sexta-feira, maio 11, 2018
Sombra de Fumo
AUGUSTO GIL
Coimbra, 1915
Moura Marques, Livreiro Editor
1.ª edição
21 cm x 16,1 cm
28 págs. + 116 págs.
encadernação luxuosa inteira em pele com gravação decorativa a ouro em ambas as pastas, utilizando um arranjo com vinhetas tipográficas, lombada com nervuras igualmente decorada, folhas de guarda em papel de fantasia e seixas gravadas a ouro
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação
aparado e brunido a ouro à cabeça
assinatura de posse na pág. 7 do primeiro caderno
PEÇA DE COLECÇÃO
150,00 eur (IVA e portes incluídos)
Livro conscientemente dedicado «Á memória piedosa e doce de João de Deus», no qual assume Augusto Gil essa influência poética. Eugénio de Castro e António Correia de Oliveira seriam poetas do mesmo modo citáveis numa leitura comparada.
terça-feira, maio 08, 2018
A Obra Artística de El-Rei D. Carlos
MARIA DE LOURDES
BARTHOLO
pref. João Couto
capa de João Paulo de Abreu e Lima
fotografias de Mário Novais e Artur Gomes da Cruz
Lisboa, 1963 [aliás, 1967 segundo o cólofon]
Fundação da Casa de Bragança
1.ª edição
33 cm x 24,5 cm (álbum)
294 págs. + 11 folhas em extra-texto, duas das quais
desdobráveis
profusamente ilustrado a negro e a cor
impresso em rotogravura sobre papel superior creme
capa impressa a dourado e relevo seco, sobrecapa policromada
luxuosa encadernação (autenticada pela Fundação Ricardo
Espírito Santo Silva) inteira em pele gravada a ouro nas pastas, na lombada e
nas seixas; guardas em seda verde-água
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo
irrepreensível
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
670,00 eur (IVA e
portes incluídos)
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
A Obra Artística de El-Rei D. Carlos
MARIA DE LOURDES
BARTHOLO
pref. João Couto
capa de João Paulo de Abreu e Lima
fotografias de Mário Novais e Artur Gomes da Cruz
Lisboa, 1963 [aliás, 1967 segundo o cólofon]
Fundação da Casa de Bragança
1.ª edição
33,1 cm x 24,3 cm (álbum)
294 págs. + 11 folhas em extra-texto, 2 das quais
desdobráveis
profusamente ilustrado a negro e a cor
impresso em rotogravura sobre papel superior creme
capa impressa a dourado e relevo seco, sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita do presidente da
Fundação da Casa de Bragança, António Luiz Gomes
160,00 eur (IVA e portes incluídos)
João Couto, na qualidade de ex-conservador do Museu de
Cascais, releva no seu prefácio a importância «[...] [d]esse Rei, que não pôde
superar as circunstâncias de uma época infeliz, dedicou uma grande parte da
sua vida aos estudos oceanográficos e factura de um escolhido número de obras
de arte, entre as quais se destacam as paisagens alentejanas e a vida do mar. [...]»
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
terça-feira, maio 01, 2018
Lourenço Marques, Xilunguíne
ALEXANDRE LOBATO
grafismo de Seabra Leiria
Lisboa, 1970
Agência-Geral do Ultramar
1.ª edição
22,9 cm x 19,9 cm
312 págs. + 10 págs. em extra-texto (policromias) + 2
desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Biografia
da Cidade: I – A Parte Antiga *
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no frontispício
80,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Do Posfácio do autor:
«Este livro é a primeira parte de um estudo em que se
pretende dar uma explicação humana e realista da formação da cidade de Lourenço
Marques, através de panoramas essenciais da sua vida social, económica e
política, nos diversos tempos.
Não é portanto uma história de Lourenço Marques, nem um
documentário urbanístico. É um livro de tese, numa síntese de perspectivas
estruturais, que se procurou manter vivo através de uma ilustração
necessariamente densa, por vezes minuciosa. [...]»
* Único volume publicado.
