terça-feira, dezembro 20, 2011

As Três Missas Rezadas


ALPHONSE DAUDET
trad. Nataniel Costa
desenhos de Manuel Lapa

Lisboa, 1963
Estudios Cor
[1.ª edição]
19,3 cm x 12 cm
32 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
17,00 eur



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quarta-feira, novembro 02, 2011

Curso de Jornalismo


aa.vv.

Lisboa, 1963
Junta de Investigações do Ultramar
Centro de Estudos Políticos e Sociais
1.ª edição
26 cm x 19,7 cm
200 págs.
impressão sobre papel avergoado
exemplar como novo, por abrir
25,00 eur

Reúne intervenções pedagógicas de A. da Silva Rego, Pedro Correia Marques, Jacinto Ferreira, Barradas de Oliveira, João Coito, Almerindo Leça, Adolfo Simões Müller, Trabucho Alexandre, Silva Dias, António Avelino Gonçalves e Barradas da Silva. Por este conjunto de colaboradores poderemos confirmar que jornalismo de regime se praticava, por exemplo, no defunto Diário da Manhã ou na Radiotelevisão Portuguesa.


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Colectânea Jornalística


AFONSO SERRA

Lisboa, 1965
s.i. [ed. Autor ?]
[1.ª edição]
19 cm x 14,1 cm
200 págs.
exemplar como novo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de vinte e cinco anos de colaboração jornalística com o reaccionaríssimo jornal católico Novidades, que o padre Moreira das Neves ainda elogiava, no fim do século passado, nos seguintes termos:
«[...] Recorde-se que as Novidades e a Rádio Renascença foram sempre inteiramente solidárias, como órgãos de comunicação social irmanados e comprometidos na mesma causa: a de alargar e revitalizar no mundo moderno o reino de Cristo, servindo, n’Ele e por Ele, o homem em todos os seus projectos e em todas as suas aspirações. Das Novidades saiu Monsenhor Lopes da Cruz para pôr de pé, com a sua vontade heróica, a Emissora Católica Portuguesa, de que José Maria de Almeida foi entusiástico e generoso colaborador.
Quem sabe se da Rádio Renascença sairá, um dia, o pulso dinamizador do novo diário católico que Portugal espera?» (José Maria de Almeida, Subsídios para a História do Jornal “Novidades”, Rádio Renascença, Lisboa, 1989)


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quarta-feira, outubro 19, 2011

Parabens de Portugal, na feliz acclamaçaõ do fidelissimo Rey D. Jozé, unico do nome


FRANCISCO ANTONIO DA SILVA

Lisboa, 1750
Na Officina de Francisco da Silva
1.ª edição [única]
19,8 cm x 15 cm
7 págs. + 1 pág. (branca)
opúsculo protegido por folha de papel de lustro antigo
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo e fresco
35,00 eur

Poema ao gosto e ao estilo da época, celebrando a aclamação do dito rei, que teve lugar a 7 de Setembro do referido ano.


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terça-feira, outubro 04, 2011

Páginas de Política


RAUL PROENÇA

Lisboa, 1972 [2]-1974-1975
Seara Nova
2.ª edição (vols. I e II) e 1.ª edição (vols. III e IV)
4 volumes
22,5 cm x 14,5 cm
284 págs. + 252 págs. + 288 págs. + 280 págs.
capa de Acácio Santos
subtítulo: Obra Política – Edições do Cinquentenário 1921 / 1971
exemplares estimados; miolo limpo
60,00 eur

De grande interesse para o estudo do pensamento opositor à ascensão do fascismo português, e para a compreensão dos erros que haviam levado ao esfacelamento da I República.
De seu nome completo Raul Sangreman Proença, foi um dos responsáveis, com Jaime Cortesão, por aquilo que veio a ser essa instituição de referência que é a Biblioteca Nacional. Defensor de um socialismo não autoritário, foi exactamente a Seara Nova – que ajudou a fundar – a sua tribuna política por excelência.


