segal. Precisava dar-lhe um, como diremos?, toque existencial, "o sopro existencial", "entrando assim no tema ontológico que o existencialismo trouxera entretanto à tona da maré". O neo-realismo estava a ficar muito visto... mas, um estilo assim a modos que ontológico, não se improvisa de supetão. Sartre e Camus, Malraux, Heidegger, Chestov, Kierkegaard, Jaspers, Merleau-Ponty não se lêem, aspiram, rastrejam sem afincado estudo. Como desenrascar-se? Havia prazos regulamentares a cumprir para o almejado Prémio Lins do Rego. O Leitor, suspicaz, cogitará que o êxito retumbante de Aparição, teria apontado a Namora o melhor caminho, o mais fácil. O processo expedito, talvez infalível, era a prata da casa, tão à mão; rapar do romance de Vergílio Ferreira uma data de coisinhas giras, metê-las à má-fila, mesmo a martelo, na obrinha que não andava nem desandava. Tinha de despachar o origi¬nal (?!) para Livros do Brasil. O estilo de Namora, frouxo e tedioso, ia ser borrifado, embutido, dopado com requintes formais, mimos criativos do Vergílio. Que se lixasse! os amigos são para as ocasiões. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Colecção «Teatro de Bolso» [Contraponto]







aa.vv.

Lisboa, s.d. [circa 1956 a 1962]
Contraponto [de Luiz Pacheco]
1.ª edição (todos)
18 volumes (colecção completa) + 2 volumes (variantes)
17,9 cm x 12,8 cm
[XVI págs. + 80 págs. + 4 págs. em extra-texto] + 88 págs. + 64 págs. + [80 págs. + 1 folha em extra-texto] + 80 págs. + 46 págs. + 72 págs. + 48 págs. + [80 págs. + 1 folha em extra-texto] + [32 págs. + 1 folha em extra-texto] + 78 págs. + 100 págs. + [2 x 40 págs.] + [2 x 60 págs.] + 40 págs. + [XXIV págs. + 64 págs. + 1 folha em extra-texto] + 72 págs. + 32 págs.
ilustrados
autores e títulos:
1 – HENRIK IBSEN, João Gabriel Borkman
2 – MOLIÈRE, As Velhacarias de Scapin
3 – ANTÓNIO FERREIRA, Castro
4 – ALFONSO CASTELAO, Os Velhos Não Devem Namorar
5 – CARLO GOLDONI, O Mentiroso
6 – GEORG BÜCHNER, Wozzeck
7 – LUIGI PIRANDELLO, Seis Personagens à Procura de Autor
8 – EUGÈNE IONESCO, A Cantora Careca
9 – RAÚL BRANDÃO, O Gebo e a Sombra
10 – DONATIEN-ALDONSE-FRANÇOIS DE SADE, Diálogo Entre um Padre e um Moribundo
11 – ARIANO SUASSUNA, Auto da Compadecida
12 – FRIEDRICH DÜRRENMATT, A Visita da Velha Senhora
13 – ALMEIDA GARRETT, Falar Verdade a Mentir
14 – CAMILO CASTELO BRANCO, O Morgado de Fafe em Lisboa
15 – LUÍS FRANCISCO REBELO, D. João da Câmara e os Caminhos do Teatro Português
16 – HEINRICH VON KLEIST, O Príncipe de Homburgo
17 – GUILLAUME APOLLINAIRE, Tirésias
18 – JULES SUPERVIELLE, A Primeira Família
exemplares estimados; miolo limpo
acondicionados em caixa própria de fabrico recente
o n.º 15 valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
360,00 eur (IVA e portes incluídos)

Soberbo conjunto de breves peças teatrais levadas à cena na época, para a difusão das quais muito contribuiu Luiz Pacheco com este suporte em papel. Para isso, contou com traduções de especialistas como sejam Luís Francisco Rebelo, Rodrigues Lapa, Manuel de Lima ou Gino Saviotti, e com ilustrações ocasionais de João Rodrigues.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Cerco do Porto


HUGH OWEN
pref. e notas de Raul Brandão

s.l. [Porto], 1915
Edição da Renascença Portuguesa
1.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
352 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Contado por uma testemunha - o coronel Owen
ilustrado no corpo do texto
capa impressa a negro com cromo colado
exemplar estimado; miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, junho 23, 2016

