domingo, fevereiro 22, 2015

Cartas aos Novos


GONÇALVES CEREJEIRA (DOUTOR)

Coimbra, 1934 [aliás, 1933]
Edição dos “Estudos” (separata, Setembro de 1925 a Maio de 1928)
1.ª edição (nesta forma reunida)
19,4 cm x 15,1 cm
VIII págs. + 136 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos da biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa
carimbo da revista Estudos e dedicatória de oferta da mesma a Agostinho de Campos
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Alma de S. Francisco



D. MANUEL GONÇALVES CEREJEIRA
pref. frei João-Diogo Crespo

Lisboa, 1943
Edição da Venerável Fraternidade da Ordem Terceira de S. Francisco (a Jesus)
1.ª edição
19,2 cm x 13,8 cm
36 págs.
subtítulo: Conferência
exemplar estimado, pequena esfoladela na capa; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma conferência temática proferida por Cerejeira em Coimbra no ano de 1927.

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telemóvel: 919 746 089

Aos Homens de Boa Vontade


D. MANUEL GONÇALVES CEREJEIRA, cardeal
pref. Clemente Rogeiro e padre Moreira das Neves

Lisboa, 1971
Edição do Centro de Documentação da Emissora Nacional
1.ª edição
18,8 cm x 12,5 cm
316 págs.
subtítulo: Mensagens de Natal aos Microfones da Emissora Nacional de Radiodifusão 1936-1970
ilustrado
exemplar muito estimado, capa empoeirada; miolo irrepreensível, sem qualquer sinal de quebra na lombada
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


Para um Diálogo com o Sr. Cardeal Patriarca [junto com] Na Hora do Diálogo



RAUL RÊGO
MANUEL GONÇALVES CEREJEIRA

Lisboa, 1968 e 1967
ed. Autor
União Gráfica
1.ª edição (ambos)
[19,2 cm x 12,4 cm] + [19,4 cm x 13 cm]
48 págs. + [84 págs. + 1 folha em extra-texto]
ambos impressos sobre papel superior
exemplares estimados, o primeiro com as capa e contracapa sujas; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Duas passagens de mais um texto, o de Raul Rego, que ajuda a iluminar as trevas caídas sobre toda uma época:
«A palestra de D. Manuel Gonçalves Cerejeira, Cardeal Patriarca de Lisboa, na altura do aniversário da sua entronização no sólio patriarcal, transmitida pelos emissores da rádio e da televisão, e depois publicada em volume, sob o título de Na Hora do Diálogo, não suscitou reacções na imprensa, a não ser os elogios habituais a tudo quanto dizem pessoas altamente colocadas. Os cargos eminentes estão a ser autênticos altares onde só os fumos do incenso chegam.
Intitulando-se de “diálogo” pareceu-me que havia observações a fazer a Sua Eminência e apresentei-lhas em [duas cartas] [...].»
E um pouco adiante: «[...] Junto envio a Vossa Eminência uma prova de Censura que talvez lhe seja de algum interesse. Trata-se da notícia do jornal de que sou redactor, tal como eu a escrevi e depois mutilada pela Censura, a ponto de em certa passagem ficar sem sentido. Suponho interesse a Vossa Eminência por se tratar da publicação em volume da resposta a muitas questões que pretendeu dar em vésperas de completar trinta e oito anos de Patriarca de Lisboa e que intitulou Na Hora do Diálogo. Mas, como vê, não pode haver diálogo. Apenas o monólogo do governo totalitário e daqueles que, consciente ou inconscientemente, o servem. A Censura tudo rasoira. [...]»

