quarta-feira, janeiro 28, 2026

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9.8.7.6.5.4.3.2.1

 

PAULO DA COSTA DOMINGOS
fotog. Paulo Nozolino


Lisboa, 2026
Barco Bêbado | viúva frenesi
1.ª edição
220 mm x 155 mm
28 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar novo
15,00 eur (IVA e portes incluídos)

Completando um ciclo de quatro brochuras de versos inéditos – 1.2.3.4.5.6.7.8.9, Caderno 37 e Características – este 9.8.7.6.5.4.3.2.1 leva o retrato do horror e lama portugueses mais longe:

O poema transgride pela manhã
e cobre gloriosamente a trepadeira púrpura;
agora, que tudo e todos se odeiam,
na impenetrável aurora
sentem-se melhor.

A precisão maligna de impulsos
à astúcia de um pressuposto de luz
(pedaço a pedaço revelando a morte
e o nojo reprimidos)
declina o Tempo zodiacal:
a violenta partição do fluxo:
da Via Láctea ao vírus;
da epifania à produção em série;
do incesto ao tributo pago;
do continente à subida das ágüas;
da fala à sílaba;
da geografia à Arca; …

A gavinha do poema lambe caliça
num recanto de sombra, re-canta:
as escolhas e permutas na cidade-cluster.

De mão estendida o poema alastra.
Já sem núcleo, uma onomatopeia cindida.

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On Va Être Absolument Contre

 


aa.vv.
capa de Danny Fox
trads. António Gregório, Luís Lima, Philipp Teuchmann, Ana Isabel Soares, Júlio Henriques, Diogo Montenegro, e Pedro Morais
grafismo de Paulo da Costa Domingos


Lisboa, 2026
Barco Bêbado
1.ª edição
trilingue português – inglês – francês
220 mm x 165 mm
228 págs.
profusamente ilustrado a negro e a cor
cartonagem editorial e relevo seco
exemplar novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui manifestos panfletários de Andrés Vaccari, Emanuel Cameira, Charles Bernstein, Paulo da Costa Domingos, Mehdi Belhaj Kacem, Louis Armand, Danny Fox, Andrew C. Wenaus, Daniel Y. Harris, Eduarda Neves, Pierre Merejkowsky, Rui Baião, Gary J. Shipley, Nina živančević, Felix Bernstein, Peter Bouscheljong, Stavroula Bellos, e Manuel João Neto.

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Os Feiticeiros de Dobu

 

R. F. FORTUNE
pref. B. [Bronislaw] Malinowski
trad. Salvato Teles de Meneses
capa de Saldanha Coutinho


Amadora, 1977
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
215 mm x 137 mm
424 págs. + 8 págs. (reprod. fotog.)
subtítulo: A antropologia social dos ilhéus de Dobu do Pacífico Ocidental
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, janeiro 27, 2026

Do Desafio á Debandada


CARLOS MALHEIRO DIAS

Lisboa, 1912
Livraria Classica Editora de A. M. Teixeira & Ct.ª
1.ª edição
2 volumes
[180 mm x 107 mm] + [195 mm x 115 mm]
[8 págs. + 336 págs.] + [4 págs. + 386 págs.]
subtítulos: I – O Pesadêlo; II – Chéque ao Rei...
exemplares manuseados mas aceitáveis, capas sujas; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Constituem este livro as correspondencias que entre os mezes de abril e outubro deste mesmo anno [1912] escrevemos para o grande jornal brasileiro “Correio Paulistano”» – assim abre Malheiro Dias (1875-1941) o seu ante-prólogo, contextualizando os acontecimentos históricos (a contra-revolução monárquica) que a sua extensa obra vai relatar. – «Abrangem ellas o periodo emocionante inaugurado pela conspiração monarchica da Galliza com o repto de Paiva Couceiro e epilogado pelo seu mallogro na dabandada do Gerez. [...]
Cremos que este depoimento, embora imperfeito, tem o merito de consentir ao leitor entrevêr o que, em dias ainda distantes, será a Historia da Fundação da Republica, quando a escreva um historiador já por completo insensivel ás humanas paixões dos contemporaneos.
Lisongeamo-nos de haver obtido na analyse dos sucessos a previsão rigorosa do seu encadeamento. [...]»

