sexta-feira, fevereiro 12, 2016
Modernos Poetas Cabo-verdianos
quinta-feira, fevereiro 11, 2016
Pequena História da Imprensa Portuguesa
ROCHA MARTINS
Lisboa, 1941
Editorial «Inquérito», Ld.ª
1.ª edição
18,8 cm x 12,3 cm
120 págs.
exemplar estimado; miolo por abrir
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)
Manual del Operador Fotograbador
quarta-feira, fevereiro 10, 2016
Tratado de Versificação Portuguesa
Tratado de Versificação Portuguesa
Problemas de Versificação
domingo, fevereiro 07, 2016
Os Vellos Non Deben de Namorarse
Os Vellos Non Deben de Namorarse
ilust. Autor
texto em galego
quinta-feira, fevereiro 04, 2016
L’Espagne
Trampolim
Aldeia
Aldeia
Plano Inclinado
Amarante
Ruas de Lisboa (1826)
quinta-feira, janeiro 28, 2016
Inde, Péninsule des Dieux

JOSEPH KESSEL
fotografias de Arnaud de Monbrison
[Paris], 1960
Librairie Hachette
[1.ª edição]
23,5 cm x 18,7 cm (álbum de pequeno formato)
96 págs. + 12 extra-textos a cor
impressão do miolo em rotogravura, extra-textos em cromotipia
cartonagem editorial
folhas de guarda impressas
exemplo em muito bom estado de conservação
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
Romancista e repórter com vastíssima obra editada, herói de referência na Resistência francesa – é o co-autor do hino Chant des Partisans –, para nós, portugueses, é nomeadamente o autor do célebre romance Os Amantes do Tejo, que nos chegou sob a forma de um filme de Henri Verneuil marcado pela voz de Amália em Barco Negro. O vertente livro de viagem, uma das muitas que Kessel reportará, mostra um olhar atento não só àquilo que a paisagem e o passado monumental oferecem em silêncio como àquilo que palpita, gritante, na multidão de pobres, que são o grosso da população indiana.
quarta-feira, janeiro 27, 2016
Lisboa e os Curiosos Fastos do Seu Porto
Diccionario dos Termos de Architectura
quinta-feira, janeiro 21, 2016
Ensaios de Crítica

[GUILHERME] MONIZ BARRETO
prefácio de Vitorino Nemésio
capa de Couto Tavares
Lisboa, 1944
Livraria Bertrand
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
XLII págs. + 2 págs. + 360 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)
Importantíssimo ensaio de abertura, em forma de prefácio, em que Nemésio nos dá uma apurada lição literária, para além de situar o goês Moniz Barreto no contexto da deficiente propensão dos portugueses para a reflexão crítica por escrito. Cabe, assim, a este Autor ter sido o primeiro grande crítico literário português. O seu convívio parisiense com Eça de Queirós, e a sua colaboração na Revista de Portugal, que este último dirigia, estarão na origem de um dos mais importantes textos do século XIX: «A Literatura Portuguesa Contemporânea» (que o presente volume inclui).
Desejável é que os candidatos a jornalistas culturais de hoje o procurem ler... E já agora, também Nemésio.
sábado, janeiro 16, 2016
Apelo da Noite