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quarta-feira, fevereiro 18, 2015

A Alma Amortalhada – Mário de Sá-Carneiro’s Use of Metaphor and Image


PAMELA BACARISSE

Londres, 1984
Tamesis Books Limited
1.ª edição
texto em inglês
24 cm x 16,7 cm
XXVI págs. + 194 págs.
encadernação editorial em tela gravada a ouro na lombada e com sobrecapa impressa
exemplar estimado; miolo irrepreensível
selo branco da Biblioteca de José Blanco no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pamela Bacarisse (1935-1996), de origem britânica, foi uma reconhecida leitora de português e espanhol nas universidades norte-americanas. Este seu longo estudo da obra de Mário de Sá-Carneiro constitui um dos modelos possíveis de abordagem da poética do escritor modernista. Eugénio Lisboa (in Colóquio / Letras, n.º 88, Novembro de 1985), não sem pôr em dúvida a metodologia da estudiosa inglesa, acaba por concluir nos seguintes termos:
«[...] o livro de Pamela Bacarisse é uma das poucas contribuições importantes, em qualquer língua, incluindo o Português, para o estudo da obra singularmente negligenciada de um grande poeta e de um perturbante e malogrado ficcionista.»

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Dispersão



MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO
capa de Júlio

[Coimbra], 1939
Edições “Presença”
2.ª edição
23,1 cm x 17,3 cm
72 págs.
subtítulo: Doze Poesias
composto manualmente
exemplar manuseado, com restauros nas capas e lombada; miolo limpo, papel oxidado nas primeira e última folhas
é o n.º 438 da tiragem comum declarada de 500 exemplares sobre papel Almaço Tojal
assinatura de posse do escritor José Palla e Carmo
PEÇA DE COLECÇÃO
350,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Indícios de Oiro


MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO

Porto, 1937
Edições «presença»
1.ª edição
25,8 cm x 19,4 cm
88 págs.
composto manualmente
exemplar estimado; miolo irrepreensível
é o n.º LII da tiragem especial declarada de 100 exemplares
PEÇA DE COLECÇÃO
580,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação póstuma conforme manuscrito que se encontrava na posse de Fernando Pessoa. É o poeta-maior no grupo do Orpheu. Suicidou-se jovem, aos 26 anos de idade, no desespero de ver a sua obra injustiçada...
Um exemplo, o poema «Fim»:

«Quando eu morrer batam em latas,
Rompam em saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!

Que o meu caixão vá sôbre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
E eu quero por fôrça ir de burro!»

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domingo, fevereiro 15, 2015

Poemas Traduzidos


MANUEL BANDEIRA (trad.)
aa.vv.

Rio de Janeiro – Pôrto Alegre – São Paulo, 1948
Editôra Globo
[1.ª edição]
22,7 cm x 15,6 cm
180 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, papel com acentuada acidez na capa e nas primeiras e últimas folhas
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] Até agora os poemas traduzidos pelo poeta só foram publicados em 1945, numa edição de luxo de apenas 350 exemplares, com ilustrações de Guignard, um belo trabalho tipográfico por Murilo Miranda. A presente edição torna-os acessíveis ao grande público. Aos poemas daquela edição esta acrescenta 36 novas traduções, muitas das quais inéditas. [...]»
Assim, são trazidos para o idioma de Manuel Bandeira autores da sua preferência culta, como Ronsard, Rilke, Goethe, Guillen, Lorca, Holderlin, Elizabeth Browning, Alberti, Langston Hughes, Borges, Éluard, Antonio Machado, etc.

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terça-feira, fevereiro 03, 2015

Regional Costume in Portugal


TOMAZ RIBAS
trad. Marcia de Brito
grafismo de Gótica

Lisboa, 2004
Difel / Inatel
1.ª edição
texto em inglês
29 cm x 24,8 cm (álbum)
252 págs.
profusamente ilustrado a cor
encadernação editorial com gravação em relevo seco na pasta anterior a na lombada, sobrecapa impressa e plastificada a quente
exemplar como novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Contribuíram ainda, para a realização desta obra etnográfica e folclórica, Madalena Farrajota, Elisabeth Cabral, Isabel Pereira, Manuel J. Palma, Rui Camacho e José Guedes da Silva.

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O Trabalho e as Tradições Religiosas no Distrito de Lisboa


MARIA MICAELA SOARES
FRANCISCO HERMÍNIO PIRES DOS SANTOS
TOMÁS RIBAS
ANTÓNIO NABAIS
ELISA MARIA FRUGNOLI
IRISALVA MOITA
et alii


Lisboa, 1991
Governo Civil de Lisboa
1.ª edição [única]
26,6 cm x 19,2 cm
500 págs.
subtítulo: Exposição de Etnografia [catálogo]
profusamente ilustrado a preto e branco e a cor
exemplar como novo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Catálogo do magnífico acervo mostrado então, e igualmente magnífico trabalho para estudo, quer pelas imagens coligidas quer pela qualidade científica dos textos.


