sexta-feira, fevereiro 12, 2016

Modernos Poetas Cabo-verdianos


JAIME DE FIGUEIREDO, org. antol.

Praia (Cabo Verde), 1961
Edições Henriquinas – Achamento de Cabo Verde
1.ª edição [única]
23,4 cm x 16,4 cm
XLII págs. + 200 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
carimbo e assinatura de posse no verso da cortina do texto de abertura
PEÇA DE COLECÇÃO
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

São antologiados e sucintamente biografados os poetas ilhéus Jorge Barbosa, Manuel Lopes, Osvaldo Alcantara, Pedro Corsino Azevedo, António Nunes, Aguinaldo Fonseca, Guilherme Rocheteau, Nuno Miranda, Arnaldo França, Tomaz Martins, Yolanda Morazzo, Ovídio Martins, Virgínio Nobre de Melo, Gabriel Mariano, Terêncio Anahory, Corsino Fortes, Jorge Pedro Barbosa, Onésimo Silveira, João Vário e António Mendes Cardozo.

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telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, fevereiro 11, 2016

Pequena História da Imprensa Portuguesa


ROCHA MARTINS

Lisboa, 1941
Editorial «Inquérito», Ld.ª
1.ª edição
18,8 cm x 12,3 cm
120 págs.
exemplar estimado; miolo por abrir
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)


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Manual del Operador Fotograbador


L. VILLEMAIRE
trad. J. M. Llovet
pref. Charles Féry
apêndice de Juan Oller Xaus

Barcelona, 1946
José Montesó – Editor
2.ª edição
texto em castelhano
22,3 cm x 15,8 cm
280 págs.
subtítulo: Ampliada con un Apéndice sobre impresión de fotograbados en minerva, máquina plana y rotativa, fotolito offset, huecograbado y fototipia
profusamente ilustrado
encadernação editorial em tela gravada a negro na pasta anterior e na lombada, com sobrecapa polícroma
exemplar estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, fevereiro 10, 2016

Tratado de Versificação Portuguesa


AMORIM DE CARVALHO

Lisboa, 1965
Portugália Editora
2.ª edição («refundida»)
19,3 cm x 13,1 cm
172 págs.
subtítulo: Teoria Moderna da Versificação
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Tratado de Versificação Portuguesa


AMORIM DE CARVALHO
capa de Vítor Simões

Lisboa, Agosto de 1974
Edições 70
3.ª edição
21 cm x 14,2 cm
184 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Teoria Moderna da Versificação
exemplar como novo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Problemas de Versificação


AMORIM DE CARVALHO

Lisboa, 1981
CLB – Centro do Livro Brasileiro
1.ª edição
20,8 cm x 14,3 cm
136 págs.
exemplar estimado, pequeno rasgão na capa; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita de Ester Rodrigues Amorim de Carvalho, viúva do autor
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, fevereiro 07, 2016

Os Vellos Non Deben de Namorarse


ALFONSO R. CASTELAO
capa de Xohan Ledo
ilust. Autor

Vigo, 1953
Editorial Galaxia, S. A.
1.ª edição
texto em galego
22,5 cm x 16 cm
88 págs.
subtítulo: Farsa en tres actos con un prologo e un epilogo
ilustrado
exemplar manuseado mas aceitável, capa com restauros; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escritor nacionalista galego, Alfonso Daniel Rodriguez Castelao (1886-1950) sempre defendeu a ideia de uma ibéria federalista, mas em que a Galiza, dadas as afinidades de ambos os povos, linguísticas até, deveria progressivamente fundir-se com Portugal. No vertente livro, escrito nos anos 40 mas só publicado postumamente, estamos perante uma das mais populares peças de teatro galego.

