segunda-feira, agosto 31, 2015

Livro | de | Marco Tullio Ciceram, | chamado | Catam Maior, | ou da velhice, | dedicado a | Tito Pomponio Attico



MARCO TULLIO CICERAM
trad. Damião de Goes

Lisboa, 1845
Na Typographia Rollandiana
2.ª edição («nova edição»)
16,7 cm x 11,8 cm
2 págs. + 114 págs. + 6 págs.
encadernação recente em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel sonante
assinatura de posse datada de 1867 no ante-rosto
PEÇA DE COLECÇÃO
250,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reimpressão oitocentista da tradução de Damião de Góis (1502-1574), originalmente editada em Veneza em 1538.

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sexta-feira, agosto 28, 2015

Prometeu Agrilhoado


ÉSQUILO [atribuído a]
trad. e pref. Eduardo Scarlatti

Lisboa, 1942
Cosmos
1.ª edição
189 mm x 131 mm
128 págs.
na prestigiada colecção Biblioteca Cosmos dirigida por Bento de Jesus Caraça
cartonagem editorial
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Após outras duas [?] edições na Livraria Luso-Espanhola [Lisboa, s.d.], a frenesi escolheu, em 1995, este mesmo trabalho do dramaturgo Eduardo Scarlatti e integrou-o no respectivo Catálogo. A importância desta achega reside no facto de ter sido este livro que, nesses anos de viragem, veio trazer um novo fôlego à nossa casa editora e anunciar uma linha de fricção até aí insuspeita.

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domingo, agosto 23, 2015

Balada do Café Triste


CARSON McCULLERS
trad. Cabral do Nascimento
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1959
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
19,5 cm x 14,3 cm
224 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

«Escrita em 1951, esta novela foi considerada por Tennessee Williams como uma das obras-primas em prosa da língua inglesa. E Graham Green, com a usual ironia, comparava-a a Faulkner: “Prefiro Miss McCullers a Faulkner porque escreve com mais clareza; prefiro-a a D. H. Lawrence porque não tem mensagem.” A sucinta obra de Carson McCullers descreve um mundo solitário e marginal, onde se entra sem aviso prévio [...]» (Luísa Costa Gomes, et alii, Contos Contigo, IPLB, Lisboa, 2002)

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Coração, Solitário Caçador


CARSON McCULLERS

trad. e pref. José Rodrigues Miguéis
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1958
Estúdios Cor
1.ª edição
195 mm x 147 mm
392 págs.
colecção dirigida por Nataniel Costa
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Do prefácio de Rodrigues Miguéis:
«[...] combinação de interiorismo e objectividade, de sensibilidade e realismo, a identificação na despersonalização, e a aptidão a usar a linguagem em função dos caracteres, são os traços que eu estimaria ter posto em relevo. Se alguma coisa pudéssemos aprender (mas só aprendemos o que já sabemos) era para essa lição que eu desejaria chamar as atenções dos fáceis improvisadores de novidade. [...]»

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A Abadia do Pesadelo


T.[HOMAS] L.[OVE] PEACOCK
trad., prefácio e notas Jorge de Sena
capa do pintor Figueiredo Sobral


Lisboa, 1958
Portugália Editora
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
XXIV págs. + 160 págs.
composto manualmente em elzevir na mítica Tipografia Ideal
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma sátira em torno da figura do poeta romântico Shelley. O culto Prefácio do poeta Jorge de Sena, não só contextualiza historicamente as ideias em confronto, como nos “ensina a ler” a obra traduzida.
Num outro plano, fica aqui uma chamada de atenção para a incontornável necessidade, ao estudar um escritor pela obra própria, de ir também estudar o seu serviço literário prestado a outrem através de traduções. É matéria obrigatória numa bibliografia que se preze. Basta lembrar, por exemplo, Damião de Góis pela sua tradução de Da Velhice de Marco Túlio Cícero...