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segunda-feira, janeiro 26, 2015

O Anão


PÄR LAGERKVIST
trad. de João Pedro de Andrade
capa de António Vaz Pereira

Lisboa, 1958
Editorial Cosmos, Ltd.
2.ª edição
19,5 cm x 14,4 cm
200 págs.
colecção dirigida por Nataniel Costa
exemplar estimado, miolo limpo
carimbo de posse na folha de ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romancista, contista, poeta, dramaturgo e ensaísta sueco, laureado com o Nobel. Ao lê-lo não podemos deixar de ser assaltados por imagens da filmografia de Ingmar Bergman, seu compatriota.
Nota: capa igual à da 1.ª edição, diferindo apenas na combinação das cores.

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quinta-feira, janeiro 22, 2015

A Vida de Liszt


GUY DE POURTALÈS
trad. José Saramago

Lisboa, 1959
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
21,8 cm x 15,3 cm
296 págs. + 9 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Franz Liszt é, sem dúvida, uma das mais sedutoras e ricas figuras da história da música. Pianista e compositor de igual genialidade, típico representante do romantismo musical, Liszt foi igualmente o anunciador dos caminhos que iriam florescer em Wagner. [...]
Como homem, Franz Liszt foi um verdadeiro filho do romantismo. Passeando pela Europa a sua inigualável glória de virtuose do piano, viveu como tocou. Entre a sua música e a sua técnica de interpretação, por um lado, e a sua vida, houve pelo menos um ponto de contacto: a paixão, com tudo o que nela possa haver de grandeza, de excesso, de desmedida. [...]»

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pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

terça-feira, janeiro 20, 2015

Depois da Cicuta


ANGUS WILSON, sir
trad. de Mário-Henrique Leiria

pref. de Luís de Sousa Rebelo
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1961
Portugália Editora
1.ª edição
19 cm x 13,3 cm
340 págs.
exemplar em bom estado, com sinais de arrastamento das pinças da máquina de dobragem nas margens dos dois primeiros cadernos; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romance pioneiro (data de 1952) da literatura explicitamente homossexual, constitui também um atento retrato da hipocrisia inglesa:
«[...] Angus Wilson compraz-se em alfinetar as ideias reaccionárias e filo-fascistas de alguns desses seus compatriotas, ao mesmo tempo que nos dá a comédia dos pequenos funcionários na rotina burocrática e na aposentação, ou a ruína de uma família, ou ainda esse outro mundo esquecido das velhas virgens. Tão-pouco lhe escapam os meios intelectuais, onde o talento anda de mistura com a vaidade pretensiosa. [...]» (do Prefácio)

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quinta-feira, janeiro 15, 2015

Sentimento Lusitano


RIBEIRO COUTO
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1963
Edição «Livros do Brasil»
1.ª edição
21,8 cm x 15 cm
272 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor brasileiro muito apreciado entre os intelectuais portugueses seus contemporâneos, este seu último livro, publicado entre a surpresa e o desgosto pela súbita morte de Ribeiro Couto (1898-1963), e a que o editor acrescentou em Adenda um vasto núcleo de textos a assinalar precisamente esse pesar. Constam aí, entre muitos outros, os nomes de Manuela de Azevedo, António de Sousa, Augusto de Castro, Ferreira de Castro, Fidelino de Figueiredo, Hernâni Cidade, Jacinto do Prado Coelho, João Gaspar Simões, João José Cachofel, Joaquim Paço d’Arcos, José Régio, Marcello Caetano, Matilde Rosa Araújo, Miguel Torga, Urbano Tavares Rodrigues.