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Em Redor de um Grande Drama



CARLOS MALHEIRO DIAS

Lisboa / Rio de Janeiro, s.d. [1912]
Livrarias Aillaud & Bertrand / Livraria Francisco Alves
1.ª edição
196 mm x 127 mm
2 págs. + XL págs. + 378 págs.
subtítulo: Subsidios para uma Historia da Sociedade Portuguêsa (1908-1911)
encadernação recente inteira em imitação de pele elegantemente gravada a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Esta obra de memorialismo constitui um complemento aos volumes Do Desafio á Debandada e Zona de Tufões.

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Zona de Tufões

 

CARLOS MALHEIRO DIAS

Paris | Lisboa – Rio de Janeiro | S. Paulo | Belo Horizonte, 1912
Aillaud, Alves & C.ia | Francisco Alves & C.ia
1.ª edição
196 mm x 128 mm
2 págs. + 598 págs.
encadernação recente inteira em imitação de pele elegantemente gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Teatro de Joaquim Paço d’Arcos

 

DUARTE IVO CRUZ

Braga, 1965
Livraria Cruz
1.ª edição
215 mm x 152 mm
76 págs.
subtítulo: Ensaio interpretativo e crítico
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR LUÍS FORJAZ TRIGUEIROS
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, janeiro 26, 2026

Afinidades – Revista de Cultura Luso-Francesa




Faro (até ao n.º 3) e Lisboa (segs.), Setembro de 1942 a Outubro / Novembro de 1946
dir. Francisco Fernandes Lopes; ed. João Romualdo Mascarenhas; red. Lionel de Roulet (até ao n.º 14-15) e Allex Lyoudi e Vasco Vidal (segs.)
20 números em 16 brochuras (colecção completa)
247 mm x 176 mm (estojo)
[96 págs. + 4 págs. em extra-texto] + [96 págs. + 6 págs. em extra-texto] + [96 págs. + 4 págs. em extra-texto + 16 págs. (anunciantes)] + [98 págs. + 4 folhas em extra-texto + 14 págs. (anunciantes)] + [2 págs. + 1 encarte impresso frente e verso + 104 págs. + 6 págs. em extra-texto + 22 págs. (anunciantes)] + [1 encarte impresso frente e verso + 106 págs. + 4 págs. em extra-texto + 18 págs. (anunciantes)] + [114 págs. + 14 págs. (anunciantes)] + [1 tarjeta impressa a cor com a bandeira francesa + 104 págs. + 6 págs. em extra-texto + 16 págs. (anunciantes)] + [65 págs. + 4 págs. em extra-texto + 7 págs. (anunciantes)] + [78 págs. + 4 págs. em extra-texto + 10 págs. (anunciantes)] + [82 págs. + 2 págs. em extra-texto + 6 págs. (anunciantes) + 1 encarte] + [96 págs. + 2 págs. em extra-texto + 8 págs. (anunciantes)] + [104 págs. + 1 folha em extra-texto + 4 págs. (anunciantes)] + [88 págs. + 2 folhas em extra-texto + 4 págs. (anunciantes)] + [86 págs. + 3 folhas em extra-texto, uma das quais com 1 cromo colado + 6 págs. (anunciantes)] + [106 págs. + 8 págs. em extra-texto + 6 págs. (anunciantes)]
ilustrados
compostos manualmente, com ilustrações em zincogravura
exemplares em bom estado de conservação, acondicionados em estojo próprio de confecção moderna recente; miolo limpo, por abrir do n.º 6 ao n.º 14-15
assinatura de posse na capa do n.º 5
PEÇA DE COLECÇÃO
290,00 eur (IVA e portes incluídos)

