terça-feira, dezembro 09, 2014

Casa da Margem Esquerda e Outras Histórias


NUNO BERMUDES
capa e ilust. José Pádua

s.l., 1985
s.i. (Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas / ed. Autor)
1.ª edição
23,4 cm x 15,5 cm
112 págs.
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Exílio Voluntário


NUNO BERMUDES
capa e ilust. José Pádua

Beira (Moçambique), 1966
Colecção Poesia Moçambicana
1.ª edição
22,6 cm x 16,6 cm
64 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar estimado, vinco vertical na capa; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


sexta-feira, dezembro 05, 2014

Tundavala


A. REGO CABRAL
capa de Rego Cabral

Lisboa, 1971
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
18,6 cm x 12 cm
340 págs.
subtítulo: A Oeste de Cassinga
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Álvaro Rego Cabral (1915-2010), engenheiro civil de renome formado pela Universidae do Porto, a quem o ministro Adriano Moreira confiou a ampliação da rede rodoviária de Angola, surge aqui como ficcionista. Orlando Vitorino, em nota de leitura para os serviços de aquisição de obra das Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian, diminui-o:
«[...] Não é, rigorosamente, o livro de um escritor, o que se reflecte na sua estrutura geral, misturando romance, crónica e ensaio, e na forma literária, umas vezes correcta outras sem qualquer estilo. É todavia um livro cheio de vida e energia [...]. As narrativas de trabalho são vigorosas e verdadeiras. As descrições de Cabo Verde chegam a emocionar. [...]» (Ressalve-se que Orlando Vitorino teve mais jeito para filósofo – na linha reaccionária de Álvaro Ribeiro – do que para crítico literário...)

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional

Camões – Revista de Letras e Culturas Lusófonas [Pontes Lusófonas]


Lisboa n.º 1, Abril / Junho, 1998
dir. Jorge Couto
Instituto Camões
grafismo de Emílio Vilar e Luís Moreira
[número temático dedicado à lusofonia]
28 cm x 24 cm
112 págs. + 20 págs. (encarte c/ resumos em espanhol, francês e inglês)
profusamente ilustrada
impressa a cor sobre papel superior
capa impressa sobre cartolina canelada
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui colaboração, entre outros, de Carlos Reis, António Loja Neves, Lídia Jorge, Eduardo Agualusa, etc., sendo de sublinhar o artigo de Alberto Carvalho acerca da revista Claridade.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, dezembro 03, 2014

Jonas ou o Amor numa Baleia


PIERRE-HENRI CAMI
trad. e pref. Liberto Cruz
grafismo do pintor João Vieira

Lisboa, 1966
Afrodite – Fernando Ribeiro de Mello
1.ª edição
19,8 cm x 11 cm
144 págs.
exemplar estimado, quebra no canto superior direito da capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota introdutória do tradutor:
«[...] Discípulo de Alphonse Allais, os seus primeiros trabalhos denunciam uma clara influência do Mestre do non-sens e do absurdo. [...]»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

quinta-feira, novembro 27, 2014

A Cultura Física Pela Respiração



[BERNARD] ARNULPHY

Lisboa, s.d.
Livraria Popular de Francisco Franco
7.ª edição
20 cm x 13,4 cm
144 págs.
profusamente ilustrado a negro no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

terça-feira, novembro 25, 2014

Santo António de Lisboa na Tradição Popular


ARMANDO DE MATTOS

Porto, 1937
Livraria Civilização
1.ª edição
19,5 cm x 13,2 cm
208 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Subsídio Etnográfico
ilustrado
impresso sobre papel avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Passeando um pouco o espírito pela etnografia e folclore da nossa admirável terra portuguesa, encontram-se realmente os testemunhos das afirmações que [o padre António] Vieira já fazia no século XVII, além do que se poderá observar nos domínios da arte popular da gravura, com os registos do santo; da cerâmica, com os painéis de azulejos; da vidraria, com a pintura da sua imagem em peças variadas; na escultura em barro, madeira e metal [...]», etc. Assim se propõe o Autor ir dando conta das referidas presenças, sendo na escrita a que aqui tomou de eleição. Neste sentido, toda a segunda parte do livro é constituída por uma importante antologia de cantigas, responsos e outras orações, romances, contos e lendas.
Conhecida é também, do Autor, a sua vasta intervenção estudiosa nos domínios da heráldica e da numismática.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Vida e Milagres de Santo Antonio de Lisboa