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
Aspectos de Moçambique no Antigo Regime Colonial
ALEXANDRE LOBATO
Lisboa, 1953
Livraria Portugal
1.ª edição
22,7 cm x 17,2 cm
58 págs.
exemplar novo; miolo por abrir
30,00 eur (IVA e portes já incluídos)
Polémica de carácter histórico-ideológico que Marques Lobato sustentou contra o escritor e jornalista mação José Rodrigues Júnior, conhecido como “o patriarca das letras moçambicanas”, e que na altura ia já a caminho da sua completa rendição ao catolicismo e ao obscurantismo do Estado Novo. Lobato, esse, com razão de historiador ou sem ela, marca pontos:
«[...] Parece que Rodrigues Júnior está convencido de que os Portugueses entraram em Moçambique a tocar tambor pelo mato dentro com a mania da ocupação, da ordem e da lei. Nada disso. Os homens de armas, que eram vulgares civis assentados na matrícula para a defesa das fortalezas, ficaram em Sofala e em Moçambique, dentro dos muros. Os homens do sertão, os muitos portugueses que andavam pelo mato, transviados a mercadejar no Monomotapa, eram desertores, homens que fugiam das naus e das fortalezas e iam servir os régulos e governar a vida. [...]»
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domingo, abril 29, 2018
Paralelo 42
JOHN DOS PASSOS
trad. Helder de Macedo
capa de João da Câmara Leme
Lisboa, s.d. [1963, seg. BNP]
Portugália Editora
1.ª edição
21,7 cm x 15,1 cm
416 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Trata-se do primeiro livro (autónomo) da trilogia U.S.A., em que o luso-descendente John
dos Passos (1896-1970) vai estabelecer os traços da União: «U.S.A. é a fatia de
um continente. U.S.A. é um grupo de sociedades anónimas de responsabilidade
limitada, alguns sindicatos, um sistema de leis encadernadas em carneira, uma
rede radiofónica, uma cadeia de cinemas, uma coluna de cotações da Bolsa
apagadas e rescritas num quadro preto pelo contínuo da Western Union, uma
biblioteca pública cheia de jornais velhos e livros de história amarrotados,
com protestos escritos a lápis nas margens. U.S.A. é o maior vale do mundo,
franjado de montanhas e colinas. U.S.A. é uma colecção de funcionários
gabarolas com contas de banco a mais. U.S.A. é uma quantidade de gente
enterrada nas suas fardas no cemitério de Arlington. U.S.A. é as letras no fim
de uma direcção quando se está no estrangeiro. Mas, principalmente, U.S.A. é o
falar do povo.» (Da nota editorial na badana)
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sábado, abril 28, 2018
Lilliput Langenscheidt
Berlin - Schöneberg, 1955
Langenscheidt KG
[s.i.]
2 vols. (completo)
4,9 cm x 3,7 cm
476 págs. + 632 págs.
subtítulo: Português –
Inglês; English – Portuguese
acabamento editorial em tela encerada impressa a negro
exemplares estimados; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)
Empresa fundada no século XIX por Gustav Langenscheidt, é
hoje distribuidora mundial dos guias Michelin e Forbes. Os seus
dicionariozinhos são considerados o melhor apoio linguístico para viajantes de
todo o mundo. Há-os numa profusão babélica. O seu minúsculo formato – assim
como uma apreciável qualidade – notabilizou-os. Nos anos 60 do século passado,
eram oferecidos como lembrança aos passageiros dalgumas companhias de aviação.
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
sexta-feira, abril 20, 2018
Grupo de Bailados Portugueses Verde-Gaio [programa]
GRUPO DE BAILADOS
PORTUGUESES VERDE-GAIO,
Margarida de Abreu,
Fernando Lima,
Carlos Seixas,
Luís de Freitas
Branco,
Ruy Coelho,
Auber,
Jaime Silva, Filho
capa de [Maria] Keil [do Amaral]
Lisboa, s.d. [circa
1960]
[Secretariado da Propaganda Nacional]
1.ª edição
29,9 cm x 19,7 cm
8 págs.
acabamento um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Programa de sala referente à exibição de Prólogo Galante (Carlos Seixas), O Condestável – A Espada e a Cruz (Luís
de Freitas Branco), Passatempo (Ruy
Coelho), Grand Pas de Deux (Auber) e Fado (Jaime Silva, Filho).
