quinta-feira, abril 14, 2016

Constituïção Política da República Portuguesa | Acto Colonial


Coimbra, 1945
Coimbra Editora, Limitada
s.i.
24 cm x 15,3 cm
4 págs. + 76 págs.
exemplar estimado, vagos sinais de foxing na capa; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reporta-se o vertente ao texto publicado em Diário do Governo a 11 de Agosto de 1938.

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Political Constitution of the Portuguese Republic – Colonial Act


Lisboa, 1948
S.N.I Books
2.ª edição
texto em inglês
19,5 cm x 14 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Constitution Politique de la Republique Portugaise


Lisboa, 1953
Editions S.N.I.
[1.ª edição ?]
texto em francês
19,5 cm x 14 cm
68 págs.
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Constituição Política da República Portuguesa


Lisboa, 1971
[ed. do boletim (separata)] Informação – Cultura Popular – Turismo
[1.ª edição]
23 cm x 16,1 cm
XXVIII págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Creanças e os Animaes


SUZANNA CORNAZ
trad. Antonio da Costa

Lisboa, 1903
Livraria Editora – Tavares Cardoso & Irmão
s.i.
17,8 cm x 11,7 cm
152 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar estimado, lombada gasta; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, abril 13, 2016

Apologia d’Appuleio



APULLEIO
trad. anónimo [Francisco António de Campos]

Lisboa, 1859
Typographia da Sociedade Typographica Franco-Portugueza
1.ª edição [única]
20,6 cm x 15 cm
84 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
ostenta o ex-libris de Manuel R. Pereira da Silva colado no verso da capa
PEÇA DE COLECÇÃO
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

O notável filósofo e proto-romancista latino Lucius Apuleius, tendo casado com uma viúva rica, Emilia Pudentilla, contra vontade da família da dita, que o acusou de haver conseguido os seus intentos por artes mágicas de lascívia, vem nesta Apologia defender-se perante tribunal.
Segundo Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo IX, Imprensa Nacional, Lisboa, 1870), ao identificar o tradutor como sendo Francisco António de Campos, indica que «[...] A tiragem foi apenas de duzentos exemplares, dos quaes nenhum se expoz á venda, sendo todos destinados para brindes.»

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Burro de Ouro




APPULEIO
trad. anónimo [Francisco António de Campos]

Lisboa, 1847
Na Typ. de José Baptista Morando
1.ª edição
15,6 cm x 11,3 cm
XXIV págs. + 450 págs. + 1 folha em extra-texto
encadernação antiga meia-inglesa em pele, com cantos também em pele
pouco aparado, conservas ambas as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
185,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lucius Apuleius, poeta, geómetra e filósofo romano (de Cartago), entre as várias obras que legou à posteridade tem neste Burro de Ouro (talvez o mais antigo romance conhecido) uma narrativa iniciática, erótica e jocosa em que o seu sujeito de ficção, por castigo de libertinagem, se vê transformado num burro, sujeito aos avatares do destino.
Segundo Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo II, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859) o tradutor, que identifica como sendo Francisco António de Campos, «[...] desgostoso, não tanto pelo crescido numero de faltas typographicas com que sahiu a edição, quanto por ter depois achado mais livres do que no principio lhe pareceram algumas passagens do romance, resolvêra não a publicar; e só por condescendencia, a pedido de alguns seus particulares amigos, tem dado varios exemplares. [...]»

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Burro de Ouro


APPULEIO
trad. anónimo [Francisco António de Campos]

Lisboa, 1847
Na Typ. de José Baptista Morando
1.ª edição
16,5 cm x 11,5 cm
XXIV págs. + 450 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado, falhas no papel da capa e na lombada; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
95,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, abril 12, 2016

O Iberismo dos Monárquicos


RAPHAEL RIBEIRO

Lisboa, 1930
Imprensa da Portugal-Brasil
[1.ª edição]
19 cm x 12,3 cm
228 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 9
carimbo «Oferta da Livraria Portugal no Ano Internacional do Livro» na capa e no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Rafael Augusto de Sousa Ribeiro foi governador civil de Faro, secretário ministerial nos governos de Cunha Leal e de António Maria da Silva, assim como deputado do Partido Nacionalista. Distinguiu-se como um tribuno, tendo sido autor de várias moções para melhorar as leis, banir inconstitucionalidades, corrigir injustiças, reduzir as despesas excessivas dos ministérios e instalar bibliotecas públicas junto das câmaras municipais do continente e ilhas adjacentes.

