quarta-feira, julho 09, 2014

Sobre a Petrografia do Distrito de Goa [junto com] Algumas Considerações Acerca do Estudo Geológico de Goa [junto com] Realidades Acerca do Estudo Geológico de Goa [junto com] Cartografia Geológica de Goa [junto com] Duas Cartas e Pouco Mais, Acerca do Estudo Geológico de Goa




C. F. TORRE DE ASSUNÇÃO [a]
A. DE VASCONCELOS TEIXEIRA PINTO COELHO [a]
J. CARRINGTON DA COSTA [b e c]
CARLOS TEIXEIRA [d]
ABILINO VICENTE [e]

Lisboa, 1960 e 1961 [e]
Junta de Investigações do Ultramar
edição do Autor [e]
1.ª edição (todos)
5 brochuras
4 x [22,2 cm x 14,3 cm] + [23,2 cm x 15,7 cm]
32 págs. + [2 págs. + 108 págs.] + 44 págs. + 24 págs. + 16 págs.
subtítulos: [a] Algumas observações a propósito do trabalho «A Geologia do Distrito de Goa», de Gerhard Oertel; [c] Resposta a um artigo do Boletim de Minas
capas impressas a duas cores e relevo seco [a, b, c, d]
acabamento com um ponto em arame [d, e]
exemplares estimados; miolo limpo
carimbos de oferta dos Autores nos ante-rostos [a, b, c, d]
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lote de brochuras que se completam entre si, sendo de relevar as de Carrington da Costa, que respondem às críticas de «baixo valor científico das investigações geológicas» do director-geral de Minas e Serviços Geológicos, o eng. Luiz de Castro e Solla.

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segunda-feira, julho 07, 2014

Fiestas del VIII Centenário de la Toma de Lisboa desde el 15 de Mayo hasta el 26 de Octubre de 1947


Lisboa, 1947
Edições SNI
1.ª edição
texto em castelhano
22,3 cm x 17 cm
16 págs. + 16 págs. em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto (grande formato)
ilustrado em separado
imagens impressas em rotogravura
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Programa Oficial das Comemorações do VIII Centenário da Tomada de Lisboa


s.l. [Lisboa], s.d. [1947]
Editorial Império / Secretariado Nacional da Informação [SNI]
s.i.
16,2 cm x 11 cm
14 págs. + 4 págs. (encarte «Competições desportivas»)
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, junho 30, 2014

Cacimbo


EDUARDO PAIXÃO
capa de Fernando Lopes Direito

Lourenço Marques, 1972
Baiete [ed. Autor]
1.ª edição
20,2 cm x 14,5 cm
400 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[...] A figura principal de “Cacimbo” é Carlos Sucena que começou a sua vida em Lisboa, ainda criança, como engraxador e ardina e veio construir, em Lourenço Marques, um dos maiores complexos industriais do espaço português. [...]
A droga e todos os seus malefícios. Amor e sexo.
Estes são os ingredientes de que Eduardo Paixão se serviu para construir “Cacimbo” [...]»

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Sobre a Religião dos Quiocos




EDUARDO DOS SANTOS

Lisboa, 1962
Junta de Investigações do Ultramar
1.ª edição
24,4 cm x 17,5 cm
162 págs. + 20 págs. em extra-texto
profusamente ilustrado
cartonagem editorial
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse na folha de ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome completo Eduardo Manuel Cardoso dos Santos, esta sua investigação etnográfica constitui um proveitoso contributo para a compreensão de um dos muitos grupos tribais que são, propriamente, a nação angolana. Aqui, temos o estudo dos povos do nordeste de Angola.

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Maza


EDUARDO DOS SANTOS
capa de Maria Amália Reis Teixeira

Lisboa, 1965
Edição do Autor
1.ª edição
23,5 cm x 16,3 cm
376 págs.
subtítulo: Elementos de Etno-História para a Interpretação do Terrorismo no Noroeste de Angola
exemplar estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«Maza enquadra o terrorismo do Noroeste de Angola no ambiente da tradição política, social, religiosa e mágica dos povos quicongos e ambundos. Põe a claro a urdidura da ideologia terrorista com instituições, crenças e ideias tradicionais e a tecedura com influências estranhas. Descreve os grupos políticos antiportugueses, suas reivindicações e suas ligações externas.»