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terça-feira, agosto 18, 2015

Tanoaria e Vasilhame


JOSÉ CALDAS NOBRE DA VEIGA

Lisboa, 1954
Livraria Sá da Costa
1.ª edição
20,3 cm x 14,8 cm
264 págs.
ilustrado
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Arte da madeira indispensável ao acondicionamento e preservação do vinho, a tanoaria é aqui abordada do ponto de vista do seu fabrico profissional.

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O Solar do Velho Porto



Lisboa, 1946
[s.i.]
[1.ª edição]
25,7 cm x 19,2 cm
20 págs.
subtítulo: Lista de vinhos, 1946
folheto impresso a duas cores sobre papel superior, com acabamento sem costura nem agrafo, fólios encasados e rematados por cordão de seda
exemplar muito estimado com sinais de antigo vinco; miolo limpo e fresco, encontrando-se ocasionais sublinhados nas rubricas Retinto, Tinto, Tinto aloirado, Aloirado, Aloirado claro e Branco
peça de colecção
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do preçário de serviço à sala e ao bar do, ainda hoje, tradicional Solar do Vinho do Porto. É muito interessante ler-se as três páginas de texto explicativo de características e pressupostos no tratamento daquilo que os clientes ali procuram. No mais, temos aí detalhado elenco das espécies e respectivas adegas fornecedoras, com preços por garrafa ou cálice.

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A Colocação do Vinho do Porto no Mercado Norte-Americano


AGUEDO DE OLIVEIRA, doutor

Lisboa, 1956
Empresa do «Jornal do Comércio e das Colónias»
[1.ª edição]
22,4 cm x 13,2 cm
24 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Elementos para a busca de novos mercados para o produto nacional. O autor, de seu nome completo Artur Águedo de Oliveira, foi funcionário do regime fascista, desde vice-presidente do Tribunal de Contas, entre 1930 e 1948, a ministro das Finanças, entre 1950 e 1955.

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O Vinho do Pôrto


JOSÉ JOAQUIM DA COSTA LIMA

Lisboa, 1936
Edição do Instituto do Vinho do Porto
1.ª edição
23,8 cm x 16,7 cm
32 págs. + 1 desdobrável em extra-texto + 10 págs. em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
imagens impressas em rotogravura
corpo do texto impresso a duas cores sobre papel superior
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante monografia vinícula, em que se divulga quer o tratamento e colheita da vinha e da uva, quer o processamento desta última, quer recomendações para a posterior conservação do vinho.

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O Vinho do Porto


JOSÉ JOAQUIM DA COSTA LIMA

Lisboa, 1956
Edição do Instituto do Vinho do Porto
[3.ª edição]
24 cm x 16,8 cm
42 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado
corpo do texto impresso a duas cores sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Velho Porto



[ANÓNIMO]
ilustr. Carlos Carneiro

Lisboa, 1954
Instituto do Vinho do Porto
s.i. (reedição) [edição original em 1940]
16,1 cm x 11,9 cm
16 págs.
profusamente ilustrado a cores
impresso sobre papel superior, acabamento com um ponto em arame e cordão de seda entrançado
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante que, segundo o anónimo redactor deste folheto promocional, entre os momentos históricos representativos da presença do vinho do Porto, como a batalha de Trafalgar ou a «terna intimidade de Napoleão e Josefina», seja de ainda notar ter «[estado] nos Jogos Olímpicos de Berlim»...