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segunda-feira, abril 11, 2016

O Domingo Illustrado – Archivo de Historia Patria


Lisboa, Maio de 1897 a 1900
dir. J. Garcia de Lima
256 números em 5 volumes (vols. 4 e 5 juntos) (colecção completa)
a entrada do vol. 5.º faz-se na passagem da pág. 868 para a seguinte; inclui o respectivo Appendice ao Domingo Illustrado após a pág. 1.036
31,4 cm x 22,8 cm
1.060 págs. (numeração contínua)
ilustrado, paginação a duas colunas
encadernação modesta em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no topo do frontispício
450,00 eur (IVA e portes incluídos)

Rara publicação de carácter corográfico, que, além de forte presença heráldica, reúne vastos artigos de «apontamentos historicos, relativos ás cidades, villas e parochias do reino; sua fundação, successos mais notaveis, descripções de monumentos, brazões d’armas (quando os possuam), lendas, tradições que as acompanham, etc.». O seu interesse para o “poder local” faz dela uma incontornável peça de conhecimentos vários. Pode ser comodamente consultada como uma enciclopédia, dado quer a sequência alfabética do seu conteúdo, quer os índices remissivos. Entre os seus colaboradores científicos (na esmagadora maioria anónimos) e literários, por exemplo, podemos encontrar breves presenças de Guerra Junqueiro, João de Deus, Júlio Diniz, Angelina Vidal, Gonçalves Crespo, Almeida Garrett, Camilo Castelo Branco, Antero de Quental, Soares de Passos, João Diniz...

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domingo, abril 10, 2016

Rema Sempre! [junto com] ... E Mesmo Contra a Maré!


LOPES D’OLIVEIRA
capa de Francisco Valença (só do 2.º vol.)

Lisboa, 1940 e 1945
Edições Cosmos / Edições Universo, L.da
1.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
[19,1 cm x 12,4 cm] + [19,1 cm x 12,2 cm]
[VIII págs. + 248 págs.] + [384 págs. + 12 págs. em extra-texto]
subtítulo: Memórias – Crítica – Païsagem
compostos manualmente
exemplares bem conservados; miolo irrepreensível (ambos)
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem:
«[...] República! Esta palavra, nos seus lábios [refere-se a António José de Almeida], tinha a magia das revelações religiosas; e, ora soava como uma prece, ora como um cântico, ora como um “dies irae”, e evocava o fragor dos ingentes prélios, a fúria das imprecações, o desespêro dos naufrágios, a miséria, a opressão, iniqùidade, concentrando o tumultuar da revolta, o clarão da vitória e o clamor da alvorada! [...]
De facto, ver êste homem na tribuna era assistir a um deflagrar de tempestade. [...]»
O segundo volume acrescenta às crónicas reunidas um extenso conjunto de cartas recebidas pelo Autor, entre as quais se destacam nomes como o conde de Arnoso, Teófilo Braga, Afonso Costa, Manuel de Arriaga, João Chagas, Manuel Laranjeira, etc.

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Quinze Minutos de Ginástica Para Todos



CELESTINO MARQUES PEREIRA
ilust. A. Duarte de Almeida

Lisboa, 1945
Editorial Enciclopédia, L.da
1.ª edição
18,9 cm x 12,5 cm
48 págs. + 6 desdobráveis (grande formato) em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado, pequenos restauros na lombada e nos desdobráveis; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, abril 09, 2016

Contos do Ribatejo


JOSÉ AMARO
ilust. Artur Real

Lisboa, 1972
Editorial Organizações
1.ª edição
20,6 cm x 14,5 cm
228 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)

José Amaro de Almeida (1916-1976), médico de profissão, evidenciou-se nos meios fadistas, sobre os quais escreveu abundantemente, e tendo por amigos próximos, entre outros, Márcia Condessa, Raul Nery, Amália Rodrigues e, com especial carinho, Alfredo Marceneiro. É-lhe devida a assistência clínica gratuita na doença e no desemprego a artistas cantores e seus familiares, actividade que o Museu do Fado põe em destaque na sua página electrónica, mais do que a importância do seu legado literário.