Bailados Verde-Gaio [programa]
[IVO CRAMÉR,
Frederico de Freitas,
Paulo Ferreira,
Bárbara Thiel,
Tyyne Talvo,
António Ferro]
Lisboa, Dezembro de 1948
s.i. [Secretariado Nacional de Informação]
1.ª edição
25,2 cm x 18,9 cm
16 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Programa de sala referente à exibição de Quatro Danças (Rameau), Pavana para uma Infanta Defunta e Balada (Ravel), La Fille aux Cheveux de Lin (Debussy), Noite Sem Fim (Moussorgsky), Aventuras
de Arlequim (Scarlatti), Para Lá do
Oriente e A Menina e os Fantoches
(Prokofieff) e Oriental (Granados).
A Memória do Cinema 82
[J. GUILHERME DA
SILVA, coord.]
Lisboa, 1983 [Janeiro a Dezembro de 1982]
Quarteto
1.ª edição
29,1 cm x 20,4 cm
4 págs. + 72 págs.
subtítulo: Anuário
Cinematográfico
profusamente ilustrado
exemplar estimado, sinais de fita-gomada na capa; miolo
irrepreensível
27,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Reunião de todas as folhas de sala relativas aos filmes
exibidos no ciclo A Memória do Cinema, em 1982, cobrindo referências a um acervo de mais de duzentas e cinquenta obras, que o
Quarteto, à época, disponibilizou numa escolha de invulgar padrão de qualidade
e importância culturais.
A Memória do Cinema 79
[J. GUILHERME DA
SILVA, coord.
PEDRO MATOS,
texto]
Lisboa, 1980 [Janeiro a Dezembro de 1979]
Quarteto
1.ª edição
29,1 cm x 20,5 cm
4 págs. + 100 págs.
subtítulo: Anuário
Cinematográfico
profusamente ilustrado
exemplar estimado, vinco na capa; miolo no geral limpo
sublinhados a tinta nas págs. 42-43, 53 e no índice
assinatura de posse no rosto
20,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Reunião de todas as folhas de sala relativas aos filmes
exibidos no ciclo A Memória do Cinema,
em 1979, cobrindo referências a um vasto acervo de obras, que o Quarteto, à
época, exibiu, numa escolha de grande qualidade e importância culturais.
Vinte Anos de Cinema (1962-1982)
EDUARDO PRADO COELHO
grafismo de Luís Correia
Lisboa, 1983
Instituto de Cultura e Língua Portuguesa
1.ª edição
19,3 cm x 11,7 cm
168 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado em separado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinaturas de posse no rosto e no ante-rosto
20,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Da Introdução do autor:
«[...] os últimos vinte anos do cinema português constituem
um período fortemente polémico. 1962 assinala uma data importante porque, em
torno de uma iniciativa de Ernesto de Sousa, mas também de obras de Manuel de
Oliveira, Artur Ramos, Paulo Rocha e outros, se iniciou um processo de reabilitação do cinema português [...].»
quinta-feira, abril 19, 2018
A Dictadura
[SAMPAIO] BRUNO
Porto, 1909
Livraria Chardron, de Lello & Irmão, editores
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
VIII págs. + 296 págs.
subtítulo: Subsidios
Moraes Para Seu Juizo Critico
exemplar estimado, com falhas de papel nos topos superior e
inferior da lombada; miolo limpo
assinatura de posse sobre o frontispício
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
Diz Joel Serrão no seu Sampaio
Bruno, o Homem e o Pensamento (Editorial Inquérito, Lisboa, 1958): Em pleno
conflito ideológico com Afonso Costa, que chegou a agredir Sampaio Bruno
fisicamente, o que levou este último a afastar-se do Partido Republicano, será
ainda «[...] na qualidade de jornalista republicano independente que ele vai
travar o veemente combate, que foi o seu, contra a ditadura de João Franco.
Volta-lhe o ardor combativo de outrora. Escreve quase diàriamente um artigo.
Insurge-se contra a supressão dos direitos cívicos e, quando, em 1908, João
Franco caiu, logo após o assassinato do rei e do príncipe herdeiro, exclama: “o
regicídio é, seguramente, um acto condenável, mas o despotismo não o é menos. O
tiranicídio é, na verdade, um crime; mas a tirania é também um crime”. [...]»