Periódico da resistência intelectual à ocupação nazi na Europa, que a comunidade francesa soube manter em Portugal apesar do autoritarismo do Estado Novo. Autores portugueses aí colaboraram; entre muitos outros, destaque para Abel Salazar, Fidelino de Figueiredo, Guilherme de Castilho, Jaime Brasil, João Gaspar Simões, Joel Serrão, José Cardoso Pires, Mário Dionísio, Adolfo Casais Monteiro, Agostinho da Silva, Eduardo Scarlatti, Jaime Salazar Sampaio, João Pedro de Andrade, Luiz Pacheco, Manuel Campos Lima, Manuel da Fonseca, Roberto Nobre, Tomás Kim, etc., etc.
O escritor Luiz Pacheco recorda no seu Diário Selvagem (ver João Pedro George, Puta Que os Pariu! – A Biografia de Luiz Pacheco, Tinta da China, Lisboa, 2011) esses dias em que, como escritor, se iniciava nas lides:
«[...] celebrado o armistício, a França ficou dividida em duas partes. A zona ocupada e a dita zona livre, o Governo de Vichy, o Pétain, o Laval. Pois bem: a grande cagança dos Franceses no seu predomínio cultural levou-os a querer manter o nome da França em todo o Mundo servindo-se aliás de escritores que tinham fugido aos nazis. E eram, resumidamente: Breton na América, Péret no México, Bernanos no Brasil, dos que sei e lembro.
Num país neutral, que servia de porta de fuga aos refugiados, Portugal (que para alguma coisa tem de servir), a França estabeleceu em Lisboa duas bases, e foi com estas que eu sem saber de nada aprendi alguma coisa, na tentativa de começar a revelar os meus “espantosos” dotes literários. A saber: uma revista de cultura luso-francesa, Afinidades, e um quinzenário, O Globo, entre magazine e suplemento cultural. Ora não havia ao tempo muito que ler em Lisboa e eu lia ou procurava ler tudo. Conheci O Globo, era barato, e fui lá oferecer-me para colaborar (tinha feito o mesmo no Diário Popular, mas a recepção, aliás benevolente, do Ramiro Valadão, intimidou-me). E descobri então que O Globo e Afinidades giravam na órbita de um sujeito, Lionel de Roulet, marido de uma Hélène de Beauvoir, irmã da Simone, que o Roulet era membro da Resistência, isto é, tinha contactos, e no Instituto Francês, então na rua das Praças, regia um Pierre Hourcade, um arranjista perto da Presença, colaborador e amigalhaço, tipo de bagagem literária e forte sacana.
Com artiguinhos de minha lavra, metendo ao barulho tipos amigos, o Pires, o Salazar Sampaio, o Mário Dionísio, o Joly [Braga Santos], eu ia trabalhando nos dois órgãos, onde mandava na parte portuguesa o Vasco Vidal, tipo simpático, amigo da malta nova. [...]»

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Os Novos Escritores e o Movimento Chamado «Neo-Realismo»


JAIME BRASIL

s.l., 1945
s.e. [separata da revista Afinidades, n.º 12]
1.ª edição [autónoma]
230 mm x 172 mm
16 págs.
acabamento com um ponto em arame
ilustrado com uma vinheta
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Rádio e Pânico

 

EDUARDO MEDITSCH, org.
HOWARD KOCH / ORSON WELLES, script radiofónico
et alii
trad. (do script) Luiz Maranhão Filho, e Eglê Malheiros
capa de Pedro Valente
grafismo de L. G. Meyer