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quinta-feira, abril 07, 2016

A Viagem Nua


JUAN BAUTISTA PIÑEIRO (1945-1994)
trad. José Saramago
capa de Soares Rocha

Lisboa, 1980
Editorial Estampa, Lda.
1.ª edição
18,5 cm x 13,5 cm
128 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta no ante-rosto o carimbo de oferta do editor
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, abril 06, 2016

A Traição de Gabriela


SUM MARKY
capa de Túlio Coelho

Lisboa, 1961
M. C. Castro (dist.) [ed. Autor]
1.ª edição
19,4 cm x 12,5 cm
200 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sum Marky (tradução crioula de «senhor Marques»), pseudónimo de José Ferreira Marques (1921-2003), que também escreveu sob os nomes Roy Harvey e Louis Rudolfo, era natural de São Tomé. Desde o seu primeiro romance, O Vale das Ilusões (1956), se nota uma amarga crítica do colonialismo, e irá ser motivo a publicação de No Altar da Lei, em 1962, para a polícia do Estado o prender pela primeira vez, expulsar do funcionalismo público e, daí por diante, passar a perseguir todos os seus livros. Uma vez libertado da cadeia, ficou por Lisboa. Dadas as dificuldades que encontrou em publicar nas casas editoras, ou mesmo somente mandar imprimir, alugou uma cave na Amadora e montou a sua própria tipografia. Deixou vasta obra, perto de trinta títulos, entre os quais alguma literatura erótica sem qualquer ligação ao universo sócio-político de São Tomé e Príncipe. (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. V, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2000)

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A Comédia dos Sexos


SUM MARKY

Lisboa, s.d.
s.i. [J. F. Marques (dist.)]
3.ª edição
19,3 cm x 12,3 cm
248 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR À MOÇAMBICANA HELENA D’ALPOIM [MARIA HELENA ZILHÃO D’ALPOIM MIRANDA GUEDES]
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Tempo de Flogá


SUM MARKY

Lisboa, s.d.
J. F. Marques, distr. (ed. Autor)
[1.ª edição]
19,2 cm x 12,3 cm
2 págs. + 308 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, abril 04, 2016

Amores d’um Visionario


BERNARDINO PINHEIRO

Coimbra / Lisboa, 1874
Imprensa Litteraria / Typographia Universal de Thomaz Quintino Antunes, Impressor da Casa Real
1.ª edição (ambos)
2 tomos enc. em 1 volume (completo)
19,3 cm x 12,8 cm
2 x 272 págs.
subtítulo: Romance do Seculo XVI
modesta encadernação antiga em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar com as pastas envelhecidas mas aceitável; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] um dos elementos já esquecidos do directório do Partido Republicano: Bernardino Pereira Pinheiro. Nascido em Coimbra a 20 de Fevereiro de 1837, veio a falecer em Lisboa a 3 de Março de 1896. Seus pais eram Joaquim José Pinheiro e Maria da Trindade Pereira. Frequentou a então denominada Aula de Comércio, mais tarde emigrou para o Brasil onde se dedicou a actividades comerciais. Foi um dos fundadores do Grémio Literário Português, começou a colaborar na imprensa e tornou-se redactor do jornal A Reforma, e do jornal A Semana, mas colaborou ainda noutros periódicos brasileiros. Quando regressou a Portugal, nos meados dos anos 50 do séc. XIX, voltou aos estudos e matriculou-se na Universidade de Coimbra onde vai concluir o bacharelato em Direito no ano lectivo de 1862.
Inicia a carreira como conservador de registo de hipotecas no distrito de Coimbra e, em 1872, é nomeado para secretário do Supremo Tribunal de Justiça, conseguindo ascender ao cargo de director-geral deste órgão.
Em 1870 foi eleito deputado pelo círculo de Monção integrado nas listas do Partido Reformista. Mais tarde, foi novamente eleito deputado pelo círculo uninominal de Lagos (1890), onde obteve somente 44 votos, mas como o candidato mais votado foi considerado inelegível por acordão do Tribunal de Verificação de Poderes de 22 de Maio de 1890, acabou por se tornar o representante do Partido Republicano no Parlamento.
Bernardino Pinheiro desempenhou as funções de presidente da Associação de Escolas Móveis pelo Método de João de Deus, que tinham sido fundada por Casimiro Freire em 1882.
Como publicista conhecem-se os textos publicados no Jornal do Comércio de Lisboa.»
(Fonte: Artur B. Mendonça, Almanaque Republicano [pág. electr.], 20 de Fevereiro, 2007)