FERNANDO THOMAZ DE BRITO, presbítero
ilustrações de Pastor

Lisboa, 1894
Typographia da Companhia Nacional Editora
1.ª edição
106 págs. + 30 folhas em extra-texto
subtítulo: Edição Illustrada Commemorativa do 7.º Centenario
ilustrado em separado
gravuras impressas sobre papel superior
elegante encadernação em veludo sem qualquer gravação
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, ocasionais picos de acidez
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve tentativa de “biografia” do santo padroeiro da cidade de Lisboa, ilustrada por trinta gravuras sobre madeira, alusivas, gravadas por Francisco Pastor, também provavelmente de sua autoria, impressas a preto sobre fundo liso numa cor neutra, e legendadas.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Santo António na Pintura Portuguesa do Século XVI



LUÍS REIS SANTOS

Lisboa, 1945
Editorial Ática
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
16 págs. + 16 folhas em extra-texto (impr. preto e branco) + 1 folha em extra-texto (impr. cor) + 4 págs.
profusamente ilustrado
impresso sobre papel avergoado e sobre papel couché
cartonagem editorial
exemplar muito estimado, com falha de papel na seixa da pasta posterior; miolo irrepreensível
ostenta no verso da capa anterior o ex-libris de Viriato Barbosa
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Palavras de abertura do ensaísta:
«Santo António de Lisboa, taumaturgo de Pádua, “flor da cavalaria monástica” e teólogo celestial de Bolonha, deslumbrante apóstolo seráfico do século XIII, orador iluminado, prodigioso, ardente, a quem o Papa Gregório IX chamou a “Arca viva dos Sagrados Testamentos” e “Martelo dos hereges”, cujo espírito e cuja acção mais influíram, com a palavra e o exemplo de S. Francisco, doce patriarca e “povorello” de Assis, nos destinos da Europa cristã, é a figura histórica de Portugal que possui mais rica e variada iconografia. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

sábado, novembro 22, 2014

Inquérito Literário


BOAVIDA PORTUGAL

Lisboa, 1915
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira
1.ª edição
18,9 cm x 13,2 cm
356 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação de amador inteira em sintético com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Boavida-Portugal, também jornalista, ficou famoso com a publicação deste Inquérito Literário, que reuniu pareceres de, entre outros, Teixeira de Pascoais, Gomes Leal, João Grave, Carlos Malheiro Dias, etc., dando origem a uma violenta polémica entre Adolfo Coelho e Fernando Pessoa.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, novembro 13, 2014

Martyrologium Romanum


Antuérpia, 1771
Architypographia Plantiniana
s.i.
texto em latim
21,2 cm x 14,5 cm
28 págs. + 352 págs. + 58 págs. (index)
subtítulo: Gregorii XIII. | Urbani VIII. | et | Clementis X. | Auctoritate recognitum, | nec non | a Benedicto XIV. | Auctum, & caftigatum. | Acceffit huic editioni Eorum memoria, qui à Summis | Pontificibus, ufque ad SS. D. N. Clementem XIV. | Pont. Max. in Sanctorum numerum relati funt
impresso a duas cores
encadernação da época inteira em pele com gravação de motivos florais a ouro na lombada
corte carminado
exemplar estimado, pequenos defeitos nos topos da lombada e nos cantos, folhas-de-guarda recente imitação de antigo; miolo limpo, algo manuseado, restauro no frontispício, sinais de caruncho nas últimas páginas sem afectar o texto
145,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, novembro 12, 2014

Poesias Lyricas



LUIZ DE CAMÕES

Rio de Janeiro, 1880
L & Cia. [Lombaerts & Cia.]
1.ª edição
17,8 cm x 11 cm
4 págs. + 160 págs. + 4 págs.
subtítulo: Edição Brazileira Commemorativa do Terceiro Centenario
frontispício impresso a duas cores, núcleos temáticos encabeçados por vinhetas decorativas
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Rara publicação levada a cabo pela comissão brasileira que se encarregou das festas do tricentenário da morte do Poeta (ver Innocencio Francisco da Silva / Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo XIV, Imprensa Nacional, Lisboa, 1886).

