sexta-feira, fevereiro 07, 2020

Grandesa e Fatalidade do Socialismo



BOURBON E MENESES

Porto, 1932
Edição da “Republica Social”
1.ª edição
184 mm x 117 mm
72 págs.
subtítulo: Conferência doutrinária e elogio de Jean Jaurès
exemplar envelhecido mas aceitável, restauro na lombada; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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“In Memoriam” de Luís Derouet



BOURBON E MENESES
capa de Alberto Sousa

Lisboa, 1928
Pap. e Tip. Marques & Silva, L.ª
1.ª edição
190 mm x 125 mm
12 págs.
acabamento cosido à linha
exemplar estimado, contracapa suja; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, fevereiro 06, 2020

Catalogo delle Parti di Ricambio 1966 [junto com] Supplemento al Catalogo delle Parti di Ricambio 1966 in data 1/10/67




Como (Itália), 1966 e 1967
Rivarossi
[1.ª edição (ambos)]
171 mm x 236 mm (oblongo)
[6 págs. + 110 págs.] + [2 págs. + 34 págs.]
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo, excepto anotações a tinta na pág. 93
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Memórias de Chaby



TOMAZ RIBEIRO COLAÇO
RAÚL DOS SANTOS BRAGA
vinheta de Fernando Bento

Lisboa, 1938
Editora Gráfica Portuguesa, Limitada
1.ª edição
24,6 cm x 19,8 cm
228 págs. + 24 folhas em extra-texto
ilustrado
sóbria encadernação em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro em rótulo na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
é o n.º 1.479 de uma tiragem declarada de 2.000 exemplares chancelados por Raul dos Santos Braga
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

António Augusto de Chaby Pinheiro (1873-1933) notabilizou-se como actor teatral, nomeadamente como cómico.

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O Problema da Aviação



MANUEL CARDOSO BARATA

Lisboa, 1946
Edições Cosmos
1.ª edição
194 mm x 134 mm
208 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo, papel acidulado, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Resumo de motivos de aeronáutica, desde a sua invenção até à sua aplicação militar ou transportadora de bens e pessoas.

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O Século do Petróleo



JACQUES GUILLERME
CLAUDE-HENRI ROCQUET
trad. Freitas Leça

Lisboa, 1962
Editorial Estúdios Cor
1.ª edição
222 mm x 160 mm
116 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Commentarios á Vida




CAÏEL
[Alice Pestana]
introd. Teófilo Braga e Teixeira Bastos

Lisboa, 1900
Parceria Antonio Maria Pereira – Livraria Editora
1.ª edição
194 mm x 129 mm
XVI págs. + 148 págs.
modesta encadernação em meia-inglesa gravada a ouro e relevo seco na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, fevereiro 05, 2020

Ruy Cinatti


JOAQUIM MANUEL MAGALHÃES [org. e posf.]

Lisboa, 1986
Editorial Presença
1.ª edição
21 cm x 14 cm
320 págs. + 4 págs. em extra-texto
subtítulo: Antologia Poética
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Senhor, Eu Não Sou Digno», o “posfácio” de Joaquim Manuel Magalhães, é, afinal, um dos mais notáveis poemas do século XX português. Numa dúzia de páginas, em defesa e louvor de Cinatti, dá Manuel Magalhães (aos que se interessam pelos destinos da língua escrita) uma lição de medida e ritmo invulgares, sem que por um segundo nos distraia com chavões líricos ou estopa retórica.

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terça-feira, fevereiro 04, 2020

Os 85 Anos de Vida do Jardim, 1884-1969



FERNANDO EMYGDIO DA SILVA

Lisboa, 1970
Edição das Laranjeiras
1.ª edição
21,2 cm x 15,6 cm
36 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, fevereiro 03, 2020

Causa Sobre Nullidade de Matrimonio Entre Partes [...]