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domingo, agosto 16, 2015

Panegirico | na Eleiçam | do | Summo Pontifice | Innocencio XIII



CONDE DA ERICEIRA [FRANCISCO XAVIER DE MENEZES]

s.l. [Lisboa], 1721
s.i. [Academia Real da História Portuguesa]
1.ª edição
32,6 cm x 22,9 cm
46 págs. (não num.)
capa primitiva espelhada sobre encadernação recente, são visíveis resquícios da gravação original a ouro
por aparar, folhas-de-guarda de origem
exemplar estimado; miolo limpo, papel sonante com boas margens, restauros discretos em ocasionais vestígios de xilófago
assinatura de posse antiga do Conde de Caparica
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo III, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«D. Francisco Xavier de Menezes, 4.º Conde da Ericeira (e não terceiro, como por um dos seus costumados descuidos escreveu José Maria da Costa e Silva no Ensaio Biog. Crit. [...]) e Senhor da casa do Louriçal, Commendador de varias Ordens, Deputado da Junta dos Tres Estados, Conselheiro de guerra, Sargento-mór de batalha, Mestre de Campo general, Academico e Director da Acad. R. da Hist. Portugueza, Socio da Sociedade Real de Londres, da Arcadia de Roma, da Acad. Portugueza e Latina, Presidente da dos Generosos, etc., etc. – N. em Lisboa a 29 de Janeiro de 1673, sendo filho de D. Luiz de Menezes [...], 3.º conde da Ericeira, e da condessa D. Joanna Josepha de Menezes [...]. Passou no estado de total cegueira os ultimos annos de sua vida, e m. a 21 de Dezembro de 1743. [...]
Entre a vastíssima oferta de obras que escreveu, conta-se o poema heróico Henriqueida, do mesmo ano que o vertente panegírico, acerca do qual Inocêncio dá a seguinte notícia (ibidem):
«[...] O poema, considerado litterariamente, é obra de merito mediocre, na opinião dos criticos, apezar da summa diligencia com que o auctor pretendeu reduzi-lo ás regras e preceitos epicos, de que era perfeito sabedor. O que lhe faltava unicamente era genio e gosto. Entretanto, ninguem negará que a linguagem é pura e correcta, como o são todas as obras do conde, que foi de certo um dos melhores escriptores do seu tempo. [...]
Poucos homens gosaram no seu tempo de maior reputação litteraria que este conde da Ericeira: o que não obstou a que o critico Luis Antonio Verney fizesse d’elle em 1746 o juizo seguinte, que talvez se não affasta muito da verdade: “Era homem erudito, mas ignorava totalmente aquillo a que chamam modo, methodo e criterio. Com tanto que falasse muito, não lhe importava se dizia bem. Para ostentar o que sabia, carregava as suas pinturas com tantos ornamentos, e doutrina, que chegavam a parecer ridiculas.” [...].»

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sexta-feira, agosto 07, 2015

O Ribatejo na Vida de Camões e na Obra de Fialho


VIRGÍLIO ARRUDA
prefácio de Francisco Câncio

Santarém, 1973
Junta Distrital de Santarém
1.ª edição
24,4 cm x 17,5 cm
XXIV págs. + 248 págs.
subtítulo: A propósito de algumas palavras ditas em Lisboa, na Casa do Ribatejo, na noite de 13 de Novembro de 1972
profusamente ilustrado
exemplar bem conservado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma cultíssima leitura de dois escritores de referência, num arco voltaico que liga o século XVI ao XIX. Arruda sublinha, no legado literário deles, o ascendente do lugar, das gentes e da paisagem ribatejanos.

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quarta-feira, agosto 05, 2015

Conferências e Mais Dizeres


FERNANDO EMYGDIO DA SILVA

Lisboa, 1963, 1964, 1966 e 1975
[ed. Autor]
1.ª edição (todos os vols.)
5 volumes (completo)
21,7 cm x 15,5 cm
[XXXII págs. + 368 págs.] + 400 págs. + 448 págs. + 428 págs. + [588 págs. + 1 folha em extra-texto]
exemplares muito estimados; miolo limpo
valorizados pelas dedicatórias manuscritas do Autor nos dois volumes III e IV
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

De Fernando Emygdio da Silva, filho de Manuel Emygdio da Silva, se reúnem nestes volumes intervenções públicas de incontornável interesse histórico.

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Esta Palavra Lisboa...


