ARTHUR CATHERALL
trad. Maria Selene Santos
capa de José Antunes
ilust. Manuel Ferreira
Lisboa, s.d. [1970, seg. BNP]
Editorial Verbo, S.A.R.L.
1.ª edição
185 mm x 147 mm
172 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)
sexta-feira, novembro 18, 2022
A Juventude de Baden-Powell
Anthero de Quental in Memoriam
conserva as capas e a lombada da brochura
assinatura de posse no verso do frontispício
quinta-feira, novembro 17, 2022
Os “Medos” da Avó Antónia
ALICE OGANDO
capa de Carlos Alberto Santos
Lisboa – Porto – Luanda – Lourenço Marques, s.d. [circa 1960]
Agência Portuguesa de Revistas [Edição de Aguiar & Dias, Lda.]
1.ª edição
152 mm x 106 mm
144 págs.
ilustrado
da colecção Cinco Brancos e um Preto
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 5
17,00 eur (IVA e portes incluídos)
Inspirada no sucesso das aventuras de Os Cinco…, de Enid Blyton, a
escritora Alice Ogando (1900-1981) “inventou” a sua própria série juvenil, a
Cinco Brancos e um Preto, não sendo o preto o cão, mas uma das crianças.
Os Meninos Diabólicos
ALICE OGANDO
capa de Carlos Alberto Santos
Lisboa – Porto – Luanda – Lourenço Marques, s.d. [circa 1960]
Agência Portuguesa de Revistas [Edição de Aguiar & Dias, Lda.]
1.ª edição
150 mm x 106 mm
128 págs.
ilustrado
da colecção Cinco Brancos e um Preto
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 7
17,00 eur (IVA e portes incluídos)
Não confundir com magnífico Os Meninos Diabólicos de Jean Cocteau, que circulava nas livrarias portuguesas pelo menos desde os anos 40, em tradução de João Gaspar Simões.
Chansons pour Elle
PAUL VERLAINE
Paris, 1919
Albert Messein, Éditeur Successeur de Léon Vanier
3.ª edição
texto em francês
189 mm x 127 mm
4 págs. + 52 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado, pequeno rótulo colado na lombada; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)
terça-feira, novembro 15, 2022
Natal de Mendigos [junto com] Conversão [junto com] Prevenção Rigorosa
ROCHA MARTINS
LOURENÇO CAYOLA
FELICIANO SANTOS
capas e ilust. Stuart [a; b], e Emmerico Nunes [c]
Lisboa, 1924
Editor Carlos d’Ornelas
1.ª edição (todos)
3 brochuras (apenas os três primeiros números)
194 mm x 139 mm
[32 págs + 8 págs. (anunciantes)] + [24 págs. + 8 págs. (anunciantes)] + [24 págs. + 6 págs. (anunciantes)]
ilustrados
capas impressas frente e verso
exemplares envelhecidos mas aceitáveis; miolo limpo
assinatura de posse no n.º 1
LOTE VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE LOURENÇO CAYOLA NO RESPECTIVO VOLUME
75,00 eur (IVA e portes incluídos)
segunda-feira, novembro 14, 2022
Quando os Lobos Julgam a Justiça Uiva
[HELIODORO
CALDEIRA, advogado constituído]
pref. Adolfo Casais Monteiro
São Paulo, s.d.
Editora Liberdade e Cultura
1.ª edição
155 mm x 114 mm
112 págs.
subtítulo: Texto integral da acusação e defesa no processo de Aquilino
Ribeiro
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
45,00 eur (IVA e portes incluídos)
Trata-se do texto do advogado de defesa de Aquilino Ribeiro no processo contra
si movido pelo Estado Novo, às ordens de Salazar, no sentido de dar seguimento
à apreensão policial do livro Quando os Lobos Uivam. A Biblioteca
Nacional de Lisboa fez reproduzir, na monografia Aquilino Ribeiro,
1885-1963 (Lisboa, 1985), cópia do mandado de captura do escritor
emitido pelo Tribunal da Comarca de Lisboa.