Obras Completas



FEDERICO GARCÍA LORCA
comp. e notas de Arturo del Hoyo
pref. Jorge Guillen
epílogo de Vicente Aleixandre

Madrid, 1963
Aguilar, S. A. de Ediciones
5.ª edição [aumentada]
18 cm x 14,3 cm
LXXX págs. + 2.020 págs. + 5 folhas em extra-texto
ilustrado a negro e a cor
impresso em papel-bíblia
encadernação editorial inteira em pele com gravação a ouro e relevo seco na pasta anterior e na lombada
corte das folhas carminado
exemplar muito estimado; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Mandado assassinar pela extrema-direita franquista logo no início da guerra civil, a 19 de Agosto de 1936, Federico del Sagrado Corazón de Jesús García Lorca legou à humanidade culta e civilizada o mais notável acervo literário que um completo artista ibérico alguma vez criou. Prosa, poesia, teatro, e até canções com a respectiva notação musical, são aqui juntos com esmero editorial e a devoção de um povo esmagado pelo horror fascista.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Trinta e Seis Poemas e Uma Aleluia Erótica


FEDERICO GARCIA LORCA
trad. Eugénio de Andrade
capa e arranjo gráfico de Armando Alves
desenho de Manuel Ribeiro Pavia

Porto, 1968
Editorial Inova Limitada
1.ª edição
20,6 cm x 13,8 cm
180 págs.
é o número inaugural da notável Colecção As Mãos e os Frutos
miolo impresso sobre papel avergoado, capa impressa a três cores e relevo seco
exemplar como novo, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tradução cativante. Demonstrativa da proximidade de Andrade relativamente à oficina poética de Lorca.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Dona Rosinha, a Solteira ou A Linguagem das Flores


FEDERICO GARCÍA LORCA
tradução de Ruy Belo
capa de Soares Rocha

Lisboa, 1973
Editorial Estampa / Seara Nova
1.ª edição
17,9 cm x 11 cm
152 págs.
subtítulo: Poema granadino do século vinte, dividido em vários jardins, com cenas de canto e dança
colecção Teatro, dirigida por Luís Miguel Cintra, J. A. Osório Mateus e Jorge Silva Melo
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Do Prefácio editorial:
«[...] Se Dona Rosinha fosse um romance popular era um romance popular moderno.
Com elementos tradicionais e elementos modernos, com pregões, juras, maldições, alegorias, paralelismos, rimas, imagens, Lorca teria construído aqui o que tantas vezes construiu na sua poesia (sobretudo no Romanceiro Cigano): estaria a olhar para a actualidade com os olhos ingénuos e sábios da sabedoria popular, estaria a olhar para a sabedoria popular com os olhos complexos e artísticos da modernidade. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

quarta-feira, junho 22, 2016

Cultura Asfixiante


JEAN DUBUFFET
trad. Serafim Ferreira
grafismo de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1971
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
18,2 cm x 11,2 cm
136 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma das mais estúpidas declarações que um editor alguma vez se prestou a fazer durante o regime fascista consta da ficha técnica dos livros desta editora: «As opiniões expressas neste volume não são necessàriamente as da Editora»...!!!!!!! Como é óbvio, nunca foi isto que evitou a apreensão, por parte da censura, de muitas das obras publicadas no catálogo das então Publicações Dom Quixote. Ou será que naquela gente não havia mesmo qualquer cumplicidade intelectual e cultural com os autores à custa dos quais mantinham a porta aberta?... Até porque precisamente Jean Dubuffet era, para a época (e é ainda hoje!), uma pedra de arremesso sobre a cultura tornada mercadoria com secretaria de Estado, com ministério, com mandarinato crítico-jornalístico e alfaiates do gosto que lhes atribuem prémios de carreira e a institucionalizam. Uma passagem, ao acaso:
«[...] Os intelectuais recrutam-se nas fileiras da classe dominante ou entre aqueles que aspiram a integrar-se nela. O intelectual, o artista, conquista sobretudo um título que o coloca em pé de igualdade com os membros da casta dominante. Molière janta com o rei. O artista é convidado para as festas das duquesas, como o padre. Chego a perguntar-me em que desastrosa proporção não baixaria entretanto o número de artistas se porventura essa prerrogativa fosse suprimida. Basta reparar bem no cuidado que os artistas manifestam (com as suas maneiras de vestir e os seus comportamentos particularizantes) para se fazerem reconhecer na qualidade e mostrarem-se bem diferentes das pessoas vulgares. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Maiá Pòçon