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domingo, abril 03, 2016

Novos Subsídios para a Biografia de Camões


J. PINTO LOUREIRO

Figueira da Foz, 1936 [aliás, 1935]
Tipografia Popular (separata de O Instituto)
1.ª edição
24,4 cm x 17 cm
156 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Pinto Loureiro, nascido em 1885, exerceu cargos relacionados com a advocacia e foi director da Biblioteca Municipal de Coimbra, professor do ensino técnico e presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão. (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994)

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segunda-feira, março 28, 2016

O Esteio dos Fracos


Porto, 1902
Pilulas Pink
1.ª edição
19,3 cm x 13,7 cm
16 págs.
ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um breve almanaque editado pelo fabricante James Cassels do Porto, que representava em Portugal as referidas pílulas Pink, “medicamento” risível então vendido nas farmácias, e que se destinava a curar maleitas tão diversas como a anemia, a «debilidade infantil» (?), o linfatismo, o raquitismo, as escrófulas, a neurastenia, a senilidade precoce, a impotência, a paralisia, etc. É de crer, a esta distância temporal, que também servisse para polir metais e desentupir as sanitas...

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Dálias, Cravos, Rosas e Crisântemos


JÚLIO DE VASCONCELOS

Lisboa, s.d.
Henrique Torres – Editor
[1.ª edição]
18,8 cm x 13,5 cm
48 págs.
subtítulo: Sementeira – Reprodução, plantação, multiplicação e transplantação – Adubos – Doenças e tratamentos e Conselhos úteis
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da capa: «Guia prático e útil a todos os profissionais e amadores».

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As Hortas


[ANÓNIMO]

Porto, 1914
Livraria do «Lavrador»
[1.ª edição]
18,4 cm x 11,3 cm
144 págs.
subtítulo: Sua Cultura Racional
ilustrado
exemplar estimado, pequenas falhas de papel na capa; miolo limpo, papel oxidado
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Dona de Casa na Lavoura Portugueza



[ANÓNIMO]

Porto, 1927
Livraria do «Lavrador» / Officinas de O Commercio do Porto
[1.ª edição]
18,4 cm x 11,5 cm
104 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, março 27, 2016

Combate de Ruas


ROQUE D’AGUIAR, cap.

Lisboa, 1943
Ed. Autor
1.ª edição
21,6 cm x 16,1 cm
VIII págs. + 184 págs. + 2 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Algumas Notas
ilustrado no corpo do texto e em separado
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
é o n.º 32 de uma tiragem limitada a 500 exemplares
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO GENERAL FERNANDO PEREIRA COUTINHO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de estudo sobre movimentações militares no terreno.

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Assuntos Ribatejanos


JOSÉ ESTEVAM

Lisboa, 1957
Edição de Couto Martins
1.ª edição
19,9 cm x 13,2 cm
116 págs.
subtítulo: Dados e comentários sobre lezírias, lavoura, latifúndio, indústria, colonização e regionalismo
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, março 25, 2016

Flores do Frio


CLÁUDIO BASTO
capa de [António] Manuel Couto Viana

Viana do Castelo, 1922
«Lusa»
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
4 págs. + 196 págs.
exemplar envelhecido, lombada com pequenas falhas; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Cláudio Basto (1886-1945), médico e redactor de jornais de província, a sua fina sensibilidade literária e conhecimentos científicos notabilizaram-no quer como etnólogo e filólogo, quer como co-director de publicações várias, de que se destacam a Límia e a Portucale.

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A Caixinha das Cem Conchas


EUGENIO DE CASTRO

Lisboa – Porto – Coimbra, 1923
«Lvmen» – Empresa Internacional Editora
1.ª edição
17,5 cm x 12,2 cm
40 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, março 23, 2016

O Palhaço Francês





MARIA HELENA
ilust. Eduardo Malta

Lisboa, 1927
Edição da Emprêsa Diário de Notícias
1.ª edição
20 cm x 14,5 cm
64 págs.
profusamente ilustrado a preto no corpo do texto
é o n.º 7 da Biblioteca dos Pequeninos
exemplar estimado, com restauro na lombada; miolo limpo
os desenhos das págs. 7, 9 e 11 encontram-se coloridos a lápis
valorizado pela dedicatória da Autora ao «[...] Senhor Doutôr Joaquim Manso, ilustrissimo directôr do “Diario de Lisbôa” com a mais alta consideração e respeito [...]»
assinaturas de posse, no frontispício e na capa, de Maria Teresa Bordalo Pinheiro (Mitu), sobrinha-neta de Rafael Bordalo Pinheiro
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome completo Maria Helena Vaquinhas de Carvalho notabilizou-se discretamente com, pelo menos, dois prémios literários atribuídos pelo Estado Novo, a saber: Emissora Nacional, 1948 (concurso de poesia lírica); Secretariado Nacional da Informação, 1958 (concurso de conto).