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

História Maravilhosa


THEREZA LEITÃO DE BARROS
ilust. Raquel Roque Gameiro Ottolini

Lisboa, 1931
ENP – Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
19,8 cm x 14,3 cm
168 págs.
subtítulo: Escrita à Margem de «Os Lusíadas» – Homenagem a Camões
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar manuseado mas aceitável, restauros ocasionais nas capa e contracapa e na lombada; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Nove Pretextos Tomados de Camões


ANTÓNIO MANUEL PIRES CABRAL

Vila Real, 1980
Núcleo Cultural Municipal de Vila Real
1.ª edição (nesta forma)
21,2 cm x 12,5 cm
12 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
dedicatória de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de poemas isolados da obra Trirreme, publicada dois anos antes em Coimbra.
«[...] O modelo verbal camoniano é retomado e, ao retomá-lo, retoma-se uma época da escrita em que a contaminação do discurso por um discurso anterior era um código valorativo dominante.
[...] A. M. Pires Cabral faz sobrepor à citação um empenhamento em ecoar o próprio espaço sintáctico e, por vezes, vocabular dessa escrita anterior, sem o inscrever numa alteração estilística vincada. É nessa coincidência que faz irromper temas e visões do mundo que são do seu tempo. Ou, se quisermos ser mais precisos, recupera para uma leitura do seu próprio tempo alguma da visão do mundo expressa na poesia de Camões [...]» (Joaquim Manuel Magalhães, Os Dois Crepúsculos, A Regra do Jogo, Porto / Lisboa, 1981)

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, novembro 06, 2014

Aconteceu na Gorongosa


MARGARIDA CASTEL-BRANCO
capa de José Antunes
ilust. autora

Lisboa, s.d. [1971, seg. BNP]
Editorial Verbo, S.A.R.L.
1.ª edição
18,5 cm x 14,7 cm
184 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto juvenil de aventuras.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, novembro 05, 2014

As Mais Belas Histórias da Medicina



aa.vv.
selec. João Gaspar Simões
pref. Diogo Furtado
desenhos de Paulo-Guilherme

Lisboa, 1957
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
21,7 cm x 15 cm
174 págs.
ilustrado a duas cores no corpo do texto
cartonagem editorial
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui contos alusivos ao tema, de Fialho de Almeida, Machado de Assis, Tchekov, Somerset Maugham, Balzac, Pirandello e Fitz-James O’Brien.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

domingo, novembro 02, 2014

O Grande Gatsby



F. SCOTT FITZGERALD
trad. e prefácio de José Rodrigues Miguéis

capa de Paulo-Guilherme

Lisboa, s.d. [1960]
Portugália Editora
1.ª edição
19,3 cm x 13,2 cm
268 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romance de uma época norte-americana de dinheiro e boémia a rodos, antes do colapso de 1929. Autobiográfico e autodestrutivo, um olhar de prenúncio do que aí vinha. Rodrigues Miguéis, no seu memorável texto de apresentação, dá-nos preciosas palavras de Fitzgerald:
«Um colega da escola matou a mulher e suicidou-se, outro “caiu” por acidente dum arranha-céu de Filadélfia; outro, propositadamente, dum arranha-céu de Nova Iorque. Um foi assassinado num speakeasy de Chicago; outro, espancado num speakeasy de Nova Iorque, e arrastou-se até o Princeton Club, onde morava, para morrer; outro ainda ficou com o crânio esmagado por um louco, seu companheiro de manicómio... Estas não são catástrofes que eu tenha de ir buscar fora do meu caminho: trata-se de amigos meus; e mais, tudo isto aconteceu, não durante a Depressão, mas durante a Prosperidade...»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

sábado, novembro 01, 2014

A Missão


FERREIRA DE CASTRO
ilust. Sara Afonso

Lisboa, 1954
G:uimarães & Ca.
1.ª edição
21 cm x 15,5 cm
344 págs. + 3 folhas em extra-texto (policromias)
subtítulo: Três Novelas
ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar como; miolo por abrir
chancela do autor na última página
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

São ainda parte constituinte desta edição original de «A Missão» outras duas novelas, a saber: «A Experiência» e «O Senhor dos Navegantes». Acerca do «conflito radical de deveres», que a novela titular encena, dissertou no jornal Correio da Manhã (2010, Julho 18) uma professora catedrática de Direito Penal, Fernanda Palma:
«[...] Durante a Segunda Guerra Mundial, um convento francês que albergava 13 pessoas poderia evitar ser bombardeado pelos alemães, pintando o nome “Missão” no telhado.
Assim, distinguir-se-ia de uma fábrica com arquitectura igual, onde trabalhavam quatro centenas de operários, que constituía um alvo militar prioritário. [...]
Numa leitura moral, os religiosos que se protegem através da cruz entram em contradição com a sua missão. Em certas situações, temos a necessidade de afastar o perigo para cima dos outros. No entanto, se formos os mais sábios, ricos ou capazes, ao fazê-lo estaremos a falhar a nossa “missão”. Os Estados, as instituições e as pessoas que violam deveres de solidariedade e rejeitam estar com os outros no mesmo barco, ou atiram as culpas para os mais fracos, são como missionários falhados. É isso que me faz pensar a magnífica novela de Ferreira de Castro.»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Selva