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Poemas no Tempo


ARNALDO SANTOS
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1977
Edições 70
1.ª edição
20 cm x 14,1 cm
88 págs. + 8 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Natural de Luanda, Arnaldo Moreira dos Santos nasceu num dos bairros mais antigos da cidade – a Ingombota, em 14 de Março de 1935. [...]
Vivendo no Uige no período do início da luta armada de libertação, a sua poesia de então traduz a nova realidade angolana e constitui um marco fundamental em toda a sua obra. [...]»

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As Eleições de Portalegre


[JOSÉ PEQUITO REBELLO]

Lisboa, 1950
edição do autor
1.ª edição
23 cm x 17 cm
64 págs.
subtítulo: Documentos
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
carimbos da biblioteca pessoal do escritor Caeiro da Matta no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto importante de documentos referentes à candidatura do integralista Pequito Rebello a deputado no ano de 1949, facto que Salazar não viu com bons olhos, mesmo num preclaro apoiante do fascismo.

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domingo, junho 29, 2014

Xitala Mati


ALDINO MUIANGA
pref. Fernando Manuel
ilust. Víctor Sousa

s.l. [Maputo ?], 1987
Associação dos Escritores Moçambicanos
1.ª edição
20,7 cm x 14,8 cm
88 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Aldino Muianga nasceu a 1 de Maio de 1950 em Maputo. Cresceu e viveu nos arrabaldes alagadiços desta cidade, tendo-se deixado contagiar e marcar pela vida agreste dos bairros pobres suburbanos. [...]
É licenciado em Medicina. [...]»
Embora haja começado a publicar contos nos jornais moçambicanos em 1981, sob o pseudónimo Khambira Khambiray, este é o seu primeiro livro.

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Agenda de Angola 1941


Luanda, 1940
Tipografia Mondego
1.ª edição
24,4 cm x 16 cm
200 págs. + 2 encartes
ilustrado por Fernando Carmo
impresso sobre papéis de múltiplas cores e gramagens
encadernação editorial inteira em pele com impressão a vermelho em ambas as pastas e na lombada, folhas-de-guarda impressas
exemplar estimado, pequeno rasgão num dos encartes; miolo limpo
ostenta na primeira folha-de-guarda uma dedicatória de oferta do exemplar ao então vice-governador do Banco de Angola, Artur de Melo Quintela Saldanha, 4.º conde de Farrobo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um inestimável testemunho da presença muito diversificada do comércio e da indústria nacionais na ex-colónia, dado o vasto número de páginas de anunciantes intercaladas nas páginas de diário.

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terça-feira, maio 20, 2014

Mesa de Solidão


RAUL DE CARVALHO

Lisboa, 1955
Edição do Autor
1.ª edição
197 mm x 145 mm
76 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do terceiro livro de Raul de Carvalho (1920-1984), dando assim início à publicação de uma vastíssima e sensível obra de poeta, quase toda a expensas do seu próprio bolso.

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Versos (Poesia II)


RAUL DE CARVALHO
pref. Vicente Aleixandre
capa de René Bèrtholo

Lisboa, 1958
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
23 cm x 15 cm
60 págs.
exemplar um muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Palavras do poeta sevilhano Vicente Aleixandre (1898-1984), que viria a ser Nobel em 1977:
«[...] Libro hondo, a veces áspero, a veces de recóndita ternura, muestra una visión del mundo, un acento para mis oídos, un vasto horizonte al que un hombre joven se asoma y desde el que nos habla con cargada garganta, con voz grave, llena de conocimiento y de responsabilidad. [...]»

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Talvez Infância


RAUL DE CARVALHO
capa e grafismo de Espiga Pinto

Lisboa, 1968
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
18,3 cm x 10,1 cm
62 págs.
impresso sobre papel superior, sobrecapa em papel de alcatrão
é o n.º 21 da prestigiada Colecção Poesia e Ensaio
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
carimbo editorial de «oferta» e assinatura de posse no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo os autores da História da Literatura Portuguesa, António José Saraiva e Óscar Lopes (Porto Editora, 15.ª ed., Porto, 1989), Raul de Carvalho é um «[...] poeta de ritmo inestancável, pouco selectivo, mas borbulhante de fugas imaginativas e seguro em certas evocações da sua infância alentejana [...].»