Florianópolis – Santa Catarina (Brasil), 1998
Editora Insular Ltda.
1.ª edição
livro + CD áudio com versão radiofónica brasileira
[230 mm x 160 mm] + [125 mm x 123 mm]
240 págs. + 1 CD áudio
subtítulo: A Guerra dos Mundos, 60 anos depois
ilustrado
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um conjunto de estudos jornalísticos motivado pelo programa radiofónico com que Orson Welles, em 1938, lançou o pânico nos Estados Unidos, inspirado no romance The War of the Worlds de H. G. Wells. A importância e a actualidade de tais reflexões prende-se à falsa ideia de existir uma espécie de verdade mediática incontestável, que será suposto um público consumidor engolir a-criticamente. A verdade é que aquilo que Orson Welles, na época, concebeu como mero entretenimento espectacular ganhou, hoje em dia, estatuto oficial de insinuante imperativo manipulatório das sociedades, tendo-se expandido da rádio à imprensa escrita, às televisões e, avassaladoramente, às redes sociais cibernéticas.

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Confesso Que Vivi

 

PABLO NERUDA
trad. Arsénio Mota


Mem Martins, 1975
Publicações Europa-América, L.da
1.ª edição
209 mm x 139 mm
348 págs.
subtítulo: Memórias
exemplar estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Exposição Sousa-Lopes [catálogo]

 

JOSÉ DE FIGUEIREDO, pref.
AFFONSO LOPES VIEIRA, pref.

Lisboa, 1917
Sociedade Nacional de Belas Artes
1.ª edição
192 mm x 128 mm
4 págs. + 46 págs. + 4 págs. (encarte «lista dos preços»)
subtítulo: Pintura a oleo. Desenho. Agua-forte
ilustrado com fotografia do «atelier do artista, em Paris»
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Anarchismo


PAUL ELTZBACHER
trad. e pref. Agostinho Fortes


Lisboa, 1909
Edição da Typographia de Francisco Luiz Gonçalves
1.ª edição
198 mm x 130 mm
240 págs.
encadernação recente inteira em tela com rótulo gravado a ouro na pasta anterior
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Invisiveis de Lisboa



GERVASIO LOBATO
JAYME VICTOR
ilust. Manuel de Macedo


Lisboa, 1886-1887
David Corazzi, Editor – Empreza Horas Romanticas
1.ª edição
6 tomos enc. 4 volumes
200 mm x 132 mm
[(392 págs. + 5 folhas em extra-texto) + (392 págs. + 3 folhas em extra-texto)] + [(392 págs. + 5 folhas em extra-texto) + (392 págs. + 4 folhas em extra-texto)] + (392 págs. + 2 folhas em extra-texto) + (408 págs. + 5 folhas em extra-texto)
ilustrado
elegantes encadernações homogéneas recentes inteiras em imitação de pele, gravação a ouro nas lombadas
não aparados, sem capas de brochura
exemplares muito estimados; miolo limpo, papel acidulado
200,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, janeiro 24, 2026

De Longe


CAÏEL
[Alice Pestana]

Lisboa, 1904
Parceria Antonio Maria Pereira
1.ª edição
197 mm x 144 mm
8 págs. + 216 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação polícroma nas pastas e na lombada
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)
RESERVADO

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Pedro Feudo-Tirou

 

NARCISO DE AZEVEDO

Porto, 1935
Edição da Livraria Fernando Machado
1.ª edição
213 mm x 151 mm
144 págs. + 3 folhas em extra-texto
subtítulo: História e lenda dum portuense do século XIII
ilustrado
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Nossa Pátria

 

[JORGE WILSON DE SOUSA]

s.l. [Lisboa], s.d.
Editorial Seculo
1.ª edição
192 mm x 122 mm
318 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Dona Sinhá e o Filho Padre


GILBERTO FREYRE
pref. Osmar Pimentel
capa de Infante do Carmo

Lisboa, s.d. [circa 1964]
Edição «Livros do Brasil»
1.ª edição (portuguesa)
218 mm x 150 mm
240 págs.
impresso sobre papel superior creme
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinaturas de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«A novela – que o autor, com alguma faceirice irónica, classifica de “seminovela” – trata o tema do homossexualismo masculino com a propriedade científica e a inteligência literária que lhe têm comummente faltado. Nem psicanalismo ultrapassado, nem organicismo aflito. Antes, uma síntese harmoniosa das sugestões com que o psíquico, o somático e o cultural podem iluminar num assunto de extrema complexidade.»