VERGÍLIO FERREIRA
capa de João da Câmara Leme
Lisboa, 1963
Portugália Editora
1.ª edição
19,2 cm x 13,4 cm
280 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
55,00 eur (IVA e portes incluídos)
Do notável Posfácio do autor:
«[...] E eis que a arte conquista assim, no mundo de hoje, uma necessidade imprevista, uma virulência única. Por sobre todos os terrorismos, no silêncio final de cada hora que nos espera a todos, se nos não esquecemos, ela ergue a sua voz da vitória de nós próprios, da vitória da verdade que os “astros” para nós “conjugaram”, da iluminação da certeza que nenhuma estratégia pode disfarçar. Mundo da liberdade, porque da criação, da autenticidade, mundo da evidência, porque da convicção, mundo da conquista, porque da invenção das origens – ela revela-se ainda, quantas vezes na dor, o mundo da moralidade, ou da santidade, porque da assunção iluminada de nós próprios, e dos graves riscos disso. Que a arte seja para o artista um “ponto de chegada” [...], e um “ponto de partida” quando muito para os outros – é uma questão que fica à margem da própria arte. Que um homem actue depois de ver, é um problema do homem, não um impedimento da arte. E no entanto, sim, alguma coisa na arte se transcende do imediato para lhe descobrir a verdade primeira e para assumir esse imediato no que lhe é humano. Um crime em arte não é menos crime. Somente pode acontecer, sim, que deixe aí de nos falar ao ódio, para nos falar ao remorso e à piedade; somente pode acontecer que em vez de odiarmos aí os homens, tenhamos pena do Homem. Mas será então longa a distância que vai da arte à justiça, ao amor, à fraternidade? Se o fosse, seria fácil construir uma grande obra de arte sobre a injustiça. Mas ninguém a construiu ainda – alguém já no-lo lembrou...»
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
Para Sempre
VERGÍLIO FERREIRA
Lisboa, 1983
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
21 cm x 13,9 cm
304 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
De uma entrevista concedida pelo Autor ao jornalista Francisco José Viegas para a revista Ler (Primavera de 1988):
«[...] P. — Que significado dá à expressão “para sempre”?
R. — Não sei. Você faz-me uma pergunta agora, e agora é que eu tenho de pensar...
P. — Claro...
R. — Não sei... é uma certa dose de nostalgia, de fim de vida que se realizou completamente. É isso. Completamente. É a historia de um homem que fechou o ciclo da vida e que rememora, procurando cortar um pouco o mel e a doçura desse prazer da evocação com acidez e ironia.
P. — Por que razão insistiu nessa versão da vida com este novo título, Até ao Fim?
R. — Porque eu queria dizer, de algum modo, que a destruição dos valores (que é o que marca de um modo geral, os actos que hoje dominam certas áreas da juventude) é uma coisa terrível. E queria, por uma razão de amizade para com o António Ramos Rosa, encontrar um verso dele que significasse isso, que dissesse isso. E foi: “perseguido até ao fim, acho o mar”. Este verso resume o meu objectivo. Achar o mar como um símbolo, como uma metáfora dessa alegria, que é a alegria da pacificação, da eternidade, da plenitude, da juventude plena. Depois há outra coisa, evidentemente: eu quis sempre que os títulos dos meus livros tivessem alguma coisa de si próprios, um certo valor estético. Não me interessam os títulos puramente designativos, como o rótulo de um frasco. Quero que o título seja em si mesmo um sinal e um valor estético e poético. Que fosse uma abertura, um começo de um poema. [...]»
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Rápida, a Sombra