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terça-feira, março 22, 2016

Nós, os Hespanhoes...



MARIO SAA

Lisboa, 1930
[ed. do Autor]
Imprensa Lucas & C.ª
1.ª edição
21,4 cm x 15 cm
40 págs.
composto manualmente
exemplar envelhecido pelo tempo mas estimado; miolo limpo por abrir
conserva a cinta promocional
ostenta uma interessante dedicatória do Autor ao liberal Carlos Augusto Portugal Ribeiro: «Antes da Républica Espanhola este livrinho escrevi, e tu o lerás, meu velho Portugal.... Ribeiro!»
PEÇA DE COLECÇÃO

210,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos o Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994):
«[...] Nessa diversidade de trânsitos expressivos [entre o cosmopolitismo da Orpheu e o regresso do espírito agrário na Presença] afirma-se uma criatividade que, embora de vincado recorte modernista, não enjeita as raízes da tradição e até um certo gosto da sugestão arcaizante. [...]» Refere ainda o mesmo dicionário: a «[...] incursão, aliás pouco convincente, por um sociologismo de pretensa fundamentação rácica [...]».
A vertente brochura radicaliza, com muito fundamento histórico, o fosso cavado ao longo da raia portuguesa:
«[...] Pois bem! Os Portugueses e os hespanhoes não vieram duma mesma origem; nem os Portugueses estiveram nunca sob o dominio dos hespanhoes, nem se uniram a estes senão no Estado federado do Reino de Leão.
E embora viessem duma mesma origem nem assim poderiamos considerar os Portugueses uns filhos rebeldes dos hespanhoes mas, quando muito, os seus irmãos mais velhos.
Na verdade o reino de Leão, de que vieram Portugueses e castelhanos, era uma confederação luso-hespanhola na defeza contra o inimigo comum – o mouro [...]»

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As Várias Faces



AUGUSTO DOS SANTOS ABRANCHES

Coimbra, 1943
Portugália
1.ª edição
23,5 cm x 17,1 cm
24 págs.
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, março 19, 2016

O Embalsamamento Egípcio


RÓMULO DE CARVALHO
[António Gedeão]

Lisboa, 1948
Edições Cosmos [colecção Biblioteca Cosmos]
1.ª edição (versão cartonada pelo editor)
18,7 cm x 12,8 cm
224 págs. + 2 guardas impressas
ilustrado no corpo do texto
composto manualmente em Elzevir (e outros)
cartonagem editorial
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, março 15, 2016

Os Inéditos de Fernando Pessoa e os Critérios do Dr. Gaspar Simões


JORGE NEMÉSIO

[Lisboa], 1957
Edições Eros [ed. Autor]
1.ª edição
22,7 cm x 16,9 cm
80 págs.
subtítulo: Com seis poemas inéditos de Fernando Pessoa e seus heterónimos: Ricardo Reis e Vicente Guedes
composto manualmente em Elzevir na mítica Tipografia Ideal sita à Calçada de São Francisco
exemplar estimado, com alguma sujidade na capa; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assente, nesses avançados anos 50, que o trabalho de decifração da caligrafia de Pessoa e os critérios de compilação dos versos, por parte de João Gaspar Simões, enfermavam dalgum rigor, Jorge Nemésio – filho de Vitorino – propõe a metodologia de investigação pessoana a aplicar no futuro.

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segunda-feira, março 07, 2016

Canal – Revista de Literatura



Abrantes, Março de 1998 a Verão de 1999
dir. Augusto Oliveira Mendes
ed. Palha de Abrantes / Editorial Renascimiento (Sevilha)
6 números (colecção completa)
29,5 cm x 18 cm
6 x 64 págs.
exemplares como novos
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração ibérica, entre muitos outros, de José Colaço Barreiros, Vergílio Alberto Vieira, António Cabrita, Manuel Gusmão, Mário Cláudio, Adília Lopes, Paulo Teixeira, João Manuel Bretes, Gastão Cruz, Lídia Jorge, José Miguel Silva, Gil de Carvalho, etc., e, pelo lado espanhol, Francisco Brines, Fernando Ortiz, Juan Luis Panero...