O Tempo nas Palavras
ANTÓNIO ALÇADA BAPTISTA
s.l. [Lisboa], 1973
Moraes Editores
1.ª edição
201 mm x 143 mm
4 págs. + 240 págs.
subtítulo: Chronicas e outros escriptos de circunstancia
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)
Estrela da Tarde
MARIA DE CARVALHO
ilust. Dulce de Agro
Lisboa, 1957
Edições Ática
1.ª edição
200 mm x 144 mm
88 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA AUTORA
27,00 eur (IVA e portes incluídos)
Trata-se da poetisa e jornalista Maria de Carvalho Ferreira, nascida na
Chamusca em 1889 (m. 1973), que dirigiu, durante meio século, a «Página Feminina»
do jornal Novidades.
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telemóvel: 919 746 089
sábado, novembro 12, 2022
O Lobo da Madragôa
encadernação recente inteira em imitação de pele gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
Portugal, a Book of Folk-Ways
RODNEY GALLOP
ilust. Rodney Gallop (fotografias) e Marjorie Gallop (desenhos)
Cambridge, 1936
At The University Press
1.ª edição
texto em inglês
224 mm x 150 mm
XVI págs. + 292 págs. + 1 folha em extra-texto + XVI págs. em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação editorial em tela gravada a negro nas pastas e na lombada,
folhas-de-guarda impressas reproduzindo o mapa de Portugal
[com falta da sobrecapa ?]
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta o ex-libris do escritor Luís
Chaves no verso do extra-texto junto ao frontispício
65,00 eur (IVA e portes incluídos)
Estudo mais detalhado do que a versão traduzida para português e editada pelo
Instituto de Alta Cultura. Aqui, o autor estende a sua reflexão pelos domínios
etnográficos, religiosos, geográficos e musicológicos, dando mostras de um
trabalho de campo invulgar, que documenta com fotografias por si colhidas um
pouco por todo o país. A tónica é a do registo de usos e costumes na vida
agrária em vias de perder-se sob o impacte da modernidade tecno-industrial.
Deve ainda assinalar-se que esta recolha de cantigas populares se encontra
sustentada pela respectiva notação musical.
pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
sexta-feira, novembro 11, 2022
Madredeus
JORGE P. [PEREIRINHA] PIRES
capa e grafismo de Rochinha Diogo /ARD COR
Lisboa, 1995
Círculo de Leitores
1.ª edição
244 mm x 160 mm
236 págs. + 16 págs. em extra-texto (reprod. fotográficas)
subtítulo: Um futuro maior
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DA CANTORA
TERESA SALGUEIRO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)
Trata-se de uma monografia do percurso do agrupamento musical Madredeus, uma espécie
de herdeiro, ou feliz consequência comercial, do agrupamento nacionalista Heróis do Mar.
pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
quinta-feira, novembro 10, 2022
O Banqueiro Anarquista e outros contos de raciocínio
FERNANDO PESSOA
org. e prefácio de Fernando Luso Soares
s.i. [Lisboa], 1964
Editora Lux
1.ª edição (nesta forma antológica)
163 mm x 115 mm
160 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
Inclui o Banqueiro stirneriano propriamente dito, cuja publicação original na revista Contemporânea data de 1922, e fragmentos à época inéditos, escolhidos das novelas policiárias «O Caso Vargas», «A Carta Mágica», «O Roubo da Quinta das Vinhas» e «A Janela Estreita». O compilador, conhecido advogado no meio intelectual lisboeta dos anos 60-70, nomeadamente o café Monte Carlo, tendo sido magistrado do Ministério Público desempenhava então funções de inspector na Polícia Judiciária...
domingo, novembro 06, 2022
A “Boceta de Pandora” que os Deuses confiaram à guarda de Nehru
sábado, novembro 05, 2022
Documentos para a Historia da Typographia Portugueza nos Seculos XVI e XVII
sexta-feira, novembro 04, 2022
Por Terras Dalém Mar

FARIA DE VASCONCELOS
Lisboa, 1922
Edição da Seara Nova / Oficinas Gráficas da Biblioteca Nacional
1.ª edição
204 mm x 132 mm
232 págs.
subtítulo: Viagens na América
ilustrado no texto com 18 gravuras
exemplar muito estimado
25,00 eur (IVA e portes incluídos)
A América aqui visitada pelo pedagogo Faria de Vasconcelos, é a que se inicia no Canal do Panamá e se estende do Peru à Bolívia. Memorial de observador culto e sensível, o volume, com uma capa graficamente representativa, constitui uma das primeiras edições em livro promovidas pela Seara Nova.