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Os Vellos Non Deben de Namorarse



ALFONSO R. CASTELAO
[capa de Xohan Ledo]
ilust. Autor

Vigo, 1968
Editorial Galaxia
2.ª edição
texto em galego
20,4 cm x 13,9 cm
116 págs.
subtítulo: Farsa en tres actos con un prólogo e un epílogo
ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, fevereiro 04, 2016

L’Espagne



DORÉ OGRIZEK
Suzanne Chantal
et alii
pref. Joseph Peyré
ilust. Beuville, A. Brenet, Paulo Ferreira, Lorenzo Goñi, Jacques Liozu, Pierre Noël, Marianne Peretti e R. de Villepreux

Paris, 1951 [aliás, 1952]
Éditions Odé
1.ª edição
texto em francês
17,3 cm x 12,5 cm
416 págs.
profusamente ilustrado a cor
encadernação editorial com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
folhas-de-guarda impressas em policromia
com falta da sobrecapa
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Trampolim


AFONSO RIBEIRO
capa de Vítor Pala

Porto, 1944
Editora – Livraria Progredior
1.ª edição
19,5 cm x 13,1 cm
312 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Aldeia


AFONSO RIBEIRO
capa de António Sampaio

Porto, 1943
Editora Livraria Progredior
1.ª edição
20 cm x 13,2 cm
304 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Aldeia


AFONSO RIBEIRO
capa de Rui Knopfli

Lourenço Marques, 1958
s.i. [ed. Autor]
2.ª edição
19,7 cm x 13,8 cm
288 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Plano Inclinado


AFONSO RIBEIRO

Porto, 1941
Livraria Progredior, deposit.
1.ª edição
20,1 cm x 13,7 cm
236 págs.
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Amarante


FRANÇOIS GUICHARD

Lisboa, 1980
Instituto Nacional de Investigação Científica
1.ª edição
18,6 cm x 13,4 cm
208 págs. + 60 págs. em extra-texto
subtítulo: Structures socio-économiques et liens de dépendance dans un «concelho» du nord-ouest portugais
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

François Guichard (1946-2002) foi geógrafo, tendo leccionado em Portugal, país de que foi amigo e cuidadoso investigador. Toda a intelectualidade portuense lhe reconhece o mérito. Mesmo na cidade francesa onde nasceu, Bordéus, o designavam carinhosamente por Messieur le Portugal. No mais, destacou-se como democrata fundador, em 1996, da associação Front Citoyen, que tinha o objectivo de se opor às teses nazis da Front Nationale de Le Pen. (Fonte: Luís Miguel Queirós, Público, 26 de Março, 2002)

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Ruas de Lisboa (1826)



[MANUEL DA SILVA GODINHO *]
pref. Martim de Albuquerque e Maria da Graça Garcia

Lisboa, 1994
Edições Inapa
5.ª edição (1.ª edição fac-similada)
29,4 cm x 23,6 cm (álbum)
92 págs. (não num.) + 4 gravuras em extra-texto
título e subtítulo primitivos: Coleçaõ de Estampas intitulada Ruas de Lisboa – Contem figuras iluminadas que representaõ os diversos trajes, e maneiras mais constantes das gentes que servem, e habitaõ a Cidade
profusamente ilustrado a cor
encadernação editorial em tela gravada a ouro na pasta anterior e na lombada, com sobrecapa polícroma, acondicionada em estojo próprio
conserva a cinta de origem
exemplar como novo
100,00 eur (IVA e portes incluídos)

* Segundo Ernesto Soares, História da Gravura Artística em Portugal, tomo I, n.º 1.142, Lisboa, 1940.

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quinta-feira, janeiro 28, 2016

Inde, Péninsule des Dieux


JOSEPH KESSEL
fotografias de Arnaud de Monbrison


[Paris], 1960
Librairie Hachette
[1.ª edição]
23,5 cm x 18,7 cm (álbum de pequeno formato)
96 págs. + 12 extra-textos a cor
impressão do miolo em rotogravura, extra-textos em cromotipia
cartonagem editorial
folhas de guarda impressas
exemplo em muito bom estado de conservação
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romancista e repórter com vastíssima obra editada, herói de referência na Resistência francesa – é o co-autor do hino Chant des Partisans –, para nós, portugueses, é nomeadamente o autor do célebre romance Os Amantes do Tejo, que nos chegou sob a forma de um filme de Henri Verneuil marcado pela voz de Amália em Barco Negro. O vertente livro de viagem, uma das muitas que Kessel reportará, mostra um olhar atento não só àquilo que a paisagem e o passado monumental oferecem em silêncio como àquilo que palpita, gritante, na multidão de pobres, que são o grosso da população indiana.

