quinta-feira, dezembro 22, 2022
Filipa
segunda-feira, dezembro 19, 2022
Memorial de Dom Quixote
EDUARDO BRAZÃO
capa de José Luís Brazão
Coimbra, 1976
Coimbra Editora, Limitada
1.ª edição
209 mm x 153 mm
406 págs. + 2 folhas em extra-texto (a cor) + 16 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
AO HISTORIADOR MARTIM DE ALBUQUERQUE
50,00 eur (IVA e portes incluídos)
Eduardo Brazão (1907-1987), filho do actor homónimo, que «[…] todos
pensavam que, pelo grande nome de [seu] pai e certo geito pessoal, […] seria um
dia, nos palcos, o seu continuador. [Foi] afinal diplomata e historiador. […].»
É de acrescentar que foi ainda integralista – portanto, mais à direita do que o
regime do Estado Novo.
pedidos para:
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
Memórias do Mata-Carochas
ANTÃO DE VASCONCELOS
pref. José do Patrocínio
capa de Fernando Bento
ilust. Roland
Porto, 1956
Manuel Barreira – Editor | Livraria Simões Lopes
«nova edição ilustrada»
215 mm x 157 mm
328 págs. + 8 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
47,00 eur (IVA e portes incluídos)
Livro de memórias académicas coimbrãs.
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Miren Ustedes
assinaturas de posse no frontispício e na pág. 5
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domingo, dezembro 18, 2022
Tristes Trópicos
CLAUDE LÉVY-STRAUSS
trad. Jorge Constante Pereira
capa de Alceu Saldanha Coutinho
Lisboa, 1979
Edições 70
s.i.
215 mm x 135 mm
416 págs. + 48 págs. em extra-texto
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)
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sexta-feira, dezembro 16, 2022
Um Sino na Montanha
FERNANDO NAMORA
Mem Martins, 1968
Publicações Europa-América
1.ª edição
210 mm x 145 mm
304 págs.
subtítulo: Cadernos de um escritor
modesta encadernação de amador inteira em tela com rótulo gravado a ouro na
lombada
pouco aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A
LUÍS [HERNÂNI] DIAS AMADO, IGUALMENTE MÉDICO E ESCRITOR, ALÉM DE FIGURA DE PROA
NA MAÇONARIA E NOTÁVEL OPOSITOR À DITADURA SALAZARISTA
50,00 eur (IVA e portes incluídos)
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quinta-feira, dezembro 15, 2022
Tentativas Poeticas […]
J. S. S. [JOAQUIM SILVESTRE DE SOUSA]
Braga, 1839
Typographia, na Rua do Anjo
1.ª edição
192 mm x 122 mm
VIII págs. + 260 págs.
subtítulo: […] contendo odes e outras varias peças originaes ou imitadas.
Com as traducções em verso portuguez do Tobias de Florian e do
Lutrin de Boileau
encadernação antiga em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
60,00
eur (IVA e portes
incluídos)
Diz-nos Inocêncio Francisco da Silva, no seu Diccionario Bibliographico
Portuguez (tomo IV, Imprensa Nacional, Lisboa 1860):
«Joaquim Silvestre de Sousa, natural
da villa de Ponte de Lima, onde n. a 23 de Septembro de 1803. Foram seus paes
José de Sousa Sanhudo, e D. Bibiana Joaquina Pacheco. Destinando-se para a vida
ecclesiastica havia concluido os estudos de latinidade, philosophia e rhetorica
na cidade de Braga, quando os successos politicos de 1828 transtornaram a sua
vocação. Accusado de liberal, preso e culpado nas devassas, jazeu nos carceres
durante cinco annos e tres mezes, obrigado a percorrer n’este intervalo entre
penosos soffrimentos não menos de vinte e oito cadêas, nas tres provincias do
norte! Livre dos ferros em 1834, foi logo empregado na Secretaria da Prefeitura
do Minho, e n’ella exerceu o logar de Chefe de repartição; pela reforma
administrativa de 1835 continuou a servir como tal no Governo Civil de Braga,
até se demittir d’este cargo em 1836, a exemplo de muitos outros funccionarios,
por occasião da revolução de 9 de Septembro. Em 1841 foi nomeado Escrivão do
Juizo de Direito da comarca de Guimarães, e transferido ao fim de muitos annos
para a de Villa-nova de Cerveira. [Falleceu nos ultimos dias de junho, ou nos
primeiros de julho de 1872.] […]
Esta collecção [Tentativas
Poéticas], publicada com as simples iniciaes do seu nome, J. S. S., foi mui
bem acolhida do publico, e mereceu os gabos da imprensa periodica d’aquelle
tempo. Entre os litteratos que a elogiaram, cumpre mencionar especialmente o
sr. A. F. de Castilho, que em um breve artigo inserto no Portuguez n.º
72 de 3 de Abril de 1840, recommendou a leitura do livro, como de obra de
utilidade e merito “cujo auctor, amigo sincero e enthusiasta da liberdade,
sabendo aprecial-a devidamente pelo muito que soffreu por amor d’ella, memorou
em muitos dos seus bellos versos recordações nacionaes da nossa regeneração
politica, etc. etc.” […]»
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terça-feira, dezembro 13, 2022
Os Assassinos da Beira
encadernação recente inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura, sendo apenas metade a capa anterior
exemplar estimado, restauro na capa da brochura; miolo limpo
domingo, dezembro 11, 2022
Bichos [junto com] Rua
MIGUEL TORGA
Coimbra, 1941 e 1942
s.i. [ed. autor]
2.ª edição («aumentada») e 1.ª edição
2 livros enc. 1 volume
197 mm x 127 mm
128 págs. + 200 págs.