Tragedia do Marquez de Mantua, do Imperador Carloto Magno
[BALTASAR DIAS, atribuído a]
Lisboa, 1794
Na Officina de Simão Thaddeo Ferreira
s.i.
229 mm x 169 mm (estojo)
24 págs.
subtítulo: A qual trata, como o Marquez de Mantua andando perdido na caçada,
achou a Valdivinos ferido de morte; e da juftiça, que por fua morte foi feita a
D. Carloto filho do Imperador
acabamento com laçada de cordel
acondicionado em estojo próprio de fábrica recente inteiro em tela crua com
rótulo gravado a ouro
exemplar muito envelhecido mas legível; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
130,00 eur (IVA e portes incluídos)
Diz-nos
Inocêncio Francisco da Silva, no seu Diccionario Bibliographico Portuguez,
Imprensa Nacional, tomo I (Lisboa 1858) e tomo VIII (idem 1867):
«Balthasar Dias, que, segundo Barbosa, foi natural da ilha da Madeira, e um
dos celebres poetas que floreceram no reinado delrei D. Sebastião,
principalmente na composição de autos, com a circumstancia de ser cego de
nascimento [...]
[…] Tragedia do Marquez de Mantua, e do Imperador Carlos Magno. Lisboa, por Domingos Carneiro
1665. 4.°
Esta intitulada Tragedia
de que ha varias reimpressões posteriores, foi ultimamente incluida pelo V.
de Almeida Garrett no tomo III do seu Romanceiro […]. Ahi se emitte a
opinião de que esta versão portugueza de um romance originalmente francez ou
provençal, data dos fins do seculo XIV, ou quando muito dos principios do
seculo XV. Se assim for, não seria por certo de Balthasar Dias, e erradamente
lhe andava attribuida pelos nossos bibliographos; o que todavia o illustre
critico parece ignorar, pois que nem palavra diz de Balthasar Dias, nem de que
a obra andasse jamais em nome d’este.
Bem desejara eu aclarar melhor o que diz respeito a este antigo poeta, cujas
producções, ou suas, ou attribuidas, são tão conhecidas e vulgares, quanto são
ignoradas as suas circumstancias pessoaes, e a epocha precisa, e certa em que
viveu: – e tambem verificar se além das edições que ficam apontadas, extrahidas
da Bibl. Lus., e repetidas no Catalogo da Academia, ha outras
mais anteriores, como parece provavel, se o auctor viveu na epocha que se diz […].
O que é innegavel, sejam ou não de Balthasar Dias essas obras que andam em seu
nome, é que ellas tem tido (se não todas a maior parte) repetidas
reimpressões: e que apesar dos erros de que andam cheias que muitas vezes
desfiguram o sentido, tem toques tão nacionaes, e tão gostosos para o povo, que
ainda hoje são procuradas e lidas tanto em Lisboa como nas provincias. […]»
«[…] O que sim me causou e causa ainda extranheza é, que o Visconde de Almeida‑Garrett,
apezar da sua vasta e peregrina erudição, e de tão lido como era nas nossas
cousas, mostrasse ignorar que houvera em Portugal um Balthasar Dias, e que a Bibl.
Lusitana dava sob o seu nome, entre outras composições, o celebrado Marquez
de Mantua! Custa a crer, mas é
verdade. […]»
Segundo a página electrónica do Instituto Camões, em 2017, 25 de Maio:
«[…]
Tchiloli – A Tragédia do Imperador Carloto Magno e do Marquês de Mântua.