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quarta-feira, janeiro 27, 2016

Lisboa e os Curiosos Fastos do Seu Porto



FONSECA MENDES

Lisboa, 1951
Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição
22,2 cm x 16,1 cm
116 págs. + 6 folhas em extra-texto
ilustrado em separado a preto
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trabalho de estudo e investigação realizado em torno da figura setecentista de Carlos Mardel, um dos responsáveis pela construção da Baixa pombalina após o terramoto de 1755.

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Diccionario dos Termos de Architectura


T. [TOMÁS] LINO D’ASSUMPÇÃO

Lisboa, s.d. [1895, seg. BNP]
Antiga Casa Bertrand – José Bastos
1.ª edição
20,8 cm x 13,4 cm
XIV págs. + 162 págs. + XXVIII págs.
subtítulo: Suas definições e noções históricas – Com um indice remissivo dos termos correspondentes, em francez
encadernação recente de amador em seda com as capas espelhadas
não aparado
exemplar estimado; miolo limpo, pequenos restauros na primeira folha, papel no geral oxidado
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, janeiro 21, 2016

Ensaios de Crítica


[GUILHERME] MONIZ BARRETO
prefácio de Vitorino Nemésio
capa de Couto Tavares


Lisboa, 1944
Livraria Bertrand
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
XLII págs. + 2 págs. + 360 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importantíssimo ensaio de abertura, em forma de prefácio, em que Nemésio nos dá uma apurada lição literária, para além de situar o goês Moniz Barreto no contexto da deficiente propensão dos portugueses para a reflexão crítica por escrito. Cabe, assim, a este Autor ter sido o primeiro grande crítico literário português. O seu convívio parisiense com Eça de Queirós, e a sua colaboração na Revista de Portugal, que este último dirigia, estarão na origem de um dos mais importantes textos do século XIX: «A Literatura Portuguesa Contemporânea» (que o presente volume inclui).
Desejável é que os candidatos a jornalistas culturais de hoje o procurem ler... E já agora, também Nemésio.


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sábado, janeiro 16, 2016

Apelo da Noite


VERGÍLIO FERREIRA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1963
Portugália Editora
1.ª edição
19,2 cm x 13,4 cm
280 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do notável Posfácio do autor:
«[...] E eis que a arte conquista assim, no mundo de hoje, uma necessidade imprevista, uma viru­lência única. Por sobre todos os terrorismos, no silêncio final de cada hora que nos espera a todos, se nos não esquecemos, ela ergue a sua voz da vitória de nós próprios, da vitória da verdade que os “astros” para nós “conjugaram”, da iluminação da certeza que nenhuma estratégia pode disfarçar. Mundo da liberdade, porque da criação, da autenticidade, mundo da evidência, porque da convicção, mundo da conquista, porque da invenção das origens – ela revela-se ainda, quantas vezes na dor, o mundo da moralidade, ou da santidade, porque da assunção iluminada de nós próprios, e dos graves riscos disso. Que a arte seja para o artista um “ponto de chegada” [...], e um “ponto de partida” quando muito para os outros – é uma questão que fica à margem da própria arte. Que um homem actue depois de ver, é um problema do homem, não um impedimento da arte. E no entanto, sim, alguma coisa na arte se transcende do imediato para lhe descobrir a verdade primeira e para assumir esse imediato no que lhe é humano. Um crime em arte não é menos crime. Somente pode acontecer, sim, que deixe aí de nos falar ao ódio, para nos falar ao remorso e à piedade; somente pode acontecer que em vez de odiarmos aí os homens, tenhamos pena do Homem. Mas será então longa a distância que vai da arte à justiça, ao amor, à fraternidade? Se o fosse, seria fácil construir uma grande obra de arte sobre a injustiça. Mas ninguém a construiu ainda – alguém já no-lo lembrou...»