O vertente livro serve História na exactidão dos factos e na
conotação posta nos mesmos.
pedidos para:
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quarta-feira, abril 18, 2018
Pravda 1
dir. e org. Júlio Henriques e Vasco Santos
Coimbra, Outono de 1982
Fenda Edições
1.ª edição [única]
29,5 cm x 19,8 cm
48 págs.
acabamento com dois pontos em arame
impresso a duas colunas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e
portes incluídos)
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
O a Fazer, Faz-se [...]
RUY CINATTI
vinheta de Maluda
Lisboa, 1974 [aliás, Fevereiro de 1976]
ed. Autor [Grafilarte, Artes Gráficas, Lda. – Águeda]
[1.ª edição]
21,5 cm x 16 cm
40 págs.
subtítulo: [...] antes
que o Cálculo nos disfarce & digamos que não é bem assim o que foi assim
mesmo & O a fazer deixe de fazer-se & O que escrevi sobre esta modesta
Meditação quotidiana deixe de publicar-se & Ninguém saiba o que um Poeta
está ruminando sobre os pós-Tempos do 25 de Abril & os verídicos &
fantasiosos Acontecimentos que Os preencheram. Com variadas Modalidades
a-propósito – Pessoas, Coisas, Animais – & outras Considerações oportunas e
proféticas Tudo disposto para Referência aos Momentos cronológicos &
corrigido em Estilo poético pelo dito Ruy Cinatti Testemunha atenta, veneradora
e obrigada Cidadão Eleitor desta Cidade com Firma na Ilha de Timor
Comparticipante em dois Movimentos & Autor de Borda d’Alma e Cravo Singular
capa impressa retro e verso
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Por vezes os escritores excedem
tudo quanto se esperava deles. Para bem deles e dos leitores, mas, por vezes,
também para mal de toda a gente. O seu radicalismo, o mais das vezes, se não
consegue ser esteticamente complementado, joga do lado do ideólogo enganador.
Ezra Pound, Céline, Cioran e até o nosso Pessoa apostaram na pior política das
suas épocas – mas nem isso os diminuiu à luz de uma leitura menos redutora e
menos maniqueísta. Ruy Cinatti é um caso assim. A sua opção histórica, que o
levou a pôr a arte poética ao serviço do panegírico bélico do militar Jaime
Neves, usando de uma linguagem ressabiada de retornado, mesmo assim não o apeou
do lugar que por direito lhe pertence na cultura nacional. A vertente obra
pertence a esse triste núcleo de folhetos que o poeta, nos anos 1974-1976,
andava pelas ruas e pelos cafés de Lisboa a impingir a quem lhe dava troco.
pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
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Import-Export
RUY CINATTI
vinheta de Maluda
Lisboa, 1974 [aliás, Fevereiro de 1976]
ed. Autor [Grafilarte, Artes Gráficas, Lda. – Águeda]
[1.ª edição]
21,4 cm x 16 cm
36 págs.
subtítulo: Memória
descritiva & caderno de encargos dos Factos, Argumentos, Suposições,
Hipóteses, Boatos, Etc. que os pós-Tempos do 25 de Abril estão suscitando a
muitos Portugueses e Estrangeiros com variadas Modalidades a propósito –
Pessoas, Coisas e Animais – Contas à vida, adrede Fantasias & outras
Considerações oportunas e proféticas Tudo disposto para Referência aos Momentos
cronológicos, dialécticos e emocionais & redigido em Estilo poético pelo
dito Ruy Cinatti Afiliado a dois Movimentos & a nenhum Partido, por
enquanto, mas Cidadão eleitor desta Cidade com Firma na Ilha de Timor para
sempre Autor entre outros Escritos éditos & inéditos de Borda d’Alma, Cravo
Singular & O a Fazer, Faz-se
capa impressa retro e verso
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, agrafos oxidados; miolo limpo
37,00 eur (IVA e
portes incluídos)
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pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
Poemas
REINALDO FERREIRA
Lourenço Marques, 1960
Imprensa Nacional de Moçambique
1.ª edição
21 cm x 14,7 cm
200 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita do poeta, dramaturgo e pintor António Pedro
120,00 eur (IVA e portes incluídos)
Filho do jornalista homónimo – o notável Repórter X –, cedo partiu, aos 37 anos de idade, sem que os seus versos, alguns poucos editados avulsamente na imprensa periódica, houvessem feito a prova de conjunto em livro. Àqueles, amigos, que o admiraram coube essa tremenda responsabilidade: imortalizá-lo para o mundo das Letras, inscrevê-lo definitivamente na matriz poética da língua portuguesa. E no essencial assim fizeram, trazendo a público, os aqui reunidos, na forma ainda projectada pelo Poeta em vida, “livros” quase acabados e por si intitulados Um Voo Cego a Nada, o mais fragmentado Poemas Infernais, e Poemas do Natal e da Paixão de Cristo. Do evidente génio manifesto nesse legado dará fé, mais tarde, José Régio, no ensaio que veio a acompanhar uma reedição na editora Portugália: «[...] uma obra que, mesmo chegando até nós fragmentada, pela sua densidade substancial e a sua beleza formal já entrou como peça de rara qualidade no tesoiro da nossa poesia.»