[Duque de Cadaval, procurador da rainha D. Maria Francisca Isabel de Saboya]

Lisboa, 1858
Imprensa União-Typographica
[3.ª edição]
23,1 cm x 14,6 cm
XVI págs. + 134 págs.
subtítulo: [...] De uma, como auctora, a Serenissima Rainha D. Maria Francisca Isabel de Saboya, nossa Senhora, e da outra o Procurador da Justiça Ecclesiastica em falta de procuração de Sua Magestade el-Rei D. Affonso VI, nosso Senhor
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação recente inteira em sintético com rótulo gravado a ouro colado na pasta anterior
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, papel manchado nas primeiras duas folhas
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

O desenlace desta acção contra o então rei D. Afonso VI, posta pela então esposa e rainha D. Maria de Saboia, argumentando a impotência sexual do rei como motivo de nulidade do casamento, culminou, em 1668, na passagem desta para os braços do cunhado, o futuro rei D. Pedro II. «D. Affonso VI tem ainda o nome de rei» (diz-nos o prefácio do editor); «mas depois do desterro da ilha Terceira, vive captivo naquelle carcere tão conhecido da risonha Cintra. O irmão [...] lhe tomára a esposa e o reino [...].»

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domingo, fevereiro 02, 2020

Les Sonnets



[LUIZ DE] CAMOENS
trad. F. d’Azevedo

Lisboa, 1913
Livraria Ferreira – Editora
1.ª edição
texto em francês
17,7 cm x 11,9 cm
8 págs. + IV págs. + 336 págs.
exemplar muito estimado, discreto restauro no topo da lombada; miolo irrepreensível, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, fevereiro 01, 2020

Horizontes de Cinema


ROBERTO NOBRE

Lisboa, 1971
Guimarães Editores
2.ª edição («actualizada»)
19,2 cm x 12,4 cm
224 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA VIÚVA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na contracapa diz-nos Virgílio Correia:
«Título adequado à obra, que não é narrativa, descritiva ou teorística, mas filosófica, no sentido criador e especulativo do termo, pois de filosofia de arte se ocupa. Livro duma agudeza de vistas, maleabilidade de expressões, arrojo ideológico e profundeza de conhecimentos técnicos que o tornam a mais notável contribuição até agora carreada para a história e vida da arte inspiradas pela Décima Musa, o Cinematógrafo.»

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sexta-feira, janeiro 31, 2020

Para Quando Festivais de Arte em Portugal? [junto com] Primeiro Diálogo Sobre Arte Moderna


HUMBERTO D’ÁVILA
JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA

Lisboa, Março [e Abril ?] de 1957
Tempo Presente (ed. Autores)
1.ª edição
2 números (completo)
19 cm x 13,3 cm
[40 págs. + 4 págs. em extra-texto] + [36 págs. + 4 págs. em extra-texto]
colecção Cadernos do Tempo Presente, dirigida por José Neves Águas
ilustrados em separado
exemplares estimados; miolo no geral limpo, apresentando os extra-textos sinais de oxidação com especial incidência no n.º 2
50,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Convém não confundir este Tempo Presente com a revista Tempo Presente, que teve início em Maio de 1959, dirigida por Fernando Guedes, e que deu voz ao que de mais reaccionário pululava nas letras pátrias de então. Os vertentes cadernos vinham desenvolver, num modelo graficamente menos luxuoso mas com idêntica proposta cultural, os magníficos Uni-, Bi-, Tri-, Tetra- e Pentacórnio, cujo último número datava de Dezembro de 1956.

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Democratização da Arte



NORBERTO DE ARAUJO

Lisboa, 1914
Imprensa Nacional
1.ª edição
232 mm x 120 mm
32 págs.
subtítulo: Conferência realizada na Imprensa Nacional de Lisboa em 5 de Abril de 1914
exemplar estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, janeiro 29, 2020

A Mulher Hindu



TELO DE MASCARENHAS
capa de João Carlos

Lisboa, 1943
Edições «Gleba»
1.ª edição
19,6 cm x 13,4 cm
216 págs.
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de ensaios em que o Autor, na leitura culta da tradição oriental, se propõe revelar-nos o «[...] património espiritual da Índia, milenário e eterno, jovem e estuante de seiva». Assim, fala-nos do lugar da mulher (mas não apenas) autóctone na música, na dança, no teatro, na literatura erótica, na literatura jurídica, etc.