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Para Sempre



VERGÍLIO FERREIRA

Lisboa, 1983
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
21 cm x 13,9 cm
304 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

De uma entrevista concedida pelo Autor ao jornalista Francisco José Viegas para a revista Ler (Primavera de 1988):
«[...] P. — Que significado dá à expressão “para sempre”?
R. — Não sei. Você faz-me uma pergunta agora, e agora é que eu tenho de pensar...
P. — Claro...
R. — Não sei... é uma certa dose de nostalgia, de fim de vida que se realizou completamente. É isso. Completamente. É a historia de um homem que fechou o ciclo da vida e que rememora, procurando cortar um pouco o mel e a doçura desse prazer da evocação com acidez e ironia.
P. — Por que razão insistiu nessa versão da vida com este novo título, Até ao Fim?
R. — Porque eu queria dizer, de algum modo, que a destruição dos valores (que é o que marca de um modo geral, os actos que hoje dominam certas áreas da juventude) é uma coisa terrível. E queria, por uma razão de amizade para com o António Ramos Rosa, encontrar um verso dele que significasse isso, que dissesse isso. E foi: “perseguido até ao fim, acho o mar”. Este verso resume o meu objectivo. Achar o mar como um símbolo, como uma metáfora dessa alegria, que é a alegria da pacificação, da eternidade, da plenitude, da juventude plena. Depois há outra coisa, evidentemente: eu quis sempre que os títulos dos meus livros tivessem alguma coisa de si próprios, um certo valor estético. Não me interessam os títulos puramente designativos, como o rótulo de um frasco. Quero que o título seja em si mesmo um sinal e um valor estético e poético. Que fosse uma abertura, um começo de um poema. [...]»

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Rápida, a Sombra


VERGÍLIO FERREIRA
capa e grafismo de Luiz Duran

Lisboa, 1975
Arcádia
1.ª edição
21,2 cm x 14,2 cm
276 págs.
encadernação editorial em tela com sobrecapa
exemplar como novo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

A data de fecho desta obra é Dezembro de 1973, podemos considerá-la, pois, a última que o escritor congeminou antes da mudança do regime. É interessante pô-la em confronto, pela leitura, com as que se lhe seguem, para se fazer uma ideia do pouco desanuviamento que os novos tempos produziram na consciência histórica e estética do autor.

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domingo, janeiro 10, 2016

Pintura Portuguesa do Séc. XX | 20th Century Portuguese Painting


JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA

Lisboa, 1990
Correios de Portugal
1.ª edição [única]
bilingue (português / inglês)
24,5 cm x 24,5 cm
92 págs.
design gráfico de Quadrícula – António Magalhães
álbum profusamente ilustrado a negro e a cor
cartonagem editorial, com folhas-de-guarda
impresso em papel superior Inagloss
exemplar como novo
edição numerada, n.º 275
75,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Para além do sucinto estudo do crítico de artes plásticas, inclui a emissão dos respectivos 18 selos, que reproduzem pinturas dos seguintes artistas: Amadeo de Souza-Cardoso, Almada Negreiros, Eduardo Viana, Mário Eloy, Carlos Botelho, António Pedro, António Dacosta, Júlio Pomar, Marcelino Vespeira, Fernando Lanhas, Nadir Afonso, Carlos Calvet, Joaquim Rodrigo, Noronha da Costa, Vasco Costa, Costa Pinheiro, Paula Rego e José de Guimarães. Escolha, cuja ausência, por exemplo, de uma Vieira da Silva ou de um Cesariny, denota bem as idiossincrasias de França...

