VERGÍLIO FERREIRA
Manuel Guimarães
sobrecapa e grafismo de Luiz Duran
Lisboa, 1975
Editora Arcádia, S.A.R.L.
4.ª edição («revista incluindo documentos sobre o filme de Manuel Guimarães,
textos de Lauro António e Vergílio Ferreira, fotografias, guião»)
211 mm x 140 mm
342 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado
encadernação editorial gravada a branco na lombada, sobrecapa impressa a duas
cores directas
exemplar estimado, sobrecapa ligeiramente gasta ao longo dos bordos superior e
inferior; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
Romance de reflexão fortemente existencialista, a que a adapção cinematográfica
de Manuel Guimarães (com montagem final do seu filho Dórdio Guimarães, por
morte do realizador) não fez justiça. Não por acaso Vergílio referiu, no seu Conta-Corrente, que de um filme assim
«difícil» só poderia sair algo «Ou [...] bom ou péssimo. Deste livro não se
pode extrair um filme simplesmente “razoável”. Só um Ingmar Bergman estaria à
altura de Bom. [...]»
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