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terça-feira, janeiro 28, 2020

Manual del Zapatero



[ANÓNIMO]

Paris – México, 1923
Librería de la Vda de Ch. Bouret
s.i.
texto em castelhano
16,2 cm x 11 cm
XII págs. + 308 págs.
subtítulo: Ó sea Guía Teórico-práctica del Fabricante de Calzado por um Maestro Parisiense
ilustrado
encadernação editorial em tela encerada com gravação a negro e relevo seco nas pastas e na lombada
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, janeiro 27, 2020

Colecção Miniatura




aa.vv.
trad. Erico Veríssimo, José Lins do Rego, Cecília Meireles, António Lopes Ribeiro, Jorge de Sena, António Quadros, Virgínia Motta, José Terra, Cabral do Nascimento, Tomás Ribas, Henrique Galvão, Mascarenhas Barreto, Raul de Carvalho, Alexandre Pinheiro Torres, José Blanc de Portugal, Alfredo Margarido, José Estêvão Sasportes, Ilse Losa, João Palma-Ferreira, António Ramos Rosa, et alli
capas de Bernardo Marques e Infante do Carmo

Lisboa, s.d. [1951 a 1967]
Livros do Brasil, Limitada
1.ª edição (todos)
170 + 1 volumes* (colecção completa)
16 cm x 11 cm
200 págs. (cada volume)
autores e títulos: 1 – Selma Lagerlöf, O Livro das Lendas; 2 – W. Somerset Maugham, O Véu Pintado; 3 – John Steinbeck, Ratos e Homens; 4 – James Hilton, Horizonte Perdido; 5 – Somerset Maugham, Um Casamento em Florença; 6 – Graham Greene, O Terceiro Homem; 7 – Giovanni Papini, Loucuras do Poeta; 8 – Katherine Mansfield, Felicidade; 9 – Clemence Dane, A Lenda de Madala Grey; 10 – James Hilton, Adeus, Mr. Chips; 11 – W. Somerset Maugham, Férias de Natal; 12 – Eduardo Mallea, Vento Sobre as Searas; 13 – Sherwood Anderson, Cidade dos Estranhos; 14 – Thomas Mann, As Cabeças Trocadas; 15 – Charles Morgan, A História do Juiz; 16 – James Hilton, Não Estamos Sós; 17 – Ália Rachmânova, Diário de uma Exilada Russa; 18 – René Boylesve, O Perfume das Ilhas Encantadas; 19 – Thornton Wilder, O Céu É o Meu Destino; 20 – W. Somerset Maugham, Maquiavel e a Dama; 21 – André Gide, A Escola de Mulheres; 22 – James Hilton, E Agora, Adeus; 23 – Romain Rolland, O Alvorecer; 24 – W. Somerset Maugham, Histórias dos Mares do Sul; 25 – Romain Rolland, A Manhã; 26 – Aldous Huxley, Duas ou Três Graças; 27 – Romain Rolland, O Adolescente; 28 – James Hilton, Appassionata; 29 – Romain Rolland, A Revolta; 30 – W. Somerset Maugham, O Agente Britânico; 31 – Romain Rolland, A Feira; 32 – Aldous Huxley, Também o Cisne Morre; 33 – Romain Rolland, Antoinette; 34 – Erskine Caldwell, Episódio em Palmetto; 35 – Romain Rolland, O Irmão; 36 – John Steinbeck, O Potro Vermelho; 37 – Romain Rolland, As Amigas; 38 – Virgínia Woolf, Mrs. Dalloway; 39 – Romain Rolland, Sarça Ardente; 40 – Romain Rolland, O Novo Dia; 41 – Ernest Hemingway, O Velho e o Mar; 42 – George Simenon, O Homem Que Via Passar os Comboios; 43 – J. B. Priestley, A Velha Casa Sombria; 44 – André Gide, A Porta Estreita; 45 – André Maurois, Tradição; 