encadernação de amador inteira em sintético gravada a ouro na lombada
pouco aparado
conserva apenas as capas anteriores das brochuras
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELO AUTÓGRAFO DO ESCRITOR NO SEGUNDO
LIVRO
140,00 eur (IVA e portes incluídos)
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
O Ultimo Elefante Branco [junto com] A Conquista do Talisman
EMILIO SALGARI
trad. Bernardo de Alcobaça
Lisboa, s.d.
João Romano Torres & C.ª – Editores
2.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
194 mm x 131 mm
176 págs. + 160 págs.
título geral: A cidade de rei leproso – Viagens e aventuras extraordinarias
de terra e mar
exemplares estimados, capa do primeiro volume com falta de papel por acção de
lepisma; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
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O Comboio Aério
EMILIO SALGARI
trad. Henrique Marques
Lisboa, s.d.
João Romano Torres & C.ª – Editores
1.ª edição
193 mm x 130 mm
122 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)
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O Mensageiro de Fez
THOMAZ RIBEIRO
Lisboa, 1899
Parceria Antonio Maria Pereira – Livraria Editora
1.ª edição
227 mm x 155 mm
XXVI págs. + 206 págs.
ilustrado
luxuosa encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação polícroma
e ouro nas pastas e na lombada com o selo de A. [Alfredo] David
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
60,00 eur (IVA e portes incluídos)
pedidos para:
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sábado, dezembro 10, 2022
Desobediência Civil Electrónica
CRITICAL ART ENSEMBLE [CAE]
org. Paulo da Costa Domingos
trad. Jorge Pereirinha Pires
ilust. Louis Armand
Lisboa, 2022
Barco Bêbado
1.ª edição
210 mm x 130 mm
218 págs.
ilustrado
exemplar novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)
Uma passagem do texto:
«[…] O CAE já o afirmou antes, e afirmá-lo-emos de novo: no que respeita
ao poder, as ruas são um capital morto! Nada se pode encontrar nas ruas que
tenha valor para a elite do poder, nem esta classe precisa de controlar as ruas
para gerir e manter eficientemente as instituições estatais. Para que a DC [desobediência
civil] tenha efeitos significativos, os resistentes devem apropriar-se de algo
que tenha valor para o Estado. Logo que possuam um objecto de valor, os
resistentes dispõem de uma plataforma a partir da qual podem negociar (ou
porventura exigir) a mudança. […]»
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A Confederação dos Tamoyos
DOMINGOS JOSÉ GONÇALVES DE MAGALHÃES
Coimbra, 1864
Imprensa Litteraria
2.ª edição [a 1.ª edição é brasileira, datada de 1857]
144 mm x 98 mm
264 págs.
exemplar estimado, falhas de papel na capa e restauro na lombada; miolo limpo,
por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00
eur (IVA e portes
incluídos)
Diz-nos o Diccionario Bibliographico Portuguez, de Inocêncio Francisco
da Silva (tomo I e IX, Imprensa Nacional, Lisboa 1859 e 1870), a propósito
deste pioneiro do romantismo na literatura brasileira:
«Domingos
José Gonçalves de Magalhães (Doutor), Commendador da Ordem de Christo, e
Cavalleiro da do Cruzeiro no Brasil, Professor de Philosophia no Collegio
Imperial de Pedro II, no Rio de Janeiro,
Membro da Camara dos Deputados, Ministro residente na corte de Turim, Socio de
varias Academias e corporações scientificas etc. [N. na cidade do Rio de
Janeiro, então côrte da monarchia portugueza, a 13 de Agosto de 1811. Doutorou-se
na Faculdade de Medicina da mesma cidade, e fez a sua primeira viagem á Europa
no anno de 1832, sendo no de 1836 nomeado Addido á Legação brasileira em Paris.