VIANA DE ALMEIDA

Lisboa, 1937
Edições Momento
1.ª edição
20,1 cm x 13 cm
176 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, capa manchada, restauros na lombada; miolo limpo
ostenta no ante-rosto o ex-libris de Aurora Jardim Aranha
VALORIZADO PELA SENTIDA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR À JORNALISTA AURORA JARDIM (1898-1988)
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um dos raros exemplos da «modestíssima, quantitativa e qualitativamente, [...] narrativa de S. Tomé e Príncipe» (vd. Manuel Ferreira, Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, vol. I, Instituto de Cultura Portuguesa – Biblioteca Breve, Lisboa, 1977). José Maria Viana de Almeida (nasc. 1903), bisneto do 1.º barão de Água-Izé, são tomenses natos, tem no vertente livro de contos, não só a sua estreia em livro, mas também o primeiro livro de ficção de um natural de S. Tomé acerca de temas da ilha.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


terça-feira, junho 21, 2016

Em Volta da Minha Profissão


ALEXANDRE VIEIRA

Lisboa, 1950
Edição do Autor
1.ª edição
22,6 cm x 17,1 cm
232 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Subsídios para a História do Movimento Operário no Portugal Continental
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante registo para a história do movimento operário português entre os anos de 1904 e finais dos anos 30, por um seu destacado dirigente. Alexandre Vieira (1880-1974), para além de operário tipográfico e de figura de proa no movimento revolucionário anarco-sindicalista que levou à implantação da República, foi o primeiro director do jornal A Batalha.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


No Domínio das Artes Gráficas


ALEXANDRE VIEIRA

Lisboa, 1967
Edição do Autor
1.ª edição (em livro)
22,1 cm x 16 cm
XIV págs. + 98 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


domingo, junho 19, 2016

Cancioneiro de Entre Douro e Mondego

ARLINDO DE SOUSA
capa de Couto Tavares

Lisboa, s.d. [circa 1944]
Livraria Bertrand
[1.ª edição]
16,2 cm x 9,7 cm
408 págs.
subtítulo: Douro Litoral e Beira Litoral
ante-rosto e rosto impressos a duas cores
exemplar manuseado mas muito aceitável, pequenos restauros nas dobras da lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessantíssimo trabalho etno-filológico de recolha dos cantares da tradição popular regional, que serviu ao compilador numa «Comunicação apresentada ao XVIII Congresso Luso-Espanhol para o Progresso das Ciências, realizado, em Córdova, em Outubro de 1944».

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

O Nome Lisboa


ARLINDO DE SOUSA

Lisboa, 1948
Camara Municipal de Lisboa
1.ª edição
22,2 cm x 15,8 cm
4 págs. + 192 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Origem de Lisboa

ARLINDO DE SOUSA

Lisboa, 1948
Camara Municipal de Lisboa
1.ª edição
22,2 cm x 15,8 cm
4 págs. + 144 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

A Cruzada

JOSÉ AUGUSTO DE OLIVEIRA

Lisboa, 1949
Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição
22,2 cm x 16,1 cm
144 págs.
subtítulo: Subsídios para a História da Conquista de Lisboa
exemplar em bom estado de conservação
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

quarta-feira, junho 15, 2016

As Filigranas


LUIZ CHAVES
ilust. Guida Ottolini

Lisboa, s.d. [circa 1940]
Edições SPN
1.ª edição
22 cm x 17 cm
64 págs.
profusamente ilustrado a duas cores
impresso sobre papel superior creme
exemplar como novo
peça de colecção
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

O ouro no folclore nacional constitui um dos mais interessantes componentes dos estudos etnográficos, em que a arte popular surge no seu máximo esplendor.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Trajo da Nazaré




ABÍLIO LEAL DE MATTOS E SILVA
pref. Tomaz Ribas
trads. Valery Forman e Pedro Brito Aranha Risques Pereira

