domingo, junho 30, 2013

Da Democracia em França



[FRANÇOIS] GUIZOT
trad. Marianno José Cabral

Lisboa, 1849
Typographia de Silva
«nova edição» [2.ª edição ?]
19,7 cm x 12,8 cm
60 págs.
encadernação da época, modesta, em pele e papel de fantasia, gravação de filetes decorativos cegos na lombada e apenas uma discreta vinheta ao baixo
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado, superficialmente gasto nas pastas; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 3
30,00 eur

O tradutor foi um conhecido jornalista e bibliotecário da Biblioteca Pública de Ponta Delgada.
Quanto a Guizot, tem no vertente texto o seu momento alto de ataque ao poder popular, denegrindo todas as virtudes da democracia.

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Praça de Jorna



SOEIRO PEREIRA GOMES
capa e desenhos de Álvaro Cunhal

Lisboa, 1976
Organização dos Técnicos Agrícolas da Direcção da Organização Regional de Lisboa do Partido Comunista Português
[2.ª edição ? (1.ª edição ilustrada)]
20,9 com x 14,1 cm
24 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Para além dos notáveis romances e contos que escreveu, Soeiro Pereira Gomes produziu também textos políticos, em forma de cartas, folhetos ou artigos.
As questões abordadas eram variadas, como o foram as tarefas partidárias que desempenhou, particularmente na clandestinidade: o papel dos intelectuais na luta antifascista, a construção da unidade nacional contra a ditadura ou a utilização das praças de jorna para a conquista de direitos e para a luta pelo derrubamento do fascismo.
Neste último caso, escreveu em Agosto de 1946 Praça de Jorna. Nesse folheto, começa por clarificar o que eram as praças de jorna: “um mercado de mão-de-obra, a que vão assalariados e proprietários rurais (ou os seus delegados: os capatazes), e em que os primeiros, como vendedores, oferecem a sua força de trabalho, e os segundos, como compradores, oferecem o salário ou jorna, que é a paga de um dia de trabalho”.
Soeiro Pereira Gomes, que trabalhava então com os camponeses e operários agrícolas do Alto Ribatejo, rejeita a visão de alguns, segundo os quais as praças eram, ainda, “restos do antigo mercado de escravos e, portanto, desumanas e inteiramente condenáveis”. Afirmando, pelo contrário, que estas eram instituições capitalistas, realçava que as praças eram um processo mais “progressivo e mais útil de contratar trabalho do que o processo individual de contrato”. E insistia mesmo na ideia de que, nas condições do fascismo, poderiam ser úteis para a unidade camponesa e mesmo para a sua libertação do jugo fascista.
Que assim é provava-o, por exemplo, a resistência constante que o patronato opunha ao seu regular funcionamento. [...]
No entanto, prosseguia, “não basta lançar a palavra de ordem de formação de novas praças e defesa das que existem. É preciso organizar as praças de jornas para a luta”.  [...]» (Avante!, n.º 1.846, Lisboa, 16 de Abril, 2009)

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quinta-feira, junho 27, 2013

Trovas Populares Portuguesas


MANOEL JOSÉ DE MEDEIROS DE AZEVEDO E LIMA (SOBRAL), compilador

Lisboa, 1925
Oficinas da Secção de Publicidade do Museu Comercial [ed. Autor ?]
1.ª edição [única]
17,8 cm x 11,3 cm
32 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Recolha provavelmente da tradição oral, que o jovem Azevedo e Lima se limita a coligir sem qualquer enquadramento teórico ou documental, mas que, mesmo assim, são interessante testemunho da ingenuidade expressiva do povo.