FERREIRA DE CASTRO
capa de Bernardo Marques

Porto, 1930
Livraria Civilização – Americo Fraga Lamares & C.ª Ld.ª Editores
1.ª edição
187 mm x 122 mm
334 págs.
encadernação de amador em imitação de pele com gravação a ouro na lombada
aparado, conserva a capa anterior da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro neo-realista (não alinhado) que a UNESCO declarou, nos anos setenta do século passado, como um dos dez mais lidos em todo o mundo, e que suscitou de Jaime Brasil o seguinte comentário:
«[...] Ferreira de Castro trazia A Selva no ventre quando regressou do Brasil. A selva possuíra-o, enfeitiçara-o. Os pavores e as angústias do adolescente habitavam o homem como demónios atormentadores. Só o Verbo que é luz e vida, os poderia afugentar. Esse Verbo só encarnou quinze anos depois. Foi uma gestação de gigante. Ferreira de Castro sofria muito ao recordar as dores vividas. [...]» (ver Ferreira de Castro e a Sua Obra, Livraria Civilização, Porto, 1931)

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Emigrantes


FERREIRA DE CASTRO
ilust. Lino António

Lisboa, 1949
G:uimarães & C.a
[1.ª edição (nas Obras Completas)]
21,2 cm x 15 cm
312 págs. + 3 folhas em extra-texto (policromias)
ilustrado
composição manual em elzevir e impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
chancela do autor na última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Tempestade



FERREIRA DE CASTRO
capa de Jorge Barradas

Lisboa, 1940
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
328 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse na folha de ante-rosto
ex-libris do Autor na última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

A Tempestade «[...] tem por cenário Lisboa e é uma obra rica de notações psicológicas.» (ver Jaime Brasil, Ferreira de Castro, Arcádia, Lisboa, 1961)

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

A Lã e a Neve


FERREIRA DE CASTRO
capa de Jorge Barradas

Lisboa, 1947
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
376 págs.
encadernação modesta de amador em meia de tela encerada com cantos e papel de fantasia, muito discreta gravação a ouro na lombada
pouco aparado, conserva a capa anterior da brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, com as últimas três folhas com sinais esparsos de oxidação
ex-libris do Autor na última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Este romance, publicado quando já o neo-realismo se tornara dominante, revela da parte de Ferreira de Castro – segundo António José Saraiva / Óscar Lopes (História da Literatura Portuguesa, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989) – «[...] um domínio anteriormente inexcedido na montagem de uma ficção que, sem abandonar (ou fingir que abandona) um enquadramento judicativo e crítico sobre a realidade social portuguesa, nos dá, apesar de certos nódulos de dureza estilística e planejadora, um incontestável convencimento de verdade social, psicológica e sensorial, e uma bela tensão de luta.
[...] A Lã e a Neve foca os conflitos relacionados com a pastorícia e a tecelagem na Beira Baixa, e contém algumas das situações mais emocionantes do novo realismo social. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Curva da Estrada


FERREIRA DE CASTRO

Lisboa, 1950
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição (corrente)
19,1 cm x 12,7 cm
324 págs.
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado; miolo limpo
ex-libris do Autor na última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Jaime Brasil (Ferreira de Castro, Editora Arcádia, Lisboa, 1961) a propósito do vertente romance:
«[...] A sua acção decorre em Espanha e todas as personagens são espanholas. A época é o curto período de estabilização da Segunda República, quando as forças reaccionárias começaram a abalar o nascente regime, que seria afogado em sangue e lama em 1938. Nessa obra, analisou o romancista o fenómeno da pausa climatérica no homem, coincidente com o chamado “rítmico recuo”, no domínio das ideias. O protagonista, militante e chefe do socialismo, já descrente dos ideais da juventude, fatigado de lutar, desejoso de saborear as alegrias da vida e sob a pressão de pessoas de família, está prestes a transigir e bandear-se com o campo oposto. Salva-o disso um filho, que apela para a sua dignidade e o seu passado e consegue que o socialista desiludido se retire da política sem trair os que acreditaram nele. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Vôo nas Trevas