Lisboa, 1970
Editorial Astória
1.ª edição
trilingue (português / inglês / francês)
28 cm x 21,7 cm
86 págs.
profusamente ilustrado a cor
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos da biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa, carimbo de oferta do editor no ante-rosto
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto e desenho são de Mattos e Silva, num documento de grande interesse foclórico e etnográfico, que teve, nos aspectos técnicos, o apoio da costureira Mariana Carepa.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Bordados Tradicionais de Portugal




MARIA CLEMENTINA CARNEIRO DE MOURA

Porto, s.d. [1967?, seg. BNP]
Edição da Companhia de Linha Coats & Clark, Lda.
[1.ª edição]
27,5 cm x 19,7 cm
2 págs. + 60 págs. + 3 desdobráveis (grande formato) em extra-texto
subtítulo: Desenhos de Trabalhos
volume impresso em rotogravura acondicionado em estojo editorial
exemplar como novo
peça de colecção
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sem qualquer pretensão de ser exaustiva, a autora «[...] [correu] o país de Norte a Sul, [fazendo] uma recolha de elementos que, pelo seu valor documental, [lhe] pareceram dignos de servir de motivo aos modernos trabalhos de agulha, que toda a mulher portuguesa cultiva como adorno do seu lar. [...]» E esta ideia da totalidade das mulheres – certamente as das classes remediadas, que não tinham alternativa senão ouvir na Emissora Nacional o era-uma-casa-portuguesa-com-certeza – vai a pontos de sugerir como decoração, para um arranjo de mesa bordado a ponto-de-cruz (vd. pág. 32), a miniatura da caravela portuguesa e o patriótico livro Historiazinha de Portugal de Adolfo Simões Muller.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


História das Marcas e Contrastes – Metais Nobres em Portugal 1401-2003


MARIA NOGUEIRA PINTO
pref. António Coelho Teixeira
grafismo de Ana Filipa Amaral Neto Tainha

Lisboa, 2003
Mediatexto – Medialivros SA
1.ª edição
26 cm x 15,1 cm
128 págs.
subtítulo: Homenagem aos 602 anos da marcação de peças de ourivesaria em Portugal
profusamente ilustrado a cor
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio:
«O presente livro visa apresentar, pela primeira vez, ao que julgamos, uma história coerente das marcas de garantia de qualidade dos artefactos e barras de metal precioso em Portugal, realçando não só a história das marcas de fabrico, como marcas de responsabilidade, mas, também, e particularmente, a das marcas de contraste como confirmação, por terceiros, do real valor dos toques das peças. Apresenta, também, uma história sucinta e simples dos testes que precederam as modernas análises químicas, mas que não perderam, no entanto, o seu valor na actualidade. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Marcas de Contrastes e Ourives Portugueses


MANUEL GONÇALVES VIDAL
pref. Reinaldo dos Santos

Lisboa, 1958
Casa da Moeda
1.ª edição
27,4 cm x 19,2 cm
8 págs. + VIII págs. + 568 págs.
subtítulo: Desde o Século XV a  1950
profusamente ilustrado
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo irrepreensível
190,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manuel Gonçalves Vidal, que foi marcador do laboratório e contrastaria da Casa da Moeda, amplia largamente o até então único livro conhecido com a identificação e os desenhos das marcas nacionais, o de Laurindo Costa. A importância do vertente inventário, não só facilita aos profissionais a detecção de falsificações, como é incontornável para a história dessa arte.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Les Poteries – Les Faïences et les Porcelaines Européennes


TARDY

Paris, 1954
Chez l’Auteur
s.i. [2.ª edição]
2.e Partie (somente o 2.º vol. de três)
texto em francês
20 cm x 13 cm
numeração contínua: págs. 425 a 954
subtítulo: Hollande-Hongrie-Italie-Luxembourg-Malte-Norvège-Pologne-Portugal-Roumanie-Russie-Suède-Suisse – Historique, caractéristiques, décors, couleurs, et 4000 marques
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação recente inteira em tela com rótulo estampado na pasta anterior
não aparado
sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Dicionário de Marcas de Faiança e Porcelana Portuguesas