VERGÍLIO FERREIRA
capa e grafismo de Luiz Duran
Lisboa, 1975
Arcádia
1.ª edição
21,2 cm x 14,2 cm
276 págs.
encadernação editorial em tela com sobrecapa
exemplar como novo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)
A data de fecho desta obra é Dezembro de 1973, podemos considerá-la, pois, a última que o escritor congeminou antes da mudança do regime. É interessante pô-la em confronto, pela leitura, com as que se lhe seguem, para se fazer uma ideia do pouco desanuviamento que os novos tempos produziram na consciência histórica e estética do autor.
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
domingo, janeiro 10, 2016
Pintura Portuguesa do Séc. XX | 20th Century Portuguese Painting
Amadeo de Souza-Cardoso – A Primeira Descoberta de Portugal na Europa no Século XX [catálogo]
PAULO FERREIRA
et alii
Lisboa, 1983
Centro de Arte Moderna / Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição
29,6 cm x 20,9 cm (álbum)
122 págs. (não numeradas)
profusamente ilustrado a preto e a cor
impresso sobre papel superior
design de Fernando Libório
exemplar novo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)
O comissário da exposição lembra-nos no seu texto a violência física com que os portuenses rejeitaram a primeira mostra de Amadeo. Agredido e enxovalhado publicamente no Porto de 1916, mas reconhecido entre os seus pares – como Eduardo Viana e Almada Negreiros –, é hoje pedra-de-toque para a compreensão das vanguardas artísticas da época.
Botelho [catálogo]
MANUEL BOTELHO
SENA DA SILVA
et alii
Lisboa, 1989
Centro de Arte Moderna – Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição
28 cm x 24 cm (álbum)
196 págs. (não numeradas)
profusamente ilustrado a preto e branco e a cor
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
50,00 eur (IVA e portes incluídos)
Carlos Botelho, importante caricaturista e pintor dos costumes e da cidade de Lisboa. O suave leque cromático da sua paleta influenciará pintores menores como Tom, assim como da sua grelha estrutural do casario sairá uma Maluda. No vertente catálogo, que está longe de ser representativo do legado da sua obra, encontramos, por outro lado, uma imprescindível cronologia biográfica.
Bernardo Marques – Obras de 1950 a 1960 [catálogo]
Bernardo Marques – Période 1934-1962 [catálogo]
Bernardo Marques – Desenho e Ilustração, anos 20 e 30 [catálogo]
Bernardo Marques
SALLÉS PAES
Lisboa, s.d. [circa 1963]
Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
18,5 cm x 12,8 cm
20 págs. + 8 folhas em extra-texto (cor) + 48 págs. (preto e branco)
profusamente ilustrado
impresso em rotogravura
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)
Pequena monografia editada pouco tempo após a morte do pintor, em Setembro de 1962.
Paragone
sábado, janeiro 09, 2016
Originalidade da Literatura Portuguesa
JACINTO DO PRADO COELHO
Lisboa, 1977
Instituto de Cultura Portuguesa / Secretaria de Estado da Investigação Científica / Ministério da Educação e Investigação Científica
1.ª edição
19,2 cm x 11,7 cm
92 págs.
é o n.º 1 da prestigiada colecção Biblioteca Breve
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)
Uma passagem do acutilante ensaio:
«[...] Se é “temperado” o nosso carácter, como pretendia Oliveira Martins, talvez pudéssemos associar à discrição afectiva a moderação do bom-senso. Diz-se que o Português é um romântico, define-se o Português pela emotividade, pela impulsividade. Mas serão tais atributos que o distinguem de outros povos meridionais? Ou ficar antes num meio-termo, corrigindo a emotividade pela cautela e o entusiasmo da novidade pelo apego à tradição? Um misto de “aventura e rotina”, para repetir a fórmula de Gilberto Freyre? Pelo menos na esfera da cultura, não fomos tantas vezes vagarosos e prudentes no modo como seguimos os grandes movimentos de renovação? Não balizámos com firmeza o Renascimento, tentando conciliá-lo com uma Idade Média ainda vivaz no Portugal quinhentista? Não é mitigado e bastante razoável o nosso Romantismo, alheio a voos místicos ou de solta fantasia? Não se mostram, em certo sentido, anti-românticos os mentores do Romantismo português? Não foi necessário esperar pelos fins do século XIX ou até pelo século XX para assistir, na literatura portuguesa, a mais estremes manifestações de romantismo, em poetas como António Nobre e Pascoaes, em ficcionistas como Raul Brandão ou Agustina Bessa-Luís? E não tem sido um trabalho de Hércules libertar a nossa prosa literária do sensato e do retórico? [...]»
Elucidario das Palavras, Termos, e Frases, que em Portugal Antigamente se Usárão [...]