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Lápides e Outros Poemas


AFONSO DUARTE

Lisboa, 1960
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
20,3 cm x 13,2 cm
60 págs.
subtítulo: 1956-1957
composto manualmente em Elzevir na mítica Tipografia Ideal da Calçada de S. Francisco
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poética que oscila entre o humanismo figurativo e devoto d’A Águia e dos presencistas e, mais tarde, a secura do neo-realismo.

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O Anno Scientifico e Industrial



AMADEU DE VASCONCELLOS (MARIOTTE)

Porto, 1904
Typographia Universal
Livraria Depositaria de Figueirinhas Junior
1.ª edição [única]
19 cm x 12,5 cm
8 págs. + 522 págs.
subtítulo: Principaes Descobertas Scientificas de 1903
profusamente ilustrado com uma centena de gravuras
encadernação modesta da época meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
capas um pouco gastas mas muito aceitável; miolo limpo
conserva a capa anterior de brochura
valorizado pela assinatura do Autor
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, maio 16, 2014

Trilogia Lusitana [junto com] Cavaleiro Andante




ALMEIDA FARIA
ilustrações de Mário Botas

Lisboa, 1982 e 1983
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
2.ª edição e 1.ª edição
2 volumes (completo)
24,2 cm x 15,3 cm
[408 págs. + 3 folhas em extra-texto] + [248 págs. + 1 folha em extra-texto]
capas impressas a duas cores reproduzindo nas costas fotografias do Autor por Isolde Ohlbaum, sendo a do segundo volume revestida por sobrecapa reproduzindo o desenho do extra-texto mas com uma paleta de cores estranhamente (?!) diferente
exemplares muito estimados; miolo limpo
valorizados pelas dedicatórias manuscritas do Autor
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma tetralogia que acabou desdobrada em trilogia mais um romance autonomizado em volume. Da trilogia conheciam-se igualmente edições próprias para A Paixão (1965), Cortes (1978) e Lusitânia (1980). Sintetiza Luís Carmelo (ver Projecto Vercial):
«[...] O leitmotiv ficcional de toda a trama é delimitado por um núcleo doméstico, uma casa fechada sobre si própria numa vila rural, habitada por grandes proprietários alentejanos. A domus escolhida reflecte uma tradição que se esvai rapidamente, dominada que é por claros sinais de degenerescência de um determinado ciclo de poder. Ao fim e ao cabo, esse ciclo não é apenas rural e, ao longo da Tetralogia, a ideia de ruptura e de corte expandir-se-á a nível de todo o país, nomeadamente na crise aberta pelo legado colonial, nas várias lucubrações geracionais, na hipertrofia do passado, enfim, no sonho que sucede à repetição ritual do quotidiano irremissível. Este desafio que a Tetralogia tenta pôr a nu assume sobretudo a natureza de uma desagregação, ou do percurso de um itinerário limiar onde, ao mesmo tempo que a grande casa inicial definha e se esvai, o espaço-tempo romanesco se amplia. Deste modo, os personagens divergem, cruzam países, continentes, alteridades quase irredutíveis, de tal modo que, no palco final da Tetralogia, pouco mais emergirá que o perfil gasto de Lusitânia, uma terra inteiramente à deriva e a braços com o secreto imobilismo de séculos. [...]»

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A Paixão


ALMEIDA FARIA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1965
Portugália Editora
1.ª edição
206 mm x 123 mm
184 págs.
exemplar muito estimado, sem quebras na lombada; miolo limpo, por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o texto inaugural do que veio a ser a Tetralogia Lusitana, obra (ou conjunto de obras) cuja construção se prolongou até 1983. Romance de inspiração poética – que não liricista, mas sim acompanhando os pressupostos literários de objectividade textual do grupo Poesia 61.

