terça-feira, abril 07, 2020

Zero – Cadernos de Convívio, Crítica e Controvérsia




Ferreira do Alentejo, Junho e Setembro de 1958
dir. Afonso Cautela
Convívio («separata parcial do jornal “A Planície”»)
1.ª edição [única]
2 volumes (completo)
271 mm x 182 mm
2 x 16 págs.
subtítulo do Zero – Dois: Líricas Maiores & menores
impressos sobre papel tipo “manteigueiro”
acabamento com dois pontos em arame
exemplares estimados; miolo limpo
inclui a folha-volante promocional
acondicionados em estojo próprio de fabrico recente forrado a tela
PEÇA DE COLECÇÃO
300,00 eur (IVA e portes incluídos)

Os princípios de actuação anunciados no primeiro número denotam o meio cultural podre do pós-guerra em Portugal:
«Zero não poderá contar com os escritores velhos, que independentemente critica […].
Zero não poderá contar com as editoras comerciais, cuja rotina, usos e abusos desmascara e desassombradamente critica […].
Zero não poderá contar com a imprensa literária comercial, porque lhe denunciará os caprichos, conluios e vergonhas […].
Zero para que não dependa de autores e editores adquirirá o que se publicar […].
Zero conta com todos os que querem um órgão de crítica independente, um lugar de discussão livre […].»
E seguindo no ataque a um neo-realismo envelhecido e caduco, é, sobretudo, no surrealismo que propõe respostas para a dragagem do gosto.

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telemóvel: 919 746 089