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Uma Noite de Chuva


RIBEIRO COUTO
pref. Adolfo Casais Monteiro
capa de Paulo Ferreira
ilust. António Dacosta

Lisboa, 1944
Editorial «Inquérito», L.da
1.ª edição
19,1 cm x 12,5 cm
272 págs. + 11 folhas em extra-texto
subtítulo: E Outros Contos
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
é o n.º 95 da tiragem especial sobre papel vergé assinada pelo autor
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, janeiro 07, 2015

Intervenção do Estado na Administração Local



ARMANDO CÂNDIDO

Lisboa, 1957
CEPS – Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,6 cm x 14,7 cm
104 págs.
subtítulo: Centralização e descentralização
capa impressa a negro com rótulo colado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Em Defesa do Movimento Cooperativo


ARMANDO CÂNDIDO

Lisboa, 1958
CEPS – Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,7 cm x 14,7 cm
112 págs.
subtítulo: Limites e Possibilidades da Cooperação
capa impressa a negro com rótulo colado
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta no ante-rosto a assinatura de posse de Luís Arnaut Pombeiro
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


As Cooperativas na Indústria


AMÍLCAR MARQUES

Lisboa, 1958
CEPS – Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,6 cm x 14,8 cm
124 págs.
capa impressa a negro com rótulo colado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Dos Partidos – Dos Sistemas Eleitorais e da Sua Influência na Vida Política


ANTÓNIO RATO

Lisboa, 1958
CEPS – Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,7 cm x 14,6 cm
92 págs.
capa impressa a negro com rótulo colado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


As Consequências Económico-Sociais do Acréscimo da Produtividade


JOSÉ PEREIRA ATHAYDE

Lisboa, 1957
Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,5 cm x 14,6 cm
56 págs.
capa impressa a negro com cromo colado
exemplar estimado, capa com picos de oxidação; miolo limpo
assinatura de posse nas págs. 1, 25, 41 e 54
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Num texto de incentivo à aduzida produtividade, alerta o autor a dado passo:
«[...] A exposição que fizemos leva a concluir que: quanto menos pessoas fizerem as coisas necessárias, melhor será; no entanto, poder-se-á igualmente dizer que existe o perigo de os indivíduos dispensados ficarem sem nada que fazer; – é o problema do desemprego causado pelo acréscimo da produtividade.
[...] O caso mais frequente será, porém, aquele em que o problema da carência é relativo e resulta de uma defeituosa repartição de bens.
Isto pode resultar do próprio facto de se obter maior volume de bens, produzidos por menos pessoas, pois ao prosseguirmos nesta política dá-se um desnivelamento momentâneo, em que a massa de bens acrescidos irá distribuir-se mais generosamente pelos que continuam ocupados, excluindo da repartição os desocupados.
[...] Realmente, para ocupar pessoas é necessário produzir bens úteis, e para o poder fazer é preciso que estes encontrem consumidores.
Para consumir mais, é necessário haver maior poder de compra, ou seja, que aumentem os salários reais, isto é: que a relação entre os salários e os preços aumente e não diminua. [...]»

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domingo, janeiro 04, 2015

O Jornalismo


ALBERTO BESSA
pref. Edmundo d’Amicis

Lisboa, 1904
Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
19,1 cm x 12,7 cm
368 págs.
subtítulo: Esboço Historico da Sua Origem e Desenvolvimento até aos Nossos Dias ampliado com a Resenha Chronologica e Alphabetica do Jornalismo no Brasil
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita (não assinada) do Autor a Henrique [Lopes] de Mendonça
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

História geral do jornalismo, um pouco por todo o mundo, matéria para a qual Alberto Bessa (1861-1938) estava mais do que habilitado a escrever, tendo sido ele, desde os dezasseis anos de idade, um activista da imprensa republicana radical e, aos trinta e cinco, promotor e secretário da comissão instaladora da pioneira Associação da Imprensa Portuguesa.

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100 Annos de Vida


ALBERTO BESSA

Lisboa, 1930 [aliás, 1929]
Livraria Central de Gomes de Carvalho, Editor
1.ª edição
19,2 cm x 12,1 cm
316 págs.
subtítulo: A Expansão da Imprensa Brazileira no Primeiro Seculo da Sua Existencia – Subsidios para um trabalho de maior fôlego
exemplar estimado, pequenos restauros na capa; miolo limpo, por abrir
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Elenco da imprensa brasileira publicada entre 1808 e 1905, expandindo uma tentativa que Alberto Bessa dera à estampa em breve apêndice a um seu livro anterior, O Jornalismo, de 1904.