[…] Baseado no texto quinhentista do poeta madeirense Baltasar Dias, julga-se
que o Auto do Tchiloli e o hábito do [sic] [de o] representar terão sido
trazidos para São Tomé pelos mestres dos engenhos de açúcar para aqui [sic] [aí]
deslocados. No entanto, ao longo dos tempos, a população local apropriou-se
desta representação, construindo um espe[c]táculo seu, onde está presente a
cultura santomense.
Esta tragédia, naturalmente representada em pequenos terreiros das comunidades,
conta a história do homicídio cometido pelo Príncipe Dom Carloto, que
assassinou o seu amigo Valdevinos, por cobiçar a sua mulher. Perante este
acontecimento, o Marquês de Mântua, a cuja corte pertencia a Valdevinos, exige
justiça sob pena de desencadear uma guerra que pode levar à desagregação do
Império. O pai do Príncipe Dom Carloto, o Imperador Carlos Magno vê-se assim
perante o dilema de fazer justiça e condenar o filho ou entrar em conflito com
o Marquês de Mântua e desencadear um conflito.
Uma tragédia feita de ódios, calúnias, traições, paixões e conflitos morais […]»
Ode
Memórias
ARTUR LOBO D’ÁVILA, 1855-1945
coord. e notas de Reinaldo Ferreira (Néorx) e Saul dos Santos Ferreira
Lisboa, 1946 [1945]
[s.i.]
1.ª edição
196 mm x 130 mm
144 págs.
subtítulo: Com interessantes apontamentos da sua viagem à China
exemplar estimado; miolo limpo por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
«Romancista, ensaísta e dramaturgo, Artur Lobo de Ávila – ou Arthur Lobo d’Ávila, como assinava – foi filho de um governador de Macau, tendo acompanhado o pai e ocupado cargos diplomáticos até 1877. Regressando a Portugal, matriculou-se no curso superior de Letras, sendo classificado com distinção nas cadeiras de história, literatura e filosofia. Trabalhou como primeiro escriturário da Caixa Económica Portuguesa, aposentando-se em Maio de 1896.
Foi um intenso colaborador em diversos periódicos. Embora a sua incursão pela ficção se tenha verificado ainda nos primeiros anos da idade adulta, aumentou a sua actividade literária a partir dos finais do século XIX. Na ficção histórica, a sua estreia ocorreu em 1898, com o romance A Descoberta e Conquista da Índia pelos Portugueses, que fora primitivamente publicado no Diário de Notícias e premiado num concurso literário daquele jornal no ano anterior. [...]» (Fonte: página electrónica do romancista Pedro Almeida Vieira)
Segundo os autores do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990) Lobo d’Ávila «[...] enveredou pelo teatro de reconstituição histórica, pondo nas suas composições um afã de naturalismo [...] que as graves deficiências de construção dramática votavam ao insucesso. [...]»
Da Evolução dos Estylos e dos Methodos na pintura expressiva e nas artes decorativas
quarta-feira, novembro 02, 2022
Aden-Arábia
PAUL NIZAN
introd. Jean-Paul Sartre
trad. José Borrego
Lisboa, 1967
Editorial Estampa, Lda.
1.ª edição
217 mm x 155 mm
2 págs. + 208 págs.
capa impressa sobre cartolina martelada
exemplar muito estimado; miolo limpo, rasgão na última folha sem afectar o texto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
«Eu tinha vinte anos e não permitia a ninguém que dissesse ser essa a mais bela idade da vida.
Tudo ameaça com a ruína um jovem: o amor, as ideias, a perda da família, o ingresso entre os grandes. É muito duro obter a sua parte no mundo.
[...] Mais ou menos por toda a parte, havia gente nos campos e nos subúrbios: mas nós, olhávamo-nos para fazermos como os nossos mestres e os nossos pais, acocorados nos cantos, levantando-se às vezes para fazer rir os patrões, encomendar-lhes ilusões, argumentos ou justificações. Palhaços, cúmplices: ofícios do espírito. De tempos a tempos, pediam que fôssemos pacientes: o mundo iria em breve ser salvo. [...]