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segunda-feira, maio 05, 2014

Histoires Comme Ça


RUDYARD KIPLING
trad. Robert d’Humières e Louis Fabulet
ilust. Rudyard Kipling

Paris, s.d.
Librairie Ch. [Charles] Delagrave
3.ª edição
texto em francês
23,7 cm x 18,5 cm
4 págs. + 208 págs.
subtítulo: Pour les petits
profusamente ilustrado
encadernação editorial em tela gravada a negro e ouro na pasta anterior e na lombada, relevo seco na pasta posterior
corte carminado
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo, papel por vezes com picos de acidez
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Histórias juvenis de sabor indiano e fabuloso, beneficiando da experiência vivencial do poeta, que nasceu (1865) em Bombaim, então colónia inglesa.

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quinta-feira, abril 24, 2014

Lôbos no Povoado


ANTONIO CABRAL

Lisboa, 1938
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,1 cm x 12,2 cm
216 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

António Cabral Pais do Amaral (1863-1956) é ainda lembrado pelos seus estudos em torno de Camilo e de Eça, mas também como «[...] delegado do procurador régio na comarca de Moncorvo e [...] subdirector da Penitenciária de Lisboa. [...]» Foi ainda ministro das Obras Públicas e ministro da Marinha e Ultramar... até que a implantação da República o levou a trocar a política pelas letras.

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domingo, abril 20, 2014

Bichos


MIGUEL TORGA

Coimbra, 1941
s.i. [ed. Autor]
2.ª edição (aumentada)
19,2 cm x 13,2 cm
128 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado, lombada oxidada; miolo irrepreensível
ostenta na pág. 4 o ex-libris de Carlos J. Vieira
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bichos


MIGUEL TORGA

Coimbra, 1943
s.i. [ed. Autor]
3.ª edição (revista)
19 cm x 13,2 cm
128 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar manuseado mas aceitável, capa suja; miolo limpo
assinatura e carimbo de posse no canto superior esquerdo da pág. 7
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, abril 13, 2014

David Copperfield


CARLOS DICKENS
adaptação de Maria Lamas

Lisboa, 1955
Casa do Livro – Editora
1.ª edição
18,7 cm x 11,8 cm
192 págs.
cartonagem editorial com lombada em tela gravada a ouro
exemplar estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Adaptação, muito simplificada para a juventude, do famoso romance de Charles Dickens.

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David Copperfield


CHARLES DICKENS
trad. Mário Domingues

Lisboa, 1954
Livraria Romano Torres – João Romano Torres & C.ª
1.ª edição
193 mm x 123 mm
640 págs.
exemplar muito estimado; miolo por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

É a obra-prima de Dickens. Publicada em fascículos entre Maio de 1849 e Novembro de 1850, é o retrato de uma infância inglesa no século XIX vitoriano, muito pessoal, que foi a dele e donde extrapolou, como se fôra a autobiografia do seu herói romanesco. Aventuras e desventuras de um rapazinho que conhece a infelicidade e a pobreza e que se descobre, à medida que vai crescendo, como futuro escritor.

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O Romance da Família Chuzzlewit


CHARLES DICKENS
trad. Mário Domingues

Lisboa, 1956
Livraria Romano Torres – João Romano Torres & C.ª
1.º edição
19,3 cm x 12,4 cm
672 págs.
exemplar como novo, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dickens aproveita a sua veia satírica para mostrar os Estados Unidos da América – que ele conheceu em 1842 – ainda em estado selvagem, entregues a colonos europeus racistas e sem escrúpulos.

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Caderno




VALERY LARBAUD
MILY POSSOZ, desenhos

Paris, 1927
Au Sans Pareil
1.ª edição
19,6 cm x 14,4 cm
118 págs. + 8 folhas em extra-texto
ilustrado
impresso sobre velino Montgolfier d’Annonay
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
é o n.º 1.010 de uma tiragem declarada de 1.250 exemplares
ostenta na folha de suporte da capa o ex-libris de António Capucho
PEÇA DE COLECÇÃO
375,00 eur (IVA e portes incluídos)

Oito notáveis desenhos gravados a ponta-seca pela pintora Mily Possoz enriquecem aqui os três breves ensaios do poeta Valery Larbaud, dandy literário conhecido pelas suas traduções de Walt Whitman e pelo acerto de linguagem conseguido para a versão francesa do Ulisses de James Joyce. Possoz, por seu turno, terá sido, de par com Vieira da Silva, uma das mais altas representantes do modernismo pictórico português.