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Subsídio para o Cancioneiro Popular do Baixo Alentejo


MANUEL JOAQUIM DELGADO, coment., rec. e notas
capa de Vasco Grácio

Lisboa, 1980
Instituto Nacional de Investigação Científica
2.ª edição
2 volumes (completo)
25 cm x 18 cm
[544 págs. + 1 folha desdobrável em extra-texto] + 176 págs.
exemplares bem conservados; miolo limpo (ambos)
assinatura de posse na primeira página (ambos)
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trabalho anteriormente publicado, em 1955, na Revista de Portugal de Álvaro Pinto, a sua importância é incontornável para os estudos etnográficos, dividindo-se por dois grandes temas, as “cantigas” (da tradição, mais antigas, portanto) e as “modas” («A razão desta denominação baseia-se no facto de passar a ser cantado por toda a gente, como coisa nova, isto é, como moda, qualquer cantar que aparece no folclore da região»). Do prefácio do Autor:
«[...] Mais de dois terços das poesias aqui coligidas foram por mim próprio recolhidas directamente da boca do povo, não só em Beja, senão também noutras localidades do Baixo Alentejo. As restantes foram-me enviadas por pessoas amigas de vários pontos da Província. [...]»

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quarta-feira, junho 19, 2013

Londres Maravilhosa e Outras Páginas Dispersas


M. TEIXEIRA-GOMES
posfácio de Castelo Branco Chaves


Lisboa, 1942
Seara Nova
1.ª edição
19,3 cm x 13 cm
144 págs. + 4 págs. em extra-texto + XX págs.
composto manualmente
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
dedicatória de posse na página de ante-rosto
25,00 eur

Do posfácio:
«[...] tôdas as suas obras são como um políptico de pequenos quadros em volta de um imaginário painel central onde Vénus e Apolo se apresentassem unidos tal como no Parnasso de Mantegna Marte enleia o braço de Vénus. [...]»

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domingo, junho 16, 2013

Antígona


SÓFOCLES
[António Pedro]

Porto, 1956
Círculo de Cultura Teatral – Teatro Experimental Porto
1.ª edição
19,9 cm x 13,8 cm
64 págs.
subtítulo: Glosa nova da tragédia de Sófocles
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Re-criação cénica do clássico grego de Sófocles, um símbolo de altivez e recusa radical da opressão. Lembremos a análise incisiva que André Bonnard lhe faz num capítulo do seu monumental ensaio Civilization Grecque, o capítulo «A Promessa de Antígona»:
«[...] Antígona é o garante da primazia da alma livre sobre as forças de servidão que a sitiam.
Antígona é uma alma livre, e recebeu o dom da liberdade através do compromisso no amor. A cada passo do drama partilhamos do seu irresistível voo para um infinito de liberdade. Na essência, ela parece anárquica. E é-o; Creonte [o tio, que simboliza a ordem e, no limite, o fascismo] não está enganado [ao condená-la] – pelo menos numa sociedade em que o poder já não reconhece nem terreno nem limites. O mesmo será dizer que Antígona é “anarquista” numa sociedade anárquica. De resto, em todas as sociedades históricas sempre a liberdade da pessoa esteve em conflito com a autoridade do Estado. [...]» (trad. Paulo da Costa Domingos, in A Promessa de Antígona – Dez Anos, Edições Antígona, Lisboa, 1989)

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terça-feira, junho 11, 2013

Arte de Amar y Las Metamorfosis


[PUBLIO] OVIDIO [NASÓN]
trad. [do latim], prólogo e notas de F. C. S. de R.


Barcelona, s.d. [1955 ?]
Editorial Iberia
[s.i.]
texto em castelhano
19 cm x 12,5 cm
328 págs.
encadernação editorial em tela com ferros a ouro na pasta anterior e na lombada, com sobrecapa
exemplar como novo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)



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domingo, maio 26, 2013

Giovanna


TOMAZ RIBAS
nota de badana por Armando Ventura Ferreira
capa de José Roby

Lisboa, 1965
Início
1.ª edição
19,3 cm x 14,1 cm
268 págs.
exemplar como novo, por abrir
25,00 eur


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O Primeiro Negócio


TOMAZ RIBAS
capa de Paulo-Guilherme

Lisboa, s.d. [1956]
Editorial Organizações, Lda.
1.ª edição
16,5 cm x 11,5 cm
48 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur

De seu nome inteiro Tomaz Emídio Leopoldo de Carvalho Cavalcanti de Albuquerque Schiappa Pectra Sousa Ribas, foi um autor querido entre os neo-realistas, para além da sua actividade como crítico de dança.