Regressando á patria, e tendo exercido varios cargos publicos, taes como o de
Professor no collegio imperial de Pedro II, Secretario dos governos provinciaes
do Maranhão, e Rio-grande do Sul, etc., foi tambem eleito Deputado á Assembléa
geral legislativa. Entrado emfim definitivamente na carreira diplomatica, e
nomeado Encarregado de negocios nas côrtes de Turin e Napoles, passou em 1859 a
Ministro residente na de Vienna d’Austria. Para a sua biographia e apreciação
dos seus escriptos, considerado como o chefe da eschola nova e verdadeiramente
nacional brasileira. (…)] […] A Confederação dos Tamoyos: Poema. […] Este
poema, que consta de [dez] cantos em versos hendecasyllabos soltos, obteve o
suffragio e applauso quasi universal dos criticos e litteratos brasileiros. O
sr. dr. Macedo, secretario do Instituto Historico‑Geographico do Brasil, por
occasião de dar conta da recepção do exemplar com que S. M. se dignara de
brindar aquella associação, chama a esta obra: “precioso fructo da inspiração,
das lucubrações, do estudo, do amor da patria, e dos vôos brilhantes da
imaginação de um poeta nacional: que a acção e vasta, unica, interessante e
patriotica; os episodios cheios de uma suavidade que encanta, ou de um ardor
que enthusiasma, as descripções fieis, porque apresentam a côr local; a phrase
sempre correcta; e o estylo simples”. […]»
pedidos para:
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
Canções Desta Negra Vida
EUGENIO DE CASTRO
Lisboa – Porto – Coimbra, 1922
«Lvmen»
1.ª edição
205 mm x 137 mm
124 págs.
encadernação recente inteira em tela crua com a capa da brochura espelhada
não aparado
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE E PELO EX-LIBRIS DE BERNARDO
PINHEIRO DE PINDELLA
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
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quinta-feira, dezembro 08, 2022
Collecção de Disposições e Formulario dos Conselhos Militares […]
Lisboa, 1870
Typographia do Futuro
[1.ª edição]
200 mm x 132 mm
48 págs.
subtítulo: […] e lei abolindo as varadas do Exercito
modesta encadernação coeva em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado, pastas envelhecidas; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
pedidos para:
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
O Condicionamento Industrial na Indústria do Arroz
FERNANDO PINTO LOUREIRO
Lisboa, 1960
s.e.
1.ª edição
205 mm x 141 mm
80 págs.
subtítulo: Estudo económico […] precedido de uma moção da secção de
descasque de arroz da Associação Industrial Portuguesa
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior direito da capa
22,00 eur (IVA e portes incluídos)
pedidos para:
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
Tratado Pratico Sobre o Modo de Crear os Passaros com Especialidade Canarios
[ANÓNIMO]
Lisboa, 1872
Lallemant Frères Typ.
1.ª edição
203 mm x 135 mm
184 págs. + VI págs. + 24 folhas em extra-texto
subtítulo: Acompanhado de 24 estampas com 67 aves coloridas
profusamente ilustrado a cor
encadernação coeva em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado, charneiras frágeis; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
450,00 eur (IVA e portes incluídos)
pedidos para:
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
O Circo das Bananas
MÁRIO COSTA
s.l., 1939
Edição do Grémio dos Exportadores de Frutas e Produtos Hortícolas da Ilha da
Madeira
[1.ª edição]
220 mm x 174 mm
16 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
80,00 eur (IVA e portes incluídos)
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O Sol do Jordão
ALBINO FORJAZ DE SAMPAYO
Lisboa, 1902
Livraria Central de Gomes de Carvalho, editor
1.ª edição
189 mm x 124 mm
32 págs.
exemplar estimado, capa com restauros; miolo limpo, por abrir
inclui folha-volante com publicidade editorial a um livro de César Porto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)
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Augusto dos Santos Abranches [manuscrito]
As Várias Faces
[junto com] carta do autor enviada de Lourenço Marques para Luanda a acompanhar o livro
Coimbra, 1943
Portugália
1.ª edição
23,5 cm x 17,2 cm
24 págs.