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sexta-feira, janeiro 23, 2026

Fourier et Son Système


GATTI DE GAMOND

Paris, 1841-1842
Capelle, Libraire-Éditeur
5.ª edição
167 mm x 107 mm
4 págs. + XII págs. + 384 págs.
encadernação da época em meia-francesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Isabelle Gatti de Gamond (1839-1905), feminista militante e livre-pensadora, desenvolveu a sua actividade essencialmente como pedagoga.

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Ode à Charles Fourier



ANDRÉ BRETON

Paris, 1947
Aux Éditons de la Rue Fontaine
1.ª edição
285 mm x 170 mm
4 págs. + 52 págs.
encadernação recente em meia-francesa com cantos em pele e gravação a ouro na lombada
corte dourado à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta no verso da primeira folha-de-guarda o ex-libris do neo-realista Joaquim Pessoa
é o n.º 460 da parte da tiragem impressa sobre velino
PEÇA DE COLECÇÃO
650,00 eur (IVA e portes incluídos)

Longo poema escrito numa inequívoca celebração do rompimento do grupo surrealista francês com o Partido Comunista local. Fourier representa, no contexto das ideias políticas, a vanguarda do comunismo libertário.

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Uma Vida Inteira / Ode a Charles Fourier


BENJAMIN PÉRET
ANDRÉ BRETON
trad. e pref. Ernesto Sampaio

Lisboa, s.d. [circa 1963]
A Barca Solar
1.ª edição (nunca foi reeditado, embora o poema de Breton venha a ser incluído muito mais tarde numa colectânea)
217 mm x 150 mm
42 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro publicado num contexto de disseminação literária do movimento surrealista em português, já no início dos anos 60 do século XX, e não referido no catálogo Surrealismo em Portugal 1934-1952 de Perfecto E. Cuadrado / María Jesús Ávila [Museu do Chiado / Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, Lisboa / Badajoz, 2001]. Apenas o dono da casa & etc, Vitor Silva Tavares, a propósito da Contraponto de Luiz Pacheco [ver 1 Homem Dividido Vale por 2, Biblioteca Nacional / Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2009], relembrará essa fugaz intervenção de Ernesto Sampaio e Fernanda Barros enquanto tradutor (ele) e simultaneamente editores (ambos), incorporando VST a aventura de A Barca Solar num mais vasto exercício de agressão à saloíce nacional:
«[...] a Contraponto – paralela a aventuras como a de A Antologia em 58 do Mário Cesariny, da Barca Solar do Ernesto Sampaio, ou da Minotauro do Bruno da Ponte –, até nos seus desaires, ou talvez por via deles, deixou sequelas: porque a mais antiga, à cabeça a & etc; mas lembre-se a Afrodite, do Fernando Ribeiro de Melo; chame-se à colação a Frenesi quando frenética e a Antígona quando refractária; a Hiena, os 4 Elementos Editores, a Fenda, a Black Sun; mais perto, a Averno – cometas tracejando luz no negrume editorial. Agindo nos interstícios da engrenagem mercantil, expulsas por mérito próprio de montras publicitárias, encaram o livro tão-só como produtor de mais-valias artísticas e culturais, objecto de uma entrega que funde o risco com a projecção política, diga-se, poética – ou vice-versa, também vale. [...]»