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segunda-feira, maio 13, 2013

Portugal, the Land and Its People



SUZANNE CHANTAL
versão inglesa de F. R. Holliday

[Lisboa,] s.d. [1959]
Shell Portuguesa, S. A. R. L. / SNI – Secretariado Nacional de Informação
s.i.
16,5 cm x 12 cm
240 págs. + 1 desdobrável (mapa) em extra-texto
profusamente ilustrado
imagens impressas em rotogravura
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Apropriando-se de um modelo de guia turístico já existente – levado a cabo por escritores como Gustavo de Matos Sequeira, Diogo de Macedo, Luís Chaves e outros – Chantal assina aqui o texto que acompanha um vasto leque de fotografias das várias regiões do país, imagens essas atribuídas a Joaquim de Matos Sequeira na edição original portuguesa em cadernos autónomos.

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Portugal, Terres et Gens


SUZANNE CHANTAL

[Lisboa,] s.d. [1959, datação pelo mapa]
Shell Portuguesa, S. A. R. L. / SNI – Secretariado Nacional da Informação
s.i.
texto em francês
16,4 cm x 12 cm
240 págs. + 1 desdobrável (mapa) em extra-texto
profusamente ilustrado
imagens impressas em rotogravura
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, abril 18, 2013

Memorias Escriptas pelo Conselheiro [...]



JOAQUIM DA COSTA E SILVA

Lisboa, 1823
Na Typograf. de Antonio Rodrigues Galhardo
1.ª edição
20,6 cm x 14,7 cm
32 págs.
acabamento em cadernos soltos com com duas laçadas de linha, tal como circulou na época
acondicionado numa modesta pasta de cartolina
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur

Rol curricular dos serviços públicos prestados pelo autor (Costa e Silva foi tesoureiro-mor do Erário Régio), que, não se servindo dos «adornos da Eloquencia, naõ poucas vezes enganosos», mas sim da fria inumeração factual, vem reclamar justiça para a sua pessoa: «Os Serviços feitos ao Estado nunca prescrevem, seja qual for o tempo em que se praticáraõ. A Razaõ o dicta, o Interesse Publico o aconselha, para o exemplo. [...]
Se o esquecimento, e a desattençaõ fossem a recompensa de tantas fadigas, seguir-se-hia, ficar sujeito ás tristes, e deploraveis Leis da Indigencia, quem teve ao seu alcance repetidos, e abundantes meios de ser rico, ficando pobre; ou a dirigir supplicas (productos de indifferença) á Generosidade Estrangeira, que antes rejeitou, e que ainda detesta. [...]»

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domingo, abril 14, 2013

As Dictaduras (I) – O Regimen Revolucionario (II) [junto com] A Constituição (III) – Finanças (IV)



BAZILIO TELLES

Famalicão, 1911 / Porto, 1911
Typographia Minerva – Editora / Livraria Moreira – Editora
1.ª edição (ambos)
[18 cm x 11,6 cm] + [18,3 cm x 11,8 cm]
88 págs. + 72 págs.
exemplares estimados, com pequenos restauros nas capas; miolo limpo
ocasionais carimbos da biblioteca da Sociedade de Língua Portuguesa em ambos
assinatura de posse do professor Agostinho de Campos (1870-1944) na capa do primeiro volume
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Dictaduras (I) – O Regimen Revolucionario (II)



BAZILIO TELLES

Famalicão, 1911
Typographia Minerva – Editora
1.ª edição
17,7 cm x 11,5 cm
88 págs.
exemplar com a capa envelhecida mas aceitável; miolo limpo
discreta assinatura de posse no rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Consta a parte II do volume de uma proposta de medidas revolucionárias de emergência («Summula dos Decretos») pelo autor enviada a Teófilo Braga na manhã de 8 de Outubro de 1910. Nunca ele obteve do Governo Provisório de então a mínima concordância; aí consta o célebre parágrafo 12 a sugerir um «Decreto punindo com a pena de morte summaria quem quer que seja surprehendido a roubar, a matar ou a forçar a casa alheia».