JOAQUIM DE SANTA ROSA DE VITERBO, frei
Lisboa, 1798-1799
Na Officina de Simão Thaddeo Ferreira (tomo primeiro, A=F)
Na Typographia Regia Silviana (tomo segundo, G=Z)
1.ª edição
2 tomos (completo)
30 cm x 21 cm
[2 págs. + 4 págs. + 484 págs. + 2 págs. (erratas) + 5 folhas extra-texto (gravuras impressas apenas na frente do papel)] + [416 págs. + 62 págs. (suplemento, adições e correcções aos dois tomos) + 1 folha (erratas) + 2 págs.]
subtítulo: [...] e que hoje regularmente se ignorão: obra indispensavel para entender sem erro os documentos mais raros, e preciosos, que entre nós se conservão: publicado em beneficio da litteratura portugueza, e dedicado ao Principe N. Senhor por [...]
dois tomos encadernados em 1 volume
o papel do tomo segundo é azulado, o que é invulgar
encadernação inteira em pele com rótulo e ferros a ouro na lombada, cujas vinhetas e tipo de letra permitem datá-la do século XIX
apesar das esporádicas esfoladelas na pele da encadernação o miolo encontra-se irrepreensivelmente limpo e fresco, como novo
peça de colecção
3.000,00 eur (IVA e portes incluídos)
«Frade franciscano, pregador, historiógrafo e filólogo. Foi cronista da ordem franciscana e notário apostólico. Notável erudito, dotado de prodigiosa memória, começou por estudar latim, prosseguindo os seus estudos entre as leituras que o recolhimento monástico lhe proporcionava e a pesquisa de arquivos públicos, inscrições e monumentos, a que se dedicou em périplos pelo país, tendo ainda desenvolvido importantes trabalhos na Torre do Tombo. [...]» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. I, 2.ª ed., Publicações Europa-América, Mem Martins, 1991)
domingo, janeiro 03, 2016
Do Acto ao Pensamento
sábado, janeiro 02, 2016
Horta de Literatura de Cordel
terça-feira, dezembro 29, 2015
The International Code of Signals for the Use of all Nations [junto com] The British Code List for 1885 for the Use of Ships at Sea, and for Signal Stations
segunda-feira, dezembro 28, 2015
Questão de Preferencias na Acquisição de Navios de Guerra
domingo, dezembro 27, 2015
Não o Levarás Contigo!
quinta-feira, dezembro 10, 2015
Monumentos e Edifícios Notáveis do Concelho de Loures
CARLOS DE AZEVEDO
JULIETA FERRÃO
ADRIANO DE GUSMÃO
Nunes Claro, fotog.
ilust. A. Salgado Dias, José Bernardo Guedes, e Nuno Mendonça
Loures, 1983
Câmara Municipal de Loures
1.ª edição [na vertente forma]
202 mm x 144 mm
74 págs.
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)
Da Introdução:
«A presente edição deste livro – Monumentos e Edifícios Notáveis do Concelho
de Loures – trata-se, simplesmente, de uma reedição da parte dedicada a este
concelho saída no volume III da obra “Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito
de Lisboa” e editada pela Junta Distrital de Lisboa em 1963. […]»
pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa: Mafra – Loures – Vila Franca de Xira

[CARLOS DE AZEVEDO
JULIETA FERRÃO
ADRIANO DE GUSMÃO]
fotografias de Carlos Azevedo, Adriano Gusmão e Nunes Claro
desenhos de A. Salgado Dias, José Benard Guedes e Nuno Mendonça
Lisboa, 1963
Junta Distrital de Lisboa
[1.ª edição]
20,6 cm x 15,1 cm
104 págs. + 4 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a cor e a preto e branco
impresso a rotogravura em papel superior
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)
Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa: Torres Vedras – Lourinhã – Sobral de Monte Agraço

[CARLOS DE AZEVEDO
ADRIANO DE GUSMÃO]
fotografias de Carlos Azevedo, Adriano Gusmão e Nunes Claro
desenhos de Luís Dourdil, J.[osé] Benard Guedes e Nuno Mendonça
Lisboa, 1963
Junta Distrital de Lisboa
[1.ª edição]
205 mm x 150 mm
104 págs. + 3 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a cor e a preto e branco
impresso a rotogravura em papel superior
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)







