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
Poemas
REINALDO FERREIRA
pref. José Régio
capa de João da Câmara Leme
Lisboa, s.d.
Portugália Editora
4.ª edição
201 mm x 138 mm
XX págs. + 200 págs.
exemplar como novo, por abrir
20,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Acrescenta ao que de Reinaldo Ferreira se conhecia um bom
núcleo de poemas dispersos e o longo estudo de José Régio.
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
segunda-feira, abril 16, 2018
Do Livro à Leitura
JOSÉ PALLA E CARMO
s.l. [Mem Martins], 1971
Publicações Europa-América, Lda.
1.ª edição
18,5 cm x 13,1 cm
304 págs.
subtítulo: Ensaios de
Crítica Literária
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e
portes incluídos)
José Sesinando Palla e Carmo (1923-1995), irmão do
arquitecto e fotógrafo Victor Palla, foi ensaísta, crítico e tradutor,
sobretudo de literatura anglo-americana. Assinava os seus textos humorísticos
como José Sesinando.
Da nota editorial na contracapa:
«[...] Fruto do labor de vários anos de leitura atenta, os
ensaios de crítica literária que integram Do
Livro à Leitura constituem, para além de todos os seus evidentes méritos,
um excelente roteiro feito de reflexão e de reformulações que permitirão
percorrer mais seguramente o itinerário, tantas vezes árduo, que separa o livro
da sua leitura.»
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
O Palácio Nacional da Ajuda
GUSTAVO DE MATOS
SEQUEIRA
Lisboa, 1961
s.i. [ed. Autor ?]
1.ª edição
26,6 cm x 20,5 cm
52 págs. + 6 folhas em extra-texto (couché)
subtítulo: Resenha
Histórica
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo, vagamente manchado nas páginas
contíguas às folhas de couché
25,00 eur (IVA e
portes incluídos)
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
Palácio Nacional da Ajuda – Roteiro
MANUEL C. DE ALMEIDA
CAYOLLA ZAGALLO
pref. João Couto
ilust. (desenhos) Alexandre Salgado Dias
fotografias de Mário Novais
Lisboa, 1961
s.i. [Palácio Nacional da Ajuda ?]
[1.ª edição]
26,6 cm x 20,4 cm
132 págs. + 26 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e
portes incluídos)
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
domingo, abril 15, 2018
Bancarrota
TOMÁS DA FONSECA
Lisboa, 1962
edição do Autor
1.ª edição («destinada ao Brasil»)
18 cm x 13 cm
288 págs.
subtítulo: Exame à
Escrita das Agências Divinas
composto manualmente em Elzevir
exemplar muito estimado; miolo limpo
exibe na pág. 2 carimbo com ex-libris de Manuel Ferreira de Sousa (Maso)
25,00 eur (IVA e portes incluídos)
Republicano panfletário, bem conhecido pela sua permanente
denúncia da Igreja Católica, foi, porém, como pedagogo do método da Cartilha Maternal de João de Deus que
terá deixado melhores frutos. Neste particular, a sua acção directa junto das
escolas primárias do centro-norte do país foi notável, acabando na sua expulsão
do ensino em 1934. O vertente livro encaixa precisamente neste assunto: «A
lenta mas persistente investida com que a Igreja Católica, durante e após a
primeira Grande Guerra, procurou demolir a obra social que, em poucos anos de
República, conseguimos erguer, impõe-me o dever de recordar, tanto aos novos
agentes dessa Igreja, como à descuidosa geração que ela traz empenhada em
ambiciosos devaneios – as razões que tivemos para falar e agir [...]» (da nota
introdutória ao volume). E segue coligindo artigos seus, entendidos como de
insofismável actualidade, que andavam espalhados pela imprensa da época (1909 e
1910), a que junta um último texto já de 1962 lembrando que «A oposição,
portanto, é um dever sempre que a Nau do Estado ou a Barca de Pedro dêem sinais
de pouca segurança na armação ou se encaminhem para escolhos onde se despedacem
e vão ao fundo. [...]»