Imaginai: eis-nos deixados aos vinte anos num mundo inflexível, munidos de algumas artes de adorno: o grego, a lógica, um extenso vocabulário que nem sequer nos dá a ilusão de ver claro. Estamos perdidos na galeria das máquinas dos nossos pais, em que todos os recantos mal iluminados dissimulam recontros sangrentos, guerras nas colónias, terror branco nos Balkans, assassinatos americanos aplaudidos por todas as mãos francesas: a terrível hipocrisia dos homens do poder não chega para pôr um véu sobre a presença das desgraças que não compreendemos: sabemos somente que existem, que em qualquer lugar há sofrimento. Não nos digam que é para nosso bem. Não se contentem em acusar o destino, em fazer eternamente o gesto de Pilatos. [...]»
Assim abre aquela que é uma das mais pungentes narrativas de identificação geracional. Aquela que ficou como um cântico do mal-estar dos filhos da Segunda Guerra Mundial, maiormente verbalizado.
Casas Económicas
CACHULO DA TRINDADE
Coimbra, 1951
Coimbra Editora, Limitada
1.ª edição
206 mm x 150 mm
192 págs.
subtítulo: Casas de renda económica[,] casas de renda limitada[,]
casas para famílias pobres – Legislação anotada
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)
Casas do Povo
Junta Central das Casas do Povo
Lisboa, 1945
Secretariado Nacional da Informação [SNI] – Cultura Popular e Turismo
1.ª edição
176 mm x 125 mm
2 págs. + 62 págs.
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)
terça-feira, novembro 01, 2022
Contemporaneos Illustres – Antonio Maria de Fontes Pereira de Mello [junto com] Contemporaneos Illustres – D. Fernando II de Portugal
F. J. PINTO COELHO
Lisboa, 1877 e 1878
Typographia – Rua dos Calafates, 191, 1.º | Imprensa Nacional
1.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
2 x [210 mm x 140 mm]
[388 págs. + 1 folha em extra-texto] + [386 págs. + 1 folha em extra-texto]
ilustrados com os respectivos retratos dos biografados, calótipos colados
sobre cartolina (com moldura impressa no caso do segundo volume)
encadernações homogéneas em
meias-francesas com cantos em pele elegantemente gravadas a ouro nas lombadas
não aparados
conservam todas as capas das brochuras
exemplares muito estimados, capas das brochuras envelhecidas; miolo limpo
RARA PEÇA DE COLECÇÃO QUANDO INCLUEM OS CALÓTIPOS COLADOS EM VEZ DOS
RETRATOS MERAMENTE IMPRESSOS
220,00 eur (IVA e portes incluídos)
Refúgio
Grão de Trigo
BERNARDO DE PASSOS
Famalicão, 1907
Typ. Minerva de Gaspar Pinto de Sousa & Irmão
1.ª edição
212 mm x 140 mm
112 págs.
subtítulo: Versos á Natureza e á Vida
ilustrado com elegantes vinhetas em cabeçalho dos poemas
exemplar com a capa envelhecida e manchada mas aceitável; miolo limpo
ocasionais assinaturas e carimbos de posse do médico Joaquim de Moura Relvas
40,00 eur (IVA e portes incluídos)
domingo, outubro 30, 2022
Três Peças num Acto
AVELINO CUNHAL (PEDRO SERÔDIO)
pref. L. F. R. [Luís Francisco Rebello]
capa de Miguel Flávio
Lisboa, 1965
Prelo, Sociedade Gráfica Editorial, Lda.
1.ª edição [conjunta e em livro, identificando o seu verdadeiro autor]
182 mm x 127 mm
124 págs.
inclui as peças: Os dois compartimentos; Ajuste de contas; e Tudo
noite
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
Uma curiosidade lateral: ao mesmo tempo que o resistente anti-fascista Avelino Cunhal
(1887-1966), pai do político Álvaro Cunhal, saía da clandestinidade de um
pseudónimo, entrava o colaborador da Mocidade Portuguesa, Luís Francisco
Rebello (1924-2011), na ocultação pessoal do nome por baixo do tapete das
respectivas iniciais.
pedidos para:
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telemóvel: 919 746 089
sábado, outubro 29, 2022
Manifesto Abomunista | Segundo Abril | Será Que a Mente Secreta Sussurra?