FERNANDO EMYGDIO DA SILVA

Lisboa, 1945
Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição
25,3 cm x 18,6 cm
30 págs.
exemplar estimado, sinais de antigas etiquetas nos topos da lombada; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência lida nas comemorações do 797.º aniversário da conquista de Lisboa aos mouros.

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Cousas & Lousas


MANUEL EMYGDIO DA SILVA (L. MANO)

Lisboa, 1958
Edição Comemorativa do Centenário do Nascimento do Autor
1.ª edição
2 volumes (completo)
21,8 cm x 15,2 cm
[XXVIII págs. + 1 folha em extra-texto + 352 págs.] + [2 págs. + 520 págs. + 1 folha em extra-texto]
subtítulo: Crónicas (1903-1910)
exemplares muito estimados; miolo limpo, com as habituais manchas nas folhas confinantes ao papel couché dos extra-textos
valorizados pela dedicatória do promotor da homenagem, Luís António de Carvalho Viegas, administrador-delegado do Jardim Zoológico e de Aclimação
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Deputado pelo Partido Progressista em 1900, escritor e jornalista, mas também profissionalmente ligado à direcção e destinos dos caminhos-de-ferro em Portugal, assim como aos do Jardim Zoológico. Caberá ao seu filho, Fernando Emygdio da Silva (1886-1972), outro interessado promotor deste espaço, legar-nos a respectiva história.

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terça-feira, agosto 04, 2015

Macandumba


JOSÉ LUANDINO VIEIRA
capa de António P. Domingues

Lisboa, 1978
Edições 70
1.ª edição
20 cm x 13,9 cm
204 págs.
exemplar estimado, pequenas esfoladelas na capa; miolo limpo
carimbo de Oferta do Editor no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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No Antigamente na Vida


JOSÉ LUANDINO VIEIRA

Lisboa, Maio de 1974
Edições 70
1.ª edição
18 cm x 12,5 cm
224 págs.
subtítulo: Estórias
exemplar muito estimado, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Luandino Vieira, para além das perseguições policiais que a ordem fascista de Salazar lhe moveu, e, por consequência, tortura e prisão, é para o mundo literário o melhor representante da inscrição da oralidade crioula angolana – precisamente, a fala quibundo dos musseques periféricos a Luanda – na matriz da língua portuguesa. Podemos até, sem exagero, compará-lo ao grande escritor brasileiro João Guimarães Rosa: o vertente livro é disso exemplo.

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segunda-feira, agosto 03, 2015

Mulher Perdida

 

CAMPOS LIMA

Lisboa, 1928
Edições Spartacus
1.ª edição
18,8 cm x 12,9 cm
266 págs.
subtítulo da série: Via Dolorosa (Aspectos da vida social contemporanea)
encadernação modesta de amador inteira em papel gofrado com muito sóbria gravação a ouro na lombada
aparado, conserva a capa anterior de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

João Evangelista de Campos Lima (1877-1956), «[...] Bem jovem, fora tocado pelas injustiças sociais e percebeu a desigualdade e aos 17 anos, já em Coimbra, entra num comício de trabalhadores no bairro dos Olivais, discursando ao lado dos precursores do movimento operário em Portugal, Ernesto da Silva e Azedo Gneco. Aos 20 anos matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, de onde foi expulso em 1907, no mesmo ano em que se formara advogado, o que o impediu de doutorar-se. A sua expulsão decorreu da sua participação na greve académica naquele ano, contra o ditador João Franco. [...] Como escritor anarquista foi dos mais produtivos e dos mais modestos, e como advogado defendeu heroicamente os trabalhadores e os anarquistas presos por delitos de opinião. Para melhor semear as suas ideias, divulgar os seus pensamentos o anarquista e advogado dos trabalhadores perseguidos fundou e dirigiu a Editora Spartacus, que publicou obras de real valor, como A História do Movimento Maknovista de Pedro Archinoff, em 1925. [...] Como escritor, em verso e prosa, é vasta e variada a sua obra [...].» (Fonte: Ernesto Rodrigues, A Oposição Libertária em Portugal 1939-1974, Sementeira, Lisboa, 1982)