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Novo Mundo Amoroso

 

CHARLES FOURIER
trad. e pref. Franco de Sousa
capa de Manuel Correia

s.l. [Lisboa], s.d.
Estúdios Cor
1.ª edição
185 mm x 117 mm
256 págs.
capa impressa a duas cores directas e relevo seco
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Italo Calvino (in La Machine Littérature, Éditions du Seuil, Paris 1993):
«[…] En opposition à la pensée des XVIIe et XVIIIe siècles qui cherchait un fondement à l’éthique dans la raison, Fourier sent que le seul terrain solide sur lequel on puisse construire une morale est le principe du plaisir. […]»

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Viajando na Suécia [junto com Viajando na], Noruega, França, Itália, Holanda, Suíça, Inglaterra, Grécia



GEORGE L. PROCTOR
BETH HOGG
GARRY HOGG
ALEXANDER REID
DAVID RAYMOND
LIESJE VAN SOMEREN
MARIANN MEIER
GEOFFREY TREASE
trads. Maria Isabel Morna Braga, Mário Braga, Alexandre Pinheiro Torres, Helena Lousada, Álvaro Garcia Fernandes e Maria Fernanda de Brito
ilustr. Maria Helena Abreu, Eduardo Santos e Gouveia Portuense

Porto, 1960, 1962 e 1963
Livraria Civilização – Editora
s.i. [1.ª edição ?]
8 volumes [consecutivos (colecção talvez completa)]
190 mm x 132 mm
2 x [264 págs. + 18 págs. em extra-texto] + [236 págs. + 16 págs. em extra-texto] + [228 págs. + 18 págs. em extra-texto] + [224 págs. + 16 págs. em extra-texto] + [228 págs. + 16 págs. em extra-texto] + [256 págs. + 16 págs. em extra-texto] + [272 págs. + 16 págs. em extra-texto]
profusamente ilustrados a preto em separado
cartonagem editorial com guardas impressas a cor
composto num elegante Garamond linotipado
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo limpo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Cada livro tem como ponto de partida um rapaz e uma rapariga de visita a um país, e, à medida que avançam, vão aprendendo com os habitantes que encontram algo da história, da geografia, da língua e dos costumes locais. Breves obras concebidas para um público juvenil, num registo literário de aventuras, mas de grande interesse também para os adultos. Denotam, em comum, a particularidade de quererem mostrar à juventude o pós-guerra de uma Europa reconstruída e ordeira, como se nada se houvesse passado. Além dos volumes aqui apresentados, muitos outros a Phoenix House londrina, editor originário, terá publicado; em tradução portuguesa, cremos ser tudo quanto existe.

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Colecção Centauro

 

aa.vv.
dir. colecção, capas e grafismo de Victor Palla

Coimbra, 1959 a 1960
Atlântida Editora
1.ª edição (todos)
7 números em 6 volumes (completo)
181 mm x 120 mm (estojo)
172 págs. + 148 págs. + 148 págs. + [XII págs. + 332 págs.] + 188 págs. + 156 págs.
autores e títulos:
1 – Vasco Branco, Os Vagabundos Ilustrados;
2 – Vercors, O Silêncio do Mar, trad. e pref. Mário Braga;
3 – Mário Sacramento, Teatro Anatómico;
4-5 – Victor Palla, et alii (org., trad. [?] e pref.), O Que É a “Ficção Científica”?;
6 – Artur Portela, Filho, Feira das Vaidades;
7 – Mário Braga, O Cerco
capas impressas frente e verso
corte das folhas carminado
exemplares muito estimados, excepto o n.º 4-5 envelhecido mas aceitável; miolo limpo
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Consta deste conjunto de obras uma que teve o mérito de ser proibida pelo Estado Novo: a Feira das Vaidades de Artur Portela Filho. (Fonte: Livros Proibidos no Regime Fascista, Presidência do Conselho de Ministros, Lisboa 1981)

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Rapsódia Indecisa

 

PATRÍCIA JOYCE
capa de Maria Helena Nunes dos Santos


Lisboa, 1958
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
194 mm x 126 mm
160 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Dilúvio

 

PATRÍCIA JOYCE
capa e ilust. Júlio Gil


Lisboa, 1968
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
230 mm x 176 mm
40 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Auto dos Quatro Meninos