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quarta-feira, abril 03, 2013

As Mãos de Abraão Zacut



LUÍS DE STTAU MONTEIRO
capa de Alberto Gomes

Lisboa, Fevereiro de 1968
Edições Ática, Lda.
1.ª edição
19,4 cm x 13,7 cm
192 págs.
subtítulo: Peça em 2 actos
exemplar estimado, contracapa com alguma sujidade; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Mesmo em 1968, num país europeu (Portugal) sob a pata de uma ditadura de inspiração germanófila que tardava em ser derrubada, não era despropositado insistir que tinha havido um holocausto lá onde o capitalismo resolvia a sua crise expropriando e matando os judeus.

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segunda-feira, março 25, 2013

O Sol e a Lua



CATULLO DA PAIXÃO CEARENSE
pref. Salles Filho, J. P. Porto-Carrero e Georges Dumas

Rio de Janeiro, 1934
Imprensa Nacional / Livraria H. Antunes (dep.)
1.ª edição
19 cm x 14,3 cm
XX págs. + 88 págs.
exemplar estimado, contracapa com pequena falha ao rés da lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prefácio de Porto-Carrero:
«[...] A poesia de Catullo da Paixão Cearense, impar em a nossa literatura, tem um sabor acre de primitivo, sob a casca de uma civilização que mal encobre o cerne sertanejo da alma do poeta. [...]»

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Meu Brasil



CATULLO DA PAIXÃO CEARENSE

Rio de Janeiro, 1928
Edição do Annuario do Brasil
1.ª edição
18,8 cm x 12,8 cm
216 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Novos Cantares [junto com] Lyra dos Salões




CATULLO DA PAIXÃO CEARENSE
prefs. Rocha Pombo, Luiz Murat, Egas Moniz e Alberto de Oliveira
pref. Luciano Braga

Rio de Janeiro, 1909 e 1926
Livraria do Povo – Quaresma & C. / Livraria Quaresma Editora
1.ª edição e [2.ª edição ? (aumentada)]
2 livros encadernados em 1 volume
18,8 cm x 13,9 cm
256 págs + 240 págs.
encadernação antiga muito modesta de amador com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
ostenta no ante-rosto do primeiro título o ex-libris de Adalberto Simões de Carvalho
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Filho de ourives, foi principalmente boémio no sertão do Ceará e no Rio, embora tivesse conhecido tanto a estiva como o professorado. Tocava violão, pois claro!... e morreu pobre. A sua cultura atraiu-o para a recolha sistemática de versos populares para modinhas, lundus e cançonetas de época. Teve grande amigo editor: Pedro da Silva Quaresma, que nunca o deixou ficar mal na arrumação em livro da sua vasta obra.

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Meu Sertão



CATULLO DA PAIXÃO CEARENSE
prefs. Afranio Peixoto, Alberto d’Oliveira e Roquette Pinto

Rio de Janeiro, 1932
Officina Industrial Graphica – Americo Bedeschi, editor
nova edição («augmentada e corrigida pelo auctor»)
19 cm x 13 cm
280 págs.
exemplar muito manuseado, com restauros na capa e na lombada, mas aceitável; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do poema «O Passador de Gado» (para os defensores do “acordo” ortográfico):

«[...] Se a gente sae da Avinida,
tópando pulos caminho
uns hôme pidindo ismola,
prá levá pão prôs fiínho!...

Mais adiante, outros hôme,
nas carçada, quáge nú,
amostrando umas firída,
cuberta de tapurú!...