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domingo, dezembro 28, 2014

Rapsodia sobre motivos dos melodramas hindus Santap-Xaman e Vikalp-Vimochan [partitura]


ZACHARIAS DO ROSARIO

Nova Goa, s.d. [circa 1898]
s.i.
[1.ª edição]
37,8 cm x 29,3 cm
52 págs.
folhas soltas de pauta para voz e instrumentos encapadas
exemplar estimado, capa com restauro ao longo da dobra; miolo limpo
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Publicação integrada nas comemorações do quarto centenário do descobrimento da Índia.

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telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]


A Cantar Se Aprende e Reza


ISABEL D’OREY GOMES DA COSTA, letras
LUCIEN DAVID, música
pref. Maria Teresa Navarro

Lisboa, 1952
Edições Alpha et Omega – Baptista & Padilha, Lda.
1.ª edição
19,3 cm x 13,7 cm
64 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto significativo de canções catequísticas.

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Gondoliera, op. 41 [partitura]


MAURICE MOSZKOWSKI

Leipzig, s.d.
C. F. Peters
s.i.
31 cm x 23,8 cm
12 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta no rodapé da capa o selo branco da casa comercial Lambertini
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Pequena obra para piano composta pelo alemão Moritz Moszkowski (1854-1925), muito apreciado nos salões em finais do século XIX, mas também reconhecido pelo seu trabalho sério por músicos seus contemporâneos como Jan Paderewski.

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Trio pour le Piano-Forte avec accompagnement d’un Violon & Violoncelle obligés n.º 55 [partitura]


C. [CHRISTIAN] H. [HEINRICH] RINK

Mayence, s.d. [circa 1813 ou segs.]
Bernard Schott
[1.ª edição]
32,1 cm x 24,9 cm
16 págs.
subtítulo: Composé et dedié a Son Altesse Sérénissime Madame La Landgrave regnante de Hesse-Darmstadt
gravado sobre papel superior de fabrico manual
capa em papel de fantasia da época
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
peça de colecção
55,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Johann Christian Heinrich Rinck (1770-1846), compositor e organista alemão, quando já senhor de uma reputação que, em vida, se estendeu a França e Inglaterra, foi músico de corte em Darmstadt depois de 1813, localidade onde veio a falecer. A vertente peça inclui apenas a notação para piano.

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telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Grieg – Piano [partituras]



EDVARD GRIEG

Leipzig, s.d.
C. F. Peters
s.i.
2 volumes
30,5 cm x 24 cm (álbum)
[16 págs. + 12 págs. + 16 págs. + 3 x 24 págs. + 20 págs. + 16 págs. + 12 págs.] + [20 págs. + 4 x 12 págs. + 24 págs. + 54 págs. + 28 págs. + 8 págs. + 28 págs.]
reúne as seguintes vinte pautas para piano e para cravo:
Vier Stücke für das Pianoforte, op. 1
Poetische Tonbilder für das Pianoforte, op. 3
Humoresken für das Pianoforte, op. 6
Sonate (Emoll) für das Pianoforte, op. 7
Nordische Tänza für das Pianoforte übertragen, op. 17
Aus dem Volksleben. Humoresken für das Piano, op. 19
Ballade in Form von Variationen über eine norwegische Melodie für das Pianoforte, op. 24
Albumblätter für das Pianoforte, op. 28
Improvisata über 2 norwegische Volksweisen für Pianoforte, op. 29
Aus Holbergs Zeit. Suite im alten Stil für Pianoforte, op. 40
Klavierstücke nach eigenen Liedern, op. 41 (I e II)
Klavierstücke nach eigenen Liedern, op. 52 (I e II)
Norwegische Volksweisen für das Pianoforte, op. 66
Norwegische Bauerntänze (Slatter). Freie Bearbeitung für Pianoforte solo, op. 72
Stimmungen Sieben Klavierstücke, op. 73
Trauermarsch zum Andenken an Rikard Nordraak
Sturmwolken, Gnomenzug, Im wirbelnden Tanze
encadernações uniformes antigas em tela, um pouco gastas, com gravação a ouro nas pastas anteriores e nas lombadas
exemplares estimados apenas com um restauro e uma pequena falha de papel na quarta pauta do volume I sem afectar a mancha de impressão; miolo limpo
muito discretas assinaturas de posse no frontispício de todas as pautas
alguns carimbos das lojas importadoras, como por exemplo: Eduardo da Fonseca, Casa Moreira de Sá, Raul Venancio, ou o Centro Musical Raymundo de Macedo
90,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Grieg é talvez o mais notável compositor norueguês e, seguramente, o mais evidente defensor da tradição folclórica escandinava. A casa editora alemã fundada por Carl Friedrich Peters fez da obra dele – na passagem dos finais do século XIX para o XX – o núcleo forte do seu catálogo, cuja momentânea interrupção só se deveu ao confisco e “arianização” da empresa por parte do regime nazi. As cópias impressas, que constituem o presente conjunto, terão sido publicadas durante esse período, em que os responsáveis editoriais se estabeleceram em Nova Iorque.