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Cidadela – Cultura Viva


Viana do Castelo / Queluz, Outono e Inverno 1959
dir. Artur Anselmo, José Valle de Figueiredo e Rui de Abreu
grafismo de Helder Pacheco
colecção completa (2 números)
24 cm x 16,4 cm
[2 págs. + 38 págs.] + 36 págs. + 1 cartão (recolha de fundos)
acabamento dissemelhante, sendo o segundo caderno com dois pontos em arame
exemplares estimados, restauros subtis no primeiro caderno; miolo limpo
175,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessantíssimas colaborações, entre outros, de Artur Anselmo, Helder Pacheco e Armando Alves. Recorda, muito mais tarde, Artur Anselmo (ver Daniel Pires, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX – 1941-1974, vol. II, 1.º tomo, Grifo, Lisboa, 1999):
«[...] A redacção do 1.° número, embora isso não esteja indicado na publicação, localizou-se em Viana do Castelo; a do 2.° em Queluz. Os colaboradores literários residiam nestas localidades e em Coimbra, enquanto os artistas [gráficos] eram todos do Porto. Vem a propósito salientar que a excelente qualidade da colaboração artística da Cidadela passou despercebida neste país de literatos empedernidos.
O inconformismo vagamente anárquico do 1.° número [...] não agradou à crítica encartada, cujo principal representante – João Gaspar Simões – se confessou incapaz de entender “esta geração”, por não saber “lá muito bem onde pô-la”. Posição semelhante veio dos sectores conservadores, como a revista Rumo, que fulminou a Cidadela numa crítica truculenta de Fernando Barros. Os dois ataques (o de Simões e o de Barros) aparecem alegremente transcritos na contracapa do 2.° número, sob o título de “Deu-la-Deu ressuscitada no tempo das vacas gordas”.»

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Nova Phenix Renascida



Coimbra, Julho de 1921
dir. Luiz Vieira de Castro [1898-1954]
n.º 1 [único publicado]
25 cm x 16,6 cm
32 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado, com a capa manchada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, do poeta Cabral do Nascimento. Importante é também a reprodução de duas cartas inéditas de Camilo Castelo Branco a José Cardoso Vieira de Castro.
O director da vertente publicação, nascido no Funchal e ligado à imprensa periódica na Madeira, destacou-se durante a I República como «[...] monárquico integralista convicto, [que] defendia a restauração da monarquia pré-liberal e o regresso à sociedade cristã e patriarcal tradicional, pugnando por uma monarquia orgânica, tradicionalista, antiparlamentar que se consolidasse no poder das corporações e dos municípios, sob o comando pessoal e incontestável do rei.
Em Coimbra [onde cursou Direito] conviveu com monárquicos integralistas e dedicou-se ao jornalismo fundando aí dois jornais académicos que defendiam este credo político, o Pátria Nova (1916) e o Restauração (1921) e colaborando ainda noutros. Em 1922, depois de concluída a licenciatura, regressa a casa e vai ser convidado pelo lugar-tenente do Rei, o madeirense Aires de Ornelas, para organizar a Causa Monárquica na Madeira. [...]
Aderiu ao Estado Novo e em 1934 entrou para a União Nacional chegando a deputado nas legislaturas de 1942-1945 e 1946-1949. [...]» (Fonte: Alberto Vieira, Emanuel Janes, Gabriel Pita e Abel Fernandes, História da Madeira, Secretaria Regional de Educação, Funchal.)

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domingo, março 06, 2016

Breves | instrucções | sobre | os partos | a favor das parteiras | das provincias, | feitas por ordem do ministerio




[JOSEPH] RAULIN, Mr.
trad. do francês por M. R. D. A.