FERREIRA DE CASTRO

Porto, 1927
Livraria e Imprensa Civilisação – Américo Fraga Lamares & C.ª, Ld.ª
1.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
352 págs.
elegante encadernação inteira em tela encerada com motivos ondeados e papel de fantasia, gravação a ouro e relevo seco na pasta anteriro e discreta gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da fase literária (1921 a 1927) nunca reconhecida, nem reeditada, por Ferreira de Castro.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


In Memoriam de Ferreira de Castro


ADELINO VIEIRA NEVES [introd. e org.] 
et alii 

Cascais, 1976
Arquivo Bio-Bibliográfico de Escritores e Homens de Letras de Portugal
1.ª edição [única]
24,8 cm x 19,1 cm
292 págs. + 23 folhas em extra-texto, uma das quais impressa frente e verso
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conta este memorial com as colaborações, entre outras, de Jaime Brasil, Jacinto do Prado Coelho, Fernando Namora, Vitorino Nemésio, Agustina Bessa-Luís, Matilde Rosa Araújo, Ruben A., José Rodrigues Miguéis, João Bigotte Chorão, António Quadros, Cruz Malpique, etc.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

sexta-feira, outubro 31, 2014

Aqui e Além... Revista de divulgação cultural


Algés, Março / Abril de 1945 a Outubro de 1946
dir. Carlos A. Dias Ferreira
colecção completa (5 números)
22 cm x 16,7 cm
5 x 80 págs. + cadernos de publicidade em extra-texto em todas
exemplares manuseados em estado razoável
170,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, de Jacinto do Prado Coelho, Carlos Carneiro, Luiz-Francisco Rebello, Natércia Freire, Vitorino Nemésio, Sebastião da Gama, Manuel da Fonseca, José Régio, António Sérgio, Matilde Rosa Araújo, Pedro Homem de Mello, Victor Palla, José-Aurélio, Mário Ruivo, Nataniel Costa, Cabral do Nascimento, David Mourão-Ferreira, Maria de Lourdes Belchior, Francisco Luiz Amaro, etc. São de assinalar também alguns dos ilustradores, como Maria Keil do Amaral, Cândido Costa Pinto, Maunel Ribeiro [Pavia], Ricardo Hogan, etc.
Destaque para a participação dos surrealistas Manuel de Lima e Mário [Cesariny] de Vasconcelos (este com o importante texto «Notas Sôbre o Neo-Realismo Português»), ambos com textos nunca posteriormente coligidos.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Continente / 1

Porto, 1972
dir. Agostinho Chaves Gonçalves e Orlando Neves
[Razão Actual]
capa de Armando Alves
número único
20,9 cm x 14,8 cm
40 págs.
exemplar com leves picos de oxidação na capa e nas primeira e última folhas
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui colaboração poética de António Cabral, Egito Gonçalves, Eugénio de Andrade, Hélia Correia, Jorge Fallorca e José de Matos-Cruz.
No auge da guerra colonial, os poetas não – ou ainda não – mobilizados resistiam como podiam. De Egito Gonçalves:
«[...] Agora
que fazer? Poemas
com a matéria
do sofrimento?

Avançam
recebem a medalha,
regressam ao seu banco,
depois ao comboio,
às terras...

Minúscula a medalha
junto do retrato;
não ocupa muito
sobre a cómoda.

Como minguou
o espaço do filho!

As casas são pequenas!»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Arco Iris – Caderno de Ideias Literárias



Porto, Dezembro de 1976 a Outubro de 1978
dir. Eduardo Paz Barroso e Paulo Jorge Tunhas
A Regra do Jogo, 1977 e 1978
colecção completa (5 números em 3 volumes [os três primeiros números, que tiveram edição original policopiada, encontram-se aqui reunidos em um volume único])
2 x [21 cm x 14,1 cm] + [24,6 cm x 18,6 cm]
112 págs. + 48 págs. + 116 págs.
capas de António Vasconcelos, Luís Miguel e Bernardo Pinto de Almeida
exemplares em bom estado de conservação
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, de Manuel Resende, Álvaro Lapa e António Ramos Rosa. Trata-se de uma das primeiras reacções literárias ao marxismo galopante nesses anos imediatos ao 25 de Abril, vinda do Norte – em Lisboa, nessa época, éramos tidos por mouros e vermelhos.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Cidades Antigas, Terras Novas