BOB KAUFMAN
pref. Raymond Foye
trad. António Gregório, e Joana Jacinto
capa e ilust. Palmlaz
Lisboa, 2022
Barco Bêbado
1.ª edição
210 mm x 131 mm
76 págs.
ilustrado
exemplar novo
inclui o tríptico desdobrável promocional da editora
17,00 eur (IVA e portes incluídos)
pedidos para:
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
Inesperada | Prado
CHRISTIAN BOBIN
trad. Teresa Noronha
badana do poeta António Cabrita
capas e ilust. Catarina Lopes Vicente, e Daniel Fernandes
Lisboa, 2022
Barco Bêbado
1.ª edição
2 volumes (completo)
183 mm x 110 mm (estojo)
90 págs (vol. texto) + 66 págs. (vol. ilust.)
ilustrado em volume autónomo a negro e cor
duas brochuras inclusas num estojo próprio
exemplares novos
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
Uma passagem do texto:
«[...] A televisão, contrariamente ao que ela diz de si mesma, não dá nenhuma
notícia ao mundo. A televisão é o mundo que se afunda no mundo, um ser bruto,
chorão e avinhado, incapaz de dar uma única notícia clara, compreensível. A
televisão é o mundo em horário completo, transbordando de sofrimento. É
impossível ver, nestas condições, é impossível escutar. Estás ali, no teu sofá
ou diante do teu prato, e atiram-te com um cadáver e a seguir com um golo de um
futebolista, e abandonam-vos aos três, a nudez da morte, o sorriso do jogador e
a tua própria vida, já de si tão obscura, cada um atirado para o seu cantinho
do mundo, separados, após terem sido, assim, tão brutalmente ligados – um morto
que nunca acaba de morrer, um jogador que não pára de levantar os braços, e tu,
que não deixas de procurar o sentido de tudo isso. Mas isso já passou, já
estamos noutro assunto, depressão na Bretanha, bom tempo na Córsega. E então?
Então, o que fazer com a velha goleada de imagens, ávida de moedinhas? Nada.
Não é preciso fazer nada. Ela ali está e não se vai mexer, nunca mais. Um mundo
sem imagens é, a partir de agora, impensável. Haverá sempre jovens dinâmicos
para as servir, para fazer os negócios sujos no teu lugar, no lugar de todos os
outros, em nome de todos os outros. É preciso conseguir que o que está em baixo
desça até ao fundo, para deixar a decomposição orgânica do mundo prosseguir.
Está quase a terminar, está quase no fim, não devemos, sobretudo, reparar no
que se tolda – é melhor colocar uma base de tinta nas maçãs do rosto da morta.
Deixar proliferar as imagens cegas: alguma coisa vem à superfície, alguma coisa
vem ao nosso encontro. [...]»
pedidos para:
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
Le Nouveau Jardiniste Moderne
PROSPER PÉAN
Paris, 1929
Librairie de la Construction Moderne Éditeur
1.ª edição
texto em francês
275 mm x 196 mm
2 págs. + X págs. + 240 págs. + 14 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
75,00 eur (IVA e portes incluídos)
pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089
História do Aposento do Barrete Verde
CONSTANTINO PINTO RODRIGUES
RUI LUCAS FARIA DOS SANTOS
ANTÓNIO LUÍS LOPES VARELA
capa de José Salomão
s.l. [Alcochete], 1989
Edição: Aposento do Barrete Verde
[1.ª edição]
213 mm x 140 mm
64 págs.
subtítulo: Estatutos e regulamento geral interno
profusamente ilustrado
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)
pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]






