FILOMENA SIMAS
SÓNIA ISIDRO

Lisboa, 1996
Estar-Editora
1.ª edição
24,3 cm x 14,5 cm
192 págs.
profusamente ilustrado a negro e a cor
encadernação editorial
exemplar como novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de referência, e inescapável instrumento de trabalho para coleccionadores e antiquários.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Mulher na Sala e na Cozinha


LAURA SANTOS

Lisboa, s.d. [circa 1950-60]
Edição de Lavores Lavores e Arte Aplicada
2.ª edição
18,8 cm x 13,1 cm
264 págs.
subtítulo: Etiqueta – Cozinhados – Bolos – Doces – Pudins – Souflets – Cocktails, etc.
encadernação editorial em tela e papel com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

«A Editorial Lavores, com sede em Lisboa até há duas dezenas de anos, foi fundada por uma pequena grande mulher chamada Laura Santos, já lá vão perto de 100 anos.
Laura Santos começou por exercer a sua actividade ligada aos livros numa pequena tabacaria de Alvalade, em Lisboa, de onde partiu rumo a todos os recantos do nosso país, recolhendo do coração do povo, a mais completa carteira de arte culinária. Esta dedicada e apaixonada  recolha permitiu a edição de variados títulos de cozinha, os quais fizeram desta editora líder de mercado nesta área, destacando-se alguns títulos como êxitos editoriais permanentes como são os casos de O Mestre CozinheiroA Mulher na Sala e na CozinhaCulinária PráticaLivro de Ouro da Doçaria TradicionalArte Culinária Portuguesa, entre outros.
Laura Santos era também uma apaixonada pela arte das rendas e bordados, vindo a criar mais tarde uma revista da especialidade. [...]» (Fonte: página electrónica da MEL Editores)

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Enciclopédia da Agulha


LAURA SANTOS
ilust. Maria Natália

Lisboa, s.d. [circa 1960]
Editorial Lavores
2.ª edição
24,2 cm x 17,5 cm
320 págs.
subtítulo: Curso de Corte – Curso de Bordados
profusamente ilustrado
encadernação editorial em tela gravada a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Atravez do Continente Negro



HENRIQUE M. STANLEY
trad. Mac-Noden

Lisboa, 1880-1881
Mendonça & Irwin, Empreza Editora / Empreza Horas de Viagem
1.ª edição
3 volumes (completo)
22,4 cm x 15,3 cm
[XVI págs.* + 366 págs. + 11 folhas em extra-texto] + [424 págs. + 9 folhas em extra-texto] + [344 págs. + 20 folhas em extra-texto + 4 desdobráveis em extra-texto]
subtítulo: As Nascentes do Nilo, Circumnavegação dos Grandes Lagos da Africa Equatorial e Descida do Rio Livingstone ou Congo até ao Oceano Atlantico
ilustrados no corpo do texto e em separado
elegantes encadernações da época homogéneas em meia-inglesa, gravação a ouro nas lombadas
pouco aparados, sem capas de brochura
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
assinaturas de posse e selo branco de Francisco José de Carvalho nos frontispícios
peça de colecção
390,00 eur (IVA e portes incluídos)

Henry Morton Stanley (1841-1904) foi o mais notável explorador britânico do século XIX.

* Este primeiro caderno, apesar de completo, tem as páginas mal sequenciadas.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


De Fora para Dentro


ANÍBAL FERNANDES [org., notas e tradução]
capa de Jorge Costa Martins


Lisboa, 1973
Fernando Ribeiro de Mello – Edições Afrodite
1.ª edição [única]
20,9 cm x 14,6 cm
432 págs. + 26 apartes impressos a sanguínea e colados em extra-texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Notável reunião de acutilantes observações que estrangeiros, ao longo dos séculos, uns viajantes, outros menos, registaram acerca de Portugal. Voltaire, Beckford, Thomas Owen, Thomas Mann, Leopold Sedar Senghor, Cervantes, Chateaubriand, Byron, Blaise Cendrars, Unamuno, etc., entre outros, aí surgem coadjuvados pela opinião local de alguns outros como Aquilino Ribeiro, José Rodrigues Miguéis ou Vitorino Nemésio.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

O Processo das Virgens


[MARTA CASTRO ALVES, selecção, coord. e nota prévia]
comentários de José Augusto Seabra, José Carlos Ferreira de Almeida, José Martins Garcia e Maria Alzira Seixo
capa de Henrique Manuel