 

PATRÍCIA JOYCE
capa e ilust. Júlio Gil


Lisboa, 1969
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
228 mm x 178 mm
44 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado, capa empoeirada; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR JOÃO DE CASTRO OSÓRIO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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De Profundis

 

OSCAR WILDE
pref. Vyvyan Holland
trad. Cabral do Nascimento
capa de João da Câmara Leme


Lisboa, 1962
Portugália Editora
1.ª edição
195 mm x 132 mm
204 págs.
exemplar como novo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, janeiro 22, 2026

Dois Annos de Troça



EDUARDO FERNANDES (ESCULAPIO)
pref. Antonio de Campos Junior

Lisboa, 1900
Empreza da Historia de Portugal – Sociedade editora
1.ª edição
166 mm x 120 mm
XIV págs. + 242 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Gazetilhas publicadas em O Seculo (94-95)
cartonagem editorial
ilustrado com um retrato do Autor gravado por Francisco Pastor
exemplar estimado, com restauro nas págs. XIII-XIV; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de versos satíricos inicialmente publicados no jornal O Século, as «gazetilhas [...], tantas d’ellas encantadoras de singeleza e admiraveis de graça, muito portuguezas no rir e na fórma, o que é já raro merecimento n’estes  apagados tempos de alta e baixa desnacionalisação; todas impregnadas de um certo sabôr comico muito nosso e d’uma espontaneidade que nos lembra as mais deliciosas quintilhas do Tolentino. [...]» (Ver nota introdutória de Campos Junior).
Eduardo Fernandes era, na época, basto conhecido como empresário teatral, também dramaturgo e figura notória da Baixa lisboeta.

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quarta-feira, janeiro 21, 2026

Alfredo Marceneiro… Os Fados Que Ele Cantou


VÍTOR MARCENEIRO
capa de Freijota
ilust. José Pargana
grafismo de Pedro Lourenço


Lisboa, 2001
Clássica Editora
1.ª edição
210 mm x 161 mm
2 págs. + 206 págs.
exemplar como novo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pouco ou nada Vítor Marceneiro, neto do fadista, escreve, num livro em que mais não faz senão reunir opiniões e entrevistas a Alfredo Marceneiro (1891-1982), embora, notavelmente, compile as letras e algumas notações musicais dos fados que este cantou. São, afinal, os versos de muitos poetas-letristas a substância do volume.

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Amália – Uma Estranha Forma de Vida [fotobiografia]


VÍTOR PAVÃO DOS SANTOS, org. e texto
AUGUSTO CABRITA, fotografias não de arquivo
maqueta de José Teófilo Duarte

Lisboa / São Paulo, 1992
Editorial Verbo
1.ª edição
310 mm x 240 mm (álbum)
240 págs.
encadernação editorial em tela com gravação a ouro nas pasta dianteira e lombada, sobrecapa a cor e folhas-de-guarda impressas
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Fotobiografia que cobre toda a longa carreira de Amália, seguindo Pavão dos Santos um critério de breves introduções escritas acerca de cada período mais marcante e legendagem minuciosa de todas as imagens. No sentido de ilustrar o reconhecimento internacional que Amália inequivocamente teve, fecha o volume imagem da fadista exibindo, em 1990, a mais alta condecoração espanhola, a grã-cruz da Ordem de Isabel, a Católica.
Uma sistemática e anotada discografia, muito útil para os fãs, completa este trabalho.