desenho da capa: Augusto dos Santos Abranches
composto manualmente em Elzevir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA DO AUTOR AO DESTINATÁRIO DA CARTA
exemplar manuseado; miolo muito limpo
peça de colecção
200,00 eur (IVA e portes incluídos)
Edição da «Portugália, livraria e papelaria», fundada nos anos 30 do século XX pelo próprio Santos Abranches (financiado por José Marmelo e Silva), que, embora ligado a autores como Fernando Namora, Carlos de Oliveira ou João José Cochofel, depressa foi ostracizado pelos neo-realistas ortodoxos dado não cumprir, por meio da sua obra, o exercício de propaganda literária que então lhe era imposto. Em 1945 já se encontra imigrado em Moçambique, e é aí que dirigirá no Notícias o suplemento cultural «Sulco», página que revelou, entre outros, Rui Knopfli, José Craveirinha, Alberto de Lacerda.
A longa carta de 4 páginas que aqui se junta – datada de 30 de Julho de 1945 – constitui o comprovativo desta sua última actividade. Lá se pede ao poeta Tomaz Vieira da Cruz, a trabalhar então no jornal A Província de Angola, intercâmbio de colaborações entre os dois espaços de língua portuguesa. Mais ele projecta: estabelecer uma rede de troca extensível ao Brasil, Guiné, Cabo Verde e Índia... Está, pois, à vista a importância de um tal documento.
Poemas de Hoje
Dicionário de Plantas Úteis
FERD. [FERDINAND] VON MUELLER
trad., pref. e notas de Júlio A. Henriques
Porto, 1929 [aliás, 1932]
Edição da «Gazeta das Aldeias»
2.ª edição
246 mm x 190 mm
XVI págs. + 320 págs. + 2 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado
encadernação recente inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)
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domingo, dezembro 04, 2022
Carnaval Negro
O Barco e o Sonho
MANUEL FERREIRA
capa de Tomaz Vieira
ilust. Domingos Rebelo
vinhetas de José Manuel Cabral
s.l., 1979
Edição do Autor
1.ª edição
210 mm x 150 mm
268 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)
Manuel Ferreira (1916-2012), jornalista e escritor português nascido em
Ponta Delgada (Açores), que não deve ser confundido com o escritor homónimo
ligado à cultura de Cabo Verde. O vertente autor, para além do jornalismo, destacou-se
como ficcionista, biógrafo e historiador.
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sábado, dezembro 03, 2022
O Alfageme de Santarem ou A Espada de Condestável
[ALMEIDA GARRETT]
Lisboa, 1842
Na Imprensa Nacional
1.ª edição
195 mm x 129 mm
2 págs. + 148 págs.
subtítulo: Pelo auctor de Catão e Auto de Gil-Vicente
encadernação coeva em meia-inglesa com cantos em pele gravada a ouro na lombada
corte das folhas pontilhado a azul ultramarino, sem capas de brochura
exemplar muito estimado, fêstos frágeis e com falhas de pele; miolo
irrepreensível
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Victor d’Avila
Perez*, e no frontispício o selo dourado de posse da Quinta do Salgueiral em
Guimarães
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.800,00 eur (IVA e portes incluídos)
Drama histórico, cuja acção se desenrola durante a crise política de
1383-1385. A respectiva alusão à invencibilidade das espadas de Nuno Álvares
Pereira, e o exemplo de resistência projectado num momento histórico – os
tempos vividos por Garrett –, em que a rainha D. Maria II se encontrava sob
ameaça do cabralismo, estiveram na origem da sua proibição. A peça foi, de
facto, proibida na altura em que foi à cena no Teatro da Rua dos Condes, só
voltando a ser representada em 1846, depois da queda de Costa Cabral.
* O vertente exemplar apareceu com o n.º 136 no Catálogo da Riquíssima
Biblioteca Victor M. d’Avila Perez, leilão organizado por Arnaldo Henriques
de Oliveira, nos finais de 1939, no Salão de Antiguidades da Casa Liquidadora
(Rua do Alecrim, Lisboa).