Se nessa idade im que ainda
não namora uma cabôca,
eu vi uns anjo perdido!...
Seu doutô!... Cala-te, boca!...

Se os hôme, cumo o cumpadre
leu na porta d’um jorná,
táva insanguentando a terra,
na bestêra d’uma guerra,
lá prá outras banda do Má!!!...
vale mais do que as Ôrópa,
do que a Avinida Cintrá,
[...]

vale mais que os mata-gente
dos bonde, sem pangaré,
e os ôtrômove bufando
cum os mardito dos chôfé...

vale mais que essa porquêra
da tá Cirvilização,
– um carro de boi, cantando
pulos mato do sertão!!!»

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Sertão em Flor


CATULLO DA PAIXÃO CEARENSE
pref. Mario de Alencar

Rio de Janeiro, 1950 [aliás, 1951]
Bedeschi
11.ª edição
19 cm x 13 cm
256 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, março 15, 2013

De l’Obésité



WILLIAM BANTING

Paris, 1868
P. Asselin, successeur de Béchet Jeune et Labé, Libraire de la Faculté de Médecine
4.ª edição
texto em francês
22,9 cm x 14,3 cm
32 págs.
texto em francês
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo, com sinais de oxidação
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

O médico londrino William Banting (1796-1878) notabilizou-se pela recomendação de dietas baseadas na redução do consumo de hidratos de carbono. Trata-se, o vertente folheto, da versão francesa da então popularíssima Letter on Corpulence, Addressed to the Public, de 1863.

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quinta-feira, março 07, 2013

Tudo Amor



ARTUR PORTELA
prefácio de Joaquim Leitão


Lisboa, s.d. [1923]
Ottosgrafica, Ld.ª – Editora
[1.ª edição]
19,6 cm x 13,2 cm
240 págs.
subtítulo: Prosas e Tanagras
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da mesma data do seu breve texto Divina na colecção Novela de Sucesso, o vertente livro terá então confirmado o jornalista Artur Portela (pai) entre os prosadores de obra impressa em livro. Sublinha-o o prefaciador: «[...] O escriptor, que nele ha, sairá do jornalismo apetrechado de experiencia, os olhos acostumados á vida, ou os jornaes não fossem os bastidores da vida. [...]»

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Como Elas São


ARTUR PORTELA
capa do pintor Eduardo Malta

Lisboa, 1949
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,4 cm x 13,2 cm
216 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo parcialmente por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Grande repórter, crítico e novelista. Um dos nomes maiores do jornalismo português, integra a primeira equipa de Joaquim Manso no Diário de Lisboa (fundado em 5 de Julho de 1921) [...]. Partícipe de obras colectivas, prefaciou José Vilhena e Reinaldo Ferreira (Repórter X). [...]» Assim o apresenta, muito sucintamente, o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998), mas, para além da imprensa periódica, vasta bibliografia ficcional nos deixou.

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Tumulto


ARTUR PORTELA

[Lisboa], 1936
Edições Momento
1.ª edição
19,4 cm x 12,3 cm
224 págs.
exemplar como novo e por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, fevereiro 17, 2013

A Paróquia de S. Jorge da Cidade de Lisboa



ROBERTO DIAS COSTA

Lisboa, 1939
[Sociedade Industrial de Tipografia, Lda.]
1.ª edição
23,7 cm x 16,8 cm
120 págs.
subtítulo: Subsídios para a sua história
ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar manuseado mas aceitável, com restauro na lombada; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, fevereiro 11, 2013

Sôbre o Romance Contemporâneo



ADOLFO CASAIS MONTEIRO
[capa de Fred Kradolfer]

Lisboa, 1940
Editorial “Inquérito”, Ld.ª
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998):
«[...] Como ensaísta, se, por um lado, os seus textos foram importante e oportuno alimento informativo e formativo numa época marcante para o meio cultural português, [...] traziam, por outro, uma renovada e assumida resposta às inquietações das camadas intelectuais então nascentes. [...]»