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domingo, agosto 02, 2015

English Folk Songs


CECIL J. SHARP

Londres, 1959
Novello and Company Limited
«Centenary Edition» [1.ª edição em 1 volume]
25 cm x 19,5 cm
XXVIII págs. + 116 págs. + XIX págs. + 134 págs.
subtítulo: Collected and arranged with pianoforte accompaniment [...] Songs and ballads volumes I & II
encadernação editorial em tela encerada com gravação a ouro na lombada, sobrecapa impressa, corte carminado à cabeça
exemplar estimado, sobrecapa com pequenos restauros; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Cecil James Sharp (1859-1924), compositor e professor de música, deve-se-lhe a mais magnífica compilação de temas folclóricos tradicionais anglo-saxónicos. A vertente obra reúne notação musical e versos de uma centena escolhida a partir de um acervo com quase cinco mil canções e temas de dança populares.

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sábado, agosto 01, 2015

Marçalazar


ARTUR PORTELA FILHO
capa de Luiz Duran

Lisboa, 1977
Moraes Editores
1.ª edição
20,2 cm x 14 cm
156 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um romance “real” à volta das «[...] atribulações da adaptação político-evolutiva de algumas conhecidas figuras e instituições da continuidade marçalazarista [...]» (da nota de contracapa). Uma história, em suma, dos vira-casacas.

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Páscoa Feliz


JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS
capa de Luís Filipe de Abreu

Lisboa, 1965
Editorial Estúdios Cor, Lda.
3.ª edição
18,7 cm x 13,6 cm
184 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, julho 28, 2015

De la Propriété



A. [ADOLPHE] THIERS

Paris, 1849 [aliás, 1848]
Paulin, Lheureux et Cie, Éditeurs
«édition populaire a un franc» [1.ª edição]
16,5 cm x 11,3 cm
4 págs. + IV págs. + 388 págs.
subtítulo: Publiée sous les auspices du Comité Central de l’Association pour la Défense du Travail National
bonita encadernação antiga em meia-inglesa com invulgar gravação a ouro na lombada
aparado, corte carminado à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
discreta assinatura de posse no ante-rosto
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Afonso Lucas
peça de colecção
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Adolphe Thiers (1797-1877), responsável pelo cerco e esmagamento da Comuna de Paris em 1871, foi, na sequência do sucedido, eleito presidente da República, cargo que aceitou na esperança de um regresso a um regime de monarquia constitucional. Teve no anarquista Pierre-Joseph Proudhon o seu inimigo de estimação, e são mesmo as posições teóricas do livro deste último Qu’Est-ce que la Propriété?, publicado em 1840, o principal motivo aqui contraditado por Thiers.

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segunda-feira, julho 27, 2015

O Sonho do Tio


FÉDOR DOSTOIEWSKY
trad. Domingos Monteiro
capa de João [Carlos]

Lisboa, s.d. [1942]
Editorial «Gleba», L.da
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
192 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio do tradutor:
«[...] circunstância curiosa que acompanha a elaboração do Sonho do Tio é ter sido escrito êste livro ao mesmo tempo que preparava o material necessário para a redacção de uma das suas obras fundamentais e porventura a mais sombria de tôdas: Recordação da Casa dos Mortos. De facto, êle passara 4 anos num presídio siberiano, sujeito, entre outras, à tortura de não poder ler nem escrever, isto depois de ter sido condenado à morte (como é sabido, a sentença só foi suspensa quando êle se encontrava já em frente do pelotão de execução) [...]»
E se a Casa dos Mortos vai ser povoada por alguns dos mais sinistros personagens da literatura ocidental, já O Sonho do Tio não passou de um incontornável exercício literário preparatório para a grande obra negra, não por acaso escrito num registo de comédia.