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Doida de Amor

 

ANTERO DE FIGUEIREDO

Paris-Lisboa | Porto | Rio de Janeiro, 1925
Livrarias Aillaud e Bertrand | Livraria Chardron | Livraria Francisco Alves
8.ª edição
180 mm x 120 mm
192 págs.
luxuosa encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada, relevo seco em ambas as pastas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Espada e o Coração

 

JÚLIO GRAÇA
capa de Maria Helena Nunes dos Santos


Lisboa, 1962
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
194 mm x 124 mm
228 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, janeiro 20, 2026

Os Planos Financeiros


MARIANNO [CYRILLO] DE CARVALHO
pref. Mariano Pina

Lisboa, 1893
Typ. da Companhia Nacional Editora
1.ª edição
182 mm x 121 mm
XX págs. + 366 págs.
exemplar com a capa envelhecida mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Vasto conjunto de artigos que o ministro da Fazenda, Mariano de Carvalho, fez vir a público no Diário Popular da época em tentativa de ir explicando as suas decisões políticas «[...] n’uma das circunstancias financeiras e economicas mais graves e mais delicadas por que este paiz tem passado [...]». Diz-nos o prefaciador a dado passo, determinando o espírito da escrita:
«[...] se todos quantos prezam e admiram o seu talento poderoso e creador – viessem submeter este livro, onde se acham archivadas as suas idéas e os seus planos economicos e financeiros, ao supremo tribunal da intriga politica e d’aquella jacobinagem que, nos papeis, diariamente, anda cultivando a injuria. Semelhante procedimento seria mais do que simples destempero; – seria a abdicação da propria dignidade, seria o reconhecimento tacito de que os intrigantes de todas as especies e de todas as cathegorias tinham inteira razão, quando açacalavam as suas calumnias contra uma das mais proeminentes individualidades da politica contemporanea. [...]»

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domingo, janeiro 18, 2026

A Mulher Vestida de Homem

 

FERNANDO DE CASTRO PIRES DE LIMA
pref. Raffaele Corso


s.l. [Lisboa], 1958
Fundação Nacional Para a Alegria no Trabalho
1.ª edição
235 mm x 158 mm
384 págs.
subtítulo: Contribuição para o estudo do romance «A Donzela que vai à Guerra»
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Exemplos de Virtudes Civicas e Domesticas Colhidos na Historia de Portugal

 

I. [IGNÁCIO] DE VILHENA BARBOSA

Porto | Braga, 1876
Livraria Internacional de Ernesto Chardron
4.ª edição («correcta»)
199 mm x 128 mm
4 págs. + X págs. + 296 págs.
modesta encadernação inteira em tela crua com a capa de brochura anterior espelhada
não aparado
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Monumentos de Portugal

 

IGNACIO DE VILHENA BARBOSA
pref. Pinheiro Chagas


Lisboa, 1886
Castro Irmão – Editores
1.ª edição
250 mm x 167 mm
16 págs. + XIV págs. + 504 págs. + 4 folhas em extra-texto (uma das quais dupla)
subtítulo: Historicos, artisticos e archeologicos
ilustrado
encadernação de amador inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Segundo Livro do Bairro

 

MANUEL MENDES
[capa de Carlos Botelho]


Lisboa, 1966
Sociedade de Expansão Cultural
2.ª edição
196 mm x 125 mm
240 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação, conserva a folha de cristal protectora da capa; miolo irrepreensível, por abrir
é o n.º 43 de uma tiragem especial impressa sobre Velino assinada pelo autor
PEÇA DE COLECÇÃO
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Quanto ao primeiro livro da série Bairro os serviços de leitura das Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian nem se deram ao trabalho de o ler; mas os segundo e terceiro volumes aparecem brevemente recenseados pelo escritor António Quadros, assim sendo para o verbete referente ao Segundo Livro do Bairro:
«Contos de ambiente citadino, extraídos da vida quotidiana e traçando um galerim de figuras lisboetas do povo e da pequena burguesia, as suas lutas, seus dramas, seus amores e suas esperanças. O autor, que tem sentido poético, é um bom analista de almas e, embora as suas personagens não tenham dimensão épica, têm uma verdade simples e habitual, sem atitudes preconceituosas.
Lembra por vezes as personagens de Dickens. [...]
[...] Meio para que é recomendável – Especialmente citadinos ou fabris – Mas poderá ser levado a todos».

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