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Valery Larbaud [antologia]


VALERY LARBAUD
trad. Luís Amado
pref. João Palma-Ferreira

Coimbra, 1967
Atlântida Editora, S.A.R.L.
1.ª edição
21,2 cm x 15,5 cm
192 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, abril 03, 2014

O Corpo da Pátria


PINHARANDA GOMES, coord., pref. e notas
nota nas badanas por José Valle de Figueiredo

Braga, 1971
Editora Pax
1.ª edição
21 cm x 14,8 cm
172 págs.
subtítulo: Antologia Poética da Guerra no Ultramar 1961-1971
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dividida em dois enigmáticos capítulos – «Poetas da Rectaguarda» e «Poetas da Frente» –, que um «Prefácio Político» do antologiador enquadra sob a égide do conhecido dito de Salazar «Nós haveremos de chorar os mortos, se os vivos os não merecerem», este florilégio junta poetas que ficavam assim comprometidos com o colonialismo, a saber, entre outros, por ordem de entrada: Azinhal Abelho, Fernanda de Castro, António de Cértima, Amândio César, Ruy Cinatti, Vimala Devi, Maria da Graça Freire, Natércia Freire, Fernando Guedes, Fausto José, Tomaz Kim, Ernesto Lara Filho, Francisco da Cunha Leão, Pedro Homem de Mello, António de Navarro, Hugo Rocha, José de Almeida Santos, Reis Ventura, Orlando de Albuquerque, Manuel Geraldo, Álamo de Oliveira, etc.

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terça-feira, abril 01, 2014

Tábua de Esmeralda


ALMEIDA SANTOS
capa de Neves e Sousa

Braga, 1966
Editora Pax
1.ª edição
20,6 cm x 14,9 cm
88 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

José de Almeida Santos (1922-1997), escritor com vasta bibliografia historiográfica, ensaística e jornalística acerca de Angola, aqui expressa a sua sensibilidade em versos de época.

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quinta-feira, março 20, 2014

Água de Neve


NUNO DE MONTEMÓR
capa e ilust. Raquel R. [Roque] Gameiro Ottolini

Lisboa, 1933
Tip. da «União Gráfica» [ed. Autor ?]
3.ª edição
20,9 cm x 18 cm
120 págs.
subtítulo: Poema Pastoril
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota final, em que o autor enquadra o espírito do seu poema:
«[...] Quero [...] lembrar que, nas regiões da Beira que recebem a sombra azul da [serra da] Estrêla, ainda hoje, sôbre altares doirados e penhas musgosas, se erguem, modeladas por longínquos avós pastores, imagens que nós adoramos, de joelhos.
Consagrados escritores beirões, ainda vivos, esvrevem e falam, com amoroso orgulho, de ingénuos avós lavradores que esculpiam ou poetavam, e mesmo longe da Estrêla se encontram rústicos analfabetos que modelam de maneira a ganhar louvores de alguns dos nossos homens mais célebres nas letras e nas artes. [...]»

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O Irmão de Luzia


NUNO DE MONTEMOR
pref. Manuel, Arcebispo de Évora

Lisboa, 1928
Tip. da «União Gráfica»
1.ª edição
19,4 cm x 14,2 cm
384 págs.
exemplar estimado, pequenos falhas na lombada; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