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sexta-feira, julho 24, 2015

poesía – Revista Ilustrada de Información Poética


Madrid, n.º 7-8, Maio de 1995
dir. Gonzalo Armero
Ediciones Siruela / Ministerio de Cultura
2.ª edição [1.ª ed., 1980]
[número duplo especial dedicado a Fernando Pessoa]
título: Fernando Pessoa en Palabras y en Imágenes
27 cm x 21 cm (formato de álbum)
268 págs.
profusamente ilustrada
exemplar como novo sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Com selecção de textos, tradução e notas de José Antonio Llardent, trata-se de uma notável e diversificada apresentação do poeta no estrangeiro. Para além da representativa antologia, uma boa articulação das imagens reproduzidas com a cronologia bio-bibliográfica na abertura do volume, uma correcta inserção de comentários de escritores e estudiosos, etc. E para aqueles que queiram abalançar-se a visitar os lugares “de culto” onde o poeta viveu ou frequentou, uma planta da cidade de Lisboa devidamente assinalada, seguida das reproduções fotográficas desses locais, constituem precioso auxílio.

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quinta-feira, julho 23, 2015

Tecnologia da Palmeira do Azeite (Elaeis guineensis)


MARIO JULIO NEVES DA FONTOURA

Lisboa, 1914
Instituto Superior de Agronomia
1.ª edição
26,3 cm x 18,5 cm
66 págs.
subtítulo: Dissertação inaugural apresentada e defendida
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor a Mário Vieira de Sá
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um trabalho de investigação em torno da origem, produção e tratamento do vulgarmente conhecido óleo de palma, produto da palmeira do dendém, cuja cultura se estende pela África Ocidental, de Cabo Verde e Guiné a Benguela (Angola) e ao Congo.

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Meditação aos pés da columna de D. Pedro IV


EUGENIO DE CASTILHO

Lisboa, 1870
Typographia Lusitana
1.ª edição
23 cm x 15,5 cm
4 págs.
folhinha encasada na capa sem qualquer costura
exemplar estimado, com discretos restauros; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] D. Miguel era a noite, a treva milanaria,
o despotismo cru, o negro cadafalso,
a cruz mudada em jugo, a garra tumultuaria,
o direito da força, atroz, absurdo, falso.
[...]
D. Pedro era o porvir, era a Paz, a Harmonia,
o laço que ligava a antiga á nova idade,
era a cruz sobre o altar, a aurora d’este dia,
resplendente de luz, de inteira liberdade. [...]»

Assim, dialecticamente, canta o poeta (filho de António Feliciano de Castilho) as virtudes daquele que mais se expôs na defesa da primeira Constituição nacional.

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quarta-feira, julho 22, 2015

Portugal | Cabo Verde



Porto, s.d. [circa 1930]
s.i. (Lito. Nacional)
[1.ª edição]
texto em francês
22 cm x 11,1 cm
8 págs.
ilustrado
impresso a sanguínea e policromia
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Folheto de teor histórico e geo-humano destinado a dar a conhecer entre estrangeiros a colónia de Cabo Verde. Inclui o respectivo mapa e reportagem fotográfica significativa.

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Portugal | S. Thomé e Principe



Porto, s.d. [circa 1930]
s.i. (Lito. Nacional)
[1.ª edição]
texto em francês
22 cm x 11,1 cm
8 págs.
ilustrado
impresso a sanguínea e policromia
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Folheto de teor histórico e geo-humano destinado a dar a conhecer entre estrangeiros a colónia de São Tomé e Príncipe, não sem referir ainda a fortaleza de São João Baptista de Ajudá, ou feitoria de Ajudá, situada na costa africana, e perdida a favor do Benin em 1960. Inclui os respectivos mapas e reportagem fotográfica significativa.