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quinta-feira, abril 12, 2018
5 Minutos Antes da Vitoria Final
[ANÓNIMO]
s.l., s.d. [1945]
s.e., s.i.
17,9 cm x 12,8 cm
88 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
17,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Enigmático texto de propaganda, que alerta para a progressão
do bolchevismo Europa adentro, ao aproveitar-se da necessidade de derrotar as
potências do Eixo.
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
O Bloqueio da Fome sôbre a Europa Continental
HANS SCHADEWALDT
Lisboa, 1942
s.e. [«composto e impresso na Imprensa Barreiro»]
s.i.
19,9 cm x 14 cm
32 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Hans Schadewaldt (1923-2009) é uma daquelas muitas figuras
comprometidas com o nazismo, mas que, após o fim da guerra, lá foi andando a
coberto das ciências médicas.
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A Eclosão da Guerra
MINISTÉRIO DAS
INFORMAÇÕES
aa.vv.
Londres, 1939
Editorial Império
s.i.
22,7 cm x 15,9 cm
26 págs.
subtítulo: 22 de
Agosto – 3 de Setembro 1939
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Inclui proclamações, discursos, manifestos, etc., de
personalidades como o rei Jorge VI de Inglaterra, o então Presidente da
Polónia, os deputados ingleses Neville Chamberlain, Arthur Greenwood e
Archibald Sinclair, e ainda o Primeiro Ministro francês Edouard Daladier.
pedidos para:
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Manual de Jogos Educativos
[ANÓNIMO]
s.l., s.d. [Lisboa]
Mocidade Portuguesa Feminina («composto e impresso nas
Escolas Profissionais Salesianas – Oficinas de S. José»)
s.i.
21 cm x 15 cm
148 págs.
subtítulo: Para Uso
nas Escolas do Ensino Primário
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
ocasionais carimbos das Bibliotecas das Escolas Primárias
30,00 eur (IVA e
portes incluídos)
«[...] A maior parte das alunas foi [...] enquadrada e
formada nos centros da MPF [Mocidade Portuguesa Feminina] nas escolas primárias
e técnicas e nos liceus [...]. [Com] programas de actividades [...], de
frequência obrigatória para grande parte da população feminina escolarizada
[...]. A MPF também utilizou outros meios coreográficos, manifestações de
caracter social, político e religioso e iniciativas de carácter assistencial,
para mobilizar, enquadrar e premiar as jovens [...].
Todas estas actividades e iniciativas eram instrumentos de
inculcação de uma moral e de uma ideologia política, que foram secundados por
outro poderoso meio – constituído pelas publicações da MPF – através do qual a
organização transmitia às jovens determinados valores e comportamentos, para as
colocar ao serviço do Estado Novo [...].» (Fonte: Irene Flunser Pimentel, História das Organizações Femininas do
Estado Novo, Temas e Debates, Lisboa, 2001)
A Mulher e a Sensibilidade Portuguesa
IVONE MARIA GABRIEL
PINHEIRO DA SILVA, org.
capa e ilust. Gracinda Candeias, et alii
Luanda, 1970
Comissariado Provincial da Mocidade Portuguesa Feminina
1.ª edição
24,1 cm x 17,3 cm
X págs. + 2 págs. + 816 págs.
ilustrado a negro e a cor
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
85,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Interessante antologia temática, reunindo aspectos
literários colhidos entre a melhor prosa e a melhor poesia portuguesas de todos
os tempos, e de todas as regiões (do Minho a Timor).
