GEORGES-EMMANUEL CLANCIER
Paris, 1955
Pierre Seghers Éditeur
1.ª edição
texto em francês
193 mm x 143 mm
504 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
Magnífico ensaio contextualizando, na poesia de expressão francesa europeia,
toda a passagem cultural e linguística do simbolismo ao surrealismo,
portanto a estrada poética que uniu o século XIX ao XX. Não somente Jean-Arthur
Rimbaud, mas também o conde de Lautréamont, Paul Verlaine, Stéphane Mallarmé,
Charles Cros são a matriz de uma modernidade nascente, que deu espíritos como
Guillaume Apollinaire, Alfred Jarry, Blaise Cendrars, Jean Cocteau, Max Jacob…,
e por último Tristan Tzara, André Breton, Paul Eluard, e os magníficos Jacques
Vaché, Raymond Roussel, Philippe Soupault, René Crevel, Hans Harp, Benjamin
Péret. É de sublinhar que o (também) poeta Georges-Emmanuel Clancier (1914-2018) não procura aqui um qualquer cânone para satisfação de académicos, mas sim tornar operativa a história da modernidade literária em estudo.
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