46 – Ernest Hemingway, As Neves do Kilimanjaro; 47 – G. Bernard Shaw, Uma Negrinha à Procura de Deus; 48 – Albert Camus, O Estrangeiro; 49 – W. Somerset Maugham, Um Gosto e Seis Vinténs; 50 – François Mauriac, O Lobo e o Cordeiro; 51 – Jean Cocteau, Tomaz, o Impostor; 52 – J. B. Priestley, Os Mágicos; 53 – Ernest Hemingway, Ter ou Não Ter; 54 – Georges Duhamel, Caminho Escabroso; 55 – Albert Camus, A Peste; 56 – André Gide, Sinfonia Pastoral; 57 – Pierre Mac Orlan, La Bandera; 58 – David Garnett, A Mulher-Raposa; 59 – Somerset Maugham, Destino de um Homem; 60 – Aldous Huxley, O Génio e a Deusa; 61 – François Mauriac, Os Anjos Negros; 62 – Jules Romains, Morte de Alguém; 63 – Vasco Pratolini, O Bairro; 64 – Valery Larbaud, Fermina Márquez; 65 – Somerset Maugham, A Casuarina; 66 – Vasco Pratolini, As Raparigas de Sanfrediano; 67 – Raymond Radiguet, O Baile do Conde de Orgel; 68 – Truman Capote, Outras Terras, Outras Gentes; 69 – Jacques de Lacretelle, A Vida Inquieta de Jean Hermelin; 70 – John Steinbeck, Pastagens do Céu; 71 – Blaise Cendrars, O Ouro; 72 – George Stewart, A Tempestade; 73 – Jules Romains, Os Pândegos; 74 – Jean de la Varende, O Centauro de Deus; 75 – Jacques de Lacretelle, Silbermann; 76 – Albert Camus, A Queda; 77 – Jack Schaefer, Shane; 78 – André Chamson, Adeline Venician; 79 – Somerset Maugham, Biombo Chinês; 80 – Georges Bernanos, Um Crime; 81 – François Mauriac, Genitrix; 82 – Fèlix Cucurull, O Último Combate; 83 – Georges Simenon, A Casa do Canal; 84 – DuBose Heyward, Porgy e Bess; 85 – Albert Camus, O Exílio e o Reino; 86 – André Chamson, O Crime dos Justos; 87 – John Hersey, Hiroshima; 88 – Paride Rombi, Um Drama na Sardenha; 89 – Georges Simenon, Bairro Negro; 90 – Pierre Mac Orlan, Cais das Brumas; 91 – David Garnett, Um Homem no Jardim Zoológico; 92 – Eugène Dabit, Hotel do Norte; 93 – John Hersey, Um Seixo Solitário; 94 – Jean Cocteau, Desatino; 95 – François Mauriac, O Demónio da Rectidão; 96 – Somerset Maugham, Antes do Amanhecer; 97 – Albert Camus, O Avesso e o Direito, seguido de Discursos da Suécia; 98 – André Dhôtel, O País Inatingível; 99 – Jean Schaefer, Os Pioneiros; 100 – Albert Camus, Calígula, seguido de O Equívoco; 101 – Ernest Hemingway, A Capital do Mundo; 102 – André Chamson, A Última Aldeia; 103 – Truman Capote, Ao Começo do Dia; 104 – Georges Duhamel, Clamor da Solidão; 105 – Panaït Istrati, Os Cardos do Baragan; 106 – Fortunato Seminara, Vento no Olival; 107 – Georges Simenon, A Sonsa; 108 – David Garnett, Um Tiro na Treva; 109 – François Mauriac, O Beijo ao Leproso; 110 – Alberto Moravia, A Mascarada; 111 – Tibor Déry, Um Enterro Singular; 112 – Elio Vittorini, Gente da Sicília; 113 – Tennessee Williams, A Última Primavera; 114 – Jean de la Varende, O Monstro Fascinante; 115 – Vasco Pratolini, Ofício de Vagabundo; 116 – Ernest Hemingway, Um Gato à Chuva; 117 – Felix Cucurull, O Silêncio e o Medo; 118 – Albert Camus, Os Justos; 119 – Carlo Coccioli, O Vale de Deus; 120 – Miroslav Krleža, O Grilo Sob a Cascata; 121 – Jacques de Lacretelle, Duas Boas Almas; 122 – Erskine Caldwell, Uma Casa no Planalto; 123 – Gisèle Prassinos, A Viajante; 124 – John O’Hara, O Amigo Joey; 125 – Elio Vittorini, O Cravo Vermelho; 126 – Curzio Malaparte, Mulher como Eu; 127 – Antoine Blondin, Um Macaco no Inverno; 128 – Nathanael West, A Praga dos Gafanhotos; 129 – René Hardy, A Águia e o Cavalo; 130 – D. H. Lawrence, A Virgem e o Cigano; 131 – Miroslav Krleža, Enterro na Cidade de Maria Teresa; 132 – Louis Bayle, Bartomme; 133 – Fortunato Seminara, Mulheres de Nápoles; 134 – Henry Miller, Um Diabo no Paraíso; 135 – John Steinbeck, A Taça de Ouro; 136 – Virgínia Woolf, Orlando; 137 – Scholem-Alejchem, Tewje, o Leiteiro; 138 – Carlo Coccioli, A Luz do Sonho; 139 – William Goyen, A Casa Sem Alma; 140 – Karel Capek, A Fábrica de Absoluto; 141 – Mihail Sadoveanu, A Machadinha; 142 – John Hersey, O Comprador de Crianças; 143 – D. H. Lawrence, O Raposo; 144 – Ivo Andrič, A Velha Menina; 145 – André Chamson, As Falsas Esperanças; 146 – Herman Melville, Billy Budd; 147 – Marcel Proust, Um Amor de Schwann; 148 – Ernesto Contreras, A Terra Prometida; 149 – Pierre Mac Orlan, Margarida da Noite; 150 – Felix Cucurull, Às 21,13; 151 – André Bay, A Fusão das Neves; 152 – Anna Banti, A Pequena Casa; 153 – Pierre Gascar, O Tempo dos Mortos; 154 – Albert Camus, Estado de Sítio; 155 – Erskine Caldwell, Dois Negros em Estherville; 156 – William Faulkner, Na Minha Morte; 157 – Albert Camus, Cadernos; 158 – Honoré de Balzac, Pierrette; 159 – André Malraux, A Tentação do Ocidente; 160 – Prosper Mérimée, Colomba; 161 – Ernest Hemingway e outros, Histórias de Paixão; 162 – Albert Camus, Cadernos II; 163 – Ernest Hemingway, As Torrentes da Primavera; 164 – Aldous Huxley, O Macaco e a Essência; 165 – James M. Cain, O Destino Bate à Porta; 166 – André Gide, A Confidência Imperfeita; 167 – Edgar Allan Pöe, O Barril de Amontillado e outras novelas; 168 – Albert Camus, Cardenos III; 169 – Anton Tchekhov e outros, Histórias Russas; 170 – Oscar Wilde e outros, O Aniversário da Infanta
exemplares no geral estimados; miolo limpo
assinatura de posse nalguns volumes
PEÇA DE COLECÇÃO
850,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto emblemático de autores e obras da literatura estrangeira, em versão integral, dadas a conhecer ao público leitor de uma época em que as edições seriadas sobreviviam porque havia quem lesse. Quase pioneira no formato de bolso, foi seguramente um instrumento de revelação de alguns nomes literários que se tornaram referência incontornável nas bibliotecas particulares. Partindo da adaptação para português de algumas traduções correntes no Brasil, acabou por, também neste aspecto, se tornar palco de bons textos em português assinados por escritores nacionais já na altura reconhecidos.

