sábado, janeiro 17, 2026

A Fada Oriana

 


SOFIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN
capa de Quito (sobre quadro de Nuno de Siqueira)
ilust. Bió


Lisboa, 1958
Edições Ática
1.ª edição
241 mm x 175 mm
104 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior algodoado
encadernação recente inteira em tela com rótulo gravado a ouro na pasta anterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, capa com sinais de lepisma e alguns algarismos a tinta; miolo limpo
selo de catalogação em biblioteca colado no rodapé do frontispício
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além do exercício poético – e até, por vezes, da poesia de resistência – Sophia notabilizou-se por um muito particular estilo de literatura infanto-juvenil, em que os seus livros «[...] representam, na sua maioria, momentos altos da história da literatura portuguesa para crianças. Sem se assumirem declaradamente como obras moralistas, não restam dúvidas de que a sua inteligente urdidura aponta para um dever ser, em que surgem valorizados a Natureza, a harmonia, o equilíbrio e a justiça. À condenação do egocentrismo e do artificialismo, da hipocrisia e da perversão originada pelo apego aos bens materiais, opõem-se a amizade, o amor, a paz e a generosidade, bem como a exaltação do humanismo cristão, do valor social e ético da obra de arte e da fidelidade a princípios antigos e universais. [...]»
(José António Gomes, Casa da Leitura / Fundação Calouste Gulbenkian, 12 de Maio, 2007 [fonte electrónica])

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