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Amadeo de Souza-Cardoso – A Primeira Descoberta de Portugal na Europa no Século XX [catálogo]


PAULO FERREIRA
et alii

Lisboa, 1983
Centro de Arte Moderna / Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição
29,6 cm x 20,9 cm (álbum)
122 págs. (não numeradas)
profusamente ilustrado a preto e a cor
impresso sobre papel superior
design de Fernando Libório
exemplar novo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

O comissário da exposição lembra-nos no seu texto a violência física com que os portuenses rejeitaram a primeira mostra de Amadeo. Agredido e enxovalhado publicamente no Porto de 1916, mas reconhecido entre os seus pares – como Eduardo Viana e Almada Negreiros –, é hoje pedra-de-toque para a compreensão das vanguardas artísticas da época.

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Botelho [catálogo]



MANUEL BOTELHO
SENA DA SILVA

et alii

Lisboa, 1989
Centro de Arte Moderna – Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição
28 cm x 24 cm (álbum)
196 págs. (não numeradas)
profusamente ilustrado a preto e branco e a cor
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Carlos Botelho, importante caricaturista e pintor dos costumes e da cidade de Lisboa. O suave leque cromático da sua paleta influenciará pintores menores como Tom, assim como da sua grelha estrutural do casario sairá uma Maluda. No vertente catálogo, que está longe de ser representativo do legado da sua obra, encontramos, por outro lado, uma imprescindível cronologia biográfica.

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Bernardo Marques – Obras de 1950 a 1960 [catálogo]



aa.vv.
fotografias de Mário Novais
grafismo de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1966
Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição
23,8 cm x 24,2 cm
94 págs. (não numeradas)
profusamente ilustrado
impresso em rotogravura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diogo de Macedo, António Pedro, Luís Teixeira, Jorge Segurado, Fernando de Azevedo, são os nomes dos que aqui celebram, de algum modo, o legado do grande artista gráfico que foi Bernardo Marques.

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Bernardo Marques – Période 1934-1962 [catálogo]


[JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
PAULO FERREIRA]

Paris, 1982
Fondation Calouste Gulbenkian
1.ª edição
texto em francês
25,9 cm x 19,4 cm
60 págs. [não numeradas]
profusamente ilustrado
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bernardo Marques – Desenho e Ilustração, anos 20 e 30 [catálogo]


JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA

Lisboa, 1982
Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição
24 cm x 22 cm
64 págs. (não numeradas)
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior de off set
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

A influência de George Grosz, não só estilística mas também no que continha de crítica violenta às assimetrias sociais, é a sua mais impressionante característica. Talvez fazendo uso de uma paleta cromática menos agreste, mas seguramente o seu poder de observação dos tiques arrogantes dos frequentadores de bares, cafés e teatros da Baixa lisboeta não desmerece o que Marques foi “aprender” a Berlim nesses anos.

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Bernardo Marques


SALLÉS PAES

Lisboa, s.d. [circa 1963]
Empresa Nacional de Publicidade
1.ª edição
18,5 cm x 12,8 cm
20 págs. + 8 folhas em extra-texto (cor) + 48 págs. (preto e branco)
profusamente ilustrado
impresso em rotogravura
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pequena monografia editada pouco tempo após a morte do pintor, em Setembro de 1962.

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Paragone



LEONARDO DA VINCI
trad. e introd. Irma A. Richter

Londres / Nova Iorque / Toronto, 1949
Geoffrey Cumberlege – Oxford University Press
[1.ª edição]
bilingue italiano / inglês
25 cm x 17 cm
2 págs. + XIV págs. + 112 págs. + 12 folhas em extra-texto
subtítulo: A Comparison of the Arts
ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação editorial em tela encerada gravada a ouro na pasta anterior e na lombada, com sobrecapa impressa
exemplar em bom estado de conservação, com pequenos restauros na sobrecapa; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio:
«[...] The Paragone forms an important contribution to the literature on the comparison of the arts. The discussion, which in Leonardo’s time was prompted by a rivalry among artists, foreshadows the beginning of comparative criticism. [...]»
Assim, vamos encontrar aqui os primórdios da compreensão de uma transversalidade artística que estabelece pontes da pintura à ciência, à poesia, à música e à escultura, sistematizando as suas diferenças e semelhanças.