LUIS DA CAMARA REYS
ilustrações de Tagarro

Lisboa, 1925 [1926]
Empreza de Publicidade «Seara Nova» / Edições “Arte”
1.ª edição
24,3 cm x 19 cm
24 págs.
acabamento não cosido, três cadernos por abrir, soltos, dentro de capa de protecção com dobras à cabeça e ao pé e badanas
exemplar estimado com muito vagos sinais de traça no exterior da capa; miolo limpo
peça de colecção
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência pronunciada em Coimbra, acerca da arte urbana. É de notar, sobretudo, o engenho tipográfico do acabamento.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Vida Politica



LVIS DA CAMARA REYS

Lisboa, 1911-1913
ed. Autor
1.ª edição
17 fascículos (completo)
23,5 cm x 16,3 cm
17 x 16 págs. [272 págs. (numeração contínua)]
exemplares muito estimados, apenas as costas da capilha do fascículo n.º 11 apresenta um rasgão no canto inferior esquerdo; miolo limpo, alguns por abrir
encontram-se na forma original como circularam à época, ou seja, cada qual constituído por um caderno de dezasseis páginas agrafado à respectiva capilha em papel tipo manteigueiro
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

Republicano, aqui relator dos acontecimentos políticos seus contemporâneos, veio a ser um dos fundadores da Seara Nova.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

sábado, outubro 18, 2014

Verdades Amargas


CLAUDIO JOSÉ NUNES

Lisboa, 1870
Typographia de Francisco Xavier de Sousa & Filho
1.ª edição
20,5 cm x 13,1 cm
96 págs.
subtítulo: Estudo politico dedicado ás classes que pensam, que possuem e que trabalham
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
peça de colecção
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Violento libelo contra os protagonistas do período histórico que ficou conhecido por saldanhada. Todavia, o seu poder de caracterização dos males que sempre afectaram a nação e dos homens que por cá granjearam lugares de poder é de uma actualidade angustiante... O modesto poeta romântico panfletário das Cenas Contemporâneas e deputado pelo Partido Progressista Histórico, Cláudio José Nunes (1831-1875), no meio de uma catilinária feroz, deixa no ar um aviso de extrema evidência:
«[...] Fallido o thesouro, é natural que essa fallencia arrastasse a grandes difficuldades a maioria dos estabelecimentos de credito. Dado isto, a ramificação do desastre chegaria á mais solitaria cabana e ao mais obscuro balcão.
Tanto no espelho dourado dos salões da opulencia, como no barro vidrado da baixella do pobre, se reflectiria algum gesto de tristeza ou de angustia.
O luxo retirar-se-hia diante da parcimonia. A parcimonia diante do constrangimento. O constrangimento diante da fome.
Porque, não vos illudaes, o paiz vive em grande parte á sombra do estado.
Morto este pela fome, a fome de uma parte do paiz sairia directamente d’essa ligação apertadissima. [...]
Qual seria a depreciação de todos os valores actuaes pela raridade, e, portanto, pela carestia da moeda cunhada? [...]
Não é a venda da herança por um prato de lentilhas; é a venda do patrimonio por um espectaculo de horrores.
A bancarrota é o prejuizo material multiplicado pelo sobresalto do espirito [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Scenas Contemporaneas


CLAUDIO JOSÉ NUNES
pref. José Maria Latino Coelho

Lisboa, 1873
Editores – Rolland & Semiond
Typographia Castro Irmão
1.ª edição
24,5 cm x 16,4 cm
4 págs. + XXIV págs. + 306 págs.
subtítulo: Primeira parte – Drama | Segunda parte – Comedia
impresso sobre papel superior
exemplar estimado, capa com sinais esparsos de acidez; miolo limpo
pequeno rótulo colado no topo da capa
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião da obra poética do tribuno, que Latino Coelho felicita pela sua arte realista, porque «[...] força é que, com a fraternidade progressiva das nações, amanheça para nós a poesia da idéa e da humanidade. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

quinta-feira, outubro 16, 2014

Lei Orgânica do Ultramar Português


Lisboa, 1963
Agência-Geral do Ultramar
s.i. [1.ª edição]
21,6 cm x 15,5 cm
64 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Cumprindo o disposto na Portaria n.º 19.921, de 27 de Junho de 1963, fazia o governo publicar esta nova versão oficial da Lei Orgânica do Ultramar Português com as alterações estabelecidas pela Lei n.º 2.119 de 24 de Junho do mesmo ano, sob a tutela do então ministro do Ultramar, António Augusto Peixoto Correia. Em Janeiro desse ano, no dia 23, iniciava o PAIGC a luta armada na Guiné... Em Junho, ao mesmo tempo que saía impressa a dita Lei, celebrava-se no Terreiro do Paço, pela primeira vez, o Dia da Raça, com fins de propaganda oficial e legitimação histórica da guerra movida contra os nacionalistas africanos.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, outubro 13, 2014

