Domingo, Fevereiro 28, 2010

Dans un Mois Dans un An


FRANÇOISE SAGAN

Paris, 1957
René Julliard
1.ª edição
18,6 cm x 12 cm
192 págs.
exemplar manuseado mas em bom estado de conservação
17,00 eur

É o primeiro romance da escritora francesa, que veio a notabilizar-se logo com o romance seguinte, Bonjour Tristesse.


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Domingo, Fevereiro 21, 2010

Das Leben zwischen der Geburt und dem Tode als Spiegelung des Lebens zwischen Tod und neuer Geburt


RUDOLF STEINER

Dornach [Suíça], 1935
Philosophisch-Anthroposophischer Verlag
[1.ª edição ?]
20,5 cm x 13,6 cm
56 págs.
subtítulo: Gebete für Mütter und Kinder
encadernação editorial, impressão sobre a tela
exemplar com a capa suja do manuseio, miolo muito limpo
17,00 eur

Salvo melhor versão, pode traduzir-se título e subtítulo desta obra do esoterista Rudolf Steiner por O Amor para a Vida e a Morte como um Reflexo da Vida entre a Morte e o Renascimento. Orações para Mães e Filhos.


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Libro del Amigo y del Amado



RAIMUNDO LULIO

Madrid, s.d. [meados do século XX]
M. Aguilar Editor
[s.i.]
12 cm x 8,7 cm
178 págs.
desenhos do frontispício e da página à sua esquerda: Antonio Casero
encadernação editorial inteira em pele com ferros a ouro em ambas as pastas e na lombada, contorno do bordo com filete de fio em relevo seco
exemplar em muito bom estado
25,00 eur

Prolífico pensador e poeta medieval catalão, terá escrito em Palma de Maiorca o vertente conjunto de epigramas iluminados amorosos, entre os anos 1276 e 1279, num estilo de síntese inspirado nos místicos sufis. Aliás, como beato católico se aplicou no apostolado entre o povo muçulmano, num propósito de conversão dos infiéis.


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Quinta-feira, Fevereiro 04, 2010

Falar António


ANTÓNIO TAVARES MANAÇAS

Lisboa, s.d. [1976, segundo a BNP]
Contraponto
[1.ª edição]
18,5 cm x 12,5 cm
80 págs.
texto impresso a azul ultramarino
exemplar n.º 234 de uma tiragem de 500 exemplares
em muito bom estado de conservação
ASSINADO PELO AUTOR
80,00 eur

Diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. V, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2000):
«Passou a vida sentado no estirador, costumava dizer, a fazer riscos de plantas, alçados, cortes, como “construtor” de cidades com suas casas de várias cores. Do muito ou pouco que nos deixou na sua prosa de ficção, espécie de “cronografias” descritivas e sentimentais, onde evidenciou uma visão poética e magoada de olhar o mundo e dele captar os sinais visíveis de uma profunda tristeza ou desilusão, talvez bastem apenas os breves livros que decidiu publicar nos últimos anos de vida. E através deles se compreende que, na recitação do tempo em que viveu, se patenteia afinal uma clara “originalidade” literária na forma de escrita que soube fazer pulsar no ritmo da sua vida: discreta e atormentada, no silêncio do atelier ou no convívio de alguns amigos de um quotidiano partilhado de grande e sincera amizade.»
Deve-se acrescentar que estes seus referidos amigos têm nomes como Herberto Helder, António José Forte, Vitor Silva Tavares, Ricarte Dácio, Virgílio Martinho, Aldina Costa, Eurico Gonçalves, Pedro Oom, Ernesto Sampaio,... o mesmo é dizer a derradeira geração de surrealistas. Neste sentido literário, justifica-se a sua participação na última colectânea de combate editada nas vésperas da queda do fascismo, o volume colectivo Coisas (& etc, Lisboa, Fevereiro / Março de 1974).
A vertente edição Contraponto acrescenta o facto de ser da responsabilidade do escritor e editor (ou vice-versa) Luiz Pacheco. O recente catálogo da Biblioteca Nacional de Portugal, Luiz Pacheco – 1 Homem Dividido Vale por 2 / Contraponto – Bibliografia (co-edição Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2009), refere-se-lhe, evidentemente.


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