A nota prefacial a este livro, da autoria de D. Manuel Mendes da Conceição Santos, constitui notável exemplo de indesejada solicitação a depoimento, redigida na retórica beata recomendada pela Igreja aos seus agentes, mas de insofismável ignorância na matéria e desconforto no elogio. Abre assim:
«Ao enviarem-me da casa editora as folhas do novo livro de Nuno de Montemor, parte ainda em prova, recomendaram-me presteza nas palavras que houvesse de escrever á guisa de prefácio, porquanto urgia lançar o livro no mercado. Ora eu, atarefado como ando com variados trabalhos, não posso nesta altura percorrer com a devida atenção os diversos capitulos da obra, para dela me inteirar conscienciosamente.
Nada se perde por isso: fraco apreciador de belezas literarias, devo reconhecer em mim uma incompetencia especial quando se trata de romances, genero que não cultivei nunca e de que por conseguinte só posso falar como curioso. [...]
Não farei apreciação literária nem artistica; Nuno de Montemór tem o condão de interessar pelos seus escritos os actuais mestres da lingua, e êles a farão, se quiserem.
Por mim, gósto de estudar as obras literárias pelo lado moral, pois estou intimamente convencido de que uma obra prima de literatura, e em geral toda a produção artistica, faz muito bem ou muito mal, porque actua directamente sobre a sensibilidade, e imperceptivelmente arrasta o espírito na corrente que incarna, ou de alta inspiração virtuosa ou de baixa tendencia animalesca. [...]»
E segue dizendo que, apesar de insensível ao estilo, gosta da obra no aspecto em que a dita tenta repor a religião no lugar que ocupava antes da expulsão republicana das congregações, o que, diga-se de passagem, tem mais de político do que de moral...

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Rapazes e Moças da Estrela


NUNO DE MONTEMOR

Lisboa, 1959
União Gráfica
1.ª edição
19,6 cm x 14 cm
296 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Pseudónimo do padre Joaquim Augusto Alvares de Almeida [1881-1964]. Poeta e romancista de cunho religioso e regionalista, utiliza às vezes com êxito temas e formas da tradição bíblica. No romance recorre aos dialectos raianos, aos cenários e personagens rústicos, que valem sobretudo pelo que têm de documental.
Sob os seus apelidos, Álvares de Almeida, colaborou com poesia na revista A Águia (n.º 41, 1915). Mas foi com o pseudónimo que alcançou, mais tarde, uma notoridade hoje esquecida.» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994)

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quarta-feira, março 12, 2014

Como Nasceu A Portuguesa


TEIXEIRA LEITE
capa e grafismo de Tòssan

Lisboa, 1978
Edições Terra Livre / Secretaria de Estado da Comunicação Social
1.ª edição
20,5 cm x 14,8 cm
64 págs.
ilustrado
exemplar como novo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o articulista, A Portuguesa terá surgido num contexto de exaltação patriótica contra a afronta inglesa do Ultimatum.

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terça-feira, março 11, 2014

Rei Santo (D. Pedro V)


ROCHA MARTINS

Lisboa, 1907
João Romano Torres & C.ª
1.ª edição
2 volumes (completo)
24 cm x 17 cm
[568 págs. + 38 folhas em extra-texto] + [536 págs. + 31 folhas em extra-texto]
subtítulo: Chronica do Reinado de D. Pedro V
ilustrados
encadernações editoriais em tela gravada a negro, vermelho e ouro, com a marca de Paulino-Enc.
exemplares muito estimados; miolo limpo, restauro na folha das págs. 133-134 do segundo volume sem afectar a legibilidade do texto
85,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Legendas de Portugal



