DUARTE VIVEIROS
pref. Ruy Galvão de Carvalho
Lisboa, 1960
Edição do Instituto Cultural de Ponta Delgada
1.ª edição
197 mm x 143 mm
156 págs.
impresso sobre papel superior avergoado marfim
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)
Duarte José de Viveiros (1897-1937), «[p]oeta açoreano. Fez estudos secundários
no Liceu de Ponta Delgada e de Direito em Coimbra e Lisboa. Ainda estudante,
apoiou a revolução nacionalista de 5 de Dezembro de 1917 e foi secretário de um
ministro no consulado de Sidónio Pais. Depois, já formado, dedicou-se à
advocacia, mas sem êxito, prejudicado pela vida excêntrica e boémia (“essa
maldita vida de Lisboa”) em que consumiu os seus dias, arrastando por “salões
devassos” as suas quimeras de “missionário satânico” e o seu “orgulho imperial”
de príncipe entre a “vilanagem”, envenenado de absinto e venéreo. Acabou sem
família e quase sem amigos, no Sanatório do Lumiar, destruído pelo treponema da
sífilis e pela tuberculose.
[…] Duarte Viveiros foi bem um contemporâneo de Mário de Sá-Carneiro, Fernando
Pessoa, Luís de Montalvor, Alfredo Guisado, etc. A sua poesia situa-se na faixa
do modernismo que arvorou a bandeira do nacionalismo literário […]»
(Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III,
Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994)
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