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O Romance e os Seus Problemas



ADOLFO CASAIS MONTEIRO

Lisboa / Rio de Janeiro, 1950
Livraria-Editôra da Casa do Estudante do Brasil
1.ª edição
19,4 cm x 13,8 cm
328 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Revendo, ordenando e recompondo ensaios, artigos e notas de critica escritos quase todos ao sabor da ocasião, entre 1928 e 1949, terá apenas a unidade que lhe possa conferir certo número de ideias que por força afloram constantemente. [...]» (do prefácio). E assim, depois de nos pôr a par das grandes generalidades que norteiam o seu pensamento ensaístico e de o aplicar na reflexão acerca de obras dalguns escritores universais de referência, como Tolstoi, Dostoievski, Tchekov, Proust, D. H. Lawrence ou Aldous Huxley, é a vez de juntar a essa lista contemporâneos brasileiros e portugueses, cujos livros lidos se tornam para nós mais claros de situar no tempo e no modo: Lins do Rego, Jorge Amado, Ciro dos Anjos, Régio, Rodrigues Miguéis, Torga, Branquinho da Fonseca, Almada, Redol, Carlos de Oliveira, Manuel da Fonseca, Castro Soromenho, Soeiro Pereira Gomes, e outros.

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Poesia: Programa para o Concreto


ALEXANDRE PINHEIRO TORRES

Lisboa, 1966
Editora Ulisseia
1.ª edição
18 cm x 10 cm
216 págs.
orientação gráfica do pintor Espiga Pinto
com sobrecapa em papel de alcatrão
é o n.º 10 da prestigiada Colecção Poesia e Ensaio
em estado muito aceitável, com ligeira falta de papel no canto superior direito da folha branca que antecede o ante-rosto
obra importante para a história do neo-realismo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne ensaios acerca das obras de Murilo Mendes, Sophia de Mello Breyner Andresen, João Cabral de Melo Neto, Alexandre O’Neill, João José Cochofel, António Reis, Afonso Duarte, José Gomes Ferreira e António Ramos Rosa.

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Germinal



ÉMILE ZOLA

Paris, 1885
1.ª edição
Charpentier et Cie, Éditeurs
17,8 cm x 12,2 cm
4 págs. + 592 págs.
encadernação modesta da época em meia-inglesa com discretos ferros a ouro, com algum desgaste no papel de fantasia
sem capas de brochura
miolo em bom estado de conservação, apenas marcado pelo envelhecimento natural do papel
ostenta o selo de venda da Livraria Ferin no canto superior esquerdo do verso da pasta anterior; e o elegante carimbo de posse, também da época, no canto superior direito da folha de ante-rosto
invulgar peça de colecção
220,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da autêntica primeira edição desta obra de referência para o século XIX europeu, dado ainda não ter impressa no frontispício qualquer referência aos milhares da tiragem.
Num momento em que os ideais comunistas, anarquistas e socialistas, amplamente debatidos em Londres no primeiro congresso da Associação Internacional dos Trabalhadores, começavam a entrar na vida quotidiana do operariado ocidental, um escritor francês já então de renome, Zola, entrega-se ele próprio à vida numa mina de carvão onde as condições infra-humanas de existência de toda a comunidade mineira, e consequente revolta e greve geral selvagem, darão origem à obra-prima do realismo naturalista.

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quarta-feira, janeiro 30, 2013

Carta Aberta aos Meus Amigos e Companheiros

HENRIQUE DE PAIVA COUCEIRO

Lisboa, 1926
Edição da Acção Realista Portuguesa
1.ª edição
separata do periódico Acção Realista
24,3 cm x 19 cm
84 págs.
exemplar como novo, miolo por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Destacado combatente das campanhas de ocupação militar em Angola e Moçambique; governador de Angola; paladino da restauração do regime monárquico [...]. Bate-se por D. Manuel em 5 de Outubro de 1910, demitindo-se do Exército e emigrando em seguida. Comanda a incursão monárquica de 1911, uma das colunas da incursão do ano seguinte e proclama, em 1919, a chamada Monarquia do Norte. [...]» (Fonte: Joel Serrão (dir.), Dicionário de História de Portugal, vol. II, Iniciativas Editoriais, Lisboa, 1979)
Trata o vertente libelo de um detalhado apontamento ao programa, em preparação, da Causa Monárquica.