Lisboa, 1975
Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite
1.ª edição
21,2 cm x 15 cm
360 págs.
subtítulo: Aventuras, venturas e desventuras sexuais em Lisboa, nos ultimos anos do fascismo
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Socorrendo-nos da imprensa clandestina da época, assim noticiava o Portugal Socialista no dia 1 de Janeiro de 1968, num artigo intitulado «Ballet Rose»:
«Por Ballet Rose ficou conhecido e foi divulgado o último “escândalo sexual”, ocorrido em Lisboa, na primavera passada, com a partecipacão de alguns “profissionais do vício”, de mistura com destacados membros da nobreza (marquês da Graciosa, condes de Caria e da Covilhã), homens da alta finança (Espírito Santo, Miguel Quina e Teodoro dos Santos) e o portentoso e “atiradiço” Ministro da Economia (Dr. Correia de Oliveira) já apelidado de “Profumosinho português”...
Para o Ballet Rose, e por intermédio de consabidos proxenetas, eram atraídas raparigas de menoridade, “filhas-famílias”, primeiro como assistentes e depois como comparsas do regabofe e da prática das mais variadas perversões sexuais. [...]»
Maria Alzira Seixo, ao concluir da leitura dos processos jurídicos que constituem o vertente livro, sublinha como este «[...] recorda imediatamente uma realidade próxima e abafada, e que assim assume ao mesmo tempo a condição de denúncia política e de análise objectiva da sociedade contemporânea como Zola a enunciaria. [...]» Prosseguindo mais adiante: «[...] Na verdade, e se descontarmos a monotonia repetitiva das fórmulas de inquirição, toda esta série se pode ler como se de um romance se tratasse, romance “sui generis” mas que, quer pela expressão, quer pelo conteúdo, tem antecedentes aproximados na história da literatura. Não me refiro apenas à matéria de natureza erótica veiculada por meios de depravação susceptíveis de sujeição penal mas, sobretudo, a um processo indirecto de narração que poderemos aproximar do romance epistolar do século XVIII, do tipo de As Ligações Perigosas [...].»
Trabalho exemplar de recolha e denúncia levado a cabo por Marta Castro Alves, pseudónimo do escritor Amadeu Lopes Sabino.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

O «Bon-odori» em Tokushima




WENCESLAU DE MORAES
[prefácio de] Bento Carqueja

Porto, s.d. [1929, ano da morte acidental do Autor]
Companhia Portuguesa Editora, Ld.ª
2.ª edição
19,2 cm x 12,3 cm
288 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: Caderno de Impressões Intimas
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo, pequena mancha de ressumo de cola no canto superior direito da capa
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de crónicas do Japão com elementos autobiográficos, de história e cultura local, e um importante testemunho acerca da festa dos mortos. Todavia, já em 1915 – um ano antes da sua primeirra publicação – ele «Confessa ter escrito O “Bon-odori” em Tokushima “muito à pressa, como que de empreitada”. [...] Na sua opinião [...] é um livro medíocre e foi publicado crivado de gralhas. [...] Em carta endereçada a José Simões Pires, considera que no Bon-odori em Tokushima existem “passagens que nem eu, já esquecido do que escrevi, as entendo. [...]» (Daniel Pires, Wenceslau de Moraes – Fotobiografia, Fundação Oriente, Lisboa, 1993)

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089

Páginas Africanas


WENCESLAU DE MORAES

s.l., s.d. [Porto, circa 1952]
Editorial Cultura [Petrus (Pedro Veiga)]
1.ª edição
19,7 cm x 13,4 cm
210 págs.
requintadamente ilustrado
composto manualmente
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, pontualmente por abrir
é o n.º 19 da tiragem especial em papel azul numerada e assinada pelo Editor
PEÇA DE COLECÇÃO
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

É das primeiras e, ainda hoje, das melhores reuniões temáticas de dispersos do Autor. Documentos que o editor fez enquadrar por detalhada bibliografia enriquecida por nótulas «descritivas, críticas, anedóticas, íntimas e epistolares». São ainda chamados à homenagem, entre outros, Fialho de Almeida, Fidelino de Figueiredo, Castelo Branco Chaves, Afonso Lopes Vieira, Joaquim Manso, Vitorino Nemésio, Jaime do Inso, Castro Soromenho, etc. O volume é invulgarmente bonito: um modelo gráfico de paginação, dos que tornam ainda mais evidente o actual e generalizado mau gosto propalado pelos editores.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Os Serões no Japão