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telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

Paris tel qu’on l’aime



DORÉ OGRIZEK
pref. Jean Cocteau

Paris, 1949
Éditions Odé
1.ª edição
texto em francês
17,3 cm x 12,7 cm
512 págs.
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
folhas-de-guarda luxuosamente impressas a cor
com falta da sobrecapa
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta no canto superior direito do frontispício discretas iniciais de posse e, no verso da última folha-de-guarda, rótulo da «Biblioteca Particular de José Augusto Corrêa de Barros»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Guia turístico de notável beleza gráfica. Para além do breve prefácio do escritor Jean Cocteau, inclui textos, entre outros, de Marcel Brion, Pierre Mac Orlan, Andrés Maurois e Jules Romains.

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sexta-feira, dezembro 26, 2014

O Caso da 5.ª Avenida


ANNA KATHARINE GREEN
trad. Fernando Pessoa e Catarina Rocha Lima
capa de A. Pedro

Lisboa, 1994
Livros do Brasil, S. A.
1.ª edição
16 cm x 10,5 cm
328 págs.
exemplar como novo, sem qualquer quebra na lombada
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial:
«Entre as diversas manifestações escritas do interesse de Fernando Pessoa pela Literatura Policiária – histórias originais e textos teóricos – conta-se, valiosamente, a tradução, embora parcial, do romance The Leavenworth Case, de Anna Katharine Green.
Com o título O Caso da 5.ª Avenida, este trabalho do autor de Mensagem apareceu, sob a forma de folhetim, no jornal diário O Sol, cujo director era Celestino Soares, tendo sido publicados apenas 33 números, entre 30 de Outubro de 1926 e 1 de Dezembro do mesmo ano. [...]
O curto período de vida de O Sol apenas permitiu a publicação de cerca de um terço do livro, forçando a tradução de Fernando Pessoa a também por aí se quedar.»
Anna Katharine Green (1846-1935), novelista norte-americana considerada a pioneira neste género literário, cujo engenho e estilo são de sublinhar, tem no vertente livro (datado de 1878) a sua prodigiosa estreia literária, que, mais tarde, Agatha Christie confessará ser-lhe familiar, e mesmo de iniludível influência.

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Estudos Sôbre a Poesia de Fernando Pessoa



ADOLFO CASAIS MONTEIRO
capa de Fernando Gerardò

Rio de Janeiro, 1958
Livraria Agir Editôra
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
260 págs.
exemplar estimado, com pequena falha de papel na contracapa; miolo limpo, parcialmente por abrir
datação e assinatura de posse do historiador de arte Mário Chicó
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Nova Poesia Portuguesa