Contos


GUY DE MAUPASSANT
trad. Eugenio Vieira
capa de Moisés

Lisboa, s.d.
Livraria Editora Guimarães & C.ª
3.ª edição
19,9 cm x 13,1 cm
148 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sob a mão protectora de Gustave Flaubert, será o ficcionista Guy de Maupassant (1850-1893) reconhecido como o “inventor” da short story, que tantos cultores veio a ter, sobretudo no século XX norte-americano. Os seus contos são verdadeiros modelos de economia estilística de meios.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Céu Cai


LORENZA MAZZETTI
trad. de Fernando Gil

capa de João da Câmara Leme

Lisboa, s.d. [circa 1962]
Portugália Editora
[1.ª edição]
19,3 cm x 13,5 cm
220 págs.
exemplar como novo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romance surrealizante, tendo como motivo uma infância italiana com familiares próximos assassinados pelos fascistas, a autora, após uma breve incursão como realizadora cinematográfica, converteu-se a essa fábrica de imagens que é a televisão. Redobrado é, todavia, o interesse desta tradução quase consecutiva à publicação do livro em Itália, por força do cuidadoso trabalho do falecido filósofo Fernando Gil.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

terça-feira, setembro 23, 2014

Noções Syntheticas de Poetica


JOSÉ GONÇALVES LAGE

Coimbra, 1880
Imprensa da Universidade
[1.ª edição]
18,5 cm x 12,9 cm
184 págs.
subtítulo: Coordenadas para Uso dos Seus Discipulos
encadernação modesta antiga meia-inglesa com ferros a ouro na lombada
sem capas de brochura
em bom estado de conservação, apenas alguns picos de humidade
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Foi pároco em Trás-os-Montes, a sua distinção como teólogo reflectiu-se sempre nas obras por si escritas, o que fez de, pelo menos, três delas compêndios aprovados pela Junta Consultiva de Instrução Pública. A vertente é uma dessas, sendo as outras uma gramática e um breviário de literatura clássica. (Fonte: Inocêncio Francisco da Silva / Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo XII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1884.)
Livro de estudo e curiosidade para os que se pretendem poetas.A segunda metade do volume dá-nos uma panorâmica de Exemplos de Composições Poéticas que cobre a história da poesia portuguesa de Camões a João de Deus.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Banhos de Sol


AMÍLCAR DE SOUSA
pref. Samuel Maia

Porto, 1937
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
18 cm x 12,2 cm
240 págs.
encadernação editorial em tela com gravação a ouro nas pasta anterior e lombada
exemplar bem conservado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante livro de divulgação das virtudes higiénicas do naturismo, mas também da boa saúde moral e do regresso do Homem à comunhão com a Natureza. A questão da hoje reconhecida perigosidade da exposição à luz solar ainda aqui não vem a talhe, era na época assunto ainda não estudado. Aliás, é precisamente a ideia rousseauniana do bom “selvagem” a interagir ao ar livre o que sobressai das reflexões deste autor, e não, de facto, qualquer exibicionismo decorativo por via do bronzeado.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

domingo, setembro 21, 2014

Portugal de Hoje



NOËL DE ARRIAGA
[UNIÃO NACIONAL]
capa e ilust. Júlio Gil

Lisboa, 1956
Campanha Nacional de Educação de Adultos
1.ª edição
16,4 cm x 11,5 cm
188 págs. + 20 págs. em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro que a União Nacional fez publicar na Colecção Educativa do Plano de Educação Popular. A ideia é mostrar como a ditadura para além da ditadura responsável pelo golpe de Estado a 28 de Maio de 1926, e como o seu obreiro, Oliveira Salazar, estiveram na génese de uma nação que passou a definir-se, não pelos valores humanos e plurais da liberdade de opinião e do livre-arbítrio, mas por uma encenação estatística do progresso material: tantas estradas, tantas pontes, tantas barragens, tantos hospitais, tantas prisões... principalmente prisões e forças policiais; marinha mercante, forças armadas, controlo corporativista do trabalho e dos tempos livres, etc. Na linha da frente de todos os aspectos da vida do país encontram-se a disciplina beata, a subjugação à ordem dominante, a obrigatória gratidão por parte do povo dominado, as famílias-modelo, os filhos-família, a criadagem barata vinda da província...