* Inclui as duas versões distintas da tradução de O Velho e o Mar, a primeira de Fernando de Castro Ferro, e a nova edição traduzida por Jorge de Sena.

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Cancioneiro Chinez




ANTONIO FEIJÓ
pref. Tcheng-Ki-Tong, general

Porto, 1890
Magalhães & Moniz, Editores
[Typographia Elzeviriana
Rua de S. Lazaro, 393]
1.ª edição
20,1 cm x 11,7 cm [19,5 cm x 10,7 cm (pelo corte)]
XIV págs. + 114 págs.
luxuosa encadernação da época em meia-francesa em pele gravada a ouro nas pastas e na lombada
muito pouco aparado somente à cabeça, ostentando aí um invulgar trabalho floral de tinta e ouro
mantém ambas as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, leve acidez nas primeiras e última folhas
PEÇA DE COLECÇÃO
600,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta e diplomata nascido em Ponte de Lima, «[...] de rara sensibilidade, culto, lúcido, espirituoso, com grande sentido rítmico, deixou uma vasta obra, marcada pelo romantismo, pelo parnasianismo, de que foi primeira figura, e finalmente pelo simbolismo saudosista. [...] Soube, aliás, reformular com talento as aquisições estéticas que foi acumulando ao longo do seu peregrinar pela Europa e pelos trópicos. O seu Cancioneiro Chinês, inspirado em La Poésie des Tangs, de Résumat, e no Livro de Jade, traduzido por Judith Gauthier, insere-se na voga finissecular do orientalismo. [...]» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990)

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Cancioneiro Chinês


ANTONIO FEIJÓ
pref. Tcheng-Ki-Tong
pórtico de Li-Taï-Pé

Lisboa, 1903
Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão
2.ª edição («revista e augmentada»)
22,7 cm x 14,8 cm
XVIII págs. + 142 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado, pequenos restauros marginais na capa; miolo limpo, parcialmente por abrir
110,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cancioneiro Chinês




ANTONIO FEIJÓ
pref. Tcheng-Ki-Tong
pórtico de Li-Taï-Pé

Lisboa, 1903
Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão
2.ª edição («revista e augmentada»)
230 mm x 152 mm
XVIII págs. + 142 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação coeva imitando pele de cobra gravada a ouro na pasta anterior e na lombada, folhas-de-guarda em papel de fantasia alusiva ao Oriente com reforço em seda na dobra
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, janeiro 26, 2020

País Emerso


ORLANDO MENDES

Lourenço Marques, 1975
Empresa Moderna, SARL
1.ª edição
19,2 cm x 12 cm
96 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escritor originário da Ilha de Moçambique, a publicar desde 1940, reconhecido pela atribuição de vários prémios literários, Amândio César incluí-lo-á na Antologia do Conto Ultramarino que organizou para os Livros RTP / Verbo em 1972.

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Das Ordens Religiosas em Portugal




PEDRO DINIZ

Lisboa, 1853
Typographia de J. J. A. Silva
1.ª edição
16,5 cm x 11,6 cm
432 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
encontra-se em brochura por aparar e com a capa de protecção em papel azul, tal como circulou na época; rótulo original manuscrito *
discretas assinaturas de posse no bordo superior do frontispício
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inocêncio Francisco da Silva / Brito Aranha, Diccionario Bibliographico Portuguez, vols. VI e XVII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1862 e 1900:
«[...] Do plano, ou traça d’este livro dá seu auctor uma idéa assás explicita, dizendo no cap. I, a pag. 9: “Procurámos responder ás accusações que se fizeram, e se fazem ainda aos frades de Portugal, e mostrar que, senão em todas, em grande parte ha calumnia, absurdo e odio inveterado, mas sem fundamento. Depois damos uma noticia das ordens que n’estes reinos houve, da sua origem e introducção. Depois ainda apresentâmos alguns casos em que os frades mostraram a sua utilidade, já missionando, já escrevendo e ensinando: e finalmente concluimos, fazendo algumas reflexões sobre a abolição do monachismo, e procurando mostrar que, só uma restituição sisuda das ordens religiosas póde attenuar os tristes effeitos da sua extincção.”
[...] Para se provar o seu [de Pedro Diniz] merecimento e as suas aptidões, e sobretudo os seus estudos de questões economicas, conta se d’elle, e tenho como certo, que escrevia no Mercantil ácerca de um assumpto palpitante de economia politica; e respondia, com argumentação opposta á que defendêra, na Patria ou na Civilisação.
Por decreto de 7 de abril de 1870 recebêra o grau de official da ordem de S. Tiago, do merito scientifico, litterarío e artistico; mas creio que não usou.
[...] Desempenhou longos annos as funcções de administrador, guarda livros e bibliothecario da opulentissima casa dos viscondes de Valmór, e não exerceu outro emprego até o seu fallecimento occorrido em junho de 1896. [...]»