FERNANDO PESSOA
prefácio de Álvaro Ribeiro

Lisboa, 1944
Editorial Inquérito Limitada
1.ª edição (em livro)
19 cm x 12,2 cm
104 págs.
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui o vertente conjunto três artigos temáticos e uma réplica de Pessoa saídos (os artigos) em 1912 no Porto na revista A Águia, dirigida então por Teixeira de Pascoaes, e a réplica, no mesmo ano, no jornal República em Lisboa. Deram os mesmos origem a que o ex-professor de Filologia Românica de Pessoa, Adolfo Coelho, viesse pugnar por um passadismo cultural e mesmo pelo desprezo cego pela geração que se afirmava: «[...] Não acho manifestas correntes, bem caracterizadas, nas diversas formas literárias cultivadas pelos novíssimos, nem vejo nêles individualidades suficientemente distintas; acho-os inferiores aos melhores, pelo menos, do periodo anterior. [...]» (in Boavida Portugal, Inquérito Literário, Livraria Clássica Editora, Lisboa, 1915). Os do período anterior, notáveis de três décadas antes, a que Coelho se referia – Alberto Sampaio, Anselmo de Andrade, e quejandos –, ninguém hoje sabe quem eles foram, por contraste com aquilo que ali se denegria.
Pessoa não fez esperar a sua resposta, inclusa neste conjunto. Após longa exposição das características, estéticas, filosóficas e sociológicas da produção literária nacional da altura, conclui: «[...] Ora eu creio que o professor Adolfo Coelho é suficientemente inteligente para perceber que estamos em plena descrição da nova poesia portuguesa. Os característicos que deduzimos como devendo infalìvelmente ser os da poesia da Nova Renascença coincidem em absoluto com os característicos patentes da nossa novíssima poesia.
Provas? Devem ser escusadas para qualquer criatura capaz de seguir um raciocínio e ler uma página. [...]»

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Poemas


ALBERTO CAEIRO [FERNANDO PESSOA]
pref. João Gaspar Simões e Luís de Montalvor
capa de Almada Negreiros

Lisboa, 1997
Edições Ática, S.A.
edição especial para a Ourivesaria Anselmo (10.ª edição da Ática)
20,1 cm x 14,2 cm
120 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

No tempo em que os comerciantes tinham um pouco mais de cultura do que hoje em dia, era possível que um ourives encomendasse a uma editora estabelecida uma tiragem especial de um dos maiores vultos da língua portuguesa. Hoje, se tal acontecesse, certamente a escolha recairia sobre algum treinador de bola armado em escritor, ou sobre alguma ex-amante de dirigente desportivo... e, assumidamente, nem sequer escritora!
De Pessoa, este será talvez o mais interessante dos seus heterónimos. Pelo menos, o mais terra-a-terra...

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Odes


RICARDO REIS [FERNANDO PESSOA]
capa de Almada Negreiros
[org. João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor]

Lisboa, 1946 [aliás, Dezembro de 1945]
Edições Ática
1.ª edição (em livro)
19,7 cm x 14,3 cm
200 págs.
impresso sobre papel avergoado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse do escritor José Palla e Carmo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Deste vasto conjunto de versos de Reis / Pessoa, à data do trabalho póstumo de compilação de Gaspar Simões e Montalvor apenas pouco mais de uma vintena era conhecida, de publicação nas revistas Athena (1924) e Presença (1927, 1928, 1931 e 1934).

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sexta-feira, dezembro 12, 2014

Cinco Personalidades Literárias


ÓSCAR LOPES

Porto, s.d. [1961, seg. BNP]
Livraria Civilização
1.ª edição
20,2 cm x 11,3 cm
184 págs.
subtítulo: Jaime Cortesão – Aquilino Ribeiro – José Rodrigues Miguéis – José Régio – Miguel Torga
exemplar muito estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Reunião de cinco importantes ensaios anteriormente publicados avulso em periódicos.

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Espadas e Rosas



JÚLIO DANTAS
capa de AS [Alberto Sousa]

Lisboa / Rio de Janeiro, 1919
Portugal-Brasil Limitada – Sociedade Editora / Companhia Editora Americana – Livraria Francisco Alves
2.ª edição (ampliada)
19,1 cm x 12,3 cm
240 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, com sinais de oxidação nas duas primeiras e nas duas últimas folhas
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Precisamente uma visita a casa do pintor Alberto Sousa, no Alentejo, constitui motivo de apontamento literário a Dantas, num livro que é a reunião de textos avulsos acerca disto e daquilo. Assim:
«[...] Diante dos cartões de Alberto Sousa eu não me limitei a supôr o Alentejo: vi-o, senti-o, respirei-o, fulgurou-me na retina, ardeu-me na pele, experimentei, perante essas obras de arte, a mesma sugestão de insenso, de ofuscante alentejanismo que até agora só me tinham dado os Ceifeiros de Fialho e a bárbara policromia dos tapetes de Arraiolos, onde fulge e canta toda a charneca em flor. [...]»