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
Cantares de Portugal
ESTEFÂNIA CABREIRA,
música
OLIVEIRA CABRAL,
letra
ilust. Carlos Carneiro
Porto, 1939
Edição de Domingos Barreira – Livraria Simões Lopes
1.ª edição
20,2 cm x 14,5 cm
84 págs.
ilustrado
exemplar manuseado mas aceitável, restauros na lombada;
miolo limpo
25,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Compilação da notação musical e das letras de “cantares de
Portugal”, entre os quais a marcha da Legião
Portuguesa, o Hino da Raça, o Hino da Mocidade Portuguesa, etc., etc.,
destinados «às crianças de Portugal, para que em suas almas germinem, cresçam e
floresçam as crenças e o patriotismo dos nossos gloriosos antepassados»
(segundo a portada do livro). E entre estes antepassados não poderiam faltar,
evidentemente, Nun’Álvares (o da Cruzada...), a Virgem Maria, Jesus, e...
Camões. Camões não foi esquecido.
quarta-feira, abril 11, 2018
Muende
RODRIGUES JÚNIOR
capa de Alfredo da Conceição
Lourenço Marques, 1960
África Editora
1.ª edição
19,5 cm x 13,9 cm
296 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível,
parcialmente por abrir
40,00 eur (IVA e
portes incluídos)
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
Mãe Negra
RODRIGUES JÚNIOR
capa de Viriato Silveira
Coimbra, 1967
Atlântida Editora S.A.R.L.
1.ª edição
19,1 cm x 13 cm
48 págs.
subtítulo: Estudo
capa impressa retro e verso
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e
portes incluídos)
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
Encontros
RODRIGUES JÚNIOR
Lourenço Marques, 1966
Atlântida Editora S. A. R. L.
1.ª edição
19,2 cm x 13,7 cm
176 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e
portes incluídos)
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
Quando Se Pensa nos Que Lutam
RODRIGUES JÚNIOR
Lisboa, 1970
Agência-Geral do Ultramar
1.ª edição
23,1 cm x 16,1 cm
148 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por
abrir
22,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Viagem de reconhecimento da situação na colónia de
Moçambique, levada a cabo pelo jornalista moçambicano.
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
sábado, abril 07, 2018
Jornal do Observador
VITORINO NEMÉSIO
Lisboa, Setembro de 1974
Editorial Verbo
1.ª edição
20,8 cm x 15,1 cm
448 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor ao escritor Pedro da Silveira
95,00 eur (IVA e portes incluídos)
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
quinta-feira, abril 05, 2018
Sermões e Praticas
MANOEL BERNARDES,
padre
Lisboa Occidental, 1733 (ambos)
Na Officina da Congregac,aõ do Oratorio
2.ª e 1.ª edições
2 volumes (completo, primeira e segunda partes)
21,6 cm x 16,3 cm
[16 págs. (não num.) + 484 págs. + 4 págs. (não num.) + 1
folha em extra-texto (gravura)] + [8 págs. (não num.) + 552 págs. + 1 folha em
extra-texto (gravura)]
encadernações homogéneas coevas inteiras em pele com
admirável gravação a ouro nas lombadas
muito pouco aparados, boas margens
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo, papel
sonante
ambos incluem a gravura com o retrato do padre Manuel
Bernardes da autoria de Hieronymus Rossi
PEÇA DE COLECÇÃO
400,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Colhemos
lição junto de Inocêncio Francisco da Silva / Brito Aranha, no douto Diccionario Bibliographico Portuguez
(tomos V e XVI, Imprensa Nacional, Lisboa, respectivamente 1861 e 1893):
«P.
Manuel Bernardes, Presbytero da Congregação do Oratorio de Lisboa, cuja roupeta
vestiu aos trinta annos de edade, sendo já graduado pela Universidade de
Coimbra nas Faculdades de Canones e Philosopbia. – N. em Lisboa a 20 de Agosto
de 1644, e m. na casa do Espirito‑sancto, a 17 de egual mez de 1710, havendo
perdido inteiramente o siso dous annos antes. [...]
Este escriptor, um dos mais afamados classicos da lingua
portugueza, que foi emulo do justamente celebrado padre Antonio Vieira, e que,
apesar da enorme fama do seu competidor na tribuna sagrada, o excedeu em muitos
pontos na suavidade e na poesia do estylo [...].»