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sábado, janeiro 09, 2016

Originalidade da Literatura Portuguesa


JACINTO DO PRADO COELHO

Lisboa, 1977
Instituto de Cultura Portuguesa / Secretaria de Estado da Investigação Científica / Ministério da Educação e Investigação Científica
1.ª edição
19,2 cm x 11,7 cm
92 págs.
é o n.º 1 da prestigiada colecção Biblioteca Breve
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do acutilante ensaio:
«[...] Se é “temperado” o nosso carácter, como pretendia Oliveira Martins, talvez pudéssemos associar à discrição afectiva a moderação do bom-senso. Diz-se que o Português é um romântico, define-se o Português pela emotividade, pela impulsividade. Mas serão tais atributos que o distinguem de outros povos meridionais? Ou ficar antes num meio-termo, corrigindo a emotividade pela cautela e o entusiasmo da novidade pelo apego à tradição? Um misto de “aventura e rotina”, para repetir a fórmula de Gilberto Freyre? Pelo menos na esfera da cultura, não fomos tantas vezes vagarosos e prudentes no modo como seguimos os grandes movimentos de renovação? Não balizámos com firmeza o Renascimento, tentando conciliá-lo com uma Idade Média ainda vivaz no Portugal quinhentista? Não é mitigado e bastante razoável o nosso Romantismo, alheio a voos místicos ou de solta fantasia? Não se mostram, em certo sentido, anti-românticos os mentores do Romantismo português? Não foi necessário esperar pelos fins do século XIX ou até pelo século XX para assistir, na literatura portuguesa, a mais estremes manifestações de romantismo, em poetas como António Nobre e Pascoaes, em ficcionistas como Raul Brandão ou Agustina Bessa-Luís? E não tem sido um trabalho de Hércules libertar a nossa prosa literária do sensato e do retórico? [...]»

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Elucidario das Palavras, Termos, e Frases, que em Portugal Antigamente se Usárão [...]




JOAQUIM DE SANTA ROSA DE VITERBO, frei

Lisboa, 1798-1799
Na Officina de Simão Thaddeo Ferreira (tomo primeiro, A=F)
Na Typographia Regia Silviana (tomo segundo, G=Z)
1.ª edição
2 tomos (completo)
30 cm x 21 cm
[2 págs. + 4 págs. + 484 págs. + 2 págs. (erratas) + 5 folhas extra-texto (gravuras impressas apenas na frente do papel)] + [416 págs. + 62 págs. (suplemento, adições e correcções aos dois tomos) + 1 folha (erratas) + 2 págs.]
subtítulo: [...] e que hoje regularmente se ignorão: obra indispensavel para entender sem erro os documentos mais raros, e preciosos, que entre nós se conservão: publicado em beneficio da litteratura portugueza, e dedicado ao Principe N. Senhor por [...]
dois tomos encadernados em 1 volume
o papel do tomo segundo é azulado, o que é invulgar
encadernação inteira em pele com rótulo e ferros a ouro na lombada, cujas vinhetas e tipo de letra permitem datá-la do século XIX
apesar das esporádicas esfoladelas na pele da encadernação o miolo encontra-se irrepreensivelmente limpo e fresco, como novo
peça de colecção
3.000,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Frade franciscano, pregador, historiógrafo e filólogo. Foi cronista da ordem franciscana e notário apostólico. Notável erudito, dotado de prodigiosa memória, começou por estudar latim, prosseguindo os seus estudos entre as leituras que o recolhimento monástico lhe proporcionava e a pesquisa de arquivos públicos, inscrições e monumentos, a que se dedicou em périplos pelo país, tendo ainda desenvolvido importantes trabalhos na Torre do Tombo. [...]» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. I, 2.ª ed., Publicações Europa-América, Mem Martins, 1991)

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domingo, janeiro 03, 2016

Do Acto ao Pensamento


HENRI WALLON
trad. e pref. J. Seabra-Dinis

Lisboa, 1966
Portugália Editora
1.ª edição
19,5 cm x 14 cm
312 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Henri Paul Hyacinthe Wallon (1879-1962), destacado membro do Partido Comunista Francês e neto do fundador da Terceira República, é sobretudo conhecido pela sua dedicação quer a crianças mentalmente deficientes, mediante o exercício da psicologia pediátrica, quer pelos seus estudos no campo do desenvolvimento da personalidade. O psicanalista Jacques Lacan será, em muitos aspectos, um dos seus seguidores.