* Os exemplares que chegaram até nós assim preservados não devem nunca ser aparados ou encadernados, dada a importância do seu testemunho físico, enquanto peças para a história das artes tipográficas e editoriais; aconselham-se vivamente os estojos.

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sexta-feira, janeiro 24, 2020

Casa da Malta



FERNANDO NAMORA
sobrecapa de Victor Palla
desenho na badana por Lima de Freitas


Lisboa, s.d. [1961 ?]
Editora Arcádia Limitada
5.ª edição
19 cm x 12,5 cm
240 págs.
subtítulo: Nova Edição com um Prefácio do Autor sobre a Situação deste Livro no Neo-Realismo
encadernação editorial com sobrecapa
exemplar muito estimado, sobrecapa empoeirada; miolo limpo
carimbo de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Apesar de tratar-se de uma edição bastante adiantada desta novela, o anunciado – logo sobre a portada – longo e histórico texto introdutório faz dela uma referência complementar da edição princeps. Também não por acaso editor e capista optam por uma réplica gráfica que constitui chamada de atenção para a capa original da Coimbra Editora em 1945... uma casa editora que, contando Oliveira Salazar entre os sócios fundadores, foi porta-estandarte do neo-realismo ortodoxo nos anos imediatos ao pós-guerra.
Do importante Prefácio do autor:
«[...] verificou-se que, no seu primeiro estádio, o novo humanismo pôs de lado as personagens burguesas, o cenário burguês, todo o farto e belo mundo das agruras sentimentais, dos problemas mundanos de consciência individual, da arte como divertimento, da arte deliciada e irresponsável, numa pressa de reabilitar as camadas sociais até aí mal prezadas pela literatura. Era o timbre salutar de todas as reacções que procuram gravar, sem demora, a sua mensagem e que, no empenho em reagir contra os excessos das precedentes, orientam-se de começo, também excessivamente, num sentido oposto. Mas quanto era legítimo esse empenho! A guerra fizera emergir, cruamente, realidades fundamentais até aí escamoteadas: a pobreza, a servidão, as lavas de um poder corrupto; as massas tomavam a iniciativa da sua promoção, forçando os muros da indiferença burguesa, com a qual o artista pactuava; este tinha, enfim, o ensejo de denunciar os compromissos com as classes favorecidas e, desse modo, o ângulo de focagem dos problemas, como a sua expressão, haviam de ser outros. Em vez dos sonhos e dramas de alguns, o artista era solicitado por uma realidade experimentada e sofrida pela maioria e esta descoberta estimuladora, cujo ardor mal doseado era uma espécie de rastilho da esperança, impelia a arte para os temas em que pudesse exercer, com mais eficácia, o seu papel reivindicador. Ora entre nós é o homem rústico que representa a panorâmica social mais caracterizável e mais urgente. Por aí, sensatamente, se começou; a partir daí, e no momento oportuno, os escritores neo-realistas alargaram a sua visão, desmentindo que fossem estreitas e boçais as suas fronteiras, tanto mais que o inventário só se elucida quando se contrastam o meio citadino e o meio rural. [...]»

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Factos e Não Palavras



HENRIQUE PEREIRA RIBEIRO

Lisboa, 1916
Typ. do Annuario Commercial
1.ª edição
20,4 cm x 18 cm
2 págs. + 176 págs. + 1 folha em extra-texto (retrato de Da Cunha Dias*)
subtítulo: O Sequestro do Dr. Da Cunha Dias
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de argumentação, jurídica e outra, em defesa de Da Cunha Dias, cujo internamento compulsivo num manicómio suscitou, após a sua «fuga», outros dois volumes de autoria do próprio: Sobre um Decreto (publicado em Lisboa, 1918) e Um Lance (publicado em Coimbra, 1919), sendo este último um violento libelo contra Júlio de Matos, médico que o internara.