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terça-feira, janeiro 29, 2013

O Mvndo Vive d’Illvsão



MANVEL DA SILVA GAYO

Coimbra, 1896
Typographia França Amado
1.ª edição [única]
14,9 cm x 9,3 cm
2 págs. + 148 págs.
frontispício desenhado por L. Batistini
subtítulo: Poema
apesar da capa com algumas manchas de sujidade, o miolo encontra-se irrepreensível e por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Filho do romancista liberal António da Silva Gaio, foi secretário da Revista de Portugal, dirigida por Eça de Queirós, e, juntamente com Eugénio de Castro, fundou a Arte: Revista Internacional. Ensaísta notado à época, veio a pugnar por um nacionalismo e um regionalismo em que avulta o elogio de Coimbra.

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sábado, janeiro 26, 2013

Pensamentos, Palavras e Obras



SEVERO PORTELA

Porto, 1917
Edição da «Renascença Portuguesa»
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
128 págs.
exemplar estimado, com pequenas falhas de papel nos bordos superior e inferior da lombada; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pai do conhecido pintor Severo Portela Júnior. Escassa colaboração sua é hoje do conhecimento dos leitores – por exemplo, a equipa coordenada por Eugénio Lisboa na feitura do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses nem dá fé da sua existência. Nós conhecemos-lhe colaboração no número de homenagem a António Nobre de A Galéra – Revista de Lettras, Arte e Sciencia (Coimbra, n.º 5-6, de 25 de Fevereiro, 1915) com o texto «Novena nas Ursulinas»; periódico este, também enriquecido com nomes sonantes como os de Fernando Pessoa, ou Mário de Sá Carneiro. Por seu turno, o Dicionário Bibliográfico Português de Inocêncio Francisco da Silva (vol. XXII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1923), já sob a direcção de Brito Aranha, refere colaboração sua na Ave-Azul – Revista de Arte e Critica (Viseu, 15 de Janeiro, 1899).

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sábado, janeiro 19, 2013

A Visita


ANTUNES DA SILVA
capa de Fernando Marques

Sá da Bandeira (Angola), 1962
Imbondeiro
1.ª edição
16,8 cm x 12,3 cm
32 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo, falha de papel marginal na folha das págs. 13-14 sem ferir o texto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, setembro 19, 2012

A Verdade Nua


CARLOS MALHEIRO DIAS
capa de Roque Gameiro

Lisboa, s.d.
Portugal-Brasil Sociedade Editora de Arthur Brandão & C.ª
3.ª edição
19,4 cm x 13 cm
276 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, setembro 09, 2012

Coimbra



MANUEL CHAVES E CASTRO
capa de Horácio Novais
fotografias de David de Almeida, Horácio Novais e Varela Pé Curto

Lisboa, 1961
Olisipo – Editorial de Publicações Turísticas
[1.ª edição]
edição em português, francês, inglês, alemão e espanhol
n.º 4 da Colecção Turismo
16,6 cm x 12,3 cm
58 págs. + 32 págs. em extra-texto
profusamente ilustrado a preto e a cor
impresso em rotogravura
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, agosto 14, 2012

A Política de Discriminação Social e a Repressão da Heterodoxia


ANTÓNIO JOSÉ SARAIVA

Lisboa, 1958
Jornal do Fôro
separata da História da Cultura em Portugal
1.ª edição (em brochura)
23,6 cm x 19 cm
8 págs. + 186 págs.
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado, com picos de oxidação na cartolina da capa; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante pequena história da Inquisição em Portugal.