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terça-feira, dezembro 09, 2014

Um Machangane Descobre o Rio


NUNO BERMUDES
capa e vinhetas de Carlos Neffe
ilust. João Ayres

Lourenço Marques, 1958
Minerva Central
1.ª edição
21,2 cm x 16,1 cm
144 págs.
subtítulo: Crónica-Reportagem
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Renard Perez, no Jornal de Letras do Rio de Janeiro:
«Nos dois meses e meio que esteve no Rio de Janeiro parece ter Nuno Bermudes vasculhado toda a vida carioca. Impressionante a acuidade desse escritor, seu agudo senso de observação, a maneira como soube captar, em período tão limitado, o espírito do carioca.» (Fonte: nota na badana da obra Casa da Margem Esquerda, 1985)

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Casa da Margem Esquerda e Outras Histórias


NUNO BERMUDES
capa e ilust. José Pádua

s.l., 1985
s.i. (Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas / ed. Autor)
1.ª edição
23,4 cm x 15,5 cm
112 págs.
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Exílio Voluntário


NUNO BERMUDES
capa e ilust. José Pádua

Beira (Moçambique), 1966
Colecção Poesia Moçambicana
1.ª edição
22,6 cm x 16,6 cm
64 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar estimado, vinco vertical na capa; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, dezembro 05, 2014

Tundavala


A. REGO CABRAL
capa de Rego Cabral

Lisboa, 1971
Sociedade de Expansão Cultural
1.ª edição
18,6 cm x 12 cm
340 págs.
subtítulo: A Oeste de Cassinga
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Álvaro Rego Cabral (1915-2010), engenheiro civil de renome formado pela Universidae do Porto, a quem o ministro Adriano Moreira confiou a ampliação da rede rodoviária de Angola, surge aqui como ficcionista. Orlando Vitorino, em nota de leitura para os serviços de aquisição de obra das Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian, diminui-o:
«[...] Não é, rigorosamente, o livro de um escritor, o que se reflecte na sua estrutura geral, misturando romance, crónica e ensaio, e na forma literária, umas vezes correcta outras sem qualquer estilo. É todavia um livro cheio de vida e energia [...]. As narrativas de trabalho são vigorosas e verdadeiras. As descrições de Cabo Verde chegam a emocionar. [...]» (Ressalve-se que Orlando Vitorino teve mais jeito para filósofo – na linha reaccionária de Álvaro Ribeiro – do que para crítico literário...)

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Camões – Revista de Letras e Culturas Lusófonas [Pontes Lusófonas]


Lisboa n.º 1, Abril / Junho, 1998
dir. Jorge Couto
Instituto Camões
grafismo de Emílio Vilar e Luís Moreira
[número temático dedicado à lusofonia]
28 cm x 24 cm
112 págs. + 20 págs. (encarte c/ resumos em espanhol, francês e inglês)
profusamente ilustrada
impressa a cor sobre papel superior
capa impressa sobre cartolina canelada
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui colaboração, entre outros, de Carlos Reis, António Loja Neves, Lídia Jorge, Eduardo Agualusa, etc., sendo de sublinhar o artigo de Alberto Carvalho acerca da revista Claridade.

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quarta-feira, dezembro 03, 2014

Jonas ou o Amor numa Baleia


PIERRE-HENRI CAMI
trad. e pref. Liberto Cruz
grafismo do pintor João Vieira

Lisboa, 1966
Afrodite – Fernando Ribeiro de Mello
1.ª edição
19,8 cm x 11 cm
144 págs.
exemplar estimado, quebra no canto superior direito da capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota introdutória do tradutor:
«[...] Discípulo de Alphonse Allais, os seus primeiros trabalhos denunciam uma clara influência do Mestre do non-sens e do absurdo. [...]»

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