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

terça-feira, setembro 09, 2014

Discurso proferido no Theatro de S. João da cidade do Porto na noite de 19 de Maio de 1900 em que as Associações Commerciaes, Industriaes e Agricolas da mesma cidade festejaram solemnemente o 4.º Centenario do Descobrimento do Brazil


ANTONIO CANDIDO
pref. colect. Miguel Pinto Martins, José Monteiro da Silva, visconde de Alvellos, António Pereira Pinto Carvalhal, Francisco Cardoso, Miguel Augusto de Faria Mascarenhas, Augusto Vicente da Cunha Brochado e Joaquim Leite do Carvalho

Porto, 1900
Typographia do «Commercio do Porto»
1.ª edição
31 cm x 23 cm
12 págs. + 1 folha em extra-texto + 34 págs.
encadernação recente inteira em tela com a capa de brochura espelhada
não aparado
conserva o vegetal de protecção do retrato do orador
impresso sobre papel superior encorpado
exemplar estimado; miolo limpo, papel amarelecido na primeira e última páginas
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Se, quando proferido no Porto, o discurso do jurisconsulto e deputado monárquico António Cândido Ribeiro da Costa (1850-1922) correspondeu à solicitada homenagem aos descobridores do Brasil, esta sua impressão tipográfica satisfaz os desejos de os amarantinos fixarem a palavra do seu conterrâneo, não sem lhe acrescentarem laudatória nota de abertura.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Águia do Marão


ANTONIO CABRAL

Lisboa, 1943
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,1 cm x 12,5 cm
288 págs.
subtítulo: O Grande Orador António Candido – O único vencido dos «Vencidos da Vida» – Cartas inéditas – Política de outrora...
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim abre o Prefácio de António Cabral:
«Foi Camilo Castelo-Branco, o escritor incomparável, quem lhe deu o nome – A Águia do Marão.
E António Cândido águia era, pelos altos vôos da eloqüência, pelo bater das azas possantes, nas elevadas regiões da Beleza e nas cumeadas da Arte. Eu nunca ouvi, na tribuna, palavra mais elegante, dicção mais perfeita, expressão mais fluente, voz mais poderosa e mais nobre. Assunto em que êle cravasse a garra pujante, era assunto apurado, tirado a limpo: era assunto esgotado. [...]»
Biografia literária do homem público, que fez parte do grupo de onze intelectuais conhecido por Vencidos da Vida, não particularmente enaltecidos por Cabral, apesar do inequívoco valor das suas figuras centrais (Eça de Queirós, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Guerra Junqueiro): «[...] Dos Vencidos da Vida, em conjunto, nada proveio, senão a digestão de bons jantares e o esfuziar da alegria de rapazes, que, em plena mocidade, queriam viver e gozar os doces prazeres da existência. Nem sequer, nos seus ágapes fraternos, discutiam a política de então. [...]» Do biografado – que certamente lhes não ficaria atrás – lembra, desde logo no referido Prefácio, a sua (certamente estulta) passagem pelos salões literários dessa senhora das letras, que foi Maria Amália Vaz de Carvalho...

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


sábado, setembro 06, 2014

Obolo ás Creanças


CAMILLO CASTELLO BRANCO
FRANCISCO MARTINS [DE MORAES] SARMENTO
JOAQUIM FERREIRA MOUTINHO

desenho (capa ?) de José d’Almeida e Silva

Porto, 1887
Imprensa Portugueza [et alii]
1.ª edição [única]
24,4 cm x 16,4 cm
24 págs. + LXXXVIII págs. + 2 págs. + 182 págs.
ilustrado
exemplar manuseado e envelhecido pelo tempo mas muito aceitável; restauro tosco na lombada; miolo limpo
peça de colecção
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colectânea de participações avulsas, tanto literárias como gráficas e tipográficas, com o fim de obter auxílio financeiro para o Real Hospital de Crianças Maria Pia e para a Creche de São Vicente de Paulo. Entre elas, encontram-se dois raros textos de Camilo em primeira edição (em livro) ambos: «A Maior Dor Humana» e «As Favas Negras».

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089