* Legendado assim: «Um louco de uma “lucida serenidade” / Fotografia tirada em Leiria junto á casa de V. Hasse no dia da sua fuga do H. C. F. [Hospital Conde de Ferreira]»

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Sobre um Decreto [junto com] Um Lance


DA CUNHA DIAS

Lisboa, 1917 [aliás, 1918] / Coimbra, 1919
Sociedade Typographica Editora Lamas, Motta & C.ª / França e Arménio – Livreiros-Editores [ed. Autor]
1.ª edição (ambos)
[22,8 cm x 16,5 cm] + [23 cm x 17,2 cm]
122 págs. + [76 págs. + 2 págs. em extra-texto (justificação da errata)]
subtítulo: [a] Uma campanha jornalistica; [b] «Julio de Matos» na Casa de Orates: Comentarios e Replicas de «Da Cunha Dias»
exemplares estimados; miolo limpo, por abrir [a], corte carminado à cabeça [b]
valorizados pelas dedicatórias manuscritas do Autor ao escritor Carlos Amaro
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Polémica do tempo em que Da Cunha Dias ainda professava um republicanismo que, com o advento do “estado novo”, se colará ao radicalismo de extrema-direita das hostes de Rolão Preto. Havia o autor sido internado num manicómio, em 1916, sob o diagnóstico de paranóia e delírio, pelo médico Júlio de Matos, médico que também fôra anteriormente chamado a corroborar uma campanha de difamação jornalística contra as expressões artísticas patenteadas na revista Orpheu. Desse revés, já em liberdade, veio a público Da Cunha Dias limpar o seu nome em sucessivos artigos pelos jornais da época, dando origem a estas duas diferentes compilações: Sobre um Decreto, de cariz apenas esclarecedor, e Um Lance, mais agressivo, visando directamente o referido clínico, tido por raposo a que seria preciso cortar as orelhas, como «trofeu de montaria».

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Fulgores do Oriente



JOSÉ F. [FREDERICO] FERREIRA MARTINS
pref. Fidelino de Figueiredo

Lisboa, s.d. [circa 1931]
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,1 cm x 12,5 cm
312 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: História – Lendas – Narrativas
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo, parcialmente por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, janeiro 23, 2020

Estados Unidos da América do Norte – O Segrêdo do Seu Triunfo – O Seu Brio Nacional



ANTÓNIO DE OLIVEIRA MATOS
capa de O.M. [Oliveira Matos]

Lisboa, s.d. [circa 1945]
Sociedade Editorial e Livreira, Lda. – Livraria Rodrigues
1.ª edição
19 cm x 13,6 cm
208 págs.
exemplar estimado, discreto restauro na lombada; miolo limpo
exemplar autenticado com carimbo do autor
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, janeiro 22, 2020

O Flagelo dos Mares



BAZILIO TELLES

Porto, 1918
Edição da «Renascença Portuguesa»
1.ª edição
18,8 cm x 12,3 cm
312 págs.
subtítulo: Cartas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, janeiro 21, 2020

Incomodidade



JOAQUIM NAMORADO
capa de Victor Palla

Coimbra, 1945
Atlantida – Livraria Editora, L.da
1.ª edição
21,1 cm x 15,1 cm
220 págs.
exemplar muito estimado, contracapa manchada; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Rumos



DAVID MOURÃO FERREIRA
et alii

Lisboa, 1946
Edição dos Autores
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
128 págs.
subtítulo: Antologia de Contos e Poemas
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O maior interesse desta publicação reside no facto de incluir a primeira colaboração literária em livro conhecida de David Mourão-Ferreira, com cinco modestos poemas, mas já de uma qualidade assinalável. (Fonte: Luís Amaro, «Bibliografia Activa de David Mourão-Ferreira», in Colóquio | Letras, n.º 145-146, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Julho-Dezembro de 1997)

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