domingo, novembro 13, 2011

Amarrado ao Pelourinho


ANSELMO BRAAMCAMP FREIRE

Lisboa, 1907
Ed. do Autor
1.ª edição
30 cm x 21,5 cm
80 págs.
encadernação com lombada e cantos em pele, nervuras e ferros a ouro; exibe etiqueta da Livraria Académica de J. Guedes da Silva (Porto) colada no canto superior esquerdo do verso da pasta da frente
folhas de guarda e primeira e última folhas do miolo com fortes sinais de antiga humidade; no restante o miolo está impecável e foi somente aparado à cabeça, conservando pois largas margens em torno da mancha tipográfica
sem capas de brochura
falta de papel na pasta das costas (vd. destaque na imagem junto)
90,00 eur

É um dos escassos 150 exemplares impressos fora da tiragem normal inclusa no Archivo Historico Portuguez de Junho desse ano. Trata-se do regresso a uma violenta polémica que Freire sustentou contra José Caldas a propósito de um livro deste, História de um Fogo Morto..., onde são proferidas algumas «imposturas» históricas, e surge assim publicada «para que, quando da obra de José Caldas só tiverem noticia os vermes dos cantos escuros das bibliotecas, os seus processos de critica, os seus destemperos de linguajem, subsistão para justa apreciação do seu caracter. [...]»
Bramcamp Freire foi, não só historiador, mas também activista republicano, e nesta qualidade chegou a presidente da Câmara Municipal de Lisboa em 1908, sendo o primeiro republicano a assumir os destinos da cidade.


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quarta-feira, novembro 02, 2011

Curso de Jornalismo


aa.vv.

Lisboa, 1963
Junta de Investigações do Ultramar
Centro de Estudos Políticos e Sociais
1.ª edição
26 cm x 19,7 cm
200 págs.
impressão sobre papel avergoado
exemplar como novo, por abrir
25,00 eur

Reúne intervenções pedagógicas de A. da Silva Rego, Pedro Correia Marques, Jacinto Ferreira, Barradas de Oliveira, João Coito, Almerindo Leça, Adolfo Simões Müller, Trabucho Alexandre, Silva Dias, António Avelino Gonçalves e Barradas da Silva. Por este conjunto de colaboradores poderemos confirmar que jornalismo de regime se praticava, por exemplo, no defunto Diário da Manhã ou na Radiotelevisão Portuguesa.


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Colectânea Jornalística


AFONSO SERRA

Lisboa, 1965
s.i. [ed. Autor ?]
[1.ª edição]
19 cm x 14,1 cm
200 págs.
exemplar como novo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de vinte e cinco anos de colaboração jornalística com o reaccionaríssimo jornal católico Novidades, que o padre Moreira das Neves ainda elogiava, no fim do século passado, nos seguintes termos:
«[...] Recorde-se que as Novidades e a Rádio Renascença foram sempre inteiramente solidárias, como órgãos de comunicação social irmanados e comprometidos na mesma causa: a de alargar e revitalizar no mundo moderno o reino de Cristo, servindo, n’Ele e por Ele, o homem em todos os seus projectos e em todas as suas aspirações. Das Novidades saiu Monsenhor Lopes da Cruz para pôr de pé, com a sua vontade heróica, a Emissora Católica Portuguesa, de que José Maria de Almeida foi entusiástico e generoso colaborador.
Quem sabe se da Rádio Renascença sairá, um dia, o pulso dinamizador do novo diário católico que Portugal espera?» (José Maria de Almeida, Subsídios para a História do Jornal “Novidades”, Rádio Renascença, Lisboa, 1989)


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