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quinta-feira, setembro 29, 2011

Castelos de Portugal


MANUEL IVO CRUZ
desenhos de Manuel Lapa

Lisboa, 1960
Editorial Publicações Turísticas
[1.ª edição ?]
edição em português, francês, inglês, alemão e espanhol
n.º 2 da Colecção Turismo
17 cm x 12,5 cm
32 págs. + 1 folha em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto + 32 págs. em extra-texto
impresso em rotogravura
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)



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quinta-feira, setembro 22, 2011

Alguns Problemas Sociológico-Missionários da África Negra


A.[NTÓNIO] DA SILVA REGO

Lisboa, 1960
Junta de Investigações do Ultramar
1.ª edição
25,7 cm x 19,4 cm
140 págs.
impresso sobre papel avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Os problemas da presença do homem branco cristão numa África sob aliciação de todos os quadrantes – religiosos, políticos, sexuais, mercantis, braçais, etc. –, relato de que o chefe da missão para o estudo da presença missionária colonial conclui:
«[...] tarefa a que a Igreja está habituada é a de vivificar culturas, a de elevar civilizações, a de conduzir povos.
A Igreja espera a sua hora – em África.»


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sábado, julho 16, 2011

Itinerário Histórico da Poesia Portuguesa


JOÃO GASPAR SIMÕES

Lisboa, 1964
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18 cm x 10,5 cm
404 págs.
subtítulo: De 1189 a 1964
colecção BAB
exemplar em bom estado
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma síntese a que Gaspar Simões procedeu a partir da sua própria obra, de 1958, a História da Poesia Portuguesa.
De grande interesse para estudo e confronto com algumas falsas ideias hoje correntes.

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Itinerário Histórico da Poesia Portuguesa



JOÃO GASPAR SIMÕES

Lisboa, 1964
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18,1 cm x 10,4 cm
404 págs.
subtítulo: De 1189 a 1964
colecção BAB
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DO POETA SURREALISTA ANTÓNIO JOSÉ FORTE
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, junho 16, 2011

As Favas Negras


CAMILLO CASTELLO BRANCO

Figueira da Foz, 1924
ed. Alberto Salgueiro [Tipografia Popular]
[1.ª edição em folheto autónomo]
22,5 cm x 12,4 cm
8 págs.
exemplar com a capa solta do miolo e separada da contracapa, com falhas nos cantos; miolo bastante bom, por abrir
50,00 eur

Da nota Ao Leitor:
«A “Revolução de Setembro”, no seu número de 19 de Março de 1862, o jornal “Estandarte Vermelho”, de 30 de Janeiro de 1887, e ainda o opúsculo do dr. J. Mendes Martins “A Faculdade de Direito (Professores e doutrinas)”, editado em 1895, inseriram a carta que Camilo Castelo Branco, o gigante da nossa literatura romântica, dirigiu ao então Presidente do Instituto de Coimbra, justificando a rejeição, que fizera, do diploma de sócio honorário daquele grémio universitário, pelo facto de terem aparecido cinco favas pretas na votação da respectiva proposta.
Eram favas demais... E Camilo, que vira a sua entrada na Academia Real das Sciências de Lisboa – proposta por outro gigante da nossa literatura: Alexandre Herculano – sancionada por uma votação a que as favas pretas haviam sido estranhas, devolveu para Coimbra a honraria do Instituto, mas não sem lhe apor alguns daqueles comentários cáusticos que da sua pena faziam implacável bisturi. [...]»


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Camilo



VITORINO NEMÉSIO
abertura de Eugénio de Castro

Coimbra, 1925
Edição da Universidade Livre
1.ª edição
19,6 cm x 13,4 cm
32 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado, capa com sinais de fita-gomada; miolo limpo
carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa no frontispício
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve conferência, em que Nemésio, contra Camilo, aproveita para enaltecer Eça de Queirós. Eugénio de Castro, na qualidade de presidente da mesa, nas suas palavras circunstanciais de abertura, dá para perceber que julgava não ir o evento correr assim.

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