ROCHA MARTINS
desenhos de Stuart

Lisboa, 1928
Edição do Autor
1.ª edição
XIV volumes (cadernetas) encadernados em IV tomos
23 cm x 16,4 cm
tomo I: 2 págs. + [64 págs. + 5 folhas em extra-texto] + [112 págs. + 6 folhas em extra-texto] + [112 págs. + 8 folhas em extra-texto] + [112 págs. + 7 folhas em extra-texto]; tomo II: [112 págs. + 7 folhas em extra-texto] + [120 págs. + 6 folhas em extra-texto] + [116 págs. + 7 folhas em extra-texto]; tomo III: [116 págs. + 7 folhas em extra-texto] + [116 págs. + 7 folhas em extra-texto] + [116 págs. + 7 folhas em extra-texto (uma é dupla)]; tomo IV: [108 págs. + 6 folhas em extra-texto] + [96 págs. + 7 folhas em extra-texto] + [120 págs. + 7 folhas em extra-texto] + [60 págs. + 6 folhas em extra-texto]
subtítulos:
tomo I:
I – As Alminhas da Ponte (Porto); II – A Estátua do Suplício (Abrantes); Cativo Real (Angra); As Cinzas dos Justiçados (Aveiro); III – A Hoste Brigantina (Barcelos); A Alma de Cenáculo (Beja); A Excomunhão do Primaz (Braga); IV – Luta de Braganças (Bragança); Pelicano Real (Caldas da Rainha); A Primeira Invasão das Beiras (Castelo Branco)
tomo II:
V – Menagem do Alcaide (Coimbra); Os Imolados (Covilhã); O Cavaleiro Gil Fernandes (Elvas); VI – Os Chacinados (Estremoz); Manuelinho de Évora (Évora); A Execução do “Remexido” (Faro); VII – Manuel Fernandes Tomás (Figueira da Foz); O Brado Liberal (Funchal); A Honra do Guarda-Mór (Guarda)
tomo III:
VIII – Nossa Senhora da Oliveira (Guimarães); O Nobre Capitão-Mór (Horta); A Expedição Liberal (Lagos); IX – O Embaixador da Independência (Lamego); Auras de Aljubarrota (Leiria); A Mitra de Miranda (Miranda); X – Os Frades de Bostêlo (Penafiel); O Saque dos Marialvas (Pinhel); Al! Pelo Prior! (Ponta Delgada)
tomo IV:
XI – A Mãe de Nun’Alvares (Portalegre); O Porta-Bandeira de Tânger (Portimão); Os Ardís da “Flôr de Altura” (Santarém); XII – Justiça de D. João II (Setúbal); A Tomada de Chelb (Silves); A Sagração dos Infantes (Tavira); O Mestre de Cristo (Tomar); XIII – Sombras do Lethes (Viana do Castelo); A Fronda Transmontana (Vila Real); Grey dos Hermínios (Viseu); XIV – Os Mártires da Pátria (Lisboa)
profusamente ilustrados
encadernação editorial em tela, com as capilhas originais
exemplares como novos
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Quadros da História de Portugal tratados num estilo paternalista e algo ligeiro, glórias antigas contadas aos netos ao serão. De qualquer modo, é pedagógico, podendo suscitar a curiosidade de ir colher algures ensinamento mais fiável.

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terça-feira, março 04, 2014

De Sacrosancto | Missæ Sacrificio | Decisiones



JOANNE CLERICATO
[GIOVANNI MARÍA CHIERICATO, 1633-1717]

[Veneza], 1727
Andream Poleti
4.ª edição [edição original: circa 1706]
22,5 cm x 17,3 cm
28 págs. (frontispício, dedicatória, introduções e índice do argumento) + 516 págs.
texto impresso a uma e duas colunas
encadernação da época inteira em pele, lombada com vinhetas de florália e rótulos gravados a ouro
corte carminado, boas margens de papel
exemplar muito estimado; miolo limpo com sinais de antiga mancha no canto inferior direito da primeira centena de páginas, papel sonante
ostenta no verso do rosto a assinatura de posse de Sacadura Botte, provavelmente antepassado do administrador colonial Teodorico César de Sande Pacheco de Sacadura Botte
PEÇA DE COLECÇÃO
185,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor também conhecido pelos seus ensinamentos matrimoniais e sexuais, no âmbito de uma literatura moralista típica da Contra-Reforma.

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Rvth Peregrina, | sevs svccessos, e boa ventv- | ra, moralizada sobre a letra do | fagrado Texto, & fua hiftoria



IOAM CARDOSO, frei

Lisboa, 1628
Na officina de Geraldo da Vinha
1.ª edição
[tomo I]
20 cm x 15 cm
16 págs. (frontispício, licenças, sonetos e epigramas de António de Paiva, advertência e dedicatórias) + 329 folhas impressas retro-verso (658 págs.) + 1 folha (erratas)
texto impresso a uma e duas colunas
encadernação da época inteira em pergaminho, título e data manuscritos a ferrogálica na lombada, folhas-de-guarda restauradas
exemplar muito estimado; miolo limpo, com sinais de lepisma no canto inferior direito das margens na primeira centena de folhas sem afectar o texto, manchas de gordura nas cinco primeiras folhas
duplo carimbo de posse brasonado no frontispício
PEÇA DE COLECÇÃO
720,00 eur (IVA e portes incluídos)