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O Retrato de Venus
J. B. DA SILVA LEITÃO D’ALMEIDA GARRETT
Coimbra, 1821
Na Imprensa da Universidade
1.ª edição
171 mm x 120 mm
160 págs.
subtítulo: Poema por […]
mimosa encadernação recente inteira em seda com rótulo de pele gravado a ouro
na pasta anterior
não aparado
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel acidulado à cabeça nas últimas
páginas
PEÇA DE COLECÇÃO
500,00 eur (IVA e portes incluídos)
Obra que esteve na origem de um processo em tribunal contra Almeida Garrett, e
que acabou proibida pelo cardeal patriarca de Lisboa D. Carlos da Cunha.
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Camões
[ALMEIDA GARRETT]
Paris, 1825
Na Livraria Nacional e Estrangeira
1.ª edição
190 mm x 113 mm
VIII págs. + 2 págs. + 218 págs.
encadernação inteira em tela com rótulo gravado a ouro e colado na pasta
anterior
não aparado
sem capa de brochura (?)
exemplar estimado; miolo limpo, restauro nas duas primeiras folhas sem afectar
o texto
PEÇA DE COLECÇÃO
180,00 eur (IVA e portes incluídos)
Juntamente com Dona Branca, está-se perante as obras inaugurais do Romantismo
português.
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quinta-feira, dezembro 01, 2022
D. João Quarto, ou A Independencia de Portugal
Discurso proferido em Sessão Solemne na Sala da Commissão Central [:] 1.º de Dezembro de 1640 […]
VISCONDE DE TRANCOSO *
Lisboa, 1872
Typographia Universal de Thomaz Quintino Antunes
1.ª edição
210 mm x 137 mm
16 págs.
subtítulo: […] Em a noite do 1.º de Dezembro de 1871
brochura protegida por capa em papel grosseiro
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)
Percebe-se o conteúdo exacerbadamente patriótico do vertente discurso
quando inserido no contexto histórico que lhe é próprio:
«[…] Uma das primeiras iniciativas da Comissão 1º de Dezembro consistiu na
publicação de um manifesto anti-iberista. Exprimia-se neste documento uma revolta
“unânime do povo português” contra alguns órgãos da imprensa espanhola e
francesa que tinham promovido a união ibérica. Em 1868, com a queda de Isabel
II em Espanha, a Comissão voltou a empenhar-se no combate contra renovadas
campanhas iberistas. Tal como acontecera em 1861, multiplicaram-se as reacções
contra o iberismo. O visconde de Fonte Arcada dizia que a nação portuguesa não
admitia ser espanhola. Freitas Júnior publicou uma carta de protesto contra as
ideias iberistas divulgadas pelo federalista espanhol Emilio Castelar,
observando que Portugal não poderia de modo nenhum arriscar perder a sua
independência. Em A Revolução em Hespanha e a Independência de Portugal
(1868), afirmava-se que seguir ideias iberistas equivalia a renegar séculos de
tradição e a consentir que se pisassem os “ossos dos soldados de Aljubarrota”.
O padre Morais Leal ia mais longe, insurgindo-se contra as “infiltrações”
iberistas de figuras públicas como Carlos José Caldeira, então inspector-geral
das alfândegas, que alegadamente tentara passar vários objectos contrabandeados
de modo clandestino na alfândega de Lisboa. Em 1870, o visconde de Trancoso*
afirmava que o desgosto de ser espanhol era superior ao medo de ser escravo. […]»
[Fonte: Paulo Bruno Rodrigues Ferreira, Iberismo, hispanismo e os seus
contrários: Portugal e Espanha (1908-1931), Faculdade de Letras da
Universidade de Lisboa, 2016]
* Trata-se de Bartolomeu da Costa Macedo Giraldes Barba de Menezes, 2º visconde
de Trancoso.
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A Restauração de Portugal
A Restauração e a Aclamação de Dom João IV na Cidade dos Vice-Reis da Índia em 11 de Setembro
Poesias
JOSE MARIA DA COSTA E SILVA
Lisboa, 1843-1844
Typ. de Antonio José da Rocha
1.ª edição
2 vols.
200 mm x 128 mm
560 págs. + 608 págs.
elegantes encadernações em meias-inglesas coevas gravadas a ouro nas lombadas
pouco aparados, sem capas de brochura
exemplar muito estimados; miolo limpo, papel sonante
70,00 eur (IVA e portes incluídos)
Com uma organização poética que distribui odes pelo primeiro volume, e as
fábulas e os sonetos pelo segundo volume, a obra de José Maria da Costa Silva (1788-1854)
não se esgota aqui, sendo o seu zénite o incomparável Ensaio Biográfico-Crítico
Sobre os Melhores Poetas Portugueses, publicado entre 1850 e 1855.
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