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sábado, janeiro 02, 2016

Horta de Literatura de Cordel


MÁRIO CESARINY, selec., pref. e notas

Lisboa, 2004
Assírio & Alvim
2.ª edição
21 cm x 13,7 cm
376 págs.
subtítulos: O Continente Submerso – O Grande Teatro do Mundo – Os Sobreviventes do Dilúvio: Monstros Nacionais, Monstros Estrangeiros
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Esta nova edição, dado o seu substancial desenvolvimento relativamente à edição primitiva, de 1983, pode ser considerada um livro novo, autónomo ou complementar.

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terça-feira, dezembro 29, 2015

The International Code of Signals for the Use of all Nations [junto com] The British Code List for 1885 for the Use of Ships at Sea, and for Signal Stations




ROBERT JACKSON

Londres, 1885
Spottiswoode & Co.
1.ª edição (ambos)
2 tomos encadernados em 1 volume
24 cm x 16,4 cm
[XVI págs. + 2 págs. (cortina) + 238 págs. + 36 págs. (anunciantes) + 4 folhas em extra-texto + 1 tarjeta] + [XXIV págs. + 112 págs. + 6 págs. (suplementos) + 2 págs. (anunciantes) + 1 tarjeta]
profusamente ilustrados
encadernação modesta de encadernador com restauro na lombada e rótulo gravado a ouro
corte carminado
sem capas de brochura
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
discreta assinatura de posse no primeiro frontispício: «Antonio Vieira | S. Thomé 1886»
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, dezembro 28, 2015

Questão de Preferencias na Acquisição de Navios de Guerra


CARLOS TESTA

Lisboa, 1890
Typographia Universal
1.ª edição
22,4 cm x 15,3 cm
2 págs. + 22 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, dezembro 27, 2015

Não o Levarás Contigo!


JOSÉ ROSADO

Lisboa, s.d.
Edição Romano Tôrres
1.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
208 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Nos múltiplos e diversificados estilos de escrita para as massas, a boa disposição da sua «prosa humorística» fica-nos como um dos mais interessantes, em que o escriba aproveita para, em fecho de livro, render homenagem a alguns vultos da época como seja Júlio Dantas («um escritor de salão adamascado, um freqüentador de boudoir e de five ó clock tea»), o excelente humorista «e conquistador do belo sexo» Armando Ferreira, o prolífico Luís de Oliveira Guimarães, Rocha Martins («formado em Arquivo Nacional»), o jornalista e cineasta Leitão de Barros, e os empresários do Parque Mayer António de Macedo e Vasco Santana.

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quinta-feira, dezembro 10, 2015

Monumentos e Edifícios Notáveis do Concelho de Loures

 

CARLOS DE AZEVEDO
JULIETA FERRÃO
ADRIANO DE GUSMÃO
Nunes Claro, fotog.
ilust. A. Salgado Dias, José Bernardo Guedes, e Nuno Mendonça


Loures, 1983
Câmara Municipal de Loures
1.ª edição [na vertente forma]
202 mm x 144 mm
74 págs.
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da Introdução:
«A presente edição deste livro –
Monumentos e Edifícios Notáveis do Concelho de Loures – trata-se, simplesmente, de uma reedição da parte dedicada a este concelho saída no volume III da obra “Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa” e editada pela Junta Distrital de Lisboa em 1963. […]»

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Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa: Mafra – Loures – Vila Franca de Xira


[CARLOS DE AZEVEDO
JULIETA FERRÃO
ADRIANO DE GUSMÃO]

fotografias de Carlos Azevedo, Adriano Gusmão e Nunes Claro
desenhos de A. Salgado Dias, José Benard Guedes e Nuno Mendonça