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
Pam Partido | em pequeninos | para os pequeninos da casa | de Deos, | Breve tratado Efpiritual, em que fe inf- | true hum Fiel nos pontos principaes | da Fè, e bons coftumes
MANOEL BERNARDES,
padre
da Congregaçaõ do Oratorio de Lisboa
Lisboa Occidental, 1726
Na Officina de Miguel Rodrigues
[4.ª edição (segundo Inocêncio)]
2 tomos (encadernados em 1 volume) (completo)
15,3 cm x 10,3 cm
220 págs. + 2 págs. + 198 págs.
subtítulo: Ajuntaõ-fe
hũa vifaõ notavel, que huma ferva
| de Deos teve dos tormentos do Inferno, e hu- | mas Meditações fobre os Noviffimos
encadernação da época inteira em pele, com nervuras e
gravação a ouro na lombada
corte marmoreado
exemplar em bom estado de conservação, discretos restauros à
cabeça das págs. 159 a 176 sem afectar a mancha de texto; miolo limpo, papel
sonante
dedicatória de Ayres de Carvalho na folha de resguardo do verso da capa anterior
dedicatória de Ayres de Carvalho na folha de resguardo do verso da capa anterior
250,00 eur (IVA e portes incluídos)
Dizem-nos António José Saraiva / Óscar Lopes (ver História da Literatura Portuguesa, 15.ª
ed., Porto Editora, 1989):
«[...] Nascido de uma ligação
irregular, talvez de pai judeu, recebeu ordens sacras e professou em 1674 na
Congregação do Oratório de S. Filipe Néri, que o padre Bartolomeu do Quental
trouxera para Portugal seis anos antes e que tão grande papel desempenhará nas reformas
pedagógicas do séc. XVIII entre nós. [...]
Ideologicamente, e apesar da sua
vasta informação literária e teológica, a obra de Bernardes é a de um cristão
simples, sem problemas filosóficos, a quem a vergonha materna, as leituras
ascéticas e o confessionário inculcaram a ideia de que o mundo secular está
profundamente corrompido. Na sua prosa macia, com uma delicadeza eufemística e
dir-se-ia que voluptuosa, perpassam abundantes casos que dão da mulher, mesmo
da mãe, irmã ou freira, o juízo mais pessimista. Mas ao lado dessa podridão, de
cujo contacto Bernardes afasta habilmente a fímbria da sua prosa imaculada, o
mundo foi e é sempre, para ele, um teatro de constantes e ininterruptos
prodígios miraculosos. [...]
Não se lhe pode, no entanto, contestar
certa perspicácia psicológica em todas as fases dos exercícios de ascese ou de
expansão mística. São sensíveis as suas afinidades com a mística quietista,
pela importância que atribui à contemplação extática, embora evite as teses, entretanto
condenadas, de Molinos, assim como as dos Alumbrados.
Contudo o grande mérito de
Bernardes é o de artista da prosa narrativa. As explicações didácticas, as
análises doutrinais que, sobretudo nos tratados ascéticos, se carregam do
lastro, para nós incómodo, das citações escriturárias, patrísticas,
escolásticas ou literárias, revelam já o estilista; mas é quando procura
atingir o grande público através de narrativas muito chãs e impressivas,
seguidas de comentários moralistas, que Bernardes revela os seus melhores dons
artísticos. [...]»
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
terça-feira, abril 03, 2018
O Senhor D. Duarte, Duque de Bragança e a Senhora Infanta D. Filipa de Bragança na Sua Passagem por Terras de Portugal a Caminho do Brasil, nos dias 27, 28 e 29 de Maio de 1942
A. L. B. [?]
Porto, 1942
Litografia Nacional
1.ª edição
10 cm x 16 cm (oblongo)
livro com 12 postais (completo)
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível,
por preencher
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Reproduções fotográficas da respectiva reportagem.
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
segunda-feira, abril 02, 2018
Código da Felicidade ou a Arte de Ser Feliz no Lar
[ANÓNIMO]
trad. M. Campos e V. Esteves
Lisboa, s.d.
Edição dos Tradutores [Tip. União Gráfica]
1.ª edição
17,9 cm x 12,9 cm
120 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e
portes incluídos)
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