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quarta-feira, julho 11, 2012

A Arte Manuelina na Arquitectura de Alvito



LUIZ DE PINA MANIQUE

Lisboa, 1949
[ed. Autor]
1.ª edição
28,2 cm x 19,8 cm
80 págs. + 48 págs. em extra-texto
subtítulo: Impressões e Apontamentos
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
impresso sobre papel superior
exemplar como novo
valorizado pela dedicatória do Autor
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante estudo da vila de Alvito no Alentejo, do ponto de vista de um arqueólogo. Curiosidade lateral: já antes, em 1908, na revista Serões, o notável escritor que foi Fialho de Almeida havia posto as suas qualidades de observador treinado ao serviço de uma apaixonada monografia dessa vila. Alvito, localidade que terá sido em tempos idos o centro vital de toda a região...

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segunda-feira, junho 11, 2012

Zé Povinho na Obra de Rafael Bordalo Pinheiro, 1875-1904



JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
grafismo de José Cândido

Amadora, 1975
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
21,6 cm x 21,8 cm
124 págs. (capas incluídas na numeração)
subtítulo: Comemoração do Centenário  / 1975
profusamente ilustrado a preto no corpo do texto
texto a duas colunas
cartonagem editorial com folhas-de-guarda impressas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tal como indica a portada, são 120 gravuras seleccionadas a partir dos periódicos dirigidos por Bordalo Pinheiro: A Lanterna Mágica; O António Maria; Pontos nos ii; A Paródia; e Álbum das Glórias. Depois de nos introduzir na génese histórica e gráfica do bruto, “nascido” em 1875 n’A Lanterna Mágica, França colige a sua passagem pelo final do século XIX nos principais momentos em que os poderosos lhe pisavam os calos e ele, produto das rudes berças, contra-atacava por via de um sarcasmo, ora prazenteiro, ora alarve.

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Faianças de Rafael Bordalo Pinheiro [catálogo]



IRISALVA MOITA
[JOSÉ MECO]


Lisboa, 1985
Palácio Galveias – Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição [única]
29,6 cm x 21 cm
250 págs.
na capa, RBP desenhado por António Carneiro
obra profusamente ilustrada
exemplar como novo; miolo limpo
catálogo de referência para o estudo da cerâmica de RBP
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acervo magnificamente apresentado pela Autora, onde se reúnem imagens de 579 espécimes e XXXVII marcas e assinaturas identificadas.

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quinta-feira, junho 07, 2012



ANTONIO NOBRE

Porto, 1944
Imprensa Moderna, Ltd. [ed. herdeiros]
7.ª edição
19,5 cm x 13 cm
278 págs. + 5 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto em separado
exemplar muito estimado; miolo limpo
tiragem declarada de 2.000 exemplares numerados e assinados por Augusto Nobre (irmão de António Nobre)
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição modesta, a cujos poemas anexaram um minucioso conjunto de Notas e reproduções fotográficas esclarecedoras de muitas passagens nos poemas de Nobre.

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António Nobre – Precursor da Poesia Moderna



JOÃO GASPAR SIMÕES

Lisboa, s.d.
2.ª edição
18,8 cm x 12,3 cm
96 págs.
subtítulo: Com uma Breve Antologia
colecção Cadernos Culturais «Inquérito», dirigida por Eduardo Salgueiro
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma conferência realizada no Ateneu Comercial do Porto e no Instituto Francês em Lisboa, em 1939, «ilustrada com recitativos de D. Manuela Porto» (da nota do editor).

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segunda-feira, abril 16, 2012

Pela Liberdade



JOSÉ MAGALHÃES GODINHO
pref. António Reis

Lisboa, 1990
Publicações Alfa, S.A.
1.ª edição
19,1 cm x 13,8 cm
274 págs.
cartonagem editorial em sintético gravado a ouro e relevo seco
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Antologia de textos com proveniências diversas, que muito bem documentam a clareza de ideias e a coragem cívica do resistente antifascista, advogado e maçon co-fundador do Partido Socialista.

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