Lisboa, 1963
Junta Distrital de Lisboa
[1.ª edição]
20,6 cm x 15,1 cm
104 págs. + 4 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a cor e a preto e branco
impresso a rotogravura em papel superior
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa: Torres Vedras – Lourinhã – Sobral de Monte Agraço


[CARLOS DE AZEVEDO
ADRIANO DE GUSMÃO]

fotografias de Carlos Azevedo, Adriano Gusmão e Nunes Claro
desenhos de Luís Dourdil, J.[osé] Benard Guedes e Nuno Mendonça


Lisboa, 1963
Junta Distrital de Lisboa
[1.ª edição]
205 mm x 150 mm
104 págs. + 3 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a cor e a preto e branco
impresso a rotogravura em papel superior
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, dezembro 08, 2015

Estatuto dos Funcionários Civis


MARCELLO CAETANO

Lisboa, 1939
Empresa Universidade Editora
2.ª edição (corrigida)
23,2 cm x 16,8 cm
264 págs.
subtítulo: Legislação Coordenada, Anotada e Revista
modesta encadernação de amador com lombada em pele gravada a ouro
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado, charneiras frágeis; miolo limpo
carimbos ocasionais da biblioteca da Direcção Geral dos Serviços Eléctricos – Junta de Electrificação Nacional
breve rubrica a tinta na margem superior direita da pág. 103 sem afectar o texto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma curiosidade, bem elucidativa, o artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 23.870 de 18 de Maio de 1934:
«Os funcionários públicos e os dirigentes técnicos, empregados ou operários das emprêsas de interêsse colectivo e de quaisquer outras, singulares ou colectivas, que se destinem ao abastecimento e satisfação das necessidades gerais e impreteríveis das populações que suspenderem o trabalho ou, em número de três ou mais, abandonarem colectivamente a repartição, serviço, emprêsa ou trabalho ou o prestarem de modo a perturbar a sua continuïdade ou regularidade serão punidos com a pena de destêrro até dois anos, ou sem ela, multa até 30.000$. [...]»

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segunda-feira, dezembro 07, 2015

Ben-Hur


LEWIS WALLACE
trad. José Rosado
pref. Gentil Marques

Lisboa, 1961
Livraria Romano Torres – João Romano Torres & C.ª
4.ª edição
19,3 cm x 12,7 cm
480 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
inclui a cinta editorial que remete simultaneamente para a versão cinematográfica de William Wyler, com Charlton Heston, e para a então recente edição de O Filho de Ben-Hur, romance da autoria de Roger Bourgeon traduzido por Mário Domingues
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio de Gentil Martins:
«[...] [Ben-Hur] É, principalmente, um livro de doutrina – mas de uma doutrina simplicista, acessível a todos, que se impregna em nós sem darmos por isso. A doutrina da verdade. A doutrina da justiça. A doutrina dos bons, dos sãos, dos que salvaram o Mundo quando o Mundo ia resvalar pelo abismo do pecado!
[...] Lewis Wallace, que nos deu esta obra tão perdurável – foi, além de escritor, advogado e general do exército americano. Aí está, talvez, a verdadeira razão do seu êxito. Ele soube reunir o raciocínio subconsciente do magistrado com a fluência da pena e com a virilidade máscula do homem que sabe comandar. Em “Ben-Hur” precisamente há de tudo isso um pouco – o sentido da clemência, a defesa dos justos, os arranques de coragem nos momentos de desespero, o estoicismo perante a morte banal, a força de alma que faz erguer novos ideais. [...]»

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quarta-feira, dezembro 02, 2015

Estatuto Político-Administrativo da Província de Timor


Lisboa, 1972
Agência-Geral do Ultramar
[1.ª edição]
20,9 cm x 14,9 cm
48 págs.
subtítulo: Decreto n.º 547/72 de 22 de Dezembro
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sob a égide do ministro do Ultramar, Joaquim Moreira da Silva Cunha, e da governação de Marcello Caetano, foi promulgado o vertente Decreto.

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