Frei João Cardoso «foi primeiramente Conego regular de Sancto Agostinho, depois Franciscano da provincia dos Algarves, e a final passou para o estado de Presbytero secular, em que viveu muitos annos. Viajou pela Allemanha, Hespanha, e por muitos outros reinos da Europa. – N. em Portalegre [?], e m. em Lisboa a 8 de Maio de 1655. [...]
Só passados vinte e seis annos depois da publicação d’esta [Ruth Peregrina], é que se imprimiu:
Segunda parte da convertida Peregrina, em discursos moraes e predicaveis, etc. Ibi, por Manuel da Silva 1654. [...]» (Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859)
A folha-de-rosto ostenta impresso em xilogravura o escudo-de-armas de D. Afonso de Noronha, «do Confelho de eftado de fua Mageftade», a quem o livro está dedicado.

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segunda-feira, março 03, 2014

Decisionvm | Dn. Iosephi Lv- | dovici Asisiensis, iv- | risconsvlti clarissimi, Cav- | sarvm Pervsinarvm, et Rotæ | Lvcensis, nunquam coniunctim in | Germania editarum



[GIUSEPPE LUDOVISI]

[Frankfurt], 1607
[A cargo e à custa de] Rvlandiorvm / Ioannis Saurii
1.ª edição (na Alemanha)
tomo I *
texto em latim
18,3 cm x 12,2 cm
16 págs. (frontispício, nota ao leitor e argumento da obra) + 538 págs. + 92 págs. (não numeradas, índice remissivo)
subtítulo: Continens Decisiones Pe- | rvsinas, in dvas partes | ab autore diuifas
encadernação antiga inteira em pele marmoreada, com elegante gravação de vinhetas e florália a ouro na lombada pontuando as casas entre-nervuras
aparado e carminado no corte das folhas
exemplar muito estimado, roído no bordo inferior do lombo; miolo fresco e sonante, com ocasionais sublinhados
assinatura de posse no verso do frontispício
PEÇA DE COLECÇÃO
350,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de grande interesse filosófico e teológico.

* O tomo II (tomus posterior) desta obra foi publicado no mesmo ano e tem como co-autor Girolamo Magoni (1530-1596).

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domingo, março 02, 2014

Escola | Moral, Politica, | Christãa, e Juridica. | Dividida em quatro | palestras. | Nas quaes | lem de prima as quatro virtudes cardeaes



DIOGO GUERREIRO CAMACHO DE ABOIM

Lisboa Ocidental, 1733
No Officina de Antonio de Sousa da Sylva
1.ª edição
29,9 cm x 22 cm
28 págs. (rosto, dedicatória, proémios, plano da obra, licenças e índice geral) + 524 págs. + 2 págs. (privilégio real)
encadernação da época inteira em pele, lombada com nervuras e gravação a ouro
pouco aparado, boas margens, carminado no corte
mancha impressa a uma e a duas colunas
exemplar muito estimado, com sinais de traça nas folhas-de-guarda, e no canto superior direito e no rodapé das primeiras sete folhas, sem afectar o texto, assim como na encadernação; miolo limpo, papel sonante
discreta assinatura de posse ao rés do frontispício
peça de colecção
650,00 eur (IVA e portes incluídos)

Doutor, Familiar do Santo Ofício, Camacho Aboim era «natural de Ourique no Alemtejo. Formou‑se em Direito Civil, e tendo servido varios logares de magistratura, morreu no de Desembargador da Casa da Supplicação [Porto] em 15 d’Agosto de 1709, aos 48 annos de edade. [...] Além d’esta escreveu Guerreiro e publicou varias obras de jurisprudencia em latim, as quaes são bem conhecidas, e foram varias vezes reimpressas. [...]» (Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo II, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859).
Obra póstuma, de virtudes – que são a prudência, a justiça, a fortaleza e a temperança –, está dedicada pelo impressor António de Sousa da Silva ao rei D. João V, no interesse do Estado e da boa inspiração do monarca ao legislar.

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