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terça-feira, julho 21, 2015

O Samovar e outras páginas africanas


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
pref., notas e escolha de Nuno Bermudes
ilust. José Pádua

Lisboa, 1972
Agência-Geral do Ultramar
1.ª edição
22,2 cm x 16,4 cm
176 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar como novo, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Floresta de Cimento


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
capa de José Rocha

Lisboa, 1953
Guimarães Editores
1.ª edição
21,8 cm x 16 cm
444 págs.
subtítulo: Claridade e Sombras dos Estados Unidos
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na peugada de António Ferro, de Jorge Segurado, de Guilherme Pereira da Rosa e de alguns outros, Paço d’Arcos rentabiliza em literatura uma sua viagem aos Estados Unidos. No vertente caso, as apreciações moralizadoras dos costumes dão o tom à crítica da democracia norte-americana:
«[...] A criminalidade custa ao país dez mil milhões de dólares por ano [...].
Os pais e a sociedade em geral são os grandes responsáveis por este estado de coisas. Os pais quase não têm intervenção na educação dos filhos. Desde muito novos, estes andam totalmente à solta e o convívio familiar é quase nulo. As influências que pesam sobre os adolescentes são poderosas e perturbadoras; as raparigas, quase garotas, partilham já com os rapazes, no conchego dos automóveis que uns e outros conduzem e na vida muito livre, conhecimentos e prazeres sexuais. [...]»
Bom, o mesmo talvez não pudesse dizer-se então de uma Alemanha em que os jovens ocupavam a adolescência a denunciar os pais às autoridades nazis...

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Diário dum Emigrante



JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
capa de Stuart

Lisboa, 1942
Parceria António Maria Pereira
3.ª edição
19 cm x 13 cm
310 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas de posse na folha de ante-rosto e na pág. 9
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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Confissão e Defesa do Romancista



JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Lisboa, 1946
Parceria A. M. Pereira
2.ª edição [em livro]
19,2 cm x 12,8 cm
132 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
conserva intacta a cinta promocional
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor ao diplomata, escritor e jornalista Guilherme de Ayala Monteiro
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de duas conferências – O Romance e o Romancista e a que dá título ao vertente livro – anteriormente editadas na revista Ocidente.

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Carnaval e Outros Contos


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Lisboa, 1958
Guimarães Editores
1.ª edição
19,4 cm x 12,5 cm
288 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Carnaval


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1967
Guimarães Editores
2.ª edição
18,8 cm x 12,6 cm
292 págs.
subtítulo: E outros contos
exemplar estimado, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Memórias duma Nota de Banco

 

JOAQUIM PAÇO D’ARCOS
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1962
Guimarães Editores
2.ª edição
190 mm x 125 mm
288 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR «AOS EMBAIXADORES SENHORA D. MARIA AMÉLIA E EDUARDO VIEIRA LEITÃO»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

De um excerto do romance, na badana (badana onde, aliás, também pode ler-se um elogio ao escritor do regime, Joaquim Paço d'Arcos, assinado pelo comunista Óscar Lopes):
«[...] Sempre ouvi as minhas companheiras dizer que o regresso ao ponto de partida representa a certa altura, para nós, pobres notas de Banco, a aproximação do fim. Como o aprenderam elas, ignoro-o. Está na tradição oral da nossa espécie. A segurança dessa tradição e umas palavras ontem escutadas levam-me a recear que estejam contados os meus dias [...]»
Mal sabia o Autor que o mesmo ia acontecer a um bilhetinho por ele entregue na Censura, em 1971, solicitando aos censores que o protegessem de muito possíveis ataques da crítica... (vd. o periódico & etc, n.º 23, Junho de 1974).