WENCESLAU DE MORAES

Lisboa, s. d. [1926]
Portugal-Brasil, Sociedade Editora
1.ª edição
19,4 cm x 12,4 cm
228 págs.
profusamente ilustrado a preto e branco no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um apontamento de Wenceslau fac-similado, em abertura ao livro, diz-nos tratar-se este de uma reunião de artigos seus para a revista Serões de Lisboa. É-nos dado ler, a dado passo, a título de exemplo da finura da sua observação do Oriente:
«[...] Os dirigentes japonezes almejavam por estabelecer em bases firmes o commercio do paiz com o Occidente, no proposito de engrandecel-o pela industria e pelos progressos adquiridos; mas não podiam admitir tamanha influencia moral, exercida por estranhos [refere-se aos cristãos], tendente á desintegração da familia japoneza, ao fanatismo, á oppressão religiosa, á inquisição e certamente, como remate, ao dominio politico dos brancos no solo dos Mikados. A opinião é correntia, entre os modernos escriptores occidentais mais competentes, que o perigo jesuita foi uma das mais ameaçadoras conjuncturas que hão posto em risco a independencia japoneza, durante a longuissima existencia da nação. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Ó-Yoné e Ko-Haru


WENCESLAU DE MORAES

Porto, 1923
A «Renascença Portuguesa»
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
288 págs. + 1 folha em extra-texto
capa impressa a negro sobre papel tipo “manteigueiro” com cromo colado
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Data de 1913 o pedido de demissão de todos os cargos oficiais e profissionais que Wenceslau mantinha no Japão, quer como oficial da Marinha quer como cônsul em Kobe. Data também de 1913 o seu encontro em Tokushima com Ko-Haru, sobrinha da já então falecida Ó-Yoné, dando-se aqui o início da transformação radical, da niponização do escritor. Irá perder esta sua serviçal volvidos três anos, devido a doença pulmonar. Assim, o livro constitui um comovente hino ao Japão, sob o olhar doce, pacífico, tolerante, de um português de costas voltadas para a selvajaria da Europa.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Fernão Mendes Pinto no Japão [fac-símile do manuscrito]



WENCESLAU DE MORAIS
pref. Ângelo Pereira

Lisboa, 1942
s.i. [ed. Ângelo Pereira]
1.ª edição
35 cm x 25,1 cm
44 págs + 1 folha (tarjeta) em extra-texto
encadernação recente inteira em pele com gravação a ouro e rótulo decoratico de seda adamascada na pasta anterior
por aparar, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, in-4.º por abrir, muito ocasionais pintas de acidez
é o n.º 49 de uma edição de apenas 50 exemplares em papel pluma, numerados e autenticados por Ângelo Pereira, de que o vertente se destinou a Pedro de Andrade
PEÇA DE COLECÇÃO
425,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial:
«Quando em 1916 a Europa e quási todo o mundo se exauriam numa luta sangrenta, Wenceslau de Morais na sua remansosa tebaida de Tokushima saboreava com prazer, mesmo com volúpia, a leitura duma velha edição da famosa obra de Fernão Mendes Pinto “Peregrinação”.
Wenceslau de Morais, segundo êle próprio confessava, preferia ler as primeiras edições dos nossos clássicos.
Sob a exuberante verdura que engrinaldava o alpendre da sua modestíssima mansão, o monge de Tokushima evocava, através da emocionante narrativa do caminheiro português, a vida aventurosa que êle tinha levado em terras longínquas e misteriosas do Dai-Nippon. Desde logo, germinou no espírito fascinante de Wenceslau de Morais a ideia de escrever “um trabalhinho a propósito de Mendes Pinto” que o “Comércio do Pôrto” publicou por alturas de 1920, fazendo, a seguir, sem prévia aquiescência do autor, uma “separata” de reduzidíssima tiragem. Esta deliberação do Director daquêle jornal portuense não foi vista com bons olhos por Wenceslau de Morais que desejava, antes de aparecer em volume o que tinha escrito sôbre Mendes Pinto, fazer uma revisão cuidada e ampliar a despretensiosa narrativa, expurgando-a de incorrecções, sobretudo ortográficas, pois que Morais detestava a ortografia moderna.
[...] Daí o azedume com que acolheu o opúsculo “Fernão Mendes Pinto no Japão”, semeado de gralhas e mal impresso, que o “Comércio do Pôrto” se apressou a fazer-lhe chegar às mãos. [...]»
A vertente edição fac-similada de um manuscrito encontrado no espólio de Wenceslau de Morais, após a sua morte, testemunha a revisão final que o escritor teve em mente, destinada a uma hipotética nova impressão, que nunca chegou a conhecer os prelos.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Ordem Natural das Coisas