Lisboa, 1772
Na Regia Officina Typografica *
1.ª edição
14,3 cm x 9,8 cm
12 págs. (não numeradas) + X págs. + 210 págs.
brochura apenas coberta pelo papel de protecção da época
carminada no corte
não inclui as gravuras referidas no fim do volume na «EXPLICAÇÃO DAS FIGURAS. Cada huma das doze Figuras feguintes reprefenta [...]» *
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel sonante, discreto restauro no frontispício
225,00 eur (IVA e portes incluídos)

Joseph Raulin (1708-1784), obstetra formado pela Faculdade de Medicina de Bordeaux, foi médico de Luís XV. A vertente obra, datada de 1769 com o título original Instructions succintes sur les accouchements en faveur des sages-femmes de province, e posta a circular por cá sob os auspícios do médico português Ribeiro Sanches, trata da formação moral e prática das parteiras, no sentido de estabelecer parâmetros científicos que enformassem a decisão de levar um parto por diante, ou, pelo contrário, de se optar pelo aborto. O texto é particularmente crítico do negócio inerente à actividade médico-cirúrgica.

* Gonçalves Rodrigues, in A Tradução em Portugal (vol. primeiro, 1495-1834, n.º 1.188, Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 1992), refere, para o mesmo ano, uma edição na Off. José de Aquino Bulhões, cuja autoria ele atribui (erradamente) a Jean Raulin. Por seu turno, Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo X, n.º 379, Imprensa Nacional, Lisboa, 1883) refere o conhecimento de apenas 2 estampas, o que, na realidade, seriam 2 folhas desdobráveis com as 12 figuras.

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quarta-feira, março 02, 2016

Anais da Ilha Terceira [junto com] Apontamentos Topográficos, Políticos, Civis e Ecclesiásticos para a História das nove Ilhas dos Açores servindo de suplemento aos Anais da Ilha Terceira




FRANCISCO FERREIRA DRUMOND
pref. e notas de José Guilherme Reis Leite

Angra do Heroismo, 1981 e 1990
Governo Autónomo dos Açores – Secretaria Regional de Educação e Cultura / Instituto Histórico da Ilha Terceira
2.ª edição (fac-similada da 1.ª edição de 1850)
4 vols. + 1 vol. (completo)
[21 cm x 15 cm] + [24,5 cm x 18,5 cm]
[6 págs. + 2 págs. + VIII págs. + VI págs. + 716 págs. + 6 págs.] + [6 págs. + 6 págs. + 358 págs.] + [6 págs. + 4 págs. + 324 págs. + 150 págs.] + [6 págs. + 4 págs. + 384 págs. + 2 págs.] + [6 págs. + XXIV págs. + 2 págs. + 650 págs.]
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
100,00 eur (IVA e portes incluídos)

Francisco Ferreira Drumond (1796-1858) é considerado uma referência na historiografia açoreana, mas também se notabilizou como organista contribuindo largamente para a divulgação de música sacra.

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Versos do Reyno


ALBINO FORJAZ DE SAMPAIO

Lisboa, 1903
Empreza da Historia de Portugal Sociedade Editora – Livraria Moderna
1.ª edição
15,9 cm x 9,7 cm
64 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do segundo livro de Albino Forjaz de Sampaio (1884-1949), escritor que «[...] cultivou um naturalismo na linha de Fialho ou de Raul Brandão, onde desponta uma amarga sabedoria e um desencantado pessimismo, colhidos quer na filosofia de Nietzsche, quer na divulgação que na época foi dada a autores como o Schopenhauer de Dores do Mundo. Sobre uma base de amoralismo e cinismo vazados em formas convencionais, Forjaz de Sampaio consegue algumas páginas em que dá veemente testemunho de ambientes de grande miséria física e moral da cidade (sobretudo da cidade de Lisboa), salientando-se a sua grande capacidade para reproduzir do modo mais natural e espontâneo o linguajar desses mesmos meios. [...]» (Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994)

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Enseada Amena


AUGUSTO ABELAIRA
capa de José Cândido

Lisboa, s.d. [1966]
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
304 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Abelaira seria um autor a redescobrir e a ser estudado se a nova geração de “narrativistas” mostrasse alguma curiosidade em ler os escritores nacionais que lhes prepararam o terreno para os todo-o-terreno das suas escritas de sucesso.

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Anfitrião Outra Vez


AUGUSTO ABELAIRA
capa de Vitorino Martins
grafismo de J. Matos

Lisboa, 1980
Moraes Editores
1.ª edição
18 cm x 11,6 cm
84 págs.
exemplar em bom estado de conservação, sem sinal de quebra na lombada; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Quatro Paredes Nuas


AUGUSTO ABELAIRA

Amadora, 1972
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
19,1 cm x 12,2 cm
204 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de L. Graça
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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