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A Dolorosa Razão duma Atitude


JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Lisboa, 1965
Ed. Autor
2.ª edição
19 cm x 12,1 cm
24 págs.
subtítulo: Para a história da Sociedade Portuguesa de Escritores e do seu fim
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Joaquim Paço d’Arcos – presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Escritores na altura em que polícia política do Estado Novo assaltou, vandalizou e encerrou as respectivas instalações, motivada pela atribuição de um prémio literário a Luandino Vieira, então preso no Tarrafal – vem neste seu breve texto tentar limpar-se de, juntamente com Luís Forjaz Trigueiros, não ter sido solidário nessa escolha, um prémio que, reconhecia-o ele próprio, servia nomeadamente para, «[...] no instante em que [...] era anunciado[,] as agências telegráficas estrangeiras comunica[rem] para o mundo, em telegramas redigidos em inglês e francês, [...] ter a Sociedade Portuguesa de Escritores acabado de atribuir o Grande Prémio de Novelística a um preso condenado a catorze anos de prisão por actividades subversivas. [...]»

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domingo, julho 19, 2015

Oração Gratulatória Pronunciada pelo Rev. Padre Donaciano de Abreu Freire, na Igreja de S. Domingos, por Ocasião do “Te-Deum” Mandado Celebrar pelo Delegado do Brasil às Comemorações Centenarias de Portugal


DONACIANO DE ABREU FREIRE, padre

Lisboa, 10 de Junho de 1940
s.i. [Soc. Nac. de Tip.]
1.ª edição
18,1 cm x 11,7 cm
16 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Pátria Antiga


CORREIA PINTO, cónego

Porto, 1940
Livraria Lopes da Silva
1.ª edição
19 cm x 12,6 cm
24 págs.
subtítulo: Alocução proferida no Te-Deum promovido pelo Senhor Bispo do Pôrto, para solenizar a Comemoração Centenária da Independência de Portugal. 4-VI-1940
acabamento com dois pontos em arame
corte do miolo serrilhado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Subsídios para uma Bibliografia das Comemorações Centenárias


CARLOS GALVÃO SIMÕES [org.]

Lisboa, 1945 e 1947
Edição da Revista «Ocidente»
1.ª edição
2 volumes (completo)
25,5 cm x 18,5 cm
492 págs. (numeração contínua): [4 págs. + 228 págs.] + [2 págs. + 264 págs.]
subtítulos: [a] Tômo I – A a K; [b] Tômo II – K a X e Suplemento
exemplares estimados, capas com pequenas manchas de antiga humidade; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Revolução Nacional – 14 Anos de Grandes Realizações


Lisboa, 1940
Edições SPN
1.ª edição
20,1 cm x 16 cm
34 págs.
subtítulo: 28 de Maio de 1926 a 28 de Maio de 1940
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Antigamente era costume apresentar à nação resultados, ao fim de uma década, ao fim de catorze anos, e fazer desses mesmos conseguimentos, verdadeiros alguns, falsos outros, uso e abuso de propaganda. Tal como hoje. Com a diferença de que, actualmente, isso ocorre todos os quatro anos sob a forma nebulosa de grande resumo, e todos os dias sob a forma noticiosa de promessa.

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Ano X


OLIVEIRA SALAZAR

Lisboa, 1936
Edições SPN
1.ª edição
20 cm x 15 cm
24 págs.
subtítulo: Discursos Pronunciados em Braga e em Lisboa a 26 e 28 de Maio de 1936
da colecção O Pensamento de Salazar
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Contém este voluminho o célebre discurso de Braga, em que Salazar resume, «[...] contra tôdas as desordens passadas e tôdas as desordens futuras, a única revolução necessária. [...]» Uma “revolução” estribada na força e numa duradoura vigilância policial, de forma a, assim, «[...] restituír [às almas dilaceradas pela dúvida e o negativismo do século] o confôrto das grandes certezas. Não discutimos Deus e a virtude; não discutimos a Pátria e a sua História; não discutimos a autoridade e o seu prestígio; não discutimos a família e a sua moral; não discutimos a glória do trabalho e o seu dever. [...] Glória ao Exército! [...]»

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