ANTÓNIO LOBO ANTUNES
capa de Fernando Felgueiras sobre pastel de Johannes Grützke


Lisboa, 1992
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
21 cm x 13,5 cm
332 págs.
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor ao ilustrador Vítor Mesquita
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escreveu Urbano Tavares Rodrigues, em recensão para Fundação Calouste Gulbenkian:
«É talvez o melhor romance de António Lobo Antunes. Muito bem estruturado, na linha faulkneriana de vários narradores internos, o que supõe um certo esforço por parte do leitor. A Ordem Natural das Coisas conta a história dos amores, das lutas, dos fracassos, das decadências dos membros de uma família rica, com casa apalaçada na Benfica de há mais de trinta anos. O título fala-nos das leis da Natureza que condenam à morte os seres humanos e votam ao insucesso as paixões de homens de cinquenta anos por meninas adolescentes. Não há um herói nem um fulcro de narrativa, que se tece das múltiplas histórias dos irmãos e irmãs (e do sobrinho bastardo) e ainda de outras personagens adjacentes, como o antigo mineiro semi-louco, na sua arteriosclerose adiantada, que por todo o lado abre furos com a picareta, em busca de ouro, ou do ex-agente da P.I.D.E. reduzido a expedientes de miséria. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Explicação dos Pássaros


ANTÓNIO LOBO ANTUNES
capa de Vítor Paiva

Lisboa, 1981
Editorial Vega
1.ª edição
19,9 cm x 14 cm
248 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela assinatura do Autor
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Exortação aos Crocodilos


ANTÓNIO LOBO ANTUNES
capa de Emília Abreu
fotografia de Isabel Risques

Lisboa, 1999
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
20,7 cm x 13,5 cm
384 págs.
brochado com capa e sobrecapa
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escrevendo de um ponto de vista narrativo feminino, em que verdade histórica e ficção literária subtilmente se misturam, Lobo Antunes dá-nos os sinais de um pós-Abril com assaltos a sedes de partidos políticos e assassinatos por encomenda. Dos apontamentos do escritor (in Tereza Coelho, António Lobo Antunes – Fotobiografia, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2004):
«[...] Quatro mulheres de “crocodilos” da revolução de Abril, tomando aqui uma liberdade de expressão para bombistas, dizem o que sabem – e o que sabem é o que inventam a partir do que os homens lhes disseram [...]
[...] A história vista por quatro mulheres: por trás da história; apenas sabem dos factos por conversas escutadas apesar do cuidado dos homens, cartas, papéis, segredos roubados, nunca sabem de tudo; presumem, inventam, adivinham, suspeitam. Metade real, metade inventado, sonhos, desejos, desilusões, projectos, frustrações, esperanças, medos [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

A Morte de Carlos Gardel


ANTÓNIO LOBO ANTUNES

Lisboa, 1994
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
21 cm x 13,6 cm
394 págs.
exemplar novo, sem qualquer quebra na lombada
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

António Lobo Antunes, implacável, dá-nos a conhecer uma família e os que em seu torno gravitam, num retrato árido e cruel, que leva o leitor a repensar as relações humanas num Portugal em declínio. Por contraste com a força vital do cantor argentino Carlos Gardel, cuja presença musical é recorrente, temos neste romance o retrato da frustração, do cansaço, da amargura, do tédio: «[...] o casamento no fundo é isto, duas pessoas sem alma para cozinhar e nada para dizer partilhando peúgas em detergente e frangos de churrasco. [...]».

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089